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Padre grego espancado por requerentes de asilo na frente de sua igreja

Um padre ortodoxo grego foi espancado por dois requerentes de asilo sírios na frente de sua própria igreja.

O sacerdote observou os migrantes estacionamento suas motocicletas no pátio do santuário de São Nicolau, em Patisia, um bairro de Atenas, na sexta-feira à tarde, e foi até eles para convencê-los a retirará-las do local, segundo o jornal  Proto Thema relata .

Depois de uma troca de palavras acalorada, diz-se que os sírios deram um soco no padre e depois fugiram. Inicialmente, a polícia prendeu dois suspeitos e interrogou-os na delegacia de Agios Panteleimonas, mas deixou-os ir devido à falta de provas.

Não muito tempo depois que os suspeitos iniciais foram libertados, os perpetradores chegaram à delegacia de polícia e se renderam às autoridades.

Breitbart London@BreitbartLondon

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ https://www.breitbart.com/europe/2018/10/15/lesvos-cross-destroyed-migrant-ngo/ 

Lesbos: Huge Christian Cross Destroyed After Migrant NGO Demanded Removal of ‘Crusader Tool’ |…

Greek islanders reacted with anger to the destruction of a large stone cross after a migrant NGO said it promoted “hate” against migrants.

breitbart.com

O ataque acontece apenas meses após a destruição de uma cruz de pedra em Lesbos, que ONGs de esquerda pró-migrantes já haviam pedido para serem removidas, alegando que a cruz promovem “ódio” contra os imigrantes na ilha, que abriga um grande campo de imigrantes.

Em outros países europeus, a violência anticristã por migrantes tornou-se uma questão importante, como na Alemanha, onde o arcebispo católico Ludwig Schick fez questão no ano passado de condenar a violência dirigida a cristãos e convertidos por imigrantes extremistas islâmicos.

O Departamento de Polícia Criminal Federal alemão (BKA) também revelou que em 2017 houve cerca de 100 ataques de ódio contra cristãos no país, com pelo menos 14 casos envolvendo requerentes de asilo e refugiados, incluindo o assassinato de um cristão convertido.

Em 2017, a França também relatou um enorme surto de ataques anticristãos com o Ministério do Interior, alegando que incidentes anticristãos aumentaram 245%  desde 2008 – enquanto ataques racistas, anti-muçulmanos e anti-semitas caíram durante o mesmo período.

Breitbart London@BreitbartLondon

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christian and Jewish Persecution https://www.breitbart.com/london/2018/10/12/poland-hungary-veto-eu-human-rights-report-ignores-christian-jewish-persecution/ 

Poland, Hungary Veto EU Human Rights Report Which Ignores Christians and Jews

The EU’s report on civil rights will be vetoed by Poland and Hungary for failing to mention the growing persecution of Christians and Jews.

breitbart.com

Com imagem e informações Breitbart

Grécia: aumento maciço de ataques a símbolos cristãos e igrejas ortodoxas

Todos os anos há mais ataques a igrejas, capelas, lugares de culto religioso, monumentos religiosos, sinagogas e até cemitérios, jornal grego Eleftheros Typos relata

Especificamente, segundo o Secretariado Grego das Religiões, no ano passado os ataques a edifícios religiosos (incluindo vandalismo, assaltos, roubos, incêndios, etc.) aumentaram em 159 %, enquanto o principal alvo parece ser a Igreja Ortodoxa.

BARBARA PAPADOPOULOU@barbarapapadop

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες! https://www.eleftherostypos.gr/ellada/338478-simeia-ton-kairon-afxanontai-oi-epitheseis-se-orthodoxes-ekklisies/ 

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες!

Οι αριθμοί «μιλούν» από μόνοι τους. Το 2017 καταγράφηκαν συνολικά 556 περιστατικά εναντίον χώρων θρησκευτικής λατρείας, σε αντίθεση με πρόπερσι που ήταν 215.

eleftherostypos.gr

Um aumento significativo também é visto no número de ataques a várias comunidades religiosas, com quatro deles registrados em 2016, enquanto no ano passado esse número era oito.

Os números falam por si. Em 2017, um total de 556 incidentes foi registrado contra o local de culto religioso, 536 desses ataques feitos em lugares cristãos.

Em particular, de acordo com o relatório relevante do Secretariado Geral das Religiões, 525 casos contra a Igreja Ortodoxa (94 % do total de incidentes), muitos dos quais têm intolerância religiosa causando intensa reflexão dentro da Igreja grega.

“As evidências mostram que o principal alvo dos ataques em nossa terra natal é a Igreja Ortodoxa. Este fato não pode ser negligenciado. Devemos ao Estado e à Igreja buscar formas de cooperação para que essa realidade profana que afeta nossa história e nossa identidade seja eliminada ”, afirma o Secretário Geral das Religiões, Giorgos Kalantzis.

A Grécia experimentou uma onda sem precedentes de migrantes do Oriente Médio, dos quais vários são membros do ISIS e completamente intoleráveis contra pessoas ou símbolos de outras crenças.

Ao mesmo tempo, o governo esquerdista parece incapaz (ou não quer) de lidar efetivamente com a criminalidade anarquista na Grécia, que é responsável pela maioria dos ataques às igrejas ortodoxas.

Informações e imagem Voice of Europe

Grécia: ocorre um estupro por semana no campo de refugiados em Moria, segundo ONG

Relatos de agressão sexual aumentaram nos últimos meses no centro de processamento de imigrantes e migrantes em Moria, na ilha grega de Lesvos, bem como no chamado “olival”, um campo improvisado de transbordamento nas margens da instalação, citou para Newsweek, um representante da Médicos Sem Fronteiras.

De acordo com o relatório da Newsweek publicado no sábado, o coordenador médico de MSF para a Grécia, Dr Declan Barry, disse que o grupo humanitário só recebeu  do governo relatos de 21 casos de estupro e abuso sexual desde maio, com quase metade das vítimas sendo meninas e meninos de 18 anos e pelo menos dois filhos de 5 anos de idade.

“Um caso não é aceitável, muito menos um por semana. E tenho certeza de que está acontecendo com muito mais freqüência do que isso ”, disse Barry à Newsweek.

“Precisamos reconhecer que isso é um fracasso sistêmico”, disse ele.

As ONGs ativas no acampamento têm alertado para o aumento da depressão, autoflagelação e tendências suicidas entre os residentes nas instalações superlotadas, onde cerca de 8.500 pessoas estão espremidas em um espaço projetado para cerca de 3.000 pessoas, e cerca de metade da população é composta por mulheres e filhos.

Eles também apontam para uma séria falta de segurança que deixa os impotentes vulneráveis ​​a ataques e abusos. 

“Há um enorme nível de sofrimento em Moria”, disse Barry à Newsweek. “E o fato de que esse sofrimento e essa violência estão acontecendo por causa de uma política europeia, bem, não há como encontrar aceitação alguma nisso”, acrescentou ele, referindo-se ao acordo entre Bruxelas e Ancara que resultou em milhares de pessoas como requerentes de asilo que ficam presas na Grécia.

Com imagem The Independent e informações Ekathimerini

Em três meses, Grécia recebeu quase meio milhão de migrantes

Quase meio milhão de migrantes ilegais chegaram à Grécia nos últimos três meses de 2015, informou nesta quinta-feira (10/03) a missão europeia de fronteiras, Frontex. A maioria teria tomado a chamada rota dos Bálcãs rumo a outros países da União Europeia.

A agência registrou 484 mil casos na rota do leste do Mediterrâneo até a Grécia, através da Turquia, entre outubro e dezembro do ano passado, e 466 mil na rota dos Bálcãs. Muitos destes teriam atravessado a fronteira da Croácia, através da Sérvia, para reentrar no território da União Europeia (UE).

Esses dados elevaram o número de travessias ilegais da fronteira da UE para 978,3 mil no último trimestre de 2015, atingindo um novo recorde desde que a Frontex iniciou a coleta de dados, em 2007. Dos que chegaram à Grécia, majoritariamente nas ilhas próximas à costa da Turquia, 46% eram de refugiados sírios, e 28%, de afegãos.

A agência registrou uma queda na chegada de migrantes à Itália a partir da Líbia, mas observou, em contrapartida, um aumento dos que partiram do Marrocos rumo à Espanha, ainda que a quantidade desses casos seja considerada baixa.

Refugiados se acumulam nas fronteiras da Grécia

Foram registradas 2,8 mil travessias ilegais através da rota do oeste do Mediterrâneo no último trimestre de 2015, configurando um número recorde para essa época, duas vezes maior do que no mesmo período de 2014.

Turquia: acordo não é retroativo

O ministro turco para Relações com a União Europeia, Volkan Bozkir, afirmou nesta quinta-feira que o acordo firmado entre Ancara e Bruxelas no início da semana, que prevê a readmissão de migrantes em solo turco, não é válido para os que já se encontram na Grécia, mas apenas para os que lá chegarem após o pacto entrar em vigor.

Citado pela agência estatal de notícias Anadolu, Bokzir disse que o número de migrantes que o país aceitará de volta será de milhares ou dezenas de milhares, mas não de milhões.

Ele afirmou que seu país vai cumprir suas obrigações para obter a liberação dos vistos de viagem para a UE até o dia 1º de maio. O bloco prometeu enviar 6 bilhões de euros para ajudar a Turquia a lidar com o grande fluxo de refugiados e acelerar as conversações sobre o processo de adesão do país à UE.

Ancara, por sua vez, se comprometeu a conter o fluxo migratório para o continente. Mais de 130 mil migrantes teriam chegado à Europa nos primeiros meses de 2016, segundo estimativas da ONU.

RC/rtr/afp

http://www.dw.com/pt/em-tr%C3%AAs-meses-gr%C3%A9cia-recebeu-quase-meio-milh%C3%A3o-de-migrantes/a-19106045

Macedônia fecha rota dos Bálcãs para migrantes

País não deixará passar mais nenhum migrante ilegal, fechando na prática principal rota dos refugiados para o centro da Europa. Decisão segue novas restrições de Eslovênia, Croácia e Sérvia.

A Macedônia fechou completamente sua fronteira para migrantes ilegais nesta quarta-feira (09/03), depois de Eslovênia, Croácia e Sérvia anunciarem novas restrições na entrada de estrangeiros.

A Macedônia permitia que um pequeno número de sírios e iraquianos passasse pela fronteira, mas mudou de postura após as reações dos países vizinhos. “Fechamos completamente a fronteira”, disse a autoridade policial, que não quis ser identificada, à agência de notícias Reuters.

De acordo com o Ministério do Interior, nenhum migrante entrou vindo da Grécia nesta terça-feira. “A Macedônia agirá de acordo com as decisões tomadas por outros países na rota dos Bálcãs”, disse um porta-voz do ministério, se referindo à principal rota usada por mais de um milhão de imigrantes que chegaram à União Europeia ao longo do ano passado.

Refugiados se acumulam nas fronteiras da Grécia

Eslovênia, Croácia e Sérvia começaram a aplicar nesta quarta-feira restrições para o ingresso de migrantes nas fronteiras, o que na prática significa o fim da chamada rota dos Balcãs para os migrantes.

Segundo as autoridades, só poderão entrar na Eslovênia os estrangeiros que cumprirem os requisitos para entrar no país, ou seja, os que tenham passaportes e vistos válidos para o espaço de Schengen. O ministério esloveno do Interior ressaltou que permitirá a entrada de migrantes que desejam pedir asilo no país ou por motivos humanitários.

A Croácia, que integra a União Europeia, mas não o espaço de Schengen, seguiu o exemplo da Eslovênia e recusará a passagem a quem não tiver a documentação apropriada. Também a Sérvia anunciou que introduzirá restrições.

Esses países não mais autorizarão a passagem de grandes contingentes de migrantes, como aconteceu nos últimos meses, e cada pessoa será submetida a um controle individual.

O presidente do Conselho europeu, Donald Tusk, saudou os anúncios. “Fluxo irregular de migrantes pela rota dos Bálcas Ocidentais chegou ao fim”, escreveu Tusk no Twitter, salientando que não se trata de ações unilaterais, mas parte de uma estratégia europeia.

Ilustradores se engajam no debate migratório

Já a Hungria declarou situação de crise em todo o seu território, o que na prática aumenta o poder das autoridades policiais. O governo húngaro também pretende reforçar a segurança das suas fronteiras no sul.

As mudanças foram anunciadas pouco depois de a União Europeia e a Turquia fecharem um acordo que prevê que a Turquia acolha cada imigrante sírio ilegal que chegar à Grécia, em troca de a União Europeia acolher um requerente de asilo sírio que já estiver na Turquia. Não está claro, porém, quando o acordo vai começar a valer nem se haverá um limite máximo de refugiados envolvidos na “troca”.

Cerca de mil migrantes estão retidos num campo de refugiados do lado da Macedônia, perto da fronteira com a Sérvia. Outros 400 estão presos numa área entre a Sérvia e a Macedônia. Eles se recusam a voltar para a Macedônia e não obtêm permissão para atravessar a Sérvia.

O governo da Grécia calcula que há cerca de 36 mil imigrantes retidos no país e que desejam seguir viagem para outros países da Europa.

AS/rtr/lusa/dpa/afp

http://www.dw.com/pt/maced%C3%B4nia-fecha-rota-dos-b%C3%A1lc%C3%A3s-para-migrantes/a-19104823

Turquia pede mais 3 bilhões de euros à UE

Segundo presidente do Parlamento Europeu, turcos querem o dobro do valor acertado em novembro para ajudar a frear o fluxo de migrantes rumo à União Europeia e, de acordo com diplomatas, também oferecem mais ajuda.

A Turquia solicitou mais 3 bilhões de euros à União Europeia (UE) até 2018, além dos 3 bilhões já prometidos em novembro, em troca de seu apoio para frear a chegada de refugiados à Europa, afirmou nesta segunda-feira (07/03) o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, em Bruxelas.

Confira as últimas notícias da cúpula entre a União Europeia e a Turquia

Em novembro, a União Europeia já prometera 3 bilhões de euros para a Turquia. O dinheiro é usado para o atendimento dos refugiados sírios que estão alojados em acampamentos na Turquia, perto da fronteira com a Síria. O novo valor teria a mesma finalidade, segundo o governo em Ancara. Estimativas do governo turco afirmam que há 2,7 milhões de refugiados no país.

Refugiados aguardam na fronteira da Grécia em acampamento improvisado

Segundo um esboço de resolução, a União Europeia concederia mais 3 bilhões de euros à Turquia. Além disso, cidadãos turcos poderiam entrar na União Europeia sem visto. Em troca, a Turquia se compromete a acolher todos os refugiados que chegarem à Grécia e não obtiverem asilo. “A Turquia está oferecendo mais e exigindo mais”, disse um diplomata europeu.

Os turcos também pedem a aceleração das negociações para o ingresso da Turquia na União Europeia. O primeiro-ministro Ahmed Davutoglu afirmou que seu país está disposto a readmitir todos os imigrantes que não vêm da Síria e todos os que foram interceptados em suas águas territoriais, além de adotar medidas enérgicas contra os traficantes de pessoas, disseram diplomatas.

O ministro das Finanças da Áustria, Hans Jörg Schelling, declarou às margens da cúpula em Bruxelas que não está disposto a disponibilizar mais dinheiro se não for considerada uma compensação aos países que acolheram o maior número de refugiados, como Alemanha, Suécia e Áustria.

AS/dpa/efe/rtr

http://www.dw.com/pt/turquia-pede-mais-3-bilh%C3%B5es-de-euros-%C3%A0-ue/a-19100153

Merkel diz que Grécia tem de acelerar esforços para alojar refugiados

BERLIM – A Grécia precisa cumprir rapidamente sua promessa de fornecer alojamento para 50 mil refugiados, e a União Europeia deve ajudar Atenas com esta tarefa, afirmou a chanceler alemã Angela Merkel em entrevista publicada neste sábado.

A Áustria, uma das últimas paradas antes da Alemanha para centenas de milhares de refugiados e migrantes, recentemente impôs restrições na fronteira, desencadeando um efeito dominó na Europa e deixando dezenas de milhares de pessoas em condições precárias na Grécia.

“A Grécia deveria ter criado 50 mil locais de alojamento para os refugiados até ao final de 2015”, disse Merkel ao jornal alemão “Bild am Sonntag”, acrescentando: “O atraso deve ser resolvido agora na velocidade da luz porque o governo grego tem de garantir alojamento decente”.

Merkel, sob pressão para reduzir o número de recém-chegados depois de mais de um milhão de imigrantes entrarem na Alemanha no ano passado, disse que a Grécia poderia contar com mais ajuda de outros membros da UE.

“Eu sei, pelas minhas conversas com o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, que ele quer fazer isso, mas que ele precisa da nossa ajuda, e é por isso que a UE deve e vai apoiar a Grécia em solidariedade”, disse.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/merkel-diz-que-grecia-tem-de-acelerar-esforcos-para-alojar-refugiados-18812733#ixzz424h72YdG
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‘Não venham à Europa’, pede Tusk a migrantes econômicos

Presidente do Conselho Europeu também irá para a Turquia discutir a crise migratória

ATENAS — Após uma reunião sobre a crise de refugiados em Atenas com o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, pediu nesta quinta-feira que os migrantes econômicos desistam de ir à Europa e pediu mais unidade entre os países do bloco para lidar com a situação. Mais tarde, Tusk viajará à Turquia, onde se encontrará com o premier turco, Ahmet Davutoglu.

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— Quero lançar um apelo a todos os migrantes econômicos ilegais potenciais, de onde forem. Não venham à Europa. Não acreditem nos traficantes. Não coloquem em risco suas vidas e seu dinheiro. Tudo isso não servirá de nada — disse em uma entrevista coletiva, ressaltando que nem a Grécia, nem nenhum outro nação europeia pode continuar sendo países de trânsito.

Tusk aproveitou a ocasião para prometer que os regulamentos do acordo Schengen (que permite a livre circulação de pessoas) voltarão a ser aplicados e criticou as decisões unilaterais tomadas por alguns países do bloco europeu na tentativa de conter a crise migratória. Para ele, prejudicam a solidariedade entre os parceiros.

— As decisões unilaterais, sem coordenação prévia, embora sejam compreensíveis em um contexto nacional, prejudicam o espírito europeu de solidariedade — afirmou, fazendo um alerta: — A Grécia vai requerer que todos os países respeitem o Tratado Europeu e que haja sanções para aqueles que não o fizerem.

Nas últimas semanas, as nações dos Bálcãs limitaram a entrada de imigrantes a 580 por dia, uma medida encabeçada pela Áustria e seguida por Macedônia, Sérvia, Croácia e Eslovênia que criou um gargalo na Grécia. Com os guardas bloqueando a passagem do território grego para o macedônia, foram registrados confrontos entre imigrantes e policiais nos últimos dias.

Por sua parte, Tsipras disse que a Grécia continuará fazendo o que for possível para garantir que imigrantes ou refugiados não fiquem sem assistência, mas ressaltou que o país não pode suportar o peso da crise sozinho.

Nós não vamos permitir que a Grécia ou qualquer outro país se transforme em um armazém de almas — disse o premier grego.

IMIGRANTES NÃO PARAM DE CHEGAR

Desde o início de janeiro, mais de 131 mil imigrantes desembarcaram no continente europeu pelo mar Mediterrâneo — número que supera a quantidade de pessoas entraram na Europa nos primeiros cinco meses do ano passado, segundo a ONU. Dentre os refugiados, houve mais de 410 mortes durante as perigosas travessias marítimas clandestinas que chegam, sobretudo, à costa grega.

Para lidar com a crise, a UE propôs na quarta-feira um novo programa de ajuda no valor de de 700 milhões de euros, similar ao tipo de alívio para desastres oferecido para países em desenvolvimento. Se aprovado, o projeto irá destinar neste ano 300 milhões de euros do orçamento anual, principalmente para a Grécia, e prevê usar 200 milhões de euros nos próximos dois anos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/nao-venham-europa-pede-tusk-migrantes-economicos-18793777#ixzz41tVy5R1p
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UE ‘deve esperar mais de um milhão de imigrantes este ano’: ONU alerta para inundação de refugiados econômicos da Ásia e norte da África

 

  • Um número crescente de imigrantes econômicos provenientes da Ásia e da África, a alertou a ONU  
  • Relatório conjunto das agências de refugiados disse que os refugiados também vão continuar a fugir da guerra síria
  • Aviso vem quando é dito que a Grécia poderia ser isolada do resto da Europa 
  • Comissão Europeia considerou que «negligenciou gravemente” suas fronteiras durante a crise imigratória do ano passado

Mais de um milhão de  imigrantes vai chegar na Europa este ano com o aumento do número de imigrantes econômicos vindos da Ásia e África, alertou a ONU ontem.

Um relatório conjunto pelas agências de refugiados disse que o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia.

Mas um número crescente de pessoas também virá do oeste sul da Ásia e na África setentrional e ocidental adicionando mais pressão para piorar a pior crise migratória da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

‘Chegadas contínuas provavelmente irão colocar pressão sobre as comunidades afetadas e da sua vontade de aceitar refugiados e imigrantes, “está escrito no relatório compilado pela Agência de Refugiados das Nações Unidas, a Organização Internacional para as Migrações e 65 outras organizações.

 

 

O aviso veio com a Grécia sendo informada que poderia ser isolada do resto da Europa no prazo de três meses após a Comissão Europeia considerar que foram «gravemente negligenciadas” suas fronteiras durante a crise imigratória no ano passado.

Uma investigação encontrou a Grécia falhando para rastrear aqueles que chegam em suas ilhas e simplesmente os enviando para o resto da Europa.

Foi esclarecido que a Grécia pode ser suspensa a partir da área de viagens-da UE sem fronteiras, Schengen, por sua incapacidade de controlar o número de pessoas que entram.

O vice-presidente da Comissão Valdis Dombrovskis disse: “A Grécia está negligenciando seriamente suas obrigações. Há sérias deficiências na realização dos controles nas fronteiras externas que devem ser superadas e tratadas pelas autoridades gregas. “

Em uma visita não anunciada para as ilhas gregas de Chios e Samos, em novembro, inspetores descobriram que chegadas não estavam sendo verificados antes de serem autorizados a prosseguir as suas viagens.

Pelo menos dois dos terroristas jihadistas que participaram nos ataques Paris vieram através da ilha grega de Leros posando como refugiados sírios.

O referido o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

O referido conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

Sr. Dombrovskis acrescentou: “Embora reconhecendo que as autoridades gregas estão sob pressão, o relatório nomeadamente constata que não há identificação e registo de migrantes irregulares eficaz e que as impressões digitais não estão sendo inseridas sistematicamente no sistema e documentos de viagem não estão sendo verificados de forma sistemática para a autenticidade ou em bancos de dados de segurança cruciais “.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa.

Mais de 850.000 pessoas chegaram ao país no ano passado, com mais esperança de chegar ao norte da Europa.

Uma vez que o relatório da Comissão Europeia é apoiada pela maioria dos Estados membros da UE, a Grécia terá três meses para tomar “medidas de correção” ou enfrentar perder seu lugar na zona de viagem.

Funcionários da UE esta semana começaram a tomar medidas que possam conduzir a controles nas fronteiras sendo trazido de volta entre os países Schengen por até dois anos.

Grécia teria supostamente criado centros de processamento de migrantes em suas ilhas para o controle de chegadas, mas até agora só conseguiu abrir um em Lesbos.

De acordo com dados da UE, apenas 121,325 492,744 dos imigrantes que chegaram na Grécia de 20 de julho a 30 de novembro de 2015 fderam suas impressões digitais.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas ser capaz de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

Apesar das condições de inverno, o número de pessoas que alcançam as ilhas gregas ainda é alto e cerca de 30 vezes maior do que o ano passado.

Uma fonte da UE disse que 4.000 pessoas haviam chegado na Grécia somente na sexta-feira.

O Acordo de Schengen, foi nomeado após a cidade luxemburguesa ter assinado em 1985, uma década antes de as fronteiras serem removidas.

A zona de hoje abrange todos os Estados-Membros da UE – exceto o Reino Unido, Irlanda, Chipre, Bulgária, Romênia e Croácia -, bem como a Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein, que estão todos fora da UE.

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Países falharam ao lidar com crise de refugiados, diz presidente da Comissão Europeia

Até agora, apenas 272 pessoas que chegaram à Grécia e Itália foram realocadas para outras nações do bloco.

BRUXELAS — O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, criticou nesta sexta-feira os Estados Membros da UE que não cumpriram seus compromissos em realocar até 160 mil requerentes de asilo que chegaram à Grécia e à Itália. O líder europeu classificou como “inaceitável” a recusa de países em acolher imigrantes e disse estar cansado em ser acusado de não tomar as medidas necessárias para lidar com o grande fluxo de imigrantes que chegou ao continente.

— Não é a Comissão que falhou, mas alguns Estados membros que não cumpriram seus compromissos — disse Juncker durante uma entrevista coletiva. — Não é possível que uma proposta da Comissão, adotada pelo Conselho e Parlamento Europeus sobre a realocação dos refugiados não seja aplicada logo.

Até agora, o plano lançado pelo bloco em setembro para repartir 160 mil refugiados que haviam desembarcado em solo grego ou italiano só conseguiu realocar menos de 272 pessoas em outros países, segundo o último balanço divulgado. O projeto de levar imigrantes diretamente para nações fora da UE, como a Turquia, também caminha a passos de tartaruga.

Além disso, as nações da UE também estão falhando em devolver aos países de origem aqueles que não conseguem atingir os requisitos necessários para serem integrados ao bloco. Das centenas de milhares de pessoas que chegaram desde setembro, menos de 900 foram mandadas de volta para casa.

Outro ponto de preocupação é o Acordo de Schengen, como é conhecido o tratado de livre circulação entre os países europeus signatários, sob ameaça após vários países decretarem controles nas fronteiras. Para Juncker, o desemprego no país pode aumentar se o sistema deixar de existir.

— Schengen é um das maiores conquistas do processo de integração europeu. Sem o livre movimento de trabalhadores ou a liberdade de trânsito para os cidadãos, o euro não tem sentido — afirmou. — Menos Schengen significa menos emprego e crescimento econômico.

Só no ano passado, mais de um milhão de refugiados chegaram ao continente após fugirem de conflitos armados e da pobreza no Oriente Médio, África e Ásia, vindos principalmente da Síria, do Iraque e do Afeganistão.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/paises-falharam-ao-lidar-com-crise-de-refugiados-diz-presidente-da-comissao-europeia-18481154#ixzz3xKi7BuU9