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A serventia do coronavírus para o progressismo global

Por Andréa Fernandes

Num mundo envolvido em “sugestões cabulosas” para os Estados progressistas  supostamente vencerem o temido vírus made in china, conhecido pela alcunha de Covid 19, os verdadeiros direitos humanos  são relativizados em excesso, ao ponto de seres humanos mais vulneráveis serem tratados como “experimentos” das genocidas estratégias de engenharia social.

Exemplos das ações criminosas de governos ocidentais contra suas populações não faltam: a França, que em 2013 possuía milhões de máscaras em estoque, inadvertidamente engendrou a decisão governamental de destruí-las sob a justificativa criminosa de “reduzir os custos de armazenamento[1]. E como a redução foi “pouca”, o bondoso presidente Macron resolveu doar para o regime tirano de Xi Jinping as centenas de milhares de máscaras que restavam como demonstração de solidariedade ao povo chinês, abandonando, por conseguinte o seu próprio povo, que vem sendo obrigado até os dias de hoje a suportar o aumento dos casos de coronavírus literalmente “encarcerados” em suas casas sob pena de prisão, mas assistindo o fenômeno grotesco de fronteiras abertas com direito a  aviões chineses pousando diariamente no solo pátrio, uma vez que, a indelével liberdade de locomoção global dos chineses deve ser mantida, como defendida pelo lacaio que responde pelos interesses da China na Organização Mundial de Saúde (OMS), o Diretor Tedros Adahnom, ao propagar em 31 de janeiro que o “fechamento das fronteiras com a China seria improdutivo e poderia até favorecer a propagação da epidemia[2].

O detalhe que faz a diferença nessa história macabra de “controle social à francesa”, é que fica difícil explicar a doação de centenas de milhares de máscaras ao Estado comunista, que por acaso, é o maior produtor mundial de equipamentos de proteção[3]. Talvez, Macron não estivesse muito satisfeito com a qualidade do material exportado pela China e resolveu dar uma ajudinha ao povo chinês para ter acesso aos melhores produtos do mercado. Outra possibilidade repousa no fato de a porta-voz do governo ter dito no dia 23 de março que “máscaras são essencialmente inúteis[4]. Se é assim, por que não doá-las para o maior produtor global?

Aliás, ainda não entendi o motivo de a comunidade científica mundial não ter se debruçado na “decisão científico-progressista” de Macron ao autorizar por Decreto[5] que os médicos receitem rivotril para pacientes infectados pelo coronavírus a fim de “aliviar o sofrimento em estado de dificuldade respiratória”. Será que saber que o rivotril retarda a respiração e pode causar parada respiratória[6], não é motivo suficiente para “investigar à luz da ciência” essa ação do presidente francês? Na verdade, fiz as indagações por pura retórica: Macron autorizou a já conhecida “eutanásia”, que nesse caso, pouco importa o real sofrimento que traz aos pacientes, já que os mesmos são os idosos, “vítimas invisíveis” da Covid 19, aqueles que podem ser “descartados” porque já pagaram impostos durante décadas e sustentaram a previdência e o modelo de bem-estar europeu, para, na atualidade, ser “substituídos” por imigrantes que “enriquecem a cultura ocidental”. Os idosos são hoje “figuras descartáveis” em vários países, que pouco ou nada fizeram para impedir a matança dessa população vulnerável pelo genocida vírus chinês (foco nesse termo a origem do país comunista e não o sofrido povo da China).

Na realidade, o vírus vem tendo uma serventia “interessante” para a agenda global progressista, visto que não faltarão “imigrantes” para ocupar o lugar deixado por idosos – alguns dos quais trabalharam incansavelmente para reconstruir a Europa após a terrível 2ª Guerra Mundial. Pensando nisso, a moderníssima Suécia adotou a estratégia de abandonar seus idosos dando prioridade nos Centros de Tratamentos Intensivos aos pacientes imigrantes em caso de limitação nos atendimentos devido a superlotação hospitalar. Como segundo essa “ótica humanista”, o “idoso não serve para nada”, até mesmo os IMIGRANTES ILEGAIS terão atendimento médico em detrimento daqueles que construíram o país[7]. Por sinal, o brasileiro deveria se arrepiar ao tomar conhecimento dessa informação, pois em Roraima os venezuelanos sempre tiveram prioridade em atendimento hospitalar em detrimento dos brasileiros graças à Lei de Migração e ao descaso de conservadores que não lutam por mudança desse texto legal que, na prática, prioriza os “direitos” dos estrangeiros na condição de imigrantes e refugiados.

A propósito, o caríssimo leitor já identificou a fala, e principalmente “ação”  de alguma autoridade de saúde global ou liderança política da comunidade internacional manifestando preocupação real com os “idosos descartáveis” em tempos de pandemia? E mais… não é estranho a União Europeia não prestar assistência médica e/ou financeira aos países atingidos pela hecatombe oriunda da China, fornecendo, inclusive, equipamentos de proteção individual? A omissão de socorro aos países do bloco se deu por incapacidade ou falta de vontade de agir?

Os ministros de finanças da União Europeia participaram de uma reunião visando discutir a criação de um  pacote para enfrentar o caos provocado pelo coronavírus, pacote este orçado em US$ 380 bilhões, mas não houve acordo  porque os Estados mais poderoso do norte negaram apoio às medidas que auxiliariam os Estados menos abastados no sul, sendo certo que a ajuda estava condicionada à concordância com cláusulas punitivas do empréstimo[8]. “Colocar a mão no bolso” para salvar a vida de milhares de idosos atenta contra o princípio do custo-benefício, e ao que parece, a própria mídia global não se importou com o descaso da União Europeia em relação aos milhares de idosos que morriam buscando ar para respirar em países intoxicados pela ideologia que privilegia a “morte em escala industrial”.

No Brasil, nossa imprensa tendenciosa que não enxergou a “preocupação econômica” de Bruxelas ao negar apoio financeiro a países pobres do bloco, continua “batendo panela” diariamente em apoio ao sabotador Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, que se uniu a governadores e prefeitos ditadores para quebrar o governo com, dentre outras medidas, a articulação que culminou na aprovação do projeto que repõe aos estados e municípios perdas com o ICMS e ISS sem nenhuma contrapartida que garanta responsabilidade fiscal de estados e municípios[9]. Em 24 de março, o presidente informou que o governo federal já havia implementado quase R$ 600 bilhões em medidas para o enfrentamento do coronavírus, porém, é nítido o intento da oposição liderada por Rodrigo Maia e David Alcolumbre em inviabilizar o governo.

Nem mesmo o informe da ONU[10] comunicando que a crise econômica resultante da pandemia pode matar centenas de milhares de crianças ainda nesse ano convenceu os parlamentares que mergulhar o país numa recessão pode resultar em muito mais mortes do que as provocadas pelo vírus chinês. A entidade frisa o caso das crianças que se alimentam em escolas e com o fechamento das unidades educacionais estão privadas de alimentos, o que já observamos em matérias nos jornais brasileiros. O Fundo Monetário Internacional FMI) afirma que com as empresas com atividades encerradas e mais de um bilhão de pessoas confinadas em casa, o mundo sofrerá a maior desaceleração econômica desde a Grande Depressão da década de 30.

Ora, se vem recessão global, nossos parlamentares estão preparados para “dar uma mãozinha” a governadores e prefeitos endividados para cumprirem o desejo antigo de despejar toda sua ruína financeira no colo do presidente, ou seja, pretendem destruir o país de olho nas eleições em 2022. Se brasileiros morrerão para que a “agenda do mal” se concretize, isso não vem ao caso! A extrema-esquerda coleciona apoio a pautas genocidas.

Os gastos bilionários, que podem alcançar a casa do “trilhão”, não motivaram o presidente da Câmara e demais parceiros da farra com dinheiro público a prestar contribuição institucional significativa para diminuir o gigantesco impacto no déficit público ocasionado pelas medidas restritivas implementadas por prefeitos e governadores com apoio do STF. Apesar das promessas falsas, Maia não aceitou encaminhar os recursos do Fundo Eleitoral para combater o coronavírus e Alcolumbre foi mais além, chamando a medida de “demagogia”[11]. Com efeito, o presidente da Câmara sugere desconto de 20% do salário de servidor público para auferir recursos[12], mas não defende abertamente o referido desconto na folha de pagamento de parlamentares, visto que não compete à elite do legislativo sacrifício para impedir que a fome seja ampliada no país de forma avassaladora.

Não se enganem! Em nosso país há uma elite perversa sequiosa para enriquecer e manter seus “doutos privilégios” às custas da miséria do povo e o coronavírus é o pretexto perfeito. “Cadáveres” rendem votos e muito dinheiro…

Como se vê, a falsa preocupação com os direitos humanos da população vulnerável compõe narrativas demagógicas em âmbito global. A instalação da fome é um “prato” que o progressismo degusta com insaciável prazer.

Andréa Fernandes – advogada, internacionalista, jornalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem by Reuters

[1] https://www.francetvinfo.fr/sante/maladie/coronavirus/coronavirus-pourquoi-la-france-manque-t-elle-de-masques-respiratoires_3871243.html

[2] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/01/31/oms-considera-improdutivo-fechar-fronteiras-pelo-coronavirus.htm

[3] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/04/05/alem-da-politica-eua-dependem-de-insumos-medicos-da-china-para-combater-coronavirus.htm

[4] https://twitter.com/BFMTV/status/1240909120263389185?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1240909120263389185&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.20minutes.fr%2Fsociete%2F2753499-20200402-non-deputee-lrem-anne-genetet-declare-masques-inutiles-obliger-francais-apprendre-laver-mains

[5] https://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=JORFTEXT000041763328&categorieLien=id

[6] https://www.webmd.com/drugs/2/drug-14403-6006/clonazepam-oral/clonazepam-oral/details

[7] https://www.tasnimnews.com/en/news/2020/04/12/2241617/elderly-coronavirus-patients-not-receiving-intensive-care-in-sweden-report?fbclid=IwAR2uKaa7emqYhiLinlORnZRTOJ1Cnc0ThB5CkMG83Nfdb_l1sqgR92yEyEk

[8] https://www.gatestoneinstitute.org/15892/eu-failure-coronavirus

[9] https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/04/13/camara-aprova-texto-base-de-projeto-que-recompoe-icms-e-iss-para-estados-e-municipios.ghtml

[10] https://oglobo.globo.com/mundo/coronavirus-onu-alerta-que-crise-economica-pode-matar-centenas-de-milhares-de-criancas-em-2020-1-24375960

[11] https://oglobo.globo.com/brasil/alcolumbre-chama-de-demagogia-pedido-para-uso-do-fundo-eleitoral-em-combate-coronavirus-24371807

[12] https://www.metropoles.com/brasil/servidor-brasil/coronavirus-maia-defende-corte-de-20-em-salarios-de-servidores

Notre-Dame no limiar da “inquisição” contra os cristãos

Por Andréa Fernandes e Gil Carlos Montarroyos

Muito pouco se sabe acerca do “incidente”, o incêndio que devastou a famosa catedral de Notre-Dame. Não obstante a todo o evento per si, fica claro que as investigações precisam avançar. A figura da mais famosa catedral da França em ruinas, bem como as várias demonstrações de felicidade com o caso, por muçulmanos em todo o mundo, demonstram que há sim, a necessária e emergente preocupação com aquele que foi de longe um dos maiores símbolos da cristandade no Ocidente. A mais imponente construção gótica medieval que um dia fora o maior “bastião” da evolução e prosperidade da civilização judaico-cristã ocidental, ruiu!

Refletir sobre as ruínas de Notre-Dame deveria ser quase um “dever ontológico” para os ocidentais, muito embora o “fogo da inquisição progressista” esteja velozmente lambendo as análises sobre as possíveis causas do suposto “acidente” que resultou na destruição da catedral mais famosa do mundo construída há mais de 850 anos, considerada um dos símbolos da capital francesa desde a sua construção[1].

Conforme noticiado pela imprensa, a causa do incêndio ainda é desconhecida. Aos montes, chegam informações desencontradas[2] referente ao trágico evento, o que torna necessária uma investigação séria e profissional a fim de elucidar o caso. Contudo, imediatamente após o “incidente” o promotor Rémy Heitz já antecipou a narrativa que comandaria as “informações” da extrema-imprensa. Ou seja, o procurador de Paris se uniu à sua equipe de 50 “investigadores” e demais representantes de órgãos públicos para “sugerir” que o incêndio “está relacionado a obras de restauração que estavam em curso na catedral[3].

Nessas horas de “discursos feitos sob medida”, a lógica também é incinerada: ao mesmo tempo em que o procurador anuncia que a investigação será longa e complexa, paradoxalmente vaticina que sua equipe está priorizando a “teoria de um acidente”, pois nada aponta para um ato voluntário[4]. Como se vê, as conclusões do procurador que ensejam prioridade de sua tese diante de “investigações complexas” continuam sendo puramente de liame “ideológico”.

A catedral de Notre-Dame não mais representa a “nova diversidade” da França

Ao ver o flagelo que se tornou o “point zéro des routes de France”, o inocuamente palavroso presidente francês Emmanuel Macron, numa performance teatral, verbalizou:

A Notre-Dame de Paris é nossa história, nossa literatura. É o epicentro de nossa vida. Trata-se da catedral de todos os franceses, mesmo daqueles que nunca vieram aqui[5].

Macron teria toda razão em seu pronunciamento garboso se perfilasse o conhecimento histórico e cultural do seu país no tempo verbal apropriado. Invocar a “França pretérita” não vai funcionar para explicar o “apagão” do monumento histórico mais visitado da Europa, que recebia cerca de 14 milhões de visitantes anualmente[6]. Aliás, há que se corrigir o lapso de interpretação quanto à conduta da referida autoridade: o presidente francês não está interessado em “explicar” nada e por esse motivo reforça a tese de “acidente” antes mesmo do encerramento das investigações, que por certo, confirmarão a “versão oficial” da “tragédia” sem “culpados”.

Como bom relativista, Macron quer levar o mundo a “compreender” e, por conseguinte, “aceitar” o ocaso da civilização judaico-cristã perfeitamente representado pelo derribar a “ferro e fogo” do pináculo de Notre-Dame, que já não era há muito tempo o epicentro da vida francesa como declamado pelo presidente saudosista. O “sinal” notório das “boas intenções multiculturalistas” de Macron estava na informação do Canal “France 24” no Twitter noticiando a promessa do presidente de reconstruir uma Notre-Dame que represente a “nova diversidade” da França[7].

Aliás, as autoridades do país sabem que a “nova diversidade” francesa não tolerava as “demoníacas” gárgulas e quimeras[8] que encantavam milhões de visitantes, mas eram concebidas como pérfidos “fantasmas da cristandade infiel” que continuamente deixavam as fachadas da catedral para atormentar adeptos da “religião da paz” e seus parceiros ideológicos que defendem o Estado laico sem resquícios da única religião que é considerada “ameaça” para a humanidade, a saber, o Cristianismo.

Se observarmos a França despojados de “paixões fleumáticas”, constataremos que a catedral de Notre-Dame como símbolo do panteão cultural ocidental não mais existe. Como magistralmente salientado pelo professor da Universidade de Paris  Guy Millière no exímio artigo “O incêndio de Notre Dame e a Destruição da Europa Cristã” :

 A catedral sobreviveu à turbulência da Idade Média, o Reino do Terror da Revolução Francesa, duas guerras mundiais e a ocupação nazista de Paris. Ela não sobreviveu ao que a França está se tornando no  século” XXI”.

Assistimos o findar de um “mito” por conta dessa “nova diversidade” celebrada por franceses que abandonaram a História recepcionando a “antropologia do suicídio”.

Nesse mister, vale promover análise do eclipsar do simbologismo quase milenar da catedral antes do “incêndio misterioso”. O que teria sido mais danoso para tudo o que representava Notre-Dame, do que as sérias avarias que o edifício sofreu durante a Revolução Francesa ao ponto de ocasionar profunda reforma em meados do século XIX? Pelo visto, a única reforma que interessa aos pensadores globalistas é a devastação da civilização judaico-cristã ocidental, seus símbolos e seus avanços em mais de 2000 anos de história.

Está em marcha na “França macroniana” a erradicação de todos os estamentos que um dia nortearam a civilização ocidental, seu glamour e o conhecimento daquela que um dia esteve na vanguarda do pensamento ocidental – a França. A cidade luz capitulou ao globalismo, assim como capitulou ao nazismo e colaboracionismo de Vichy, na II Guerra Mundial. Diante dessa constatação, não é mera coincidência a relação do nazismo com o islamismo durante a última grande guerra, no seu avanço na França ocupada.

 As “chamas inflamantes” de ódio contra os cristãos estão acesas na Europa

 Hoje, o simbolismo da Catedral é outro: tornou-se o mais notável exemplo do descaso dos cristãos para com a destruição dos pilares icônicos do Cristianismo. Em todo o mundo, há centenas de relatos de ataques de toda sorte e intensidade, resultando, inclusive, em milhares de mortos. Não, não é “estória de carochinha”, é real. A civilização judaico-cristã ocidental está sob intenso e incessante ataque. E o establishment globalista faz “cara de paisagem”. É vergonhosa a leniência da ONU, do Vaticano, e do mundo cristão. Salvo algumas poucas denominações evangélicas e algumas instituições católicas, o silêncio é ensurdecedor!

A extrema-imprensa, por sua vez, “lança na fogueira da intolerância” todo aquele que se atreve a suspeitar de ação jihadista por trás de mais um evento destrutivo contra a igreja. As incontáveis manifestações de êxtase de muçulmanos nas redes comemorando efusivamente a destruição do “prédio pagão” não foram relatadas, uma vez que o “perigo” a ser evidenciado vem sempre dos supostos “discursos de ódio” da chamada” extrema-direita” ao discorrer sobre a jihad contra o “Ocidente infiel”. Ainda assim, todo o histórico de atentados terroristas islâmicos evoca essa cautela e cuidado. Não seria absurdo se o ocorrido fosse realmente um novo atentado terrorista islâmico ao solo francês. Há realmente motivo para haver essa preocupação.

Não é nenhuma novidade que há no mundo muçulmano o desejo claro e explícito na expansão do Islã no intuito de criar um Califado Global. Desde a década de 70, vemos esse projeto em andamento na França. É nojento contemplar a leniência do país, um Estado que já foi sinônimo de liberdade e intelectualidade, de civilização e glamour, sucumbe ao projeto globalista islâmico. A França está fadada à extinção. Seus símbolos, cultura, glamour – tudo está ruindo com o expansionismo avassalador do Islã na sociedade mundial e em especial na francesa. Atualmente, vemos com límpido espanto e inominável terror o fim de um período e início da barbárie – o Islã está se consolidando e muitos no Ocidente fazem de conta que é brincadeira.

O escritor Raymond Ibrahim publicou no Gatostene Institute seu artigo magistral justamente um dia antes do incêndio na catedral. Sob o título “Igrejas europeias: vandalizadas, defecadas e incendiadas todos os dias”[9], foram explicitados dados alarmantes do nível aterrador de ataques contra as igrejas, salientando o “costume” das autoridades europeias ofuscarem a “identidade dos vândalos”, para proteger sobretudo os imigrantes muçulmanos.

Afirma Raymond:

Na França, duas igrejas são profanadas todos os dias em média. Segundo o PI-News , um site de notícias alemão, 1.063 ataques a igrejas cristãs ou símbolos (crucifixos, ícones, estátuas) foram registrados na França em 2018. Isso representa um aumento de 17% em relação ao ano anterior (2017), quando 878 ataques foram registrados – o que significa que tais ataques estão indo apenas de mal a pior.

Se as suspeitas de um atentado terrorista contra Notre-Dame e tantas outras igrejas francesas são infundadas, o que dizer do seguinte relato da mídia alemã?

“Cruzes são quebradas, altares quebrados, Bíblias incendiadas, fontes batismais viradas e as portas da igreja manchadas de expressões islâmicas como ‘Allahu Akbar‘”.

Seria “islamofóbica” a suspeita de jihad contra a catedral mais famosa do mundo?

O renomado escritor Robert Spencer, especialista em Islã, autor de dezoito livros[10] – incluindo dois Bests Sellers listados pelo The New York Times ­– relata que o mosteiro de Saint Jean des Blames, em Aveyron, foi saqueado por muçulmanos, salientando que o jornal Le Figaro ao noticiar sobre alguns dos incidentes contra templos religiosos, indagou: “quem ouviu falar do saque do mosteiro de Saint Jean des Balmes, em Aveyron? Além disso, Spencer apresenta reportagens afirmando que foi criminoso o incêndio contra a igreja de St. Sulpice, em Paris – onde ocorreram cenas do filme “O Código de Da Vinci”-  e acerca da igreja de Notre-Dame des Enfants, em Nimes, saqueada e vandalizada com excrementos humanos para desenhar uma cruz na parede, esclarecendo que esses e outros tantos ataques às igrejas francesas receberam cobertura mínima da mídia, isso quando houve alguma notícia sem alarde[11].

De tantos informes advindos do especialista atacado pelo jornal Folha de São Paulo[12], dois merecem atenção especial por fundamentarem a razoabilidade de suspeitas que não devem ser descartadas nas investigações: o principal arquiteto de monumentos históricos responsável ​​pela restauração da torre de Notre-DamePhilippe Villeneuve , afirma que o trabalho de restauração ainda não havia começado, apenas os andaimes estavam sendo montados, de maneira que não haviam trabalhadores na catedral e nenhuma fonte de calor perto da estrutura de madeira. Outrossim, em setembro de 2016, foi efetivada a prisão de um muçulmano depois que seu carro foi acondicionado com explosivos do lado de fora da catedral de Notre-Dame, sendo que alguns dias depois, mais três muçulmanos foram presos em virtude da polícia descobrir um plano de explodir a catedral. Logo,torna-se óbvio que exista “interesse” de promover atentado terrorista.

No começo do mês, Robert Spencer havia denunciado a vandalização da Basílica de Saint-Denis instalada no subúrbio de Paris há mais de 800 anos. O local tem forte presença de imigrantes[13]. Porém, uma vez silenciando as ameaças diversas de muçulmanos, a imprensa impede que a opinião pública tenha noção da gravidade do problema. Saber que o vice-presidente da filial nacional da União Nacional de Estudantes de Lille tuitou em dezembro de 2017, que “todos os brancos” por serem “raça sub-humana” deveriam ser mortos, ajudaria os franceses a compreenderem a real “amplitude genocida” de sua manifestação nas redes afirmando que “não dá a mínima para Notre-Dame e para a história da França[14].

Os milhares de muçulmanos que exultaram pela ruína da catedral não foram alvos de críticas da grande mídia, que agiu como se eles não existissem. Afinal de contas, a sharia[15]  já comanda “mentes e redações”. Assim, a sede de “inquisição às avessas” contra os cristãos toma forma sem despertar reações defensivas, visto que é um “sacrilégio” cogitar uma nova “Cruzada” no momento em que milhares de cristãos são mortos todos os anos e outros milhões são submetidos forçosamente à sharia. Preocupação com as ações sanguinárias dos seguidores da pretensa “religião da paz” é coisa de “extremista”!

A fogueira da “inquisição moderna” queima templos, corpos e mentes

Em que pese a consciência cristã esteja “resistente” ao reconhecimento do conflito civilizacional proposto pela “espada de Allah” contra os infiéis cegos pelo decadente “multiculturalismo permissivo”, urge destacar: tudo que conhecemos como avanço civilizatório, está sob risco, não apenas na França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Dinamarca, EUA, em todo o mundo! Vemos o avanço assolador de uma ideologia político-religiosa, teocrática por excelência, historicamente sanguinária, perversa em sua compleição e totalitária em tudo o que faz.

Na moderna França, o fogo consumiu parte da catedral de tantas “histórias” de um povo que já se perdeu na história obscura do expansionismo islâmico. Dessa forma, vale lembrar que na Nigéria milhares de cristãos são queimados vivos dentro de suas casas e igrejas sem alarmar a imprensa, redes e humanistas[16]. O “tribunal do santo ofício da inquisição islâmica” reina absoluto nos países muçulmanos impondo “piedosas bulas” em territórios nos quais os cristãos são minorias, tendo o “descaso midiático” como “fiel escudeiro”. Daí, percebe-se que o “silêncio” que impera no tocante ao genocídio de cristãos africanos é “irmão siamês” da “narrativa desinformativa” sobre a tragédia de Notre-Dame.

Há um acontecimento que representa perfeitamente a submissão da cristandade ao terror: no Canadá, Eva Torres, ex-candidata do partido socialista Québec Solidaire atribuiu à “ira de Allah” – devido proibição da misógina burca na França – o fogo na catedral. A repercussão negativa das suas sinceras “palavras de fé” fizeram com que recorrese à velha taqiyya[17], retirando o comentário que foi justificado como uma “piada” e recorrendo de imediato à “vitimização”, propagando que estaria recebendo “discursos de ódio” e “ameaças reais”. E não é que deu certo a estratégia? A mídia apresentou o discurso de ódio baseado no livro sagrado do Islã como uma inocente “piada de mal gosto”, isto porque, no Ocidente pós-cristão a caminho da “fogueira inquisitória”, Allah sempre tem razão!

Enfim, chega de negligência com a verdade – sem rodeios, sem meias palavras e com o conhecimento cristalino de que Islã é sim um risco real a todo o modus vivendi judaico-cristão ocidental. Quer queiram ou não, esse fenômeno ideológico e político que está acontecendo às nossas vistas, sem cerimônias e sem máscara, precisa ser denunciado e combatido, como diz a premissa genuinamente cristã: “Quem pensa estar em pé, cuide para que não caia!”

Andréa Fernandes – Jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Gil Carlos Montarroyos – Internacionalista e historiador com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem Infowars

[1] https://epoca.globo.com/a-historia-de-notre-dame-catedral-mais-famosa-do-mundo-que-arde-em-chamas-23601331

[2] https://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/notre-dame-policia-de-paris-ja-sabe-o-que-pode-ter-provocado-incendio-18042019

[3] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47956930

[4] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/04/16/bombeiros-e-especialistas-analisam-estrutura-da-catedral-de-notre-dame.ghtml

[5] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47939068

[6] https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/15/internacional/1555351385_404402.html

[7]https://www.facebook.com/LeiIslamicaEmAcao/photos/a.725748914118143/3210279622331714/?type=3&theater

[8] https://pt.aleteia.org/2017/02/12/notre-dame-de-paris-gargulas-ou-quimeras/

[9] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

[10] https://www.amazon.com/History-Jihad-Muhammad-ISIS/dp/1682616592

[11] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-one?fbclid=IwAR0a3JxrQlcCrRUt45dtbM8Xmj47rfp4PDlR7pniyxNjMg-TVIHXBXanz04

[12] https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/04/como-a-extrema-direita-espalhou-mentiras-convenientes-sobre-o-incendio-de-notre-dame.shtml

[13] https://www.jihadwatch.org/2019/04/france-an-average-of-three-churches-are-attacked-every-day

[14] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-two?fbclid=IwAR3rOVmsKGxmiCtSuzyY-fpkI14f17RB_xjtLR3IYATo2xrr3u6ngBj95Ng

[15] Lei islâmica

[16] https://www.gatestoneinstitute.org/12645/christians-genocide-nigeria

[17] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia (lei islâmica)http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

Um refugiado adulto estupra a filha de 12 anos de sua família adotiva francesa porque “estava apaixonado”

Esta semana, um imigrante foi considerado culpado de estuprar uma menina de 12 anos, cuja família o abrigava gratuitamente, informa Nord Éclair . 

Na segunda-feira, o julgamento do imigrante de 29 anos, de Roubaix foi aberto ao público. Ele foi condenado por estuprar uma garota francesa de 12 anos.

O imigrante obteve uma concessão de asilo em 2013, ao afirmar que estava fugindo da “perseguição política”.

Assim que ele chegou na família, ele estuprou a menina e foi levado à prisão como conseqüência. Ele afirma estar apaixonado pela jovem e que ela sente o mesmo em relação a ele.

O júri considerou-o culpado de “agressão sexual” e afirmou que a menina não podia consentir em quaisquer relações sexuais por causa de sua tenra idade como no momento do crime, ela tinha apenas 12 anos.

Ele foi condenado a mais cinco anos de prisão com um ano suspenso.

Imagem e Informações Voice of Europe

Cantor marroquino preso acusado por estupros na França é sucesso no país muçulmano

RABAT: Ainda adorado em casa, apesar das três acusações de estupro na França, a mais recente prisão do cantor pop Saad Lamjarred reacendeu o debate sobre a violência contra as mulheres no reino norte-africano.

Depois de acusações semelhantes em outubro de 2016 e abril de 2017, Lamjarred foi preso novamente na semana passada no sul da França por acusações de ter estuprado uma mulher em um hotel na Riviera.

A detenção do superstar acontece poucos dias depois de o Marrocos ter sido abalado pelas alegações de uma adolescente, Khadija Okkarou, de que ela havia sido seqüestrada e estuprada por um grupo de homens de sua aldeia.

A detenção de Lamjarred provocou uma campanha na mídia social que busca proibir suas canções das ondas do Marrocos usando as hashtags #masaktach (“não seremos silenciadas“) e #LamjarredOut.

Mas o esforço fez pouco para diminuir a popularidade do cantor de 33 anos, cujo hit “Lmaallem” foi visto mais de 660 milhões de vezes no YouTube.

O caso de Saad Lamjarred é um símbolo que reúne tudo relacionado à cultura do estupro e à impunidade“, disse Laila Slassi, uma das iniciadoras da campanha.

Apesar da série de alegações contra ele, as canções do cantor ainda foram tocadas em estações de rádio e a mídia marroquina tem entusiasmado sobre o lançamento de suas últimas canções.

Em agosto, ele foi destacado em um vídeo de artistas que participaram do aniversário do rei Mohammed VI – que ajudou a cobrir os honorários legais do popstar.

Os fãs de Lamjarred continuam convencidos de que o cantor, de uma família de artistas na capital Rabat, é alvo de uma conspiração e que suas supostas vítimas buscam se beneficiar de sua fama.

– “Simpatia pelo agressor” –

“Ele é famoso, de boa aparência, então nós o apoiamos … é um caso emblemático de simpatia pelo agressor em uma sociedade onde sempre encontramos desculpas para os homens”, a psicóloga Sanaa El Aji, especialista em questões de gênero, disse à AFP.

Slassi disse que a mídia está “promovendo um homem acusado de violência sexual” em vez de modelos.

Sob pressão, a Rádio 2M do Marrocos retirou Lamjarred de sua programação, dizendo que “não promove mais (o cantor) desde que o caso está nas mãos do Judiciário”.

Mas Hit Radio, o mais popular do reino, foi menos claro sobre sua posição.

O chefe da estação, Younes Boumehdi, disse inicialmente que não iria transmitir os sucessos do superstar, mas rapidamente acrescentou que a medida duraria apenas até “as coisas se acalmarem”.

Uma pesquisa no ar mostrou que 68% da audiência da Hit Radio queria continuar ouvindo a estrela, independentemente das acusações.

Ultra-famoso no mundo árabe, Lamjarred “ainda está entre os mais populares no YouTube, e para muitos de seus fãs ele continuará sendo um ícone, mesmo se ele for condenado”, disse Boumehdi à AFP.

O caso provocou “muita emoção porque Saad Lamjarred tem a imagem de um homem moderno com uma nova mensagem“, disse ele.

A Rádio Chada FM, que afirma ser uma líder nas cenas de artes e música do Marrocos, disse que não tiraria Lamjarred do ar “até que ele tenha sido julgado, em nome da presunção de inocência”.

Mas nem todos concordam.

“Suas letras de músicas glorificam a dominação masculina entre casais … e a submissão da mulher”, escreveu o líder empresarial Mehdi Alami em um post amplamente divulgado nas redes sociais.

Com imagem e informações The News

Igreja francesa é incendiada e pichada com a expressão muçulmana “Allahu Akbar”

Uma igreja em Orleans foi incendiada em 25 de julho. A polícia descobriu as palavras “Allahu Akbar” pintadas em uma parede, 20minutes France .

Na noite de quarta-feira, a igreja de Saint-Pierre du Matroi em Orleans foi incendiada com “intenção criminosa”, segundo fontes policiais.

Móveis e partituras foram queimados e o hediondo grafite foi encontrado. Um deles disse “Allahu Akbar“. Felizmente, o fogo foi extinto rapidamente pelos bombeiros e não queimou a estrutura de sustentação da igreja.

O fogo, rapidamente extinto pelos bombeiros, não afetou a estrutura do prédio. Uma investigação policial foi aberta pelo departamento de polícia de Orleans.

Este não é o primeiro ataque a uma igreja francesa. Em 26 de julho de 2016, dois terroristas islâmicos atacaram os participantes em uma missa em uma igreja católica na Normandia. Os homens mataram o padre Jacques Hamel, de 85 anos, cortando-lhe a garganta e ferindo gravemente um homem de 86 anos.

No ano passado, uma mulher muçulmana, conhecida apenas pelo seu primeiro nome “Kenza”, recebeu uma sentença suspensa por dois anos por vandalizar a Igreja Sainte Marie Madeleine em Rennes-le-Château.

De acordo com o Christianophobia Observatory, uma organização francesa sem fins lucrativos que rastreia ataques contra cristãos no país, houve 128 incidentes de vandalismo de igreja ou outros ataques anticristãos na França nos primeiros cinco meses de 2018.

Com imagem e informações Voice of Europe

Número de salafistas islâmicos radicais é de 10.800 na Alemanha pela primeira vez

O número de salafistas islâmicos radicais ultrapassou a marca dos 10 mil, segundo um novo relatório da agência de inteligência interna alemã.

O relatório do Escritório Federal para a Proteção da Constituição (BfV), que foi divulgado esta semana, mostra que o número de radicais islâmicos agora chega a 10.800, em comparação a 9.700 no ano anterior, e mostra mais do que o dobro de cinco anos atrás,  informa o Die Welt .

O jornal também afirmou que o número de islamitas radicais coincide com o aumento do número de casos criminais em que se suspeita de um motivo ou contexto islâmico radical.

O BfV observou que a Alemanha ainda está na mira do terrorismo islâmico radical e que a situação ainda é muito séria. A agência disse que identificou cerca de 1.880 indivíduos na Alemanha que eles acreditam ter potencial para realizar um ataque terrorista e, o mais preocupantemente,  é que o número continua aumentando.

Breitbart London@BreitbartLondon

Islamic Extremist Numbers More than Triple in German Region http://www.breitbart.com/london/2018/02/08/islamic-extremist-numbers-triple-german-region/ 

Islamic Extremist Numbers More than Triple in German Region

The German region of Mecklenburg-Vorpommern has seen a dramatic increase in the number of radical Islamic extremists.

breitbart.com

O número de casos de terrorismo também aumentou muito entre 2016 e 2017. No ano passado, a agência disse que foram iniciados 1.200 casos de terror, dos quais 1.000 foram relacionados a elementos islâmicos radicais. Em 2016, o número total era de 250, com 200 dos casos ligados ao islamismo radical.

O relatório ecoa o de outras agências de segurança na Europa, que continuam a revelar um aumento no número de extremistas radicais.

A agência de segurança sueca Säpo informou que o número de extremistas islâmicos no ano passado subiu para 2 mil , um aumento de dez vezes em relação a 2010.

Na França, a lista de terroristas, conhecida como S-File, contém cerca de 20.000 indivíduos,  e o perigo deve aumentar no país, já que 450 radicais condenados devem ser libertados de prisões em todo o país até o final do ano. Próximo ano. Cerca de 50 dos prisioneiros libertados são considerados ameaças terroristas.

Com imagem e informações Breitbart

Mossad frustrou ataque terrorista na França planejado por diplomata iraniano

O serviço secreto israelense Mossad frustrou um ataque terrorista no mês passado, dando às autoridades da França, Alemanha e Bélgica informações que levaram à prisão de uma célula, liderada por um diplomata iraniano, que planejava bombardear uma manifestação de um grupo iraniano exilado.

O coordenador da operação, segundo o relatório, era um diplomata iraniano na embaixada austríaca em Viena, que foi preso na Alemanha, junto com dois cidadãos belgas e um suposto cúmplice na França.

Os membros da célula supostamente tinham equipamentos de comunicação e, de acordo com promotores belgas, o casal, descrito como “de origem iraniana”, carregava 500 gramas do explosivo TATP junto com um dispositivo de detonação quando um esquadrão de elite os localizou em um bairro residencial de Bruxelas.

Com imagem e informações The Times of Israel

França: Família judia obrigada a remover mezuzá do umbral de seu apartamento

Lembramos a você que nenhum objeto pessoal pode ser apresentado em áreas públicas, solicitamos que você mude a mezuzá para dentro; Obrigado pela sua compreensão.

A empresa que administra um complexo de apartamentos na França ordenou que uma família judia removesse uma mezuzá do batente da porta.

A Foncière Bergé Corp. citou seus regulamentos na semana passada em uma carta à família Saada em Montpelier, no sul da França, de acordo com o que parece ser uma cópia publicada no Twitter.

Durante uma inspeção em 5 de julho do setor imobiliário da empresa verificou-se que, “uma mezuzá foi encontrada à sua porta”, escreveu Fabienne Nourigat de seu departamento de aluguel à família em uma carta datada de 6 de julho. “Lembramos que nenhum objeto pessoal pode ser apresentado em áreas públicas e solicitamos que você remova a mezuzá para dentro de sua acomodação. Obrigado pela sua compreensão”.

O site de notícias Eretz apontou que os apartamentos no mesmo prédio têm capachos no lado externo da porta e os ocupantes não foram solicitados a removê-los.

A lei e os costumes religiosos judaicos exigem que as mezuzás sejam afixadas nas ombreiras das portas do lado externo do portal, segundo o rabino Shmuel Shapira, do grupo rabínico ortodoxo tzohar de Israel e outros.

Foncière Bergé não respondeu imediatamente ao pedido da JTA para comentar a situação nem a Eretz.

Mezuzá

Mordechai Sones
Com imagem e informações Arutz Sheva

Alemanha Acusa Diplomata Iraniano Preso de Tramar Ataque Terrorista

Um diplomata iraniano suspeito de envolvimento em uma conspiração para realizar um ataque a bomba em uma manifestação da oposição iraniana na França foi acusado na quarta-feira de atividade como agente estrangeiro e conspiração para cometer assassinato.

Assadollah Assadi, um diplomata iraniano estabelecido em Viena, é suspeito de contratar um casal na Bélgica para atacar uma reunião anual de um grupo de oposição iraniana no exílio em Villepinte, perto de Paris, disseram os promotores federais alemães.

Ele supostamente deu ao casal baseado em Antuérpia um dispositivo contendo 500 gramas do explosivo TATP durante uma reunião em Luxemburgo no final de junho, disseram os promotores em uma declaração por escrito.

Assadi foi preso no início deste mês perto da cidade alemã de Aschaffenburg, com uma ordem européia depois que o casal com raízes iranianas foi preso na Bélgica e as autoridades relataram ter encontrado explosivos poderosos em seu carro.

Em sua declaração, promotores alemães alegam que Assadi, que foi registrado como diplomata na embaixada iraniana em Viena desde 2014, foi membro do serviço de inteligência iraniano “Ministério da Inteligência e Segurança”, cujas tarefas “incluem principalmente a observação intensiva e a luta contra grupos de oposição dentro e fora do Irã “.

O chanceler iraniano, Javad Zarif, classificou as acusações de conspiração extremista fracassada como um estratagema.

As autoridades belgas também acusam Assadi de fazer parte de uma suposta conspiração para lançar explosivos em uma manifestação do grupo Mujahedeen-e-Khalq, ou MEK, na vizinha França, e querem que ele seja extraditado.

Promotores alemães disseram que a investigação não prejudicaria o pedido de extradição da Bélgica para o suspeito.

O MEK é um grupo de oposição iraniana exilado baseado principalmente em Paris e na Albânia. O grupo, anteriormente armado, foi retirado das listas de terrorismo dos Estados Unidos e da União Européia há vários anos.

Com imagem Terror Alert e informações Israel Notícias

450 islamitas radicais serão libertados em 2019 na França

Uma história curiosa chama atenção na França. Dois produtores de vinho japoneses que moram em Banyuls-sur-Mer desde 2016 foram  notificados de  que teriam que deixar a França devido à falta de recursos financeiros. Rie Shoji, 42, e Hirofumi Shoji, 38 anos, chegaram lá em 2011 com a ideia de se tornar enólogos. Primeiro, eles trabalharam como trabalhadores agrícolas e comerciantes de vinho em Bordeaux e Borgonha, estudaram e receberam graduação em administração de fazenda e enologia. Em 2016, investiram 150.000 euros (US $ 170.000) para comprar terras. O plano era produzir um vinho natural e orgânico em uma área, os Pirineus orientais, onde tudo é feito à mão.

Seu primeiro vinho, chamado Pedres Blanques, surgiu em 2017 e foi  considerado  uma “revelação”. Já está na lista de vinhos de muitos restaurantes famosos na França e na Espanha. “Seu preço dispara”, disse o advogado Jean Codognès, “e a prefeitura está dizendo que seu vinho não tem futuro. O governo não está pensando claramente “.

Todavia, o mesmo governo que quer deportar investidores japoneses aceitou  100 mil imigrantes  da África subsaariana e do norte da África em 2017, a maioria deles sem habilidades ou dinheiro.

O mesmo governo que quer para deportar os inventores japoneses de um novo vinho espetacular na França está prestes a  liberar  da prisão um terrorista da Al Qaeda, Djamel Beghal, ligado ao abate de  Charlie Hebdo  em 2015.

Em 5 de agosto de 2018, Djamel Beghal, de 52 anos, chegará ao fim de suas sentenças de prisão combinadas por uma série de crimes que incluem o planejamento de  voar sobre a embaixada dos EUA  em Paris. A França quer deportar Beghal para a Argélia no dia em que ele deixar a prisão de Vezin, em RennesBeghal tem um passaporte argelino, mas seus advogados insistem que sua vida estaria em perigo se ele retornasse ao país onde nasceu. Até agora, o governo argelino não respondeu aos pedidos do governo francês. Em 13 de junho, a ministra da Justiça, Nicole Belloubet,  disse  em uma entrevista de rádio: “Ainda não está assegurado que [o governo argelino] receberá Beghal, que não é mais cidadão francês …” O que acontecerá se a Argélia não quiser ? Ele? “Isso será resolvido em prisão domiciliar.”

De acordo com uma  nova lei antiterrorismo  aprovada em 2017, a “prisão domiciliar” pode ser estendida para incluir um distrito em uma cidade ou ser estendida para cobrir a cidade de residência, a fim de garantir maior liberdade para um terrorista desfrutar de uma vida profissional e vida familiar.

Djamel Beghal não é um caso isolado. A partir de agora até o final de 2019,  o Ministro da Justiça anunciou que a França está prestes a libertar 50 terroristas islâmicos e 450 prisioneiros radicalizados de suas celas. ” 450 prisioneiros radicalizados estarão fora da prisão até 2019, além de 50 terroristas islâmicosdisse ele  ao canal de  notícias BFMTV .

“Haverá 20 terroristas islâmicos que serão libertados da prisão este ano e outros 30 terroristas islâmicos no ano que vem. 450 prisioneiros radicalizados deixarão a prisão entre agora e 2019. Entre eles, encontramos criminosos simples que foram radicalizados durante a sua prisão.

“Claro, acho que tudo é implementado para proteger nossos concidadãos. Estamos realmente determinados a rastrear essas pessoas. A criação de um escritório nacional para centralizar as informações sobre os mais perigosos é uma resposta eficaz “.

Devemos lembrar que o jihadista do ISIS de 19 anos de idade, que cortou a garganta de um padre, o  padre Jacques Hamel  , em Saint-Étienne-du-Rouvray. O terrorista estava sob vigilância e estava sendo monitorado com uma pulseira eletrônica no tornozelo.

Jihadista Isis que cortou a garganta Pai Jacques Hamel (à esquerda) em sua igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray (à direita) em 26 de julho, 2016, tinha estado sob vigilância e estava sendo monitorada com uma pulseira electrónica tornozelo.
Jihadista Isis que cortou a garganta Pai Jacques Hamel (à esquerda) em sua igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray (à direita) em 26 de julho, 2016, tinha estado sob vigilância e estava sendo monitorada com uma pulseira electrónica tornozelo.

Em janeiro de 2018, a mesma ministra da justiça, muito gentil, Nicole Belloubet  disse  publicamente que a França interviria se um jihadista francês fosse condenado à morte na Síria ou no Iraque. “O estado francês”, disse ele, “interviria ao negociar com o outro estado em questão”. Esse anúncio veio logo depois que um tribunal iraquiano  sentenciou  uma mulher alemã à morte por enforcamento depois de considerá-la culpada de pertencer ao Estado Islâmico, a primeira daquelas sentenças envolvendo uma mulher européia. A França e a União Europeia têm uma política de longa data contra a pena de morte e todos os Estados-Membros abandonaram a prática.

De fato, as autoridades francesas mostram sentimentos mistos sobre como os jihadistas do ISIS devem ser tratados. Publicamente, eles estendem a mão para atrair os jihadistas para a sociedade francesa. Mas, na realidade, eles parecem, como é lógico, temer esse tipo de cidadão. Em maio de 2017, o  Wall Street Journal  publicou  uma investigação na qual afirmava que as forças especiais francesas haviam fornecido uma lista de ataques às forças iraquianas de cerca de 30 homens “identificados como alvos de alto valor”. O ex-presidente francês François Hollande  confirmou que ele autorizou pessoalmente pelo menos quatro assassinatos de “alvos de alto valor” por forças especiais nas operações de “homicídio” na França.

De acordo com dados  publicados  pelo governo em novembro de 2017, cerca de 1.700 muçulmanos franceses se juntou ao ISIS no Iraque e Síria desde 2014. Pelo menos 278 morreram e 302 retornaram à França, incluindo 66 mulheres e 58 menores. Os outros foram capturados na Síria ou no Iraque, mortos nos combates ou fugidos para os territórios restantes do Estado Islâmico ou outros locais jihadistas (na Líbia em particular).

No entanto, de acordo com uma fonte do governo, que pediu anonimato, as autoridades francesas começam a se preocupar com uma possível conexão entre muçulmanos radicalizados libertados da prisão e jihadistas retornando da Síria e do Iraque para a França de um lado, e grupos muçulmanos nos subúrbios por outro lado. Os “subúrbios” na França passaram a significar ” zonas proibidas “, áreas que são principalmente muçulmanas e controladas por salafistas e traficantes de drogas. Segundo a fonte:

Temos certeza de que um fluxo significativo de armas está inundando os subúrbios. A maioria dessas armas [Kalashnikovs, Uzis] esteve por muitos anos nas mãos de traficantes de drogas. A notícia é que essas pessoas agora estão usando essas armas para controlar seu território mais de perto “.

Em maio de 2018, um  vídeo  mostrando membros de gangues vestidas de preto e atirando com Kalashnikovs em membros de outras gangues e a polícia se tornou viral nas redes sociais. Segundo várias  fontes  , “entre três e sete milhões de armas ilegais estão em circulação na França”.

“Tememos uma possível conexão entre os grupos muçulmanos dos subúrbios e os jihadistas que logo serão libertados, por um lado, e os jihadistas que retornam da guerra no Iraque”, disse a fonte. “Nos falta informação. A questão não é a ameaça, a questão é a nossa capacidade de nos defender. Neste momento, não temos preparo ou capacidade para reagir a essa possível aliança. “

Para entender o perigo, temos que fazer um cálculo simples, diz a fonte:

“Temos 400 ‘subúrbios’ na França. Eles representam cinco milhões de pessoas, principalmente muçulmanos. Noventa por cento desta população está trabalhando duro para sobreviver.  Mas 10% – meio milhão de pessoas – trabalham para salafistas ou traficantes de drogas. Se 10% desses 10% fazem uma aliança com os jihadistas, isso representa um exército de 50.000 soldados. A polícia não pode lutar contra um inimigo interno como esse “.

Yves Mamou, autor e jornalista, residente na França, trabalhou durante duas décadas como jornalista do Le Monde. Ele está concluindo um livro, “Colaboradores úteis e idiotas do Islã na França”, que será publicado em 2018.

Imagem Sheik Yer’ Mami

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