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“Protocolos dos Sábios do Islã”: a ameaça judeufóbica persiste

 

Por Andréa Fernandes

No dia 10 de fevereiro, a renomada instituição humanitária UN Watch divulgou relatório de cinquenta páginas que denunciava dez anos de indiferença da ONU no combate ao antissemitismo[1], porém, por conveniência ditada em submissão à nova “ordem global”, jornais ocidentais ignoraram tão grave denúncia.

Localizar na mídia convencional os crimes e os chamados “discursos de ódio” contra judeus requer muita pesquisa. Aliás, o próprio termo “antissemitismo” – engendrado pelo jornalista alemão Wilhelm Marr, em 1873, usado recorrentemente para definir a hostilidade ou ódio direcionado aos judeus – sofre de grave imprecisão, já que etimologicamente, o vocábulo “antissemitismo” significa aversão aos semitas, descendentes de Sem, filhos de Noé, consoante relato bíblico, abrangendo assim, outros povos: os hebreus, os assírios, os fenícios e os árabes.

O erro cometido pelo jornalista judeufobo foi corrigido em 1882, com a publicação do livro Auto-Emancipation, de autoria do intelectual Leon Pinsker, sugerindo o termo “judeufobia” para caracterizar o ódio aos judeus. Contudo, os ambientes acadêmicos e a imprensa mantiveram o termo incorreto por aversão à expressiva palavra “judeufobia”, que salienta muito melhor a hostilidade contra judeus. A prática ajuda bastante na ocultação do ódio que há milênios persegue o povo que propiciou o maior legado da civilização judaico-cristã, as Escrituras Sagradas. Até mesmo a seita islâmica se apropriou de algumas doutrinas bíblicas de maneira deturpada, de sorte que as duas religiões consideradas monoteístas, Cristianismo e Islã, devem ao Judaísmo alguns conceitos que fundamentam suas crenças adaptados à sua cosmovisão.

Ultrapassadas as questões conceituais, lembro que dias atrás citei em Live uma informação desconhecida por muitos: o ex-presidente da teocracia islamofascista iraniana, Mahmoud Ahmadinejad, obrigava militares de alta patente a lerem os “Protocolos dos Sábios de Sião”, texto produzido originalmente no idioma russo no final do século XIX, que relata de forma leviana uma suposta conspiração judaica para dominar o mundo, culpando os judeus por diversas mazelas sociais. Apesar de importantes autoridades e estudiosos já terem desmentido o teor do texto traduzido para diversos idiomas, as mentiras nele produzidas continuam alimentando “teorias conspiratórias” de toda espécie. Posteriormente, devo me aprofundar nesse tema. Por ora, o meu interesse está fundamentado no propósito de esclarecer uma perigosa forma de judeufobia que precede a mais famosa e infame publicação ocidental contra os judeus e vem se perpetuando avassaladoramente em todo mundo. Me refiro ao que chamo de “Protocolos dos Sábios do Islã”.

Antes de ser acusada de “islamofóbica” por fazer uso de uma expressão intertextual  politicamente incorreta num período em que apenas as doutrinas e lideranças cristãs podem sofrer o crivo asfixiante da crítica como fomentadoras dos “discursos de ódio”, já aviso que não estou embasada em “teoria conspiratória de natureza islâmica” para denunciar o “ódio aos judeus” como costume e doutrina recorrente de muitos muçulmanos desde os tempos do “piedoso profeta Mohammad”. E nem preciso citar fatos históricos encobertos por professores ocidentais que adoram ensinar o mito da “era de ouro do Islã”, mas silenciam sobre o massacre promovido por Mohammad, quando ao lado de sua “esposa-adolescente” se encantou com a decapitação de centenas de judeus e o rapto de suas esposas e filhos para serem escravos. A ordem de “cortar cabeças” fazia parte do “mirabolante plano divino” de erradicação dos “infiéis” que ainda viviam em território que deveria ser islamizado à força para servir a Allah, plano este do “homem perfeito” considerado pela doutrina ortodoxa islâmica como o “selo dos profetas”. A propósito, cumpre abalizar minhas considerações no entendimento de um dos mais notáveis acadêmicos na área de Islã e História do Oriente Médio, o historiador  Bernard Lewis, que afirma: “há uma islamização do anti-semitismo(sic), cuja literatura inclui textos clássicos do anti-semitismo(sic) europeu” como os ‘Protocolos dos Sábios de Sião[2].”

Aliás, a pedra angular da judeufobia apregoada por determinados segmentos muçulmanos está no próprio “protocolo da fé islâmica”, o imutável “alcorão” (palavra proferida a Mohammad diretamente por Allah). Muito antes da poderosa máquina de propaganda nazista de desumanização dos judeus, o alcorão já tecia “ensinamentos” que estimulavam seus seguidores a odiar judeus por desapropriá-los de sua humanidade como punição da transgressão dos mesmos que não aceitavam os ensinamentos de Mohammad, conforme consta do livro sagrado islâmico, Sura 7:166:

E quando eles transgrediram, desmesuradamente, o de que foram coibidos, Nós lhes dissemos: ‘sede símios repelidos’[3]

A Sura mencionada apenas ratifica outro preceito consignado na Sura 2:65, onde é revelado que Allah amaldiçoou o povo judeu proferindo “sede símios repelidos” por terem transgredido o sábado. Na visão islâmica ortodoxa, Allah amaldiçoa judeus chamando-os de “macacos” e “porcos” (Sura 5:60), os quais devem ser combatidos pelos muçulmanos até o “dia da ressurreição” ou do “julgamento final”, na forma apregoada em diversas mesquitas espalhadas pelo mundo. Tal “protocolo de ódio” e outros mais são rechaçados pelos chamados “muçulmanos moderados”, tachados tecnicamente de “apóstatas” por influentes lideranças islâmicas, como o grande imã Ahmed al-Tayeb da Universidade al-Azhar, principal centro ideológico sunita de todo mundo, que fez o “favor” de defender o Estado Islâmico como entidade legitimamente muçulmana, negando-se a denunciá-lo por “apostasia[4]”.

Tayeb faz questão de exercer o seu poder como liderança muçulmana mais influente do mundo recorrendo aos “discursos de ódio” contra judeus. Recentemente, em entrevista à TV egípcia, o sheik Tayeb criticou a denúncia – verdadeira – de que os currículos da Universidade al-Azhar seriam a real causa do terrorismo, acusando “a entidade sionista” (Israel) de ser  culpada por todos os problemas do Oriente Médio e pala ausência de paz entre os árabes[5]. Esqueceu o astuto líder muçulmano que os conflitos sectários entre sunitas e xiitas não ocorrem aos montes por culpa de Israel, e sim, pela sede de poder das  lideranças islâmicas a partir da morte do profeta Mohammad. Israel teria culpa pelo crime do Irã ao negar a existência de 7% da sua população constituída de árabes ahvazis, embora sejam do mesmo credo xiita[6]? O território onde vivem os ahvazis produz 90% do petróleo iraniano e a população local vive em extrema pobreza, porém, a “culpa” é de Israel, como também é pelo costume de perseguição e violência contra homossexuais em TODOS os países islâmicos, sendo que o Estado judeu não pune o comportamento homossexual e ainda permite a passeata do “orgulho gay”. Como se vê, as falácias não se sustentam…

A melhor prova histórica da “eficácia” dos “protocolos dos  sábios do Islã” se deu no período nazista. O grande mufti de Jerusalém e presidente do Conselho Supremo Muçulmano, Haj Amin al-Husseini, tio do terrorista Yasser Arafat, selou “acordo genocida” com Hitler esposando o desejo mútuo de aniquilar os judeus. O “sábio muçulmano” foi tão convincente em seus “protocolos” ao ponto do carniceiro nazista lamentar pertencer à religião errada, criticando a “mansidão cristã[7]. Husseini – porta-voz da “causa palestina” e jihadista experiente após participar do genocídio de cristãos na Turquia – alcançou a “honraria nazista” de integrar a folha de pagamento do Terceiro Reich em razão dos seus préstimos para o “terror ocidental”. Quem não lembra da famosa foto do facínora islâmico-nazista passando em revista às tropas muçulmanas das SS na Bósnia[8]?

E se alguém alegar que os “protocolos do terror islâmico” ficaram no passado, lembrarei mais um caso dentre uma multidão. Vamos ao mais prestigiado “pensador muçulmano” da atualidade? O nome dele é Yousufi al-Qaradawi, clérigo sunita egípcio, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Com um “título” desse, o indivíduo merece “respeito” dos ignorantes em Islã, concorda prezado leitor? Qaradawi emitiu “ensinamentos valiosos” para a discussão do “pacifismo islâmico”, tais como: “Nós iremos colonizar vocês com essas leis democráticas[9]” e “a matança de apóstatas era essencial para a sobrevivência do Islã, de outra maneira, o Islã não teria sobrevivido”[10]. Com o singular “currículo sapiencial”, Qaradawi  tornou-se o mais respeitado líder da Irmandade Muçulmana, considerada por muitos “estudiosos preconceituosos”, a “mãe do moderno terrorismo global” por promover o nascimento de alguns grupos que costumam matar os “infiéis”, sejam cristãos ou judeus. O grupo terrorista palestino Hamas, al-Qaeda, Boko Haram, al-Nusra, al-Shabaab e Estado Islâmico são algumas das “crias” da Irmandade Muçulmana.

Uma vez salientada a autoridade do sheik al-Qaradawi, convém demonstrar que no “protocolo” desse “sábio do Islã”, Hitler é ovacionado e o seu “legado do terror” assassinando covardemente 6 milhões de judeus deve ser um “exemplo” para os fiéis muçulmanos. Logo, convém trazer à baila parte do seu discurso exibido na TV al-Jazeera (28/01/2009), mencionando que Deus impôs ao longo da história pessoas que puniam os judeus por causa de sua corrupção, dizendo, ainda:

“A última punição foi realizada por Hitler. Por meio de todas as coisas que ele fez com eles – mesmo que exagerassem nesta questão – ele conseguiu colocá-los em seu lugar. Esta foi uma punição divina para eles. Se Deus quiser, a próxima vez estará na mão dos crentes[11].

A defesa clara de um novo Holocausto em rede de TV amplamente assistida em países muçulmanos e ocidentais no ano de 2009 não causou condenação das principais autoridades islâmicas ou do “Ocidente infiel”. Assim, o defensor de “genocídio à la sharia” continua exercendo seu prestigiado cargo de presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos. Nada demais para os povos muçulmanos acostumados com os “protocolos da morte” de milhões de infiéis desde o surgimento da “religião da paz”.

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, colunista de Portais de Notícias, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem Timeline

Publicado originalmente em Conexão Política

[1] http://www.meforum.org/7219/a-world-without-islamophobia

[2] http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2804200211.htm

[3] https://www.institutomillenium.org.br/artigos/o-corao-e-os-judeus/

[4] http://raymondibrahim.com/2014/12/15/al-azhar-refuses-to-denounce-islamic-state-as-un-islamic/

[5]http://raymondibrahim.com/2018/03/02/eliminate-israel-eliminate-islamic-terrorism/

[6] https://clarionproject.org/iran-denies-existence-7-its-population/

[7] https://www.gatestoneinstitute.org/11310/antisemitism-biblical-values

[8] http://www.chamada.com.br/mensagens/isla_nazismo.html

[9] https://pt.gatestoneinstitute.org/8888/europa-burquini

[10] https://www.youtube.com/watch?v=huMu8ihDlVA

[11] https://www.memri.org/tv/sheik-yousuf-al-qaradhawi-allah-imposed-hitler-upon-jews-punish-them-allah-willing-next-time-will/transcript

 

Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler

Por Andréa Fernandes

Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Fabeook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!

Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.

ONU chama comunidade internacional a reconhecer Holocausto dos ciganos pelos nazistas

Ciganos também foram vítimas de detenção arbitrária, trabalho forçado e execuções em massa durante o nazismo. Especialistas da ONU alertaram que desumanização e estigmatização contra essas populações persistem até hoje sob outras formas e pediram mais proteção e garantia do direito à memória para sobreviventes e descendentes.

Na última terça-feira (2) – data que marcou o 72º aniversário do Holocausto dos ciganos, também chamado Pharrajimos, no regime nazista –, especialistas das Nações Unidas pediram à comunidade internacional que reconheça o direito à memória dessa população,ainda marginalizada atualmente.

“Sob o jugo dos nazistas, ciganos foram submetidos a detenção arbitrária, trabalho forçado e execuções em massa”, lembraram a relatora especial da ONU sobre questões de minorias, Rita Izsák-Ndiaye, e o conselheiro especial do secretário-geral para a prevenção de genocídio, Adama Dieng.

“Infelizmente, o ódio, o medo, a desumanização e a estigmatização dos ciganos ainda existem hoje sob outras formas. Ficamos tristes em ver que a violência direcionada contra indivíduos e comunidades ciganas e o preconceito perduram em muitas partes do mundo”, lamentaram.

Os especialistas alertaram que “muito ainda precisa ser feito para estabelecer o direito e a possibilidade de os ciganos lembrarem e rememorarem a data com dignidade”. A relatora e o conselheiro pediram aos Estados-membros que identifiquem e preservem os túmulos e locais de despojo em massa dos corpos das vítimas, permitindo aos sobreviventes o direito à memória e ao luto.

Diante da atual onda de extremismo político e social, a relatora e o conselheiro solicitaram aos Estados-membros que adotem legislações para combater crimes de ódio.

Articular entidades a nível nacional, regional e local também foi considerado fundamental por Izsák-Ndiaye e Dieng para prevenir e erradicar violações dos direitos humanos dos ciganos.

Políticas de integração que envolvam a criação de instituições específicas e a reserva de orçamento para a proteção de ciganos foram outras das recomendações dos dois especialistas, que pediram ainda que as nações onde o Pharrajimos ocorreu tornem o dia 2 de agosto a data oficial para a memória das vítimas.

Today is Day. UN experts urge govts to recognize Roma’s right to remembrance http://ow.ly/73tT302QLwA 

ONU chama comunidade internacional a reconhecer Holocausto dos ciganos pelos nazistas

El Festival de Comics del Holocausto impulsa la libertad de expresión, según la TV iraní

Teherán dice que los artistas extranjeros se apresuraron a enviar sus obras satíricas con el fin de denunciar los crímenes israelíes

Un informe de noticias de la televisión iraní sobre el actual concurso de caricaturas del Holocausto explicó que una sección estaba “dedicada a los dibujos de personajes como Hitler y Benjamin Netanyahu” y que el objetivo era “mejorar” la libertad de expresión.

El segmento de Al-Alam TV, una estación de idioma árabe con sede en Teherán, fue transmitido el domingo y cubrió la apertura del Segundo Concurso Internacional de dibujos animados del Holocausto, un evento que ha sido condenado por UNESCO (Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura) y por el Departamento de Estado de E.E.U.U.

Una versión subtitulada en idioma Inglés del informe de la televisión fue proporcionada el martes por el Instituto de Investigación de Medios Medio Oriente, un grupo de control con sede en Washington.Junto con imágenes de la ceremonia de apertura, el reportero Salim Issa explicó que “los objetivos del concurso son mejorar la cultura de la libertad de expresión por medio del arte moderno y abrir nuevos horizontes para la cooperación y el intercambio cultural y artístico entre artistas iraníes y extranjeros “.

Issa ha destacado “la mayor y más simbólica imagen en la exposición,” un dibujo que muestra una cometa en colores nacionales palestinos volando por encima de grises e imponentes paredes de ladrillos dispuestos en forma de una esvástica.

Las paredes, según narró Issa, “hacen alusión a la invasión de la ocupación israelí de la Palestina ocupada. La cometa representa la infancia palestina y la inocencia “.

“Los artistas de países como Australia, Brasil, China, Indonesia y Colombia se apresuraron a enviar sus obras satíricas con el fin de denunciar los crímenes israelíes a través de este concurso que está encabezado por tres jueces iraníes y por supervisores extranjeros”, aseveró.

Otra sección de la exposición, que tiene una duración de dos semanas, está “dedicado a los dibujos de gente como Hitler y Benjamin Netanyahu, el primer ministro de la ocupación israelí, que aparecieron en una pintura con una espada como un terrorista ISIS.”

Dibujantes de varios países, entre ellos Francia, están compitiendo en el concurso, que está organizado por organismos no gubernamentales con un fuerte apoyo del régimen de Irán. Unos $ 50.000 en efectivo se destinará como premio a 16 finalistas, la mayor tajada, $ 12.000, la recibe el ganador.

Algunas de 150 obras procedentes de 50 países están en exhibición. La mayor parte de las obras critica a Israel por usar el Holocausto para distraer a la comunidad internacional de su tratamiento hacia los palestinos.

El organizador Shojai Tabtabai dijo a Al-Alma en televisión que la “exposición constituye una respuesta a la publicación de caricaturas por la revista francesa Charlie Hebdo, que ofendía al profeta Mahoma, así como una expresión de (nuestra oposición) a las masacres perpetradas contra los palestinos.”

En enero del 2015 dos hombres islamistas armados, que eran hermanos, atacaron las oficinas de la revista satírica Charlie Hebdo en París, matando a 12 personas en presunta venganza por la publicación de caricaturas del profeta Mahoma.

El secretario ejecutivo del evento, Mohammad Habibi, explicó que “uno de los aspectos más importantes del concurso es presentar el sufrimiento y la injusticia. Es por ello que hemos elegido expresar la causa palestina por medio de los dibujos animados y las películas de animación “.

El portavoz del Departamento de Estado de E.E.U.U., Mark Toner, en un viaje con el secretario de Estado John Kerry a Arabia Saudita, dijo el domingo que Washington estaba preocupado porque el concurso podría “ser utilizado como una plataforma para la negación del Holocausto y el revisionismo y es notoriamente antisemita, como lo ha hecho en el pasado.”

El fin de semana la directora general de UNESCO, Irina Bokova, dijo sobre el concurso que “esta iniciativa, que tiene por objeto una burla del genocidio del pueblo judío, una página trágica de la historia de la humanidad, sólo puede fomentar el odio e incitar a la violencia, el racismo y el odio”

“Este concurso va en contra de los valores universales de la tolerancia y el respeto, y se opone a la acción dirigida por la UNESCO para promover la educación sobre el Holocausto, para luchar contra el antisemitismo y a la negación de éste”, agregó.

El primer ministro Benjamin Netanyahu, durante la reunión semanal del gabinete el domingo, también criticó el evento y dijo que Irán “niega el Holocausto, se burla del Holocausto, y está preparando un nuevo Holocausto.”

El staff de Times of Israel contribuyeron con este informe.

El Festival de Comics del Holocausto impulsa la libertad de expresión, según la TV iraní

Nota do Itamaraty lamenta Holocausto sem citar os judeus! Pior: faz daquela barbárie apenas mais uma…

O texto já tem cinco dias, mas não importa. Há indignidades que não envelhecem. Um amigo — que nem é judeu — chamou a minha atenção para o texto publicado na página do Itamaraty no dia 27 deste mês, quando o mundo lembra o “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto”. Ele me enviou o link com a pergunta: “Será que estou lendo de má vontade?” Não! Ele não estava. Reproduzo a nota e comento.

O Brasil une-se hoje, 27 de janeiro, às celebrações em todo o mundo da memória das vítimas do Holocausto, conforme decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Nesta data, em 1945, tropas do Exército Vermelho libertaram o campo de extermínio de Auschwitz.
Ao recordar a memória dos milhões de vítimas inocentes da barbárie nazista e a atuação heroica daqueles que, como os brasileiros Aracy de Carvalho Guimarães Rosa e Luiz Martins de Souza Dantas, trabalharam em condições adversas e com alto risco pessoal para salvar vidas, o Governo brasileiro reafirma seu inabalável compromisso com os direitos humanos e com a eliminação de todas as formas de racismo e de discriminação.
No momento em que manifestações de intolerância se repetem com preocupante regularidade em várias partes do mundo, é fundamental manter viva a memória do Holocausto e educar as novas gerações, para evitar que voltem a ocorrer crimes contra a humanidade como os que marcaram aquele que é um dos períodos mais sombrios da história.

Nota Holocausto

Comento
Observem que coisa estupefaciente. Em nenhum momento o Itamaraty escreveu a palavra “judeus”. Tem-se a impressão de que o “holocausto” que está sendo condenado é um evento de caráter puramente simbólico, mera metáfora do horror, sem a particularidade que faz daquele processo ser o que foi: uma política deliberada de extermínio de um povo.

A nota dos “camaradas” do Itamaraty, assim, expropria os judeus de sua história e, obviamente, minimiza a fealdade do Holocausto ao inscrever aqueles eventos numa cadeia de “todas as formas de racismo” e de “outras manifestações de intolerância”.

Aliás, notas passadas do Itamaraty sobre atentados ocorridos em Israel estão disponíveis no site. De forma deliberada, sempre que o governo brasileiro condena um ataque a judeus, há o “por-outro-ladismo”, evocando a causa palestina, como quem busca uma licença moral que justifique o ataque.

Embaixador
Não custa lembrar: uma nota pusilânime como essa vem a público no momento em que Israel está sem embaixador no Brasil porque o nome designado por Benyamin Netaniahu, primeiro-ministro daquele país, não recebeu o “agrément” do governo brasileiro, isto é, o reconhecimento oficial. Isso significa, pasmem!, que Dilma Rousseff, esta mulher tão hábil e cuidadosa não aceita a escolha.

E por que não? O governo petista não gosta da origem de Dany Dayan, o indicado. Entre 2007 e 2013, ele integrou o Conselho Yesha, que representa os 500 mil judeus que moram na Cisjordânia. Como, oficialmente, o Brasil é contra o que chama “ocupação” do território palestino, então se arvora em censor da indicação do embaixador. É claro que é um absurdo.

Será que os petistas só aceitam diplomatas que sejam comprovadas pombas da paz? Os palestinos, já escrevi a respeito. têm o seu embaixador no Brasil. Trata-se de Ibrahim Alzeben. No dia 30 de setembro de 2011, já ocupando o cargo, numa palestra a universitários, disse: “Esse Israel deve desaparecer”. E ninguém o incomodou por aqui.

Irã
No dia da memória do Holocausto,  aiatolá Khamenei, líder supremo do Irã, divulgou um vídeo (aqui) . O próprio governo do Irã se encarregou de divulgar a mensagem na quarta-feira, no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Como vocês percebem no trecho acima, Khamenei lamenta que, na Europa, ninguém se atreva a falar do Holocausto judeu. Segundo ele, não é certo que tenha acontecido. Vai mais longe: ainda que seja verdadeiro, diz que não está claro como se deu. Ele lamenta que expressar dúvidas a respeito seja considerado um grande pecado.

Eis o Irã, que acaba de ganhar o selo de qualidade dos Estados Unidos para poder voltar a frequentar a mesa das nações civilizadas. Há coisas que só Barack Obama pode fazer pela humanidade, se é que vocês me entendem…

O Brasil, é claro!, não se incomoda com o embaixador iraniano no Brasil, que, por óbvio, endossa as palavras de seu líder espiritual. Ou por outra: o Brasil não aceita um embaixador israelense que tenha sido representante de colonos da Cisjordânia, mas aceita um representante iraniano que, por óbvio, põe em dúvida a existência do Holocausto.

Ah, claro!, cumpre notar: ainda que sua fala seja delinquente, o aiatolá ao menos associa a palavra “holocausto” a “judeus”. O Itamaraty nem isso.

Acreditem: de todas as degradações a que o petismo submeteu o país, a da política externa é a pior. Essa nota é asquerosa e, a meu ver, uma vez mais, deixa entrever a suspeita de antissemitismo.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nota-do-itamaraty-lamenta-holocausto-sem-citar-os-judeus-pior-faz-daquela-barbarie-apenas-mais-uma/

O que o mundo aprendeu com o Holocausto?

Hoje, é comemorado o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, onde é relembrado com pesar o assassinato covarde de 6 milhões de judeus que pereceram em virtude da maldita ideologia do Nazismo.

Certamente, nada trará as vidas ceifadas pelo ódio racial, mas, a partir da experiência dolorosa vivida há 71 anos, deveríamos tentar impedir que outras modalidades de ódio ceifassem vidas inocentes como um demonstrativo de que aprendemos a difícil lição… Porém, não consigo enxergar essa tentativa de mudança quando ouço o pronunciamento do Sr. Ban ki-moon na ONU sem fazer qualquer menção  à sistemática erradicação de cristãos e minorias que assolapa o mundo muçulmano. Não consigo pensar em mudança ao constatar, dia após dia, a vergonhosa omissão ocidental, que ignora o clamor das minorias religiosas massacradas pelo fundamentalismo islâmico difundido por governos muçulmanos. Não consigo acalentar boas expectativas quando vejo as igrejas que abandonaram seus irmãos de fé à própria sorte inventarem  réprobas justificativas para não socorrer os “desprezados das nações”!

Quando vejo fronteiras fechadas para os meus irmãos na Europa e EUA… Quando vejo o desprezo que o “mar de sangue cristão” recebe de um mundo que se curvou à “ideologia da morte” e a abraça escondendo os incontáveis cadáveres que produz, não consigo acreditar na esperançosa frase “Holocausto nunca mais”!

No dia de hoje, falta inspiração para escrever… é a dor que reina em meu interior… A dor de um povo que não tem memória… a dor de um povo que tem sido desumanizado diante de uma platéia inerte a cada cabeça cortada e jovem escravizada pelos jihadistas que rezam antes de estuprá-la!

Dessa forma, nessa data que deveria ser tão especial para reflexão e mudança dessa humanidade hipócrita, a única conclusão que salta aos meus olhos é a de que o sacrifício imposto de forma horrenda e indescritível aos judeus não representou absolutamente  nada para o sistema internacional que deveria estar arraigado na defesa dos direitos humanos, e o melhor exemplo é a própria ONU, que conta com um “circo dos horrores” armado para manter no poder as potências que mais financiam e estimulam desgraças  e massacres de  civis!

Contudo, um importante legado o Holocausto deixou, legado este, que não foi banido pelas trevas ideológicas que continuam assassinando vítimas inocentes: “os justos entre as nações”!

Ainda que o “espírito de Hitler” queira exterminar cristãos e minorias, o seu intento será combatido veementemente por algumas instituições humanitárias e muitos anônimos que ofertam sua vida e/ou recursos financeiros para a proteção de outras vidas preciosas num sinal evidente de que o amor sacrificial é a melhor resposta para o ódio e a intolerância que matam em nome da fé.

Enfim, mesmo não tendo esperança alguma em iniciativas beneméritas dessa comunidade internacional moralmente fracassada, eu  creio que os “justos entre as nações” da nossa era  trarão socorro e esperança às minorias perseguidas que o mundo ignora!

Assim seja…

Por Andréa Fernandes (advogada, bacharel em Relações Internacionais e diretora-presidente da ONG Ecoando a Vos dos Mártires)

 

 

As escolas americanas estão excluindo o Holocausto das Lições de História para evitar ofender muçulmanos

Um estudo apoiado pelo governo revelou que os professores excluíram estudos do Holocausto para evitar ofender os muçulmanos.

Alguns professores relutam em cobrir as atrocidades por medo de perturbar os alunos cujas crenças incluem a negação do Holocausto.

Também há resistência para ensinar as Cruzadas do século 11 – onde os cristãos lutaram com exércitos muçulmanos pelo controle de Jerusalém – porque as lições muitas vezes contradizem o que é ensinado nas mesquitas locais.

As constatações levaram alegações de que algumas escolas estão usando a história “como um veículo para promover o politicamente correto”.

O estudo, financiado pelo Departamento de Educação e Habilidades, olhou para o ensino de História “emotivo e controverso ‘em escolas primárias e secundárias.

Foram  encontrados alguns professores que estão excluindo os cursos sobre o Holocausto, na primeira oportunidade em meio a temores de que alunos muçulmanos possam expressar reações antissemitas e anti-Israel em sala de aula.
Os pesquisadores deram o exemplo de uma escola secundária em uma cidade do norte (não divulgaram o nome), que excluiu o Holocausto como um assunto para os cursos.

O relatório disse que os professores temiam enfrentar “o sentimento antissemita e negação do Holocausto entre alguns alunos muçulmanos”.

http://jewfacts.com/schools-are-dropping-the-holocaust-from-history-lessons-to-avoid-offending-muslim/

Salvo do Holocausto por família cristã cria operação para levar à Europa sírios cristãos

Salvo do nazismo por família cristã, lorde tenta resgatar sírios que estão sob risco de grupos extremistas, como ‘Estado Islâmico’.

Lorde Weidenfeld escapou da Áustria nazista em 1938, antes da Segunda Guerra Mundial. Judeu, tinha, então, 19 anos, e foi adotado por uma família de cristãos evangélicos em Londres. Agora, deu início a um projeto para resgatar cristãos ameaçados por fundamentalistas islâmicos no Oriente Médio.

Weidenfeld, de 96 anos, criou a operação Safe Havens (Refúgio Seguro, em tradução literal), que ajuda cristãos a se realocarem na Europa.

Muitos enfrentam o risco de se tornarem prisioneiros de grupos radicais, como a Frente Al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, e o autodenominado “Estado Islâmico”, que anunciou em 2014 a criação de um califado em partes da Síria e do Iraque.

Acredita-se que cristãos representavam 10% da população de 22 milhões de sírios antes do conflito, iniciado em 2011. Até 40 mil deles eram assírios.

O projeto Safe Havens tem o apoio de outros colaboradores judeus e já contribuiu com a retirada de 50 famílias sírias, que foram levadas à Polônia.

A iniciativa deu-se após Weidenfeld considerar que a ajuda dada a cristãos era “insuficiente” e que deveria retribuir a ajuda que recebeu.

“Quando eu ouvi o que estava sendo feito a cristãos (na Síria) achei que a ajuda que estava dando a eles (sob o “Estado Islâmico”) era insuficente. Então, pensei que eu deveria fazer alguma coisa”, disse ele, em entrevista ao programa Hard Talk, da BBC.

“Devido a minha experiência em ter sido ajudado por cristãos, me senti pessoalmente obrigado a ajudar os cristãos da minha maneira modesta”.

Estima-se que o custo de financiar uma família de cinco pessoas por um ano na Europa seja o equivalente a R$ 121 mil.

O “Estado Islâmico” aplica uma versão extrema do sunismo e tem ameaçado cristãos em áreas sob seu controle. Dezenas de cristãos assírios foram sequestrados pelos militantes neste ano na Síria e acredita-se que cerca de mil famílias assírias deixaram suas casas no país.

O “EI” oferece a cristãos moradores de áreas sob seu controle três opções: conversão ao Islã, pagamento de uma taxa religiosa ou o risco de serem executados.

Weidenfeld disse ter sido recebido por uma família cristã-evangélica de funcionários públicos em Londres após a Áustria ser anexada pela Alemanha nazista. “Tive a sorte de sair”, disse.

Anos depois, em 1949, fundou a editora Weidenfeld and Nicolson, uma das mais conhecidas na Grã-Bretanha.

‘Obama responsável’ por problemas
O conflito na Síria criou um grande fluxo de refugiados. Estima-se que mais de 4 milhões de sírios deixaram o país, e a maioria mudou-se para o Líbano e a Turquia.

Mas muitos tentam chegar à Europa, fazendo a perigosa travessia de barco no Mediterrâneo ou à pé, cruzando diversos países. O fluxo é o maior no continente desde a Segunda Guerra Mundial.

Weidenfeld rebate críticas feitas ao projeto, de não oferecer a mesma ajuda para muçulmanos que também enfrentam risco de grupos extremistas.

Segundo Weidenfeld, a situação enfrentada por cristãos é “injusta e eles não têm apoio suficiente”. Já muçulmanos têm “áreas seguras próximas, estão sendo ajudados logisticamente e uma grande quantidade de dinheiro está sendo oferecida”.

O lorde é ainda crítico à atuação do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Oriente Médio: “eu o responsabilizo pelo o que está acontencendo hoje” na região, disse ele.

“A liderança americana não está lá… Obama não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele pode ser bom para assuntos internos, mas não tem talento ou conhecimento de assuntos internacionais. Ele é inocente”.

Segundo ele, a posição de Obama “enfraqueceu e alienou” alguns de seus aliados.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional que tem realizado ataques aéreos contra alvos do “Estado Islâmico” na Síria desde setembro de 2014.

No mês passado, a Rússia iniciou ataques aéreos e de mísseis contra alvos na Síria. Moscou diz que o objetivo é atingir o “EI”, mas os Estados Unidos e aliados afirmam que os militantes têm pouca ou nenhuma presença nas áreas atacadas.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/salvo-do-holocausto-por-familia-crista-cria-operacao-para-levar-a-europa-sirios-cristaos.html

DESCOBERTOS “MATADOUROS ISLÂMICOS HUMANOS” PARA CRISTÃOS NA SÍRIA

Saif Al-Adlubi contou a história quando o açougueiro egípcio iria examinar a fila de pessoas que esperavam sua execução. Al-Adlubi testemunhou pelo menos dois armênios que estavam esperando sua vez de serem abatidos, já que ninguém pagou seu resgate, a soma de US $ 100.000 cada.

“Ele agarrou o pescoço de um idoso cristão armênio”, que o açougueiro egípcio estava prestes a abater, diz Al-Adlubi. O açougueiro egípcio tocou o pescoço do armênio cristão dizendo “você é um homem idoso e seu pescoço é macio e eu não tenho que afiar a faca para você”. Outros podem ser mais difíceis dependendo do físico deles.

Saif Al-Adlubi fala de sua fuga milagrosa para a aldeia turca de Rehaniyeh, na Síria. Ele foi, provavelmente, um dos poucos sobreviventes que soou o alarme sobre um dos horríveis centros sistemáticos de extermínio humano dirigidos pelo grupo Takfir jihadista Estado Islâmico.

Os centros prisionais onde os controles do Estado Islâmico (Da’esh) tornaram-se réplicas do que foram os campos de extermínio das SS nazistas, exceto que o ISIS realiza o extermínio de uma forma muito mais horrível. O Da’esh transforma as prisões em tribunais não-oficiais com matadouros sistemáticos e centros de matança para exterminar os cristãos e os muçulmanos que não concordam com a ideologia Takfir. Uma vez que eles forem considerados culpados, a forma como eles lidam com as vítimas é como se lida com gado.

O ISIS é o grupo Islâmico do Iraque e da Síria (Estado islâmico).O ISIS também é conhecido nos círculos do Oriente Médio como Da’esh. Há outro matadouro de cristãos, o que foi confirmado por um cristão sírio chamado Kamil Toume.

Tudo que foi acrescentado por Toume confirmou o que foi dito por Al-Adlubi e ele forneceu algumas imagens que vazaram para prová-lo (conferir clicando o link onde tem o vídeo).

Siba é um distrito em Homs onde fica um dos matadouros Humanos, na Síria.

Os cristãos resgatados de Toume escaparam do destino de seu pai e sua irmã depois que eles foram ritualmente sacrificados e cremados por rebeldes islâmicos da Al-Nusra em Duwair, perto de Homs.

“Você nunca ouviu falar do matadouro Umm Muhammad ?” Kamil nos disse quando lhe pediu para comentar sobre a história de Saif Al-Adlubi.

“O que você quer dizer com matadouro Umm Muhammad”? Pedimos na incredulidade.

A filmagem é de dois matadouros separados, um em Bayyada e o outro de 3 anos de existência, em Al-Siba ‘.

Matadouros vêm existindo há 3 anos na Síria.

Al-Adlubi é um muçulmano fundamentalista que se juntou à FSA (Exército Sírio Livre) e foi um militante e um agente de mídia para a FSA. Ele foi capturado pelo Da’esh e falou sobre acontecimentos horríveis explicando como ele nunca tinha experimentado ou visto tal horror sob o regime de Assad. Ele foi um dos poucos que conseguiram sair quando a milícia síria finalmente derrotou os rebeldes do Da’esh num centro prisional.

“Como eu poderia ser considerado Kafir (pagãos) se eu oro e jejuo?”, Perguntou o funcionário da prisão como ele conta sua história a várias agências de notícias árabes.

“Você é” murtad “[apóstata]”, respondeu o oficial.

“Eu perguntei a ele, qual é o meu destino. Eu quero começar um fechamento. O que é isso, um ano, dois anos na prisão? ”

“Ele disse em árabe” Abshir Bithabih “, em Inglês,” Alegra-te, você será sacrificado “.

Segundo a teologia islâmica do Dae’sh, ele seria sacrificado como um mártir tinha sido abatido para o seu pecado. Este não é o mesmo destino para os cristãos que na sua opinião vão acabar em fogo eterno do inferno.

Antes dele ser libertado, Al-Adlubi viu os corpos de homens jovens que foram sistematicamente abatidos e estripados.

“O matadouro estava em uma colina. É isolado e é desprovido de quaisquer casas vizinhas “, diz Al-Adlubi. “Eu testemunhei corpos sem vida pendurado de cabeça para baixo, como se fossem ovelhas abatidas”, acrescentou.

“No centro do matadouro há um enorme egípcio de cerca de dois metros de altura. Ele foi o único a fazer o abate ”

O açougueiro egípcio examina a fila dos jovens e idosos que estavam prestes a ser abatidos: cristãos armênios, sírios cristãos, xiitas e sunitas. Cada um tinha que ser fisicamente examinado. Eles são decapitados a partir da raiz de seus pescoços, suas cavidades torácicas são abertas e estripadas e são pendurados de cabeça para baixo. O pescoço do homem idoso armênio cristão era simples.

As histórias contadas por Al-Adlubi e Toume acrescentam-se. Toume nos enviou algumas imagens que circularam na comunidade síria após o matadouro humano finalmente acabar, e as provas terríveis restantes foram reveladas quando o matadouro de Umm Mohammad, no distrito da Siba ‘em Homs foi apreendido pela polícia síria há 3 anos em agosto de 2011. Isso foi durante a infância da revolução na Síria. O Matadouro de Umm Muhammad não foi operado por Da’esh mas pelo FSA (Exército Livre Sírio), durante sua infância. Os matadouros estavam em curso há anos e só o futuro vai mostrar a extensão de tais operações. Nós também temos relatado no passado como uma doença rara (Kuru) que infectou sírios que só pode ser contraída, como resultado de canibalismo.

Umm Muhammad era uma mulher sunita encarregada de desmembrar corpos humanos. Nas imagens, ela pode ser vista com corpos humanos sendo picados exatamente como é feito em um matadouro de gado. O que é surpreendente é a maneira de o cuidado superior nos pedaços das partes do corpo sem ter traços claros de tortura, o que indica que o alvo potencial era a empilhar as partes do corpo por uma razão desconhecida. A mesa é do tipo usado em um necrotério ou na Medicina Legal.

A história de Al-Adlubi também é verificada a partir de imagens obtidas de Al-Bayyada, outro matadouro, que os cristãos resgatados foram capazes de obter as imagens. E assim como Al-Adlubi declarou, onde ficaram pendurados de cabeça para baixo, sem cabeça, como ovelhas abatidas. As cabeças foram removidas da raiz da cavidade torácica, assim como Al-Adlubi afirmou ao descrever como o egípcio estava fazendo seus métodos meticulosos e como Toume descreveu o matadouro Umm-Muhammad no distrito de Al-Siba ‘.

O pesadelo de Saif Al-Adlubi havia terminado quando milícia civil síria, finalmente, invadiu a prisão Da’esh , em Edbana.

Nós relatamos esta história por causa do silêncio sobre o assassinato sistemático dos cristãos, as minorias xiitas e até mesmo muçulmanos sunitas na Síria que não concordam com a teologia takfirista. A história é uma reminiscência do relatório inicial sobre o extermínio dos judeus da Europa e de outras minorias quando pouca cobertura foi dada para a verdade nestes dias.

Prevemos que a história se repita no caso dos cristãos na Síria e no Iraque. Quando o Dr. Gerhart Riegner, o representante do Congresso Judaico Mundial, em Genebra, na Suíça, soube o que estava acontecendo de uma fonte alemã, Riegner pediu aos diplomatas americanos na Suíça para informar o rabino Stephen S. Wise, – um dos líderes judeus mais proeminentes da América –  dos centros de extermínio sistemático. Mas o Departamento de Estado, caracteristicamente insensível e influenciado pelo antissemitismo, decidiu não informar o erudito.

O rabino, no entanto, soube da terrível mensagem de Riegner através de líderes judeus na Grã-Bretanha. Ele imediatamente se aproximou do subsecretário de Estado Sumner Welles, que pediu a Wise para manter as informações confidenciais até que o governo tivesse tempo para verificar isso. Wise concordou e não foi até novembro de 1942, que Welles autorizou a liberação da mensagem de Riegner.

Wise deu uma conferência de imprensa na noite de 24 de novembro de 1942. O New York Times do dia seguinte relatou suas notícias em sua décima página. Durante todo o resto da guerra, o Times e a maioria dos outros jornais não conseguiram dar cobertura proeminente e ampla para o Holocausto.

No caso da Síria, a história se repete. Os “ Rescue Christians”VÃO  fazer um comunicado de imprensa para entrevistas na mídia para falar com o Sr. Toume e o sofrimento dos cristãos sírios e como sua família foram assassinados por forças rebeldes na Síria.

A crueldade manifestada pelos muçulmanos nos matadouros sírios é uma reminiscência à violência perpetrada pelos turcos otomanos.

Por exemplo, o carrasco egípcio que disse ao idoso armênio que seu pescoço estava macio e fácil de cortar, é paralelos o ódio que os muçulmanos otomanos expressam pelos armênios. Hoje, temos uma filmagem real de como o extermínio dos armênios foi realizado.

Um alemão, que estava presente no Genocídio Armênio, estava correndo um orfanato na área de Moush onde os turcos estavam realizando seus massacres. Quando ele perguntou a um oficial turco encarregado se às crianças armênias do orfanato seria dadas passagem segura garantida, o turco respondeu:

Você pode levá-los com você, mas sendo armênias suas cabeças podem e serão cortadas no caminho. (1)

Nos matadouros na Síria, há incontáveis ​​cadáveres, todos severamente mutilados e cortados em partes. Este é exatamente o que os turcos fizeram para os cristãos em seu infame genocídio.

Camponeses turcos apreenderam multidões inteiras de armênios e cortaram seus corpos em pedaços, enquanto eles ainda estavam vivos. Uma carta escrita por uma fonte anônima relata como agricultores turcos cortaram em pedaços uma grande massa de homens armênios com suas ferramentas agrícolas:

No vale do Beyhan Boghazi, distante de seis ou sete horas da cidade, eles foram atacados por uma horda selvagem de camponeses turcos, e que, por força da ordem, foram todos massacrados com os martelos, machados, foices, enxadas, serras – em uma palavra, com todos a implementar  uma morte lenta e dolorosa. Alguns arrancavam suas cabeças, orelhas, nariz, mãos, pés com foices; outros colocam para fora de seus olhos. … Os corpos das vítimas foram deixados em pedaços no vale, para serem devorados pelas feras. (2)

William Howard Willard, uma testemunha ocular do genocídio armênio, na verdade, descreveu como os turcos mutilaram e cortaram em pedaços os corpos dos cristãos:

… As solas dos seus pés são mantidas antes de um fogo aberto até a carne cair. Depois que a língua pode ser puxada para fora, ou ferros em brasa empurraram seus olhos. Se ele não estava morto por esse tempo, ele é cortado em pedaços com facas. (3)

Samuel Gridley Howe, um americano que ajudou a revolta de cristãos gregos contra a ocupação turca no século 19, descreveu o massacre dos cristãos gregos pelos turcos como um matadouro literal, com partes do corpo decepadas e cabeças decapitadas sendo encontrados sem número. Ele descreveu um massacre de uma cidade grega como tal:

[A] as tropas turcas se reuniram em volta da cidade, correram entre os habitantes indefesos, e começaram a massacrar todos encontrados. … E algumas horas foram suficientes para tudo isso; algumas horas de rapina e assassinato tinha mudado a bela cidade para uma cena de devastação; para um matadouro, ainda fumegante com o sangue de milhares de todas as idades e de ambos os sexos, cujos corpos mutilados e  sem cabeça, estavam em todas as direções sobre as ruas (4)

Os matadouros na Síria são realmente centros rituais de sacrifícios humanos. Os “Rescue Christians” ainda obtiveram sequência de imagens para provar isso também. No vídeo, que é filmado em mais um matadouro desconhecido, o carrasco declara esta oração antes de fazer o abate:

“Em defesa dos sunitas ó Senhor, ó Senhor, nós trazemos essas ofertas a ti, ó Senhor. Por favor, aceite esta oferta de sacrifício, ó Senhor. Ó Senhor, aceite isto de nós, aceitar isso de nós. Em nome de Alá. Bismillah”. (Em nome de Allah). Allahu Akbar

As vítimas poderiam ser filmadas ou abatidas, mas uma coisa é verdade, estes são assassinatos ritualísticos.

Isto pode ser deduzido por paralelismo dos matadouros na Síria a ideologia islâmica em relação ao derramamento de sangue cristão, o que pode ser observado em relatos históricos. Por exemplo, Howe, uma testemunha ocular da violência turca, contou que os turcos muçulmanos “pensavam que o sangue de um cristão uma oferta aceitável a Deus.” (5)

Agora, em conjunto com esta declaração, aqui está uma conta de John Eshoo, um reverendo assírio que sobreviveu ao genocídio assírio sob os turcos, no qual ele refere-se à carnificina como uma casa de literal abate e descreve como os muçulmanos massacraram os cristãos da mesma forma que o sistema de sacrifício de animais durante os jejuns islâmicos:

O lugar tornou-se literalmente um temeroso matadouro humano, recebendo suas vítimas sem palavras, em grupos de dez e vinte de cada vez, para a execução. … Estes assírios marcharam indefesos como cordeiros para o abate, e eles não abriram a sua boca, salvo por dizeres: “Senhor, nas tuas mãos me entrego; nós cometemos nossos espíritos”. Os carrascos começaram cortando primeiro os dedos de suas vítimas, juntas e articulação, até as duas mãos estarem completamente amputada. Em seguida, eles foram esticados no chão, depois a maneira dos animais que são mortos rápido, mas estes com suas faces voltadas para cima, e a cabeça descansando sobre as pedras ou blocos de madeira, em seguida, suas gargantas foram metade corte, de modo a prolongar sua tortura antes de morrer, e enquanto lutando na agonia da morte, as vítimas foram pontapeados e espancados por pólos pesados pel​​os assassinos realizados. Muitos deles, enquanto ainda trabalhando sob a dor da morte, foram jogados em valas e enterrado antes de suas almas trem expirado. (6)

Todo esse sadismo e crueldade foi feito na forma de um sacrifício animal islâmica, e na religião muçulmana, é permitido que um ser humano substitua o animal nos rituais de sacrifício. Esta teologia do sacrifício humano é baseada na antiga história de Khalid Abdullah al-Kasri, que sacrificou ritualmente JAAD bin Durham no lugar de um animal no feriado islâmico do Festival do Sacrifício. Ele arrastou Durham em uma mesquita, e antes de derramar seu sangue, proclamou:

Ó povo, sacrifício, Allah aceite seus sacrifícios. Agora, estou sacrificando JAAD bin Durham.”

A história é aceita como ortodoxa por vários dos teólogos muçulmanos mais vigorosos durante a história do Islã como Al-Shafi ‘, ​​Ibin Tayymiya, Bukhari, Dhahabi, Ibin Al-qiyam, Darami e Ibin Katheer.

Esta é a realidade do Islã, é uma religião pagã, e religião totalmente depravada e sádica. Leva a alma de um homem e elimina quaisquer vestígios de afeição humana a partir de seu próprio ser. Olhe para a sua própria alma, e compreenda a sua própria obrigação de ajudar os cristãos a partir deste horror. Por favor, doe para salvar vidas cristãs na Síria.

Por Walid Shoebat e Theodore Shoebat

(1) Moush: Declaração por uma testemunha ocular alemã de Ocorrências na Moush; comunicada pela Comissão Americana para o Alívio da armênia e síria, em Arnold Toynbee, The Treatmen de armênios no Império Otomano, p. 89

(2) Angora: Extrato de uma carta, datada de 16 de setembro de 1915; anexado ao memorando (doc. 11), datado de 15/28 de outubro de 1915, a partir de uma fonte bem informada em Bukarest

(3) William Howard Willard, Horrors da Arménia, ch. 1, p. 6

4) Samuel Gridely Howe, Um Esboço Histórico da Revolução grega, ch. 3, pp. 99-100

(5) Howe, Um Esboço Histórico da Revolução grega, ch. 3, p. 100

(6) Em Joel Euel Werda, The Flickering Light of Asia: ou, a nação Assíria e a Igreja, cap. 26

http://shoebat.com/2014/03/17/actual-literal-islamic-human-slaughterhouses-christians-discovered/

Estado Islâmico planeja ataque nuclear para matar milhões

Jornalista conviveu com o grupo e contou que planeja um “tsunami” para fazer a maior “limpeza religiosa da história”

O grupo terrorista Estado Islâmico planeja um holocausto nuclear para matar milhões de pessoas, contou um jornalista que passou 10 dias com o grupo na Síria. Segundo o alemão Jurgen Todenhofer, de 75 anos, o EI quer fazer a “maior limpeza religiosa da história”, publicou o “Mirror” nesta quarta-feira. Os terroristas pretendem que o ataque seja um “tsunami nuclear”.

“Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico”, conta ele em seu livro, lançado recentemente, “Dentro do EI — Dez dias no Estado Islâmico”.

O alemão já foi político e trabalhou com a chanceler Angela Merkel, mas abandonou a carreira para se dedicar ao jornalismo. Ele contou que negociou a visita aos terroristas via Skype e que viajou com medo. Em sua passagem por Mosul, ele conheceu o assassino Mohammed Emwazi, conhecido como “Jihadi John”.

Alguns críticos afirmam que o jornalista só teve acesso a informações do EI porque falou contra a política estrangeira no Iraque e Afeganistão.

“As decaptações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a captura de Mosul (Iraque) feita com menos de 400 homens”, afirmou. “Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los”, falou Jurgen. “Apenas os árabes podem parar o Estado Islâmico. Voltei muito pessimista”, completou.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-09-30/estado-islamico-planeja-ataque-nuclear-para-matar-milhoes.html