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Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler

Por Andréa Fernandes

Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Fabeook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.

França abre os arquivos dos colaboradores do nazismo

Cidadãos e pesquisadores terão acesso aos documentos do regime colaboracionista do marechal Pétain.

“Sou a garantia da memória coletiva da Segunda Guerra Mundial”, declarou o presidente François Hollande, recém-empossado, em sua primeira visita ao museu histórico de Caen em 2012, como uma declaração de intenções. Mais de setenta anos depois do conflito, o Governo francês decidiu abrir ao público e pesquisadores o grosso dos arquivos relacionados à Segunda Guerra Mundial, incluindo os do regime colaboracionista do marechal Pétain (1940-1944), que presidiu um dos períodos mais obscuros da história recente da França.

As mais de 200.000 fichas policiais e demais documentos relativos ao período, procedentes essencialmente dos ministérios das Relações Exteriores, Justiça e Interior, estão acessíveis desde segunda-feira, após a publicação de um decreto assinado pelo primeiro-ministro,Manuel Valls. Podem ser “livremente consultados graças a uma derrogação geral (…) antes do previsto pelos códigos do patrimônio”, que estipulam que é preciso esperar 75 anos para a liberação. Uma exceção foi mantida: os documentos sob segredo militar precisarão de uma permissão especial.

 “É uma ótima notícia”, comenta o historiador Denis Peschanski, especialista no período de referência e presidente do comitê do museu histórico do campo de Rivesaltes. “Corresponde a uma vontade pessoal do presidente Hollande, que sempre insistiu na necessidade de realizar um trabalho historiográfico sobre essa época, e a preocupação dos historiadores diante das dificuldades encontradas para acessar determinados arquivos”, acrescenta.

Até hoje, a maioria dos documentos podia ser consultada, mas era necessário pedir uma permissão à administração responsável, algo que complicava muito a tarefa dos historiadores. “No final das contas, estávamos nas mãos da boa vontade do responsável dessa ou daquela administração e tínhamos muita dificuldade com tudo o que afeta os tribunais militares”, diz Peschanski. “Mesmo há décadas trabalhando com esses documentos, irá facilitar muito nosso trabalho”, acrescenta. Sua única objeção ao decreto é a decisão de manter classificados os papéis considerados como segredo de defesa.

Para o historiador Gilles Morins, autor de uma petição ao presidente François Hollande para que todos esses documentos sejam abertos, facilitar seu acesso permitirá um melhor entendimento de alguns dos episódios dessa história recente, como a prisão do famoso membro da Resistência Jean Moulin. “Até agora, nossas principais fontes eram os testemunhos”, explicou à televisão TF1. “Existe também uma demanda da população. Os filhos de deportados, de fuzilados, querem saber exatamente o que aconteceu”, acrescentou.

Entre esse material histórico de valor incalculável se encontram todos os documentos policiais e judiciais do regime de Vichy (que durou de 1940 a 1944 e colaborava com o nazismo), assim como os relacionados aos tribunais militares e populares realizados durante a libertação para julgar os colaboracionistas. Aqui se incluem “os documentos relativos ao processo e julgamento de criminosos de guerra nas áreas de ocupação francesa, na Alemanha e na Áustria”. Dessa forma, permitirão conhecer melhor o período menos estudado do final da guerra”.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/29/internacional/1451344021_699752.html

Annotated ‘Mein Kampf’ finds support and condemnation among Jewish leaders

While Jewish groups in Germany have expressed concern over decision to publish ‘academic’ edition of Hitler’s book, some Jewish leaders in the United Kingdom and United States say the text could help defeat Neo-Nazism.

A divisive decision to publish an annotated version of Adolf Hitler’s notorious anti-Semitic screed “Mein Kampf” next month for the first time since World War II has received mixed reactions from Jewish communities, with prominent European Jews airing their views in various publications.

The book’s copyright protection is about to expire, and the new text was designed to be used academically, with in-depth annotations.

Richard Verber, vice-president of the Board of Deputies of British Jews , cautiously supported the reissue, the Guardian reported on Saturday, quoting Verber as telling the Observer that “we would, of course, be very wary of any attempt to glorify Hitler or to belittle the Holocaust in any way. But this is not that. I do understand how some Jewish groups could be upset and nervous, but it seems it is being done from a historical point of view and to put it in context.

“The key is that the notes to the text really do refute Hitler’s ideas with factual information. If that were not the case, the board of deputies would be worried,” said Verber, according to the Guardian. “But the fact remains Hitler is one of the most famous, or infamous, leaders of the 20th century and anything that might put a dampener on that, by showing his views in a historical light, might actually be helpful.”

The Guardian noted that some Jews in Germany have expressed disapproval for the project. One Jewish leader asked: “Can you annotate the devil?” Another called it a “Pandora’s box”.

But in the Daily Telegraph, Stephen Pollard, editor of the Jewish Chronicle, came down on the pro-publication side. “My principles tell me that republishing it is fine,” wrote Pollard in the Telegraph. “At the very least, Mein Kampf is – obviously – an important historical work … Ideas, however awful, cannot be locked away. They have to be defeated.”

Influential American Rabbi Shmuley Boteach also spoke in favor of the critical edition in a column written for the Observer. “By completely censoring Mein Kampf in Germany, the masses are denied an opportunity to be educated as to why the ideas therein are so evil and should be avoided at all costs,” argued Boteach, pointing out that the non-annotated text of the book is readily available online.

“When the German people read a critical edition of Mein Kampf breaking down all the lies and flaws in Hitler’s teachings, many will actually be saved from gravitating toward neo-Nazi movements,”

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4744498,00.htmlargued the rabbi.
 

As Raízes Islâmicas do Emblema Amarelo da Vergonha

Nota do editor: O relato a seguir foi escrito para RaymondIbrahim.com  por um professor americano no mundo muçulmano.

Na semana passada, enquanto lia diversos artigos sobre a perseguição do Estado Islâmico aos cristãos no Oriente Médio, eu estava ciente pela primeira vez que, após a queda da cidade iraquiana de Mosul, em julho de 2014, o spray Estado Islâmico pintaria em vermelho o símbolo   ن em lares e instituições cristãs em toda a cidade.

Para aqueles não familiarizados com o sinal ن   (pronuncia-se  nun), representa a 14ª letra do alfabeto árabe e é o equivalente a letra romana N. Para muitos muçulmanos ao redor do mundo, o ن   significa Nazareno, uma palavra árabe humilhante para os seguidores de Jesus de Nazaré, ou cristãos.

Depois de terminar o artigo, a primeira coisa que veio à minha mente foi que o Estado Islâmico adotou uma prática usada pelos nazistas para identificar e perseguir os judeus antes e durante a Segunda Guerra Mundial. A prática em questão envolveu a estrela de David sendo pintada sobre as empresas judaicas ou usada como uma braçadeira ou preso ao seu peito – que ficou conhecido como o emblema amarelo de vergonha).

No entanto, logo me lembrei que o Estado Islâmico não tem o hábito adotar elementos de outras culturas não importa o quão cruel essas práticas sejam, e que as origens do emblema amarelo da vergonha e do ن   são provavelmente enraizadas na tradição islâmica.

Depois de alguma pesquisa, descobri que a prática de forçar os não-muçulmanos a usar roupas diferenciando-os dos seus conquistadores muçulmanos tem sua origem em “O Pacto de Umar” (637 dC), ou as“Condições de Omar”, que foram impostas na submissão dos cristãos por Umar Ibn Al-Khatab, o segundo, califa guiado e um companheiro de posição elevada do profeta Mohamed.

No topo de forçar os não-muçulmanos a vestir suas roupas de costume, enquanto os impedia de vestir roupas muçulmanas, o Pacto de Umar também afirmou que os não-crentes deveriam usar um cinto ao redor da cintura. A necessidade de diferenciar os muçulmanos dos não-muçulmanos por meio de sua roupa está enraizada no seguinte hadith, Abu Dawud 20: 3170 * e Sahih Bukhari 7: 72: 786 **, onde o Profeta Muhammad ordena a seus seguidores a parecer e se comportar de forma diferente dos judeus e cristãos.

Assim, a partir do ano 637, quando os cristãos e os judeus foram obrigados a usar cintos amarelos, para 2001, quando o Talibã obrigou os hindus no Afeganistão a usar distintivos amarelos, passando pelo decreto de Bagdad (1121) onde os judeus tinham que usar estrelas amarelas, os muçulmanos têm uma longa história de forçar seus súditos conquistados a diferenciar-se através de suas roupas.

Com isto em mente, eu não ficaria surpreso de que o Grande Mufti de Jerusalém, que passou muitos anos em Berlim como convidado de Hitler, teria sido a pessoa que sugeriu que os nazistas usassem o “emblema amarelo da vergonha” em suas vítimas judias.

* “Narrado  por ibn Ubadah as-Samit: O Apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) costumava levantar-se para um funeral até que o corpo fosse colocado no túmulo. Um erudito judeu (uma vez) passou por ele e disse: Isto é como nós fazemos. O Profeta (que a paz esteja com ele) sentou-se e disse: Sente-se e aja de forma diferente deles. “- Abu Dawud 20: 3170

** “Abu Huraira narrou: O Profeta disse:” Judeus e cristãos não tingem seus cabelos, assim você deve fazer o oposto do que eles fazem. “- Sahih Bukhari 7: 72: 786

http://www.raymondibrahim.com/muslim-persecution-of-christians/the-islamic-roots-of-the-yellow-badge-of-shame/

Saudação de Elizabeth II traz de volta rei ‘simpático’ a Hitler

O polêmico vídeo obtido pelo jornal britânico The Sun, que mostra a rainha Elizabeth II fazendo a saudação nazista em 1933, quando tinha apenas sete anos, não deverá causar grandes problemas para a soberana. Mas certamente não é o que se pode chamar de boa publicidade para a Casa de Windsor.

Sobretudo porque a divulgação das imagens volta a lançar luz sobre o polêmico relacionamento de outro soberano do Reino Unido com o regime de Adolph Hitler: o rei Eduardo VIII, que estava no vídeo, justamente ao lado da então princesa Elizabeth – Eduardo VIII era o então herdeiro do trono.

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O The Sun publicou reportagem sobre o vídeo de 1933 em sua primeira página na edição deste sábado. Porta-vozes da família real britânica criticaram o que consideraram informações “fora de contexto”.

Exílio

Mais conhecido por conta da decisão de abdicar do trono britânico em dezembro de 1936, o rei (e depois duque) nutria, segundo historiadores, certa simpatia pela ascensão do fascismo na Alemanha, o que ainda é uma fonte de embaraço para a família real.

Tio de Elizabeth, Eduardo VIII ficou apenas 11 meses em posse da coroa: envolvido com Wallis Simpson, um plebeia americana divorciada, ele se viu sob imensa pressão do establishment britânico para que fizesse uma “escolha de Sofia”. Abdicou e ganhou o título de Duque de Windsor.

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O jornal “The Sun” publicou em sua primeira página uma imagem do vídeo de 1933

Mesmo antes de ascender ao trono, porém, ele já exibia alguma simpatia pelo regime alemão, como ficou sugerido pelo vídeo de 1933. Para alguns historiadores, Eduardo via nos nazistas uma bastião na luta contra o comunismo. E em 1937, contrariando as recomendações do governo britânico, o duque e a esposa fizeram uma visita à Alemanha em que foram vistos fazendo a saudação nazista, além de fotografados ao lado de Hitler.

Leia mais: Wallis ‘não queria casamento real’

Três anos mais tarde, quando Eduardo ocupava o cargo de governador das Bahamas, então ainda colônia britânica, ele deu uma entrevista para a revista americana Liberty, em que foi citado defendendo um acordo de paz com a Alemanha e dizendo que “Hitler era o líder certo e lógico para o povo alemão”.

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O rei, no dia de seu casamento com Wallis Simpson

O duque tinha sido enviado para o Caribe depois de se recusar a voltar do exílio na França após o início da Segunda Guerra Mundial, em 1939. Só voltou atrás depois de muita pressão do governo britânico, em especial do então premiê Winston Churchill.

Depois da guerra, o duque e a duquesa voltaram para a França e viveram lá até 1965, quando o polêmico casal retornou a Londres. Eduardo VII morreu sete anos depois, em decorrência de um câncer na garganta.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150718_gra_bretanha_rei_nazismo_fd