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A conversão do Velho, Novo e Novíssimo Mundo Ocidental para o Califado Mundial do Islã e sua Sharia

Por Amir Kater

Estou me perguntando como começar esse ‘diálogo’ que apenas por esse instante que escrevo é um monólogo. Engraçado para não dizer “trágico” como o Islã consegue deturpar algo que está enraizado na base/núcleo da nossa mais tenra sociedade, pior que ainda vivemos no nosso dia-a-dia.

Vamos fazer uma pequena analogia: a maioria dos senhores e senhoras, com certeza tomam “vinho”. “Ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: “O vinho velho é melhor”. Pois bem, o “vinho da antiga safra”(Velho Mundo) está vinagrando, o “vinho da nova safra” (Novo Mundo) não está sabendo lidar com a rápida e sorrateira política de ‘consumo’, e o “Novíssimo Mundo” está sendo vendido sem critérios para uma “teo-religião” sem nenhum refinamento de paladar.

Para a Senhora Europa “Velho Mundo” como muitos descrevem, pela teoria “eurocentrista”, era o centro do mundo que se transformou em “berço islâmico”, se tornando “Eurábia”,senão vejamos:

“Milhares de vítimas de esfaqueamento na Alemanha não noticiados pela grande mídia, e a total passividade da sociedade contra a invasão civilizacional que ameaça o fim do berço da Civilização Ocidental.”

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

Estamos voltando a época da Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, só que em ‘escala mundial’, o muro é etéreo, é também a falta de informação ou a informação errada/deturpada em excesso principalmente na América Latina, mais especificamente Brasil.

Vale citar alguns exemplos:

“Por que a América Latina é a única região do mundo onde o islã não cresce”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

“Número de centros islâmicos sobe 20% em 2015 em São Paulo”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

“Cresce número de brasileiros que se convertem ao Islã”.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

“Os caminhos do Islã no Brasil”.

“Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que agora falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil”.

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

Estamos num estado de ebriedade quanto ao assunto “islamismo”, mas não podemos baixar nossa guarda e comprar o que esse ciclo viciante “pró-Islã” está vendendo.

“O Islã não pode ter uma presença significativa na Austrália se quisermos viver numa sociedade aberta, secular e coesa” – disse ‘ Pauline Hanson líder do partido Uma Nação’.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

Hoje, na America Latina, principalmente no Brasil, estão sendo colocados em prática os dois primeiros pilares do islamismo:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

Por onde o Islã passa não vemos TOLERÂNCIA, CARIDADE, RESPEITO, pelo menos pra quem não aceita essa CULTURA SANGUINÁRIA. Os mulçumanos tentam distorcer a sua real cultura com ajuda da “imprensa marrom” mundial que justifica as barbaridades dos islâmicos com erros cometidos por outrem como se vê na seguinte matéria:

“Houve perseguições ocasionais durante a dominação muçulmana”, diz o jornalista americano-português Richard Zimler, especialista em religiões comparadas. “Mas nada que se compare à brutalidade da Inquisição Católica”.

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Diante de uma mídia global rendida ao terror disfarçado de “pacifismo”, o “cálice da ira” do califado islâmico está pronto para ser sorvido pelas nações.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Referência de imagem: http://worldwatchtoday.org/archives/2779

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

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Polícia turca invade maior jornal do país

Tribunal passa controle de periódico crítico ao governo para administrador público. Manifestantes tentam impedir invasão e são dispersos com violência. Organizações internacionais condenam medida.

A polícia turca usou gás lacrimogêneo e jatos d’água para dispersar manifestantes que tentavam impedir nesta sexta-feira (04/03) que as autoridades assumissem o controle do jornal de maior circulação no país, o Zaman, de posição crítica ao governo do presidente Recep Tayyip Erdogan.

A polícia invadiu a sede do Zaman, após a decisão de um tribunal de Istambul que ordenou que a administração do grupo de mídia fosse passada para uma gestão pública escolhida pelas autoridades. O jornal é acusado de ligação com o líder islâmico e opositor do presidente turco Fethullah Gülen. A medida também afeta a versão em inglês do periódico e uma agência de notícia do grupo.

Centenas de pessoas se reuniram em frente à sede do jornal para protestar contra a decisão. O editor-chefe do jornal, Abdulhamit Bilici, afirmou, após o anúncio do tribunal, que era “um dia negro para a democracia” na Turquia.

“Se tornou um hábito nos últimos três, quatro anos. Todos que se manifestam contrários às políticas do governo enfrentam processos judiciais, prisão ou o controle do governo”, disse Bilici. O Zaman é o jornal mais vendido na Turquia, com uma circulação diária de 650 mil exemplares.

A decisão foi condenada por organizações internacionais de direitos humanos. “Vejo uma interferência séria na liberdade de imprensa que não deveria ocorrer em uma sociedade democrática. Essa é a mais recente restrição inaceitável e indevida da liberdade de impressa na Turquia”, afirmou o comissário de Direitos Humanos do Conselho da Europa, Nils Muiznieks.

A organização Repórteres sem Fronteiras criticou duramente a medida e acusou Erdogan de estar “se movendo do autoritarismo ao despotismo completo”.

“Estrutura paralela”

Gülen, que já foi um apoiador de Erdogan, entrou em guerra com o governo em 2013, quando promotores iniciaram uma investigação de corrupção envolvendo pessoas próximas ao presidente turco.

Desde então, Erdogan acusa Gülen de ter influência em tribunais, na polícia e na mídia, formando uma “estrutura paralela” com o propósito de derrubar o governo. Vários policiais e oficiais de Justiça, suspeitos de ligação com Gülen, foram afastados. Exilado nos Estados Unidos desde 1999, o opositor nega as acusações.

CN/rtr/ap

http://www.dw.com/pt/pol%C3%ADcia-turca-invade-maior-jornal-do-pa%C3%ADs/a-19095750

O tema “massacre de cristãos” ainda é tabu para a imprensa multiculturalista

Hoje, Guga Chacra publicou um artigo intitulado “Por que os terroristas do Al-shabab matam cristãos?”

E se o leitor desavisado não tomar cuidado com as “entrelinhas”, acreditará  na aparente demonstração de sensibilidade com a perseguição aos cristãos, sendo necessária uma leitura acurada do texto para perceber o “veneno do engano”.

Inicialmente, o jornalista afirma que o “Al-Shabab é o único dos grupos terroristas que dizem agir em nome do islamismo (sic) que mata apenas cristãos  em seus recentes atentados terroristas’, e cita como exemplos, os atentados no shopping queniano, onde 68 cristãos foram sumariamente executados por não serem capazes de declarar a shahada e o atentado na universidade de Garissa, que deixou um saldo horrendo de 148 cristãos mortos.

Todavia, ele começa a se perder quando aduz que o Estado islâmico tem por “alvos principais” os muçulmanos xiitas do Iraque, além dos sunitas ou alawitas pró-Assad na Síria e os curdos. E após elencar os alvos primordiais, Guga paradoxalmente assevera que o grupo terrorista “leva adiante um genocídio de cristãos assírios e yazidis”. E daí, vale levantar a seguinte questão: é possível se perpetrar um genocídio sem ter por escopo a destruição da comunidade contra a qual se pratica a matança? E por que essa comunidade que se tenta dizimar, via genocídio, não seria um alvo principal?

Seria razoável acreditar que, se o Estado Islâmico pratica genocídio, como afirma o jornalista e também diversos grupos de direitos humanos que trabalham na região, é lógico que os cristãos também são um dos “alvos  principais” dos pérfidos terroristas, que não poupam uma minoritária comunidade religiosa ordeira e amante da paz, por ser considerada “infiel”, tornando-se, assim, condenada à morte como os demais “apóstatas muçulmanos”.

Ademais, Guga afirma que “o Boko Haram mata indiscriminadamente cristãos e muçulmanos”. Ora, com a devida “venia”, qual o objetivo do mesmo ao usar o vocábulo “indiscriminadamente”? Os jihadistas matam cristãos e muçulmanos porque acreditam que estão prestando serviço útil a Alá perpetrando limpeza religiosa. Vale repetir, que de acordo com a interpretação religiosa dos militantes do ISIS, os cristãos são “infiéis” (kafir), pelo que, tal fato já os torna passíveis à penalidade máxima que era aplicada pelos primórdios seguidores do corão, morte. Aliás, ainda hoje, governos teocráticos islâmicos “matam discriminadamente”, e nesse sentido, cumpre avocar a sentença de morte pronunciada pelo Judiciário paquistanês contra a cristã Asia Bibi e a mesma condenação imposta pelo Irã ao pastor Yocef Nadarkhani.

Seria tão difícil para um jornalista experiente como o Guga reconhecer essa realidade ?

Quando o jornalista cita a facção al-Qaeda, trazendo a ideia de que o grupo mata pessoas aleatoriamente em seus atentados terroristas, os incautos chegam a pensar que a conotação dos atentados seria eminentemente política e desvinculada de qualquer teor de extremismo religioso.  Então, vamos recorrer ao próprio bin-Laden para sanar qualquer dúvida. Talvez, o finado terrorista possa provar ao Guga, qual seria o verdadeiro “alvo” da organização que comandava.

Em 23 de fevereiro de 1998, bin-Laden publicou no jornal árabe al-Quds al-‘Arabi  uma “Declaração da Frente Islâmica para a Jihad contra os Judeus e os Cruzados”, e apesar do título do documento ameaçador já ser bastante sugestivo para compreensão do objetivo maior da al-Qaeda, é de bom alvitre citar pequeno trecho do terceiro tópico:

“Embora os propósitos dos norte-americanos nessas guerras sejam religiosos e econômicos, eles também servem ao insignificante Estado judeu, desviando a atenção de sua ocupação de Jerusalém e da morte de muçulmanos na cidade.”

O líder terrorista se fundamenta em versículos do corão para ordenar a morte dos norte-americanos e saque de seus bens, comando este, que deveria ser obedecido por todos os muçulmanos, especialmente, os jovens, os ulemás, os líderes e os soldados. Bin-Laden declarou jihad contra os cruzados (representantes do cristianismo) e os judeus!

Logo, se morreram também muçulmanos nos ataques terroristas ao “World Trade Center”, na concepção de bin-Laden, eram merecedores por estarem no país que abriga parte dos “cruzados” e acabaram se tornando “ajudantes de Satã”!

Entrementes, dentre as absurdezas propaladas por Guga, a mais esdrúxula é, indubitavelmente, a afirmação de que “o Al-Shabab, no passado recente, também matava muçulmanos. Na verdade, ainda mata.” A partir daí, cita a Somália, “um país quase 100% islâmico” e discorre sobre as milhares de mortes de muçulmanos. Nesse momento, chego a pensar que ele esqueceu que a proposta do artigo seria explicar a morte de cristãos e não tentar justificar “uma matança pela outra”, aduzindo que o sanguinário grupo terrorista somali que assassinou covardemente centenas de cristãos quenianos desde 2013, também mata muçulmanos no seu país de origem, que aliás, está em guerra civil constante, sendo o al-Shabab apenas uma das facções terroristas que disputam o poder na Somália desde o golpe de Estado que derrubou o ditador Siad Barre.

Numa celeuma desmensurada que o levou a ficar longe da resposta no tocante a motivação dos massacres de cristãos, que em momento algum veio à lume, Guga fixa sua análise na conjuntura geopolítica que teria levado o al-shabab a efetivar atentados contra comunidades cristãs no Quênia, e nessa aventura trágica, o jornalista “deixa no ar”  a ideia de que o al-Shabab é uma ameaça para os cristãos tão-somente no Quênia, podendo até haver “atritos” entre cristãos, que são maioria,  e muçulmanos.

Contudo, o jornalista teve um lapso que não merece perdão. Seria indispensável informar que o grupo fundamentalista aterroriza não somente os cristãos quenianos, como frisado no texto, mas, também, impõe uma perseguição atroz na Somália, sendo certo que o Estado africano ocupa o 2º lugar no ranking dos países que mais perseguem os cristãos no mundo, segundo a renomada “Missão Portas Abertas”, a qual denuncia explicitamente  o mote religioso de “limpeza do cristianismo” promovido pelo al-shabab, que ataca comunidades cristãs e ordena aos seus seguidores que matem os cristãos!

Enfim, quem pergunta, agora, sou eu: por que a imprensa “ameniza o terror” provocado pelas facções islâmicas contra os cristãos?

por Andréa Fernandes

Artigo do Guga Chacra em:

http://internacional.estadao.com.br/blogs/gustavo-chacra/por-que-os-terroristas-do-al-shabab-matam-cristaos/

Missão Portas Abertas:

https://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/somalia/