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Conservador, cuidado com o “vírus progressista”!

Por Andréa Fernandes

A união comuno-islâmica vem conseguindo êxito catastrófico em sua agenda nesses últimos tempos  por ter o “interesse comum” suplantando as divergências existentes entre as várias divisões da esquerda e pensamento islâmico. O foco destrutivo é supraidentitário e está para além das “personalidades”.  Regimes e doutrinas impõem sob pacto absoluto – e temporário – de fidelidade o modus agendi global sem que aparentemente “conservadores” consigam desenhar resposta eficaz à guerra ideológica vivenciada.

Muitas vezes, conservadores perdem espaço em território minado pela desinformação por aceitar “meias-verdades” dos ícones que são elevados ao status de formadores de opinião. Se um líder conservador indicar um novo “arauto da verdade”, instantaneamente, ele passa a gozar de austeridade e intocabilidade, de modo que haverá sempre uma legião de “fiéis” garantindo que nenhum “mortal invisível” tenha o direito de criticá-lo racionalmente. De nada adianta lembrar às “hordas do bem” que uma das raízes do Conservadorismo é o Ceticismo. Haverá sempre um “deus” conduzindo o pensamento avesso ao questionamento!

Porquanto, de forma orquestrada, mantenedores do status quo se apresentam como “opositores do sistema” lançando “nomes” e “ideias” que batem sempre nas mesmas “teclas temáticas” para alcançar milhares utilizando nuances de verdade embaladas no pacote da mentira envolto no papel de presente do sensacionalismo. Dessa forma, os assuntos realmente imprescindíveis para a sobrevivência do Ocidente são lançados ao esquecimento ou tratados de forma superficial, sendo estrategicamente substituídos por outros temas que acabam envolvendo a atenção da opinião pública global. É impressionante a quantidade de conservadores cegos por engenhosas “cortinas de fumaça” produzidas por essa gente comprometida com o engano.

Assim, são criadas justificativas para se relativizar a falta de compromisso real com uma “agenda genuinamente conservadora” – se é que ainda existe – pois certas “desinformações” passam a ser consideradas ingênuas ou desprezíveis se o formador de opinião grita “go  Trump”, por exemplo! Frases de efeito sempre induzem multidões…

Tempos atrás, após escrever alguns artigos para certa mídia alternativa de Direita que alcançou a confiança da família Bolsonaro, caí em desgraça por ousar produzir apenas um conteúdo criticando o presidente dos EUA, que certamente ganharia meu voto se americana fosse. Criticar a relação imoral daquele país ocidental com a serpente saudita amparada em fatos laureados por links comprobatórios foi suficiente para me tornar a “falsa conservadora” e receber o convite para sair pela porta dos fundos. Quem sou eu para criticar a maior potência da terra? Uma simples internacionalista mergulhada nas peripécias da espada de Mohammad! Estudar e denunciar sob risco de vida os horrores da jihad não me capacita a desvelar o nível de interferência da serpente islâmica saudita nos Estados Unidos.

A sombra da “Pátria grande”

O Foro de São Paulo, entidade política fundada pelo PT e o Partido Comunista Cubano de Fidel Castro, na década de 1990, visa desde a sua criação organizar a expansão da esquerda de modo a culminar na sonhada Pátria Grande Socialista. Composto por partidos e movimentos de extrema-esquerda da América Latina e Caribe, o Foro contou com importantes mecanismos de ingerência que permitiram a dominação do governo de alguns países levando o continente a experimentar o dissabor do desestabilizante processo de “integração”, que deveria ser consubstanciado através da chamada “demarcação ideológica” espalhando a nova roupagem do comunismo, remodelado como “progressismo”.

Fernando Pacheco, coordenador de relações internacionais da executiva nacional da Juventude do PT, escreveu em 2013, no site oficial do Foro de São Paulo artigo intituladoOs ‘grandes temas’ latino-americanos são agora os da Pátria Grande II, no qual recomenda:

“Antes de tudo, é imprescindível que a América Latina e do Sul seja, efetivamente, uma região geoeconômica única”.

Logo, é imprescindível para os aludidos militantes ideológicos pulverizar as fronteiras nacionais, ação esta que se tornou plenamente viável com a “mão visível” da ONU ao descartar a possibilidade de instalar campos de refugiados na Venezuela para acolher parte da população que foge devido grave crise socioeconômica provocada pelo governo comunista de Maduro. O governo conservador brasileiro, por sua vez, quedou-se da obrigação assumida em campanha pelo candidato à presidência com o povo de Roraima de pressionar a ONU para acolher os imigrantes econômicos – reconhecidos como “refugiados” – e nesse sentido, Bolsonaro passou a culpar a Lei de Migração sem nenhum esforço junto à sua base parlamentar para modificar a lei progressista.

Com isso, defender a integridade territorial e soberania nacional em contraposição aos planos do Foro de São Paulo, bem como combater a agenda globalista da ONU –  que visa exterminar as identidades nacionais através do plano orquestrado há décadas de promover imigração em massa – passou a não mais compor a “agenda conservadora”. Denunciar noite e dia que venezuelanos continuam ingressando no Brasil apesar do fictício fechamento de fronteiras – via decreto presidencial – em razão da pandemia exportada pelo regime chinês, jamais vai render apoio de “conservadores” que gritam a cada minuto “Brasil acima de tudo”. Num país sem tradição política no Conservadorismo, Bolsonaro passou a ser na maioria dos casos a “única voz” que pauta os discursos propagados na mídia alternativa e redes.

A “farra progressista” interiorizando venezuelanos em municípios brasileiros

No contexto de patrulha pró-governo, ai de quem ousar criticar a política pública suicida que fez com que mais de 35 mil venezuelanos fossem “interiorizados” em nosso pobre Brasil sob a “orientação” diabólica do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), tendo a ministra Damares Alves  como “garota propaganda”, a qual postou em seu Twitter foto sorridente ao lado do alto comissário da ONU que a parabenizou naquela oportunidade pelo excelente trabalho de suporte imigratório desenvolvido em Roraima para recebimento de QUINHENTOS VENEZUELANOS diariamente. Que façanha, não?! Foram pouquíssimos os “patriotas” que teceram críticas respeitosas lembrando às “autoridades conservadoras” que essa não é uma “agenda conservadora”! Afinal, há sempre um grupo bem organizado de militantes virtuais “Bolservadores” que “justificará o injustificável”.

Governo Federal como agente propulsor da interiorização moldada pela ONU 

A Operação Acolhida, gestada pelo governo progressista anterior para facilitar a imigração em massa de venezuelanos recebeu reforço do governo conservador de Jair Bolsonaro, o qual assinou Protocolo de Intenções que incentiva municípios brasileiros a acolherem imigrantes e refugiados venezuelanos, sendo acompanhado pela Casa Civil e Secretaria de Governo em conjunto com outros seis ministérios: Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Mulher, Família e Direitos Humanos; Defesa; Educação; Saúde e Desenvolvimento Regional. Entrementes, como a agenda globalista já é uma realidade em todo país, participaram ainda do referido “Protocolo de Intenções” a Confederação Nacional de Municípios, que representa as associações municipais e estaduais, e três organismos vinculados à grande vilã, ONU: Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR); Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Sem a mentora do esfacelamento das soberanias nacionais essa “proeza” não seria possível! Mas, a inaceitável ingerência externa de natureza PROGRESSISTA foi tacitamente consentida pela militância conservadora, cuja revolta geralmente é direcionada para os desafetos do presidente, além da estrutura de poder político da extrema-esquerda que arruinou o país.

Ação humanitária, a desculpa progressista global para esfacelar soberanias nacionais

Tal qual na Europa, a imigração em massa no estado de Roraima, espelha o motivo supostamente “humanitário”para forçar o povo a engolir a pauta globalista sem reclamar, ou seja, passa-se a ideia em dar “relevância ética” à estratégia de dominação progressista desconsiderando completamente o desespero de patriotas roraimenses que ouviram durante a campanha presidencial a promessa de que seria exigido da ONU a instalação de campos de refugiados para a população brasileira não ser prejudicada. A propósito, vale repetir, a Lei de Migração não impediria o cumprimento da referida promessa, e se alguma autoridade acreditasse na inviabilidade, não deveria ser inconcebível a articulação de parlamentares apoiadores do governo para promover a mudança da lei. Ou seja, de fato, a Lei de Migração não incomoda porque serve de pretexto para não agir em socorro da nossa soberania!

Sarampo, a herança progressista maldita abraçada por conservadores

O tsunami que o Covid 19 tem causado no Brasil, vem apagando para “o bem” da esquerda e direita a visibilidade dos impactos destruidores da imigração em massa. De modo que, todos esqueceram que o SARAMPO foi erradicado[1] com muito esforço do nosso país em 2016, mas, graças à obediência cega às ordens da ONU, voltou com força total em 2018[2], mediante o ingresso de venezuelanos  que tinham o “direito” de DECISÃO acerca de vacinar-se para adentrar no país. Não era exigida a vacinação, e ao mesmo tempo, por não haver CONTROLE SANITÁRIO RIGOROSO, venezuelanos entravam infectados.

Ninguém  se chocou pelos milhares de brasileiros infectados e também pelos mortos por “Sarampo importado”.  Ademais, não vemos as redes em alerta com o atualíssimo SURTO da doença, que teve um aumento de 160% em um mês, com mais de 2.300 casos, principalmente no Pará, São Paulo e Rio de Janeiro[3].  Contudo,  o “sarampo fora das pautas conservadoras e progressistas” é uma doença infecciosa grave causada por vírus que pode ser fatal, sendo considerada uma das doenças mais contagiosas do mundo, pelo que um infectado pode transmitir o vírus para 18 pessoas em média.

Segundo o próprio Ministério da Saúde, “pesquisadores de Harvard descobriram que a gravidade do sarampo é maior do que se pensava, abrindo portas para outras doenças[4].

O silêncio progressista é perfeitamente adequado para a ocasião do surto de sarampo, eis que a agenda de redução populacional cai bem para os humanistas, mas, esse importante tema talvez não tenha caído nas “redes conservadoras” porque o “peixão” da imigração em massa de venezuelanos que importou essa grave doença como pauta desviada do Conservadorismo, não deixa sobrar espaço no barco para alertar a população brasileira sobre os riscos de uma peste requentada pelo senso “humanitário conservador”.

O progressismo do ex-ministro Mandetta, serviçal da OMS 

Antes de ser acertadamente exonerado por Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta protagonizou cena que não mereceu repúdio nas redes conservadoras: ao visitar Roraima para “acompanhar refugiados”, o ministro afirmou que havia risco de proliferação de casos de difteria e esboçou preocupação com doenças sexualmente transmissíveis na região de fronteira do Brasil com a Venezuela. Disse ele: Temos informações da vinda de muitos casos de difteria, uma doença de letalidade muito grande que não temos no Brasil.

Reconhecendo explicitamente a ocorrência de EPIDEMIA de sarampo em Roraima, Manaus e Belém devido e entrada de venezuelanos e o nível baixo de vacina, Mandetta ressaltou que “NÃO HÁ PREVISÃO DE VACINA AOS IMIGRANTES POR ENTENDER QUE NÃO SE PODE OBRIGAR PESSOAS A SE IMUNIZAREM CONTRA A VONTADE”.

Quando o brasileiro conservador critica países europeus onde os imigrantes adeptos do Islã ortodoxo impõem a sharia (lei islâmica) sem oposição governamental, midiática e da sociedade organizada, seria bom trazer à lembrança a “vontade estrangeira” preponderando em território nacional, ainda que ressuscite doenças erradicadas, causando enfermidade e MORTE de outros brasileiros sem qualquer espécie de comoção e/ou denúncia do movimento conservador. A agenda é global!

Para muitos, o “maior erro” do ex-ministro não foi priorizar a imigração em massa em prejuízo da população roraimense. Isso não é “grave”. Mandetta usurpou o comando presidencial em diversos momentos tetando angariar exclusivo protagonismo político como servo da OMS, baluarte dos interesses chineses. Essa conduta não tem perdão. O pior de tudo é que não tenho muita esperança que o novo ministro Nelson Teich tenha pretensão de mexer com a “galinha dos ovos de ouro da ONU”. Por ora, observarei a resposta das redes conservadoras à defesa de Teich à ampliação do isolamento social em São Paulo e no Rio de Janeiro.

De todo jeito, reconheço que momentaneamente é impossível o vírus importado da Venezuela competir com o vírus chinês, ambos dotados de eficiência destrutiva – guardadas as devidas proporções – pela atuação medíocre da Organização Mundial de Saúde (OMS). Cabe aos conservadores compreender que seletividade em termos de saúde pública pode ser “mortal”.

Torço para que o Conservadorismo alcance “imunidade” em relação ao mais letal de todos os “vírus”: o progressismo, mutação perigosa do comunismo. A saúde dos brasileiros agradeceria se houvesse “isolamento” contra toda e qualquer prática de manipulação que acoberte ações desumanas provocadas por influência contaminatória de uma ideologia patologicamente genocida.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e Diretora-Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem by DefesaNet

[1] https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/25846-brasil-recebe-certificado-de-eliminacao-do-sarampo

[2] https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/surto-de-sarampo-importado-da-venezuela-faz-saude-de-rr-antecipar-campanha-de-vacinacao-triplice-viral.ghtml

[3] https://oglobo.globo.com/sociedade/casos-de-sarampo-brasil-saltam-160-em-um-mes-24400671

[4] https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/sarampo

Militares se negam a revistar bandido venezuelano que levou objetos de furto para abrigo em Pacaraima

RORAIMA – Uma professora que leciona nas redes municipal e estadual de ensino a teve a sua residência furtada por venezuelanos e ao tomar conhecimento que o autor seria um venezuelano, se dirigiu ao abrigo, mas foi impedida de reaver seus pertences por militares e representante de ONG que administram o local. O ativista Nando Abreu entrevistou a vítima na manhã dessa sexta-feira.

Uma professora do município de Pacaraima – que não sera identificada por razões de segurança – teve a sua casa novamente furtada na noite de quinta-feira (1/11). A família percebeu pela manhã que alguém invadiu a residência pela janela e furtou utensílios diversos, incluindo produtos eletroeletrônicos, roupas, sapatos, bolsa, cartão e R$ 1.750,00.

A família já havia sido furtada em ocasião anterior quando criminosos furtaram um bujão de gás. No entanto, a professora tomou conhecimento que o criminoso seria um venezuelano que vivia num abrigo mantido na cidade, e preocupada, sobretudo, com o material escolar dos seus alunos que estava numa bolsa que também foi levada, se dirigiu ao referido abrigo e assim que chegou avistou seu notebook. Contudo, ao solicitar ao tenente para que fosse efetivada uma “revista” no local pelos militares, teve o pedido negado, posicionamento este ratificado por representante da ONG no local.

A vítima precisou pedir socorro à Força Tática da Polícia, que a acompanhou em diligência ao local procedendo à busca dos objetos furtados e identificando o criminoso venezuelano, o que que resultou na recuperação de parte do produto de furto, pois, segundo o bandido, alguns objetos teriam sido “vendidos”. O dinheiro não foi recuperado.

Ao confessar o crime, o bandido venezuelano informou que costuma alimentar o cachorro da vítima e no dia do crime usou uma substância para dopar o animal facilitando a invasão da residência.

Os policias souberam, ainda, que o criminoso agiu com um comparsa, mas o mesmo se negou a identificá-lo. A vítima do crime que já é comum na localidade mostrou gratidão à eficiência da Força Tática de Pacaraima ressaltando que os policiais civis estão numa situação que os impede de promover um serviço de segurança adequando á necessidade da comunidade, uma vez que, segundo ela, a classe não recebe pagamento há 60 dias e os veículos não têm nem mesmo gasolina para trafegar.

Enquanto a população sofre com o aumento assustador de assaltos e crimes diversos, o governo federal se nega a instalar controle rígido na fronteira para evitar que criminosos ingressem no município. A situação caótica levou o ativista Nando Abreu a articular mais uma reunião com os moradores convidando autoridades locais para participarem a fim de ser viabilizada solução para as demandas de segurança e demais serviços públicos.

Com informações de Nando Abreu e imagem G1 Globo

Tensão em Pacaraima: Idoso é esfaqueado por 3 venezuelanos

RORAIMA – Na noite de terça-feira, três venezuelanos encapuzados invadiram a casa de um brasileiro idoso em Pacaraima e tentaram assassiná-lo a facadas. Devido mais um ato criminoso covarde perpetrado por imigrantes venezuelanos a situação ficou tensa no local.

Alfredo de Louise, de 79 anos, estava em sua residência onde mora sozinho, quando segundo testemunhas dois homens e uma mulher de origem supostamente venezuelana invadiram o imóvel e desferiram facadas próximas à jugular e o coração da vítima. O idoso está internado no Hospital em Pacaraima e recebeu a visita do ativista Nando Abreu e do prefeito da cidade, Juliano Torquato (PRB).

Com mais esse incidente criminoso promovido por venezuelanos, a situação que já era tensa na região se agravou e o prefeito fará reunião com liderança comunitárias, tendo convidado Nando Abreu para participar, a fim de articularem propostas de mobilização do aparato estatal para socorrer a população em suas demandas devido a falência nos serviços públicos, principalmente, na área de segurança.

Com informações Nando Abreu

Chefe do Estado-Maior austríaco: A imigração em massa é a maior ameaça à nossa segurança; a proteção das fronteiras é necessária

O major-general Robert Brieger, novo chefe do Estado-Maior do exército da Áustria, considera a imigração em massa a maior ameaça à segurança do país, informa o tablóide Wochenblick .

“O problema da imigração se desenvolveu de maneira que agora todos os Estados membros da União Européia são afetados. Enquanto a proteção das fronteiras externas não for totalmente garantida, é necessário atuar em nível nacional ”, diz Brieger em entrevista ao Ö1 Morgenjournal, da Áustria.

Segundo o Major General, a proteção de fronteira pode proteger o país de ameaças terroristas. Brieger é o novo Chefe de Gabinete do Exército austríaco desde julho e é o sucessor do General Othmar Commenda.

O ministro da Defesa, Mario Kunasek, que atribuiu a função a Brieger na terça-feira, está confiante no novo chefe do Estado-Maior.

“Tenho o prazer de poder entregar o cargo ao sucessor na função do Chefe do Estado Maior hoje com uma cerimônia militar. Estou convencido de que o general Brieger tem a visão e a experiência necessárias para atender às demandas ”, disse o ministro da Defesa no Facebook.

Com imagem e informações Voice of Europe

Suécia: Morte por Efeito da Imigração

por Ingrid Carlqvist
12 de Fevereiro de 2016

  • O clima nas redes sociais suecas nesse momento é quase revolucionário. As pessoas estão publicando posts de vídeos de si mesmas acusando o governo de assassinato, de inundar a Suécia com indivíduos violentos.
  • Quando Alexandra Mezher foi assassinada, ela estava sozinha no abrigo com dez candidatos a asilo. Ela foi esfaqueada por uma das “crianças” sob seus cuidados.
  • Quando o Comissário de Polícia Nacional Dan Eliasson apareceu no programa de TV “Bom Dia Suécia”, um dia depois que Mezher foi assassinada, ele expressou compaixão pelo assassino e mal mencionou a vítima. Isso provocou comoção nas redes sociais.

A imigração em massa continua ceifando vidas na Suécia. Assassinatos, violência e estupros se tornaram o cotidiano neste pequeno país, que conta com uma população que não chega a dez milhões de habitantes, que no ano passado abriu suas portas a quase 163,000 imigrantes. A vítima mais recente foi Alexandra Mezher de 22 anos de idade. Na semana passada ela foi esfaqueada até a morte por uma assim chamada criança refugiada desacompanhada em um abrigo para asilados onde ela trabalhava.

Muito embora o enorme fluxo de candidatos a asilo tenha diminuído drasticamente desde 4 de janeiro quando a Suécia implementou o controle de sua fronteira com a Dinamarca, aqueles que já se encontram aqui constituem um gigantesco problema para os municípios, polícia e cidadãos. A polícia está travando uma batalha perdida contra o crime das ruas, bem como incidentes diários em abrigos para asilados, distúrbios em geral que incluem confrontos, estupros e ameaças.

É anárquico o estado dos abrigos para asilados. Em 27 de janeiro a polícia foi enviada a uma casa para adolescentes em Lindås, onde começou um distúrbio. O policial Johan Nilsson disseao jornal local Barometern:

“A um dos adolescentes foi negada a venda de um doce, o jovem ficou furioso com os funcionários do abrigo. Ele reuniu um grupo de uns 15 amigos, os funcionários foram obrigados a se trancarem em um cômodo do asilo, enquanto os vândalos quebravam janelas e outros objetos. Suspeita-se que o arruaceiro, aparentemente de 16 anos, tenha iniciado o tumulto, e suspeita-se que outro estava fazendo ameaças de cometer atos ilícitos e de causar tumultos violentos”.

O segundo suspeito foi liberado posteriormente, após ele ter apresentado um documento provando que tinha menos de 15 anos, portanto não era responsável criminalmente.

Outro incidente, desta vez bem mais grave, ocorreu no abrigo para asilados Signalisten em Västerås em 20 de janeiro. Dez policiais foram enviados à unidade por conta de relatos deconstantes estupros de um menino de 10 anos de idade. Os policiais se viram diante de uma multidão de vândalos que os aguardava em um corredor, gritando, mostrando os punhos cerrados. A situação se agravou a ponto dos policiais serem obrigados a fugir para salvarem a própria pele. Mais tarde um dos policiais registrou, em seu relatório, que ele e seus colegas conseguiram escapar única e exclusivamente devido à presença do adestrador do cão policial:

“Inclusive mais pessoas surgiram atrás de nós. Eu estava psicologicamente preparado para lutar pela minha vida. Éramos 10 policiais cercados em um corredor estreito. Aí eu ouvi alguém gritar que havia uma saída de emergência. Eu senti que poderíamos facilmente ser dominados, considerando os arredores e o número de vândalos que nos encurralava”.

O policial também registrou em seu relatório que esperava que houvesse mais treinamento, no futuro, sobre como “lidar com multidões em espaços confinados”.

Que a polícia sueca não tem mais condições de realizar seu trabalho ficou óbvio. Recentemente o Comissário de Polícia Nacional Dan Eliasson pleiteou a contratação de 2.500 policiais e 1.600 funcionários civis para a polícia, para que ela possa lidar com a escalada da ameaça de terrorismo e do crescente fluxo de refugiados. Considerando o espaço de tempo necessário para o treinamento de policiais, provavelmente irá demorar certo tempo até que a força policial possa aumentar suas fileiras. Eliasson também pleiteou um aumento no orçamento de 1,8 a 2,8 bilhões de coroas suecas (US$214 milhões a US$332 milhões), pelo fato da “situação dos migrantes exigir um aumento significativo na carga de trabalho da polícia”.

Ele identificou que as áreas com maior necessidade de recursos são os controles de fronteira e abrigos para asilados, em todo o país: “precisamos estar presentes naqueles locais a toda hora, há confrontos e distúrbios”.

Em 26 de janeiro, o que todo mundo temia, finalmente aconteceu. A polícia apareceu de madrugada em um abrigo para asilados de “crianças refugiadas desacompanhadas” em Mölndal, após denúncia de briga com facas. Quando os policiais chegaram, já era tarde demais. Alexandra Mezher funcionária do abrigo, estava sangrando, estatelada no chão,esfaqueada por uma das “crianças” que ela cuidava. Ela não resistiu aos ferimentos e veio a falecer no hospital horas mais tarde.

A polícia deteve um elemento que alegava ter 15 anos, natural da Somália sob suspeita de assassinato e também por tentativa de assassinato de um dos jovens que supostamente tentou intervir. Mais tarde ele foi colocado sob custódia da polícia. De acordo com o jornal local GT, os funcionários já tinham alertado diversas vezes que o suspeito tinha problemas mentais.

A família Mezher é cristã libanesa e fugiu da violência no Líbano há 25 anos. A mãe de Alexandra, Chimene Mezher, contou ao jornal britânico The Daily Mail:

“Nós saímos do Líbano para fugir da guerra civil, da violência e do perigo. Nós viemos para a Suécia onde era seguro, para formarmos a nossa família. Mas já não é mais seguro. … Eu só quero saber por que… Por que Alexandra? Ela queria ajudá-los, e fizeram isso com ela. Em só quero saber porque”.

Chimene Mezher agora acusa os políticos suecos de assassinarem sua filha. O dramático crescimento da população ocorrido recentemente em Mölndal, um subúrbio de Gothenburg, tem assustado muitos de seus 60.000 residentes. Em menos de um ano 8.000 candidatos a asilo se mudaram para cá, metade dos quais são as assim chamadas “crianças refugiadas desacompanhadas”.

Veio à tona que funcionários do abrigo para asilados onde Alexandra Mezher foi assassinada reclamavam constantemente sobre as deploráveis condições existentes no local. Há um ano os funcionários alertaram que não havia pessoal suficiente e que trabalhavam sozinhos: “até agora nada de grave aconteceu, mas irá acontecer”, disse um funcionário desesperado que chamou a Inspetoria da Saúde e Bem-Estar Social (“Inspektionen för vård och omsorg”, IVO). O IVO inspecionou o abrigo para asilados e constatou que estava tudo em ordem. Quando Mezher foi assassinada, ela estava sozinha no abrigo com dez candidatos a asilo. Até agora ninguém sabe por qual motivo ela foi assassinada.

Quando o Comissário de Polícia Nacional apareceu no programa de TV “Bom Dia Suécia”, um dia depois que Mezher foi assassinada, ele expressou compaixão pelo assassino e mal mencionou a vítima. Isso provocou comoção nas redes sociais. Eliasson disse o seguinte:

“Bem, é claro que todos nós ficamos desolados em relação a todos os envolvidos. Naturalmente, em relação à pessoa assassinada e sua família, mas também em relação ao rapaz solitário que comete um ato tão hediondo. Por quais tipos de infortúnios uma pessoa assim já passou? Sob quais circunstâncias ele cresceu? Que tipos de trauma ele carrega consigo? Toda essa crise migratória mostra o quão injusta a vida é em muitas partes do mundo. Temos que dar o que temos de melhor para ajudarmos a resolver esse problema”.

O clima nas redes sociais nesse momento é quase revolucionário. As pessoas estão publicando posts de vídeos de si mesmas acusando o governo de assassinato, de inundar a Suécia com indivíduos violentos além de ignorar completamente os suecos.

Alexandra Mezher (esquerda) foi assassinada no asilo para “crianças refugiadas desacompanhadas”, onde ela trabalhava. Ela foi esfaqueada até a morte por um residente que alegou ter 15 anos de idade e ser da Somália. Quando o Comissário de Polícia Nacional Dan Eliasson (direita) falou na televisão sobre o assassinato, ele expressou compaixão pelo assassino e mal mencionou a vítima.

O que os detentores do poder sueco realmente pensam? Será que o governo sueco continua sustentando que o direito a asilo é mais importante do que qualquer outra coisa, até mais importante do que a segurança de seu próprio povo?

O Gatestone Institute entrou em contato com Sofia Häggmark, funcionária apartidária, do alto escalão do setor dos direitos de imigração do Departamento de Justiça. A seguir as perguntas e respostas:

Será que se deve conceder asilo a qualquer um na Suécia, ainda que isso leve o país à ruína?

“O direito a asilo é muito forte. Temos leis internacionais e leis da União Européia que proferem que se uma pessoa vem a um país da UE, ela tem o direito de pedir asilo”.

Será que não é certo dizer não, uma vez que há grupos no país que estão sendo ameaçados pelos candidatos a asilo: minorias como ciganos, judeus e sami (lapões)? Ou que a Suécia não tem condições de arcar com tudo isso?

“Não, se um indivíduo tem motivos suficientes para obter asilo ou corre o risco de ser condenado à pena de morte ou ser torturado em sua terra natal, não é possível negar-lhe asilo”.

Não seria o dever primordial do governo sueco proteger a Suécia e o povo sueco?

“Temos que respeitar as leis internacionais, somos obrigados a respeitá-las. Corremos o risco de sermos intimados a comparecer perante o Tribunal de Justiça da União Européia se nos negarmos a permitir que as pessoas procurem asilo”.

O que é mais importante, a vida dos suecos ou o risco de nos vermos diante do Tribunal de Justiça da União Européia?

“Eu não posso responder a esta pergunta, só posso dizer quais são as regras”.

Então o que a senhora está dizendo é que se 30 milhões de pessoas vierem para cá nos matar, não temos como nos defender, não temos como impedi-las?

“Só posso dizer que o direito a asilo tem amparo legal muito forte”.

Mas para os suecos não?

“Se um indivíduo assassinar alguém aqui na Suécia, o sistema de justiça criminal cuidará do caso e processará o criminoso. Precisamos averiguar individualmente todos os casos de pedido de asilo”.

A senhora acredita que já aconteceu alguma vez na história do mundo de um país cuidar mais de cidadãos de outro país do que de seu próprio?

“Não posso responder a esta pergunta. Mas não há nenhum estatuto que limite o número de (candidatos a asilo) que a Suécia possa aceitar”.

De modo que não há nenhum plano sobre o que fazer se o país estiver repleto de asilados e os cidadãos estiverem amedrontados?

“Não, não há”.

Pessoalmente a senhora sente que está tudo certo?

“Não posso responder a esta pergunta. Esta não é a minha função”.

Se milhões de muçulmanos vierem para cá e implementarem a lei da Sharia, o direito a asilo terá contribuído efetivamente para acabar com a democracia em nosso país, para colocar outro povo no lugar do povo sueco e para aniquilar tudo o que a Suécia é. Nenhum de vocês vislumbrou uma catástrofe dessa magnitude?

“Entendo o que você está pensando”.

As medidas tomadas pelo governo em 4 de janeiro foram um meio de interromper a imigraçãosem comprometer o todo-poderoso “direito a asilo”, porque somente aqueles que pisam em solo sueco têm o direito a pedir asilo. O governo impôs um regime de responsabilidade para as companhias transportadoras que operam trens e balsas na rota entre a Dinamarca e a Suécia, o que significa que estas companhias devem contratar fiscais para impedirem a passagem de todos aqueles que não apresentarem um passaporte ou outro documento de identidade válido. Esta é a primeira vez que pessoas não podem viajar livremente entre países nórdicos desde a introdução da União Nórdica de Passaportes em 1952.

A nova checagem de identidade criou um problema para a Dinamarca, que não está nada inclinada a ficar travada com todos os candidatos a asilo que se dirigem para a Suécia. Consequentemente a Dinamarca impôs seu próprio controle de fronteira com a Alemanha.

Diferentemente da Suécia, a Dinamarca optou por outro caminho. Em vez de impedir as pessoas de pedirem asilo, o parlamento dinamarquês introduziu uma nova lei em 26 de janeiro que inclui severas medidas de austeridade em relação aos candidatos a asilo, medidas que o governo espera irão desestimular os migrantes a virem para a Dinamarca. Faz parte das novas regras:

  • licenças de residência mais curtas
  • adiamento do direito de trazer parentes
  • direito do estado de confiscar bens dos migrantes para cobrir despesas de asilo
  • qualificação mais rígida para a obtenção de residência permanente
  • facilitação no processo de revogação da residência de refugiados
  • corte de 10% nos benefícios financeiros para candidatos a asilo

Até os sociais-democratas dinamarqueses apoiaram a lei. Em 2010 o partido exigia que a Europa “abrisse o caminho para o Islã”, agora, ao que tudo indica, ela deu uma virada de 180 graus. O presidente da facção dos sociais-democratas Henrik Sass Larsen assinalou em umartigo de opinião no diário Politiken:

“Faremos o que estiver ao nosso alcance para limitar o número de refugiados e imigrantes não-ocidentais a entrarem neste país. É por esta razão que nós fomos longe, muito mais longe, do que jamais sonhávamos ir. Fazemos isso porque não queremos sacrificar o estado de bem estar social em nome do humanismo. Pelo fato do estado de bem estar social ser … o projeto político dos sociais-democratas. Trata-se de uma sociedade fundamentada nos princípios da liberdade, igualdade e solidariedade. A imigração em massa, veja por exemplo a Suécia, irá corroer a base econômica e social do estado de bem estar social”.

Contudo, proteger o estado de bem estar social que levou gerações para ser construído, não parece ser prioridade para os sociais-democratas suecos. Também há aqueles que alegam, já faz um bom tempo, que a afinidade dos sociais-democratas com a imigração tem a ver com seu desejo de inundar o país com o “voto de cabresto”, jogando assim mais lenha na fogueira. Estudos mostram que os muçulmanos tendem a votar a favor da esquerda. Por exemplo, 93%dos muçulmanos franceses votaram no Presidente Socialista François Hollande e quase 90%dos muçulmanos americanos votaram no Presidente Obama.

A julgar pelas recentes pesquisas de opinião, o Primeiro Ministro da Suécia Stefan Löfven realmente terá que contar com os votos dos muçulmanos para permanecer no poder. O respeitado Instituto de Pesquisa Sifo apresentou recentemente um boletim sobre afinidades em relação a partidos. referente ao mês de janeiro. Os sociais-democratas obtiveram lastimáveis 23,2% , o pior resultado desde que começaram as pesquisas em 1967. O partido obteve 31% nas eleições gerais de 2014 e este resultado já foi considerado péssimo.

Enquanto isso, depois que o controle de fronteiras entrou em vigor em janeiro e o número de candidatos a asilo que chegou na Suécia despencou do pico de mais de 10.000 por semana para 820 (na terceira semana de janeiro), ninguém sabe ao certo se a causa teve a ver com o controle de fronteiras ou devido ao inverno rigoroso.

No total, 162.877 pessoas procuraram asilo na Suécia em 2015. Isso representa cerca do dobro em relação ao ano passado e muitas vezes mais da média nos anos 2000, que em linhas gerais era de 33.000 ao ano.

Agora o Ministro para Assuntos Internos Anders Ygeman diz ao jornal de negócios Dagens Industri que ele instruiu a polícia e o Serviço de Imigração a deportarem até 80.000 dos candidatos a asilo que chegaram ano passado. O governo planeja usar voos charter. Anders Ygeman considera a operação “um desafio enorme”.

Tradução: Joseph Skilnik

Ingrid Carlqvist,é uma jornalista e autora radicada na Suécia e Ilustre Colaboradora Membro do Gatestone Institute.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7426/suecia-morte-imigracao