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Massacre em Suzano: a impunidade também pode gerar vítimas

Por Andréa Fernandes

O Poder Judiciário em São Paulo determinou na noite de segunda-feira(19), a internação de um adolescente de 17 anos por suspeita de participação no planejamento do denominado “massacre em Suzano”, que resultou na morte de sete alunos e duas funcionárias na Escola Estadual Raul Brasil, além do empresário Jorge Antonio de Moraes, tio de um dos assassinos, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos. Segundo a determinação judicial, a internação deve ser cumprida no prazo de 45 dias na Fundação Casa.

O suspeito foi apreendido pela polícia na manhã desta terça-feira(19), em sua residência e após ser levado ao IML de Suzano seguiu junto com a genitora para o Fórum da cidade a fim de comparecer a audiência de apresentação.

O adolescente já havia se pronunciado na sexta-feira(15), em oitiva com o Ministério Público no Fórum regional negando a participação no crime, e naquela oportunidade, o promotor Rafael Ribeiro do Val não teria encontrado indícios suficientes para provar a participação no planejamento do crime, de forma que decidiu não apresentar denúncia, deixando de  atender o pedido de internação feito pela autoridade policial, o que teve como consequência a liberação do suspeito. Ocorre que, na segunda-feira (18), novas provas coletadas foram examinadas pelo Ministério Público e polícia em reunião na qual os investigadores apresentaram depoimentos e aparelhos eletrônicos apreendidos na casa do adolescente com diálogos entre o mesmo e os outros responsáveis pelo massacre que “supostamente” teriam se matado após a efetivação da barbárie.  Com isso, a Polícia Civil  reforçou a tese de participação do suspeito na fase de preparação.

A juíza Erica Marcelina Cruz, da Vara da Infância e da Juventude, deve despachar no processo a fim de esclarecer se mantém a decisão de internar o suspeito, determinando a unidade da Fundação Casa onde deve ficar apreendido no prazo de 45 dias, ou se revoga a internação.

O suspeito apreendido é ex-aluno da escola Raul Brasil e estudou na sala de Guilherme Taucci Monteiro, apontado pela polícia como líder da ação criminosa.

Todavia, há um pormenor que a “mídia progressista” e “ativistas dos direitos dos manos” mantêm distante da opinião pública: o Artigo 108, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê 45 dias como prazo máximo de uma internação provisória para um menor de 18 anos, sendo considerado constrangimento ilegal” pela jurisprudência qualquer tentativa de prorrogação. Após o referido período, não tendo a investigação findado, o suspeito de planejar o massacre deve ser solto

Assim, mais uma vez a lei mostra inequivocamente beneficiar “jovens infratores” permitindo que suspeitos de crimes odiosos e que representam alto grau de periculosidade tenham “liberdade garantida” para reinserção ao convício social, apesar dos “indícios  suficientes de autoria e materialidade”, que paradoxalmente deixam de “demonstrar a necessidade imperiosa da medida de internação” para proteger possíveis vítimas de um novo massacre.

Interessante que hoje, li em artigo da “colunista-militante” do ‘O Globo‘, Ana Maria Machado, a repetição de uma teoria de alguns antropólogos ao afirmar que, “a barbárie e selvageria crescentes da violência urbana em todas as suas formas têm traço que nos marca desde a colonização e a escravidão — o da força bruta contra o fraco e desprotegido“.

Afirma, ainda a “jornalista-militante”:

“Mesmo querendo resgatar mártires e heróis esquecidos, cumpre reconhecer que, historicamente, nossa violência não se caracterizou pela resistência inteligente e organizada, como a dos vietcongues contra os invasores. Em geral, ao dar vazão à revolta, nossa valentia prefere esperar pela vítima indefesa.”

Todavia, “dona Machado” e os demais ativistas “aplaudem” o ECA quando permite que suspeitos de crimes caliginosos tenham a possibilidade de gozar soltura, ainda que o fato represente um grave risco para a sociedade. O “desconchavo intelectual” da jornalista não possibilita que entenda que ao defender a manutenção da maioridade penal e demais “generosidades” para menores que cometem crimes bárbaros, configura-se a  pusilanimidade típica da esquerda, que autoriza esses criminosos a atacarem impunemente as “vítimas indefesas”, nesse caso, a própria sociedade desprotegida. Verdade é que “valentia desarmada” só existe na cabeça de progressista!

Essa seria a “resistência inteligente e organizada” defendida pela hipocrisia do “jornalismo ideologizado”: libertar um “menor sem nome” com indícios de participação no crime suficientes “apenas” para 45 dias de “internação” visando não promover “constrangimento ilegal” do “coitado” e aprisionar no “medo impessoal” um grande número de pessoas, que mal podem se proteger porque “indivíduos perigosos” têm o “direito” de não ser identificados pelos meio de comunicação, quando menores de 18 anos.

Em contrapartida, os “cadáveres” de todos os adolescentes e funcionárias mortos no massacre – investigado pelo MP como “eventual prática de terrorismo doméstico” – foram devidamente “identificados” e “numerados” para indicar os índices de homicídio no Brasil, cujo único “cadáver insepulto” pela mídia, ONU e “ativistas do bem” é  “Marielle Franco“.  Todas as demais vítimas fatais da violência gestada pela ausência total de segurança pública que caraterizou os governos pretéritos são apenas “números desprezíveis”, à exceção de alguns “mortos” que servem para a “agenda do progressismo seletivo”: negros da periferia, membros da comunidade LGBT e mulheres que sofrem violência doméstica. Aliás, o motorista de Marielle, Anderson Gomes, também foi desprezado pela militância cultural e midiática, não tendo uma “alegoria” sequer na “compreensível homenagem” que o “crime organizado” fez à vereadora no desfile da escola de samba Mangueira, campeã do carnaval do Rio. Estranhamente, ninguém na extrema-imprensa acusou a escola de samba de “discriminação cadavérica” por ignorar o “subalterno branco” morto na mesma ação criminosa que vitimou a “vereadora negra” do PSOL. A cor da pele realmente “fala muito alto” num “país racista”, não é verdade?

Inobstante a doutrinação do crime organizado em apreço à luta de “Marielle ausente“, aprendo na “escola da Mangueira socialista” que “resistência inteligente” é  ofender o presidente Bolsonaro com palavras de baixo calão durante a festa pela vitória na quadra um pouco sem graça pela ausência do seu presidente Francisco Manoel de Carvalho, o conhecido deputado “Chiquinho da Mangueira” (PSC/RJ), que cumpre prisão  domiciliar. Ademais, “resistência organizada” é garantir o “samba do crime” levantando o “estandarte da Marielle” na “passarela da hipocrisia”, bem como rechaçar a redução da maioridade penal a fim de garantir que a “escola dos menores abutres da fiel” continue encantando a esquerda com seu  “espetáculo mortal” no “carnaval da impunidade”. Infelizmente, nesse “quesito” do “grupo especial da contra-resistência” para salvaguardar o direito à paz social, a “escola dos conservadores indignados” está ameaçada de sofrer “rebaixamento”. Lembro, no entanto, que no temível  “enredo” da segurança pública, “todo cuidado é pouco”! 

Após terminar o artigo, descubro que a polícia afirma que o adolescente apreendido é o mentor intelectual do massacre em Suzano. O delegado se espantou com a frieza do “menor” que será “aquecido pelas asas acolhedoras” do ECA. O “perigo” continua sendo “fiel companheiro” de muitas crianças e adolescentes em São Paulo graças ao “progressismo suicida” que contamina nossas leis.

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem Metro 1

Suécia: Imigrantes muçulmanos recebem cinco meses de detenção por estupro coletivo prolongado e sangrento de menina de 13 anos

“Dois agora são condenados a cinco meses em detenção juvenil, com o terceiro liberado tendo servido apenas quatro meses.”

Nenhuma deportação. Eles estarão de volta às ruas em apenas alguns meses. Eles se tornarão cidadãos suecos leais e produtivos? Essas frases leves encorajarão outros estupradores? O que você acha?

“Sentenças muito baixas para os migrantes africanos depois de ‘estupro sangrento de quadrilha’ de uma menina de 13 anos na Suécia”, Voz da Europa , 23 de julho de 2018:

Três africanos filmam e compartilham nas mídias sociais a prolongada e sangrenta violência em grupo de uma menina de 13 anos em Vasteras, informa a Fria Tider . 

Mas agora o tribunal de apelações escolhe quase reduzir pela metade sua punição – de oito meses a quatro e cinco meses de detenção dos jovens. Um quarto estuprador não pode ser punido porque diz ser uma criança.

Em 14 de junho de 2017, uma garota de 13 anos foi estuprada em um apartamento em Västerås. Os três somalis, supostamente nascidos em 2000, foram condenados em abril por estupro contra uma criança a oito meses de detenção.

A sentença teve recurso e o promotor exigiu que o agressor fosse punido.

Em vez disso, Svea Hovrätt optou por reduzir severamente sua pena e, além disso, libertar um dos somalis da acusação de pornografia infantil, já que não é claro no vídeo se a menina completou a puberdade.

Dois agora são condenados a cinco meses em detenção juvenil, com o terceiro liberado tendo cumprido apenas quatro meses.

Os africanos encheram a jovem de álcool e um dos homens levou-a ao banheiro, estuprando-a. Depois que ela saiu do banheiro, três homens a trouxeram de volta e a estupraram ao mesmo tempo. A menina teve hemorragia.

Enquanto ela chorava, ela foi estuprada novamente enquanto os outros assistiam. Apareceu mais tarde que dois dos somalis a filmaram quando ela foi repetidamente estuprada. Os vídeos foram a prova mais forte do caso e foram tocados durante o julgamento, escreveu a Sweden’s Television….

Com informações e imagem Jihad Watch

Presos em conflito com grupo anti-imigração são soltos em SP após audiência na Justiça

Nenhum deles foi indiciado, mas poderão ser investigados caso o Ministério Público entenda que há necessidade. Dois palestinos terão que cumprir medidas cautelares.

uatro presos após conflito com manifestantes de direita contrários à Lei de Migração, sendo dois palestinos e dois brasileiros, foram soltos na tarde deste quarta-feira (3) em São Paulo. A soltura ocorreu após audiência de custódia no Fórum da Barra Funda, para onde eles haviam sido levados ao deixar o 78º Distrito Policial, nos Jardins.

Nenhum deles foi indiciado, mas o Ministério Público pode entender que há necessidade de abertura de inquérito. Os dois, que são de origem palestina, no entanto, precisarão cumprir medidas cautelares, que incluem ter que se apresentar à Justiça mensalmente, não participar de manifestações relacionadas à Lei de Migração, não se aproximar de outras partes do processo e não se ausentar de São Paulo por mais de 15 dias.

Segundo a Polícia Civil, os quatro manifestantes favoráveis à Lei de Migração foram presos em flagrante. O auto de prisão em flagrante imputava aos detidos os crimes de explosão, lesão corporal, associação criminosa e resistência durante confronto em manifestação. O estudante Roberto Freitas, 18, e Nykolas Silva, 22, os dois brasileiros, tiveram o chamado “relaxamento total de flagrante”, o que significa que não tem o que responder à Justiça.

Justiça manda soltar quatro homens que estavam presos, depois de uma confusão na Paulista

Justiça manda soltar quatro homens que estavam presos, depois de uma confusão na Paulista

O empresário Hasam Sarif, 43, e o refugiado sírio Nour Alsayyd, 22, tiveram relaxamento de flagrante e foram liberados dos crimes de associação criminosa e resistência. No entanto, a polícia apura a participação deles em explosão e lesão corporal, por considerar que “há indícios suficientes” de que eles explodiram arterfato, conforme aponta o boletim de ocorrência.

Os dois negam as acusções que constam no BO. Segundo o advogado Hugo Albuquerque, a alegação do BO é “estapafúrdia”. “Eram 50 pessoas, eles eram 5. Eles sofreram ofensas xenofóbicas e o BO é totalmente parcial. É como se eles não tivessem sido atacados, não tivessem sido feridos”, disse.

O juiz José Eugenio do Amaral Souza determinou que eles fossem soltos porque verificou que “ambos são primários, tem bons antecedentes e ocupações lícitas”.

O conflito

Por volta das 21h desta terça-feira (2), cerca de 50 pessoas do Movimentos Direita São Paulo e Juntos pelo Brasil protestavam em frente ao escritório da Presidência da República na Avenida Paulista pedindo para o presidente Michel Temer vetar a Lei de Migração aprovada no Senado. No mesmo horário, havia 20 pessoas favoráveis à lei. Não se sabe como começou, mas houve confronto entre os dois grupos, e um vídeo divulgado no Facebook mostra uma explosão.

O ato gritava contra a “islamização do Brasil” e os manifestantes seguravam faixas escritas “Aloysio Nunes [ministro das Relações Exteriores] traidor” e pediam pela “soberania”.

O advogado do grupo disse que eles foram linchados pelos manifestantes contrários à nova lei. O sírio Nour chegou a ficar ferido na cabeça, mas nenhum agressor foi preso.

O grupo, ainda de acordo com a Polícia Civil, teria arremessado artefato explosivo. Os detidos, no entanto, alegaram que apenas se defenderam. Não é possível afirmar como começou o confronto.

Entre os presos está o palestino Hasan Zarif, líder do movimento Palestina para Tod@s e proprietário do bar Al Janiah, no Centro de São Paulo. Os advogados afirmaram que demoraram quase cinco horas para ter acesso aos presos, e jornalistas não puderam entrar no 78º DP, para onde eles haviam sido levados.

Um amigo de Hasan, em vídeo gravado e postado no Facebook, disse que “armaram” para os palestinos.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/presos-em-conflito-com-grupo-anti-imigracao-sao-soltos-em-sp-apos-audiencia-na-justica.ghtml

Ex-muçulmana grávida convertida ao cristianismo é decapitada pela família no Egito

EGITO – Quatro anos atrás, em Alexandria, no Egito, uma muçulmana de 22 anos, chamada Marwa A. E. se divorciou do seu marido muçulmano. Mais tarde, ela se apaixonou pelo vizinho, um jovem cristão copta. Ela, então, converteu-se ao cristianismo, se casou com o cristão e o casal se mudou para uma vila distante a fim de se esconder de possível vingança. Eles tiveram dois filhos e ela estava grávida de dois meses. Na semana passada, o casal decidiu visitar secretamente sua igreja em Alexandria para ter alguma comunhão com outros cristãos amigos e parentes na igreja. Quando Marwa retornava da igreja e caminhava para a casa da amiga, sua filha (fruto do casamento com o muçulmano) a reconheceu e irada resolveu informar aos demais parentes o paradeiro da mãe.

O tio e irmão de sua mãe imediatamente adotaram o “costume” utilizado em casos semelhantes: sequestraram a cristã convertida e levaram-na para a casa da família onde foi mantida sob “cárcere tribal” até que negasse a nova fé.

A ira não apenas terminar aqui, e o tumulto em seguida, entra em erupção na aldeia de Tamia, onde os muçulmanos criam confusão na vila onde o casal tinha residência e começa o litígio dos muçulmanos contra os cristãos que são acusados de abrigar uma fugitiva e converter Marwa do islamismo para o cristianismo.

A família muçulmana de Marwa, em seguida, exige para impor os termos de uma trégua, que seja determinado como punição que todos os cristãos tenham o prazo de 10 dias para vender todas as suas propriedades e deixar Tamia com seus pertences. No entanto, o marido cristão e os dois filhos de Marwa só seriam poupados da morte na condição de Marwa dar a sua vida de acordo com a justiça da Sharia (lei islâmica).

Em seguida, o diretor de segurança da região, Major General Nasser Abed, supervisionou o acordo entre a família muçulmana e várias famílias cristãs na aldeia de Tamia para garantir a evacuação dos cristãos do local.

E para encerrar o conflito entre as duas partes, o tio de Marwa , o irmão e todos os primos, em seguida, levaram Marwa ao amanhecer para ser decapitada. A pessoa que fez a decapitação foi a irmã de Marwa, a fim de ensinar uma lição a todas as mulheres que deixam o islã. Em seguida, o corpo da cristã foi deixado em um cemitério próximo.

A tenebrosa realidade no Egito é que esses convertidos não têm defesa e a igreja cristã copta tem as mãos amarradas temendo perseguição.

Fonte: http://shoebat.com/2015/11/26/88507/

Imigrante adolescente que arrastou do banheiro uma adolescente de 14 anos e a estuprou com cinco amigos em vingança por ser rejeitado, já fixou residência na Grã-Bretanha

Um adolescente acusado de estuprar com seus amigos da escola na Áustria uma menina de 14 anos de idade mudou-se para o Reino Unido, dizem os promotores.

O menino não identificado é um dos seis jovens aparentemente de famílias imigrantes que aterrorizaram a menina na escola em Graz – segunda maior cidade da Áustria – por meses e supostamente a estuprou pelo menos quatro vezes.

Em uma ocasião, os estudantes supostamente arrastaram a vítima apavorada para fora das casas de banho das meninas, despiram-na e violaram-na cantina.

Foi dito que o ataque ocorreu em maio do ano passado, quando a menina se trancou em um banheiro depois de ser assediada pelos meninos, que estavam com idade entre 15 e 16, no parque infantil.

Para seu horror, eles então forçaram a porta e arrastaram a adolescente com 14 anos para fora.

A estudante traumatizada disse aos promotores que ela estava gritando por ajuda, e embora outros alunos testemunhassem os rapazes perseguindo-a e forçando seu caminho para o banheiro, ninguém interveio.

Os adolescentes são acusados ​​de, em seguida, arrastarem a colegial na cantina da escola onde ela foi despida e estuprada.

Testemunhas disseram à polícia que gritos da menina podiam ser ouvidos “ao longo de toda a escola ‘, e que eles ficaram surpresos quando os professores não fizeram nada. E quando ela virou-se atrasada para a aula,foi repreendida, alegaram.

O estupro foi uma vingança pela menina desprezar um dos rapazes, informou a mídia austríaca.

O diretor da escola negou saber qualquer coisa sobre o ataque, explicando: “Eu só sei sobre um incidente no qual a menina estava na classe, e os meninos tinham colocado barricada na porta, a fim de mantê-la dentro.

“O professor conseguiu forçar a porta aberta e ajudou a colegial. Falei com o inspeção escolar sobre o incidente, e depois com a polícia.

Ele acrescentou: “Eu tenho quase 200 crianças na escola que são perfeitamente respeitáveis, mas o que esses meninos supostamente fizeram é simplesmente inacreditável.”

O procurador Hansjoerg Bacher disse ao MailOnline que todos os seis meninos são de famílias imigrantes.

Ele disse que os meninos estavam sendo investigados por quatro supostos estupros – um dos quais foi dito ter acontecido na escola.

Os promotores estão investigando agora 18 pessoas, porque suspeita-se de outros, incluindo alunos e um professor, que não fizeram nada para parar o ataque.

Eles estão sendo investigados por possíveis cobranças de falta para ajudar na prevenção da criminalidade.

Todos os seis rapazes foram libertados sob fiança e um deles tem viajado para o Reino Unido.

Bacher confirmou: “Nós não tivemos seu depoimento porque ele está na Inglaterra. Estamos em contato com seus pais, mas não sabemos quando ele vai voltar. ‘

“Estamos em contato com o advogado de defesa da família. O menino está na Inglaterra com seus pais. Mudou-se depois que o caso se tornou público, embora não se acredite que o movimento estava conectado com as alegações.

” Não sabemos quando será possível entrevistar o menino sobre as alegações e, no momento ele não foi entrevistado.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3450372/Teenage-migrant-dragged-14-year-old-Austrian-schoolgirl-toilet-cubicle-GANG-RAPED-five-friends-revenge-dumped-set-home-Britain.html#ixzz40RGWxzlR
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Muçulmanos matam jovem cristã: “As cristãs servem apenas para uma coisa, o prazer dos homens muçulmanos”

Kiran foi morta no Paquistão, mas já ouvimos uma variação sobre a idéia de que “as meninas cristã servem apenas para uma coisa: o prazer de homens muçulmanos” na Europa:“meninas alemãs estão lá apenas para o sexo.” Homens muçulmanos cometem estupros em massa e agressões sexuais em toda a Europa na véspera do Ano Novo, e operam em linha com subsídio do Alcorão para os homens a assumirem as mulheres infiéis como escravas sexuais (4: 3; 04:24; 23: 1-6; 33:50). Quanto tempo haverá antes que os homens muçulmanos na Europa e os EUA comecem a matar aquelas mulheres e meninas que eles resistem?

“Menina cristã morta por descartar avanço de meninos muçulmanos ricos,” britânico paquistanês Associação Cristã, 20 de janeiro de 2016 (graças a Pamela Geller):

Uma menina cristã foi morta depois que ela e dois amigos encolheram os ombros ao avanço de alguns jovens muçulmanos bêbados de uma das áreas de elite de Lahore, Defence Colony.

Kiran (17 anos), Shamroza (18 anos) e Sumble (20 anos), três jovens cristãs foram simplesmente a pé para casa através de Defence Colony depois de um árduo dia de trabalho como esteticistas, a caminho de sua comunidade cristã privativa no Baowala.

Eles tinham saído às 9:00, em 13 de janeiro, com o intuito de chegar em casa rapidamente antes que ficasse muito inseguro para que eles pudessem descansar um pouco antes de voltar para o trabalho na manhã seguinte. Nesta noite fatídica no entanto, eles foram abordados por quatro supostamente bêbados muçulmanos em um carro marrom, que começou a se comportar mal com eles.

Os homens alcoolizados gritaram comentários sugestivos e lascivos para eles e foram assediá-los para entrar no carro com eles para “um passeio e um pouco de diversão”.

As três meninas explicaram que elas eram cristãs devotas e não praticam sexo fora do casamento e corajosamente repreenderam os jovens em seus assédios indesejáveis.Isso causou uma mudança imediata no comportamento dos rapazes que se tornaram mais agressivos e começaram a ameaçar as meninas para entrar no carro ou a ser fisicamente forçadas a isso.

Aterrorizadas com a situação cada vez mais perigosa que estavam as meninas começaram a correr em um ataque de pânico. Isso só enfureceu os jovens muçulmanos mais, um deles gritou com as meninas, dizendo:

“Como vocês ousam fugir de nós, garotas cristãs servem apenas para uma coisa que é o prazer de homens muçulmanos.”

Os homens embriagados dirigiram agressivamente depois que as meninas recusaram as investidas e lançaram seu carro contra elas. O impacto sobre Shamroza e Sumble jogou-as para o lado dos veículos e bruscamente para o chão. O resultado da colisão com o chão causou a Shamroza a fratura de várias costelas e Sumble quebrou o quadril. Kiran foi ainda mais infeliz, pois sofreu impacto com o capô do carro, onde ela bateu no pára-brisas. Os jovens continuaram a rir na sua suposta embriaguês e aumentaram sua velocidade, quando finalmente puderam ver outro carro antes deles. O choque do veículo jogou Kiran no ar e rapidamente para o chão onde sua teve traumatismo craniano e fraturou numerosos ossos, a hemorragia interna resultante a matou em poucos minutos.

As famílias das três meninas exigiram justiça, mas, apesar da crueldade deste ataque brutal e a morte de uma jovem inocente, sem escrúpulos a polícia obrigou-os a pagar um suborno para ter um primeiro relatório de Incidentes (FIR), registrado. A família está pedindo um inquérito do assassinato, mas por causa da condição financeira dos jovens ricos, existe pouca esperança de que a justiça prevaleça. A polícia está  fazendo pouco para deter os jovens e estão supostamente retardando o processo de investigação. Muitas vezes, nesses casos, falta evidência e as testemunhas são ameaçadas ou compradas pelas famílias dos criminosos ricos em um país onde a corrupção é abundante e elogiada.

Hoje nosso diretor Naveed Aziz visitou as meninas sobreviventes, Shamroza e Sumble e ofereceu-lhes a nossa ajuda. Nós trouxemos alguns xales para as duas meninas, um presente na cultura asiática que simboliza proteção e cobertura para as meninas. Queríamos que as meninas soubessem que têm irmãos e irmãs de todo o mundo que estão dispostos a defendê-las. Nós, também, apresentamos flores para todas as três famílias e mantimentos para ajudá-las durante dois meses  através de seu tempo de luto, quando o trabalho se torna uma questão secundária.

Naveed Aziz disse:

“Todas as três famílias estão realmente sensibilizadas, Shamroza e Sumble somos gratos a Deus por salvá-las, mas estamos inconsoláveis com a perda de uma amiga próxima. Outras meninas no local estão agora com muito medo de viajar à noite e estão sendo acompanhados pelos homens de suas famílias. A comunidade quer justiça para a pobre Kiran e busca um fim para o direcionamento de jovens cristãos. ”

Wilson Chowdhry, presidente da BPCA, disse:

“Este ato de violência deve ser respondido com o braço forte da lei. Em qualquer outra nação os autores seriam presos, condenados por assassinato e condenado por um longo prazo. No Paquistão, no entanto, os pobres vão para a prisão e os ricos cometem qualquer que seja o crime que quiserem com a impunidade. A violência contra os cristãos raramente é investigada e é altamente improvável ser respondida com justiça. O padrão usual nestes casos é o cristão pagar um suborno para incentivar a polícia a completar seu dever de registrar uma investigação, e os criminosos pagarem mais propinas para a polícia estragar a investigação. ”

Ele adicionou:

Movimento de Solidariedade e Paz” ONG muçulmana estado que cerca de 700 mulheres cristãs no Paquistão são raptadas, violadas e forçadas a casar Islâmica todos os anos – esse número é de quase dois por dia eo mundo não faz nada. Existe evidência de que alguns imames desonestos declarar que tais atos de conversão através da violência são recompensados ​​no céu, o que é um pensamento aterrorizante “.

Por favor, assine nossa petição (clique aqui)

Leia o conteúdo completo em : http://www.jihadwatch.org/2016/01/muslims-kill-christian-girl-christian-girls-are-only-meant-for-one-thing-the-pleasure-of-muslim-men

Um refugiado estuprou uma criança de três anos – o Conselho de Migração tentou esconder o incidente

Um refugiado de um centro de asilo no município de Tingsryd na Suécia, na terça-feira, estuprou uma criança de três anos. O responsável pelo centro de asilo soube do estupro durante o dia, e em colaboração com o Conselho de Migração sueco decidiu retirar o homem do alojamento para protegê-lo.

Eles também optaram por não entrar em contato com a polícia, a fim de esconder este incidente. No entanto, foi revelado quando os amigos da mãe da menina contataram a polícia oito horas depois.

Mas no centro de asilo, a polícia não poderia prender o homem, pois ele havia sido transferido para outro lugar, e os funcionários estavam relutantes em dizer à polícia a nova localização do homem, quem ele era , ou qualquer tipo de informação.

De acordo com um programa da Rádio Sueca, a polícia teve que entrar em contato com um responsável no Conselho de Migração e forçar  a extração da verdade dos responsáveis ​​do alojamento.

Quando um crime tão grave, um estupro de uma criança de 3 anos de idade está sendo julgado escondido por funcionários que trabalham com os refugiados, pode se imaginar quantos crimes menos graves que nunca relataram?

http://speisa.com/modules/articles/index.php/item.2121/a-refugee-raped-a-three-year-old-child-the-migration-board-tried-to-conceal-the-incident.html#.VilrqcTPJok.facebook

Seis igrejas incendiadas na Tanzânia

Seis igrejas foram incendiadas no noroeste da Tanzânia na última semana.

Em primeiro lugar, em 23 de setembro, três igrejas foram incendiadas – a Igreja Living Waters International, Buyekera Pentecostal Assembléia de Deus, e as igrejas evangélicas  Assembleias de Deus Tanzânia, que estão todas localizados na região de Bukoba, nas margens do Lago Victoria.

Durante a noite de 26 de Setembro, mais três igrejas – também em Bukoba – foram incendiadas: Igreja Evangélica Luterana, Kitundu Igreja Católica Romana e  Assembléia de Deus Katoro Pentecostal. Todas estão localizadas na região de Katoro de Bukoba ocidental.

“O povo acordou em 27 de setembro e encontraram seus santuários incendiados”, disse uma fonte anônima ao World Watch Monitor. “Os cenários são os mesmos; pessoas desconhecidas  empilhando as coisas no altar, derramaram gasolina sobre ele e atearam fogo. Eles fugiram antes que alguém pudesse identificá-los e assim permanecem desconhecidos. ”

Mapa da Tanzânia
Mapa da TanzâniaCortesia Portas Abertas Internacional

O primeiro incêndio ocorreu na igreja Living Waters. Por volta das 04:00, hora local, o pastor, Rev. Vedasto Athanas, foi acordado por um telefonema de um vizinho alertando-o que sua igreja estava em chamas. Ele correu para a cena, mas era tarde demais para evitar os danos a centenas de cadeiras, mesas e bancos, e do púlpito.

Pouco tempo depois, incendiários colocaram fogo na igreja Pentecostal Buyekera, que é liderada pelo Rev. Emmanuel Narsis.

Cerca de uma hora mais tarde, a terceira igreja, no bairro Kibeta nas proximidades, foi incendiado. Seu pastor, Rev. Kabonaki, recebeu um telefonema pouco antes de 06:00. Ele correu para a igreja, mas era tarde demais para evitar que as chamas destruíssem a igreja e tudo dentro.

O secretário da organização de pastores locais, a Bukoba Pastores Fellowship, disse que houveram muitos ataques incendiários na área de Kagera desde 2013.

“Desde 2013, tivemos mais de 13 igrejas incendiadas aqui em Kagera e ninguém foi responsabilizado. Isto não é aceitável “, disse o secretário, que pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome, Annette.

No início de 2013, a igreja do Rev. Innocent Mzinduki foi incendiada; em julho de 2013, um pastor identificado como Joyce perdeu sua igreja; em setembro de 2013, os pentecostais maruku da Igreja Assembléia de Deus tiveram o templo incendiado. No início de 2015, as igrejas luteranas em Rubale, Kyaka Mushasha e Kagondo Muleba foram incendiadas; em seguida, em fevereiro, o Calvário Assembléias de Deus, Itawa Baptist Church, Redeemed Church, Kagondo e TMRC Kyabitembe também foram incendiadas.

https://www.worldwatchmonitor.org/2015/09/4034845/

“E estes não são os únicos,” disse Annette World Watch Monitor. “Eles começaram agora a adição de combustível [parafina ou da gasolina] para garantir o máximo de dano.”

De acordo com o secretário, algumas pessoas foram presas depois dos incidentes de fogo posto fevereiro, mas eles foram liberados mais tarde. Nenhum progresso mais investigativo foi relatado à data.

“Estamos muito chateado e preocupado, pois esta é uma tendência que já não pode ser ignorada”, disse ela. “A polícia nos dizem que estão investigando, mas ouvimos nenhum progresso das investigações de ataques incendiários igreja anteriores.”

https://www.worldwatchmonitor.org/2015/09/4034845/

Tribunal Penal Internacional diz ser improvável líderes do Estado Islâmico serem julgados por crimes de guerra

A procuradora-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) declarou na quarta-feira que há indícios de crimes de guerra cometidos pelos insurgentes do Estado Islâmico no Iraque e na Síria, mas que ainda há pouca chance de seus líderes serem investigados pela instância.

Os crimes atribuídos ao grupo jihadista ultrarradical sunita vão das execuções em massa, a escravidão sexual, o estupro e a tortura ao recrutamento forçado de crianças e até ao genocídio, afirmou Fatou Bensouda em comunicado.

Mas ela declarou que, embora tenha jurisdição sobre crimes cometidos por combatentes que são cidadãos de países-membros do TPI, os líderes do Estado Islâmico parecem ser principalmente do Iraque e da Síria, que não são filiados à corte.

“Neste estágio, a perspectiva de o meu escritório investigar e processar os principais responsáveis dentro da liderança do Estado Islâmico parece limitada”, disse Bensouda.

O tribunal pode exercer “jurisdição pessoal” sobre indivíduos que são cidadãos de países-membros, acrescentou. Uma jurisdição mais ampla também pode ser requisitada a Haia pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Muitos cidadãos de nações filiadas ao TPI são suspeitos de cometer atrocidades em combates do Estado Islâmico, incluindo “Jihadi John”, militante que se acredita ser um cidadão britânico e que protagonizou vídeos de decapitações divulgados pelo grupo extremista.

Bensouda disse que a corte recebeu relatos sobre milhares de combatentes estrangeiros que se uniram ao Estado Islâmico, muitos de Estados-membros do TPI, como Tunísia, Jordânia, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Bélgica, Holanda e Austrália.

“Alguns destes indivíduos (de Estados-membros) podem ter estado envolvidos no cometimento de crimes contra a humanidade e crimes de guerra”, acrescentou.

O Estado Islâmico ocupou vastas porções do norte e do oeste iraquianos no ano passado e controla uma grande parte do leste da Síria em meio aos quatro anos de guerra civil no país, mas desde então perdeu algum terreno após uma ofensiva do governo de Bagdá.

Criado em 2002 para julgar crimes graves quando as autoridades nacionais se mostram incapazes ou indispostas a agir, o TPI só pode intervir em nações não-filiadas se for notificada pelo Conselho de Segurança da ONU, como no caso do Sudão.

O tribunal já foi criticado por sua incapacidade de atuar em alguns dos piores conflitos mundiais, entre eles o da Síria, que cobrou centenas de milhares de vidas e forçou milhões de pessoas a fugirem.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/tpi-diz-ser-improvavel-lideres-do-estado-islamico-serem-julgados-por-crimes-de-guerra,7783c3959699c410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

Polícia tortura e mata filho de cristã e joga corpo em frente à casa da família; “Não vou desistir do meu Senhor”, diz mulher

Uma cristã paquistanesa vem passando por momentos de provação severa, mas afirmou que jamais negará a Deus ou abandonará sua fé.

Aysha Bibi, que vive em Shamsabad, na província de Punjab, foi acusada de roubo, espancada por policiais e teve um de seus braços quebrados enquanto era “interrogada”.

A acusação contra Aysha era de que ela teria roubado objetos de ouro no valor de 35 mil rúpias (equivalente a pouco mais de R$ 1 mil) da casa de seu patrão no dia 24 de fevereiro, enquanto a família estava em um casamento.

De acordo com informações do Christian Post, Aysha foi chamada no dia 03 de março à casa do patrão, onde ela fazia serviços de limpeza. Achando que seria chamada para mais um dia de trabalho, a cristã foi ao local e terminou por ouvir acusações de roubo.

Detida, os policiais a torturaram para confessar o crime, porém Aysha se defendia das acusações dizendo que o último dia que havia estado na casa do patrão antes de 03 de março tinha sido no dia 20 de fevereiro, quando havia limpado a residência.

Os policiais, contrariados com a ausência de confissão da mulher, foram à casa de sua irmã e pegaram seu filho mais velho, Zubair Rashid Masih, de 20 anos. Na delegacia, os policiais espancaram o rapaz na frente de sua mãe para extrair uma confissão, mas Aysha se manteve firme negando ter cometido o crime.

Aysha com o braço quebrado após espancamento

“Quando eles chegaram, meu filho mais velho foi detido. Eles estavam batendo nele, e ele gritava de dor. Eu pensei que deveria confessar as acusações do roubo para salvar meu filho”, disse Aysha. “No entanto, em um momento, pararam de bater no meu filho e me disseram para sair da prisão e voltar para casa. Mais tarde, eles torturaram meu filho até a morte”, acrescentou.

A Associação Cristã Britânico-paquistanesa revelou que cinco dias depois, o corpo de Masih foi jogado em frente à casa de Aysha: “Eu quero justiça, mas eu sei que o tribunal vai ignorar o nosso caso. O nosso sistema judicial é corrupto, apesar das tentativas de impedi-lo. Nós forçamos a Polícia para apresentar um [inquérito] contra os policiais envolvidos na morte do meu filho. A acusação já foi registrada após um protesto, mas nenhum dos assassinos da Polícia foram presos. A Polícia está se protegendo, colocando o crachá antes de suas funções”, protestou a cristã.

No entanto, Aysha diz que vai se manter firme e não desistirá: “Muitos cristãos, como eu, estão passando pelo mesmo tipo de problema. Muitas mulheres cristãs trabalham como empregadas para sustentar a família. Nossos filhos são obrigados a fazer trabalhos forçados por muçulmanos ingratos. Enfrentamos o mesmo tipo de acusações e maldições diariamente. Cristo é meu Salvador e Ele sofreu a morte por meus pecados. Eu sou convidada a me converter ao Islã todos os dias. Eu perdi meu filho, mas eu não vou desistir do meu Senhor. Em vez disso, vou servi-Lo e um dia eu vou encontrar novamente com meu filho precioso”, finalizou.

http://noticias.gospelmais.com.br/tortura-mata-filho-crista-corpo-frente-casa-75244.html