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Irã para o Hamas: Vamos nos aproximar “com base na jihad”

 

“Irã ao Hamas: Vamos nos aproximar ” com base na jihad “, de Dalit Halevy, Arutz Sheva , 26 de maio de 2017:

Funcionários iranianos estão expressando esperança de que a nomeação do novo líder do Hamas, Ismail Haniyeh, traga uma política que fortaleça os laços entre eles.

Kassam Soleimani, comandante das Brigadas Al-Quds do Irã, enviou uma carta a Haniyeh, felicitando-o pela sua nomeação como novo líder do Hamas.

Em uma carta publicada pela agência de notícias iraniana Mehr, Soleimani disse que espera um fortalecimento dos laços com o Hamas com base na jihad contra a “arrogância do mundo” (que significa os EUA) e seu satélite, o “sionismo”, que estão  “trabalhando para desviar a jihad da nação de sua bússola islâmica. “…

https://www.jihadwatch.org/2017/05/iran-to-hamas-lets-get-closer-on-the-basis-of-jihad

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Hamas comemora com milhares de palestinos ataque terrorista que matou 4 israelenses

Milhares de ativistas e partidários do Hamas foram às ruas do campo de refugiados de Jabalya, em Gaza, no domingo à noite, para se reunirem contra Israel e louvar o ataque terrorista que atingiu Jerusalém, matando quatro israelenses.

Mais cedo no domingo, um palestino lançou seu caminhão contra um grupo de soldados israelenses em Jerusalém, matando quatro deles em um ataque que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que provavelmente tinha sido inspirado pelo Estado Islâmico.

Cantando slogans anti-israelenses os manifestantes marcharam para o comício onde doces foram entregues em comemoração.

“A mensagem do nosso partido islâmico Hamas é uma mensagem de encorajamento e apoio para todos os jihadistas que realizam um ataque que põe um fim aos atos do inimigo sionista”, disse o líder do Hamas, Fathi Hamad, que liderou a manifestação.

O grupo islâmico palestino elogia rotineiramente aqueles que realizam ataques de rua contra israelenses.

O ataque palestino em Jerusalém foi o mais letal em meses e alvejou cadetes de oficiais quando eles desembarcaram de um ônibus que os trouxe para o passeio de Armon Hanatziv que tem uma vista panorâmica da cidade velha murada.

Os militares disseram que um oficial e três cadetes oficiais foram mortos e que outros 17 ficaram feridos.

A polícia identificou o motorista do caminhão como um palestino de Jerusalém Oriental e disse que ele foi morto a tiros. Seu tio, Abu Ali, nomeou-o como Fadi Ahmad Hamdan Qunbor, 28 anos.

Após o ataque, Netanyahu disse que as limitações de acesso foram impostas dentro e ao redor do bairro de Jerusalém Oriental e que novas ações serão tomadas por Israel.

Tarde no domingo, a polícia foi vista patrulhando a área e parando veículos para verificações. Os palestinos lançaram fogos de artifício contra as forças policiais, mas nenhum acidente foi relatado.

Ações inspiradas pelo Estado Islâmico em Israel, Cisjordânia e Jerusalém têm sido raras e apenas algumas dúzias de árabes israelenses e palestinos são conhecidos por terem declarado sua simpatia com o grupo.

Uma onda de ataques palestinos em ruas, incluindo a destruição de veículos, em grande parte desacelerou, mas não parou completamente desde que começou em outubro de 2015 e 37 israelenses e dois americanos visitantes foram mortos nesses assaltos.

Matéria completa em: http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Hamas-holds-rally-in-Gaza-to-celebrate-terrorist-ramming-that-killed-four-Israelis-477860

 

Informe en Gaza: Funcionario del sistema de túneles de Hamás huyó a Israel

Un informe difundido en las últimas horas en la Franja de Gaza – que recogen la mayoría de los diarios árabes de hoy – indica que Bassam Mahmoud Baraka huyó hacia Israel el mes pasado, con su esposa e hijos. Según estos informes, Baraka es hijo de un juez de Hamás y tiene un amplio y detallado conocimiento sobre el sistema de túneles.

La prensa palestina dio a conocer hoy que, a principios de mes, Bassam Mahmoud Baraka huyó hacia Israel con toda su familia, su computadora portátil y una serie de mapas e información detallada sobre el sistema de túneles de la organización terrorista Hamás.

 Según fuentes de la Franja de Gaza, el día de su desaparición fue a la casa de los padres de su esposa, dijo que debía hacer unos trámites y que regresaría a última hora de la tarde. Después fue con su familia hacia la frontera y se entregó a las fuerzas de seguridad de Israel. Según fuentes de Gaza, la Cruz Roja Internacional informó oficialmente a la familia que Baraka está en Israel.

Por otra parte, fuentes de Gaza informaron ayer que se oyó una gran explosión en el centro de la Franja, cerca de la valla fronteriza con Israel. Las fuentes dijeron que la Fuerza Aérea Israelí atacó la zona, y la oficina del portavoz de las FDI dijo solamente que “el ejército israelí llevó a cabo un ejercicio en la frontera de Gaza“. No se reportaron heridos en el incidente.

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2016/06/informe-en-gaza-funcionario-del-sistema.html
© estadodeisrael.com

Israel frustra contrabando bélico do Hamas disfarçado de carregamento de tecidos

Inspetores de segurança da Autoridade de Cruzamentos do Ministério da Defesa, em coordenação com a Agência de Segurança de Israel, frustraram esta semana uma tentativa em grande escala da organização terrorista Hamas de contrabandear materiais para melhorar as suas capacidades militares.

A operação de contrabando, que foi frustrada no cruzamento Tarqumiyah, localizado a noroeste de Hebron, estava disfarçada como um simples carregamento de tecidos e joias. No entanto, centenas de tubos de metal para fazer morteiros e mísseis foram descobertos, assim como dezenas de motores elétricos para serem utilizados na construção de um arsenal subterrâneo.

Os materiais seriam contrabandeados para Gaza, que é controlada pelo Hamas, através do cruzamento de Kerem Shalom, situado ao sul da Faixa de Gaza. Uma investigação está em andamento para identificar e localizar todos os envolvidos na operação de contrabando.

Fonte: TPS / Texto: Jonathan Benedek/ Tradução: Alessandra Franco / Foto: Cortesia

Hamas faz comício em apoio à intifada

Qualquer um que pensa em interferir na segurança de Gaza está “brincando com fogo”, advertiu ontem o vice-chefe da ala política do Hamas, Ismail Haniyeh.

Falando durante o festival “Nós somos a Intifada”, Haniyeh disse: “Nós não vamos permitir qualquer forma de transtorno de segurança.” “Não se enganem com a nossa paciência em Gaza; não podemos e não vamos aceitar para o nosso povo permanecer neste estado “.

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O Novo Método do Hamas de Envenenar as Mentes das Crianças Palestinas

por Khaled Abu Toameh

  • Os pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlado pelo Hamas na Faixa de Gaza, entram nas escolas e garantem, por meio do rito exorcista, que as crianças estejam arrependidas e fiéis ao Islã.
  • Estas são as crianças que mais tarde serão recrutadas como “combatentes” na jihad contra Israel e os “incrédulos”.
  • A câmera de vídeo da escola da Faixa de Gaza flagra os líderes palestinos abusando e usando de lavagem cerebral em seus próprios filhos.
  • Agora o processo de paz do Oriente Médio espera seu próprio exorcismo.

O Hamas passou anos envenenando corações e mentes das crianças palestinas. O movimento islamista está experimentando uma nova tática de lavagem cerebral: exorcismo.

A prática cuja finalmente é expurgar “demônios” que possam ter se infiltrado nas almas das crianças chocou muitos palestinos.

Esse novíssimo abuso infantil cometido pelo Hamas foi exibido em um vídeo vazado e posteriormente publicado nas redes sociais palestinas. A crueldade do procedimento causou alvoroço nos palestinos.

O vídeo mostra crianças histéricas ao lado de pregadores exorcistas pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas, na Faixa de Gaza. Esse rito humilhante e invasivo está sendo praticado na Escola Al-Nil School na Cidade de Gaza.

Três meninos choram ao passar pelo ritual exorcista na Escola Al-Nil na Cidade de Gaza, realizado por pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas.

Os pregadores pertencem a um grupo chamado Embarcação da Salvação Missionária. Eles entram nas escolas da Faixa de Gaza e garantem, por meio do rito exorcista, que as crianças estejam arrependidas e fiéis ao Islã.

O grupo é gerido pela Administração Geral para Pregação e Orientação do Ministério Wakf.

Filmes com enredo de thrillers vêm à mente à medida que o vídeo avança, lançando uma luz sobre a natureza da doutrinação religiosa executada pelo Hamas em alunos na Faixa de Gaza.

Ouve-se no vídeo um dos pregadores do Hamas declarar: “não viemos representar uma peça de teatro, viemos expulsar o diabo de corações e mentes e inserir nos corações a satisfação de Alá”.

O vídeo destaca adolescentes aterrorizados ajoelhando no pátio da escola, enquanto outros berram aos prantos. Enquanto isso os pregadores do Hamas, clamam aos berros nos microfones o grito de guerra islâmico: “Allahu Akbar! (Deus é grande)”. (“Alá é Grande!”).

O abuso de alunos cometido pelo Hamas não é nenhuma novidade e também nenhuma surpresa para aqueles que acompanham há algum tempo o movimento islamista em Gaza. Estas são as crianças que mais tarde serão recrutadas como “combatentes” na jihad (guerra santa) contra Israel e os “incrédulos”.

Desde a violenta tomada do poder na Faixa de Gaza em 2007, o Hamas vem usando crianças como escudos humanos e “soldados” na luta contra Israel. Crianças vestidas com uniformes militares, brandindo fuzis automáticos e facas, já se tornaram parte integrante dos desfiles militares e comícios do Hamas.

Flagradas pela câmera, crianças palestinas são educadas a odiarem todos aqueles que podem ser vistos como inimigos do Islã. É desta maneira que as novas gerações de palestinos são criadas, na glorificação de homens bomba e jihadistas.

Hanan Ashrawi, membro do Comitê Executivo da OLP expressou repulsa em relação ao vídeo, observando que os sermões dos pregadores estavam repletos de intimidação e atrocidades. Esse comportamento, segundo Ashrawi, demonstra a “natureza reacionária” do regime do Hamas na Faixa de Gaza, o qual terá um impacto negativo no desenvolvimento da sociedade e dos valores palestinos. Ashrawi também repudiou a prática como flagrante violação das convenções que protegem os direitos das crianças.

Até mesmo o grupo terrorista marxista Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP em inglês), se manifestou contra o vídeo. O grupo verbalizou sua indignação diante das “práticas desumanas” cometidas contra crianças, exigindo uma sindicância imediata em relação a esta forma de tortura e degradação mental. O grupo também fez um alerta contra a lavagem cerebral e doutrinação de crianças através da intolerância religiosa.

A câmera de vídeo da escola da Faixa de Gaza flagra os líderes palestinos abusando e usando de lavagem cerebral em seus próprios filhos.

A câmera também grava a marcha da sociedade palestina a favor do endossamento das táticas e da ideologia do Islã radical e de grupos como o ISIS e a Al-Qaeda. Agora o processo de paz do Oriente Médio espera seu próprio exorcismo.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado radicado em Jerusalém.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7908/palestinos-criancas-tortura

Palestina: están erradicando la herencia cristiana

por Khaled Abu Toameh

Los cristianos palestinos se han rebelado por la destrucción de las ruinas de una antigua iglesia bizantina recientemente descubierta en la ciudad de Gaza. Su protesta, sin embargo, no logró llamar la atención de la comunidad internacional, especialmente de agencias de Naciones Unidas como la Unesco, cuya misión es preservar el patrimonio cultural y natural de la humanidad.

Las ruinas de la iglesia, de 1.800 años de antigüedad, fueron descubiertas en la Plaza de Palestina del barrio Al Daraj de la ciudad de Gaza, y Hamás prevé levantar allí un centro comercial. El extraordinario descubrimiento no pareció impresionar a los obreros de la construcción, que retiraron los restos arqueológicos y siguieron trabajando en el lugar.

Increíblemente, se utilizaron excavadoras para destruir algunos de los objetos, lo cual fue duramente criticado por los cristianos, algunos de los cuales acusaron de inmediato a Hamás y a la Autoridad Palestina (AP) de copiar las tácticas del ISIS en la demolición de lugares históricos.

Para los cristianos palestinos, la destrucción de esas ruinas supone el enésimo intento de los líderes musulmanes de erradicar la historia cristiana y cualquier vestigio de presencia cristiana en los territorios palestinos.

Hamás ha destruido las ruinas de un templo bizantino de 1.800 años de antigüedad recientemente descubierto en la ciudad de Gaza.

Las acusaciones reflejan el resentimiento de los cristianos palestinos hacia sus líderes en la Margen Occidental y la Franja de Gaza. Así como la creciente sensación de marginación y persecución que tienen muchos cristianos bajo la AP y Hamás.

Los cristianos palestinos también expresan su decepción por la falta de interés que la comunidad internacional, incluidos el Vaticano y las comunidades cristianas de todo el mundo, ha mostrado por el caso, que ellos consideran un ataque a su patrimonio y a sus lugares sagrados.

Hamás afirma que carece de recursos para preservar el lugar. Dicen que harían falta millones de dólares y cientos de trabajadores en un momento en que el movimiento islamista afronta a una crisis financiera debida al bloqueo que pesa sobre la Franja. La AP, por su parte, mantiene que, como no controla Gaza, no puede gestionar la cuestión de la destrucción de las antigüedades. Aun así, sus líderes en la Margen Occidental no han condenado públicamente la demolición. Se trata de la misma AP que promueve la intifada de los apuñalamientos y atropellos contra los judíos que profanan la mezquita de Al Aqsa de Jerusalén por visitar el Monte del Templo bajo protección policial.

Para la Autoridad Palestina, las visitas de los judíos al Monte del Templo son mucho más peligrosas que la demolición de lugares cristianos en Gaza. En lugar de denunciar los actos de Hamás, la agencia oficial de noticias de la AP, Wafa, publicó un reportaje en el que arqueólogos e historiadores palestinos manifestaban su indignación por la destrucción del lugar cristiano.

Uno de los líderes de la comunidad cristiana en la Margen Occidental, el padre Ibrahim Nairuz, escribió una airada carta al primer ministro de la AP, Rami Hamdalá, quejándose de la deliberada mala gestión de las ruinas de la iglesia gazatí. En ella el padre Nairuz se preguntaba: “¿Habrían tratado el problema de la misma manera si las ruinas hubiesen correspondido a una mezquita o a una sinagoga?”. También anunció su decisión de boicotear la visita del primer ministro palestino a Belén y Hebrón en protesta por lo sucedido.

La protesta del padre Nairuz fue secundada por muchos palestinos cristianos –y algunos musulmanes– indignados que expresaron su repugnancia por la demolición. Sami Jalil, cristiano de la ciudad de Nablus, en la Margen Occidental, escribió:

Creo que el silencio da paso a la connivencia. Pero la pregunta es: ¿dónde están los artistas para preservar nuestro patrimonio cristiano? ¿Dónde están los jefes de la iglesia de Jerusalén y del mundo? ¿Dónde están los arzobispos? ¿Dónde están el Vaticano y la Unesco? ¿Dónde están los líderes y políticos que hablan sin parar de la unidad nacional y de la preservación de los lugares sagrados? ¿O es que es una conspiración colectiva para acabar con nuestra existencia y nuestra historia en Oriente?

Otro cristiano, Anton Kamil Naser, comentó: “Sea una iglesia u otra cosa, se trata de una forma de terrorismo intelectual y de retraso mental”. Abdulah Kamal, trabajador de la Universidad Al Quds de Jerusalén, dijo: “Por desgracia, el silencio ante la destrucción de este lugar histórico en nuestro país equivale a un crimen”. Una cristiana de Jerusalén Este declaró: “Debería darnos vergüenza. Si hubiera ocurrido bajo dominio judío, habrían convertido el lugar en un museo”.

Ciertamente, la cosas no van bien para la minoría cristiana en los dominios de la Autoridad Palestina y Hamás. No es ningún secreto que hay un creciente número de cristianos de la Margen y de Gaza que se sienten constantemente señalados por la una y la otra por el hecho de ser cristianos. La destrucción de la antigua iglesia bizantina de Gaza es sólo un ejemplo de la falta de respeto con que la AP y Hamás tratan a sus cristianos.

En otro incidente que ha indignado a los cristianos, la policía de la AP detuvo la semana pasada a un destacado empresario cristiano de Belén, Raya Elías Freij, de 60 años. La AP sostiene que Freij fue detenido por amenazar a un comerciante local, acusación que él, su familia y muchos otros cristianos niegan rotundamente. El pasado fin de semana, varios cristianos protagonizaron una protesta en la plaza Manger de Belén para exigir la liberación de Freij, y acusaron a la AP de discriminación religiosa.

Los apuros de los cristianos palestinos no interesan a la comunidad internacional. Esto es así porque no se puede echar la culpa a Israel. Si persiste la actual política contra los cristianos, llegará el día en que no quedará ninguno en Belén, y los peregrinos que visiten la ciudad tendrán que llevarse a su propio sacerdote para que dirija las oraciones.

http://es.gatestoneinstitute.org/7864/palestina-cristianos-historia

UN chief Ban ‘alarmed’ over Hamas vow to rebuild Gaza tunnels

In a statement delivered by his spokesperson, United Nations Secretary-General Ban Ki-moon said on Saturday that he was “alarmed” by the recent statements from the Hamas leadership in Gaza stating their intention to continue building tunnels and firing rockets at Israel.

“Such statements and actions put at risk reconstruction, humanitarian and development efforts by the international community and Palestinian and Israeli authorities,” Ban said. “They also do a serious disservice to the long-suffering people of Gaza.”

The secretary-general added that “after three major conflicts in the past seven years, people in Gaza and the people of southern Israel deserve a chance for peace and development.”

He also reiterated that he condemns terrorism “in all its manifestations” and added that every effort must be made to improve the living conditions of the people of Gaza.

During a funeral for seven Palestinian Hamas operatives who were killed when a tunnel they were digging had collapsed on them earlier this week, senior official Ismail Haniyeh vowed on Friday that the Islamist organization will continue in building its network of underground passages.

“The Hamas military wing will continue with its preparations both underground and above ground,” the former prime minister of the Hamas-ruled Gaza Strip said. “On land and at sea, we will not stop until the liberation of the holy places [in Jerusalem].”

Hamas announced on Thursday that seven members of its military wing, Izzadin Kassam, were killed when a tunnel collapsed.

The announcement came 24 hours after Hamas said that it had lost contact with 11 who were working inside a tunnel.

The seven men were identified as Thabet al-Rifi, Ghazwan al-Shobaki, Izzadin Kassam, Mahmoud Bassal, Jaafar Hamadeh, Nidal Odeh and Wassim Hassuneh.

Hamas said that another four of its men survived the tunnel collapse.

A statement released by Izzadin Kassam in the Gaza Strip said that one of its units was carrying out reconstruction work at the tunnel east of Gaza City when it collapsed on Tuesday night as a result of the weather conditions.

The statement said that the seven men had “participated in heroic and qualitative operations” during the last war with Israel. It said that Hamas would not have been able to inflict pain on Israel were it not for the men involved in digging the tunnels.

Following the incident, Hamas officials issued instructions to Palestinian journalists in the Gaza Strip warning them against publishing details about the identity of the men working in the tunnels or the groups they belong to.

The officials also criticized the rival Fatah faction for mocking the smuggling tunnels.

Fatah-affiliated websites reacted to the collapse by denouncing Hamas leaders as “merchants of war who know nothing about life other than burying their youths in the sand.”

Hamas officials said that they were “proud that hundreds of our men are working quietly to prepare for defending and protecting our people over and under the ground.”

“The Gaza Strip has built twice the number of resistance tunnels that were built in Vietnam, a subject which is studied in military schools,” Haniyeh said on Friday. “The military wing has built tunnels around Gaza in order to defend it and to liberate the al-Aksa mosque and the holy places.”

Haniyeh said on Friday that Hamas would also continue its efforts to perfect rocket and missile fire.

“In eastern Gaza, heroes are digging tunnels underground, and in western Gaza heroes above ground are conducting test launches of rockets,” Haniyeh said.

Haniyeh said that the armed factions in Gaza are preparing for the next round of fighting with Israel.

“The military wing and the other resistance groups continue with their preparations as part of their obligation both above ground and underneath,” he said. “Today, Gaza bids farewell to martyrs of the preparation who worked underground along the path to liberation.”

Haniyeh said that the participation of thousands at the funerals of the seven men served as a referendum on the Islamist group, which he claimed has managed to successfully cope with the Israeli siege on the territory.

“Hamas has managed to overcome its weaknesses thanks to will and determination,” he said. “We will continue to conduct our preparations, and nobody will stop us.”

Khaled Abu Toameh contributed to this report.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/UN-chief-Ban-alarmed-over-Hamas-vow-to-rebuild-Gaza-tunnels-443298

Palestinos: Viés e Ignorância da Mídia Ocidental

  • Jornalistas estrangeiros que fazem suas coberturas a partir de Jerusalém e Tel Aviv têm se recusado, por anos a fio, a expor a corrupção financeira e as violações dos direitos humanos tão comuns nos regimes da Autoridade Palestina (AP) e do Hamas. O “sofrimento” palestino e o “mal” da “ocupação” israelense são os únicos tópicos admissíveis.
  • Outro colega radicado em Ramala verbalizou que há alguns anos foi contatado por um correspondente novato para que intermediasse uma entrevista com Yasser Arafat. Só que naquela época Arafat já estava morto há vários anos. Recém formado na escola de jornalismo e desinformado sobre o Oriente Médio, o jornalista, ao que tudo indica, foi considerado pelos editores um ótimo candidato para cobrir o conflito israelense-palestino.
  • Repórteres ocidentais fariam um bem a si próprios se não esquecessem que o jornalismo nessa região não gira em torno de ser pró-Israel ou pró-palestino. Melhor dizendo, ele gira em torno de ser “pró” verdade, mesmo que a verdade contradiga o que eles prefeririam acreditar.

Recentemente dois jornalistas pediram para que fossem escoltados até a Faixa de Gaza para entrevistarem colonos judeus que lá residem.

Não, não é o começo de uma piada. Esses jornalistas se encontravam em Israel no final de 2015 e estavam falando sério.

Imagine o constrangimento deles ao serem informados que Israel tinha se retirado totalmente da Faixa de Gaza há dez anos.

Convenhamos que se faz necessário ter certa compaixão para com eles. Esses colegas estrangeiros eram novatos que desejavam causar sensação por estarem se dirigindo para um lugar “perigoso” como a Faixa de Gaza, para fazer uma reportagem sobre os “colonos” que lá residem. O pedido deles não causou nenhuma surpresa a ninguém, nem mesmo aos meus colegas locais.

Esses “jornalistas paraquedistas”, como são às vezes chamados, são soltos na região sem terem recebido o mínimo de informações sobre os fatos básicos do conflito israelense-palestino. Lamentavelmente, correspondentes dessa estirpe são a regra e não a exceção. Um repórter britânico, particularmente sem noção, vem à mente:

quando Israel assassinou o líder espiritual e fundador do Hamas Ahmed Yasmin em 2004, um jornal britânico despachou seu repórter investigativo para cobrir o caso. Para esse repórter, a região, bem como o Hamas eram terra virgem. Seus editores enviaram-no ao Oriente Médio, segundo ele, porque ninguém estava disposto a ir.

Muito bem, nosso herói fez a reportagem sobre o assassinato de Ahmed Yassin no bar do Hotel American Colony. O subtítulo da sua reportagem assinalava que ele se encontrava na Faixa de Gaza e que tinha entrevistado parentes do líder morto do Hamas.

Não é raro se sentir como um para-raios desse tipo de histórias. Outro colega radicado em Ramala verbalizou que há alguns anos foi contatado por um correspondente novato para que intermediasse uma entrevista com Yasser Arafat. Só que naquela época Arafat já estava morto há vários anos. Recém formado na escola de jornalismo e desinformado sobre o Oriente Médio, o jornalista, ao que tudo indica, foi considerado pelos editores um ótimo candidato para cobrir o conflito israelense-palestino.

Em três décadas cobrindo a mesma ladainha, fiquei bem familiarizado com esse tipo de jornalista. Eles pegam um avião, leem um ou dois artigos no Times e acham que estão aptos a se tornarem especialistas no que tange o conflito israelense-palestino.

Alguns até me garantiram que antes de 1948 havia aqui um estado palestino cuja capital era Jerusalém Oriental. A exemplo dos mal informados jovens colegas que desejavam entrevistar os não-existentes colonos judeus na Faixa de Gaza de 2015, eles ficaram um tanto surpresos ao saberem que antes de 1967 a Cisjordânia estava sob o controle da Jordânia e que a Faixa de Gaza era governada pelo Egito.

Há alguma diferença entre um cidadão árabe de Israel e um palestino da Cisjordânia ou da Faixa de Gaza? Meus colegas estrangeiros podem muito bem não serem capazes de saber se há ou não há. A carta magna do Hamas realmente preconiza que o movimento islâmico objetiva substituir Israel por um império islâmico? Se for este o caso, meus colegas de trabalho de diversos países, não terão condições de elucidar a sua dúvida.

Há alguns anos, uma memorável jornalista pediu para visitar a “destruída” cidade de Jenin, onde “milhares de palestinos foram massacrados por Israel em 2002”. Ela estava se referindo à operação das Forças de Defesa de Israel (IDF) no campo de refugiados em Jenin onde cerca de 60 palestinos, muitos deles milicianos e 23 soldados da IDF foram mortos em um combate.

Deixando a compaixão de lado, é difícil imaginar que na era da Internet ainda haja esse grau de desinformação e preguiça profissional.

Mas quando se trata de cobrir o conflito israelense-palestino, aparentemente a ignorância é a glória. Ideias equivocadas sobre o que acontece aqui assolam a mídia internacional. A dualidade da designação mocinho/bandido é o norte por aqui. Alguém tem que ser o mocinho (os palestinos foram incumbidos para esta tarefa) e alguém tem que ser o bandido (esta ficou para os israelenses). E tudo é refletido através deste prisma.

No entanto o buraco é mais embaixo. Muitos jornalistas ocidentais que cobrem o Oriente Médio não sentem a necessidade de disfarçar seu ódio contra Israel e contra os judeus. Mas em se tratando dos palestinos, esses jornalistas não veem mal nenhum. Jornalistas estrangeiros que fazem suas coberturas a partir de Jerusalém e Tel Aviv têm se recusado, por anos a fio, a expor a corrupção financeira e as violações dos direitos humanos tão comuns nos regimes da Autoridade Palestina (AP) e do Hamas. Eles provavelmente temem ser considerados “agentes sionistas” ou “propagandistas” de Israel.

Para completar há os jornalistas locais contratados pelos relatores ocidentais e veículos de mídia para auxiliarem na cobertura do conflito. Esses jornalistas podem se recusar a cooperar em qualquer história que possa ser considerada “antipalestina”. O “sofrimento” palestino e o “mal” da “ocupação” israelense são os únicos tópicos admissíveis. Os jornalistas ocidentais, por sua vez, estão propensos a não irritarem seus colegas palestinos: eles não querem ver seu acesso às fontes palestinas ser negado.

Portanto, não deveria causar nenhuma surpresa a indiferença da mídia internacional em face da atual onda de esfaqueamentos e atropelamentos intencionais contra os israelenses. Qualquer um teria imensa dificuldade em encontrar um jornalista ocidental ou órgão da mídia que se refira aos homicidas palestinos como “terroristas”. Na realidade, as manchetes internacionais, amiúde, demonstram muito mais comiseração com os algozes palestinos que são mortos no ato da agressão do que com os israelenses que são, antes da mais nada, primeiramente atacados.

Obviamente, o exposto acima não se aplica a todos os jornalistas. Alguns jornalistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Europa são bem informados e imparciais. Lamentavelmente, contudo, estes representam um grupo extremamente pequeno da grande mídia do Ocidente.

Repórteres ocidentais, especialmente aqueles que são “soltos de paraquedas” no Oriente Médio, fariam um bem a si próprios se não esquecessem que o jornalismo nessa região não gira em torno de ser pró-Israel ou pró-palestino. Melhor dizendo, ele gira em torno de ser “pró” verdade, mesmo que a verdade contradiga o que eles prefeririam acreditar.

por Khaled Abu Toameh

Tradução: Joseph Skilnik

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado radicado em Jerusalém.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7303/palestinos-midia-ocidental

Líderes palestinos prometem um ano novo de violência e morte

  • Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo a seu povo para se preparar para o aumento da violência e “resistência”, incluindo atentados suicidas contra israelenses.
  • O braço armado do Fatah aproveitou a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça: “Vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.
  • Palestinos mascarados em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer. Testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.
  • Hamas proibiu os moradores de Gaza de comemorar a véspera de Ano Novo, dizendo que tais festas são “violações dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas não quer jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes e cafés. Em vez disso, o Hamas quer que eles se juntem às suas fileiras, armados e vestidos com uniformes militares, se preparando para a jihad contra Israel.

Depois de não conseguir oferecer ao seu povo qualquer esperança para o futuro, o Fatah e o Hamas estão agora dizendo aos palestinos que eles devem esperar mais violência e derramamento de sangue em 2016.

Em mensagens separadas para os palestinos na véspera de Ano Novo, os dois partidos rivais palestinos se comprometeram a prosseguir, e mesmo intensificar, os ataques de “resistência” contra Israel. Escusado será dizer que as mensagens não fizeram qualquer referência a paz, a coexistência ou tolerância.

Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo ao seu povo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia para se prepararem para o aumento da violência e ataques de “resistência” contra Israel. Os dois partidos não têm nada a oferecer aos palestinos além de mais derramamento de sangue e desespero.

O Hamas, que está no poder na Faixa de Gaza há quase 10 anos, relatou estar mesmo se preparando para uma nova onda de atentados suicidas contra israelenses. A última vez que o Hamas lançou ataques suicidas em Israel foi durante a segunda intifada, 2000-2005, que provocaram danos e destruição aos palestinos.

Vários relatórios têm sugerido que o Hamas está agora a considerar a ativação de suas “células adormecidas” na Cisjordânia, em preparação para retomar os atentados suicidas contra israelenses. Hamas, de acordo com os relatórios, também está planejando atingir a segurança de Israel e figuras políticas.

Hussam Badran, um alto funcionário do Hamas na Faixa de Gaza, pintou um quadro sombrio do que aguarda os palestinos durante 2016. Em uma mensagem aos palestinos, Badran anunciou que a atual onda de terrorismo, que ele se referia como a “Intifada de Al-Quds”, aumentaria durante o próximo ano. Ele também sugeriu que o Hamas estava realmente considerando retomar os ataques suicidas contra israelenses: “O ano de 2016 vai testemunhar um desenvolvimento e agravamento da intifada e todas as formas de operações de resistência.”

Sua mensagem, como a de muitos funcionários do Hamas, não contém qualquer referência às duras condições de vida dos palestinos sob o domínio do Hamas na Faixa de Gaza. Quando Badran e outras autoridades do Hamas falam sobre o desfecho de “todas as formas de resistência” contra Israel, eles estão realmente se referindo a planos para lançar ataques suicidas e outros ataques terroristas contra israelenses.

A mensagem de Ano Novo Hamas do não oferece aos palestinos na Faixa de Gaza qualquer esperança de que seus líderes estão trabalhando para acabar com sua miséria e estado de desespero. Não há nenhuma promessa para ajudar a resolver o problema do desemprego ou da pobreza na Faixa de Gaza. Nem há qualquer promessa de ajudar a resolver a crise com o Egito, aquela que resultou no fechamento da fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito por mais de 2015.

Como se isso não bastasse, o Hamas na semana passada proibiu palestinos na Faixa de Gaza de comemorarem a véspera de Ano Novo. Oficiais de segurança do Hamas advertira aos proprietários de restaurantes e hotéis contra a realização de festas de Réveillon, dizendo que esta prática é “alheia às nossas tradições e valores e em violação dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas também justificou a proibição, argumentando que os palestinos na Faixa de Gaza devem mostrar solidariedade com os seus irmãos na Cisjordânia, que têm travado uma campanha de esfaqueamento e ataques com veículos contra israelenses desde o início de outubro.

Ao proibir as comemorações de Ano Novo, o Hamas está seguindo o exemplo de outros grupos terroristas islâmicos como o Estado islâmico, que denunciaram essas festas como “não-islâmicas.” Estes grupos consideram celebrações da véspera de Ano Novo como sendo parte da mesma cultura ocidental eles estão buscando substituir com o Islã extremista e lei da Sharia.

Hamas não pode tolerar cenas de júbilo e de palestinos comemorando a chegada de um novo ano. Ele não quer ver jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes, cafés e hotéis. Em vez disso, o Hamas quer jovens palestinos se juntem às suas fileiras e se preparem para a jihad contra Israel. Hamas prefere ver jovens palestinos vestidos em uniformes militares e armas que transportam. Ele quer que os jovens, em vez de celebrar e alegria, participem da escavação de túneis sob as fronteiras de Gaza com Israel e Egito.

Da mesma forma, a decisão da facção Fatah, do presidente Mahmoud Abbas na Cisjordânia, que esta semana comemorou o 51º aniversário de seu primeiro ataque armado contra Israel, está esperando que 2016 testemunhe mais violência. Várias autoridades e grupos ligados ao Fatah marcara o aniversário com promessas de intensificação da “resistência” contra os israelenses, e pediram aos palestinos para se juntar à “luta” contra Israel.

O braço armado do Fatah, os Mártires das Brigadas de al-Aqsa, aproveitaram a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça para lançar ataques terroristas contra israelenses. “Continuamos comprometidos com a opção de uma luta armada”, o grupo escreveu em um folheto distribuído na Cisjordânia. “Nós vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.

O presidente Mahmoud Abbas, que também é chefe do Fatah, também não tinha nada a oferecer ao seu povo na véspera de Ano Novo, que não mais mensagens de ódio e desafio em relação a Israel. Em uma mensagem ao seu povo, Abbas, mais uma vez justificou a atual onda de violência, dizendo que era o “resultado da continuação da ocupação e assentamentos, e a profanação de nossos locais sagrados”. Ele acrescentou: “Nosso povo não vai capitular, se entregar ou aceitar humilhação.”

Enquanto Abbas estava se dirigindo ao seu povo, mascarados palestinos em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer.Testemunhas disseram que os homens mascarados abriram fogo contra os restaurantes, salões e veículos, para evitar que os palestinos celebrassem. As testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.

Os líderes do Fatah e do Hamas têm mais uma vez demonstrado que eles não têm nada a oferecer aos palestinos que não seja a violência, destruição e morte. Esses líderes querem que o seu povo permaneça em  estado de espírito combatente, a fim de prosseguir na luta contra Israel. Como tal, o ano de 2016 não parece muito promissor para os palestinos sob a atual liderança do Fatah e Hamas.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado com sede em Jerusalém.

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