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Será que o “progressismo voraz” da ONU vai engolir o “Brasil conservador”?

Por Andréa Fernandes

Todo ativista é – ou deveria ser – uma incansável “máquina pensante”, pois a reflexão contínua se torna indispensável para cativar a opinião pública objetivando elevar ou mesmo manter suas pautas em discussão. O trabalho não é nada fácil num país onde o desvirtuamento do conceito de “direitos humanos” esvaziou seu grau de importância, já que na atualidade, o tema só interessa, na maioria das vezes, aos grupos militantes de esquerda que receberam vultosas quantias dos governos petistas para dar prosseguimento ao processo de “alienação cultural”, que preconiza a ideia de que no Brasil em que a violência mata mais do que guerras pelo mundo afora, apenas alguns grupos específicos devem ser “protegidos” com leis especiais endurecendo as penas.

Há um “temor velado” em relação à defesa das pautas conservadoras?

A situação se tornou tão complicada que, em certas situações, perdeu-se  o parâmetro entre os próprios conservadores do que representa um efetivo “governo conservador” ao ponto da ministra Damares Alves sucumbir diante do poder atrativo da ONU fazendo “propaganda inconsciente” da “entidade maligna” que apoia a perseguição contra cristãos e demoniza o Estado de Israel. Estranhamente, quando Damares levantou defesa da pauta LGBT em discurso na ONU e ainda se declarou “ativista dos direitos da comunidade LGBT” no Senado, movimento este que teve primazia na recepção de pautas durante o governo de transição, imaginei que os conservadores utilizariam as redes para protestos educados e respeitosos exigindo mudança de posicionamento da ministra. Entrementes, o silêncio foi quase unânime!

Apesar da impossibilidade de explicar-se racionalmente a mudança drástica de alguns posicionamentos da ministra, penso, que em parte, se dão por temor à reação hidrófoba da extrema-imprensa e partidários da esquerda que – principalmente nas primeiras semanas de governo – promoveram ataques grotescos e covardes, não respeitando nem mesmo a dor suportada heroicamente pela ministra em sua infância roubada por “monstros estupradores”. Com isso, acredito que assustada, Damares arrefeceu em seus valores… tanto é que, em entrevista à GloboNews, inacreditavelmente elogiou de forma entusiasmada uma funcionária PETISTA exonerada. Nem mesmo o presidente Bolsonaro foi tão enaltecido como a petista, que ainda terá o apoio aberto de Damares na campanha para “vereadora”. Pelo menos, tive a chance de conhecer uma “petista bolsonarista”, caso contrário não teria apoio da ministra.

Ativismo LGBTI no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

Talvez, o ímpeto de agradar a imprensa para evitar a perseguição objetivando macular sua imagem tenha desnorteado a ministra, que recentemente em audiência pública no Senado afirmou o seguinte:

Nosso ministério está trabalhando muito na proteção dos direitos LGBTI. A  diretoria ficou intacta, inclusive quem eles indicaram. Essa ministra é uma ativista na defesa dos direitos da comunidade LGBTI[3].”

A fala da ministra suscita várias dúvidas desconcertantes: Ora, porventura os “direitos LGBTI” só seriam resguardados se a ministra mantivesse “intacta” a diretoria anterior, opositora do posicionamento do presidente Bolsonaro? Aliás, essa era a “condição” para a ministra ser “aceita” pela comunidade? Por que a ministra se posiciona frontalmente contrária à promessa de campanha do presidente de não segmentar os direitos humanos? Qual foi o “professor” que ensinou à advogada que para defender os direitos das pessoas que se enquadram no perfil LGBTI precisa necessariamente se rotular como “ativista dos direitos humanos da comunidade LGBTI”?

Outrossim, não ficou muito claro quais são as pautas LGBTI apoiadas pela ministra, uma vez que, até o momento, como bem lembrado em matéria do Gospel Prime[4], ela não se pronunciou sobre a “criminalização da homofobia” em julgamento de ação no Supremo Tribunal Federal, sendo todavia, “resguardada” pelo argumento sorrateiro de não se imiscuir em temas discutidos no Poder Judiciário, muito embora não tenha sido poupada de crítica tácita em pronunciamento do voto do ministro Celso de Mello[5] , que citou a frase da filósofa feminista francesa Simone de Beauvoir de que “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”.

Damares não quis se pronunciar sobre a questão da “criminalização da homofobia”, quando o senador Alessandro Vieira (PPS/SE) questionou se “o projeto que criminaliza a LGBTfobia  tem apoio do seu ministério e do governo federal? A “resposta” foi ofertada pelo Secretário Nacional de Proteção Global Sérgio Queiroz, que afirmou que no entendimento do ministério, “os contornos dessa criminalização ou não devem ser decididos por esta Casa (Senado) com as suas devidas excludentes, somos terminantemente contra qualquer violência a essa população ou qualquer outra população”. OU SEJA, a fala do secretário foi dúbia e pode levar ao entendimento que uma vez “sendo contrário a qualquer violência” o ministério apoia tacitamente a criminalização da homofobia. PORÉM, em outro momento dos questionamentos no Senado, a própria Damares expôs  em forma de DENÚNCIA a sua “preocupação” em relação ao “ativismo judicial”, frisando que o tema do ABORTO é do Congresso Nacional e não do Judiciário

Será que Damares silenciou irresignação com o ativismo judicial que concebe a aberração jurídica de “racismo” para tipificar a homofobia devido RECEIO da “diretoria” que manteve no poder pronta para lhe dar “o bote”, caso não “reze” de acordo com a “cartilha” do movimento LGBTI, que é o real mentor desse pleito?

A propósito, dei uma espiada por curiosidade na página institucional do Ministério e resolvi ler o documento em forma de “ata” da 1ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD/LGBT), que tinha como “pauta” o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, realizada em março de 2011. E sabe o que encontrei?“a leitura de nota pública de repúdio ao deputado Jair Bolsonaro pela conselheira Janaina (vice-presidente do CNCD/LGBT) sobre as ponderações racistas e homofóbicas feitas essa semana em programa de televisão[6]”.

Nada mal essa ata com acusações contra o chefe de Damares compondo o “abre alas” das diversas atas e pautas lá consignadas! Confesso que perdi a vontade de continuar a leitura já imaginando o “respeito” que essa diretoria preservada pela ministra deve ter pelo presidente. Por mais que Damares queira negar essa é a “verdadeira face” do órgão vinculado ao seu ministério: revolta contra Bolsonaro. Contudo, ela se entregou “de corpo e alma” ao ativismo extremista LGBTI e hoje, infelizmente está amordaçada. Daí, não denunciar o “ativismo judicial” na questão que seus ex-companheiros de “ativismo sem rótulos” vem reverberando quanto à Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO Nº 26).

Cabe parceria de um “país conservador” com a escarnecedora “Europa progressista” para o “enfrentamento da homofobia”?

Na realidade, a ministra se tornou “refém” da odiosa agenda multiculturalista da ONU, e a manutenção do Conselho Nacional de Combate à Discriminação é corolário da propaganda das Nações Unidas para fortalecimento da “agenda LGBTI”, E POR ISSO, CONSTA DA PÁGINA OFICIAL DO MINISTÉRIO DOS DIREITOS HUMANOS A “PARCERIA” ENTRE BRASIL E UNIÃO EUROPEIA  VISANDO TROCAR EXPERIÊNCIAS  NO ENFRENTAMENTO DA HOMOFOBIA[7]. Como a ministra não deve andar bem informada sobre as “políticas públicas” da União Europeia, ignora que o PROGRESSISMO VORAZ é a base de atuação das comunidades LGBTI. Poderia mencionar diversos exemplos da agenda minuciosamente propagada pela ONU…

A pergunta que fica: será que os conservadores não teriam “competência” para promover os “direitos humanos” da comunidade LGBT, e por isso, precisam ser “substituídos” pelo ideário totalitarista da União Europeia anti-cristã e extremistas de governos anteriores mantidos nos seus postos?

logo, só após avaliar diversas ações e omissões da ministra Damares, algumas delas não mencionadas aqui, percebo o motivo de ter se acovardado em “discurso politicamente correto” na 40ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU,  não denunciando a Cristofobia que persegue e mata milhares de cristãos anualmente em diversos países, e nesse ponto, ela não precisaria realmente se preocupar porque, de fato, esta não é considerada uma pauta tradicional de conservadores no Brasil. São pouquíssimos aqueles que acreditam no “dever moral” de um país majoritariamente cristão se posicionar nos foros internacionais denunciando a perseguição contra cristãos.

Por sinal, orgulhosamente a ministra aponta as pautas do seus discurso na página oficial do Ministério. Como boa “serviçal” dos interesses da ONU, ocultou a perseguição dos cristãos – que já é “norma da Casa” – e reverberou as pautas da instituição que finge “proteger minorias” com o cuidado redobrado de não pronunciar o termo “aborto” para não manchar sua estreia como “ministra progressista” na tribuna do órgão que se NEGOU a RECONHECER O GENOCÍDIO DE CRISTÃOS nos territórios ocupados pelo Estado Islâmico apesar de fartas provas.

A ministra “terrivelmente cristã”, ao invés de firmar protagonismo exemplar na seara internacional agindo como a “rainha Ester” – que entendeu o objetivo Divino ao ser agraciada com posto tão elevado na potência mundial da época – preferiu agir como uma ativista “LGBTQI” reafirmando na ONU “o compromisso de combater a discriminação e a violência contra a comunidade LGBTQI[8]. O único evento trágico internacional que despertou a sensibilidade denunciativa da ministra foi a turbulência na Venezuela, momento em que o discurso ganhou um “tom emotivo” para posar de “humanista”, já que o derramamento covarde e sistemático de “sangue cristão” não merece o empenho de combate da comunidade internacional. Ou seja, de nada valeu minha constante súplica à ministra quando era assessora de Magno Malta informando os horrores perpetrados contra cristãos no mundo muçulmano. Ela não conseguiu exercer “compaixão” pelos seus irmãos de fé, talvez, pelo fato do tema não render honrarias ou votos num país de maioria cristã, onde a preocupação maior de algumas autoridades é mostrar à comunidade LGBTI que está “seguindo obedientemente suas pautas”.

O “alinhamento conservador” com as pautas da ONU comuno-islâmica

Mais grave foi Damares afirmar que o Brasil pretende se candidatar a vaga no Conselho de Direitos Humanos da ONU, violando incontestavelmente uma “promessa de campanha” do presidente Bolsonaro. E se algum incauto afirmar que essa pode ser uma “estratégia” para tentar mudar posicionamentos diversos da ONU atuando no referido Conselho na defesa de “pautas conservadoras”, tal argumento “cai por terra”, quando no primeiro discurso da ministra a pauta foi eminentemente ditada por “interesses” da agenda progressista. Se houve alguma dúvida sobre essa realidade, foi sanada quando a própria Damares twitou foto sorridente ao lado do Alto Comissário da ONU para Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, o qual reconheceu o exemplo do Brasil no acolhimento de refugiados venezuelanos.

Política imigratória da ONU arruinando Roraima é “orgulho” para a pasta de direitos humanos

Vale explicar o “significado” desse “reconhecimento da ONU, que não orgulharia brasileiro algum com conhecimento elementar de política internacional e direitos humanos: foi a ONU que “desorientou” o Brasil em relação não apenas à perigosa Lei de Migração, mas também, à nossa política migratória. A ONU é culpada por “refugiados” terem sido agraciados com o “livre arbítrio” pertinente à decisão se queriam ou não ser vacinados  ao ingressarem pela fronteira oficial em Pacaraima. Não houve controle sanitário obrigando a vacinação porque as “questões humanitárias” da ONU estão acima da nossa soberania, e por isso, imigrantes e refugiados fazem o que querem em nosso território sem preocupação de nenhuma autoridade no tocante às epidemias importadas com a imigração em massa! Contudo, a ONU que não exigia vacinação para preservar a saúde da população de Roraima agiu de forma diferente para a “interiorização” desses venezuelanos exigindo a vacinação para enviá-los aos municípios brasileiros.

Aliás, o nobre leitor sabe que o “processo de interiorização” utilizado para assentar “refugiados” venezuelanos em municípios brasileiros só ocorreu com a “autorização da ONU”?  E “as regras” impostas para a “interiorização” previam que deveriam ser enviadas “pessoas com maior escolaridade, menos doentes”. Dá para perceber a perversidade? Os doentes e incapacitados para o trabalho deveriam ficar em Roraima, estado já depauperado pela imigração em massa e sem condições de suportar tamanho fluxo em suas fronteiras (oficial e não oficiais).

O elogio do representante da ACNUR aos “direitos humanos” do Brasil é mais do que “merecido”, pois a partir do momento que o governo continua se negando exigir da ONU a instalação de campos de refugiados para acolher os refugiados sem causar impacto destrutivo no estado, privilegia a tese da imigração em massa. Dessa forma, apesar do Brasil ter se retirado do Pacto Global de Migração, causando euforia nos “desavisados”, continua seguindo a pauta de ´promover atenção e cuidados especiais para a imigração em massa comandada pela ONU abandonando a população local. Nesse sentido, foi risível ler post nas redes do deputado federal Nicoletti (PSL/RR), anunciando que a ministra Damares o recebeu em reunião, onde entregou ofício pedindo a promoção de políticas públicas efetivas voltadas para Roraima, recebendo aprovação da ministra em relação ao seu convite para conhecer as necessidades públicas naquele estado. Esquece o parlamentar, que sem controles de segurança e sanitário na fronteira – pastas que não são da alçada daquele ministério – não há resolução da situação caótica em que se encontra a sofrida população. Logo, de nada adiantará a visita de uma ministra que apoia a “política de refúgio totalitária” da ONU.

Outro motivo para a ONU “elogiar” o Brasil se dá pelo privilégio da entidade auferido em detrimento da população do estado pobre de Roraima: o Executivo Federal publicou a MP nº 860/2018 presenteando a ACNUR com doação de 15 milhões de reais, o que mostra que a “nação paga” para a ONU interferir na sua política de migração.

Enfim, assim como abordei temáticas vinculadas aos direitos humanos, poderia abordar outras pautas – de segurança pública (terrorismo), por exemplo – para mostrar que os conservadores precisam se organizar , inclusive, com aparato técnico, para trabalhar as pautas que já estão na mídia e aquelas “estrategicamente nebulosas”, caso contrário, as “contaminações progressistas” irão, aos poucos, minando o governo…

No “Brasil acima de todos”, não é apenas o ministro Sergio Moro que deve sofrer reprimendas em forma de protestos nas redes da militância conservadora, Damares e quaisquer ministros que violarem os ditames básicos que impulsionaram a vitória de Bolsonaro nas urnas, devem ser tratados de forma igualitária eivada de “rigor democrático”. A reconstrução de um país não é ofício para conservadores melindrosos!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem El Pais – El País

[1] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2017/05/10/senador-magno-malta-recebe-presidente-da-ong-evm-para-deliberar-pauta-em-defesa-dos-cristaos-perseguidos-no-mundo-muculmano/

[2] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2016/12/01/senador-magno-malta-oficiara-o-ministerio-das-relacoes-exteriores-para-responder-postulacoes-da-ong-evm/

[3] https://exame.abril.com.br/brasil/damares-diz-a-parlamentares-nao-haver-vertente-religiosa-em-suas-falas/

[4] https://noticias.gospelmais.com.br/ministra-damares-alves-ativista-direitos-lgbt-108399.html

5] https://extra.globo.com/noticias/brasil/relator-de-acao-pedindo-criminalizacao-da-homofobia-celso-de-mello-critica-ministra-damares-alves-23453076.html

[6] https://www.mdh.gov.br/informacao-ao-cidadao/participacao-social/old/cncd-lgbt/reunioes/pauta-001-ro

[7] https://www.mdh.gov.br/navegue-por-temas/lgbt

[8] https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2019/fevereiro/em-genebra-ministra-damares-alves-faz-apelo-por-atuacao-internacional-na-venezuela

 

O Desafio Conservador

Por Andréa Fernandes

Na madrugada de sexta-feira, tive uma surpresa que abalou positivamente minha estrutura… Uma professora do Amazonas entrou em contato comigo solicitando autorização para inserir meus artigos no conteúdo programático dos seus alunos, afirmando que o conhecimento neles expostos poderia, em algum momento, ajudar em provas de redação do ENEM, já que temos a firme esperança do sepultamento da “ideologização” que tanto contaminou a “avaliação” do concurso.

Disse a professora que tinha por objetivo familiarizar o alunado com algumas questões que já eram abordadas em sala de aula, sendo uma delas, o crescimento do antissemitismo no mundo e também, no Brasil, quando reconheceu o destaque que venho alcançando com a disseminação de temas diversos na área dos direitos humanos publicizados nas redes e demais entes públicos e privados.

Daí, a profissional da educação afirma que “escolheu especialmente o Dia Internacional da Mulher” para inaugurar um trabalho de conscientização sobre as violações dos direitos das mulheres em países muçulmanos para que seus alunos possam ter acesso às informações não “filtradas” pela extrema-imprensa apoiadora do ideário de dominação comuno-islâmica. Desse modo, vejo o “investimento didático” nesse tema como importante iniciativa para “desaparelhar” o conceito de “direitos humanos” sequestrado por acadêmicos e movimentos que apoiam abertamente a sanguinária ditadura venezuelana e o totalitarismo islâmico.

A atitude exemplar dessa professora do norte do Brasil serve de “sinal” dos “novos tempos” que reclamam o fim do sucesso manipulador da “hegemonia acadêmica marxista”, a qual pode e deve ser confrontada de maneira racional nas redes e escolas. Desse modo, saber que venho prestando pequena contribuição nesse cenário de mudança das “narrativas” buscando desnudar a realidade ofuscada por “teorias utópicas” na área dos direitos humanos é um alento, vez que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires[1] nasceu do propósito renegado pela esquerda global: “dar voz” às minorias desprezadas pelos intelectuais e grande mídia, sejam essas minorias integrantes de comunidades estrangeiras, nacionais ou o estado de Roraima integrante de “país continental” que abandonou sua unidade federativa pobre e arruinada pela imigração em massa de venezuelanos por simples “capricho” de sucessivos governos e descaso de vários movimentos de direita que explodem as redes com  protestos contra o ministro Sérgio Moro devido indicação indevida de uma “desarmamentista abortista” para compor suplência de órgão sem caráter deliberativo[2], mas não protestam pela decisão do governo federal de manter ingerência da ONU em território nacional autorizando a entrada de 500 imigrantes diariamente sem efetivo controle de segurança nas fronteiras, apesar de Roraima ocupar o 1º lugar no ranking de estados brasileiros com mais mortes violentas, quando poderia ser minimizado o impacto da crise humanitária venezuelana no Brasil com a instalação de CAMPOS DE REFUGIADOS no país que, por enquanto, não vivencia guerra civil.

Ativismo sério também demanda confrontar os movimentos de direita que prestam exitosos serviços à nação, mas não devem, por isso, estar imunes à crítica pertinente às suas limitações no tocante a algumas pautas, que aliás, estão inseridas no contexto da SEGURANÇA NACIONAL, ou será que ainda é de “desconhecimento geral” a atuação preocupante de terroristas do Hezbollah, agentes da inteligência cubana, narcotraficantes e outros criminosos aproveitando o “relaxamento da segurança” na fronteira venezuelana com Pacaraima por “questão humanitária”, agravada com a total liberdade para perigosos elementos estrangeiros ingressarem por outras vias não oficiais, como exaustivamente denunciado pelo ativista Nando de Abreu?

Temas como controle sanitário e controle de segurança nas fronteiras, além da adequação do “humanitarismo” aos direitos básicos das populações nativas que recebem milhares de imigrantes/refugiados, devem fazer parte das discussões no seio da sociedade, incluindo universidades e escolas.  E se os acadêmicos, youtubers, políticos, jornalistas e “humanistas” se omitem quanto a tão fundamental obrigação, cabe ao “cidadão comum” cobrar posicionamento rápido e explícito utilizando, inclusive, as mídias sociais!

Chegou o momento dos formadores de opinião e lideranças de movimentos conservadores perceberem que “empacar” exclusivamente nas velhas pautas da ideologia de gênero, aborto, liberação de drogas e desarmamento, impede a “conscientização nacional” acerca de outros graves problemas que exigem coragem e “pressão social” para a busca responsável de soluções urgentes.

A bem da verdade, em algumas situações assistimos “confrontos” em razão da “paternidade” de determinadas “pautas” que já caíram no “gosto popular” por expressar o “pensamento conservador”, ma, os “temas indigestos” TAMBÉM são necessários, ainda que muita “gente boa e famosa” não constate essa realidade. Brevemente, escreverei artigo explicativo sobre a “questão Roraima”, uma vez que, nesse assunto de relevância extrema, “o movimento conservador dorme em berço toldado”, correndo sério risco de acordar com horripilante pesadelo!

Andréa Fernandes é advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

[1] https://www.facebook.com/ecoandoavozdosmartires/?epa=SEARCH_BOX

[2] https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/03/01/sergio-moro-desconvidou-ilona-szabo-de-seu-ministerio-o-que-aconteceu.htm

 

Chefe do Estado-Maior austríaco: A imigração em massa é a maior ameaça à nossa segurança; a proteção das fronteiras é necessária

O major-general Robert Brieger, novo chefe do Estado-Maior do exército da Áustria, considera a imigração em massa a maior ameaça à segurança do país, informa o tablóide Wochenblick .

“O problema da imigração se desenvolveu de maneira que agora todos os Estados membros da União Européia são afetados. Enquanto a proteção das fronteiras externas não for totalmente garantida, é necessário atuar em nível nacional ”, diz Brieger em entrevista ao Ö1 Morgenjournal, da Áustria.

Segundo o Major General, a proteção de fronteira pode proteger o país de ameaças terroristas. Brieger é o novo Chefe de Gabinete do Exército austríaco desde julho e é o sucessor do General Othmar Commenda.

O ministro da Defesa, Mario Kunasek, que atribuiu a função a Brieger na terça-feira, está confiante no novo chefe do Estado-Maior.

“Tenho o prazer de poder entregar o cargo ao sucessor na função do Chefe do Estado Maior hoje com uma cerimônia militar. Estou convencido de que o general Brieger tem a visão e a experiência necessárias para atender às demandas ”, disse o ministro da Defesa no Facebook.

Com imagem e informações Voice of Europe

O desastre da abertura de fronteiras promovida por Merkel na Alemanha

O legado real de Angela Merkel: áreas sem lei que a polícia tem medo de patrulhar, onde metade dos habitantes locais tem origem estrangeira e a língua alemã é uma raridade

A abertura de fronteiras na Alemanha promovida pela chanceler Angela Merkel em resposta à crise dos refugiados tem sido um desastre para o distrito de Marxloh, perto de Duisburg. Um relatório policial descobriu que as ruas são controladas por traficantes de drogas e ladrões.

Metade dos 20 mil moradores deste subúrbio industrial  que outrora já foi próspero tem origem estrangeira, muitos chegam graças à uma oferta da Irmandade alemã e à chanceler Angela Merkel. O resultado da maior crise migratória da Europa desde a Segunda Guerra Mundial tem sido desastroso para Marxloh.

Muitos dos recém-chegados estão desempregados e, portanto, confiam nos benefícios estatais sem exercer atividade remunerada.

Um relatório policial vazado diz que as ruas são controladas por traficantes de drogas e ladrões que “vêem o crime como sua atividade de lazer”.

Quanto aos alemães que permanecem aqui, alguns ficam assustados para sair ao anoitecer devido aos “conflitos entre estrangeiros”, alegando que as viagens no transporte público pela área à noite são “pesadelo”.

“Nós temos muitos problemas aqui e eles não ficam melhores”, explica o homem da tulipa com um bom inglês enquanto ele me entrega uma floração de laranja de sua cesta.

“Este é um lugar perigoso que a senhora deputada Merkel tentou esquecer”, disse um morador. Isso foi até a semana passada, quando a chanceler reconheceu pela primeira vez que áreas como Marxloh se tornaram áreas sem lei, onde os locais, e até mesmo a polícia, temem pisar.

Ao receber mais de um milhão de novos rostos para o país em três anos, Merkel vem irritando um público alemão cada vez mais cético com o mantra “Nós podemos fazê-lo”.

Na própria praça do mercado de Marxloh, o principal restaurante ao ar livre, o Spar, é dirigido por um turco de 28 anos que passou dez anos no Wood Green de Londres.

Ele veio para a Alemanha “por causa de dificuldades familiares” há seis meses, e recusa se identificar à reportagem, mas anuncia que o distrito tem “problemas enormes”. “Há muitas pessoas de diferentes lugares do mundo que querem o controle aqui”, disse ele. “Nós não vemos a polícia com freqüência e eles parecem ficar longe das ruas”.

Seja qual for a impressão disso, Marxloh não faz ninguém se sentir seguro. Os únicos policiais encontrados num período de sete horas foram dois na praça do mercado.

Marxloh é uma das 40 áreas problemáticas citadas na mídia alemã como lutando para lidar com grandes concentrações de migrantes, decadência urbana, alto desemprego e dependência crônica do bem-estar, que se tornaram “incubadoras de anarquia”, bem como drogas e crime.

Em um artigo chamado ‘Ghetto Report Germany‘, o respeitado jornal Bild – que descreveu essas 40 áreas – as classificou como sociedades paralelas, no-go zones e ‘guetos crescentes’.

Os relatórios oficiais da polícia apresentados a outro jornal respeitado, Der Spiegel, disseram que os níveis de violência em Marxloh (e outros lugares como esse) mostram que os oficiais estão perdendo o controle e a ordem pública “não pode ser garantida a longo prazo”.

“Existem distritos onde as gangues de imigrantes estão controlando totalmente as ruas, segundo Der Spiegel. “Moradores e homens de negócios estão sendo intimidados e silenciados. Polícias são vítimas especiais de um alto nível de agressão e desrespeito.

Marxloh, a 20 minutos do centro de Duisburg, no oeste da Alemanha, costumava ser um lugar para as famílias alemãs visitarem um sábado à tarde para fazer compras, um piquenique no parque ou um café e cerveja nos cafés.

Nem muitos estrangeiros visitam aqui ou se atrevem. A maioria das mulheres usa hijabs em obediência à religião muçulmana e multidões de homens com jaquetas de couro se reúnem nas esquinas para fumar enquanto falam em línguas estrangeiras e olhando fixamente para estranhos.

Marxloh há muito tempo é um caldeirão étnico. Os primeiros estrangeiros a se estabelecerem aqui eram trabalhadores turco convidados pela Alemanha nos anos cinquenta e sessenta para trabalho de manutenção na siderurgia.

Muitos são agora cidadãos alemães. Os libaneses receberam um santuário quando foram deslocados durante uma guerra civil que começou nos anos setenta.

Quando as fronteiras da UE foram abertas para os europeus do leste há mais de uma década, também chegaram os romenos e os búlgaros. Em seguida, as decisões da Sra. Merkel convidaram refugiados sírios, o que levou a muitos outros – muitas vezes fingindo ser verdadeiros refugiados – das áreas curdas do Oriente Médio, dos Estados dos Bálcãs e da África.

De acordo com os moradores, as ruas de Marxloh servem como fronteiras entre as gangues étnicas que protegem seu território comercializado. Uma é chamada de “estrada curda”, outra “estrada romena”.

Não é de admirar que a Sra. Merkel tenha tido que admitir que existem no-go zones em seu país. Em sua admissão surpresa na semana passada, ela disse que a segurança doméstica era a obrigação do Estado e que as pessoas tinham direito a ele sempre que se encontravam e se moviam num espaço público. “Há tais lugares, e você tem que chamá-los pelo nome e você precisa fazer algo sobre isso”, disse ela.

Palavras sábias, mas muito tarde? Ela falava algumas semanas depois que um estudo ordenado pelo governo mostrou um aumento drástico de crimes violentos cometidos por imigrantes do sexo masculino na Alemanha com idade entre 14 e 30 anos.

A pesquisa realizada por um grupo de criminologistas disse que o afluxo de requerentes de asilo levou ao pico deprimente.

Um relatório preparado para o parlamento regional sobre a quebra de lei e ordem na área de Duisburg reivindicou gangues libanesas, em particular, se recusando a reconhecer a autoridade policial.  Seus membros são homens jovens entre 15 e 25 anos, e que “quase 100 %” deles – de acordo com o relatório – são procurados por suspeita de crimes, incluindo agressão física e roubo.

Em Marxloh na última Páscoa, um menino búlgaro de 15 anos foi morto com um machado tarde da noite em uma disputa entre seu pai e outros búlgaros. A criança foi arrastada para casa por sua mãe antes de morrer, deixando uma trilha de sangue no pavimento. Não é o que deveria estar acontecendo.

Dois anos atrás, Arnold Plickert, chefe regional da maior unidade policial da Alemanha, reconheceu que Marxloh e outras no-go zones, foram ignoradas por muito tempo.

Com informações de Daily Mail

 

Macedônia fecha rota dos Bálcãs para migrantes

País não deixará passar mais nenhum migrante ilegal, fechando na prática principal rota dos refugiados para o centro da Europa. Decisão segue novas restrições de Eslovênia, Croácia e Sérvia.

A Macedônia fechou completamente sua fronteira para migrantes ilegais nesta quarta-feira (09/03), depois de Eslovênia, Croácia e Sérvia anunciarem novas restrições na entrada de estrangeiros.

A Macedônia permitia que um pequeno número de sírios e iraquianos passasse pela fronteira, mas mudou de postura após as reações dos países vizinhos. “Fechamos completamente a fronteira”, disse a autoridade policial, que não quis ser identificada, à agência de notícias Reuters.

De acordo com o Ministério do Interior, nenhum migrante entrou vindo da Grécia nesta terça-feira. “A Macedônia agirá de acordo com as decisões tomadas por outros países na rota dos Bálcãs”, disse um porta-voz do ministério, se referindo à principal rota usada por mais de um milhão de imigrantes que chegaram à União Europeia ao longo do ano passado.

Refugiados se acumulam nas fronteiras da Grécia

Eslovênia, Croácia e Sérvia começaram a aplicar nesta quarta-feira restrições para o ingresso de migrantes nas fronteiras, o que na prática significa o fim da chamada rota dos Balcãs para os migrantes.

Segundo as autoridades, só poderão entrar na Eslovênia os estrangeiros que cumprirem os requisitos para entrar no país, ou seja, os que tenham passaportes e vistos válidos para o espaço de Schengen. O ministério esloveno do Interior ressaltou que permitirá a entrada de migrantes que desejam pedir asilo no país ou por motivos humanitários.

A Croácia, que integra a União Europeia, mas não o espaço de Schengen, seguiu o exemplo da Eslovênia e recusará a passagem a quem não tiver a documentação apropriada. Também a Sérvia anunciou que introduzirá restrições.

Esses países não mais autorizarão a passagem de grandes contingentes de migrantes, como aconteceu nos últimos meses, e cada pessoa será submetida a um controle individual.

O presidente do Conselho europeu, Donald Tusk, saudou os anúncios. “Fluxo irregular de migrantes pela rota dos Bálcas Ocidentais chegou ao fim”, escreveu Tusk no Twitter, salientando que não se trata de ações unilaterais, mas parte de uma estratégia europeia.

Ilustradores se engajam no debate migratório

Já a Hungria declarou situação de crise em todo o seu território, o que na prática aumenta o poder das autoridades policiais. O governo húngaro também pretende reforçar a segurança das suas fronteiras no sul.

As mudanças foram anunciadas pouco depois de a União Europeia e a Turquia fecharem um acordo que prevê que a Turquia acolha cada imigrante sírio ilegal que chegar à Grécia, em troca de a União Europeia acolher um requerente de asilo sírio que já estiver na Turquia. Não está claro, porém, quando o acordo vai começar a valer nem se haverá um limite máximo de refugiados envolvidos na “troca”.

Cerca de mil migrantes estão retidos num campo de refugiados do lado da Macedônia, perto da fronteira com a Sérvia. Outros 400 estão presos numa área entre a Sérvia e a Macedônia. Eles se recusam a voltar para a Macedônia e não obtêm permissão para atravessar a Sérvia.

O governo da Grécia calcula que há cerca de 36 mil imigrantes retidos no país e que desejam seguir viagem para outros países da Europa.

AS/rtr/lusa/dpa/afp

http://www.dw.com/pt/maced%C3%B4nia-fecha-rota-dos-b%C3%A1lc%C3%A3s-para-migrantes/a-19104823

UE ‘deve esperar mais de um milhão de imigrantes este ano’: ONU alerta para inundação de refugiados econômicos da Ásia e norte da África

 

  • Um número crescente de imigrantes econômicos provenientes da Ásia e da África, a alertou a ONU  
  • Relatório conjunto das agências de refugiados disse que os refugiados também vão continuar a fugir da guerra síria
  • Aviso vem quando é dito que a Grécia poderia ser isolada do resto da Europa 
  • Comissão Europeia considerou que «negligenciou gravemente” suas fronteiras durante a crise imigratória do ano passado

Mais de um milhão de  imigrantes vai chegar na Europa este ano com o aumento do número de imigrantes econômicos vindos da Ásia e África, alertou a ONU ontem.

Um relatório conjunto pelas agências de refugiados disse que o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia.

Mas um número crescente de pessoas também virá do oeste sul da Ásia e na África setentrional e ocidental adicionando mais pressão para piorar a pior crise migratória da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

‘Chegadas contínuas provavelmente irão colocar pressão sobre as comunidades afetadas e da sua vontade de aceitar refugiados e imigrantes, “está escrito no relatório compilado pela Agência de Refugiados das Nações Unidas, a Organização Internacional para as Migrações e 65 outras organizações.

 

 

O aviso veio com a Grécia sendo informada que poderia ser isolada do resto da Europa no prazo de três meses após a Comissão Europeia considerar que foram «gravemente negligenciadas” suas fronteiras durante a crise imigratória no ano passado.

Uma investigação encontrou a Grécia falhando para rastrear aqueles que chegam em suas ilhas e simplesmente os enviando para o resto da Europa.

Foi esclarecido que a Grécia pode ser suspensa a partir da área de viagens-da UE sem fronteiras, Schengen, por sua incapacidade de controlar o número de pessoas que entram.

O vice-presidente da Comissão Valdis Dombrovskis disse: “A Grécia está negligenciando seriamente suas obrigações. Há sérias deficiências na realização dos controles nas fronteiras externas que devem ser superadas e tratadas pelas autoridades gregas. “

Em uma visita não anunciada para as ilhas gregas de Chios e Samos, em novembro, inspetores descobriram que chegadas não estavam sendo verificados antes de serem autorizados a prosseguir as suas viagens.

Pelo menos dois dos terroristas jihadistas que participaram nos ataques Paris vieram através da ilha grega de Leros posando como refugiados sírios.

O referido o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

O referido conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

Sr. Dombrovskis acrescentou: “Embora reconhecendo que as autoridades gregas estão sob pressão, o relatório nomeadamente constata que não há identificação e registo de migrantes irregulares eficaz e que as impressões digitais não estão sendo inseridas sistematicamente no sistema e documentos de viagem não estão sendo verificados de forma sistemática para a autenticidade ou em bancos de dados de segurança cruciais “.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa.

Mais de 850.000 pessoas chegaram ao país no ano passado, com mais esperança de chegar ao norte da Europa.

Uma vez que o relatório da Comissão Europeia é apoiada pela maioria dos Estados membros da UE, a Grécia terá três meses para tomar “medidas de correção” ou enfrentar perder seu lugar na zona de viagem.

Funcionários da UE esta semana começaram a tomar medidas que possam conduzir a controles nas fronteiras sendo trazido de volta entre os países Schengen por até dois anos.

Grécia teria supostamente criado centros de processamento de migrantes em suas ilhas para o controle de chegadas, mas até agora só conseguiu abrir um em Lesbos.

De acordo com dados da UE, apenas 121,325 492,744 dos imigrantes que chegaram na Grécia de 20 de julho a 30 de novembro de 2015 fderam suas impressões digitais.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas ser capaz de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

Apesar das condições de inverno, o número de pessoas que alcançam as ilhas gregas ainda é alto e cerca de 30 vezes maior do que o ano passado.

Uma fonte da UE disse que 4.000 pessoas haviam chegado na Grécia somente na sexta-feira.

O Acordo de Schengen, foi nomeado após a cidade luxemburguesa ter assinado em 1985, uma década antes de as fronteiras serem removidas.

A zona de hoje abrange todos os Estados-Membros da UE – exceto o Reino Unido, Irlanda, Chipre, Bulgária, Romênia e Croácia -, bem como a Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein, que estão todos fora da UE.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3420209/EU-expect-million-year-warns-economic-migrants-Asia-north-Africa-worsen-Europe-s-migration-crisis.html#ixzz3yVe3pl8Z
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Fatah Central Committee Member Tirawi: Palestinian State on 1967 Borders Is Just a Phase

Fatah Central Committee Member Tirawi: Palestinian State on 1967 Borders Is Just a Phase. To view this video-clip on the MEMRI TV website, go to: http://www.memritv.org/clip/en/5275.htm.

Fatah Central Committee member Tawfiq Al-Tirawi told the Maan News Agency that “Palestine stretches from the [Jordan] River to the [Mediterranean] Sea” and that “a Palestinian state in the 1967 borders, with Jerusalem as its capital, is just a phase.” The former PA intelligence chief also said that “Hitler wasn’t corrupt” in the January 19 interview.

http://www.memritv.org/clip/en/5275.htm

 

EI controlava esquema de imigração em fronteira síria com a Turquia

Grupo monitora jihadistas e famílias com órgãos de transporte e migração.

ISTAMBUL/LONDRES – Antes de perder território para combatentes curdos no Noroeste da Síria, o Estado Islâmico concentrava um esquema sofisticado de passagem pela fronteira na Turquia, segundo documentos obtidos pelo “Guardian”. Pelo menos entre 2014 e 2015, os jihadistas controlavam a moveimentação de novos combatentes e famílias com registros e selos de aprovação por parte de departamentos próprios de imigração e transporte.

Assim como outras evidências dos esforços do EI para controlar seus territórios como um Estado, o grupo fazia as operações em Tel Abyad, retomada por forças curdas. Ali, facilitavam a entrada pela fronteira, controlando quem entrava. Entre os documentos obtidos pelo “Guardian”, recuperados por combatentes curdos, estavam várias crianças, listadas para entrada com suas famílias.

Grande parte dos que circulavam na região são tunisianos. Um arquivo mostra um grupo de vários homens e mulheres da cidade de Kairouan, onde o radicalismo tem força, adentrando o território do EI. Da cidade, veio o atirador que matou 30 pessoas numa praia do resort de Sousse. Mais de 6 mil tunisianos foram a Iraque e Síria para se juntar a grupos terroristas.

Muitos dos ônibus que saíam da área fronteiriça iam para a cidade de Raqqa. Acredita-se que, lá, as famílias se juntassem para que combatessem junto ao EI. A formalização dos documentos de movimentação e permanência nos territórios indicava agências em Mossul (Iraque) e Raqqa, as capitais do EI.

A Turquia é acusada por vários países de não conseguir fechar a fronteira com a Síria, facilitando a entrada de novos combatentes. No meio da briga diplomática pela derrubada de um caça russo, o presidente Vladimir Putin afirmou que o governo local se beneficiava do comércio de petróleo pertencente ao EI.

— Não conseguimos simplesmente selar a fronteira com soldados em cada canto. De qualquer forma, não há qualquer Estado do outro lado da fronteira — disse o premier turco, Ahmet Davutoglu, ao “Independent”.

Mais de 200 mil pessoas foram presas pelas forças turcas por cruzar ilegalmente a fronteira sírio-turca. Acadêmico da universidade de Columbia, David Phillips investiga laços entre Turquia e EI e acredita que a realidade é diferente.

— O país sabe os movimentos de todas as pessoas na região, e pode controlar se quiser. É possível ver veículos, pessoas, armas, petróleo, tudo isso indo e vindo. Não é com ose fosse uma viagem tão árdua para entrar na Síria — contou ao “Guardian”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/ei-controlava-esquema-de-imigracao-em-fronteira-siria-com-turquia-18446804#ixzz3wu14nIZy
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François Hollande fecha fronteiras da França após atos “terroristas”

O presidente francês, François Hollande, anunciou na noite desta sexta-feira que as fronteiras da França serão fechadas após a série de ataques à capital francesa. Hollande chamou de atos terroristas os tiroteios e as explosões que deixaram dezenas de mortos e feridos em Paris e em Saint-Denis.

O presidente decretou situação de emergência na França. “É um ataque sem precedentes”, classificou.”Nós tomamos a decisão de mobilizar todas as forças possíveis para a neutralização dos terroristas e para todos os bairros em questão.”

O presidente afirmou que a região de Paris recebeu reforço militar.

Hollande fez declaração no Palácio do Eliseu, onde se encontra com ministros para uma série de reuniões de urgência em um dos piores ataques da história recente do país. O presidente reafirmou a importância do país se manter unido neste momento. “Frente ao terror, a França tem que ser forte, tem que ser grande”, disse.

O presidente cancelou sua viagem para a Turquia, onde participaria da reunião da cúpula do G-20.

Tiroteios e explosão

Uma série de ataques coordenados aconteceu na capital francesa nesta noite. De acordo com a polícia, há mais de cem mortos, além de dezenas de feridos.

Hollande estava no estádio Stade de France, em Saint-Denis, no momento de uma das explosões. O presidente assistia ao amistoso da seleção francesa contra a Alemanha.

O Ministério do Interior da Alemanha divulgou uma nota de apoio ao governo vizinho. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou de “ultrajantes” os ataques e disse que o país está preparado para dar toda a assistência que a Franca precisar para responder aos atentados terroristas.

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/11/13/francois-hollande-fechara-fronteiras-da-franca-apos-atos-terroristas.htm?cmpid=fb-uolnot

Áustria vai construir muro na fronteira com Eslovénia para “controlar” fluxo migratório

A Áustria vai erguer uma cerca ao longo da sua fronteira com a Eslovénia para controlar o fluxo migratório, revelou, esta quarta-feira, a ministra do Interior, Johanna Mikl-Leitner.

“Trata-se de garantir uma entrada ordeira [e] controlada no nosso país, não de fechar a fronteira”, disse à televisão pública Oe1.

“Nas últimas semanas, os grupos de migrantes mostraram-se mais impacientes, agressivos e emotivos”, pelo que se afigura necessário “tomar todas as precauções”.

Membro do partido conservador OeVP, aliado da coligação governamental com os sociais-democratas, a ministra defendeu medidas “duradouras” face ao risco de uma escalada de tensão, já que, regra geral, se veem forçados a esperar durante horas ao frio pela luz verde para atravessar a fronteira.

A ministra austríaca tinha dado pistas, na terça-feira, sobre a eventual “barreira” durante uma visita ao posto fronteiriço de Spielfeld, afirmando que estava a considerar “medidas estruturais” para aquele ponto de passagem de milhares de pessoas.

Johanna Mikl-Leitner não revelou, no entanto, mais pormenores sobre esta iniciativa, designadamente quando é que a “barreira” vai começar a ser erguida.

Tanto a Áustria como a Eslovénia pertencem ao espaço Schengen e têm figurado como países de trânsito chave para milhares de refugiados e migrantes que procuram desesperadamente alcançar o norte da Europa através dos Balcãs.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4859005