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Hamas explora a entrada de pacientes de Gaza em hospitais israelenses para ajudar as células da jihad a planejar assassinatos em massa de civis israelenses

“Israel frustra plano terrorista na Cisjordânia”, Bicom , 23 de novembro de 2018 (graças a The Religion of Peace ):

A Agência de Segurança de Israel (Shin Bet) descobriu uma célula terrorista trabalhando para a ala militar do Hamas na Cisjordânia, revelou ontem.

De acordo com o Shin Bet, membros da ala militar do Hamas recrutaram palestinos na Cisjordânia, ensinaram-nos a construir bombas e instruíram-nas a localizar locais lotados em Israel – como grandes edifícios, shopping centers, restaurantes, hotéis, trens e ônibus. .

O Shin Bet divulgou a informação que foi revelada sob o questionamento de Awis Rajoub, um jovem de 25 anos de idade de Dura, perto de Hebron, que foi preso em 23 de setembro. “Sua prisão só foi possível depois que ele cooptou vários de seus amigos e parentes em sua atividade terrorista e os usou para comprar materiais para uso na produção de IEDs”, disse o Shin Bet.

O Hamas também explorou a entrada de doentes em Gaza em hospitais israelenses para tratamento médico que salva vidas. Naama Mikdad, 53 anos e mãe de nove filhos, acompanhou sua irmã Samira Smot, residente de Khan Yunis e que sofre de câncer, em Israel em 9 de agosto para receber tratamento médico. Eles passaram um telefone e “deram uma calça Awis na qual havia sido costurada uma faixa de tecido em que instruções haviam sido escritas”, disse o Shin Bet….

Com imagem Yahoo Notícias e informações Jihad Watch

Barris de explosivos atingiram maior hospital de Alepo, na Síria

Pelo menos dois barris de explosivos atingiram este sábado o maior hospital da cidade controlada pelos rebeldes sírios de Alepo, informaram as organizações médicas que operam no local.

“Dois barris de bombas atingiram no hospital M10 e houve relatos da explosão de uma bomba também”, afirmou Adham Sahloul, da Sociedade Médica Americana e Síria, citado pela Agência France Presse (AFP).

Tanto o hospital M10 como o segundo maior hospital da área, o M2, foram alvo de pesados bombardeamentos na quarta-feira, num ato que o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon considerou serem “crimes de guerra”.

Desde o início da ofensiva em Alepo-leste a 22 de setembro, 216 pessoas foram mortas nos ataques, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) na sexta-feira.

Esta violência, a pior desde o início do conflito em março de 2011, reduziu a escombros edifícios e criou uma catástrofe humanitária, com hospitais inundados de feridos nos bairros rebeldes.

http://observador.pt/2016/10/01/barris-de-explosivos-atingiram-maior-hospital-de-alepo-na-siria/

Após dissidência do Talibã, Estado Islâmico também reivindica ataque no Paquistão

Mais cedo, grupo Jamaat-ul-Ahrar se responsabilizou por atentado que matou 70

RIO — O Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do ataque suicida que matou pelo menos 70 pessoas e feriu outras 120 em um hospital de Quetta, no Paquistão. Mais cedo, no entanto, o grupo Jamaat-ul-Ahrar, uma dissidência do Talibã paquistanês, também assumiu a responsabilidade pela explosão. As vítimas incluem jornalistas e advogados.

Mais de cem pessoas, a maioria advogados e jornalistas, se reuniam na emergência do hospital para acompanhar o corpo de um advogado proeminente que havia sido assassinado na cidade mais cedo nesta segunda-feira. Bilal Anwar Kasi foi morto quando caminhava até o tribunal, e a polícia desconfia que o atentado tenha sido planejado para atingir pessoas próximas a ele.

“Um mártir do Estado Islâmico detonou seu cinto de explosivos em um encontro de funcionários do Ministério da Justiça e policiais paquistaneses na cidade de Quetta”, afirmou a agência de notícias dos jihadistas.

Poucas horas antes, no entanto, a dissidência do Talibã emitiu uma mensagem semelhante. Esta é a mesma organização que realizou um atentado durante a Páscoa, em março, matando 72 pessoas em Lahore.

— O Tehreek-e-Taliban Pakistan Jamaat-ur-Ahrar assume a responsabilidade por este ataque e promete continuar a realizar outros — disse o porta-voz Ehsanullah Ehsan.

Em entrevista ao GLOBO por telefone, o porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) Najum Abbasi expressou choque.

— O ataque ao hospital de Quetta é alarmante. Hospitais são lugares para salvar vidas. — disse Abbasi, de Islamabad. — Apelamos pelo respeito e proteção às instalações médicas e profissionais da saúde não só no Paquistão, mas globalmente.

Imagens de televisão mostraram cenas de caos, com pessoas em pânico fugindo em meio aos destroços à medida que a fumaça tomava conta dos corredores do hospital.

A capital do Baluquistão, província do Sudoeste paquistanês, vem sendo assolada pela violência, e vários advogados têm sido visados. A área é palco da campanha insurgente contra o governo, tensões sectárias, além de altos níveis de criminalidade.

O primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, condenou os ataques.

— Ninguém poderá perturbar a paz da província — disse ele.

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Criança de Gaza queimada em incêndio é tratada em hospital israelense e Hamas denuncia crise de energia elétrica

Ramat Gan (TPS) – Uma criança palestina com queimaduras graves está sendo tratada em um hospital israelense depois de um incêndio devastador em uma casa em Gaza que tirou a vida de seus três irmãos pequenos no sábado (7/5). A tragédia abalou a Faixa de Gaza e estimulou acusações entre as duas facções palestinas dominantes, Hamas e Fatah da Autoridade Palestina (AP).

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Ataque do EI contra hospital na Síria mata ao menos 20

DAMASCO – Ao menos 20 soldados sírios e combatentes pró-Assad morreram neste sábado em um ataque do Estado Islâmico contra um hospital de Deir al-Zor, leste do país, anunciou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Com a ação, o EI obteve ganhos territoriais nas fronteiras da cidade síria parcialmente controlada pelo governo, disse o grupo extremista.

– O EI atacou o hospital Al-Assad, que fica na entrada leste da cidade, e matou pelo menos 20 soldados e milicianos – afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da ONG.

Seis extremistas morreram nos combates após o ataque.

– O grupo assumiu o controle do hospital e sequestrou a equipe médica – afirmou a ONG.

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Novo ataque a hospital agrava caos em Aleppo

É o terceiro bombardeio em menos de uma semana a centros médicos da cidade síria

BEIRUTE — Foguetes disparados por rebeldes atingiram um hospital em uma área controlada pelo governo na cidade síria de Aleppo, deixando mortos e feridos, informaram nesta terça-feira a agência estatal Sana e o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Num primeiro balanço, a agência afirmou que três pessoas foram mortas e outras 17 ficaram feridas, enquanto o OSDH apontou 19 óbitos. É o terceiro bombardeio a um centro médico da cidade em menos de uma semana, prejudicando os esforços diplomáticos internacionais para restaurar o cessar-fogo na Síria.

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O que a morte do último pediatra de Aleppo revela sobre a situação catastrófica da Síria

“Ele sempre estava ali. Preocupava-se com as necessidades das pessoas. Era honesto e muito comprometido. Trabalhava em condições que você não pode imaginar”.

Assim foi descrito o médico Mohammed Wasim Moaz, que morreu em um ataque nesta semana a um hospital em Aleppo, na Síria. Quem conviveu com o médico e fez a descrição foi Aitor Zabalgogeazkoa, ex-chefe da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) na cidade síria.

 

Wasim, de 36 anos, não era apenas um médico. Era o último pediatra na zona de Aleppo controlada pela oposição, segundo Rami Abdurahman, chefe da ONG britânica Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

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Vergonha para a Humanidade

Nos últimos dias, centenas de civis morrem em crimes de guerra na Síria

Na tarde de quarta-feira, duas bombas de barril, artefato dos mais destrutivos e letais, foram lançadas contra prédios de uma área civil em Aleppo, no Noroeste da Síria. O responsável pelo ataque esperou que as equipes de emergência pudessem transportar os que restavam vivos para o hospital al-Quds, onde médicos e enfermeiros começaram a trabalhar freneticamente para socorrê-los e famílias se amontoaram no portão de entrada em busca de informações sobre parentes feridos. Minutos depois, lançaram a terceira bomba sobre unidade.

Entre os mais de 50 corpos retirados dos escombros, até a tarde de ontem, estava o do único pediatra restante na cidade, doutor Wasem Maaz. Como outros mortos no ataque, ele trabalhava voluntariamente. Muitas das crianças sob seus cuidados também morreram, soterradas no prédio reduzido a ruínas. As cenas são chocantes demais para serem exibidas, mas não podem ser ignoradas pela História. São registros da barbárie ocorrida sob os olhos da comunidade externa. O ataque aconteceu durante um cessar-fogo que deveria ser mantido até o fim das negociações de paz, ainda infrutíferas, em Genebra.

Em entrevista à coluna, por telefone, o presidente da Médicos Sem Fronteiras espanhola, responsável pelas operações da organização na Síria, José Antonio Bastos, vê no ataque uma ação premeditada e proposital contra agentes de ajuda humanitária e de saúde, como tática de guerra.

Diante do impasse em Genebra sobre sua permanência no poder, o presidente Bashar al-Assad, que tem apoio da Rússia, intensificou bombardeios nos últimos dias para tentar cercar o leste de Aleppo e estrangular a oposição, deixando-a sem saída e sem acesso a suprimentos, comida, assistência humanitária ou médica, matando-a aos poucos — e a população, já exausta e faminta, com ela.

Centenas de civis morreram nos ataques dos últimos dias. “Embora não haja evidências sobre quem é o responsável por este ataque, nós sabemos que Assad tem usado bombas de barril contra alvos civis. No contexto da guerra na Síria, somente seu Exército e aliados dispõem de força aérea, e os ataques ocorreram contra áreas da oposição. Com isso, aliado ao fato de que temos testemunhado uma tentativa do governo de cercar Aleppo, é possível afirmar que, provavelmente, o ataque ao hospital faz parte dessa ofensiva”, disse Bastos. “Esse hospital era um dos mais antigos ainda em operação e todas as partes desse conflito sabiam de sua existência e localização, o que nos leva a crer que foi ataque deliberado.”

Diante dos ataques dos últimos dias, as equipes médicas estavam operando com toda o pessoal. “Nós sabíamos que uma ofensiva maior estava por vir”, disse Jose Antonio. Mas ninguém poderia imaginar que seria contra o hospital. “Já não há como estar seguro em Aleppo.” Antes uma cidade moderna de cinco milhões de habitantes, Aleppo tem hoje 250 mil civis sitiados pelos confrontos e aterrorizados. Até o ataque ao hospital, restavam apenas 25 médicos na cidade. No mês passado, ao menos quatro outros hospitais foram atacados.

Nos últimos anos, as atrocidades do Estado Islâmico chocaram o mundo e serviram para criar um clima de terror com o qual o grupo conquistou avanços. Mas o horror beneficiou sobretudo o governo de Assad.

“Todas as partes do conflito cometeram agressões contra civis. A violência do EI é bem conhecida, mas enquanto o mundo estava preocupado com o grupo, em termos quantitativos e no que diz respeito ao uso de bombas de barril… O governo sírio tem mais a ser responsabilizado”, diz José Antonio. “O nível de violência e desumanidade é geral, mas o número e a violência dos ataques pelo governo sírio têm sido maiores.”

Nos conflitos, equipes de busca e resgate, hospitais e áreas onde há civis devem ser poupados, segundo as convenções de Genebra, e ataques contra tais alvos são crimes de guerra.

“Bombardear um hospital é, em qualquer circunstância e sem sombra de dúvidas, um crime de guerra. Mas um ataque como este, sem nenhum alerta prévio e da forma premeditada como tem sido feito, com uma bomba lançada no hospital onde feridos, equipes de resgate e de saúde, além de famílias, se aglomeravam como consequência de dois outros ataques anteriores, vai muito além. É uma vergonha para a Humanidade.”

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Ataque aéreo destrói hospital apoiado pela Médicos Sem Fronteiras na Síria

Ao menos 27 pessoas morreram, incluindo médicos e crianças; um sírio morre a cada 25 minutos, diz ONU

ALEPPO — Um hospital sírio apoiado pela Médicos Sem Fronteiras (MSF) e pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) foi destruído em um ataque aéreo em Aleppo, matando pacientes e médicos, incluindo um dos últimos pediatras remanescentes na parte controlada pelos rebeldes da cidade. Após o bombardeio, a ONU alertou para a “deterioração catastrófica” em Aleppo e para o drama no país: segundo as Nações Unidas, uma pessoa morre a cada 25 minutos na Síria.

Abdul Halim al-Attar com a filha, depois de ficar conhecido devido a um flagra no Twitter

O número de mortos no hospital diverge, com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) apontando ao menos 27 e a MSF, 14. Dentre as vítimas fatais, estariam três crianças e três médicos.

Dezenas de pessoas que estavam em um prédio ao lado do hospital al-Quds também foram atingidas pelo bombardeio. O número de óbitos pode chegar a 40, segundo Bebars Mishal, da Defesa Civil.

Jan Egeland, chefe da ajuda humanitária das Nações Unidas para a Síria, disse ter sido informado sobre “a deterioração catastrófica em Aleppo ao longo das últimas 24 e 48 horas”.

— Ninguém duvida da gravidade da situação — afirmou Egeland, alertando que grande parte da ajuda humanitária ao país está em risco. — Muitos trabalhadores humanitários estão sendo bombardeados, mortos e mutilados no momento em que a ajuda para milhões de pessoas também já está em jogo.

O último ataque é parte de um padrão mais amplo de ataques sistemáticos a hospitais pelas forças do ditador Bashar al-Assad, enquanto a situação humanitária na dividida capital comercial síria se agrava sob intenso combate.

“O recente ataque ao hospital al-Quds, apoiado pelo CICV, é inaceitável e, infelizmente, esta não é a primeira vez que os serviços médicos que salvam vidas foram atingidos”, disse Marianne Gasser, chefe da missão do CICV na Síria. “Exortamos todas as partes a poupar os civis. Não ataque hospitais, não use armas que causam danos generalizados. Caso contrário, Aleppo será empurrado ainda mais para a beira de um desastre humanitário”.

A MSF, por sua vez, condenou o bombardeio em uma série de tuítes, advertindo que o número de mortos poderia aumentar. De acordo com a ONG, o hospital al-Quds era o centro de referência para pediatria e tinha 8 médicos e 28 enfermeiros.

Nem o CICV nem a MSF apontaram culpados pelo ataque, mas as forças aéreas sírias e russas realizaram quase todos os ataques aéreos no Leste da cidade, controlado pela oposição. Uma fonte militar síria negou que aviões de guerra do governo tinham sido utilizados nas áreas onde foram relatados os bombardeios.

O governo sírio considera quaisquer instalações médicas em território controlado pelos rebeldes como alvos militares legítimos, alegando que são ilegais. Hospitais nesses locais estão se recusando a compartilhar as coordenadas com as autoridades russas e sírias devido a repetidos ataques, temendo os hospitais se tornem alvos.

Em 2013, a comissão independente de inquérito da ONU investigando supostos crimes de guerra na Síria disse que os bombardeios contra instalações médicas estavam sendo usados sistematicamente como uma arma de guerra pelo regime de Assad. Ataques de ambos os lados em instalações médicas não diminuíram nos últimos meses.

Em fevereiro, a MSF informou que um total de 94 ataques atingiram instalações apoiadas pela organização em 2015.

Outros ataques foram relatados na cidade nesta quinta-feira. A agência de notícias estatal síria Sana informou que 9 pessoas foram mortas em bombardeios rebeldes em áreas residenciais de Aleppo.

BOMBARDEIOS ATINGEM CIVIS NA SÍRIA

O OSDH, um grupo de monitoramento com sede em Londres, informou que 91 civis foram mortos em ataques aéreos perpetrados pelas forças leais a Bashar al-Assad nos últimos seis dias em Aleppo, e 49 civis foram mortos em bombardeios rebeldes em áreas controladas pelo governo.

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Pariente de Abbas pasa operación a vida o muerte en hospital israelí

Mientras el primer ministro Netanyahu dice que Mahmoud Abbas está difundiendo mentiras sobre Israel, el cuñado del presidente palestino ha sido ingresado en el Hospital Assuta en Tel Aviv después de someterse a cirugía.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO MÉXICO – El cuñado del presidente palestino, Mahmoud Abbas, ha sido objeto de una operación de corazón a vida o muerte en un hospital privado de Tel Aviv, se supo el jueves en medio de una ola de terror mientras Abbas y Netanyahu intercambian púas y culpas.

En la noche del jueves, Netanyahu tuiteó desde su cuenta oficial de Twitter:

“Creo que ha llegado el momento de que la comunidad internacional diga claramente al Presidente de la AP Mahmoud Abbas: Deja de difundir mentiras sobre Israel.”

Hace una semana, Abbas afirmó que Israel “salió a matar” a un niño palestino de 13 años de edad. De hecho, sin embargo, el niño había participado en un ataque punzante en Pisgat Zeev y no ha muerto – fue herido y llevado al hospital para recibir tratamiento. Netanyahu ofreció una conferencia de prensa especial para dejar las cosas claras.

Hace apenas dos días, Netanyahu afirmó que “Mahmud Abbas se ha unido a Hamas e ISIS” y añadió que el presidente palestino “honra cada gota de sangre que se derrama en Jerusalem.”

En junio del año pasado, Ynet reveló que la esposa de Abbas se había sometido a una operación en el Hospital Assuta, la misma institución privada en la que su cuñado acaba de pasar la suya.

La esposa de Abbas se internó en el departamento de cirugía ortopédica en el séptimo piso del hospital, que es el más nuevo en Israel. Fue hospitalizada en una habitación sola con guardias apostados en el exterior durante 24 horas.

Su identidad se mantuvo en secreto en el hospital. Los otros miembros del personal médico en el departamento no eran conscientes de que se alojaba en la habitación y recibió respuestas evasivas del guardia de seguridad.

Hace aproximadamente un año, la hija de Ismail Haniyeh, el jefe de Hamas en Gaza, recibió atención médica de emergencia en el Hospital Ichilov de Tel Aviv después de sufrir complicaciones durante un procedimiento de rutina.

La joven, de 20 años, fue hospitalizada por razones humanitarias y había entrado en Israel a través del cruce de Erez, en la frontera norte de Gaza.

La hermana de Haniyeh también recibió tratamiento médico de emergencia en Israel, hace unos tres años, al igual que su nieta hace seis meses. Ambos también fueron tratados por razones humanitarias.

Fuente: Ynet / Shahar Chai

Edita: Silvia Schnessel para Enlace Judío México

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Reproducción autorizada con la mención: © EnlaceJudíoMéxico

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