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Blogueiro é morto a facadas em Bangladesh

Niloy Chatterjee, de 40 anos, foi morto em casa, em Daca.
Grupo jihadista reivindicou o ataque.]

Agressores armados com facões mataram um blogueiro em Bangladesh nesta sexta-feira (7), o quarto assassinato de um crítico na Internet do extremismo religioso no país de maioria muçulmana em menos de seis meses, de acrodo com a agência Reuters.

Niloy Chatterjee, blogueiro de 40 anos que defendia o secularismo, foi morto em seu apartamento na capital, Daca, informou o policial Mustafizur Rahman. Um grupo jihadista denominado Ansar al Islam reivindicou o assassinato do blogueiro, segundo o jornal Dakha Tribune.

“Estamos sem palavras. Ele estava exigindo justiça para o assassinato de outros blogueiros”, disse Imran Sarker, líder de uma rede de ativistas e blogueiros. “Quem agora pedirá justiça para Niloy?”, indagou.

Chatterjee, que usava o apelido Niloy Neel, criticava o radicalismo religioso que levou à explosão de bombas em mesquitas e ao assassinato de vários civis, afirmou Sarker.

Chatterjee também era um de centenas de blogueiros que sustentam um movimento para exigir a pena de morte para líderes islâmicos acusados de atrocidades na guerra de independência de 1971 em Bangladesh.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/blogueiro-e-morto-facadas-em-bangladesh.html

Importante Líder islâmico diz que homens famintos têm direito de comer esposas

Homens na Arábia Saudita têm direito a “comer as esposas se eles estiverem de situação de fome extrema”. Esta foi a decisão de um controvertido líder islâmico do país do Oriente Médio.

De acordo com o “Daily Mirror”, o xeque Abdul Aziz al-Sheikh emitiu uma fatwa (pronunciamento legal emitido por um especialista em lei religiosa islâmica, sobre um assunto específico) garantindo o direito aos sauditas que se encontrem sob risco de morte pela falta de alimento. Segundo ele, a decisão representa “o sacrifício das mulheres e a obediência aos maridos”.

“A fatwa é interpretada como prova do sacrifício das mulheres, a obediência delas ao marido e o desejo de dois se tornarem um”, afirmou uma nota atribuída ao xeque, que já defendeu publicamente a destruição de igrejas.

Mulheres têm direitos civis bastante limitados no Arábia Saudita. Entre outros vetos, elas não podem abrir conta bancária sem autorização do marido e não têm permissão para dirigir.

Apesar de campanhas contrárias, autoridades mantêm a proibição de mulheres ao volante e dizem que “punirão com rigor as regras contra os que contribuem para a violação da coesão social”.

Os opositores da proibição alegam que não há qualquer impedimento nos textos sagrados do islamismo. A Arábia Saudita é o único país do mundo onde as mulheres, oficialmente, não têm o direito de dirigir. Se infrigem, elas são presas e o carro é confiscado.

Um historiador saudita justificou a proibição de mulheres ao volante no seu país com um argumento insólito. Saleh al-Saadoon disse, em entrevista à Rotana Khalijiyya TV, que mulheres dirigem carros nas nações onde têm permissão porque não se incomodam se forem estupradas caso os veículos enguicem.  (leia mais)

Além disso, até 2011 mulheres não votavam e não podiam se candidatar a cargo público na Arábia Saudita. Os direitos delas na vida política avançaram, mas ainda são limitados.

http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2015/04/10/lider-religioso-diz-que-homens-famintos-tem-direito-de-comer-esposas-564632.asp