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Promotor-chefe do Irã: é pecaminoso mulheres assistirem homens seminus jogando futebol

O procurador-chefe do Irã, Mohammad Jafar Montazeri, ameaçando autoridades que permitem que mulheres entrem em estádios de futebol, causou um alvoroço entre ativistas iranianos.

Montazeri, o poderoso chefe do judiciário do país, afirmou que as mulheres deveriam ser proibidas de ir aos estádios porque é “pecado” para elas assistirem “homens seminus jogarem futebol”. Ele acrescentou que a ação será tomada se elas continuarem indo.

Os estádios de futebol estão proibidos para as mulheres nas últimas quatro décadas no Irã, uma proibição que dividiu o establishment político do Irã.

Patricia González@PatriGlez8

Yesterday🇮🇷 they did one more step but still a long way to go. As long as Iranian women can’t buy tickets to enter the stadiums, keep fighting.
Football is for ALL!

O líder da Guarda Revolucionária Iraniana, Abdullah Hajj Sadeqi, também chocou o público quando pediu aos guardas para impedir que as mulheres entrassem nos estádios e disse que “a presença das mulheres nos estádios é perigosa”.

“Primeiro, permitimos que as mulheres assistam à Copa do Mundo na televisão, depois permitimos que elas entrem nos estádios para assistir às reivindicações do futebol. Em seguida, as mulheres vão querer se misturar com os homens e assistir aos jogos juntos. Não devemos perder nossa fé religiosa e precisamos ter cuidado com nosso comportamento social ”, disse Sadeqi.

Autoridades do Estádio Azadi, em Teerã, selecionaram cerca de 150 mulheres para participar da partida de futebol entre as equipes iraniana e boliviana na terça-feira, que terminou com uma vitória para o Irã.

As mulheres foram autorizadas a participar de estádios de futebol quando a FIFA exigiu que a Federação Iraniana de Futebol permitisse que as mulheres assistissem aos jogos de futebol.

O assessor cultural da Federação, Gholam Hussein Zanam Abadi, disse: “A FIFA solicitou que as mulheres fossem permitidas nos estádios. Não poderíamos nos arriscar a ser barrados da competição por causa da proibição ”.

Durante a última partida de futebol, as autoridades permitiram que algumas mulheres entrassem no estádio e proibiram outras. Eles também proibiram os fotógrafos de tirar fotos de fãs do sexo feminino, a fim de evitar a reação dos fundamentalistas. No entanto, fotos e vídeos de fãs do sexo feminino foram amplamente divulgados nas redes sociais com legendas incentivando mais liberdade para as mulheres iranianas.

Irony Of India@IronyOfIndia_

Iranian women attended the international friendly match between Iran and Bolivia at the Azadi Stadium for the first time in nearly 40 years! Women were banned from entering male sports stadiums.

Imagem e informações Al Arabiya

Troféu à Insensatez

Por Ariel Krok

Os assédios, as pressões, as ameaças e até o terrorismo, todos venceram. É camaradas, não sejam modestos, o mérito é todo seu.

Era para ser um jogo amistoso, um aquecimento para a Copa do Mundo, uma oportunidade de alegrar, descontrair, congregar em uma das coisas que árabes e israelenses mais concordam, futebol.

Mas a turminha humanista, de uma causa só, não poderia deixar passar a oportunidade de serem mais idiotas úteis que nunca.

Mal sabem que o Capitão da seleção israelense de futebol é um israelense, árabe muçulmano, nem imaginam que cinco jogadores da seleção de Israel são árabes também.

Nunca se interessaram em saber sobre a minoria com provavelmente mais diretos em todo Oriente Médio, são profissionais liberais, médicos, empresários farmacêuticos, advogados e até Ministro do Supremo Tribunal israelense.

Nunca quiseram se inteirar com o fato que os árabes em Israel tem grande representatividade no parlamento, mais exatamente a terceira maior força política (lista árabe), sendo que representam apenas 20% da população de Israel que vive em situação infinitamente melhor que quaisquer outras minorias nos países da região, basta ver a perseguição aos Bahá’is no Irã, estes mesmos que em Israel abrigam o seu centro mundial. Vejam o exemplo da perseguição aos Curdos na Turquia, dos Yazidis no Iraque, a perseguição aos cristãos em boa do Oriente Médio, com exceção, é claro, de Israel, seu único porto seguro realmente garantido.

O mesmo vale para o público LGBT, perseguidos, presos e condenados a morte única e exclusivamente por sua opção sexual. Mas à turminha “progressista” não interessa levar em consideração que a terceira maior parada LBGT do mundo é justamente em Israel onde árabes gays de toda região, inclusive palestinos, se abrigam, onde são aceitos e respeitados.

Nem se fala então nos diretos das mulheres. Na Arábia Saudita somente agora (pra ser mais exato esta semana) as mulheres tiveram permissão de dirigir um carro, na maioria dos países deste lado do mundo, mulheres dependem da permissão e companhia de um homem próximo (pai, marido, irmão) para se locomoverem.

No Irã mulheres são apedrejadas até a morte como pena por adultério, muitas vezes “adultério” este consumado ao serem estupradas e sem a sorte de ter cinco testemunhas homens que tenham presenciado o estupro para tentar evitar o apedrejamento de uma vítima.

Já na Israel do inicio dos anos 70 era eleita a primeiro chefe de Estado mulher, Golda Meir, quando a imensa maioria das mulheres dos países vizinhos não podiam sequer votar.

No entanto quem é o único país que sofre ameaças diárias à sua existência, mas o mundo se faz de besta, o único com campanhas mundiais de boicotes, sanções e desinvestimentos que efetivamente evitam, reduzem ou atrapalham e constrangem as visitas, contatos e trocas científicas, médicas, tecnológicas e esportistas, como o cancelamento do amistoso com a Seleção Argentina, com israelenses.

O único país que é de fato atacado por seus vizinhos rotineiramente, mas não lhes é permitido se defender, o único que sofre disparadamente o maior numero de derrotas com condenações em vários organismos internacionais mesmo com todos os inúmeros exemplos de respeito aos direitos humanos.

Se estes ataques morais e físicos não são antissemitismo travestido de antissionismo, qual é a explicação?

Blog Times of Israel  e imagem Palestine Chronicle

Ariel é administrador de empresas formado em Comercio Exterior no Mackenzie, tem um MBA em Marketing na ESPM e Cursode Especialização em Liderança Empresarial e Comunitária na Instituição de ensino superior e pesquisa Insper e no Instituto Rutenbergem em Haifa – Israel. É palestrante ativo com apresentações em escolas, sinagogas, centros comunitários, igrejas, clubes, etc, com 25 anos de voluntariado comunitário como monitor, instrutor, dirigente e diretor de instituições. Há mais de 22 anos é um estudioso e entusiasta da historia, política, diplomacia e geografia no mundo mas principalmente do Oriente Médio. Morou em Israel e já retornou mais de uma dúzia de vezes para lá e para outros países da região (Egito, Territórios Palestinos ..). Em várias oportunidades teve contatos, encontros, discussões com diversas autoridades, formadores de opinião e jornalistas, em Israel, EUA e Brasil. Escreve artigos publicados em diversas mídias, como a Revista Shalom, Blog do Jornal Times of Israel, Tribuna Judaica e Portais como Pletz, WebJudaica, sites, etc … Membro do JDC (Jewish Diplomatic Corps) do WJC (World Jewish Congress) ; Diretor na JJO (Juventude Judaica Organizada); Conselheiro no Fundo Comunitário Jovem

Mundial 2018: Arábia Saudita desrespeita minuto de silêncio pelas vítimas de Londres

O jogo Austrália-Arábia Saudita, da fase de qualificação para o Mundial2018 de futebol, foi antecedido por um minuto de silêncio pelas vítimas do ataque terrorista em Londres, mas os visitantes ignoraram a homenagem, revelando-se indiferentes em campo.

Quando o locutor do estádio pediu um minuto de silêncio para homenagear as oito vítimas de sábado, duas delas australianas, os 11 jogadores australianos alinharam-se e abraçaram-se no círculo central, enquanto os seus opositores desmobilizaram, separaram-se e alinharam em campo, ignorando o gesto.

A federação australiana de futebol (FFA) disse depois do jogo que os sauditas sabiam sobre o plano de manter um minuto de silêncio antes da partida de qualificação, recusando-se a participar.

“A Confederação Asiática de Futebol e a equipa da Arábia Saudita concordaram com a realização do minuto de silêncio. A FFA foi avisada pela equipa saudita que esta tradição não se enquadra com a sua cultura pelo que iriam para o seu lado do campo e respeitariam os nossos costumes tomando as suas posições no campo”, referem os australianos.

Os representantes da FIFA reuniram com elementos das equipas, bem como com os árbitros, no dia antes do desafio, sendo que o minuto de silêncio foi referido quando foi combinado o protocolo.

Há relatos que indicam que os adeptos da Arábia Saudita entoaram também cânticos anti-Irão, país igualmente muçulmano, mas shiita, que na quarta-feira também foi vítima de ataque terrorista, tendo morrido pelo menos uma dúzia de pessoas.

A Austrália venceu a Arábia Saudita por 3-2, partilhando o primeiro lugar do grupo B com o Japão, mas ambas com mais um jogo do que os nipónicos.

http://24.sapo.pt/desporto/artigos/mundial2018-arabia-saudita-desrespeita-minuto-de-silencio-pelas-vitimas-de-londres#_swa_cname=sapo24_share&_swa_cmedium=web&_swa_csource=facebook&utm_source=facebook&utm_medium=web&utm_campaign=sapo24_share

EI decapitou jogadores e treinador por prática de esporte anti-islâmico

Grupo foi executado no meio da rua na cidade síria de Raqqa, na frente de crianças e idosos.

BEIRUTE — O Estado Islâmico (EI) decapitou nesta semana três jogadores de futebol e um treinador em Raqqa, depois de acusá-los de espionagem para rebeldes curdos e prática de esporte anti-islâmico. As execuções ocorreram no meio da rua da autoproclamada capital do EI na Síria, diante de uma plateia de idosos e crianças, que depois tiveram que verificar os corpos.

As vítimas jogavam para o popular time al-Shabab. O grupo dissidente “Raqqa is being slaughtered silently” (Raqqa está sendo massacrada em silêncio) divulgou imagens e vídeos do assassinato em sua conta no Twitter.

De acordo com a organização, os jogadores decapitados eram Osama Abu Kuwait, Nehad Al Hussein, Ihsan Al Shuwaikh e seu irmão, Ahmed, treinador do time, conforme relatado pelo jornal britânico “Daily Mail” e pela emissora RT.

Em algumas das imagens, eles aparecem vestidos com o uniforme do time. Em outras, são vistos com o macacão laranja usado pelos condenados à morte pelo EI, caminhando até o local da execução.

O Estado Islâmico proibiu a prática do futebol e qualquer outro esporte organizado desde a tomada da cidade há dois anos.

As imagens foram divulgadas inicialmente pelo próprio grupo extremista em suas contas nas redes sociais. Uma quinta pessoa, não identificada, também foi decapitada junto com os membros do time de futebol.

Não é a primeira vez que o EI assassina jogadores ou torcedores. Em 2015, o grupo publicou em seu site a execução de 13 adolescentes em Mossul, no Iraque, pelo crime de assistir a um jogo entre Iraque e Jordânia na televisão.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/ei-decapitou-jogadores-treinador-por-pratica-de-esporte-anti-islamico-19701579#ixzz4EIgjegN9
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Tribunal egípcio condena 11 pessoas à morte por violência em jogo de futebol

Um tribunal egípcio condenou hoje 11 pessoas à morte pelo envolvimento nos distúrbios ocorridos, em Port Said, durante um jogo de futebol, em fevereiro de 2012, no qual morreram 74 pessoas e 254 ficaram feridas.

Uma instância judicial de recurso ordenou novo julgamento em fevereiro passado, rejeitando a condenação à morte de 21 indivíduos por um tribunal de primeira instância, dada a sua participação no mais sangrento incidente registado durante um evento desportivo no Egito.

Esta sentença refere-se aos incidentes ocorridos em 01 de fevereiro de 2012, quando, num jogo entre o Al-Masry e o Al-Ahly, os adeptos dos dois clubes se em confrontos após o final do jogo.

Os adeptos do Al-Masry invadiram o campo depois da vitória por 3-1 sobre a equipa orientada por Manuel José, lançaram pedras, garrafas e “very-lights” sobre os adeptos do Al-Ahly causando o caos e o pânico, com os jogadores e restante público a fugir em todas as direções.

O treinador português foi escoltado para um quartel nas imediações da cidade, embora ainda tenha sido atingido por adeptos em fúria.

Os atos de violência redundaram num dos piores incidentes da história do futebol, tendo surgido acusações de que as autoridades policiais e de segurança do estádio pouco fizeram para evitar os tumultos.

As mortes no estádio provocaram igualmente protestos violentos nas ruas do Cairo durante vários dias, nos quais vieram a morrer outras 16 pessoas.

http://www.dnoticias.pt/actualidade/mundo/511605-tribunal-egipcio-condena-11-pessoas-a-morte-por-violencia-em-jogo-de-futebo

Estado Islâmico aplicaria 80 chibatadas em quem assistisse Barça x Real

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) teria imposto uma pena de 80 chibatadas a militantes que fossem flagrados acompanhando a partida entre Barcelona e Real Madrid, no último domingo, pelo Campeonato Espanhol . Segundo o jornal inglês The Sun, a punição seria aplicada porque o movimento considera o futebol “um produto da decadência do ocidente”.

O diário publica uma declaração de uma fonte do Partido Democrático do Curdistão explicando o motivo e dizendo que o Estado Islâmico proíbe a prática ou acompanhamento de qualquer esporte, especialmente o futebol. Segundo ele, o aviso dado era que, “se alguém fosse pego assistindo a partida em um bar ou até mesmo pela internet, seriam aplicadas 80 chibatadas”.

A restrição teria valido para uma área na Síria e no Norte do Iraque, ambos territórios sob influência do grupo. O jornal The Sun não diz se alguém tentou burlar a recomendação e sofreu a punição.

A mesma reportagem cita acusações de ativistas contrários ao Estado Islâmico de que o grupo teria executado 13 adolescentes em janeiro por assistirem à partida Iraque x Jordânia pela Copa da Ásia.

http://esportes.terra.com.br/futebol/internacional/espanha/campeonato-espanhol/ei-aplicaria-80-chibatadas-em-quem-assistisse-barca-x-real,91ebcd8101b5c410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html