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Paulo Coelho, o “mago sectarista”

Por Andréa Fernandes

O autointitulado mago Paulo Coelho deu a sua contribuição multiculturalista para “salvar o Brasil”. Num arroubo de “sinceridade humanista”, twitou: “Boicote exportações brasileiras ou o Taleban cristão controlará o país”.

Na verdade, a expressão “Talibã cristão” foi utilizada inicialmente pelo escritor em agosto, quando se referiu aos conservadores que são contrários ao assassinato de bebês no ventre materno, no episódio em que uma criança de dez anos sofreu aborto. Tentar salvar a vida de um bebê  é considerado  “intolerância religiosa” comparável ao grupo muçulmano que ordena o apedrejamento de adúlteras.

Considerando o pedido de “boicote às exportações brasileiras” em momento de recessão global ocasionada pela COVID-19 – oriunda da China – que deixou milhões de desempregados mundo afora,  não posso deixar de expor minha opinião sobre a “sugestão” do escritor para o Brasil combalido pela estrutura de poder corrupto que sempre apoiou o “Coelho Falastrão” em sua saga de festim literário de quinta categoria.

É lógico que eu não precisaria afirmar que o escritor é um insólito “coelhinho do PT”, ressentido por não ver o seu “bandido de estimação” dando continuidade ao arruinante projeto de poder que levou o país à bancarrota. Há quase um ano, o militante birrento tentou convencer o ex-presidiário Lula a não aceitar o regime semiaberto, twitando[1]: “não aceite participar da farsa sinistra dos procuradores da Lava-Jato. Aguenta mais um pouco e saia como inocente”.

Com um histórico  de apoio a um corrupto preso por violar a lei, o “Coelho do PT” , se juntou à turma do “quanto pior, melhor”, a militância totalitária de extrema-esquerda que não se conforma com o resultado das urnas e vive atacando conservadores e promovendo discursos de “sabotagem” visando a destruição completa do país. Aliás, o “Coelho covarde” já se entocou na Suíça para garantir afastamento do caos que tenta ocasionar em nossa pátria. Se o Brasil quebrasse com os “conselhos de um bruxo”, a ruína seria celebrada com champagne, comemoração idolatrada pela “esquerda caviar”.

Demonstrada a “fórmula mágica” da estupidez ideológica para enganar os leigos que leem as asneiras em forma de livros do “Coelho da cartola petista”, esqueceu o farsante que de nada adiantaria tentar excluir sua manifestação sectária. Não tem “alquimia” que vença o “santo print nosso de cada dia”!

Como todo segregacionista, o bruxo ataca um grupo culpando-o pelas mazelas do país. Na visão torpe do extremista, os cristãos são os culpados pelo infortúnio econômico herdado pelo esquema de corrupção desenvolvido por “nobres nomes” do “partido vermelho”.

As críticas contrárias à intolerância, que o jornal O Globo chama de “ataques” não geraram arrependimento por tamanha intolerância religiosa. O sectarista compartilhou a manifestação de um seguidor no Twitter que jocosamente agradeceu os conservadores a repercussão das palavras de ódio contra cristãos.

O escritor, que simpatizava com o “controle do país nas mãos de Lula corrupto”, teme o suposto controle que promova o ideário cristão, o que seria um verdadeiro “crime” num Estado que a maioria esmagadora é cristã, mas respeita os direitos das minorias através das instituições e leis vigentes. A desonestidade do bruxo é tão banal, que compara o Cristianismo ao Talibã, grupo islâmico sunita sediado no Afeganistão que cumpre os ensinamentos do profeta Maomé in natura, ensinamentos estes que o “Coelho medroso” não critica!

Em 2017, o escritor reagiu ao conhecimento dos seus livros queimados por muçulmanos na Líbia, afirmando o seguinte: “Islã é uma religião que merece respeito, e o fato de fanáticos na Líbia terem hoje queimado meus livros não justifica islamofobia.”

O falastrão não salientou que, nesse caso, os fanáticos eram AUTORIDADES do governo líbio, que censuraram seus livros ignóbeis e de outros autores por supostamente conterem erotismo e mensagens contrárias a religião da paz.

Para o bruxo, a religião que fundamenta o sistema de governo de todos os países muçulmanos que violam o direito à liberdade de expressão, “merece respeito”, mas o Cristianismo, que trouxe as bases para os direitos humanos desrespeitados em países muçulmanos, deve ser desrespeitado com seus seguidores sendo chamados de “Talibãs” só porque não têm apreço a um criminoso que acaba de ser denunciado novamente pelo MPF por lavagem de dinheiro.

Por sinal, ao que parece, o “Coelho sectarista” não anda bem informado sobre as ações dos “Talibãs” na Eurábia, especialmente, na Suíça, onde vive… Então, vou trazer somente dois exemplos do “controle religioso” que não “tira o Coelho da toca” para criticar: dois meses após o bruxo defender a soltura de um preso condenado pelo Judiciário, o sultão Erdogan ordenou aos muçulmanos turcos que NÃO se INTEGRASSEM à sociedade suíça, pois o Islã – sem mágica progressista – ensina a não-assimilação nas terras dos infiéis que devem ser submetidas à vontade de Allah através da sharia (lei islâmica). O abuso culminou no gesto com a mãos da “saudação rabia”, símbolo da Irmandade Muçulmana, grupo terrorista islâmico temido por alguns países muçulmanos.

Pois é… o bruxo mete o bedelho em assuntos do país que abandonou, mas fica caladinho quando um sultão carniceiro mostra as “garras do controle islâmico” sobre um país supostamente laico!

Outro exemplo interessante: na Suíça, o casamento infantil forçado não é considerado ilegal, desde que, proveniente de minoria cuja “cultura” aprove tal prática. A instituição federal “Center For Forced Marriage” relatou em 2019, o aumento do número de casamentos forçados com crianças de minorias provenientes, principalmente do Iraque, Síria, Turquia, Somália e – ora, vejam! – Afeganistão”, onde a ação é promovida não apenas pelo grupo islâmico Talibã, que causa assombro ao “Coelhinho da paz”.

Diz a presidente da instituição:

“Na Suíça, as famílias veem o perigo de que sua filha faça sexo antes do casamento. Porque aqui você não mora separado de acordo com o sexo. Para honrar a honra da família, a filha é então casada ou noiva no exterior como menor de idade”, disse o presidente”.

Para burlar a tradição suíça amparada por lei, as famílias muçulmanas enviam suas crianças e adolescentes para noivar ou casar no exterior, pois o Conservadorismo que o bruxo amigo de Lula abomina vê como violação de direitos humanos forçar uma criança a contrair casamento.

Para o leitor ter vaga ideia do medievalismo suíço, vale citar o caso enfatizado pela presidente do Center For Forced Marriage acerca de uma jovem suíça –  filha de pais muçulmanos sírios – “vítima do multiculturalismo perverso” idolatrado pelo bruxo e o progressismo global:

Samira é suíça e nasceu aqui, seus pais são da Síria. Ela tinha 15 anos quando se casou por telefone com o marido na Síria. Um ano depois, devido à pressão da família, o casamento ritual no exterior aconteceu.

No ano passado, Samira completou 18 anos. Ao atingir a maioridade, o casamento infantil na Suíça tornou-se legalmente obrigatório. Quando a jovem percebeu isso, tentou suicídio: “Engoli os comprimidos do meu pai. Mas eu sobrevivi. “Com o casamento reconhecido, seu marido, que ainda mora na Síria, tem direito ao reagrupamento familiar. Ele também quer usar isso: entrará na Suíça nos próximos dias. Um desastre para Samira: “Por que a Suíça reconhece meu casamento infantil? Eu não quero me casar! “A jovem de 19 anos agora está tentando desesperadamente com a ajuda do casamento forçado do escritório de impedir a entrada de seu marido …

Logo, o verdadeiro “Talibã institucionalizado” no país onde vive o “Coelho hipócrita”, que obriga crianças suíças a cumprirem a perversa  sharia (lei islâmica) pertinente ao casamento forçado, ao que parece, não incomoda nadinha o bruxo defensor do ex-presidiário!

Termino meu artigo em forma de repúdio ao bruxo sectarista que ataca cristãos no Brasil por puro revanchismo lembrando ao escritor o seguinte: tome cuidado com o avanço da sharia na Suíça. Se os seguidores da “religião da paz” pensarem que realmente pratica a bruxaria, ele corre o sério risco de experimentar a “pena” imposta pelo Islã. O “Talibã original” não perdoa nem mesmo os escritores medíocres.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires (EVM).

Foto: Stuckert/Reprodução

[1] https://www.brasil247.com/cultura/paulo-coelho-a-lula-aguenta-mais-um-pouco-e-saia-como-inocente

Serei racista por criticar o Islã?

Por Félix Soibelman

A definição de racismo de Wiezel é a mesma que serviu para condenar Siegfried Erwangler, no STF, por racismo/antissemitismo, ou seja, independentemente da biologia, haveria racismo sempre que se atribui uma característica negativa a alguém tão somente por nascer numa etnia ou comunidade.

Não obstante, estudar as características que fazem uma sociedade ser como é, como são as sociedades islâmicas, não é o mesmo que atribuir a cada indivíduo isoladamente x ou y característica. Estudá-las é simplesmente olhar seus valores e crenças tendo em conta como eles se refletiram no passado e SE CONTINUAM ATUAIS REFLETINDO-SE NO SEU COMPORTAMENTO PRESENTE.

Apenas para se ter uma ideia de que esta idiossincrasia não está tão longe do homem comum islâmico, basta a famosa pesquisa divulgada por Bem Shapiro, realizada pelo Instituto Pew (https://youtu.be/LCMYkcZS1Ns), na qual constatou-se que em diversos países islâmicos uma expressiva parte e muitas vezes a grande maioria apoia o ataque ao WTC, matar mulheres, matar civis com bombas em ataques suicidas, a Al-Qaeda, ou a implantação da sharia no país, o que, segundo informa Shapiro, alcançaria 680 milhões de pessoas, podendo-se supor o mesmo nos países muçulmanos onde não houve entrevistas, de modo que este número poderia chegar a mais de 800 milhões de pessoas. Proporções igualmente alarmantes aparecem na mesma pesquisa realizada com muçulmanos residentes em países ocidentais.

Neste contexto, mulheres oprimidas, gays enforcados, extirpação do clitóris, Boko Haram escravizando, Estado Islâmico cometendo decapitação de prisioneiros, radicais promovendo atentados no Paquistão e no Iraque, são elementos que se somam ao terrorismo em solo ocidental querendo reprimir por dentro as sociedades liberais.

Logo, a abordagem do passado para constatar como os antecedentes axiológicos se plasmam no presente não é o mesmo que consagrar uma culpa coletiva pelos atos do passado, mas sim um estudo imprescindível para compreender e o que é e onde pode chegar uma cultura.

Uma boa comparação para entender isto seria aquela entre os islâmicos e os judeus atuais. Se cerca de 3000 anos atrás, quando se estima que houve o Êxodo, nós, judeus, tivemos um comportamento belicista, isto nunca mais se repetiu e o estudo da Torah e da Mischná tornou-se cada vez mais metafísico, interiorizado, simbólico, sem reflexos como atitude hostil ou fideisticamente desajustada às sociedades ocidentais nas quais fomos inseridos pela diáspora.
Não nos vêem, como judeus, apregoando discriminação racial, aprisionamento de vencidos e o direito de usar suas mulheres como escravas, como estava na Torah, etc. Ao contrário, a ética mosaica dos mandamentos e o amor ao próximo transbordou do judaísmo ao mundo inteiro pelo cristianismo, e os judeus, tão logo lhes foi permitido o acesso às universidades encerrando-se o ciclo dos guetos, brindaram à humanidade alguns dos maiores gênios que o Ocidente produziu. Nossos filhos não viram terroristas nem se explodem nas ruas ou em aviões e nunca fizemos isto mesmo com 2000 anos de perseguição, sempre baixando a cabeça, suportando o golpe e só agora temos uma atitude diferente.

Enquanto nós, judeus, nunca reivindicamos alteração dos estatutos republicanos para que se adaptassem as sociedades ocidentais à nossa métrica, facilmente, agora, por temor a que existam atos radicais e represálias na forma de atentados por parte de islâmicos, passamos a não exercer o espírito crítico com a liberdade que o ocidente conquistou.

O mais impressionante de tudo é ver como o despreparo das pessoas as leva a condescender com o retrocesso nas liberdades críticas, achando correto que não se deva zombar de crenças ou religiões, tal como se estivéssemos ainda nos tempos do processo de Jean Calas em que o fanatismo religioso atingia elevada temperatura, pelo que num dos muros de Paris viu-se, com toda razão, há pouco tempo, o escrito “clamemos a Voltaire”, que no calor do citado caso escreveu seu “tratado da tolerância”.

Não foram poucas as pessoas, inclusive no Brasil, que ficaram a repetir que o grupo humorístico “Porta dos Fundos” faz um especial caçoando de Jesus mas não tem coragem de fazer a mesma coisa com Maomé pelo temor a que alguns islâmicos realizem uma retaliação terrorista como se fosse certo e honorável que tais islâmicos, reajam assim, recepcionando um retrocesso fanático de 300 anos que a civilização deles traz à liberdade crítica.

A constatação que fazemos aqui sobre as sociedades islâmicas leva-nos, com pontaria certeira, a mirar o seu passado de matanças, conquistas e genocídios e vê-lo como persistente no presente (basta lembrar dos 300.000 mortos em Dafur ou do uso de armas químicas contra curdos) , de forma que o conhecimento desse passado e a flagrância dele na atualidade por intermédio das atitudes idiossincrático-religiosas que transluzem na pesquisa servem-nos como um alerta que nos deve municiar na desconstrução da identidade vitimista que pela mão da esquerda eles foram perfilados. Foi o modo moralmente venal da esquerda de negligenciar o choque civilizacional previsto por diversos historiadores e que tem se concretizado pouco a pouco.

Esta prevenção não é nem nunca será racismo. É uma estupidez cegar-se ao discernimento balizado pelo inventário do passado islâmico e sua cimentação no presente, para que conscientes disto, possamos deter o uso das democracias como cavalo de Tróia pelas suas hostes fideístas, estranhas à preponderância da razão. Capitular infantilmente esse estado de alerta como racismo é um desatino completo e um perigo.

Essa qualificação como racismo para a crítica aos contornos do islamismo na sociedade atual é um discurso simplório do multiculturalismo e do relativismo cultural por parte daqueles que pensam que a tolerância deve tolerar sua própria sucumbência sem ver que o contrato social que precede as democracias não precisa ser democrático.

Noutras palavras, o concerto entre determinados indivíduos que os fez firmar e colocar as estacas da democracia não está sujeito a uma revisão democrática, do mesmo modo que Godel mostrou que há sistemas que só podem ser coerentes se forem incompletos, descabendo a demonstração do sistema dentro dele mesmo.

O sistema democrático deve ser defendido a partir do estabelecido de fora dele mesmo como cláusulas não democraticamente revisáveis que são as cláusulas pétreas. Jamais devemos nos curvar às exigências islâmicas com respeito a sua fé fazendo concessões sobre nossas liberdades críticas como se fosse autoevidentemente natural que não se possa criticar desabridamente tudo de uma religião, como certos idiotas parecem pretender.

Este sobreaviso no qual nos lança o conhecimento histórico, fazendo-nos divisar um passado que persiste, e, sendo persistente, sinaliza um porvir sombrio, não pode ser classificado de modo algum como racismo, mas sim como a salvaguarda pela qual nos posicionamos a favor de nossa liberdade no choque civilizacional.

É de pasmar ver judeus de esquerda que, ingenuamente, pensam que estão cultivando a concórdia e a paz ao recepcionar acriticamente culturas hostis à liberdade, sem ver, inclusive, que em muitos países do Oriente Médio os “Protocolos dos Sábios do Sião”, o maior libelo antissemita que houve, são governamentalmente disseminados e viraram um best-seller.

Félix Soibelman é advogado.

Imagem by Charisma

MPF: Google é condenada por vídeos de intolerância religiosa na Internet

23 vídeos eram mantidos no YouTube com conteúdo dediscriminação contra o Islamismo.

Após ação do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal confirmou liminar ao manter a condenação da Google do Brasil por manter conteúdo de intolerância religiosa no site YouTube. Na decisão, é determinada a retirada de 23 vídeos que discriminavam o Islamismo no canal “Islamismo Assassino”.

Além da retirada do conteúdo, a sentença exige o fornecimento dos dados do responsável pelo canal: nome completo, R.G., CPF, endereço de e-mail, endereço residencial, além dos logs de acesso, incluindo endereço de IP, bem como outros dados que possibilitem a devida identificação dos envolvidos. Em caso de descumprimento, é determinada a aplicação de multa diária de R$ 10 mil.

O MPF decidiu judicializar a questão após o Google negar atender recomendação para retirada dos vídeos por vias extrajudiciais. O caso chegou à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão após representação formulada pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, com delação de suposta veiculação de discursos de ódio contra a religião islâmica em diversas páginas de internet e perfis de rede sociais diversos, reunidos no dossiê islamofobia online.

Para o MPF, os direitos e garantias fundamentais foram violadas pela Google ao manter conteúdo na Internet que deprecia e estigmatiza a denominada fé islâmica, assim como seuslíderes, seguidores, símbolos rituais e crenças, propagando verdadeiro discurso de ódio em relação ao Islamismo.

“O Brasil é um Estado laico, no qual é garantido, a todos, em igualdade de condições, a liberdade de consciência e de crença religiosa, sendo assegurado o livre exercício de cultos e a proteção dos seus locais e suas cerimônias. Apesar disso, como a Google se negou a colaborar, a via judicial se mostrou a única forma de restabelecer o exercício das liberdades fundamentais violadas ao eixo da constitucionalidade; de restaurar a dignidade de tratamento negada à religião islâmica e seus adeptos; de ver concretizados os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil consagrados pela Constituição”, pondera a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão.

http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2016/05/26/mpf-google-e-condenada-por-videos-de-intolerancia-religiosa-na-internet/

A MARCA DE ALÁ NO SBT

Por  Andréa Fernandes

O programa “Conexão Repórter” sob a direção do jornalista Roberto Cabrini voltou a exibir a matéria intitulada “A Marca de Alá”  dedicada à defesa do islã como a “religião da paz” e mediante o famoso mote de “investigação especial” vislumbrou mostrar como a mulher islâmica é tratada no Brasil.

No entanto, aqueles que assistiram o Conexão Repórter devem ter percebido que nenhum “testemunho” foi capaz de mostrar crianças muçulmanas casando com  homens  cristãos, mulheres sendo escravizadas sexualmente por cristãos, ou mesmo a defesa de brasileiros para o apedrejamento de mulheres adúlteras ou à correção em forma de surra que a religião islâmica autoriza os maridos a aplicarem caso as mulheres causem algum aborrecimento. Outrossim, nenhum telespectador, por mais atento que fosse, conseguiu vislumbrar brasileiros religiosos afirmando que o inferno terá sua composição majoritária formada de mulheres, como o profeta Mohammad teria ensinado!

Aliás, a preocupação do Sr. Cabrini em demonstrar o sofrimento causado pelos brasileiros às mulheres muçulmanas não lhe permitiu, por exemplo, perguntar quantas delas, por exigência islâmica, haviam sofrido mutilação genital, que é considerada pandemia no Oriente Médio e África, mas vem se tornando prática comum sem implicação criminal no Ocidente.

Ora, por que não se preocupar em proteger as mulheres muçulmanas brasileiras da tradição muçulmana milenar que consiste em cortar parte do clitóris e dos lábios vaginais? Talvez o repórter não saiba que no Ocidente, mais de 1 milhão de mulheres eram apresentadas como alvo da mutilação genital, segundo o próprio Parlamento Europeu reconheceu em 2014 e a instituição Population Reference Bureau (PRB).

Se na “civilizada Inglaterra” mais de 130 mil mulheres foram mutiladas, o que nos garante que comunidades muçulmanas na “terra da impunidade” não sigam o mesmo exemplo? Era um “caso a investigar”, não? Mas, para o SBT, a “islamofobia à moda Brasil” é mais prejudicial do que os rudimentos do fundamentalismo islâmico que impõem às mulheres violações basilares dos direitos humanos.

As “câmeras escondidas” do SBT se propuseram a mostrar “onde começa o preconceito e como é ser muçulmano no maior país católico do mundo”. E para isso, acreditem, utilizou basicamente o depoimento de 3 mulheres convertidas ao islã.

O objetivo primacial foi, notadamente, começar a incutir na mente dos incautos o conceito de “islamofobia”, e com isso, execrar os princípios cristãos como ”modus vivendi” que incentiva a intolerância contra minorias religiosas, das quais os muçulmanos despontam como a mais pacífica e sofrida. Quem viu o simpático sheik proferindo doces palavras na mesquita jamais imaginará que milhares de clérigos proferem diariamente pregações condenando as “tradições ocidentais diabólicas” e conclamando muçulmanos à jihad contra os infiéis! Não dá para imaginar que na Arábia Saudita, importante autoridade clerical muçulmana promulgou uma fatwa (decreto islâmico), ordenando destruição de templos cristãos, e muito menos, que desejar um simples “feliz natal” na terra do profeta Maomé ocasione 10 anos de prisão e mil chibatadas!

Contudo, partindo do pressuposto de que preconceito é uma opinião ou sentimento concebido sem exame crítico, farei o favor de analisar a ideia perpetrada pelo programa através de uma “muçulmana ex-católica” que, com ar de catedrática ensina que a origem do “conflito entre cristãos e muçulmanos” está no fato dos cristãos não entenderem que os muçulmanos também acreditam em Jesus e não querem matar cristãos! Pois bem, Sr. Cabrini, porventura essa pérfida afirmação da “douta muçulmana” não é preconceituosa? Então, a limpeza étnica e religiosa que vem ocorrendo no mundo muçulmano é por culpa da incompreensão teológica dos cristãos acerca do “Jesus muçulmano”? E por que o mesmo não acontece em relação aos judeus que não admitem a divindade de Jesus? Judeus matam e perseguem cristãos por causa disso?

Então, milhares de cristãos são assassinados  anualmente no mundo muçulmano  e 2015 foi declarado como o “ano do medo” pela Missão Portas Abertas tendo em vista o fato de os cristãos não aceitarem Jesus ser tratado como profeta? Isso é um acinte à inteligência!

O Sr. Cabrini aponta o erro de “uma sociedade que constantemente associa o Islã a atentados de grupos minoritários como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico.” E realmente, os mais de 27 mil atentados terroristas perpetrados por milhares de integrantes/seguidores de grupos extremistas islâmicos não devem ser atribuídos à religião, mesmo que a ideologia wahabita que os fundamenta seja exportada para o mundo inteiro através da Arábia Saudita que apóia integralmente a cristofobia, e segundo a própria Hillary Clinton, financia o terror islâmico, conforme apurado num telegrama diplomático em 2009, onde a então secretária de Estado dos EUA identifica a Arábia Saudita como “a mais significativa fonte de recursos para grupos terroristas sunitas em todo mundo”. Mas apoiar terrorismo islâmico não é blasfêmia ou “intolerância religiosa” no berço do islã!

Dessa forma, o cristianismo brasileiro pode ser associado à islamofobia em virtude de algumas afrontas verbais pontuais sofridas por muçulmanos em nosso país, mas, o islã não pode ser associado à cristofobia ainda que vejamos diariamente cristãos sendo perseguidos e assassinados no mundo muçulmano. Realmente, a natureza investigativa do programa do Sr. Cabrini é de uma isenção espetacular!

É significantemente aterrador assistir um jornalista propalando as barreiras que uma “nação cristã” impõe aos muçulmanos por conta de “discriminação” que teria início no próprio seio familiar cristão. Todavia, Cabrini não fica “surpreso” quando lê notícias de países muçulmanos onde crianças de 9 anos são oferecidas em casamento e cristãs são mortas por crimes de honra.

Se o Sr. Cabrini quer saber “quem são e como vivem as mulheres de Alá”, deveria dar um passeio com sua produção nas terras onde os seguidores de Alá são majoritários. Aliás, se ele se atrever a adentrar em comunidades muçulmanas na Europa, perceberá que a sharia é mais tenebrosa do que a família cristã brasileira, que nunca ordenou a punição corporal ou morte de muçulmanos devido atos de “blasfêmia” contra as Sagradas Escrituras!

A incoerência exposta no programa é tão absurda que em determinado momento, o Sr. Cabrini entrevista uma muçulmana brasileira que afirma ser autorizada pela religião a “sair sozinha”, e em outro quadro, apresenta uma mussala (sala de estudos) frequentada por uma das muçulmanas decorada com a simbólica bandeira da Arábia Saudita, mas Cabrini esqueceu que a monarquia saudita PROÍBE – com base na religião – às mulheres muçulmanas saírem de casa sem a companhia de um homem da família, o que contraria a “informação liberal” prestada acima. Aliás, a bandeira de um país que comete terríveis violações dos direitos humanos no local de estudos frequentado por nossas muçulmanas pode evocar o  tão apregoado pacifismo da religião?

Cabrini fala que o muçulmano no Brasil “enfrenta o julgamento da sociedade”. E nos países muçulmanos? Será que os cristãos passam por algum julgamento discriminatório? Possivelmente o repórter não leu quantos cristãos foram massacrados por turbas muçulmanas ensandecidas, como a multidão paquistanesa que espancou um jovem casal cristão em novembro de 2014 e os lançaram vivos num forno onde queimaram até morrer. E a cristã Asia Bibi, que aguarda julgamento de recurso em instância final no tribunal paquistanês para tentar se livrar da pena de ENFORCAMENTO pelo “crime de blasfêmia”? Isso é preconceito, Sr. Cabrini? Podemos nominar como violações dos direitos humanos?

Enfim, eu poderia refutar cada minuto do insólito programa, mas não poderia deixar de fazer menção ao “exemplo muçulmano” utilizado pelo repórter: o primeiro sheik brasileiro convertido chama-se Rodrigo Rodrigues, proveniente de família católica, convertido ao islã aos 14 anos, tendo aprendido a língua árabe no Líbano e a religião islâmica na Arábia Saudita, “o principal centro da religião”. Assim, estão vendo a Arábia Saudita novamente exportando sua doutrina de “amor e tolerância”?

O país onde nosso sheik foi aprender os princípios da tolerância islâmica não poderia ser outro! Arábia Saudita é o ápice do amor aos cristãos e outras minorias!

Por que o Sr. Cabrini não aproveitou a oportunidade e perguntou o motivo de as penas por infrações aplicadas pelo Estado Islâmico serem tão semelhantes às impostas na Arábia Saudita? Por que não perguntou se o sheik condena a aplicação da pena de morte por blasfêmia em países muçulmanos?

Por fim, caro leitor, o que mais me impactou no “jornalismo verdade” do Conexão Repórter foi o depoimento de um senhor muçulmano de etnia não identificada, amigo de longa data do sheik – e não recém-convertido como as ex-roqueiras – quando afirmou que “o Brasil é o melhor lugar do mundo para espalhar o islã porque não há conflitos entre religiões”.

Sim, por não ter conflitos entre as religiões, o SBT está prestando grande apoio para a islamização em nosso país com a estigmatização dos cristãos como intolerantes e islamofóbicos. Resta saber se o Sr. Cabrini também se interessará em investigar “a marca de Alá” para mulheres cristãs e minorias no mundo muçulmano.

* Andréa Fernandes é advogada, bacharel em Relações Internacionais e presidente do Ecoando a Voz dos Mártires.

Foto: https://www.facebook.com/ConexaoReporterSBT/photos/pcb.1024037224301690/1024036420968437/?type=3&theater

 

Será que uma igreja precisa avocar que “Deus é Jesus, Maomé ou Oxalá” para receber líderes religiosos a fim de discutir intolerância?

Em tempos sombrios de perseguição religiosa onde mais de 100 mil cristãos são mortos anualmente de forma covarde por causa da sua fé, a igreja Batista Betânia realizou no dia 25 de setembro  um “seminário” sobre intolerância religiosa, excluindo outros segmentos religiosos da sua proposta de “diálogo inter-religioso”.

Foram convidados o padre Rodrigo Vieira da Silva, o babalorixá Ivanir dos Santos, que insiste em criticar e estereotipar os evangélicos e Samir Isbelle, representante da Sociedade Beneficente Muçulmana do RJ. Não houve justificativa alguma para o fato de não ter sido convidado um rabino, a fim de representar os judeus, que aliás, sofrem constantes perseguições de antissemitas de matizes religiosas diversas, o que, por si só, corrobora a ideia que a agenda do Sr. Neil – líder religioso em cujo templo o evento foi realizado –  não é tão voltada para o diálogo inter-religioso, e espero que a recusa não tenha sido ditada por uma agenda política consonante com o governo petista, inequivocamente anti-Israel.

Aliás, é relevante destacar que antes do evento, um amigo judeu solicitou educadamente esclarecimentos sobre a ausência do convite, mas, por “coincidência”, não houve desejo de manter um “diálogo” sobre essa questão.

Os muçulmanos, candomblecistas e católicos foram retratados como as religiões mais perseguidas e foram exibidos vídeos para mostrar casos de intolerância. No entanto, apesar de os muçulmanos serem considerados pela organização do debate como um dos segmentos religiosos mais perseguidos, a “prova” da ilação foi apenas uma reportagem com a denúncia de uma muçulmana que foi injuriada por usar burca. Faltaram números comprobatórios da alegada perseguição, mas isso foi “detalhe desnecessário”… Por certo, a multidão presente devia conhecer centenas de casos de islamofobia!

Como o tema do seminário era “intolerância”, o Sr. Neil também não perdeu a oportunidade de agradar a todos, e para tanto, recorreu a uma música do cantor Gilberto Gil, intitulada “guerra santa”, pois teria que demarcar bem a quem tanto ódio seria dirigido. Eis a letra da música entoada DENTRO de um templo que diz ser evangélico:

Ele diz que tem, que tem como abrir o portão do céu

ele promete a salvação

ele chuta a imagem da santa, fica louco-pinel

mas não rasga dinheiro, não

Ele diz que faz, que faz tudo isso em nome de Deus

como um Papa na inquisição

nem se lembra do horror da noite de São Bartolomeu

não, não lembra de nada não

Não lembra de nada, é louco

mas não rasga dinheiro

promete a mansão no paraíso

contanto, que você pague primeiro

que você primeiro pague dinheiro

dê sua doação, e entre no céu

levado pelo bom ladrão

Ele pensa que faz do amor sua profissão de fé

só que faz da fé profissão

aliás em matéria de vender paz, amor e axé

ele não está sozinho não

Eu até compreendo os salvadores profissionais

sua feira de ilusões

só que o bom barraqueiro que quer vender seu peixe em paz

deixa o outro vender limões

Um vende limões, o outro

vende o peixe que quer

o nome de Deus pode ser Oxalá

Jeová, Tupã, Jesus, Maomé

Maomé, Jesus, Tupã, Jeová

Oxalá e tantos mais

sons diferentes, sim, para sonhos iguais.

Alguém imaginou ouvir no interior de um “templo cristão” que o nome de Deus pode ser Oxalá ou Maomé? Mas, em nome da “tolerância”, vale tudo, até apostatar da fé!

O Sr. Samir, conhecido muçulmano que tem se esforçado em diversos segmentos para apresentar aspectos pacíficos da religião islâmica, teve a honra de ser o primeiro a “abrir” o evento e no embalo do Gilberto Gil, aproveitou para explicar que “jihad” não é guerra santa, tendo a ousadia de afirmar que as guerras permitidas pelo islã eram apenas de “auto-defesa”.

Aliás, o muçulmano  apresentou como exemplo de “islamofobia” o fato de o currículo escolar brasileiro conter a “visão judaico-cristã” do corão, não especificando que o livro sagrados dos muçulmanos não é uma cópia da Torah ou da Bíblia, e sim, “a revelação” da palavra de Deus para os muçulmanos. Ele só esqueceu de explicar que, apesar de sua lamentação ter eco entre os desentendidos, no mundo muçulmano, TODOS os países de maioria islâmica não apresentam a NOSSA visão judaico-cristã sobre a Bíblia… pelo contrário, TODO muçulmano que lê os escritos sagrados da religião enxerga os cristãos como INIFÉIS! As madrassas (escolas muçulmanas) não retratam o Cristo conforme a Bíblia ensina, e sim, como Maomé estabeleceu, mas vem um muçulmano tentar obrigar um país de maioria cristã a seguir o “manual islâmico de retratação do seu profeta”, caso contrário ter-se-á islamofobia!

Importante ressaltar que, o sr. Samir repetiu parte do primeiro discurso no templo, quando defendeu cabalmente o islã, verberando que a culpa das mazelas no Oriente Médio está nas costas das grandes potências, que teriam, inclusive, apoiado o golpe militar no Egito para retirar do poder um representante da Irmandade Muçulmana. Porém, o Sr. Samir “esqueceu” de informar à platéia que o próprio povo não suportava mais a tentativa do tal presidente fundamentalista de impor a SHARIA (lei islâmica), pelo que, não somente apoiou o “golpe”, como também, ELEGEU DEMOCRATICAMENTE O MILITAR AL-SISSI, que está tentando livrar o país das ações de vários grupos terroristas, inclusive, da própria Irmandade, que é considerada facção terrorista pela Arábia Saudita e outros países.

E quanto ao Sr. Ivanir, devo reconhecer que é astuto e eloquente, apesar de não ter a representatividade que alega ter, pois, como bem lembrado pelo Pastor Silas Malafaia, nunca conseguiu se eleger, sendo certo que, não convenceu seus irmãos de fé, que possui as virtudes necessárias para ser  um bom político! Entrementes, os “irmãos do Sr. Neil” se entusiasmaram tanto com sua fala, que ovacionaram diversas vezes as colocações do candomblecista. Ele foi o ÚNICO dos palestrantes que conseguiu efusivas palmas espontâneas do público, mesmo DESMENTINDO DESCARADAMENTE diversas doutrinas básicas da fé cristã sem ser contestado! E quando o Sr. Neil tentou “brincar” convidando-o para uma vigília, o “pacifista” lembrou de um ato de intolerância contra uma seguidora da sua religião na Bahia. Ficou claro que muitos foram convencidos pelo Sr. Ivanir de que são realmente “irmãos” dos seguidores das religiões de matriz africana e dos muçulmanos, embora o padre tenha tentado explicar o motivo do evangélico não poder ser considerado um “irmão” do católico, ao se pronunciar sobre o  impedimento de “padrinhos evangélicos” para o batismo de crianças católicas.

Pena que o Sr. Samir, que também salientou os aspectos positivos da irmandade que deve existir em todas as religiões, não convidou o Sr. Neil e os presentes para fazer um evento sobre intolerância numa mesquita. Seria um ótimo passo a proposta de levar os INFIÉIS para ouvir líderes islâmicos defendendo as ações da Arábia Saudita de proibir a construção de igrejas em seu território e de nominar judeus e cristãos de “macacos e porcos”! Seria o máximo, se ele aceitasse a proposta de fazer uma preleção explicando o “corão de Medina”, onde a jihad foi uma das marcas sangrentas da expansão de sua fé em terras cristãs no século VIII.

Entrementes, o apoio  que o Sr. Ivanir ofertou à “causa muçulmana” foi tão incondicional, que não esqueceu de frisar que as criancinhas muçulmanas têm o direito de “não comer carne de porco no feijão”… Acreditem! É islamofóbico uma escola pública dar carne de porco para essas crianças, mas não é “judeufóbico” não ter uma “cartilha” elaborada pela Defensoria Pública para resguardar os direitos de tratamento adequado para com os religiosos judeus presos, embora os muçulmanos tenham tamanho privilégio… Para a Defensoria, preso muçulmano tem o direito de não comer carne de porco e fazer as suas rezas nos horários determinados por líderes religiosos, além de tantos outros pormenorizadamente explicados  pelo ente do Judiciário. Será que os candomblecistas têm o mesmo direito de seguir seus ritos alimentares nas prisões? Se têm, não vi em nenhuma cartilha…

Enfim, começou a “caça às bruxas”…  quem não se adequar à “cartilha da tolerância” ditada pelas minorias vai queimar na fogueira da “inquisição moral” e o Sr. Ivanir já deixou claro que na mira dos “fascistas” estão primeiro os seguidores da sua religião, vindo depois os muçulmanos e, pasmem, os católicos! Por que o candomblecista não citou os judeus? Deve ser por acreditar que não são alvos da fúria dos intolerantes.

Deu, agora, para entender quem é o vilão da “estória”?

E a noite de alegria pelo congraçamento das religiões terminou sem uma citação ao martírio dos cristãos, pois, quem ousaria pronunciar que 80% da perseguição aos meus irmãos se dá em países de maioria muçulmana? Seria islamofóbico demais e sensibilizaria o simpático representante da religião da paz, que em momento algum criticou as ações dos GOVERNOS muçulmanos que perseguem e demonizam os seguidores não somente do cristianismo mas de todas as demais vertentes religiosas e ideologias não islâmicas. Quem cala…

Todavia, na visão do Sr. Neil, os fundamentalistas são os evangélicos brasileiros, cuja “guerra santa” não verteu sangue de um muçulmano sequer!

Lamentável constatar as raízes do sectarismo produzindo concepções danosas para a igreja que deveria buscar união para socorrer seus irmãos, por serem as verdadeiras vítimas do ódio e da intolerância no mundo. Onde os “discursos  ocos de falsa paz” abundam, superabunda a falta de amor!

por Andréa Fernandes

Pregar que Jesus é o filho de Deus pode virar crime na Inglaterra

Arcebispo da Inglaterra denuncia proposta de premier britânico

Um importante teólogo anglicano alertou que o ensino cristão tradicional, como acreditar que Jesus é o filho de Deus, pode tornar-se crime no Reino Unido. O jornal Telegraph pulicou uma entrevista com o pastor Mike Ovey, que também é advogado, atual diretor de Oak Hill Theological College, em Londres.

Ele denuncia que a proposta do primeiro-ministro britânico David Cameron, que deveria minimizar o extremismo religioso pode ser “um desastre” para o ensino religioso no país.

“Como advogado acho que é um desastre. Como crente e professor cristão acho que é um desastre”, asseverou Ovey.  A proposta que deveria defender o que vem sendo chamado de “valores britânicos”, como a democracia, a tolerância e o Estado de direito, poderá reprimir qualquer ponto de vista que se oponha a esses valores.

Ovey lembra que no Reino Unido um grande número de casos recentes comprova que a sociedade tem se voltado contra pregadores cristãos. Vários foram presos após pessoas se queixarem às autoridades de sua mensagem, considerando-a “homofóbica” ou “discurso de ódio”.

Para o pastor, depois da homofobia, o próximo passo é lutarem contra o aborto, assunto que tem cada vez mais levantado debates entre os ingleses. Em breve poderá chegar ao cerne da fé cristã, uma vez que afirmar que Jesus é o filho de Deus apresenta-se como uma ofensa aos muçulmanos, grupo religioso que mais cresce no Reino Unido.

Cameron, que pertence ao Partido Conservador, conseguiu uma surpreendente vitória nas eleições gerais de maio, dando-lhes um poder maior desde então. O primeiro-ministro britânico disse em várias ocasiões que é cristão. Contudo, na mensagem de Páscoa este ano, limitou-se a dizer que o cristianismo é “a base de uma boa sociedade.”

Uma vez que a Igreja Anglicana é a igreja nacional do Reino Unido, não raro políticas afetam as decisões religiosas. Com informações de Christian Post

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