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Não gostou da Portaria de Moro? A porta de Cuba é a serventia da casa

Por Andréa Fernandes

Na sexta-feira próxima passada (26/07), o Ministério da Justiça e Segurança Pública alvoroçou a grande mídia ao publicar no Diário Oficial da União a Portaria nº 666/2019[1], emitida pelo ministro Sérgio Moro, a qual disciplina “o impedimento, a repatriação e a deportação sumária de pessoa perigosa ou que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”.

Apesar da “reação apocalíptica” da oposição e juristas alinhados à esquerda, a Portaria – que é ato administrativo emanado dos chefes de órgãos públicos visando ordenar o funcionamento da Administração Pública e a conduta de seus agentes – nada mais é, que o instrumento normativo que veio instituir a diretriz para a regulamentação de dispositivos específicos da  Lei de Migração (sancionada pelo ex-presidente Michel Temer, em 2017), e o Estatuto do Refugiado. Seria muito simples perceber que o ministro agiu em observância à lei, se não houvesse um movimento ideológico vergonhoso trabalhando noite e dia para tentar inviabilizar o governo.

A reação da militância: ABI e OAB unidas no ataque contra o Juiz Sergio Moro

Talvez, por má-fé ou ignorância crônica, militantes de diversos segmentos estão elevando a Portaria nº 666 à temida “marca da besta” estimulados por instituições aparelhadas e juristas comprometidos com o infundado discurso de “ataque à liberdade de imprensa”. Aliás, rapidamente a “alcateia midiática” e simpatizantes se uniram para promover desinformação em ataques hidrófobos contra o ministro Moro. Nesse sentido, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), costumeira “rábula”[2] do portal militante da extrema-esquerda “The Intercept Brasil”, passou a disputar com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB), Felipe Santa Cruz, o ranking das narrativas conspiratórias em defesa de Glenn Greenwald.

Além de promover ato público em defesa de jornalista-militante[3], a ABI publicou nota afirmando que seria “inconstitucional e um abuso de poder a edição de medidas governamentais direcionadas a quem quer que seja, principalmente, na conjuntura atual, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, radicado no Brasil há 13 anos[4].

Para mostrar “comprometimento” com o “companheiro Glenn”, a ABI ameaçou recorrer ao Judiciário, caso a medida publicada fosse utilizada contra o editor-chefe do “The Intercept Brasil”, se configurando supostamente o que chama de “arbítrio” e de “atentado à liberdade da imprensa”.

Contudo, o presidente-ativista da OAB, que costuma militar pautado no agressivo modus operandi petista, não obstante atacar em outras ocasiões o juiz da 2ª Vara Federal/RJMarcelo Bretas, chamando-o de “vedete”[5] e o ministro  Moroafirmando que “banca o chefe de quadrilha[6]”, ingressou com pedido no Judiciário a fim de que a entidade que representa seja autorizada a ingressar como assistente das investigações no inquérito da Operação Spoofing[7] (que apura a invasão aos celulares de Moro e demais autoridades), sob o pretexto de “proteger a cadeia de custódia das informações e para garantia de amplo acesso dos advogados aos elementos de prova[8].

A mesma OAB, que recentemente ingressou com pedido junto ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para averiguar possível investigação da Polícia Federal ou do próprio COAF contra Glenn – alegando temor acerca de risco de violação dos direitos à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa[9] – vem “advogando graciosamente” em favor do pau-mandado de Lula, que é “tomador de mensagens” com fortíssimos indícios de terem sido interceptadas pelos criminosos presos na Operação Spoofing.De maneira que, ingressar na investigação da operação que investiga os crimes é – desalojadas as terminologias glamourosas do “juridiquês” – apenas mais uma das estratégias em defesa de hackers a serviço de instauração de uma crise institucional por meio de ações ao arrepio da lei.

Todavia, o ativismo do presidente da OAB, que há muito tempo é acusado de utilizar a entidade para representar suas preferências político-partidárias, acaba de sofrer um forte impacto. AAssociação dos Advogados e Estagiários do Rio de Janeiroimpetrou Mandado de Segurança requerendo o imediato afastamento de Felipe Santa Cruz do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil[10].

Glenn Greenwald, “pessoa perigosa protegida por lei”

Sabedor do amplo apoio que recebe da extrema-imprensa devido a sua luta incansável para inocentar o ex-presidente Lula, que cumpre prisão na sede da PF em Curitiba por lavagem de dinheiro e corrupção passiva[11]Glenn Greenwald propalou em suas redes que via na Portaria uma tentativa de intimidação de Moro após a divulgação de mensagens privadas supostamente trocadas pelo atual ministro e procuradores da força-tarefa Lava-Jato, nominando o ato de Moro ao cumprir com seu “dever legal” de “terrorismo”[12].

O coro de descontentes foi reforçado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que usando hasteg ofensiva contra Moro reverberando a infamia do presidente da OAB taxando o ministro de “chefe de quadrilha”, mostrou desespero com a expressão “pessoas perigosas” inserida no bojo da Portaria.

A imagem pode conter: texto

Como a maioria dos virulentos “acusadores virtuais” não é chegada à leitura de espécie alguma, cabe destrinchar o motivo fútil da controvérsia, e para tanto, cumpre explicitar o temido artigo 2º da Portaria nº 666, que estatui:

Art. 2º Para os efeitos desta Portaria, são consideradas pessoas perigosas ou que tenham praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal aqueles suspeitos de envolvimento em:

I – terrorismo, nos termos da Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016;

II – grupo criminoso organizado ou associação criminosa armada ou que tenha armas à disposição, nos termos da Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013;

III – tráfico de drogas, pessoas ou armas de fogo;

IV – pornografia ou exploração sexual infantojuvenil; e

V – torcida com histórico de violência em estádios.

Logo, resta clarividente que, apesar de Greenwald ser literalmente uma “pessoa perigosa” por conta do seu escopo de tentar desestabilizar o governo com ataques sórdidos, que ao que tudo indica, são baseados em ações criminosas de hackers – o criminoso preso apelidado de “Vermelho” afirmou na PF que enviou as mensagens violadas ao jornalista-militante[13] –  o fato é que a Portaria não dá base jurídica alguma para perpetra-se a prisão desse jornalista-militante, o que foi reforçado em nota oficialaduzindo que “a portaria não permite a expulsão de estrangeiros por motivo diverso do enquadramento em condutas criminais específicasnem permite a deportação em casos nos quais há vedação legal como estrangeiro casado brasileiro ou com filhos brasileiros[14].

As “condutas criminais específicas” das “pessoas perigosas” que assustaram a “esquerda periculosa” estão arroladas no aludido artigo, e a conduta do jornalista-militante não está tipificada nas hipóteses legais. O próprio presidente Jair Bolsonaro, em entrevista reconhece essa realidade ao dizer: “Eu teria feito um decreto porque quem não presta tem que mandar embora. Tem nada a ver com esse Glenn. Nem se encaixa na portaria o crime que ele está cometendo. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil. Malandro para evitar um problema desse, casa com outro malandro ou adota criança no Brasil. O Glenn não vai embora, pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não”[15].

Outro ponto atacado pela militância jurídica demonstra a desonestidade intelectual em seus “pareceres” com “cinquenta tons de vermelho”,  que apontam para o que chamam de “retrocesso ditatorial”, uma vez que usam proposições verdadeiras da Lei de Migração para amparar conclusão falaciosa, salientando que a “lei de Migração se baseia no repúdio à discriminação e não-criminalização de migrantes que estão de modo irregular no país”. Pois bem, isso é verdade, mas essa mesma lei que não discrimina imigrantes de conduta idônea que adentram de boa-fé em território nacionaltambém afirma no inciso IX, do Art. 45,  que poderá ser impedida de ingressar no país “a pessoa que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal.

Outrossim, apesar de “especialistas” citados pela extrema imprensa-evocarem o prazo previsto na Lei de Migração (Art. 50, §1º), que garante ao imigrante irregular a chamada “ampla defesa” com prazo não inferior a 60 dias para regularização das irregularidades que impedem a permanência no país, o que supostamente colimaria a Portaria de ilegalidade por reduzir o prazo para 48 horas, percebe-se que esquecem os tais juristas que a leitura das leis pertinentes seria obrigatória antes de arvorar “discursos vitimistas”, senão vejamos: o artigo 50 da Lei de Migração define o conceito “deportação”, e após dispor sobre o prazo mínimo de 60 dias para defesa na deportação de imigrantes irregulares traz a figura da “deportação excepcional”, autorizando a diminuição do prazo, conforme abaixo transcrito:

§ 1º A deportação será precedida de notificação pessoal ao deportando, da qual constem, expressamente, as irregularidades verificadas e prazo para a regularização não inferior a 60 (sessenta) dias, podendo ser prorrogado, por igual período, por despacho fundamentado e mediante compromisso de a pessoa manter atualizadas suas informações domiciliares.

§ 6º O prazo previsto no § 1º poderá ser reduzido nos casos que se enquadrem no inciso IX do art. 45.

E o que diz literalmente o inciso IX, do art. 45, da Lei de Migração?

Art. 45. Poderá ser impedida de ingressar no País, após entrevista individual e mediante ato fundamentado, a pessoa:

IX – que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal.

E quanto à alegação de “especialistas” que afirmam não haver citação alguma às “pessoas perigosas” na Lei de Migração[16], expressão esta que teria sido engendrada pelo ex-juiz da Lava-Jato perseguido por julgar e condenar “criminosos perigosos” da quadrilha que assaltava os cofres públicos?

Considerando que os filhos órfãos da pátria educadora não aprenderam que a imigração é regida não apenas pela temerária Lei de Migração, vale lembrar à “geração mortadela” da advocacia que, existe “por um acaso” o Estatuto do Refugiado[17], o qual até “segunda ordem legislativa”, continua em vigor. O diploma legal ocultado do senso comum pela militância estridente assevera:

Art. 7º O estrangeiro que chegar ao território nacional poderá expressar sua vontade de solicitar reconhecimento como refugiado a qualquer autoridade migratória que se encontre na fronteira, a qual lhe proporcionará as informações necessárias quanto ao procedimento cabível.

2º O benefício previsto neste artigo não poderá ser invocado por refugiado considerado PERIGOSO para a segurança do Brasil.

Para o azar da extrema-esquerda, que adora refugiar terroristas sanguinários como o pérfido Cesare Battisti – declarado “refugiado” no governo Lula[18] – ainda persistem resquícios de dispositivos legais que denotam preocupação com a “segurança nacional” por mais que a Lei de Migração tenha tentado aniquilar esse tema em desuso em parte da America Latina, uma região continental infestada de terroristas comunistas e islâmicos, e chamada  pela inteligência externa de “nações unidas do crime”.

Ou seja, não há necessidade de frequentar o curso de Direito em  universidade pública financiada pelo contribuinte, para saber que Moro firmou a Portaria nº 666 na legislação pátria, sendo escravo da limitação imposta pelo ordenamento jurídico.

E quanto a acusação de “prazo exíguo”? Tem previsão legal ou seria mais uma “mania de Moro” perseguir suspeitos de terrorismo, estupradores, traficantes e demais “vítimas da sociedade internacional”? Leiamos o Decreto 9.199/2017 – que não é de autoria de Bolsonaro, talkei?

Art. 191. Ato do dirigente máximo da Polícia Federal disporá sobre os procedimentos administrativos necessários para a deportação.

Parágrafo único. Ato do MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA DEFINIRÁ as hipóteses de REDUÇÃO DO PRAZO de que trata§ 6º do art. 50 da Lei nº 13.445, de 2017 .

Art. 207. Ato do Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública disporá sobre o regramento específico para efetivação em caráter excepcional da repatriação e da deportação de pessoa que tenha praticado ato contrário aos princípios e aos objetivos dispostos na Constituição, nos termos estabelecidos no art. 45, caput , inciso IX, da Lei nº 13.445, de 2017 .

Uma vez sendo a autoridade competente no Ministério da Justiça, cabe sim, a Moro determinar a diminuição de prazo para deportação de suspeitos de crimes graves.  Posto isto, sugiro aos histéricos que acreditam na “presunção de inocência” de suspeitos de terrorismo e demais crimes odiosos listados na lei, que façam uma consulta popular indagando se a população quer sujeitos extremamente perigosos em solo nacional.

Já pensou na possibilidade de aparecer por aqui uma das lideranças do Estado Islâmico ou de qualquer um dos milhares de grupos terroristas islâmicos requerendo “refúgio” aproveitando as “facilidades” que a militância esquerdista defende em termos de imigração sem rígido controle de segurança nas fronteiras e “prazo longo” para defesa de sua permanência no Brasil?

Medidas imprescindíveis para a segurança nacional jamais serão defendidas por movimentos e lideranças políticas que se alinharam a narcoditaduras tais como Cuba e Venezuela, que têm no “terror” a garantia de sobrevivência dos seus regimes tiranos. Porém, a “pátria mãe gentil do Brasil” só acolherá “gentilmente” os imigrantes e refugiados insuspeitos em relação aos crimes listados na Portaria nº 666.

Quem não gostar da “portaria de Sergio Moro”, a “porta de Cuba é serventia da casa”…

Andréa Fernandes – jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem da capa DW

[1]http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-666-de-25-de-julho-de-2019-207244569

[2] http://www.abi.org.br/the-intercept-e-o-papel-da-imprensa/

[3]http://portalimprensa.com.br/noticias/ultimas_noticias/82391/abi+fara+ato+em+defesa+de+greenwald

[4] http://www.abi.org.br/abi-diz-nao-a-intimidacao/

[5]https://epoca.globo.com/bretas-uma-vedete-nao-um-juiz-diz-presidente-da-oab-23820673

[6] https://www.oantagonista.com/brasil/oab-chama-moro-de-chefe-de-quadrilha/

[7] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/23/pf-deflagra-operacao-em-busca-de-hacker-que-invadiu-celular-de-moro.ghtml

[8] https://www.oab.org.br/noticia/57390/oab-requer-admissao-no-inquerito-da-operacao-spoofing-e-pede-medida-cautelar-para-impedir-destruicao-de-provas

[9] https://epoca.globo.com/oab-pede-que-coaf-explique-suposta-investigacao-sobre-glenn-greenwald-23786403

[10] https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/15721/com-dossie-recheado-de-denuncias-advogados-impetram-hoje-acao-pedindo-o-afastamento-de-santa-cruz

[11] https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/lula-chega-a-curitiba-para-cumprir-pena-por-corrupcao-passiva-e-lavagem-de-dinheiro.ghtml

[12] https://oglobo.globo.com/brasil/entenda-portaria-666-de-moro-que-permite-deportacao-sumaria-de-estrangeiro-perigoso-23835215

[13] https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/07/26/suposto-hacker-diz-que-acionou-glenn-por-meio-de-manuela-davila.htm

[14] https://www.justica.gov.br/news/collective-nitf-content-1564166850.53

[15] https://oglobo.globo.com/brasil/talvez-pegue-uma-cana-aqui-no-brasil-afirma-bolsonaro-sobre-glenn-greenwald-23837301?utm_source=notificacao-geral&utm_medium=notificacao-browser&utm_campaign=O%20Globo

[16] https://www.conjur.com.br/2019-jul-26/moro-portaria-segue-lei-lei-nao-cita-pessoa-perigosa

[17] http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9474.htm

[18] https://veja.abril.com.br/politica/lula-concede-refugio-a-cesare-battisti/

O Desafio Conservador

Por Andréa Fernandes

Na madrugada de sexta-feira, tive uma surpresa que abalou positivamente minha estrutura… Uma professora do Amazonas entrou em contato comigo solicitando autorização para inserir meus artigos no conteúdo programático dos seus alunos, afirmando que o conhecimento neles expostos poderia, em algum momento, ajudar em provas de redação do ENEM, já que temos a firme esperança do sepultamento da “ideologização” que tanto contaminou a “avaliação” do concurso.

Disse a professora que tinha por objetivo familiarizar o alunado com algumas questões que já eram abordadas em sala de aula, sendo uma delas, o crescimento do antissemitismo no mundo e também, no Brasil, quando reconheceu o destaque que venho alcançando com a disseminação de temas diversos na área dos direitos humanos publicizados nas redes e demais entes públicos e privados.

Daí, a profissional da educação afirma que “escolheu especialmente o Dia Internacional da Mulher” para inaugurar um trabalho de conscientização sobre as violações dos direitos das mulheres em países muçulmanos para que seus alunos possam ter acesso às informações não “filtradas” pela extrema-imprensa apoiadora do ideário de dominação comuno-islâmica. Desse modo, vejo o “investimento didático” nesse tema como importante iniciativa para “desaparelhar” o conceito de “direitos humanos” sequestrado por acadêmicos e movimentos que apoiam abertamente a sanguinária ditadura venezuelana e o totalitarismo islâmico.

A atitude exemplar dessa professora do norte do Brasil serve de “sinal” dos “novos tempos” que reclamam o fim do sucesso manipulador da “hegemonia acadêmica marxista”, a qual pode e deve ser confrontada de maneira racional nas redes e escolas. Desse modo, saber que venho prestando pequena contribuição nesse cenário de mudança das “narrativas” buscando desnudar a realidade ofuscada por “teorias utópicas” na área dos direitos humanos é um alento, vez que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires[1] nasceu do propósito renegado pela esquerda global: “dar voz” às minorias desprezadas pelos intelectuais e grande mídia, sejam essas minorias integrantes de comunidades estrangeiras, nacionais ou o estado de Roraima integrante de “país continental” que abandonou sua unidade federativa pobre e arruinada pela imigração em massa de venezuelanos por simples “capricho” de sucessivos governos e descaso de vários movimentos de direita que explodem as redes com  protestos contra o ministro Sérgio Moro devido indicação indevida de uma “desarmamentista abortista” para compor suplência de órgão sem caráter deliberativo[2], mas não protestam pela decisão do governo federal de manter ingerência da ONU em território nacional autorizando a entrada de 500 imigrantes diariamente sem efetivo controle de segurança nas fronteiras, apesar de Roraima ocupar o 1º lugar no ranking de estados brasileiros com mais mortes violentas, quando poderia ser minimizado o impacto da crise humanitária venezuelana no Brasil com a instalação de CAMPOS DE REFUGIADOS no país que, por enquanto, não vivencia guerra civil.

Ativismo sério também demanda confrontar os movimentos de direita que prestam exitosos serviços à nação, mas não devem, por isso, estar imunes à crítica pertinente às suas limitações no tocante a algumas pautas, que aliás, estão inseridas no contexto da SEGURANÇA NACIONAL, ou será que ainda é de “desconhecimento geral” a atuação preocupante de terroristas do Hezbollah, agentes da inteligência cubana, narcotraficantes e outros criminosos aproveitando o “relaxamento da segurança” na fronteira venezuelana com Pacaraima por “questão humanitária”, agravada com a total liberdade para perigosos elementos estrangeiros ingressarem por outras vias não oficiais, como exaustivamente denunciado pelo ativista Nando de Abreu?

Temas como controle sanitário e controle de segurança nas fronteiras, além da adequação do “humanitarismo” aos direitos básicos das populações nativas que recebem milhares de imigrantes/refugiados, devem fazer parte das discussões no seio da sociedade, incluindo universidades e escolas.  E se os acadêmicos, youtubers, políticos, jornalistas e “humanistas” se omitem quanto a tão fundamental obrigação, cabe ao “cidadão comum” cobrar posicionamento rápido e explícito utilizando, inclusive, as mídias sociais!

Chegou o momento dos formadores de opinião e lideranças de movimentos conservadores perceberem que “empacar” exclusivamente nas velhas pautas da ideologia de gênero, aborto, liberação de drogas e desarmamento, impede a “conscientização nacional” acerca de outros graves problemas que exigem coragem e “pressão social” para a busca responsável de soluções urgentes.

A bem da verdade, em algumas situações assistimos “confrontos” em razão da “paternidade” de determinadas “pautas” que já caíram no “gosto popular” por expressar o “pensamento conservador”, ma, os “temas indigestos” TAMBÉM são necessários, ainda que muita “gente boa e famosa” não constate essa realidade. Brevemente, escreverei artigo explicativo sobre a “questão Roraima”, uma vez que, nesse assunto de relevância extrema, “o movimento conservador dorme em berço toldado”, correndo sério risco de acordar com horripilante pesadelo!

Andréa Fernandes é advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

[1] https://www.facebook.com/ecoandoavozdosmartires/?epa=SEARCH_BOX

[2] https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/03/01/sergio-moro-desconvidou-ilona-szabo-de-seu-ministerio-o-que-aconteceu.htm

 

Por que a “direita” não insere no debate nacional o caos da imigração venezuelana em Roraima?

Por Andréa Fernandes

Tenho acompanhado as discussões que envolvem os candidatos à presidência da república e fico pasma com a falta de interesse deles e da própria imprensa de abordar as “propostas de solução” de forma acurada para a crise imigratória venezuelana que está literalmente destruindo um estado brasileiro.

Quando indagados sobre a fronteira do Brasil com a Venezuela, a resposta dos “presidenciáveis” parece até combinada: “não podemos fechar a fronteira por “questão humanitária“! E alguns ainda vão mais longe… Frisam sua indignação com a suposta “xenofobia” propalada pela imprensa, que vem continuamente acusando roraimenses de serem os “culpados” pelo acirramento da tensão com os imigrantes.

Aliás, muito antes do protesto de pacaraimenses devido consequências danosas do descontrole na fronteira – rotulado como “xenofóbico” pela mídia –  o governo federal, através do Ministério da Justiça, já havia anunciado em dezembro de 2017, uma campanha nas redes visando o suposto combate à xenofobia e intolerância contra imigrantes, tendo como lema: “Brasil, a imigração está no nosso sangue“. A campanha governamental já era um ardil que visava funcionar como “agente inibidor” de qualquer solidariedade aos roraimenses aflitos com o caos proporcionado pela imigração em massa de venezuelanos, que, inclusive, gerou a decretação de “situação de emergência social” em 4 de dezembro de 2017, “coincidentemente” no mesmo mês em que o governo federal dava início à sua temerária campanha. Afinal de contas, o importante é estigmatizar como “xenófobo” todo aquele que ouse criticar a União por manter fronteira aberta num momento de saturação devido inequívoca constatação de impossibilidade de receber número tão elevado de imigrantes, independentemente da nacionalidade dos mesmos.

Além disso, a agenda perversa da ONU ditada pelo ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) deveria prevalecer, ainda que “questões  superficiais” de soberania nacional e segurança interna estivessem ameaçadas. Se o objetivo real é “dar fim às fronteiras”, por que se incomodar com a destruição de um estado pobre no Brasil? Daí, cabe ao governo “esquecer” do seu dever constitucional de proteger seus nacionais. Vale mais “zelar” pelos objetivos da ONU, ignorando a solução factível de instalação de campos de refugiados no território venezuelano com a devida proteção internacional e assistência humanitária das Nações Unidas.

Para os hipócritas, “campos de refugiados” seria um absurdo! O melhor é manter milhares de venezuelanos vivendo em condições deploráveis em “favelas” e nas ruas de um estado que já se encontra exaurido. Se Roraima “quebrar”, os verdadeiros “culpados” contam com a inoperância do nosso parlamento e Judiciário que não responsabilizarão a União Federal por uma “política migratória suicida” tal qual se dá na “civilização europeia”.

Por sua vez, a mídia faz o “trabalho sujo” de tentar calar os pouquíssimos defensores de Roraima. Ao ler os jornais, percebo a mesma “estratégia” da imprensa europeia mascarando a violência de venezuelanos e o depauperamento dos serviços públicos provocado pela falta de estrutura para receber milhares de pessoas. O foco é apenas “demonizar” os nossos irmãos roraimenses utilizando “depoimentos” de venezuelanos afirmando que estariam com “medo”, fruto da tensão vivenciada na região devido a incidência de CRIMES BÁRBAROS perpetrados por VENEZUELANOS. Na verdade, a situação é gravíssima e poderemos ver sérios conflitos, pois a população local está no auge do desespero.

O pior de tudo é perceber que lideranças políticas conservadoras nesses país não percebem que esse tema deve ser tratado IMEDIATAMENTE com PRESSÃO NAS REDES não apenas em relação ao Executivo, Legislativo e Judiciário, mas levando a questão imigratória para DEBATE.  Os “presidenciáveis” e candidatos ao parlamento na esfera federal devem se pronunciar efetivamente….  Enquanto a DIREITA se cala – na sua grande maioria – a esquerda está clamando por fronteiras abertas usando o pretexto da “assistência humanitária”, que sabemos ser falacioso! E, à exceção de Jair Bolsonaro, praticamente eliminado da campanha por “obra e graça” de covarde ação criminosa que quase o matou, TODOS os candidatos são favoráveis à imigração em massa de venezuelanos, não demonstrando preocupação mínima com a segurança e sobrevivência de uma parte da população brasileira sempre esquecida por tomadores de decisão.

Roraima é habitada por aproximadamente 576,6 mil pessoas, e na “matemática da esquerda” esse número não é relevante, visto que, contam  no futuro com “os votos” dos milhões de imigrantes que ansiosamente aguardam. Triste é perceber que a “racionalidade da direita” não enxerga a “tragédia anunciada” por acreditar que “salvar um estado” é medida que pode aguardar “o resultado” das eleições.

Espero que a “voz da consciência” grite nos “ouvidos surdos” de muitas lideranças conservadoras ao ponto de incomodá-las a usar suas redes e contatos para dar visibilidade à angústia roraimense… Depois, faltará “moral” para chorar pela “catástrofe” que se aproxima!

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM) e líder do Movimento pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio

Imagem DefesaNet

Vereadora Debora Cabral (Descalvado/SP) se solidariza com Roraima e pede fechamento da fronteira

Por Andréa Fernandes

SÃO PAULO – A vereadora do município de Descalvado (SP) e candidata a deputada federal Debora Cabral (2278/PR), realizou nessa semana um discurso na tribuna da câmara dos vereadores se solidarizando com os roraimenses e solicitando encaminhamento de ofício ao presidente Michel Temer solicitando o fechamento da fronteira e autorizando o ingresso de venezuelanos mediante visto.

Afirmando “eu sou brasileira e eu sofro com o povo de Roraima, Debora denunciou uma “invasão de venezuelanos”, vez que muitos estão ingressando no país de forma ilegal e as autoridades na fronteira perderam o controle, além do que, há rota de entrada ilegal em nosso território, sedo certo que a ausência de busca de antecedentes criminais possibilitou a entrada de criminosos, resultando num aumento absurdo da violência .em Roraima.

No ofício a vereadora afirma que as cidades roraimenses não possuem estrutura e condição humanitária para receber mais refugiados “tendo em vista a calamidade que se tornaram os serviços públicos e a segurança pública”. Além disso, requereu a efetivação de “políticas imigratórias que visem a regularização dos venezuelanos no Brasil através de um visto”.

O governo federal tem seguido as imposições da ONU em relação ao trato com os refugiados e imigrantes e se nega a requerer a instauração de campos de refugiados na Venezuela com proteção internacional, se negando, ainda, a articular junto às Nações Unidas intervenção no país dominado por uma ditadura comunista sanguinária. Conforme já noticiado pela prefeita da capital Boa Vista numa entrevista recente à BBC, se medidas urgentes não forem adotadas, até o fim do ano perderá o controle da cidade que mais recebe refugiados.

Eis o ofício deferido pelo presidente da Câmara de Vereadores:

 

ONG EVM discute em reunião com Procurador do estado de Roraima apoio à população

Por Andréa Fernandes

RORAIMA – Na manhã de quarta-feira (29), a representante da ONG Ecoando a Voz dos Mártires em Roraima, Dra. Sandelane Moura, esteve em reunião com o Procurador do Estado de Roraima, Dr. José Edival Vale Braga e o secretário de planejamento do Estado, Dr. Aroldo Amoras, para deliberar posicionamentos necessários a fim de ofertar apoio aos roraimenses em diversos níveis.

A imagem pode conter: 3 pessoas, incluindo Moura Sandelane, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e área internaDra. Sandelane Moura (EVM) em reunião com o Procurador do Estado de Roraima, José Braga (centro) e o secretário de planejamento do estado, Dr. Aroldo Amoras

Apesar das muitas atribuições ocasionadas pelo aprofundamento da crise dos refugiados em Roraima, a representante da ONG EVM foi muito bem recepcionada ao demonstrar interesse no sentido de auxiliar a administração pública no trato com as dificuldades resultantes do ingresso desordenado de venezuelanos no estado.

Aroldo Amoras disponibilizou a Secretaria de Planejamento para a análise e colhimento de informações sobre dados numéricos, financeiros, estatísticos e congêneres acerca das iniciativas do estado para solucionar as consequências provocadas pela ausência do governo federal em relação aos compromissos que assumiu e não cumpriu, e ainda colocou-se à disposição para reunião com o fim de discussão de propostas de atuação da ONG no auxílio à administração pública.

O procurador do Estado demonstrou satisfação ao tomar conhecimento de que uma instituição humanitária brasileira secular está promovendo os interesses da população roraimense, que não tem sido alvo de preocupação do governo federal e ACNUR (Alto Comissariado da ONU para os Refugiados), sofrendo os impactos danosos do ingresso diário de centenas de venezuelanos sem a menor estrutura de acolhimento, o que vem causando falência dos serviços públicos por não ter estrutura para suportar os encargos de prover a mantença da população local acrescida de milhares de refugiados e imigrantes.

Dentre as propostas discutidas, foi externada pela Dra. Sandelane Moura o intuito de articular a efetivação de uma audiência pública. José Braga também aceitou o convite da ONG Ecoando a Voz dos Mártires para prestar informações através de Live pela página da instituição no Facebook, que será marcada ainda nessa semana.

As ações da ONG EVM são por demais importantes não somente para possibilitar articulação que promova socorro à população roraimense no tocante a estabelecer um canal de discussão não apenas com o governo de Roraima, mas também, com o Legislativo e Judiciário locais bem como no âmbito federal, inclusive, no STF, já que, as instituições humanitárias que trabalham no estado estão focando o apoio humanitário tão somente aos imigrantes e refugiados que ingressam legal e ilegalmente pela fronteira em Pacaraima. Dessa forma, haverá possibilidade de se apresentar informações oficiais e não contaminadas por “politização” da crise aos demais brasileiros, para, assim, combater a campanha de “discursos de ódio” contra o povo roraimense, vítima do descaso do governo federal e ACNUR, que promovem uma política migratória que está levando à penúria a já sofrida população local.

Além dessa ação, a ONG EVM vem promovendo articulações junto a entidades e lideranças das regiões norte e nordeste para dar visibilidade aos impactos danosos da imigração desordenada, que segundo a prefeita da capital (Boa Vista), Teresa Surita, pode gerar a “perda de controle da cidade até o fim do ano” se não forem tomadas medidas urgentes.

 

Hungria: a Europa deve preservar suas raízes e tradições cristãs e deve funcionar como uma aliança de estados-nações fortes

O diretor de comunicações do Fidesz, Balazs Hidveghi, falou sobre a política de imigração e a campanha do partido no poder para as eleições europeias em uma entrevista com o diário Magyar Hirlap .

Segundo Hidveghi, George Soros tornou-se um personagem central no debate sobre imigração apoiando ativamente a onda migratória para a Europa, de modo que não deveria se surpreender com o fato de as forças soberanas nacionais falarem contra ele.

Ele acrescentou que usar os métodos do marketing político é natural, e ele está orgulhoso da campanha bem sucedida de Fidesz, que se tornou um modelo para vários especialistas na Europa.

De acordo com o político, Soros não desistiu da cota obrigatória de reassentamento e tem influência sobre as instituições da UE que apoiam essa ideia.

Ele lembrou que a Hungria desistiu do Acordo de Migração da ONU porque o documento criaria um exemplo perigoso ao reconhecer a migração como um direito humano fundamental.

Hidveghi disse que em sua campanha para as eleições europeias de 2019, o Fidesz vai focar fortemente nas questões que determinam o futuro da Europa.

“A Europa deve preservar suas raízes e tradições cristãs, deve funcionar como uma aliança de Estados-nações fortes, porque esse é o interesse do povo europeu e é a única maneira pela qual a UE pode ter sucesso na competição global”.

Com imagem e informações Voice of Europe

71% dos britânicos dizem que a imigração divide as comunidades

Novas estatísticas do Think Tank Demos mostraram que 71% dos britânicos – a grande maioria – acredita que a imigração os tornou mais divididos.

Resultado de imagem para immigrant violence in UK

Imagem Sherdog Forums

As estatísticas também mostram que 44% acreditam que a imigração tem sido negativa no geral (em comparação com 41 % acreditando que é positiva), e que o povo britânico está extremamente preocupado com a sua identidade.

Com imagem de  e informações Media Therebel

Mais de 40% dos europeus ocidentais consideram o Islã “incompatível” com seus valores, relata pesquisa

Cerca de 42 % das pessoas na Europa ocidental acreditam que o Islã é incompatível com seus valores, de acordo com uma nova pesquisa do Instituto Pew.
Nos últimos anos, a Europa experimentou um fluxo recorde de requerentes de asilo e imigrantes de países predominantemente muçulmanos. A onda de imigração, encorajada pela política alemã de refugiados, abriu um debate público acalorado sobre políticas de imigração, controle de fronteiras e segurança em toda a Europa.

Uma nova pesquisa do Centro de Pesquisas Pew revelou  que cerca de 42% da população geral em 15 Estados da Europa Ocidental acredita que “o Islã é fundamentalmente incompatível” com seus valores e cultura nacionais. Além disso, 26% deles acreditam que os imigrantes do Oriente Médio são desonestos.

A pesquisa estudou ainda mais a correlação entre afiliação cristã e nacionalismo, e descobriu que pessoas menos religiosas são mais propensas a receber estrangeiros que vêm de culturas diferentes e compartilham crenças diferentes. “Os cristãos praticantes e não-praticantes são mais propensos do que os adultos religiosamente não afiliados na Europa Ocidental a expressar sentimento anti-imigrante e visão anti-minorias,”  segundo a pesquisa

A identidade cristã na Europa Ocidental está associada a níveis mais altos de sentimento negativo em relação a imigrantes e minorias religiosas , afirma o estudo de 168 páginas intitulado “Ser cristão na Europa Ocidental” .

Por exemplo, 45% dos frequentadores da igreja no Reino Unido dizem que o Islã é incompatível com seus valores. A taxa é ainda maior entre os cristãos não praticantes (47%).

Apesar das descobertas de que pessoas não-religiosas são menos propensas a mostrar tendências nacionalistas, 30% das pessoas que responderam à pesquisa no Reino Unido nessa categoria dizem que o Islã é fundamentalmente incompatível com os valores do país. Na Alemanha, 55% dos paroquianos que frequentam a igreja acreditam que o Islã não está de acordo com sua cultura, comparado com 45% entre cristãos não praticantes e 32% com pessoas que não são afiliadas.

No geral, a pesquisa do Pew Research Center com 24.599 adultos selecionados aleatoriamente em países da Europa Ocidental descobriu que 38% gostariam de receber uma redução nos níveis de imigração.

O grande fluxo de imigrantes desencadeou aliado ao aumento vertiginoso de crimes diversos, inclusive, estupros, praticados pelos mesmos, causou a ascensão de sentimentos anti-imigrantes e partidos de direita em toda a Europa, como a Frente Nacional e Alternativa da Alemanha (AfD), que reuniu apoio sem precedentes durante as eleições federais alemãs em 2017. A perda no apoio popular resultou em Angela Merkel repensando sua abordagem em relação à questão da migração. Embora  Merkel defenda há muito tempo sua política de portas abertas, apesar do clamor das comunidades locais e dos políticos, em 2016 ela admitiu que seu lema  podemos fazer isso” se tornou “uma fórmula vazia”.

Com imagem de Squawker e informações RT

Pesquisa: 70% dos europeus vêem o rápido crescimento populacional dos muçulmanos como uma séria ameaça

A grande maioria dos europeus está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento populacional dos muçulmanos, segundo uma pesquisa de fevereiro da Fundação Századvég.

Foi perguntado a mil europeus de 28 países da UE: “Qual é a gravidade da ameaça à Europa, o rápido crescimento populacional dos muçulmanos?”

Dos entrevistados, 40% disseram que viram a ameaça como “muito séria”, enquanto outros 30% disseram que a consideravam “um tanto séria”.

Fonte: Project 28  – http://project28.eu/migration-terrorism-2018/

O estudo também mostra que 78% dos entrevistados consideram a imigração ilegal um problema sério, com 57% acreditando que o fluxo de migrantes mudará a cultura do país.

Os inquiridos acreditam esmagadoramente que a Europa deve ajudar e apoiar os migrantes (81%), mas acreditam que isso deve ocorrer nos seus países de origem.

Essa poderia ser a idéia certa, uma vez que Paul Collier, professor da Universidade de Oxford, afirmou recentemente que os países ocidentais poderiam ajudar mais de cem refugiados em seus países de origem pelo mesmo custo de ajudar apenas um deles internamente.

“Gastamos 135 dólares para cada pessoa que aparece aqui, comparado a um dólar para cada pessoa que ajudamos em sua própria região. Os que ficam em casa costumam ser muito mais fracos do que os que têm recursos para chegar à Europa ”, disse o professor em uma conferência do Partido Social Democracia da Dinamarca em Copenhague no ano passado.

Com informações e imagem de Voice of Europe

How Labour turned London into a foreign city: Fewer than half the capital’s population are white British, gangsters from Somalia terrorise the suburbs and even the tramps are immigrants, reveals astonishing new book

We were on a rescue mission. Inside the two-up, two-down property in South East London, every room was packed with beds, mattresses and migrants.

On the landing, grey and scarcely breathing, lay the man we had come to rescue from this awful place.

Labour has let London turn into a foreign city where even tramps are immigrants, writes Harriet Sergeant

Labour has let London turn into a foreign city where even tramps are immigrants, writes Harriet Sergeant

The other migrants who were there started to shout at us. Apparently, the sick man owed them and their trafficking gang money. We had to hustle him out fast.

I emerged shaken. I had glimpsed a London I did not know existed — one of Third World poverty, exploitation and criminality.

It is writer Ben Judah’s great achievement to reveal that hidden city in his new book, This Is London: Life And Death In The World City.

A young war correspondent, Judah examines his home city as the foreign metropolis it has now become

Since 2001, immigration has transformed the capital. More than half of Londoners are now not ethnically British.

As he says: ‘I was born in London, but I no longer recognise this city. I don’t know if I love the new London, or if it frightens me: a city where at least 55 per cent of people are not white British, nearly 40 per cent were born abroad and hundreds of thousands are living illegally, in the shadows.’

Who are these new Londoners? In order to find out, Judah immerses himself in the migrant world.

He spends a night with the Roma beggars who camp in the tunnels beneath Hyde Park. He stays in a doss-house in Barking, East London. He cajoles an astonishing array of migrants from across London to describe their lives.

Whether a mini cab driver who also washes dead bodies, a Romanian prostitute in a blonde wig, or a wealthy young African with bodyguards hired from his own tribe, they open up to Judah.

The quantity and authenticity of his interviews build up an irrefutable argument. Here, as opposed to what the Left is always telling us, are the real effects of immigration.

Immigration, Judah makes clear, has touched every aspect of life in London and utterly transformed it.

The English upper classes no longer inhabit the splendid townhouses in Mayfair. Suburbs such as Edmonton in the north of the city are no longer home to the aspirational, largely unionised, English working-class.

As for white, East End gangsters such as the Kray Twins, you will only find those in movies.

The same goes for the prostitutes who used to inhabit Soho. Even tramps, for goodness sake, are rarely English any more. Such is the level of liberal propaganda that we have largely remained blind to this startling transformation of our city.

Judah systematically maps these changes — the result of Labour relaxing immigration into the UK.

Left-wingers and the business establishment pat themselves on the back for creating an open city that welcomes the world. In fact, we have lost control of our borders and have no say who comes here.

This week, it emerged that Brussels is attempting to blackmail Britain by saying that if we don’t take as many as 90,000 migrants a year, we will not be able to send failed asylum seekers back to safe countries on the Continent.

Then came the story that a tribunal had ruled that a group of migrants in the Jungle camp in Calais had a ‘human right’ to join family members in Britain. It is a precedent that could have far-reaching implications.

Aside from legal rulings, the truth is that much of our immigration policy is now dictated by criminal trafficking gangs who make a fortune smuggling people into Britain — not our elected leaders and certainly not voters and taxpayers.

It is criminal gangs who decide who comes into the UK and in what numbers. They largely decide what happens to the migrants once they arrive.

In handing our immigration system over to them, we have allowed conditions of unimaginable squalor, misery and criminality reminiscent of Victorian times to take hold.

So how has it happened? Well, get rid of any notion that we are doing the world’s poorest many favours.

Judah quickly discovers that multiculturalism for many migrants is a euphemism for slave labour.

It starts when would-be immigrants listen to the sales pitch of the agents for the people-traffickers. They promise that London is ‘a second paradise’ where ‘every man is rich’.

On offer is free NHS treatment, free housing, free schooling and countless welfare benefits. It is a place of opportunity, security and, above all, available women.

This was a definite pull for one young Afghan working in a butcher’s in Neasden, North West London.

As he put it, in his village, if you slept with more than one person in your life, ‘they shot you in the back’. In Britain, however, sexual opportunities were immense.

Homeless Roma immigrants, pictured, can now be found sleeping in doorways in Mayfair

Homeless Roma immigrants, pictured, can now be found sleeping in doorways in Mayfair

The agents explain how to take full advantage of the UK.‘London is a country of rights,’ they say. How very true! If you tell the correct story, they are informed, ‘you will never be sent home’.

And yet, when migrants manage to reach the UK, they all have to pay back the people-traffickers who got them here.

Indeed, it is this debt, sometimes with interest rates of 100 per cent, that lies behind the often appalling working conditions they are forced to accept.

This is the simple fact that the immigration lobby ignore — with appalling consequences for the migrants concerned.

Typical of the views of those Judah met was someone who said: ‘I thought the money would be growing on trees. Six months later, I was crying myself to sleep. I was homeless.’

A Roma violin player in a tunnel beneath Park Lane explains what this means.

‘We’re all here to beg, to work off our debts. We give the enforcers all the money. They told us to come here. But we are never going to make back the loans they gave us to come here. We’re trapped.’

He explains that the people-traffickers are a constant threat to the children migrants have left behind in places such as the Romanian city of Slobozia. Defiance could bring brutal retribution on those they love.

Judah quickly learns that the people who make it here are ‘virtual slaves’. And it is the same wherever he goes. In a hotel laundry room, Africans curse the tricksters who brought them here on counterfeited visas and passports.

A Ghanaian came on a student visa with plans to set up an international business. All he wanted, he said, was to wear a suit and work in an office.

Yet the traffickers never told him what would happen when he tried to work as an illegal migrant.

He used up his savings of five years in a matter of months. Instead of running his own business, he stacks shelves in a warehouse.

Frustrated, angry and exhausted, he knows he has ruined his life. He can never escape, never get home to his children, because his low wages mean he cannot imagine ever paying off his debt.

There is a whole illegal city in London of several hundred thousand people, and nearly half of them are thought to have arrived after 2001.

This is a city hidden from official statistics, but not hidden from employers who take on the workers, no questions asked, through agencies.

Legal workers also have problems because the sheer number of new arrivals push down wages.

A Polish builder explains that, on his work site, the English builders tell him angrily they used to be paid £15 an hour. Now it is £7 an hour. ‘They hate me,’ he says simply.

But then he gripes about the newly-arrived Romanians who, he says, are pushing wages even lower.

Tragically, politicians appear blissfully oblivious to the new realities. They solemnly debate the merits of a ‘living wage’ over the minimum wage.

What planet are they living on?

Certainly, it’s one as far removed as possible from the reality of daily life outside Wickes, the builder’s merchant in Barking, East London.

Here, Judah joined 80 or so Romanians, ‘blank eyes wide with hunger’, touting for work.

‘They pace up and down in their work boots for the next 11 hours, muttering tensely, ‘waiting for a white van’.

This is a reference to the fact, they tell Judah, that the proverbial White Van Englishman is the best type of employer. Whereas Pakistanis, Turks and Poles are the worst.

One explains: ‘They make us fight for work. And they know we have no choice. That we are hungry.’

To such men, the minimum wage is a luxury that they can only dream about. They often work for much less — or, as one put it, for nothing more than ‘one chicken and chips’.

But this story is not just about brutal exploitation. It is also about crime.

Along with immigrants, we have imported the criminal gangs who blight their countries. When it is so easy for migrants to get here, it is just as simple for the world’s nastiest criminals to relocate to the UK, too.

Thus many Somalian gangs terrorise estates in South London and Turkish gangs control North London.

Kurds and Albanians launder their money through the car washes in Tottenham and Kilburn. Vietnamese gangs grow and distribute two-thirds of the strong cannabis on the capital’s streets.

The EU in Brussels has told David Cameron the UK must accept 90,000 migrants per year

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‘In no hurry for EU deal’: Cameron addresses Davos audience
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Judah encountered a Grenadian, now a successful cocaine dealer, who recalled moving to the White City estate in West London with his mother when he was 12.

‘We pitched up for a better life, but found ourselves right in the middle of a war zone,’ he recalled.

He said the estate ‘was way more corrupt . . . way more dangerous, more full of disillusion than anywhere in Grenada. Within six months of being here, I had lost 75 per cent of my morals.’

After a few years here, and now a heavy cocaine-user, he woke up to his mother screaming. She’d found his gun in the fridge and bullets on the sofa.

She was crying: ‘Please, please, the police will kill you, the gangsters will kill you! My baby, why, why did I ever bring you to this country?’

The sex industry is another area where our flawed immigration policy has had a malign effect. Now, 96 per cent of prostitutes are migrants. In the main, Albanians have taken over.

Typically, they lure girls from Moldova with promises of modelling jobs, but then rape and traffic them.

I saw the results of this myself when a brothel opened in a house on a quiet, residential street near my son’s primary school in Hampstead.

The mother of one of my son’s friends lived opposite. She was intimidated by the sinister men in leather jackets who sat in the nearby coffee shop all day.

She reported to the police that the girls on the top floor looked underage and never went out. In due course, her car was smashed up.

She suspected this was done as a warning to keep her nose out of it. The police did nothing and she never raised the matter again.

Finally, migration has even changed the nationality of London’s vagrants.

There are now around 5,000 — mostly Polish and Romanians — living rough on London’s streets. In North London, they unload trucks for Turkish shopkeepers in exchange for nothing more than their drink of choice, White Ace cider.

Others have been found roasting rats for food in the back alleys of Tottenham and Haringey.

In this new London, increasingly there is one nationality significant for its absence — white, British-born. Nearly all the migrants comment on this phenomenon.

Ben Judah meets a Pole who works as a registrar — recording births and deaths — in Catford Bridge, who says she works in a position that is perfect to spot the ethnic changes.

She describes the new London where 57 per cent of births are to migrant mothers.

But when she enters the names of the recent dead, they are nearly all of them old white British. Another migrant comments: ‘The English are dying. They are declining fast.’

He recalls in the street markets, there used to be only English voices shouting out, ‘advertising their wares in the Cockney accent. But they’ve gone now’.

A Met policeman, who was born in Nigeria, says: ‘The English are vanishing. London is no longer an English city at all . . . London is a patchwork of ghettos.’

Between 1971 and 2011, the white British share of London’s population slumped from 86 per cent to 45 per cent, overwhelmingly the old Cockney working-class. Cockney, in fact, is predicted to die out in 15 years.

I once visited a school in the East End displaying photos of a class from the Thirties and today. In the first photo, the children were all white. In the second, none of them were.

In some countries, this might be called racial cleansing. In London, it is simply the result of the failed policy of multiculturalism.

 Theresa May: Immigration threatens cohesion of society
English is no longer the predominant language heard at London street markets, pictured, any more

English is no longer the predominant language heard at London street markets, pictured, any more

On the Old Kent Road, Judah found only one English shopkeeper left — a plumbers’ merchant. He charts the gradual disappearance of the English by the fate of their pubs.

Along this road, there used to be 12: one has been turned into a Nigerian mosque, another into the Afrikiko nightclub, the rest have simply been demolished.

Across London, it is the same story. African churches move into abandoned bingo halls, cinemas and pubs vacated by the old white working-class.

In Brent and Harlesden, the white population has fallen by 30 per cent since 2001.

Suburbs such as Edmonton, once ‘terraces of white respectability’, where the Tory politician Norman Tebbit grew up for goodness’ sake, have now turned into tenements for migrants.

This huge demographic shift is as true for wealthy areas as for deprived.

Half of Kensington & Chelsea’s inhabitants were born overseas — a third arriving since 2001. Forty per cent do not have a British passport.

Global immigration has transformed these areas as radically as it has other parts of London.

The English upper and upper-middle classes find themselves elbowed out of Mayfair, Knightsbridge and Notting Hill Gate — as surely as the white working class has been out of London’s East End.

So how can the relatively honest, tax-paying English compete to buy property with a global elite who, as one wealthy young Nigerian explains, are not paying taxes, and are making their money in countries rife with corruption?

Instead, the next generation of these English retreat to places such as Peckham — as Judah put it, ‘mourning their postcodes’, and ‘bitter like refugees’.

Judah has done an extraordinary job in painstakingly building up a vivid and desperate portrait of London today.

His observations turn an unsparing spotlight on how the British people have been so befuddled by Left-wing dogma and political correctness that too few people have noticed the utter transformation of our capital city.

Too many have failed to question why we lost control of our borders and, having done so, allowed immigrant gangs to exploit migrants.

Also, we have failed to wonder if we are comfortable with this new London, with its extremes of foreign poverty and wealth.

Uncontrolled immigration has changed London for ever. And, most shamefully, not one of our leaders has lifted a finger to stop it.

  • This Is London: Life And Death In The World City by Ben Judah is published by Picador this coming Thursday at £18.99

Read more: http://www.dailymail.co.uk/columnists/article-3412616/How-Labour-turned-London-foreign-city.html#ixzz3y7bIRjZi
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