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Relato de forte explosão em base iraniana na Síria

Uma forte explosão foi ouvida no sábado numa área rural controlada pelo governo sírio ao sul de Aleppo, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos, asseverando que a causa da explosão seria desconhecida, assim como seu alvo.

A mídia libanesa noticiou que a explosão aconteceu num depósito de armas e a mídia síria relatou que seriam jatos israelenses bombardeando o local.

Outra versão é apresentada por parte da mídia árabe, ao informar  que um avião não identificado atingiu o depósito de armas perto de Aleppo. Contudo, o Hezbollah nega que a explosão teria sido em virtude de ataque aéreo, após as incursões em alvos do regime pelos EUA, Grã-Bretanha e França.

O depósito, considerado um dos maiores do país, está localizado no Monte Azzan, perto de Aleppo, e teria sido usado pelo grupo libanês Hezbollah, do Irã, e por outras milícias iranianas na Síria.

A rede Sky News informou que a explosão foi provavelmente causada por um ataque aéreo lançado por um jato não identificado, e ainda disse que a área tinha sido previamente evacuada por medo de um ataque norte-americano.

Mas o canal de notícias libanês al-Mayadeen, que tem laços estreitos com o Hezbollah, informou que o grupo terrorista libanês negou qualquer ataque militar e disse que houve algumas explosões controladas perto do local no início do dia.

O relato da explosão ocorreu menos de 24 horas depois que os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França lançaram uma série de ataques aéreos contra vários alvos militares pertencentes ao regime de Assad durante uma operação conjunta de sexta a sábado.

Soldados sírios inspecionam os destroços de um prédio descrito como parte do Complexo do Centro de Estudos e Pesquisas Científicas (SSRC) no distrito de Barzeh, ao norte de Damasco, durante uma turnê de imprensa organizada pelo Ministério da Informação da Síria, em 14 de abril de 2018. / LOUAI BESHARA)

Soldados sírios inspecionam os destroços de um prédio descrito como parte do Complexo do Centro de Estudos e Pesquisas Científicas (SSRC) no distrito de Barzeh, ao norte de Damasco. / LOUAI BESHARA)

Os alvos incluíam uma instalação de pesquisa científica perto de Damasco, uma instalação de armazenamento de armas químicas a oeste da cidade de Homs, e um terceiro local perto de Homs que continha um posto de comando e uma instalação de armazenamento de armas químicas, disseram os militares dos EUA.

As instalações atingidas teriam sido evacuadas nos últimos dias.

Com informações de Ynet News, Record e The Times of Israel

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Obama impediu investigações sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro do grupo terrorista Hezbollah

Investigação publicada nessa segunda-feira(18) revela que a administração Obama prejudicou importante campanha de aplicação da lei e permitiu ao grupo terrorista libanês Hezbollah que se  envolvesse em operações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro – inclusive nos Estados Unidos – objetivando garantir a continuidade do acordo nuclear com o Irã.

A primeira parte do relatório da investigação conduzida pela Revista Política discorre sobre os desdobramentos do Projeto Cassandra, que tratava de campanha de aplicação da lei lançado em 2008 pela Drug Enforcement Administration (DEA), tendo por objetivo atacar as atividades criminosas do grupo terrorista islâmico libanês. No entanto, segundo a Fox News, os funcionários da administração Obama lançaram uma série de obstáculos que impediam o projeto, e assim, ajudaram a organização terrorista anti-Israel a evoluir suas atividades para concretizar uma grande ameaça à segurança global que financia operações terroristas e militares.

David Asher, analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa que atuou na estruturação do Projeto Cassandra afirmou: “Essa foi uma decisão política. Ele destruíram em série todo esse esforço que foi teve excelente suporte e recursos, e foi feito de cima para baixo”.

O  relatório foi confeccionado embasado num trabalho de oito anos, onde os agentes que trabalhavam numa instalação secreta de DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes criminosas do grupo terrorista Hezbollah com a ajuda de 30 agências de segurança norte-americanas e estrangeiras. Os agentes seguiram as remessas de cocaína, rastrearam somas vultosas de dinheiro sujo e rastrearam o que eles acreditavam ser o círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores no Irã. Porém, quando a liderança do projeto buscou aprovação de investigações, processos, prisões e sanções financeiras importantes, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus requerimentos.

Os funcionários do governo também bloquearam ou minaram os esforços dos membros do Projeto Cassandra para perseguir outros agentes do alto escalão do Hezbollah, incluindo um apelidado de ‘The Ghost‘ – um dos maiores traficantes de cocaína do mundo, inclusive para os EUA, além de um importante fornecedor de armas convencionais e químicas para uso do presidente sírio, Bashar Assad, contra seu povo. Mas, os ex-funcionários da administração Obama negam as denúncias.

Asher, ainda disse: “quanto mais chegamos ao (acordo do Irã), mais essas atividades se afastaram. Tanto na capacidade, seja nas operações especiais, seja na aplicação da lei, seja nas designações (do Tesouro) – mesmo a capacidade, o pessoal atribuído a esta missão – foi drenado assiduamente, quase até a última gota, no fim da administração Obama “.

Com informações de Ynet News

Imagem: http://www.nowtheendbegins.com/iran-releases-hostages-after-receiving-apology-from-obama/

 

 

 

Cresce ameaça terrorista na América Latina: Grupo islâmico “Hezbollah” planejou atentados em larga escala no Chile, Bolívia e Peru

Por Amir Kater

            O brasileiro já está habituado a ouvir que há toda sorte de grupos radicais na América Latina e que há campos de treinamento desses grupos em determinados países, sendo que alguns deles são patrocinados por ouro nazista, como na Argentina, por exemplo. Contudo, as evidências consolidam o entendimento da ampliação das atividades terroristas na região, pois segundo informação do diário saudita Okaz, as forças de segurança sul-americanas invadiram um depósito da organização terrorista Hezbollah nos arredores da capital boliviana e impediram os planos de atacar a Bolívia, Chile e Peru[1], sendo apreendidos materiais que demonstravam capacidade para fazer uma bomba de 2,5 toneladas que seria utilizada num veículo também apreendido.  O local de armazenamento se encontrava em La Paz, onde em 2016, num voo da GOL, três australianos foram detidos com explosivos a caminho do Brasil[2]. Talvez, não haja conexão entre os fatos, mas os mesmos demonstram que a América Latina vem sofrendo o que há muito aconteceu na Europa enquanto as comunidades árabes muçulmanas iam se instalando.

         Não há motivo, também, para não pensar mais amplamente e inserir a Argentina – que já sofreu ataque em 1992 contra a AMIA[3], uma instituição judaica, deixando um grande número de mortos, incluindo crianças – bem como não se pode eximir de risco o Brasil[4], com sua tríplice fronteira apinhada de radicais islâmicos, que encontram na fácil passagem a condição de contrabandear toda espécie de objetos, incluso armas, como é bem sabido, além de poderem ter “o repouso do guerreiro” e o “sumiço” temporário de suas atividades junto aos seus grupos, células ou partidos.

            Grupos como o “Hezbollah” possuem vasta experiência na confecção de explosivos, mísseis com alcance superior a 300 quilômetros, tal qual  já visto sendo disparados contra Israel, inimigo histórico do grupo terrorista. Com isso, podemos começar a vislumbrar a real fragilidade dos países da América Latina, por vários motivos, como facilidade de entrada e saída de suas fronteiras, uma facilidade enorme em corromper agentes da lei, entes políticos, que independente de como sejam corrompidos, já estão alinhados com a agenda global de implementação da “imigração refujihadista” islâmica, que vem impondo seu sistema teo-político irascível e assassino para com os que não comungam de seus ideais, travestidos de “religião da paz”.

            Ainda na seara dos explosivos, se percebe que os mecanismos, materiais e outros insumos poderiam levar a cabo a confecção de um artefato explosivo que poderia chegar a pesar, 2,5 (duas e meia) toneladas, além de um veículo, tipo mini-van, que estava sendo preparado para receber artefatos explosivos.

            Chama a atenção o fato que a operação ocorre logo após a divulgação de um relatório do jornal do Kuwait que cita o comandante adjunto da Guarda Revolucionária Iraniana como sendo o responsável pelos armamentos e plantas que estavam em posse dos integrantes do “Hezbollah” no Líbano, onde hoje estão fortemente estabelecidos. Percebemos, mais uma vez, que o Irã aparece como fomentador de ataques terroristas, direta ou indiretamente, o que, por sinal, já é desde sempre uma prática desse país.

            “ De acordo com o relatório traduzido e distribuído pelos pesquisadores do MEMRI, fábricas que o Irã estabeleceu recentemente no Líbano estão a uma profundidade de mais de 50 metros e são protegidas contra bombardeios. Os mísseis são fabricados em diferentes alas das fábricas e, finalmente, são montados em uma unidade.” É o que consta de uma das partes da matéria assinada por Mordechai Sones (Israel National News | Traduce: © estadodeisrael.com)

              Há denúncia, ainda, da época em que Israel destruiu uma fábrica de armas no Sudão, tal instalação fabricante de armas pertencente ao Irã, que por sua vez, forneceu armas ao “Hezbollah” com o apoio da Síria, que permite ser usada como intermediária, e que acaba por facilitar o desenvolvimento por parte dos guardas revolucionários de ações para construção de fábrica de armas no Líbano.

              Sabido, mais do que informado é que alguns peritos foram levados à Universidades de Teerã, para o desenvolvimento de fábricas de todo tipo de armamento, sempre subterrâneas, com grande profundidade abaixo do solo para maior dificuldade de detecção, assim como fizeram com algumas prisões.

“Estas plantas foram construídas a uma profundidade de mais de 50 metros e acima destes, existem diferentes camadas de diferentes tipos de barricadas que os aviões israelenses não são capazes de atingi-las.  Além disso, os mísseis não são fabricados numa instalação, mas em algumas partes em várias plantas e finalmente reunidos em uma única unidade. “

            Essas fábricas foram gradativamente transferidas para o controle do grupo terrorista “Hezbollah”, e, atualmente, estão sob supervisão e funcionamento integral a mando e controle do mesmo grupo.

      Percebe-se todas as condições necessárias para criar artefatos dos mais variados e mísseis que poderiam cobrir grandes distâncias, como mencionado no início deste, de vários tipos como: mísseis terra-terra, mísseis terra-mar, bombas de luz, barcos lançadores de torpedos, além de UAVs por espionagem e armas mísseis, porta-aviões, mísseis anti-tanque e barcos blindados.

          O material encontrado poderia atender a demanda de até cinco grandes atentados. Entretanto, cabe salientar que a cooperação entre jornalistas, órgão de segurança e outras instituições têm conseguido grande êxito em impedir que se lancem ataques contra entes públicos, aeroportos e pontos turísticos.

         Não obstante, temos que tomar mais atenção à política externa, em realidade, a política mundial das esquerdas, que se alinham em prol da islamização do globo, ou boa parte dele. Podemos, no Brasil, começar analisando pelo desarmamento da população, as políticas de gênero, a deturpação escolar quanto a questões como sexo, agenda de de doutrinação política, com pessoas como Deborah Duprat, Procuradora Federal, que disse abertamente: “…nossas crianças não pertencem aos pais, mas sim ao estado…”(sic), basicamente, numa política hitleriana, que se alinha como muito sabemos  a algumas das práticas islâmicas com relação à doutrinação dos professantes “infiéis” doutras visões religiosas ou teo-políticas.

        Cabe o aviso: Hoje todo cuidado é pouco, ainda mais em países com baixa atenção à segurança nacional, às suas fronteiras, com uma população idiotizada por discursos populistas e distribuição de recursos pífios que só maquiam a realidade do que se engendra na calada da noite, com projetos, políticas, desvios e envio de valores para grupos terroristas, alinhamento com países que fomentam o terror em favor da instalação dum governo único, e sob o poder da cimitarra dos senhores da espada.

Fonte da Imagem: Brasil Soberano e Livre

[1] http://www.radioworld.com.sv/grupo-terrorista-hezbollah-en-sudamerica-desbaratan-atentados-masivos-en-bolivia-chile-y-peru/

[2]http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/australianos-sao-impedidos-na-bolivia-de-viajar-com-dinamite-para-o-brasil.html

[3] https://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2006/10/25/ult1807u31822.jhtm

[4] http://veja.abril.com.br/mundo/investigacao-de-atentado-na-argentina-aponta-ramificacoes-de-rede-terrorista-no-brasil/

Irán difunde vídeo en el que Jerusalém es destruida por Hezbollah

Un spot realizado por una organización vinculada a la Guardia Revolucionaria del régimen teocrático muestra a combatientes persas, de Hezbollah y Hamas, listos para conquistar la ciudad santa.

Irán continúa su campaña por la destrucción total de Israel. Un video publicado por un sitio iraní muestra a soldados persas de pie sobre una colina mirando hacia Jerusalén, previo a su conquista.

El clip animado comienza mostrando a cuatro combatientes con las caras cubiertas, atándose sus botas y preparando el armamento. Los soldados llevan insignias de la Guardia Revolucionaria iraní y de los grupos terroristas Hamas (Palestina) y Hezbollah (Líbano).

En la escena en la que aparecen los combatientes sobre la colina, de fondo brilla la emblemática mezquita Al Aqsa, que forma parte del complejo religioso de la explanada de las mezquitas de Jerusalén.

Seguido aparece un primer texto con la leyenda: “Los jóvenes verán el día que ocurrirá”, en referencia a la destrucción de Israel a manos de los musulmanes. Sobre el final del video, una nueva línea de texto destaca la intención iraní de que Israel “sea borrado de los anales de la historia”.
Fuente: InfoBae

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2015/08/iran-difunde-video-en-el-que-jerusalem.html
© estadodeisrael.com

Could Saudi pressure tip Lebanon’s political balance?

The Saudis have long had an indulgent attitude toward Lebanon, helping mediate between militias during the civil war years three decades ago, pumping in money and investments to bolster Beirut’s teetering economy, and spending lavish vacation time in the mountains and on the beaches of this tiny Mediterranean country.

Its motives were partly Saudi munificence but also – as the cold war between Saudi Arabia and Iran has grown hotter – a regional strategy to keep Lebanon within its ranks.

But lately Saudi Arabia has embarked on a new tougher policy toward Lebanon that has dragged the country against its will into the heart of the bitter regional rivalry between the desert kingdom and the Islamic Republic.

In the past two weeks, Saudi Arabia has suspended a military assistance program to the Lebanese Army that was worth more than $3 billion, slapped travel advisories against its citizens visiting the country, closed a Saudi bank operating in Lebanon, and expelled a number of Lebanese working in the kingdom.

The Saudis and other members of the six-nation Gulf Cooperation Council formally declared Lebanon’s Hezbollah, the militant Iran-backed Shiite organization, a terrorist group on Wednesday. Bahrain and Yemen have recently accused Iran and Hezbollah of setting up “terrorist” cells in their countries.

“The Saudis have lost patience with Lebanon and [Riyadh’s Lebanese Sunni] allies. They have been giving Lebanon all this support for years but got nothing in return,” says a prominent Lebanese businessman who recently visited Riyadh and met with top Saudi officials. “Hezbollah still dominates everything in Lebanon.”

For Lebanon, a difficult balance

Saudi ire toward Lebanon was inflamed in January when Gibran Bassil, the Lebanese foreign minister, refused to endorse an Arab League declaration accusing Hezbollah of interference in Arab countries. Even Arab allies of Iran, such as Iraq, backed the statement. Mr. Bassil is a member of a political coalition led by Hezbollah, and his decision was broadly condemned by his Saudi-backed opponents in Beirut.

Still, Saudi Arabia and its Sunni Gulf allies have put the Lebanese government in a quandary. Hezbollah is the strongest political entity in Lebanon, with a potent parliamentary presence and seats in the government. The Shiite party fields a powerful army that is embroiled in the bloody battlefields of Syria to aid its ally, President Bashar al-Assad.

Lebanon traditionally follows a policy of neutrality in the region’s squabbles and seeks to remain within the Arab consensus to avoid aggravating sectarian divisions within its own society. In the past, Saudi Arabia has understood Lebanon’s sectarian frailties and lavished financial support on its allies here as a bulwark against Hezbollah’s rising power and the growing influence of Iran.

But now the Saudis have changed tack, tiring of the inaction of its allies and apparently forcing Lebanon to make the impossible choice of either siding with the rest of the Arab world or with Iran. That has left many Lebanese politicians, especially Saudi Arabia’s allies, tying themselves in knots to try and find a way of appeasing Riyadh while not forcing Hezbollah’s hand and risking a showdown in Lebanon.

“We are witnessing a difficult and dangerous period. We have to be patient, behave in a rational way, and look at what is going on around us in Iraq and Syria,” says Saad Hariri, a former Lebanese prime minister and close Saudi ally who heads the mainly Sunni Future Movement.

Opportunity for Iran?

Hezbollah, meanwhile, has voiced defiance toward the Saudi moves. Sheikh Hassan Nasrallah, Hezbollah’s leader, said in a speech Tuesday that the Saudi suspension of the military aid package marked a “new phase of political conflict” between his party and the oil-rich Sunni kingdom.

Nasrallah has been an outspoken critic of the year-long Saudi war against Shiite Houthi rebels in Yemen and recently has been spotlighting the emerging contacts between Saudi Arabia and Israel, a highly sensitive subject.

“When you do that, you are basically taking aim at Saudi credentials for leadership of the Sunni world.… That’s what has really annoyed the Saudis,” says Ali Rizk, a Lebanese political analyst with Iran’s English-language Press TV.

It remains unclear what long-term impact the Saudi measures will have on a country that is experiencing zero percent growth, that has lacked a president for nearly two years, has a weak and divided government, suffers from an enduring crisis over garbage disposal, and is hosting more than a million Syrian refugees.

Some opponents of Hezbollah fear that Saudi Arabia’s abandoning of Lebanon will simply open the door for greater Iranian influence. Lebanon’s pro-Hezbollah Al-Akhbar newspaper reported Monday that Iran was willing to invest $10 billion in Lebanon to bolster the Lebanese Army and promote water and electricity infrastructure projects.

Blessing in disguise?

Sunni allies of Riyadh voice confidence that the spat will blow over. And Riad Salameh, the governor of the Lebanese central bank, has sought to assure a nervous business community that there are no signs Saudi Arabia is planning to withdraw its banking deposits from Lebanon.

As for the Lebanese Army, which stood to gain from the planned purchase of more than $3 billion of mainly French military hardware, the suspension of the Saudi package may not be as serious as initially thought. The deal, which was signed in 2014, was intended to bolster the Lebanese Army’s capabilities as it defends an area of northeast Lebanon where hundreds of militants belonging to the extremist Islamic State (IS) group and Jabhat al-Nusra, Al Qaeda’s Syrian affiliate, are holed up in mountains.

Many Lebanese politicians have publicly lamented the suspension of the arms package, and the French government is attempting to persuade Saudi Arabia to open up its wallet again. But others are saying that the failure of the deal was a blessing in disguise given that much of the equipment due to be delivered, which included helicopters, coastal patrol vessels, artillery guns, and vehicles, was unnecessary and would be costly to maintain.

“In the war against ISIS, we don’t need three 56-meter boats and we don’t need medium-lift helicopters that cost $7,000 an hour to run when we already have nine but only fly three,” says a Lebanese politician familiar with the deal.

http://www.csmonitor.com/World/Middle-East/2016/0303/Could-Saudi-pressure-tip-Lebanon-s-political-balance

 

Países do Golfo declaram Hezbollah um grupo terrorista

O bloco de seis países árabes do Golfo Pérsico liderado pela Arábia Saudita declarou nesta quarta-feira o Hezbollah uma organização terrorista. O anúncio eleva a pressão sobre o grupo militante libanês, que luta na Síria ao lado do presidente Bashar al-Assad.

A decisão do Conselho de Cooperação do Golfo é tomada menos de duas semanas após a Arábia Saudita anunciar o corte de US$ 4 bilhões em ajuda para as forças de segurança libanesas. O reino e outros Estados do Golfo recomendaram que seus cidadãos deixem o Líbano, em um revés para a indústria do turismo no país.

Um comunicado do secretário-geral do conselho, Abdullatif al-Zayani disse que o bloco decidiu implementar a designação de terrorista por causa dos atos hostis do Hezbollah contra integrantes do grupo. A autoridade disse que a designação vale para o grupo militante, bem como para seus líderes, suas facções e seus afiliados.

Al-Zayani acusou o Hezbollah de buscar novos integrantes dentro dos países do Golfo. Também disse que o grupo incita a desordem e a violência.

O Conselho de Cooperação do Golfo é formado por Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Catar, Bahrein e Omã.

O movimento xiita do Hezbollah possui tanto um braço político quanto um militar. O Líbano sofreu uma série de ataques militantes nos últimos anos ligados à guerra na vizinha Síria.

Os EUA já consideram o Hezbollah um grupo terrorista. A União Europeia, por sua vez, lista apenas o braço militar do grupo como uma organização terrorista.

A decisão anunciada nesta quarta-feira pelos países do Golfo reflete as maiores divisões regionais entre a Arábia Saudita, sunita, e o Irã xiita, que apoia o Hezbollah. Fonte: Associated Press.

http://www.dgabc.com.br/%28X%281%29S%28iokzahtujk5ywv51icfmigiz%29%29/Noticia/1810936/paises-do-golfo-declaram-hezbollah-um-grupo-terrorista

Bahrein detém ‘célula terrorista’ ligada ao Irã

Autoridades do Bahrein prenderam na quarta-feira uma “célula terrorista” supostamente ligada à Guarda Revolucionária do Irã e do grupo libanês Hezbollah, relatou Al Arabiya News Channel.

De acordo com o relatório, o Ministério do Interior deteve seis pessoas, acrescentando que um dos membros haviam fugido para o Irã. A célula foi liderada pelos irmãos Ali Fakhrawi e Mohamed Fakhrawi, acrescentou o relatório.

Os irmãos são membros de um grupo identificado pela agência de notícias oficial do Bahrein como “Quroob al-Basta”, que está ligada à “rede terrorista que realizou” um ataque de 28 de julho em 2015, disse um comunicado.

Ali Fakharawi tinha viajado para o Irã em 2011, onde ele supostamente teria organizado para “apoio logístico e financeiro” a rede no Bahrein, acrescenta o comunicado.

Isto vem dias após Manama expulsar o enviado iraniano na sequência do ataque à embaixada saudita e consulado no Irã.Os ataques aconteceram após a execução da Arábia Saudita, do clérigo xiita Nimr al-Nimr que estava entre 47 terroristas condenados.

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2016/01/06/Bahrain-detains-terrorist-cell-linked-to-Iran-.html

Arábia Saudita executa líder xiita acusado de terrorismo

47 envolvidos em ataques da Al Qaeda foram mortos.
Dentre mortos está líder xiita Nimr al-Nimrits; Irã fez alerta contra execução.

A Arábia Saudita executou neste sábado (2) 47 pessoas condenadas por “terrorismo”, incluindo jihadistas sunitas da Al-Qaeda e o clérigo xiita Nimr Baqir al-Nimr, uma importante figura do movimento de contestação contra o regime, anunciou o ministério do Interior.

O Irã, potência xiita cujas relações com a Arábia Saudita são tensas, imediatamente reagiu às execuções, prometendo que Riad pagará “um preço alto” pela morte do xeque Nimr al-Nimr, segundo a France Presse.

“O governo saudita apoia movimentos terroristas e extremistas, e ao mesmo tempo utiliza a linguagem da repressão e a pena de morte contra seus opositores internos (…) pagará um preço alto por essas políticas”, declarou o porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Jaber Ansari.

O país também convocou um diplomata saudita para protestar contra a morte do clérigo, de acordo com a Reuters.

O grupo xiita libanês Hezbollah condenou a execução em declarações citadas pela TV oficial do Hezbollah al-Manar e pela Al Mayadeen TV. A “verdadeira razão” para a execução foi “que o xeique Nimr exigiu os direitos dissipados de um povo oprimido”, disse o grupo em um comunicado, aparentemente se referindo à minoria xiita da Arábia Saudita, de acordo com a Reuters.

O sobrinho do xeque, Ali al-Nimr, menor de idade no momento da sua detenção, não está entre os executados, que geralmente são decapitados com sabre.

Os condenados – 45 sauditas, um egípcio, um chadiano – foram executados em doze cidades do reino, indicou o ministério do Interior em um comunicado oficial.

Eles haviam sido condenados, segundo as autoridades, por diferentes casos, incluindo por ter aderido a ideologia radical “takfiri” (termo geralmente utilizado para se referir a grupos radicais sunitas), por juntar-se a “organizações terroristas” ou ter participado de “conspiração criminosa”.

O xeque Nimr al-Nimr, de 56 anos, crítico ferrenho da dinastia sunita Al-Saud, foi um dos líderes de um movimento de contestação que eclodiu em 2011 no leste da Arábia Saudita, cuja população é majoritariamente xiita.

Esta comunidade, que está concentrada na Província Oriental, queixa-se de ser marginalizada neste país predominantemente sunita.

A execução do xeque poderia provocar fortes reações nesta região, segundo especialistas.

Para o irmão do líder religioso, Mohammed al-Nimr, “esta ação provocará a cólera dos jovens” xiitas na Arábia Saudita. “Espero que aja um movimento de contestação pacífico”, acrescentou.

Por sua vez, o ramo estudantil da milícia Bassidji, ligada aos Guardiães da Revolução, a unidade de elite das forças armadas iranianas, convocou uma manifestação no domingo em frente à embaixada saudita em Teerã.

O xeque Nimr tinha sido condenado à morte em outubro de 2014 por “motim”, “desobediência ao soberano” e “porte de armas” por um tribunal de Riad especializado em casos de terrorismo.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/01/arabia-saudita-executa-47-pessoas-acusadas-de-terrorismo.html

Relatório do Congresso americano: Irã gasta bilhões para fomentar Terror Global

O serviço de investigação do Congresso detalha o dinheiro gasto pelo Irã para apoio a organizações terroristas no Oriente Médio.

Respondendo a um pedido do senador Mark Kirk (R-IL), o Serviço de Pesquisa do Congresso elaborou um relatório detalhando o dinheiro gasto pelo Irã no apoio a organizações terroristas no Oriente Médio.

O relatório, obtido pelo Washington Free Beacon, delineou os gastos maciços por parte do regime iraniano ao Hezbollah no Líbano, as milícias xiitas da Síria e do Iraque, o governo Assad, os rebeldes Houthi no Iêmen e o Hamas na Faixa de Gaza, bem como o próprio programa militar iraniano.

Estas despesas só vão aumentar com o lançamento previsto de US $ 150 bilhões de alívio nas sanções devido ao acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais.

Gastos Militares Iranianos

Embora em Maio de 2015, o presidente dos EUA, Barack Obama tenha informado que o orçamento militar do Irã era ” de 15 bilhões comparado a US $ 150 bilhões para os Estados do Golfo,” a Press TV, um meio de comunicação iraniano, informou, em março o parlamento iraniano tinha aprovado um orçamento de 300 bilhões para os militares em 2015.

Os nomes relatam a Força Quds do Corpo de Guardas Revolucionários Iranianos ‘como o veículo principal que leva a cabo o terrorismo para o regime, citando um estudo que afirma que o financiamento real para a força é “muito maior” do que o montante atribuído a ele no orçamento oficial ” como os fundos do grupo são complementadas pelas suas próprias atividades econômicas”.

Governo Assad

O Irã fornece uma estimativa de 6 a 20 bilhões por ano em ajuda para o regime de Assad na Síria. Uma fonte estimou em 2013, que o Irã estava doando US $ 600-700 milhões por mês para a Síria, enquanto outra diz que a quantidade, desde então, duplicou. Os fundos das milícias, armas e treinamento militar, bem como a compra de petróleo são subsidiados do Irã e de outras commodities.

Apesar de o Irã afirmar que o dinheiro está bloqueado por causa das sanções internacionais, em julho passado, o Irã estendeu $ 1 bilhão em crédito financeiro adicional para o regime sírio.

Milícias xiitas na Síria

O Irã oferece treinamento para milícias xiitas iraquianas, que estão lutando para o regime de Assad na Síria. Estima-se que de 5.000 a 10.000 iraquianos xiitas estão nessas forças que combatem ao lado do Hezbollah e outras facções, fazem emboscadas, estabelecem postos de controle e fornecem suporte para a infantaria blindada síria. O Irã também recruta combatentes para o regime de Assad do Afeganistão e de dentro da própria Síria. O Irã paga a cada lutador cerca de US $ 500 a 1.000 por mês.

Milícias xiitas no Iraque

Um clérigo iraniano citado no relatório do Congresso estima que o Irã gastou mais de US $ 1 bilhão em ajuda militar ao Iraque desde que o Estado Islâmico varreu o país e capturou grandes porções do território no verão passado.

Os fundos das milícias iranianas no Iraque são esses que lutaram contra os Estados Unidos entre 2003 e 2011. Autoridades de inteligência iraquianas dizem que apenas uma dessas milícias, As’aib Ahl Al Haq (Liga dos Justos), recebe entre $ 1,5 e US $ 2 milhões por mês do Irã.

Um relatório publicado pela Amnnesty Internacional em 2014 intitulado absoluta impunidade:  Regra da Milícia no Iraque documentou sequestros e o terríveis homicídios de homens sunitas por estes grupos paramilitares xiitas.

Hezbollah

O mais recente relatório do Departamento de Estado do País sobre Terrorismo (2014) afirma que Irã abasteceu o Hezbollah com “treinamento, armas e explosivos, bem como ajuda política, diplomática, monetária e organizacional.” O Departamento de Defesa estima que Teerã dá ao Hezbollah entre US $ 100-200 milhões em ajuda por ano.

Hamas

Em 2006, estimou-se que o Irã estava fornecendo ao Hamas US $ 20-25 milhões por mês para cobrir seu orçamento de governo, bem como forneceu as armas ao grupo terrorista com base em Gaza,  além de assistência técnica e treinamento militar.

Nos anos seguintes, foi relatado que o auxílio tinha sido cortado, enquanto, ao mesmo tempo, o Irã começou a enviar mais assistência a um grupo terrorista alternativo, palestino Jihad Islâmica.

A maioria dos relatos recentes da mídia dizem que o Irã retomou o seu apoio ao Hamas, fornecendo “dezenas de milhões de dólares” para os esforços militares do Hamas, incluindo a reconstrução de túneis destruídos na guerra Israel-Gaza 2014, a reposição de foguetes e os salários dos lutadores.

Rebeldes Houthi

Ao longo dos últimos anos, o Irã vem aumentando suas atividades no Iêmen. A República Islâmica está atualmente apoiando os rebeldes Houthis, que estão lutando contra o governo iemenita apoiado pela Arábia Saudita, proporcionando-lhes “dezenas de milhões de dólares.”

A entrada de US $ 150 bilhões de dólares como alívio das sanções devido ao acordo nuclear atual com potências do mundo, além de verbas acumuladas através de vastas relações comerciais com o Ocidente, fornecerá ao Irã mais forragem pra seus fãs atearem seus fogos terroristas em todo o mundo.

http://www.clarionproject.org/analysis/congressional-report-iran-spends-billions-foment-global-terror

Hezbollah Lauds Nuclear Deal as US Surrender, Victory for Iran and its Allies

The Hezbollah terror organization has welcomed the West’s nuclear deal with Iran as a game changer that will advance the Islamic agenda in the Middle East.

Hezbollah terrorists

The Hezbollah terror organization in Lebanon was overjoyed at the announcement of the signing of thenuclear deal between Iran and the P5+1 Powers, calling it “a huge victory” and “an historic turning point” that can shift the balance of power in the region and globally, MEMRI (Middle East Media Research Institute) reports.

The Lebanese daily Al-Akhbar, which is close to Hezbollah, a terror group supported by the Islamic Republic and considered its ally, celebrated “the surrender of the West” with a series of anti-American articles, devoting large sections of the newspaper to the nuclear agreement.

The front page featured the headline, “[Yes] We Can” – a play on the famous Obama campaign slogan – which the daily claimed was a motto of Ayatollah Ruhollah Khomeini, founder of the Islamic Republic, dating back to the 1960s, when he began his struggle against the Shah’s regime.

In an article titled “Death To America,” Ibrahim Al-Amin, head of the Al-Akhbar board of directors, called on the “oppressed Arab peoples” to learn a lesson from the “Iranian achievement” and to “work to remove Western and American hegemony worldwide.” The Arabs should understand that vanquishing the West, Israel and the Arab regimes hostile to “the resistance axis” is now possible, he wrote, adding that they “must act accordingly.”

“It is no longer difficult to be rid of the hegemonic world order; it is no longer impossible to topple the Zionist regime in Palestine; and it is no longer tough to topple what is left of the Arab regimes of ignorance and failure. What Iran has achieved vis-à-vis the West puts us back at square one, where we must raise our voices and shout at the top of our lungs a single slogan: ‘Death to America,’” Al-Amin concluded.

Other articles in the paper also stated that the nuclear agreement strengthened Iran and boosted its influence in the region. One even called on the Arabs to recognize the rise of “the era of Iran” in the region and the waning of the “black Saudi era.”

Iran and Hezbollah ‘Committed’ to Anti-Israel Agenda

The head of the Hezbollah political party in the Lebanese parliament, Muhammad Ra’d, discussing the nuclear agreement at a Hezbollah memorial service for terrorists, said that “Iran has started a new page [in the history] of the world with the agreement that it reached with the superpowers.”

The deal has changed “many equations and balances of power” and the world is “destined to change,” he stated. “The world now recognizes a force [i.e. Iran]…that, during 11 years of negotiations, not just over the past two, succeeded in humiliating the world’s ruling powers.”

Iran has become an international deal-making diplomatic force, he continued. “However, it will absolutely not recognize Israel, the entity that stole Jerusalem and Palestine, and no one can forget this. Iran has said this and is committed to it.”

Articles in the official Syrian press also called the agreement a major victory for the entire “resistance axis,” including Syria and Hezbollah, as well as a surrender by the US and the West and a crushing defeat for Arab countries, primarily Saudi Arabia.

By: United with Israel Staff

http://unitedwithisrael.org/hezbollah-lauds-nuclear-deal-as-us-surrender-victory-for-iran-and-its-allies/