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Mais Convocações para Ataques

Por Amir Kater

É no mínimo, absurdo que um grupo, que se impões com base em sua “religião da paz”, chame seus seguidores/simpatizantes para ataques. Pior, em pleno “Ramadã”.

Conforme gravação de áudio que foi divulgada segunda-feira (12/06), um porta-voz do Daesh ou EI, Abu al-Hassan al-Muhajer, elogiava ataques realizados na semana passada na capital iraniana. Após dizer que o país está “mais fraco que uma teia de aranha”, de maneira clara incitou a perpetração de mais ataques.

Não satisfeito, Al-Muhajer, convocou realização de atentados na América do Norte, Rússia e Austrália, mencionando que  “o céu é alcançado sob a sombra das espadas”.

É de sabença geral aquilo que no mínimo, parece incongruente, mesmo não havendo congruência alguma nos atos animalescos desse e de outros grupos terroristas islâmicos: o DAESH já convocara ataques durante o “ramadã” em anos anteriores.

Por sinal, não podemos nos esquecer que neste ano já houve reivindicação de outros ataques ocorridos nesse período “festivo/religioso” no  Egito, Irã, Filipinas e Inglaterra, que ceifaram dezenas de vidas ferindo outras centenas.

Por oportuno, vale sempre lembrar – principalmente em países como o Brasil, que ainda pode reverter a entrada maciça dessa onda terrorista invasora – que são só cinco passos:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

ALWALA’ WA’LBARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Despertemos! Urge a necessidade de acordarmos para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordemos!

 

Fonte da imagem: https://goo.gl/images/5IQ1ri

Outras fontes: http://www.elconfidencial.com/mundo/2017-05-26/estado-islamico-guerra-total-occidente-ramadan_1389444/

http://www.hispantv.com/noticias/europa/342715/estado-islamico-isis-guerra-occidente

Ramadan:http://www.dn.pt/lusa/interior/grupo-extremista-estado-islamico-apela-a-ataques-na-europa-durante-o-ramadao-8558935.html

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Arábia Saudita: Cristãos são acusados por “posse de Bíblias e oração”

Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos; as leis no reino saudita são contraditórias

Recentemente, 27 cristãos de origem libanesa, entre eles mulheres e crianças, foram presos por participar de um evento religioso realizado na Arábia Saudita. A polícia religiosa invadiu suas casas, perto de Meca, e os levou para a prisão, acusando-os de “realizar orações cristãs” e por “posse de Bíblias”. Os cristãos perderam seus vistos e foram deportados para o Líbano em seguida.

A Arábia Saudita é o maior país árabe da Ásia e da Península Arábica, ocupando a 14ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa. Faz pouco tempo que a polícia religiosa recebeu autorização do governo para deter cristãos. “Orar e possuir Bíblias é uma acusação absurda para turistas, já que eles têm o direito de viajar com suas Bíblias para uso pessoal. Os policiais fizeram isso com os viajantes por que as autoridades negam a existência de cristãos sauditas no país”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.

As leis no Reino Saudita são contraditórias. Por um lado, o governo reconhece o direito dos não-muçulmanos de adorar em particular, mas por outro lado, a polícia religiosa, muitas vezes, não respeita esse direito. Como a lei não está formalmente codificada, a situação jurídica da prática religiosa privada permanece confusa, o que torna a situação dos cristãos muito delicada, como ilutrou esse incidente. Ore por essa nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/cristaos-sao-acusados-por-posse-de-biblias-e-oracao

Jovem cristã paquistanesa é sequestrada e estuprada por muçulmanos que invadiram sua casa para tentar forçar a conversão da família ao islã

Shoebat – Por algum tempo, os muçulmanos locais estavam exigindo que a família se convertesse ao Islã, porque eles eram os únicos não-muçulmanos na vizinhança. A família continuou a dizer não, então numa noite um grupo de seis homens muçulmanos e uma mulher invadiram sua casa, bateram nos cristãos com barras de metal, e então levaram sua filha adolescente e cruelmente estupraram repetidamente a jovem, provocando-lhe dizendo que eles iriam parar de estuprá-la se negasse a Cristo:

A família cristã paquistanesa foi amarrada e espancada por um grupo de muçulmanos que invadiram sua casa no mês passado tentando forçar a família a se converter ao Islã. Mas quando a família se recusou a renunciar à sua fé, a sua filha mais jovem foi sequestrada, estuprada e ainda teve que voltar para casa.

A instituição de caridade com sede em Londres Christian Association veio em auxílio da família Masih, uma família de 10 cristãos aprisionados nas garras de trabalho forçado (escravidão moderna) perto da cidade de Kasur no Leste do Paquistão.

De acordo com a BPCA, a família vivia em uma pequena casa feita de barro e tinha sido constantemente pressionada por muçulmanos locais a se converter ao Islã por ser a única família na vizinhança que não tinha abraçado o Islã.

Na noite de 15 de setembro, um grupo de seis homens muçulmanos e uma mulher muçulmana invadiram a casa da família com pistolas, paus e barras de metal e bateram severamente nos membros da família cristã.

O grupo de intrusos esperava que a dor da família e sofrimento iria levá-los a reconsiderar suas recusas anteriores de conversão ao Islã. Apesar da dor, a família novamente se recusou a negar a Cristo e se converter ao islamismo.

Depois que a família recusou a  se converter, os muçulmanos ficaram enfurecidos e amarraram e vendaram os olhos de todos.

Como a família é constituída por seis filhas e dois filhos, os muçulmanos arrastaram a filha de 17 anos, Jameela, e o filho de 20 anos de idade, Arif, e jogaram os jovens na parte traseira de uma van estacionada do lado de fora da casa.

Arif, que acabou escapando posteriormente da casa por uma porta aberta enquanto ninguém estava olhando, disse a BPCA que ele e Jameela foram levados para um prédio em um local desconhecido que mais tarde descobriu ser uma mansão.

Arif explicou que quando eles chegaram na mansão, ambos foram torturados separadamente. Apesar da tortura, Arif novamente se recusou a se converter ao Islã. Enquanto ele podia ouvir os gritos de sua irmã, um dos captores disse a ele que outros homens muçulmanos foram se revezando para estuprar sua irmã e que tudo que ele tinha que fazer para salvá-la era abraçar o Islã. No entanto, ele novamente se recusou a renunciar a Cristo.

Quando o sol nasceu na manhã seguinte, Arif aproveitou uma oportunidade para escapar, quando percebeu que a porta foi deixada aberta sem ninguém por perto para monitorá-lo.

Demorou horas para Arif voltar para casa, porque teve que retornar à pé.

Maiores informações: http://shoebat.com/2016/10/05/muslim-gang-demands-christian-family-convert-to-islam-family-says-no-muslims-beat-them-with-metal-bars-kidnap-their-teenage-daughter-and-take-turns-raping-her/

Mais de 500 foram mortos em dez dias desde início de ofensiva em Aleppo

Segundo grupo de monitoramento, cem civis morreram, entre eles 23 crianças.

BEIRUTE — A ofensiva do Exército sírio e de tropas aliadas já deixou mais de 500 mortos, entre eles 23 crianças, em Aleppo e arredores desde o começo deste mês, informou o Observatório Sírio para Direitos Humanos nesta quarta-feira. Apoiada por bombardeios aéreos russos, a investida do regime de Bashar al-Assad no Norte da Síria resultou na morte de cerca de cem civis: 89 pelas tropas do governo, com suporte de aviões russos, e 12 por grupos armados da oposição.

— Ao menos 143 combatentes do regime, 274 rebeldes e jihadistas estrangeiros, assim como 89 civis morreram desde 1º de fevereiro até terça-feira à noite — afirmou à agência AFP o diretor da OSDH, Rami Abdel Rahman.

De acordo com o grupo, dos 274 rebeldes mortos, 105 eram jihadistas estrangeiros. Entre eles, havia membros do braço sírio da al-Qaeda, a Frente al-Nusra. Já dentre os 143 soldados de Assad mortos, 14 eram iranianos e pelo menos três xiitas do Hezbollah.

As tropas de Assad, aliadas à Guarda Revolucionária Iraniana, retomaram o domínio da Província de Aleppo, um dos principais redutos dos rebeldes, e enfrentaram a presença da Frente al Nusra nas regiões de Nubl e al Zahraa. Diante do avanço das forças do regime, a ONU alertou que 300 mil pessoas podem ficar sem ajuda humanitária na região se as forças governamentais sitiarem a cidade, tática já usada pelo regime contra outros redutos rebeldes.

A ação militar também provocou uma nova onda de migração em massa, na qual dezenas de milhares de pessoas fugiram de Aleppo, muitas delas seguindo para à fronteira com a Turquia, onde esperam autorização para atravessar para o país vizinho. A ofensiva representa uma das mais importantes reviravoltas nos cinco anos de guerra civil, que já matou 250 mil pessoas e expulsou 11 milhões de suas casas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mais-de-500-foram-mortos-em-dez-dias-desde-inicio-de-ofensiva-em-aleppo-18644763#ixzz3zsssGtuS
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Invasão imigrante irá atingir mais de 10 milhões, adverte ministro alemão

Europa ainda não viu o início do fluxo de imigrantes, alertou o ministro do Desenvolvimento da Alemanha.

Gerd Müller disse que apenas 10 % dos imigrantes da Síria e do Iraque chegaram a Europa até agora e “8-10.000.000 ainda estão a caminho”, com outros mais que estão para vir da África.

“Os maiores movimentos estão à frente: população africana vai duplicar nas próximas décadas”, disse Bild am Sonntag, acrescentando: “. No Sahara até um milhão de pessoas morreram tentando escapar”

A Comissão Europeia, acrescentou, perdeu uma quantidade significativa de autoridade graças à crise. “A proteção das fronteiras externas não está funcionando. Schengen entrou em colapso. A distribuição equitativa dos refugiados não ocorreu “, disse ele.

Ele afirmou que, na era digital em que vivemos, cada vez mais pessoas sabem sobre a prosperidade das nações ocidentais, tornando assim, mais provável que venham tentar viajar para cá.

Ele também pediu 10 bilhões de euros para “Plano Marshall” com Estados europeus pagando para reconstruir países devastados como o Iraque, a Síria e a Líbia. “Todos os Estados devem pagar, especialmente, aqueles que não recebem refugiados”, alertou.

Quando perguntado sobre as chamadas do presidente regional da Baviera, Horst Seehofer, para colocar um limite para o número de imigrantes admitidos na Alemanha, o Sr. Müller respondeu: “Precisamos de uma redução. Se tivermos  um milhão novamente como no ano passado, não poderemos integrá-los com sucesso ao mesmo tempo “.

Os comentários do Sr. Müller ecoam com os de Heinz Buschkowsky, uma representante do Partido Social-Democrata que previu que o número total dei migrantes que chegariam a Alemanha em 2020 seria entre cinco e 10 milhões.

http://www.breitbart.com/london/2016/01/10/only-ten-percent-of-migrant-influx-has-reached-us-so-far-says-german-minister/

EI captura quatro distritos no Afeganistão, apontam relatos

Cerca de 1.600 militantes estariam envolvidos na ofensiva. Milhares de pessoas fugiram de suas casas.

CABUL — Relatos apontam que o Estado Islâmico (EI) se espalhou para o Afeganistão e capturou quatro distritos ao sul da cidade de Jalalabad, na província de Nangarhar. Segundo o jornal “The Times”, cerca de 1.600 militantes estariam envolvidos na ofensiva, numa tentativa do grupo extremista de estabelecer uma nova província para o seu autodenominado califado.

Fotos postadas por membros da filial regional do EI Wilayat Khorasan mostram um campo de treinamento em Nangarhar. O local recebeu o nome do ex-mufti da filial Jalaluddin, morto em um ataque aéreo dos Estados Unidos em outubro.

O Exército afegão tenta conter o avanço jihadista, o que levou a morte de 500 soldados por mês em batalhas diárias. Dezenas de milhares de moradores fugiram de suas comunidades.

O crescimento do grupo estaria relacionado ao declínio do Talibã e à retirada de tropas ocidentais. Ao “The Times”, um porta-voz do Pentágono disse que o governo dos Estados Unidos está ciente da crescente presença do grupo no Afeganistão.

— Estamos cientes da presença de militantes afiliados do EI no Afeganistão, e estamos monitorando de perto para ver se terá um impacto significativo de ameaças na região.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional de combate ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Neste sábado, o Reino Unido realizou sua segunda leva de ataques aéreos contra jihadistas do grupo em território sírio, dois dias após aprovação da missão militar pelo Parlamento britânico.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/ei-captura-quatro-distritos-no-afeganistao-apontam-relatos-18229151#ixzz3tduhZHv9

Estado Islâmico toma cidade síria na província de Homs

Informação é de grupo de monitoramento.
Foram usados dois carros-bomba para o ataque.

Combatentes do Estado Islâmico tomaram neste domingo (1º) o controle da cidade síria de Maheen, na província de Homs, após um ataque a forças governamentais na região, disse um grupo de monitoramento e um comunicado dos jihadistas.

 O ataque deixou o grupo a 20 quilômetros da principal estrada que liga Damasco a Homs e cidades mais ao norte, mesmo depois de a Rússia e o governo sírio terem intensificado o bombardeio contra insurgentes na região oeste e noroeste do país.

O Estado Islâmico deu início ao ataque no final de sábado usando dois carros-bomba e no domingo de manhã já havia tomado Maheen, disse o Observatório Sírio para Direitos Humanos.

O Observatóro afirmou que ao menos 50 combatentes do lado do governo foram mortos ou feridos.

Um comunicado do Estado Islâmico confirmou o ataque, descrevendo a cidade como “estrategicamente importante”.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/estado-islamico-toma-cidade-siria-na-provincia-de-homs.html

ISIS ganha terreno contra o exército sírio em Hasakah

O Estado Islâmico do Iraque e da Síria, o grupo extremista (ISIS) ganhou terreno contra o exército sírio em uma grande cidade do nordeste, disse um observador na terça-feira, após três semanas de confrontos que mataram 170 pessoas.

Em 25 de junho, o ISIS apreendeu dois bairros do sul de Hasakah das forças pró-governo, que compartilham o controle da cidade com a milícia curda. Nos últimos 10 dias, os militantes expandiram seu controle, aproveitando a entrada de Hasakah do sul, um estádio, no bairro Al-Zuhur e partes da Ghwayran, disse Rami Abdel Rahman do Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

“Em Al-Zuhur, eles saquearam casas dos civis”, disse o diretor do monitor com base na Grã-Bretanha que obtém suas informações de uma rede de fontes em toda área devastada pela guerra na Síria. Na terça-feira, os confrontos se tornaram mais violentos nas fronteiras do sul da cidade, onde o ISIS tem realizado pelo menos 17 ataques suicidas contra posições do Exército desde 25 de junho, disse o Observatório.

Um jornalista da AFP descreveu edifícios danificados por disparos de foguetes e uma coluna de fumaça negra emergindo à distância. O Observatório disse que cerca de 100 soldados do regime foram mortos na cidade de Hasakah desde 25 de junho, e outros 100 ficaram feridos. Pelo menos 70 jihadistas foram mortos, incluindo 15 soldados com idade inferior a 16 anos que foram recrutados pelo ISIS.

Os combates deslocaram mais de 120.000 pessoas entre 25 de junho e 30 de junho na cidade de Hasakah, de acordo com a ONU. A cidade é capital da província de Hasakah e tinha uma população pré-guerra de 300.000 pessoas. Os confrontos em curso entre tropas do governo e do grupo jihadista são uma das muitas frentes na complexa guerra da Síria, que deixou mais de 230.000 pessoas mortas desde que começou em março de 2011.

https://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/07/14/ISIS-gains-ground-against-Syrian-Army-in-Hasakah-monitor.html

Houthis tomam capital regional no Iêmen perto da fronteira saudita

Força houthis e seus aliados no Exército do Iêmen tomaram o controle da capital de uma grande província desértica na fronteira com a Arábia Saudita neste domingo, segundo moradores, uma importante vitória para o grupo antes das negociações de paz em Genebra na segunda-feira.

Os houthis, a facção dominante na guerra civil do Iêmen, assumiu o controle de al-Hazm, capital da província de al-Jawf, em meio a ataques aéreos da coalizão liderada por sauditas às posições houthis e pesados combates com membros de tribos armadas.

“As forças houthis e aqueles leais ao ex-presidente se espalharam pela cidade e em torno dos edifícios do governo”, uma fonte tribal em al-Hazm disse à Reuters por telefone.

Uma aliança militar liderada pela Arábia Saudita vem realizando ataques aéreos no Iêmen há quase três meses para tentar restaurar o presidente exilado Abd-Rabbu Mansour Hadi e repelir os houthis, que consideram como aliados de seu rival regional Irã.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/houthis-tomam-capital-regional-no-iemen-perto-da-fronteira-saudita,cb2be268f480e6b7e01883ec19e3d5b30gc3RCRD.html

Cidade natal de Kadafi é tomada pelo Estado Islâmico, diz grupo de monitoramento

Sirta, na Líbia, era disputada entre filial dos jihadistas e facção rebelde.

CAIRO – A filial líbia do Estado Islâmico afirmou nesta terça-feira ter tomado o controle pleno da cidade de Sirta, na Líbia, cidade natal do ex-ditador Muamar Kadafi. De acordo com o portal de monitoramento jihadista SITE, foram conquistados de uma facção da Aurora Líbia bairros inteiros, uma usina de energia elétrica e até o aeroporto local.

Duas semanas antes, o EI havia conquistado o aeroporto local, e nesta terça-feira também foi revelado que a usina elétrica do local também foi conquistada. Em mensagens pelas redes sociais, era possível ver combatentes postando fotos do local e anunciando sua tomada. Uma base militar e uma aérea já haviam sido tomadas antes.

“Sirta agora é a cidade costeira ligando Leste e Oeste da Líbia sob o controle do Estado Islâmico”, diz uma mensagem da divisão chamada de “Província Trípoli”.

Com cerca de 80 mil habitantes, Sirta é o local onde Kadafi nasceu e morreu, em 2011. Derrubado pela Primavera Árabe, o ditador foi morto após uma emboscada de combatentes rebeldes.

Além de Sirta, o EI líbio já controlava a cidade de Darnah, no Leste do país. O grupo se aproveitou do conflito civil para expandir sua atuação no país, a partir do ano passado. Vários vídeos de decapitações e relatos de execuções já foram divulgados desde então.

A Líbia hoje vive uma guerra civil generalizada, com várias facções disputando seu território. Dois governos reivindicam seu comando — o de Trípoli é de rebeldes, enquanto a comunidade internacional aprova um formado em Tobruk.

http://oglobo.globo.com/mundo/cidade-natal-de-kadafi-tomada-pelo-estado-islamico-diz-grupo-de-monitoramento-16392817