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Líder político de Hamas incita a más violencia

Khaled Meshaal dice que los palestinos han renunciado a la idea de la paz y deben abrazar la yihad en su lugar.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO MÉXICO – El líder de Hamas, Khaled Meshaal, ha elogiado la reciente ola de ataques palestinos contra israelíes y dijo que puesto que los palestinos han llegado a la conclusión de que el proceso de paz es inútil, el camino de la “Yihad, el sacrificio y la sangre” es el único camino a seguir.

“Los palestinos han llegado a la conclusión de que las negociaciones con los (israelíes) no sirven para nada”, dijo Mashaal durante una visita a la capital malasia de Kuala Lumpur el 10 de diciembre “El llamado proceso de paz es inútil. No hay paz. Sólo el camino de la Yihad, el sacrificio y la sangre (dará frutos)”.

Meshaal, que vive en el exilio en Qatar, estuvo en Malasia la semana pasada a la cabeza de una delegación de altos funcionarios de Hamas para una visita de cuatro días para reunirse con funcionarios del gobierno y políticos.

“Nuestros derechos no se restaurarán a través del Consejo de Seguridad de la ONU, sino por medio del reclutamiento”, dijo en un discurso, según una traducción proporcionada por el grupo de vigilancia del Instituto de Investigación Mediática de Oriente Medio con sede en Washington. “Dos mil ‘misiles’ verbales no se comparan con un solo cohete de hierro. Los niños y jóvenes de Cisjordania han absorbido el mensaje.

“Las armas como fusiles Kalashnikov o misiles no están a mano, pero hay cuchillos y coches con los que actuar sobre los enemigos”, agregó. “Por Dios, después de los cuchillos utilizados por los habitantes de la Ribera Occidental y Jerusalem, alguien puede tener una excusa para abandonar el camino de la yihad? Nadie puede tener una excusa”.

Unos 20 israelíes han muerto en tres meses en ataques terroristas casi todos los días por apuñalamiento, tiros, y embestidas con coche de palestinos centrados en civiles y fuerzas de seguridad. También han muerto más de 100 palestinos, gran parte asaltantes a los que se disparó mientras llevaban a cabo los ataques, algunos de ellos adolescentes. Otros palestinos han muerto en enfrentamientos violentos con las fuerzas de seguridad israelíes.

“Nuestro Señor dice: ‘Allah no impone a nadie un deber, sino en la medida de su capacidad’”, continuó Mashaal. “También dijo: “Prepárense para lo que puedan”

“Por lo tanto, el joven que arriesga su vida y su hermana heroica, con nada más que un cuchillo en la mano, se justifican y Dios los acepta. Esto depende de Alá, pero acepta su Jihad y su martirio.

“Por Dios, que son los más exaltados y las más nobles de las personas”.

Funcionarios israelíes se han quejado en repetidas ocasiones de que la incitación por parte de funcionarios palestinos ha ido alimentando la reciente ola de ataques.

El lunes, el Centro Palestino de Investigación Política publicó los resultados de una reciente encuesta de la opinión pública palestina en Cisjordania y la Franja de Gaza, que encontró que dos tercios de la población apoyan la actual ola de apuñalamientos contra israelíes, y el mismo porcentaje apoya un levantamiento armado más grande.

Hamas, designado como grupo terrorista por Israel y EE.UU., es el gobernante de facto en la Franja de Gaza.

Según la encuesta, el 65% de los palestinos también quiere que renuncie el presidente de la Autoridad Palestina, Mahmoud Abbas, y la encuesta indica que en elecciones presidenciales perdería en favor de los gobernantes islamistas de Gaza de Hamas.

Fuente: The Times of Israel / Stuart Winer

Traduce y edita: Silvia Schnessel para Enlace Judío México

http://www.enlacejudio.com/2015/12/15/lider-politico-de-hamas-incita-a-mas-violencia/

Reproducción autorizada con la mención: © EnlaceJudíoMéxico

http://www.enlacejudio.com/2015/12/15/lider-politico-de-hamas-incita-a-mas-violencia/

Palestinos, e não os israelenses, precisam do evangelho da Paz

  • Os líderes palestinos, incluindo a Autoridade Palestina, têm feito muito para fomentar a violência e pouco fizeram para pará-la. Podem referir-se a paz e coexistência em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra Israel e os judeus.
  • Teria sido mais útil se o presidente Mukherjee tivesse sublinhado o seu evangelho da paz nos territórios palestinos, não em Israel. Desde a sua criação em 1948, Israel acreditou em coexistência pacífica com a Palestina. As ofertas sucessivas de paz de Jerusalém sempre apoiaram esta política.
  • Em contraste, não só a liderança palestina nunca acreditou em co-existência pacífica, mas tem constantemente feito espetáculo de incitamento racista, e muitas vezes usa a violência, para tentar eliminar Israel.

Após uma recepção no palácio presidencial em Israel em meados de outubro, o presidente da Índia, Pranab Mukherjee, disse: “Estamos muito tristes com a recente violência [na região]. A Índia condena todas as formas de terrorismo. Temos sempre defendido uma solução pacífica.. de todas as disputas. ” Mais tarde, o presidente disse ao líder da Oposição em Israel, Isaac Herzog: “A violência não é uma solução para qualquer crise. A violência atinge nada além de mais violência. Nós, na Índia acreditamos em um princípio de viver e deixar viver.” Que grandes novas ideias!

Por que, no entanto, que o Presidente Mukherjee disse isso apenas em Israel? Aparentemente, ele permaneceu completamente em silêncio sobre a questão do terrorismo, quando visitou a Autoridade Palestina (AP) um dia ou dois antes. Em Ramallah, ele só reafirmou a posição da Índia que Nova Délhi continua comprometida com a causa palestina, e apoiou uma solução pacífica para o conflito israelo-palestino.

Teria sido mais útil se o presidente Mukherjee tivesse sublinhado o seu evangelho da paz nos territórios palestinos, não em Israel. Desde a sua criação em 1948, Israel acreditou em coexistência pacífica com a Palestina. As ofertas sucessivas de paz de Jerusalém sempre apoiaram esta política. Durante a visita do presidente Mukherjee a Israel, seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que “Israel quer a paz, eu quero a paz. Estou interessado em iniciar negociações imediatamente, sem pré-condições. Para que isso aconteça, os incidentes terroristas terão que parar e os palestinos terão de reconhecer o Estado de Israel. “

Em contraste, não só tem a liderança palestina nunca acreditado em co-existência pacífica, mas tem constantemente feito o espetáculo de incitamento racista, e muitas vezes a violência, para tentar eliminar Israel. Era, de fato, para conter esta violência que Israel foi forçado a construir uma barreira defensiva, para evitar mais ataques com sucesso.

A liderança palestina, incluindo a Autoridade Palestina, pode se referir a paz e coexistência em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra israelenses e judeus. Os líderes palestinos têm feito muito para fomentar essa violência, mas pouco para pará-la. Eles, ao contrário, dizem coisas que pioram a situação. Em 16 de Setembro, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse: “Cada gota de sangue derramado em Jerusalém é puro, cada shaheed [mártir] irá alcançar o Paraíso, e cada pessoa ferida será recompensado por Deus.”

Em 13 de outubro, durante um discurso transmitido ao vivo pela TV palestina, Abbas acusou Israel de “atacar lugares sagrados”. Ele disse que a “rejeição” da paz por Israel e a contínua construção de assentamentos judeus na Cisjordânia eram culpados pela atual onda de violência. Palestinos “não vão concordar com a continuação da situação em nossas terras …” Al-Aqsa [no Monte do Templo que é sagrado para os judeus também, como a localização dos dois templos judaicos destruídos] é nosso direito como palestinos e como muçulmanos e ninguém mais tem o direito lá. “Os palestinos não iriam concordar com qualquer alteração no status quo em Al-Aqsa no Monte do Templo, mas os israelenses nunca tinham proposto.

Em seu recente discurso perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, de forma fraudulenta Abbas disse:

“Enquanto Israel se recusa a se comprometer com os acordos (Acordos de Oslo -1993), assinado com a gente, que nos tornam uma autoridade sem poderes reais, e desde que Israel se recusa a cessar atividades de assentamento e  liberar o quarto grupo de prisioneiros palestinos em conformidade com os nossos acordos, eles não deixam outra opção senão a insistir que não continuarão a ser os únicos comprometidos com a implementação destes acordos, enquanto Israel violá-los continuamente. ” Durante o mesmo discurso, Abbas acusou Israel de exacerbar as tensões sobre o Monte do Templo, citando “incursões de grupos israelenses extremistas na mesquita de Al-Aqsa.”

A liderança palestina pode referir-se à paz e à co-existência, em algumas ocasiões diplomáticas, mas eles pregam e praticam o ódio contínuo e a violência contra os israelitas e os judeus.

Os palestinos equivocados, inspirados pelo ISIS e armados com facas e bombas incendiárias, estão seguindo eles. Eles estão em uma matança.

Em 15 de outubro, de 2015, manifestantes palestinos na cidade de Nablus atearam fogo – de novo – em um local sagrado, a Tumba de José. O túmulo é considerado por judeus por abrigar os restos mortais de José, o filho do patriarca bíblico Jacó. Este túmulo também tinha sido previamente incendiado e saqueado em 2000. À medida que o conflito na região passa de mal a pior, a organização terrorista Hamas está declarando ainda um outro “dia de fúria” contra Israel.

De acordo com um relatório recente, a nova onda de ataques terroristas palestinos em todo Israel, especialmente em Jerusalém, também tem sido o trabalho do Hamas e do Movimento Islâmico em Israel. O Hamas está alimentando a violência na Cisjordânia, enquanto tenta manter uma tampa sobre a violência em Gaza.

O relatório cita a agência de segurança interna de Israel, o Shin Bet, como dizendo que o chefe da Autoridade Palestina, Abbas, não está incentivando ativamente o terrorismo. Ele  “mesmo instrui suas forças de segurança para impedir ataques terroristas, tanto quanto possível.” No entanto, os membros do partido Fatah liderado pelo Abbas – incluindo os chamados moderados – têm vindo a apoiar ativamente os terroristas. Altos funcionários da AP e da OLP “são parte da campanha de incitação”, de acordo com o Shin Bet. O próprio partido Fatah, de Abbas glorifica a violência e elogia aqueles que praticam violência contra os israelenses. O Fatah também distribuiu folhetos que honram os terroristas que incluem fotos de Abbas, assim como o falecido líder palestino Yasser Arafat.

É a Palestina, não Israel, que precisa do evangelho da paz, Sr. Presidente.

por Jagdish N. Singh

Tradução: Andréa Fernandes

Jagdish N. Singh é um jornalista indiano sênior com sede em Nova Delhi, na Índia.

http://www.gatestoneinstitute.org/6796/palestinians-israelis-peace

Abbas premia com a “Ordem do Mérito Palestino” o cartunista que promove o ódio e a violência

Isto é perfeitamente cabível, nos centros de cultura “palestinos” sobre a violência e o ódio aos israelenses. Quem melhor para receber a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes, do que Baha Al-Bukhari, exceto aqueles que realmente jogam as pedras e assassinam civis israelenses? No próximo ano, Abbas deve dar o prêmio para os “palestinos” que oferecem doces quando jihadistas assassinam civis israelenses.

Abbas não é culpado de incitação aqui. Lembre-se: a incitação é somente quando Netanyahu salienta o papel do Mufti no Holocausto.

“Abbas homenageia cartunista que promove o ódio e a violência”, por Itamar Marcus e Nan Jacques Zilberdik, Palestinian Media Watch, 25 de outubro, 2015:

[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]

Como os ataques terroristas palestinos e apedrejamentos continuam sem esmorecer, o presidente da Autoridade Palestina, Abbas, escolheu para homenagear um cartunista do diário palestino Al-Ayyam cujas últimas caricaturas incentivam a violência palestina e apedrejamentos de israelenses, como mostrado pela Palestinian Media Watch.
Abbas concedeu a Baha Al-Bukhari a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes. Ele explicou sua escolha, afirmando que Al-Bukhari recebeu o prêmio devido ao fato de que o seu trabalho “se encaixa em cheio na Palestina e sua resoluta cultura.”
“O presidente [Abbas] condecorou com a Ordem do Mérito da Cultura, Ciências e Artes o criador e artista Al-Bukhari em reconhecimento do seu caminho criativo nas artes plásticas e desenhos animados, e fora do reconhecimento de sua vida cheia de doação, ações, luta, e beleza, de uma forma que se encaixa em cheio na Palestina e sua cultura resoluta. “
[Al-Hayat Al-Jadida, 22 de outubro de 2015]
Uns desenhos animados recentes (acima) mostra uma família palestina inteira preparada com pedras nas mãos e pronta para atacar.
Texto acima do desenho animado: “As pedras de 2015 !!”
texto no braço do homem:
“. Deus está com você, Abu Al-Abed” (nome do personagem do desenho animado)
Um mapa da “Palestina” ao lado do texto no braço inclui as áreas da AP, bem como todAs As de Israel.
[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]
Outros desenhos animados de Al-Bukhari incentivam mais apedrejamentos, chamando os palestinos. O desenho mostra um palestino jogando uma pedra, com uma bandeira palestina em segundo plano “Avance, antecipadamente.”:
[Al-Ayyam, 09 de outubro de 2015]
Al-Bukhari também acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de promovr banho de sangue. O cartoon refere-se à morte de 3 palestinos, incluindo um terrorista do Hamas pelo exército israelense. As forças israelenses vieram prender um terrorista do Hamas, mas ele e outros começaram a atirar e, posteriormente, o terrorista que eles estavam procurando, e dois outros, foram mortos.
Texto: “Um banho em Jenin!”
 [Al-Ayyam, 23 de março, de 2014]

O cartunista apresentou o presidente israelense Reuven Rivlin como carregando o que parece ser baldes de sangue. Os mesmos desenhos animados adotam reivindicação caluniosa da AP de que as duas listras na bandeira israelense representam os rios Nilo e o Eufrates ou o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, representando um suposto plano judeu para estabelecer o “Grande Israel” governando sobre todos da ” Palestina “.

O texto no canto: “[O presidente israelense Reuven] Rivlin e seu slogan! O novo presidente de Israel “
Texto no balde direito: “A partir do rio” texto no balde esquerdo: “Para o mar”
[Al-Ayyam, 12 de junho, de 2014]
Al-Bukhari apresentou Israel como um polvo envolvendo seus braços ao redor de Al-Aqsa, criticando as nações árabes por “dormir!”
 [Al-Ayyam, 13 de outubro de 2013] …

Abbas Clama por Assassinatos, Palestinos Atacam

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes, incluindo o Presidente Mahmoud Abbas, não podem se esquivar da responsabilidade da última onda de ataques terroristas contra israelenses em Jerusalém e na Cisjordânia.

Verdade seja dita, mais tarde se constatou que o Hamas estava por trás do assassinato de Eitam e Naama Henkin na frente de seus quatro filhos, mas não há como ignorar o fato de que o incitamento anti-Israel de Abbas e de outros líderes palestinos em Ramala abriu o caminho para os terroristas desfecharem este e outros ataques.

O incitamento, que está presente há muitos anos, se intensificou depois que um incêndio criminoso matou três membros da família Dawabsha em julho, na aldeia de Duma na Cisjordânia.

Desde então, Abbas e autoridades do alto escalão vêm promovendo uma campanha sem precedentes de incitamento contra Israel em geral e contra os colonos judeus em especial, muito embora os criminosos do ataque da Duma ainda não tenham sido identificados nem capturados. Desde então os líderes da Autoridade Palestina vêm acusando o governo israelense de cometer “crimes de guerra”, dizendo ao seu povo que o incêndio criminoso faz parte, na realidade, de uma conspiração israelense contra todos os palestinos.

Abbas chegou ao extremo de acusar Israel de promover uma “cultura de terror e apartheid”. A alegação veio a se somar às ameaças de altos funcionários palestinos de lançar “operações retaliativas” contra Israel em resposta ao incêndio criminoso.

A mídia palestina na Cisjordânia, que é controlada pela AP, também desempenhou seu papel na enorme campanha de incitamento tanto contra Israel quanto contra os colonos. Os colonos judeus são retratados nos veículos da mídia palestina como “gângsteres” e “terroristas” e o governo israelense é tachado de “Governo de Ocupação”.


Veículos da Mídia Oficial da Autoridade Palestina incitam os palestinos desde a mais tenra idade a matarem judeus. (imagem:Palestinian Media Watch)

As recentes tensões no complexo da Mesquita de Aqsa no Templo do Monte em Jerusalém também foram exploradas por Abbas e pela liderança da Autoridade Palestina para deslegitimar e demonizar os “extremistas e colonos judeus”. Já faz alguns meses que Abbas, autoridades do alto escalão e veículos de mídia acusam ininterruptamente os judeus que visitam o lugar sagrado de “contaminarem” e “profanarem” um dos santuários mais sagrados do Islã. Jornalistas e autoridades palestinas repetem incessantemente para o seu povo que os judeus estão tramando demolir a Mesquita de Aqsa. Além disso, eles insistem e incentivam os palestinos a convergirem para o complexo da Mesquita de Aqsa para “defendê-la” da suposta trama dos judeus.

A campanha de incitamento atingiu o auge recentemente quando Abbas, segundo consta, acusou os judeus de “profanarem a Mesquita de Aqsa com seus pés imundos”. Abbas também anunciou que “cada gota de sangue derramada em Jerusalém é sangue puro”.

Os terroristas do Hamas que assassinaram o casal Henkins moram na Cisjordânia e, sem dúvida alguma, ficaram expostos ao incitamento de Abbas e da AP. Os terroristas não necessitavam de nenhuma permissão da liderança do Hamas da Faixa de Gaza ou da Turquia para saírem matando os primeiros judeus que avistassem. A retórica infamada de Abbas e dos dirigentes da Autoridade Palestina e dos veículos de mídia foi o suficiente para empurrar qualquer palestino a assassinar judeus.

Os dois palestinos criminosos que perpetraram os ataques a facadas da semana passada em Jerusalém, queriam matar judeus porque eles foram levados a acreditar que essa era a única forma de impedi-los de “contaminarem” a Mesquita de Aqsa. Afinal de contas, é exatamente isso que Abbas e as autoridades da AP dizem incessantemente a eles nos últimos meses. Repetindo, ao passo que os dois esfaqueadores não eram pessoas leais a Abbas (uma delas, Muhannad Halabi, era filiado a Jihad Islâmica Palestina), não há dúvida que o incitamento da Autoridade Palestina desempenhou um papel decisivo no crescimento da motivação deles para assassinarem judeus.

Halabi, que esfaqueou e baleou quatro israelenses na Cidade Velha de Jerusalém, matando o Rabino Nehemia Lavi e Aharon Banita, ferindo Adele Banita e seu bebê, postou horas antes do ataque em sua página no Facebook o seguinte: “o que está acontecendo na Mesquita de al-Aqsa é o que está acontecendo nos nossos lugares sagrados e, o que está acontecendo com as mulheres de al-Aqsa é o que está acontecendo com as nossas mães e nossas mulheres. Eu não acredito que nosso povo irá se sujeitar à humilhação. O povo irá, na verdade, se levantar”. As declarações de Halabi não são muito diferentes daquelas feitas por diversas autoridades da AP nas últimas semanas e meses.

A Autoridade Palestina também é responsável pela onda de ataques terroristas: seus líderes nunca condenaram o assassinato de quatro judeus perto de Nablus e na Cidade Velha de Jerusalém. Ao se recusarem a condenar os ataques, Abbas e a liderança da AP estão mandando uma mensagem aos palestinos de que está certo assassinar pais judeus na frente de seus filhos ou judeus a caminho das rezas no Muro das Lamentações. Em vez de condenar o assassinato de judeus, a Autoridade Palestina preferiu condenar Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém. Com isso, a AP está, na realidade, incitando os palestinos a procurarem se vingar da “execução a sangue-frio” dos dois criminosos.

Em vez de condenar o assassinato de judeus, a AP condenou Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém.

A Autoridade Palestina e seus líderes não têm condições hoje de condenar o assassinato de judeus, simplesmente porque é a própria AP que está incentivando esses atos terroristas através de campanhas incessantes de incitamento contra Israel.

Em relação a isso a AP está fazendo jogo duplo: de um lado ela afirma aos quatro ventos que quer paz e coexistência com Israel, do outro lado ela continua incitando os palestinos contra Israel, fazendo com que alguns peguem em armas de fogo e facas com o objetivo de assassinar judeus.

A ardente retórica anti-Israel da Autoridade Palestina teve como consequência uma onda de ataques terroristas que poderia facilmente deteriorar na terceira intifada. Muito embora Abbas tenha declarado repetidas vezes nos últimos anos que não quer outra intifada contra Israel, tanto suas declarações quanto suas ações mostram que ele está fazendo o máximo para desencadear uma nova onda de violência com o intuito de atrair a atenção mundial para o conflito israelense-palestino e forçar que seja feita pressão internacional sobre Israel. (Khaled Abu Toameh — Tradução: Jacobus E. Lato — Extraído de Gatestone Institute — Beth-Shalom.com.br)

Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas.

Ele estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém.

Os artigos de Abu Toameh têm aparecido em inúmeros jornais em todo o mundo, inclusive no Wall Street Journal, no US News & World Report, no Jerusalem Post e no Sunday Times de Londres. — Abu Toameh é colaborador-sênior do Gatestone Institute.

http://www.beth-shalom.com.br/artigos/palestinos_atacam.html

Por que o mundo está ignorando a onda de terror em Israel?

De Arsen Ostrovsky para o The Telegraph:

Na última semana, meu país, Israel, inclusive sua capital, a Sagrada Cidade de Jerusalém, esteve sob uma onda sem precedentes de terror palestino. Uma semana atrás, Eitam e Na’ama Henking foram brutalmente executados à queima-roupa por terroristas palestinos dentro do carro em que estavam. Seus filhos, Matan, 9 anos, Nitzan, 7, Neta, 4, e Itamar de 9 meses, agora órfãos, estavam sentados no banco de trás e milagrosamente saíram sem nenhum ferimento.

Dias depois, mais dois israelenses foram esfaqueados até a morte em Jerusalém. Uma das vítimas segurava o filho de dois anos no colo na hora do crime. Mais vidas e famílias foram destruídas.

Duas semanas atrás, Alexander Levlovitz estava a caminho de casa depois do jantar de Rosh Hashanah (Ano Novo Judeu) e foi assassinado por jovens palestinos que arremessaram pedras em direção ao seu carro, fazendo-o perder o controle.

Nas últimas 48 horas, Jerusalém, Tel Aviv e praticamente todas as partes de Israel, sofreram mais de 150 ataques terroristas incluindo esfaqueamentos, tiros, apedrejamentos e ataques com carros. E mesmo assim, por alguma razão, a comunidade internacional permanece em silêncio face à este terror contra meu povo.

Nosso sangue é mais barato? As vidas dos judeus não importam?

Não se deixe enganar. Estamos sendo atacados por uma razão e uma razão apenas: somos judeus.

Entendo que a Europa tem um número enorme de assuntos urgentes, incluindo o Estado Islâmico e a onda de refugiados Sírios. Mas e quanto a nós? Não contamos?

Muitos líderes, especialmente na Europa, são rápidos em condenar os nossos assentamentos, mas são lentos para condenar — ainda que de forma turva e equívoca — estes atentados terroristas. Igualmente agem os grupos de direitos humanos como o Rights Watch e Amnesty.

Então, quando vejo algumas das reportagens sobre estes ataques, como as da BBC, pergunto-me como é possível que distorçam totalmente os fatos e a lógica no intuito de culpar Israel pelo que está acontecendo.

Mais absurdo ainda é quando certos líderes internacionais — que só noticiam a situação quando Israel decide se defender — nos advertem, de maneira previsível, a exercitar “moderação”. Com é que é? Moderação?

Imagine por um momento se pessoas fossem atacadas com carros, armas de fogo ou facas por terroristas islâmicos nas principais ruas de Londres, Paris, Washington ou Moscou. De que maneira reagiriam os líderes destes países? Onde estão os chamados  liberais iluminados que constantemente demandam o Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) para o Estado de Israel, mas estão em silêncio face ao terror palestino contra os judeus?

Israelenses, assim como todos os demais, têm o direito de viver em paz a e segurança, livres do terror. E nosso governo e as forças de segurança têm a obrigação de tomar quaisquer medidas necessárias para garantir isto.

A tensão em Israel, especialmente em Jerusalém, está crescendo visivelmente. De alguma forma esta onda de terror parece diferente da bateria de mísseis do Hamas, no verão passado. Naquela ocasião, ao menos tínhamos o Iron Dome (Sistema de Defesa Aéreo) e tempo (pelo menos 15 segundos) para encontrar abrigo. Mas torna-se muito mais íntimo e pessoal quando um terrorista escolhe matá-lo à sangue frio.

Muito comentaristas e especialistas têm classificado estas ações como “ataques de lobos solitários”. Mas quantos ataques de lobos solitários são necessários para constituir uma onda coordenada de terror?

A verdade é que ataques como estes não surgem do nada. Assassinatos crueis como estes são o resultado direto da estrutura de infiltração palestina liderada pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, que doutrina o ódio, incita violência e propaga uma visão mundial que justifique estes atos de terror.

Menos de uma semana atrás, Abbas deu um discurso incendiário antes do plenário da Assembleia Geral das Nações Unidas, dando luz verde a esta onda de terror. Em discurso na rede de televisão palestina no dia 16 de setembro, Abbas disse orgulhosamente: “Abençoamos toda gota de sangue derramada em Jerusalém. Com a ajuda de Alá, todo shaheed (mártir) estará no céu.” Ele ainda disse, “Al-Aksa é nossa e também é a Igreja da Santa Sepultura. Eles (os judeus) não têm o direito de profaná-la com seus pés imundos.”

E as pessoas ainda se perguntam de onde estes terroristas obtém motivação.

A Autoridade Palestina não falhou somente em condenar esses ataques bárbaros de terror; eles agora, inacreditavelmente, buscam condenar Israel por defender seus cidadãos. Abbas sem dúvidas está dando significado ao termo “chutzpah” [1]. Seria esta a marca de um líder que clama pela paz?

Apenas quando a liderança palestina renunciar definitivamente ao terrorismo —  condenando e punindo todos os que pregam violência contra Israel e ódio ao povo judeu — poderá haver esperança de paz.

Enquanto a Autoridade Palestina insiste que o mundo reconheça um Estado Palestino, é preciso perguntar exatamente qual tipo de Estado ele deseja: um que ensine as virtudes da paz, ou incite a violência e glorifique o terror?

Em julho, num discurso cheio de novas ideias sobre o extremismo islâmico, o Primeiro Ministro britânico, David Cameron, deixou claro, se você disser que “violência em Londres não é justificável, mas bombas suicidas em Israel são um problema diferente”, então você também faz parte do problema.

Para todos aqueles que falham ao condenar este terror palestino, ou encontram maneiras de justificá-lo, distorcê-lo ou minimizá-lo, digo o mesmo : “Então você também fazem parte do problema.”

Arsen Ostrovsky, é advogado internacional do direitos humanos morando em Israel.

Tradução: Hélio Costa Jr.
Revisão: Hugo Silver

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/israel/11921994/Why-is-the-world-ignoring-a-wave-of-terror-in-Israel.html

Nota do Revisor:

[1] chutzpah: expressão de origem aramaica que significa “pessoa insolente”.

http://tradutoresdedireita.org/por-que-o-mundo-esta-ignorando-a-onda-de-terror-em-israel/

Hoenlein: Washington must demand curb to violence; ADL says PA leader’s UN speech was incitement.

Several large and influential Jewish organizations have blamed Palestinian President Mahmoud Abbas for inciting the terrorist attacks currently plaguing Israel, linking the violence to Palestinian Authority incitement and calling on the world to pressure Ramallah into calming things down.

On Wednesday evening, World Jewish Congress President Ronald Lauder urged the PA to condemn the attacks, saying Palestinian leaders must “do everything in their power to rein in these extremists who are bent on wreaking havoc on the peace process.

“Each and every one of us has a responsibility to stop the vicious cycle which has brought so much pain and suffering to the people of the region over the last decades,” Lauder added, calling on the international community to intercede with Ramallah to ensure the cessation of violence.

Stephen Greenberg, chairman, and Malcolm Hoenlein, executive vice chairman/CEO of the Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations, said, “The leadership of the Palestinian Authority, and in particular, President Abbas, must be held to account for their direct and indirect roles in inciting the populace, especially the frequent references to al-Aksa being ‘under siege’ when they know that not to be the case.

“Urging Palestinians to rise up to protect the Aksa Mosque leads to the inevitable consequence of confrontation and violence,” they said.

Speaking on PA television last month, Abbas said that “we bless every drop of blood that has been spilled for Jerusalem, which is clean and pure blood, blood spilled for Allah, Allah willing.

“The al-Aksa [Mosque] is ours, the Church of the Holy Sepulchre is ours, and they have no right to defile them with their filthy feet. We will not allow them to, and we will do everything in our power to protect Jerusalem.”

Greenberg and Hoenlein called upon Washington, “which provides hundreds of millions of dollars of funding each year to the Palestinian Authority, to demand that Palestinian officials act decisively to curb the violence.

“We know that President Abbas can impact the ‘Palestinian street’ when he wants to. His failure to do so should bring a cut in funding and the isolation of Abbas until he takes concrete steps,” they said.

The leadership of the Los Angeles-based Simon Wiesenthal Center asked, “When will the international community begin to hold Mr. Abbas accountable for his racist incitement which sanctions murderous attacks taken in the name of the Palestinian cause.

“The Palestinians have used a phony crisis of their own making surrounding al-Aksa to turn the House of Israel into a house of mourning as they incited a murderous terror spree that has seen a nine-year-old boy bury his parents and a new wave of Jewish orphans. And we are once again witness to the despicable spectacles of jubilant celebrations among the Palestinians,” they said.

The Anti-Defamation League expressed similar sentiments, with its national director saying Abbas’s September 30 speech before the United Nations General Assembly “seems to have implicitly given the green light to renewed violence with a wink and a nod.

“The attacks by Palestinian terrorist groups in the West Bank and Jerusalem come just days after Palestinian President Mahmoud Abbas’s highly inflammatory speech at the United Nations, where he called the Oslo Accords defunct and denied the Jewish connection to Jerusalem, among other spurious claims,” the ADL’s Jonathan Greenblatt said.

“Such rhetoric, combined with the broader Palestinian media and political culture of incitement and slandering of Israel and Jews, promotes and advances a culture of violence.

This needs to stop if Palestinians and Israelis ever have a hope for a real shot at peace. In the wake of these attacks Palestinian leaders should send a strong and clear message that violence and terrorism are morally unconscionable and completely unacceptable… Leaders in the international community have a moral responsibility to call out President Abbas’s dangerous incitement.”

Both the Wiesenthal Center and the ADL criticized reporting on the Palestinian attacks, with Greenblatt saying he was “especially troubled by the international media’s dehumanizing and irresponsible coverage of the violence.”

The National Council of Young Israel also endorsed American pressure on the Palestinians, saying that Washington should “institute severe consequences for the ongoing provocation and encouragement of deadly terrorist attacks” by the PA.

“We urge the United States to immediately downgrade the Palestinian Authority’s diplomatic offices in Washington, DC, and to cut the level of foreign aid that it provides to the Palestinian Authority. The prior absence of any substantive penalties in the wake of deadly terrorist attacks in the past has encouraged more terrorism and enabled Chairman Abbas and the Palestinian Authority to openly and unabashedly lionize terrorists and provide them with safe havens. The previous US diplomatic policies toward President Abbas and the Palestinian Authority have been a failure and need to be changed now,” the Orthodox group asserted.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/US-Jewish-groups-blame-Abbas-for-wave-of-terror-421408