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Prestigiado clube de futebol espanhol homenageia adolescente palestina que promove violência contra Israel

“O prestigiado clube de futebol do Real Madrid abraça uma terrorista que incita ao ódio e à violência. Vergonhoso ”, twittou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Emmanuel Nahshon.

Por: Adina Katz, World Israel News

Ahed Tamimi, uma adolescente ativista palestina anti-Israel que recentemente completou uma sentença de oito meses em uma prisão israelense por esbofetear e chutar um soldado IDF em dezembro de 2017, foi recebida no Estádio Santiago Bernabéu pelo clube de futebol Real Madrid na sexta-feira, segundo o Jornal esportivo espanhol Marca .

Junto com sua família, a adolescente passou um tempo na Espanha esta semana e participou de vários eventos políticos e sociais”, expôs o jornal Marca.

A lenda do futebol de Madri, Emilio Butragueno, recebeu Tamimi no Bernabeu, onde  lhe presenteou com uma camisa com o nome dela e com o número 9 impresso no verso.

O prestigiado clube de futebol Real Madrid abraça uma terrorista que incita ao ódio e à violência. Vergonhoso”, twittou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Emmanuel Nahshon.

Ahed Tamimi está promovendo a violência contra os cidadãos israelenses. O Real Madrid recebendo uma terrorista que incita o ódio e a violência é algo que não tem nada a ver com os valores universais do futebol ”, acrescentou.

Em entrevista à AP após sua libertação da prisão, Tamimi  , que elogiou o líder terrorista do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse que quer se tornar a “nova face da resistência palestina” e espera ter um “futuro político” em uma turnê de palestras na Europa com seu pai, Bassem Tamimi, que viajou ao exterior para promover uma agenda anti-Israel.

Em 2011, Bassem Tamimi foi condenado e preso por incitar menores a cometer crimes violentos quando foi pego organizando crianças em sua aldeia de Nabi Saleh, onde mora a família, para marchar em direção à comunidade israelense vizinha de Halamish e atirar pedras.

Imagem e informações World Israel News

Mundial 2018: Arábia Saudita desrespeita minuto de silêncio pelas vítimas de Londres

O jogo Austrália-Arábia Saudita, da fase de qualificação para o Mundial2018 de futebol, foi antecedido por um minuto de silêncio pelas vítimas do ataque terrorista em Londres, mas os visitantes ignoraram a homenagem, revelando-se indiferentes em campo.

Quando o locutor do estádio pediu um minuto de silêncio para homenagear as oito vítimas de sábado, duas delas australianas, os 11 jogadores australianos alinharam-se e abraçaram-se no círculo central, enquanto os seus opositores desmobilizaram, separaram-se e alinharam em campo, ignorando o gesto.

A federação australiana de futebol (FFA) disse depois do jogo que os sauditas sabiam sobre o plano de manter um minuto de silêncio antes da partida de qualificação, recusando-se a participar.

“A Confederação Asiática de Futebol e a equipa da Arábia Saudita concordaram com a realização do minuto de silêncio. A FFA foi avisada pela equipa saudita que esta tradição não se enquadra com a sua cultura pelo que iriam para o seu lado do campo e respeitariam os nossos costumes tomando as suas posições no campo”, referem os australianos.

Os representantes da FIFA reuniram com elementos das equipas, bem como com os árbitros, no dia antes do desafio, sendo que o minuto de silêncio foi referido quando foi combinado o protocolo.

Há relatos que indicam que os adeptos da Arábia Saudita entoaram também cânticos anti-Irão, país igualmente muçulmano, mas shiita, que na quarta-feira também foi vítima de ataque terrorista, tendo morrido pelo menos uma dúzia de pessoas.

A Austrália venceu a Arábia Saudita por 3-2, partilhando o primeiro lugar do grupo B com o Japão, mas ambas com mais um jogo do que os nipónicos.

http://24.sapo.pt/desporto/artigos/mundial2018-arabia-saudita-desrespeita-minuto-de-silencio-pelas-vitimas-de-londres#_swa_cname=sapo24_share&_swa_cmedium=web&_swa_csource=facebook&utm_source=facebook&utm_medium=web&utm_campaign=sapo24_share

Grã-Bretanha presta homenagem a vítimas 10 anos após atentados em Londres

LONDRES (Reuters) – O primeiro-ministro britânico, David Cameron, liderou nesta terça-feira as homenagens na recordação do 10º aniversário dos atentados que mataram 56 pessoas em Londres, os primeiros ataques suicidas de militantes islamistas na Europa Ocidental.

Familiares das vítimas, sobreviventes, e as mais altas autoridades do país se reuniram para lembrar os mortos nos atentados de 7 de julho de 2005, com as emoções ainda latentes depois de um massacre na Tunísia, no mês passado, que causou o maior número de mortes entre britânicos desde o atentados em Londres.

“Hoje, o país se junta para lembrar as vítimas de uma das mais letais atrocidades terroristas no território britânico”, disse Cameron em comunicado. “Dez anos depois dos ataques de 7/7, em Londres, a ameaça do terrorismo continua tão real quanto letal. O assassinato de 30 cidadãos britânicos inocentes em férias na Tunísia é um lembrete brutal desse fato. Mas nós nunca vamos ser intimidados pelo terrorismo “.

Nas primeiras horas de 7 de julho há uma década, quatro jovens muçulmanos britânicos viajaram para Londres, onde cometeram os atentados suicidas detonando bombas caseiras escondidas em mochilas dentro de três trens do metrô e um ônibus durante a hora do rush pela manhã. Eles mataram 52 pessoas e causaram ferimentos em outras 700.

Cameron e o prefeito de Londres, Boris Johnson, permaneceram em silêncio, de cabeça baixa, antes de colocarem uma coroa de flores no memorial 7/7 no Hyde Park. Eles vão se reunir mais tarde com outras autoridades, famílias das vítimas, sobreviventes e membros dos serviços de emergência vítimas dos ataques para um serviço religioso na catedral de St. Paul.

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0PH17B20150707