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Paquistão: Muçulmanos fecham igreja e intentam expulsar cristãos da localidade

Christians in Pakistan – Os aldeões cristãos da vila de Nayya Sarabah Chak 336 denunciam que estão sendo perseguidos por motivos religiosos, já que eles não podem adorar na única igreja que eles têm em sua aldeia. Seu dilema começou em dezembro de 2017, quando os moradores cristãos locais foram forçados a assinar um compromisso afirmando que não realizariam serviços de oração na igreja.

Ao manter os detalhes, a Polícia de Rajana forçou os aldeões cristãos a assinarem essa promessa de que os cristãos “realizariam cerimônias religiosas em suas casas. Não haverá programa na igreja. Se alguém violar este acordo, a ação legal será tomada. Os cristãos não se reunirão em nenhuma casa para um programa religioso. Se houver alguma violação disso, ação legal será tomada ”.

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Em dezembro de 2017, o último culto de oração foi realizado na igreja Chak 336, desde então, a igreja foi fechada. Cristãos locais realizam serviços de oração em suas casas. Esta igreja pertencente à denominação da FGA é construída na propriedade pertencente a Rafiq Masih, um cristão local. A este respeito, um vereador local do grupo cristão, Rafaqat Masih, afirmou que a igreja foi construída a partir dos fundos gerados pelos próprios cristãos.

A mídia cita um aldeão muçulmano local, Muhammad Siddique, dizendo que “os muçulmanos são a maioria nesta aldeia, por isso não podemos permitir uma igreja aqui”. Ele disse que “agora estamos trabalhando com a administração civil para dar um pedaço de terra aos cristãos fora da aldeia ”, acrescentou. “Nós faremos com que eles (cristãos) escrevam um acordo em que eles venderão o atual prédio da igreja ou pelo menos desmantelarão a estrutura da igreja e a deixarão”.

Em 5 de junho, o governo propôs que uma igreja estatal fosse construída fora da aldeia. Após consultas com cristãos e muçulmanos, foi decidido que todas as cruzes e outros símbolos religiosos seriam removidos da igreja na aldeia.

igrejas no Paquistão

Eslováquia afirma que não acolherá muçulmanos

“O multiculturalismo é uma ficção”, diz o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, reiterando seu objetivo de negar asilo a migrantes oriundos de países islâmicos. Eslováquia recebeu apenas 169 refugiados em 2015.

A Eslováquia lutará contra a entrada de migrantes islâmicos no país, afirmou o primeiro-ministro Robert Fico nesta quinta-feira (07/01). Segundo o líder, o motivo é evitar ataques como os de Paris, na França, e Colônia, na Alemanha.

Fico tem usado a questão da crise migratória como elemento-chave de sua campanha para as eleições parlamentares de 5 de março no país. Seu governo entrou com uma ação contra o plano da Comissão Europeia em realocar requerentes de asilo em todos os membros da União Europeia (UE).

“Não só estamos recusando as cotas obrigatórias, como nunca tomaremos uma decisão voluntária que levaria à formação de uma comunidade muçulmana unificada na Eslováquia”, afirmou o primeiro-ministro a repórteres em Bratislava.

“O multiculturalismo é uma ficção. Uma vez que você deixa migrantes entrarem, você terá de enfrentar esse tipo de problema”, disse ele, relacionando o afluxo de refugiados na Europa aos ataques terroristas de novembro passado em Paris e à série de ataques contra mulheres na noite de réveillon em Colônia. “Não queremos que aconteça aqui o que aconteceu na Alemanha.”

Nesta sexta-feira, o Ministério do Interior alemão informou que, dos 31 suspeitos já identificados pela Polícia Federal por crimes cometidos no Ano Novo em Colônia, 18 são migrantes requerentes de asilo . A maioria dos casos envolve furto e assalto – mas ainda não foi estabelecida qualquer relação com os ataques a mulheres.

Opinião compartilhada

A postura anti-imigração de Fico ecoa entre os eleitores da Eslováquia, um país católico de 5,4 milhões de pessoas e com quase nenhuma experiência com migrantes. O país recebeu apenas 169 pedidos de asilo em 2015, mas foi requisitado pela Comissão Europeia a aceitar mais 802 pessoas neste ano.

Países vizinhos à Eslováquia têm opiniões semelhantes à do premiê eslovaco sobre a crise migratória. A Hungria também entrou com uma ação na Justiça contra o plano de cotas obrigatórias da Europa. O primeiro-ministro do país, Viktor Órban, tem afirmado repetidamente que o afluxo de refugiados ameaça minar as raízes cristãs do continente europeu.

O novo governo conservador da Polônia também tem se pronunciado contra a migração, dizendo que seu país não pode repetir os erros de outras nações da UE. Varsóvia, no entanto, afirmou que irá cumprir a promessa do governo anterior de conceder asilo a 7 mil requerentes neste ano.

EK/afp/ap/rtr

http://www.dw.com/pt/eslov%C3%A1quia-afirma-que-n%C3%A3o-acolher%C3%A1-mu%C3%A7ulmanos/a-18967801

FBI diz ter impedido atentados no 4 de julho

WASHINGTON – O FBI afirmou nesta quinta-feira que as autoridades americanas afirmaram ter impedido uma série de ataques terroristas no 4 de julho, dia da independência do país. As forças de segurança temiam que grupos radicais, como o Estado Islâmico, provocassem atentados na data como um desafio aos EUA.

De acordo com o diretor do FBI, James Comey pelo menos dez pessoas inspiradas pelo recrutamento do Estado Islâmico foram presas nas últimas semanas. Ele não informou maiores detalhes sobre os planos frustrados, ou seus alvos. Um alerta dado por Comey deu conta do anonimato provocado pelos truques de criptografia cada vez mais aplicados por militantes de grupos terroristas.

Após três atentados no mesmo dia mataram dezenas de pessoas em Tunísia, Kuwait e França, o FBI e o Departamento de Segurança Nacional haviam emitido alertas para as forças locais de segurança para que se focassem em possíveis ataques no dia da independência. Não foram registrados atentados em território nacional.

Nesta semana, o presidente Barack Obama alertou para o risco de novos atos terroristas isolados (“lobos solitários”) motivados pela influência do Estado Islâmico.

De acordo com um site de monitoramento de terroristas, o novo líder da al-Qaeda na Península Arábica ordenou ataques nos EUA. Nasser al-Wuhayshi, ex-secretário de Osama bin Laden, morreu em um ataque aéreo americano.
http://oglobo.globo.com/mundo/fbi-diz-ter-impedido-atentados-no-4-de-julho-16716674