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“Protocolos dos Sábios do Islã”: a ameaça judeufóbica persiste

 

Por Andréa Fernandes

No dia 10 de fevereiro, a renomada instituição humanitária UN Watch divulgou relatório de cinquenta páginas que denunciava dez anos de indiferença da ONU no combate ao antissemitismo[1], porém, por conveniência ditada em submissão à nova “ordem global”, jornais ocidentais ignoraram tão grave denúncia.

Localizar na mídia convencional os crimes e os chamados “discursos de ódio” contra judeus requer muita pesquisa. Aliás, o próprio termo “antissemitismo” – engendrado pelo jornalista alemão Wilhelm Marr, em 1873, usado recorrentemente para definir a hostilidade ou ódio direcionado aos judeus – sofre de grave imprecisão, já que etimologicamente, o vocábulo “antissemitismo” significa aversão aos semitas, descendentes de Sem, filhos de Noé, consoante relato bíblico, abrangendo assim, outros povos: os hebreus, os assírios, os fenícios e os árabes.

O erro cometido pelo jornalista judeufobo foi corrigido em 1882, com a publicação do livro Auto-Emancipation, de autoria do intelectual Leon Pinsker, sugerindo o termo “judeufobia” para caracterizar o ódio aos judeus. Contudo, os ambientes acadêmicos e a imprensa mantiveram o termo incorreto por aversão à expressiva palavra “judeufobia”, que salienta muito melhor a hostilidade contra judeus. A prática ajuda bastante na ocultação do ódio que há milênios persegue o povo que propiciou o maior legado da civilização judaico-cristã, as Escrituras Sagradas. Até mesmo a seita islâmica se apropriou de algumas doutrinas bíblicas de maneira deturpada, de sorte que as duas religiões consideradas monoteístas, Cristianismo e Islã, devem ao Judaísmo alguns conceitos que fundamentam suas crenças adaptados à sua cosmovisão.

Ultrapassadas as questões conceituais, lembro que dias atrás citei em Live uma informação desconhecida por muitos: o ex-presidente da teocracia islamofascista iraniana, Mahmoud Ahmadinejad, obrigava militares de alta patente a lerem os “Protocolos dos Sábios de Sião”, texto produzido originalmente no idioma russo no final do século XIX, que relata de forma leviana uma suposta conspiração judaica para dominar o mundo, culpando os judeus por diversas mazelas sociais. Apesar de importantes autoridades e estudiosos já terem desmentido o teor do texto traduzido para diversos idiomas, as mentiras nele produzidas continuam alimentando “teorias conspiratórias” de toda espécie. Posteriormente, devo me aprofundar nesse tema. Por ora, o meu interesse está fundamentado no propósito de esclarecer uma perigosa forma de judeufobia que precede a mais famosa e infame publicação ocidental contra os judeus e vem se perpetuando avassaladoramente em todo mundo. Me refiro ao que chamo de “Protocolos dos Sábios do Islã”.

Antes de ser acusada de “islamofóbica” por fazer uso de uma expressão intertextual  politicamente incorreta num período em que apenas as doutrinas e lideranças cristãs podem sofrer o crivo asfixiante da crítica como fomentadoras dos “discursos de ódio”, já aviso que não estou embasada em “teoria conspiratória de natureza islâmica” para denunciar o “ódio aos judeus” como costume e doutrina recorrente de muitos muçulmanos desde os tempos do “piedoso profeta Mohammad”. E nem preciso citar fatos históricos encobertos por professores ocidentais que adoram ensinar o mito da “era de ouro do Islã”, mas silenciam sobre o massacre promovido por Mohammad, quando ao lado de sua “esposa-adolescente” se encantou com a decapitação de centenas de judeus e o rapto de suas esposas e filhos para serem escravos. A ordem de “cortar cabeças” fazia parte do “mirabolante plano divino” de erradicação dos “infiéis” que ainda viviam em território que deveria ser islamizado à força para servir a Allah, plano este do “homem perfeito” considerado pela doutrina ortodoxa islâmica como o “selo dos profetas”. A propósito, cumpre abalizar minhas considerações no entendimento de um dos mais notáveis acadêmicos na área de Islã e História do Oriente Médio, o historiador  Bernard Lewis, que afirma: “há uma islamização do anti-semitismo(sic), cuja literatura inclui textos clássicos do anti-semitismo(sic) europeu” como os ‘Protocolos dos Sábios de Sião[2].”

Aliás, a pedra angular da judeufobia apregoada por determinados segmentos muçulmanos está no próprio “protocolo da fé islâmica”, o imutável “alcorão” (palavra proferida a Mohammad diretamente por Allah). Muito antes da poderosa máquina de propaganda nazista de desumanização dos judeus, o alcorão já tecia “ensinamentos” que estimulavam seus seguidores a odiar judeus por desapropriá-los de sua humanidade como punição da transgressão dos mesmos que não aceitavam os ensinamentos de Mohammad, conforme consta do livro sagrado islâmico, Sura 7:166:

E quando eles transgrediram, desmesuradamente, o de que foram coibidos, Nós lhes dissemos: ‘sede símios repelidos’[3]

A Sura mencionada apenas ratifica outro preceito consignado na Sura 2:65, onde é revelado que Allah amaldiçoou o povo judeu proferindo “sede símios repelidos” por terem transgredido o sábado. Na visão islâmica ortodoxa, Allah amaldiçoa judeus chamando-os de “macacos” e “porcos” (Sura 5:60), os quais devem ser combatidos pelos muçulmanos até o “dia da ressurreição” ou do “julgamento final”, na forma apregoada em diversas mesquitas espalhadas pelo mundo. Tal “protocolo de ódio” e outros mais são rechaçados pelos chamados “muçulmanos moderados”, tachados tecnicamente de “apóstatas” por influentes lideranças islâmicas, como o grande imã Ahmed al-Tayeb da Universidade al-Azhar, principal centro ideológico sunita de todo mundo, que fez o “favor” de defender o Estado Islâmico como entidade legitimamente muçulmana, negando-se a denunciá-lo por “apostasia[4]”.

Tayeb faz questão de exercer o seu poder como liderança muçulmana mais influente do mundo recorrendo aos “discursos de ódio” contra judeus. Recentemente, em entrevista à TV egípcia, o sheik Tayeb criticou a denúncia – verdadeira – de que os currículos da Universidade al-Azhar seriam a real causa do terrorismo, acusando “a entidade sionista” (Israel) de ser  culpada por todos os problemas do Oriente Médio e pala ausência de paz entre os árabes[5]. Esqueceu o astuto líder muçulmano que os conflitos sectários entre sunitas e xiitas não ocorrem aos montes por culpa de Israel, e sim, pela sede de poder das  lideranças islâmicas a partir da morte do profeta Mohammad. Israel teria culpa pelo crime do Irã ao negar a existência de 7% da sua população constituída de árabes ahvazis, embora sejam do mesmo credo xiita[6]? O território onde vivem os ahvazis produz 90% do petróleo iraniano e a população local vive em extrema pobreza, porém, a “culpa” é de Israel, como também é pelo costume de perseguição e violência contra homossexuais em TODOS os países islâmicos, sendo que o Estado judeu não pune o comportamento homossexual e ainda permite a passeata do “orgulho gay”. Como se vê, as falácias não se sustentam…

A melhor prova histórica da “eficácia” dos “protocolos dos  sábios do Islã” se deu no período nazista. O grande mufti de Jerusalém e presidente do Conselho Supremo Muçulmano, Haj Amin al-Husseini, tio do terrorista Yasser Arafat, selou “acordo genocida” com Hitler esposando o desejo mútuo de aniquilar os judeus. O “sábio muçulmano” foi tão convincente em seus “protocolos” ao ponto do carniceiro nazista lamentar pertencer à religião errada, criticando a “mansidão cristã[7]. Husseini – porta-voz da “causa palestina” e jihadista experiente após participar do genocídio de cristãos na Turquia – alcançou a “honraria nazista” de integrar a folha de pagamento do Terceiro Reich em razão dos seus préstimos para o “terror ocidental”. Quem não lembra da famosa foto do facínora islâmico-nazista passando em revista às tropas muçulmanas das SS na Bósnia[8]?

E se alguém alegar que os “protocolos do terror islâmico” ficaram no passado, lembrarei mais um caso dentre uma multidão. Vamos ao mais prestigiado “pensador muçulmano” da atualidade? O nome dele é Yousufi al-Qaradawi, clérigo sunita egípcio, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Com um “título” desse, o indivíduo merece “respeito” dos ignorantes em Islã, concorda prezado leitor? Qaradawi emitiu “ensinamentos valiosos” para a discussão do “pacifismo islâmico”, tais como: “Nós iremos colonizar vocês com essas leis democráticas[9]” e “a matança de apóstatas era essencial para a sobrevivência do Islã, de outra maneira, o Islã não teria sobrevivido”[10]. Com o singular “currículo sapiencial”, Qaradawi  tornou-se o mais respeitado líder da Irmandade Muçulmana, considerada por muitos “estudiosos preconceituosos”, a “mãe do moderno terrorismo global” por promover o nascimento de alguns grupos que costumam matar os “infiéis”, sejam cristãos ou judeus. O grupo terrorista palestino Hamas, al-Qaeda, Boko Haram, al-Nusra, al-Shabaab e Estado Islâmico são algumas das “crias” da Irmandade Muçulmana.

Uma vez salientada a autoridade do sheik al-Qaradawi, convém demonstrar que no “protocolo” desse “sábio do Islã”, Hitler é ovacionado e o seu “legado do terror” assassinando covardemente 6 milhões de judeus deve ser um “exemplo” para os fiéis muçulmanos. Logo, convém trazer à baila parte do seu discurso exibido na TV al-Jazeera (28/01/2009), mencionando que Deus impôs ao longo da história pessoas que puniam os judeus por causa de sua corrupção, dizendo, ainda:

“A última punição foi realizada por Hitler. Por meio de todas as coisas que ele fez com eles – mesmo que exagerassem nesta questão – ele conseguiu colocá-los em seu lugar. Esta foi uma punição divina para eles. Se Deus quiser, a próxima vez estará na mão dos crentes[11].

A defesa clara de um novo Holocausto em rede de TV amplamente assistida em países muçulmanos e ocidentais no ano de 2009 não causou condenação das principais autoridades islâmicas ou do “Ocidente infiel”. Assim, o defensor de “genocídio à la sharia” continua exercendo seu prestigiado cargo de presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Nada demais para os povos muçulmanos acostumados com os “protocolos da morte” de milhões de infiéis desde o surgimento da “religião da paz”.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Timeline

Publicado originalmente em Conexão Política

[1] http://www.meforum.org/7219/a-world-without-islamophobia

[2] http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2804200211.htm

[3] https://www.institutomillenium.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/

[4] http://raymondibrahim.com/2014/12/15/al-azhar-refuses-to-denounce-islamic-state-as-un-islamic/

[5]http://raymondibrahim.com/2018/03/02/eliminate-israel-eliminate-islamic-terrorism/

[6] https://clarionproject.org/iran-denies-existence-7-its-population/

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/11310/antisemitism-biblical-values

[8] http://www.chamada.com.br/mensagens/isla_nazismo.html

[9] https://pt.gatestoneinstitute.org/8888/europa-burquini

[10] https://www.youtube.com/watch?v=huMu8ihDlVA

[11] https://www.memri.org/tv/sheik-yousuf-al-qaradhawi-allah-imposed-hitler-upon-jews-punish-them-allah-willing-next-time-will/transcript

 

Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler

Por Andréa Fernandes

Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Fabeook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.