Arquivo da tag: #Irã

Mossad frustrou ataque terrorista na França planejado por diplomata iraniano

O serviço secreto israelense Mossad frustrou um ataque terrorista no mês passado, dando às autoridades da França, Alemanha e Bélgica informações que levaram à prisão de uma célula, liderada por um diplomata iraniano, que planejava bombardear uma manifestação de um grupo iraniano exilado.

O coordenador da operação, segundo o relatório, era um diplomata iraniano na embaixada austríaca em Viena, que foi preso na Alemanha, junto com dois cidadãos belgas e um suposto cúmplice na França.

Os membros da célula supostamente tinham equipamentos de comunicação e, de acordo com promotores belgas, o casal, descrito como “de origem iraniana”, carregava 500 gramas do explosivo TATP junto com um dispositivo de detonação quando um esquadrão de elite os localizou em um bairro residencial de Bruxelas.

Com imagem e informações The Times of Israel

Anúncios

Alemanha Acusa Diplomata Iraniano Preso de Tramar Ataque Terrorista

Um diplomata iraniano suspeito de envolvimento em uma conspiração para realizar um ataque a bomba em uma manifestação da oposição iraniana na França foi acusado na quarta-feira de atividade como agente estrangeiro e conspiração para cometer assassinato.

Assadollah Assadi, um diplomata iraniano estabelecido em Viena, é suspeito de contratar um casal na Bélgica para atacar uma reunião anual de um grupo de oposição iraniana no exílio em Villepinte, perto de Paris, disseram os promotores federais alemães.

Ele supostamente deu ao casal baseado em Antuérpia um dispositivo contendo 500 gramas do explosivo TATP durante uma reunião em Luxemburgo no final de junho, disseram os promotores em uma declaração por escrito.

Assadi foi preso no início deste mês perto da cidade alemã de Aschaffenburg, com uma ordem européia depois que o casal com raízes iranianas foi preso na Bélgica e as autoridades relataram ter encontrado explosivos poderosos em seu carro.

Em sua declaração, promotores alemães alegam que Assadi, que foi registrado como diplomata na embaixada iraniana em Viena desde 2014, foi membro do serviço de inteligência iraniano “Ministério da Inteligência e Segurança”, cujas tarefas “incluem principalmente a observação intensiva e a luta contra grupos de oposição dentro e fora do Irã “.

O chanceler iraniano, Javad Zarif, classificou as acusações de conspiração extremista fracassada como um estratagema.

As autoridades belgas também acusam Assadi de fazer parte de uma suposta conspiração para lançar explosivos em uma manifestação do grupo Mujahedeen-e-Khalq, ou MEK, na vizinha França, e querem que ele seja extraditado.

Promotores alemães disseram que a investigação não prejudicaria o pedido de extradição da Bélgica para o suspeito.

O MEK é um grupo de oposição iraniana exilado baseado principalmente em Paris e na Albânia. O grupo, anteriormente armado, foi retirado das listas de terrorismo dos Estados Unidos e da União Européia há vários anos.

Com imagem Terror Alert e informações Israel Notícias

As vozes do “terror iraniano” no parlamento brasileiro

Por Andréa Fernandes

Um dia após a prolação de mais uma resolução antissemita da Assembleia Geral da ONU condenando Israel por “uso excessivo da força” e negando acréscimento de condenação explícita aos ataques terroristas, bem como o lançamento de foguetes contra a população civil de Israel promovidos pelo grupo terrorista Hamas[1], o Brasil abraça definitivamente a agenda islâmica extremista do Irã celebrando no Plenário da Câmara dos Deputados o “Dia de Al-Quds[2].

Mas, o que é comemorado no “Dia de Al-Quds”? Esse é o título referente ao nome árabe de Jerusalém e a data celebrada por diversos muçulmanos foi inventada pelo falecido aiatolá Ruhollah Khomeini, líder da sanguinária revolução iraniana de 1979, que impôs um dos mais brutais regimes teocráticos do mundo muçulmano, famoso por promover atrocidades contra a população impondo uso obrigatório do véu para as mulheres sob pena de prisão e enforcando milhares de homossexuais, além de diversas outras brutalidades medievais em nome da sharia (lei islâmica).

Dessa forma, o “Dia de Al-Quds” é um evento anual realizado na última sexta-feira do Ramadã[3] por iniciativa do Irã propondo unificar o mundo muçulmano para “libertar” o povo palestino da “disputada ocupação da entidade sionista” com protestos em apoio aos palestinos e consequente oposição ao sionismo, à existência de Israel e ao controle do Estado judeu sobre Jerusalém. Assim, a “celebração” é realizada em forma de “marchas” conclamando nada mais que a DESTRUIÇÃO DE ISRAEL com ataques antissemitas, sendo comuns os gritos “morte à Israel” e “morte à América”, não faltando a queima de retratos do chanceler israelense Benjamin Netanyahu e do rei da Arábia Saudita Salman Al-Saud, o qual entra nos “discursos de ódio” por causa do conflito sectário entre o xiismo iraniano e o sunismo saudita.

A natureza belicosa da celebração de Al-Quds é farta. No ano de 2015, o general Safavi, então assessor militar do aiatolá Khamenei, discursou propalando tacitamente apoio militar iraniano à violência anti-Israel: “a união dos muçulmanos e a CONTINUAÇÃO DA JIHAD ARMADA e a resistência islâmica da nação palestina constituem A ÚNICA ESTRATÉGIA PARA SALVAR E LIBERTAR A SANTA QUDS”. Em 2018, Nazim Ali, diretor da Comissão Islâmica de Direitos Humanos e líder do Dia Mundial de Al-Quds, realizado em Londres, na condição de organizador da marcha anual pediu a “aniquilação de Israel” e acusou os judeus da prática de crime em relação ao incêndio num complexo de apartamentos ocorrido em 2017[4].

Ora, será que o brasileiro, em geral, apoiaria uma celebração onde a jihad (guerra santa) é apregoada contra a população civil de Israel para a formação de um Estado palestino? Por sinal, nos meios diplomáticos, o Brasil se orgulha por supostamente defender a “paz” nos foros internacionais em meio aos mais diversos conflitos, mesmo em casos absurdos como o combate ao Estado Islâmico, quando a presidente impichada Dilma Roussef defendeu a estratégia da “negociação” com a facção terrorista que decapitava cristãos nos territórios ocupados pela jihad.

Já imaginando a possibilidade de algum entusiasta da “causa palestina” afirmar que em países ocidentais os protestos não costumam contemplar manifestações antissemitas – o que é natural, uma vez que a imprensa normalmente não noticia casos de judeufobia – vale informar que tal qual ocorre no Irã, Síria ou em outros países muçulmanos, “manifestantes pacíficos” queimam bandeiras e “gritam morte à Israel” não apenas em Londres. Inacreditavelmente, os atos de ódio acontecem em algumas cidades no Ocidente.

Na Grã-Bretanha,  o “evento de ódio” acontece desde o ano de 2012 e tem milhares de pessoas marchando pelo centro de Londres com a presença garantida de apoiadores do grupo terrorista Hezbollah que vibram hasteando bandeiras da facção ostentando um fuzil AK 47 como “símbolo da paz”. O Hezbollah, também conhecido como “Partido de Alá” é um grupo terrorista islâmico xiita estabelecido no Líbano e financiado pelo Irã. Embora suas lideranças não façam distinção entre as atividades políticas e militares, o Reino Unido decidiu banir apenas a ala militar mantendo como “legal” a ala política, ao contrário de países como Japão, Canadá, França, Estados Unidos, dentre outros, que baniram a organização islâmica reconhecendo-a como “terrorista”.

A marcha de domingo em Londres não foi diferente dos anos anteriores: muitíssimos pedidos para proibir as bandeiras do Hezbollah foram realizados e até petição com 17 mil assinaturas foi apresentada tentando convencer o ministro do interior Sajid Javid[5], que é muçulmano, filho de imigrantes paquistaneses[6]. Porém, o ministro Sajid sabe como “bom muçulmano” que não há separação entre “mesquita” e “Estado”, de forma que o dogma religioso islâmico deve prevalecer sobre suas decisões como representante de um Estado que nada mais tem de secular, pois já se submeteu às exigências das lideranças islâmicas. Sajid não ousaria perturbar os agentes do “Partido de Alá” na sua manifestação religiosa de apoio à jihad contra os judeus!

Se ainda assim, houver “um pitaco” de dúvida sobre a beligerância do “filhote do Irã” (Hezbollah) e a real motivação do Dia de Al-Quds, aconselho consultar o discurso do seu líder libanês, Hassan Nasrallah, na sexta-feira sagrada para os muçulmanos, que serviu de notória ameaça de guerra, leia-se “jihad”, termo mais apropriado para os islâmicos ortodoxos: Não queremos destruir, matar ou jogar alguém no mar. Peguem seus aviões e barcos e voltem para os países de onde vocês vieram. Mas se vocês insistirem na ocupação, o DIA DA GRANDE GUERRA ESTÁ CHEGANDO, o dia em que todos nós iremos orar em Jerusalém.

Em Toronto, no Canadá, o sheik Shafiq Hudda, diretor do Serviço Humanitário Islâmico, em Kitchener, disse durante a manifestação que chegará o dia em que “veremos a erradicação dos poderes injustos como o império norte-americano e como os sionistas israelenses[7]”.

Todavia, sabedor de que falta ao brasileiro conhecimento sobre a “cultura de ódio do Irã”, o deputado federal Evandro Roman, do Partido Social Democrático (PSD/Paraná), que também é presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Irã, se habilitou como proponente de uma Sessão Solene em Homenagem ao Dia Mundial de Al-Quds[8]. O gesto de estranha “afeição” aos propósitos jihadistas do Irã é o resultado de uma política de aproximação com totalitárias ditaduras islâmicas desde o governo Lula. Em março, o deputado Evandro teve encontro na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional com o embaixador iraniano no Brasil Seyed Ali Saghaeyan e o presidente da Comissão de Agricultura, Água e Recursos Naturais do Parlamento Islâmico do Irã, Ali Akbari, tendo como suposto objetivo “impulsionar ainda mais a troca comercial e simplificar operações financeiras entre as duas economias, além de adensar os LAÇOS DE AMIZADE e de COOPERAÇÃO PARLAMENTAR[9].

Uma sessão solene honrando um evento costumeiramente de ódio contra o Estado judeu. Nada mais “útil” para aperfeiçoar os “laços de amizade” e “cooperação parlamentar” com um país que promete sempre “varrer Israel do mapa”! O deputado certamente tem conhecimento que o parlamento religioso iraniano jamais celebrará qualquer evento religioso em apoio ao Brasil.

Além disso, o deputado Evandro ainda utilizou de ardil quando a bancada evangélica pressionou o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que temporariamente suspendeu a sessão solene, conforme noticiado na coluna do jornalista Ancelmo Gois[10]. Todavia, a suspensão só serviu para “mascarar” o evento, pois, apenas trocaram o nome de “Al-Quds” para “Jerusalém”ao mudar parte do título da sessão solene. Aliás, o deputado Evandro leu o discurso de Rodrigo Maia, frisando que o objetivo seria “homenagear a milenar cidade de Jerusalém, cujo nome em árabe é Al-Quds”, porém, deixou claro que “a data é comemorada na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadã”. A propósito, o embaixador do Estado palestino – que de fato não é reconhecido como tal pela ONU – esclareceu que o “Dia Mundial de Jerusalém” trata-se de evento criado pelo aiatolá Khomeini, fala esta repetida por autoridades islâmicas presentes.

O evento teve apoio do Deputado Ivan Valente (PSOL/SP), que demonstrou bizarro desconhecimento do tema, repetindo duas vezes o direito dos “povos palestinos”(sic) que remontaria à 1848, mostrando dificuldade de conhecimento acerca da data de independência do Estado de Israel, ocorrida no ano de 1948.

Durante a solenidade, uma senhora visivelmente desequilibrada passou a atacar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC/SP), no momento em que fazia discurso expondo as violações dos direitos humanos promovidas por palestinos. Após alguns minutos, houve balbúrdia e o deputado Evandro ameaçou pedir a retirada daqueles que, descontrolados, tentavam impedir a fala de Eduardo Bolsonaro numa deprimente cena de intolerância ao pluralismo de ideias que deve vigorar em países democráticos. Espantosamente, o deputado que presidia a sessão solene ainda prometeu conceder o “direito à palavra” para a desordeira numa tentativa de acalmá-la, apesar da mesma não estar inscrita no programa oficial.

Fato é que a falaciosa motivação pacífica da sessão solene caiu por terra com o pronunciamento das lideranças convidadas: o Presidente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Lutas pela Paz (Cebrapaz), por exemplo, defendeu abertamente a “intifada”(ações violentas) contra Israel, enfatizando que teria respaldo no “Direito Internacional”, e ainda justificando a pretensa “paz” que defende através da imposição da jihad contra o povo judeu. Por sua vez, além de proferir raivosas e inverídicas acusações contra Israel, o embaixador iraniano em irascível colocação chamou o país de “NÓDULO CANCERÍGENO no Oriente Médio” e ainda acusou o Estado judeu de “tentar deformar a identidade cultural” da região. O embaixador pediu apoio de “todos os defensores da liberdade no mundo”, omitindo a dura realidade: não há liberdade alguma no Irã, onde até o Tweeter foi banido pelo violento regime.

Enfim, se essa união imoral com um país totalitário islâmico continuar “inflamando corações” de parlamentares comunistas brasileiros – como o Evandro Roman e Ivan Valente PSOL/SP –  corremos o sério risco de vermos a cena da bandeira dos Estados Unidos sendo queimada no Congresso assim como aconteceu no Irã[11]. Enquanto isso, as minorias étnicas, religiosas e de gênero continuarão sendo perseguidas e torturadas sem a necessária solidariedade do “anão diplomático” chamado “Brasil, empenhado em salvaguardar o “direito à tirania” dos governos carniceiros que celebram os “encantos sanguinários da jihad”.

Publicado originalmente no Portal Gospel Prime  com  imagem Central da Pauta

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio e colunista de alguns portais.

[1] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2018/06/14/resolucao-da-onu-condena-israel-por-forca-excessiva-na-fronteira-de-gaza/

[2] http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/webcamara/videoArquivo?codSessao=74029#videoTitulo

[3] Mês sagrado dos muçulmanos onde é praticado o jejum ritual.

[4] https://www.gatestoneinstitute.org/12483/london-al-quds-terrorism

[5] https://altnewsmedia.net/general/al-quds-london-2018/

[6] https://www.thenews.com.pk/latest/311353-new-uk-interior-minister-is-son-of-pakistani-immigrants

[7] https://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/247375

[8] http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/558947-AGENDA-DO-DIA.html

[9] http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/noticias/evandro-roman-recebe-parlamentar-iraniano-na-camara

[10] https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/rodrigo-maia-suspende-sessao-de-evento-em-apoio-causa-palestina.html

[11] https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/05/lider-supremo-do-ira-diz-que-trump-sera-comido-por-cobras-e-formigas.shtml

 

Iranianos boicotam protestos anti-Israel, retweetando #WeStandWithIsrael

World Israel News – Como os mulás do Irã não conseguiram gerar grandes multidões no Dia de Quds – um dia anual de protestos contra Israel – dezenas de milhares expressaram apoio ao Estado judeu no Twitter.

Por: World Israel News Staff

Enquanto multidões em números mais baixos do que o esperado tomavam as ruas do Irã na sexta-feira para marcar o Dia de Quds – um dia anual de protestos contra Israel – alguns iranianos lançaram uma campanha no Twitter para expressar apoio ao Estado judeu.

A Rádio Zamaneh, uma estação de língua persa com sede em Amsterdã, publicou vários clipes mostrando a baixa participação de pessoas que participam das manifestações no “Dia de Jerusalém” em Teerã, na sexta-feira, demonstrando uma falta de interesse sem precedentes em uma manifestação patrocinada pelo governo.

O Conselho Nacional de Resistência do Irã (NCRI) observou que “os televisores estatais não conseguiram mostrar cenas massivas ou relativamente massivas da população”.

Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores de Israel liderou uma campanha na mídia social sob a hashtag #WeStandForIsrael, que foi reenviada para dezenas de milhares de pessoas.

O Ministério das Relações Exteriores implementa a diplomacia pública digital nas redes de mídia social em vários idiomas, sendo um deles persa“, disse a gerente de mídia digital persa do ministério, Sharona Avginsaz.

Nos últimos seis meses, nossa página no Twitter ‘Israel em persa’, destinada especificamente a civis iranianos, vem ganhando força”, disse ela ao site Mako, veiculada pelo Hadashot News. “Temos cerca de 60.000 seguidores e nossas mensagens atingem mais de 1,5 milhão de pessoas com o Twitter.”

Ela explicou que, embora o Twitter seja proibido no Irã, muitos iranianos encontraram maneiras de contornar as restrições.

Neste ano, usuários iranianos do Twitter nos informaram que pretendiam causar polêmica [no Dia de Quds] com uma hashtag viral que apoiaria Israel e mostraria que o povo iraniano não apoia o regime e seu ódio contra [o Estado judeu], disse Avginsaz. .

Durante esta semana, nossa página do Twitter alcançou 2,5 milhões de iranianos. Havia dezenas de milhares de tweets com a hashtag #WeStandWithIsrael, cada afirmando suas posições individuais sobre por que eles amam Israel.

Iranianos se preocupam com questões domésticas, não com Israel

As manifestações anuais do Dia de Quds ocorreram em uma época em que muitos iranianos tomaram as ruas para protestar contra problemas socioeconômicos. Greves e manifestações em uma ampla gama de indústrias e locais têm se concentrado em questões como salários atrasados, condições de trabalho difíceis e uma economia estagnada.

Estrela do xadrez indiana diz “não” ao uso de véu e se desliga de evento no Irã

A grã-mestre e ex-campeã mundial juvenil Soumya Swaminathan se retirou do Campeonato Asiático de Xadrez Feminino, a ser realizado em Hamadan, Irã , de 26 de julho a 4 de agosto, chamando a regra de “véu obrigatório” do país islâmico  de direitos pessoais.

Eu não quero ser forçada a usar lenço na cabeça ou burca . Acho que a lei iraniana de véu compulsório viola diretamente meus direitos humanos básicos, inclusive meu direito à liberdade de expressão e direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. Parece que nas circunstâncias atuais, a única maneira de eu proteger meus direitos é não ir para o Irã , disse a ativista de 29 anos em seu Facebook. Ela é a n° 5 da Índia e a n° 97 do mundo entre as mulheres.

Em 2016, o principal atirador indiano Heena Sidhu havia se retirado do encontro Airgun Asiático no Irã, citando o mesmo motivo.

Não há lugar para um código de vestimenta religioso executável nos esportes

Soumya disse que quando ela deu a primeira indicação para fazer parte da equipe indiana, o país anfitrião seria Bangladesh e as datas seriam diferentes. “Mas uma vez que as novas datas e o novo local surgiram, eu me desculpei“, acrescentou ela. Quando perguntado se a “All India Chess Federation” (AICF) deveria ter protestado contra a decisão de colocar o torneio no Irã, a jovem de Pune Soumya disse ao TOI: “Eu não posso esperar que todos tenham a mesma opinião que eu. É uma questão subjetiva.

No entanto, em sua mensagem no Facebook, Soumya criticou o oficialismo. “Estou muito desapontada ao ver que os direitos e o bem-estar dos jogadores são pouco importantes enquanto distribuem e/ou organizam campeonatos oficiais“, escreveu ela.

“Eu entendo que o organi-D Harika e o Padmini Rout competiram nesse evento.

Entre outros jogadores de xadrez, as irmãs Muzhychuk, da Ucrânia, Anna e Mariya, têm se manifestado sobre direitos humanos e igualdade de gênero e se recusaram a jogar torneios de primeira linha na Arábia Saudita. A equipe campeã do evento do Irã se qualificará para o World Team Chess Championship. O Irã também deve sediar o campeonato aberto de equipes asiáticas simultaneamente.

Bharat Singh Chauhan, secretário honorário da Federação de Xadrez da Índia, não respondeu aos pedidos de comentários.

Com imagem ChessBase India e informações The Times of India

Dia de Al-Quds: Irã promete destruir Israel, mas milhares de iranianos defendem Israel e rejeitam “terrorismo islâmico”

Alguns jornais ocidentais noticiaram manifestações no Irã contrárias à Israel  no chamado “Dia de Al-Quds“, (Dia de Jerusalém), em apoio aos palestinos na sexta-feira. Palavras de ódio como “morte à israel” e “Jerusalém é a eterna capital da Palestina foram proferidas por milhares de manifestantes.

Porém, a mídia desconsiderou algumas notícias notáveis ​​do ex-muçulmano iraniano Amil Imani:

Enquanto o regime iraniano terrorista e assassino celebrava hoje [o Dia de Al-Quds no qual prometia aniquilar Israel, milhares de iranianos rejeitaram isso e twittaram: #WeStandWithIsrael. O ódio do regime mullah não vai parar o amor, respeito e amizade entre nossos povos. ”

E:
و ترور به سرزمین ایران وارد شده اعلام می کنیم

Tradução:

De Tel Aviv a Teerã, ficamos juntos

Nós, o povo iraniano, não temos hostilidade com Israel nem com nenhuma nação. Nós declaramos a República Islâmica do Irã como um governo ilegítimo e ocupante que foi forçado ao povo do Irã com armas, balas e terror islâmico.

Com imagem LobeLog e informação Jihad Watch

Israel oferece gratuitamente tecnologia ao Irã para resolver a crescente escassez de água

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ofereceu a experiência de água de Israel a um Irã que enfrenta um desastre ambiental devido à persistente seca.

 Em um vídeo em inglês postado online, Netanyahu faz “uma oferta sem precedentes para o Irã“.

Netanyahu explicou: “O povo iraniano é vítima de um regime cruel e tirânico que lhes nega água vital. Israel está com o povo do Irã … A organização meteorológica do Irã diz que quase 96% do Irã sofre com os níveis de seca. Issa Kalantari, ex-ministro da Agricultura do Irã, disse que 50 milhões de iranianos podem ser forçados a deixar suas casas por causa de danos ambientais. 50 milhões! Milhões de crianças iranianas estão sofrendo devido à má administração, incompetência e roubo de recursos vitais pelo regime iraniano “.

Israel resolveu muitos de seus desafios relacionados à água, diz o primeiro-ministro, desenvolvendo “tecnologias de ponta para enfrentá-los“. Israel recicla quase 90% de suas águas residuais. Isso é muito mais do que qualquer outro país do mundo. Nós inventamos a irrigação por gotejamento. Nossa tecnologia tem como alvo plantas individuais com exatamente os nutrientes de que precisam para a planta “.

E então, dado que “o Irã proíbe a visita de israelenses“, Israel está lançando um  site na  língua persa e um  canal Telegram  que dará aos iranianos “o conhecimento para evitar uma catástrofe ambiental no Irã”.

O site inclui “planos detalhados sobre como os iranianos podem reciclar suas águas residuais“Vamos mostrar como os agricultores iranianos podem salvar suas colheitas e alimentar suas famílias”.

No caso de alguém perder o ponto político, ele também explica. “O regime iraniano grita ‘Morte a Israel!’ Em resposta, Israel grita: “A vida para o povo do Irã!” O povo do Irã é bom e decente. Eles não deveriam ter que enfrentar sozinho um regime tão cruel. Nós estamos com você Ajudaremos milhões de iranianos a não sofrerem. O ódio do regime iraniano não impedirá o respeito e a amizade entre nossos dois povos ”.

Com informações de Israel Notícias

República Islâmica do Irã admite ter facilitado os ataques terroristas de “11 de setembro”

“Irã admite facilitar ataques terroristas de “11 de setembro”, por Adam KredoWashington Free Beacon , 8 de junho de 2018:

As autoridades iranianas, em um primeiro momento, admitiram facilitar os ataques terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos, ajudando secretamente as viagens gratuitas de agentes da Al Qaeda que eventualmente levaram aviões comerciais para as Torres Gêmeas na cidade de Nova York, de acordo com observações de um alto funcionário do novo governo iraniano.

Mohammad-Javad Larijani, assistente de assuntos internacionais no judiciário iraniano, divulgou num discurso em idioma persa transmitido pela televisão estatal iraniana, que funcionários da inteligência iraniana secretamente ajudaram a dar passagem aos terroristas da Al Qaeda e os abrigou na República Islâmica, segundo para uma tradução em inglês publicada pelo jornal Al Arabiya.

Nosso governo concordou em não carimbar os passaportes de alguns deles porque eles estavam em voos de trânsito por duas horas e estavam retomando seus voos sem ter seus passaportes carimbados. No entanto, seus movimentos estavam sob a supervisão completa da inteligência iraniana ”, disse Larijani.

As declarações representam a primeira vez que autoridades iranianas admitiram publicamente ajudar a Al Qaeda, reconhecendo seu desempenho na função direta de facilitação dos ataques de 11 de setembro.

O governo dos Estados Unidos há muito tempo acusa o Irã de ter um papel nos ataques e até multou os bilhões da República Islâmica como resultado. A Comissão 11/09 dos EUA reunida para investigar os ataques concluiu que o Irã desempenhou um papel na facilitação dos terroristas da Al Qaeda.

Larijani admitiu que as autoridades iranianas não carimbaram os passaportes dos militantes da Al Qaeda para ofuscar seus movimentos e impedir a detecção por parte de governos estrangeiros. O agentes da Al Qaeda também receberam refúgio seguro no Irã.

Com imagem e informações Jihad Watch

Chefe da Otan diz que aliança não ajudará Israel se o Irã atacar

Jens Stoltenberg diz a Der Spiegel que o estado judeu é um parceiro, mas não um membro, e portanto, “garantia de segurança” não se aplica

BERLIM (Reuters) – O secretário-geral da Otan disse no sábado que a aliança não virá em defesa de Israel em caso de ataque do Irã.

Jens Stoltenberg disse à revista Der Spiegel que Israel é um parceiro, mas não um membro e que a “garantia de segurança” da OTAN não se aplica ao Estado judeu.

O tratado da OTAN exige que a aliança defenda militarmente os países membros, dos quais existem 28, mas não parceiros. Ainda assim, os estados parceiros contribuem regularmente para operações da OTAN, como as do Afeganistão e missões navais ao longo da Somália e no Mar Mediterrâneo.

Israel é parceiro da OTAN desde 1994. De 2010 a 2016, suas tentativas de abrir uma missão oficial na sede da organização em Bruxelas foram frustradas pela Turquia.

Ele falou em um momento de crescente tensão entre Israel e Irã. Israel vem travando uma campanha para impedir que o Irã estabeleça uma presença permanente na Síria e no Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também liderou a oposição ao acordo nuclear com o Irã, pedindo que ele seja descartado ou consertado. Os EUA se retiraram no mês passado.

Com informações The Israel of Times

 

Cristãos são punidos com tortura e prisão no Irã

Mohabat News A    Prisão de Evin, também conhecida como “a fábrica de torturas do regime” e “a prisão mais notória do Irã”, atualmente conta entre seus detentos 11 cristãos sendo punidos por sua fé.

A organização anti-perseguição International Christian Concern (ICC) revelou que um dos internos , Nasser Navard Gol-Tapeh , corre o risco de “perder completamente os dentes” devido a tratamento desumano e falta de assistência médica.

Nasser foi sentenciado a uma sentença de 10 anos depois de montar um grupo de oração em sua casa.

O Irã o acusou de “agir contra a segurança nacional através da formação e estabelecimento de uma organização ilegal da igreja em sua casa” e disse que ele deve cumprir sua pena.

Seu advogado Hossein Ahmadi Niaz disse à ICC: “Meu cliente não violou nenhum dos códigos criminais e não é culpado de suas acusações.

Todos os outros cristãos presos com ele também confirmaram que todas as suas reuniões eram estritamente focadas em sua fé e adoração e nada mais.”

Ex-presos revelaram as condições angustiantes dentro da prisão, na capital do Irã.

Um disse que os prisioneiros “nunca são os mesmos” depois de experimentar a vida atrás das grades em Evin.

Ela disse: “Um dia é como um ano, alguns dias você não pode respirar porque não sabe o que vai acontecer com você no dia seguinte.

Quando as pessoas vivenciam a prisão de Evin, elas nunca mais serão as mesmas.

Ela disse que mesmo depois de ser libertado, ex-prisioneiros não podem voltar à vida normal.

Ela disse: “O estresse é demais. Nós não podemos ser as mesmas pessoas. Nós não podemos ser tão felizes quanto antes.

Não gostamos de atividades como pessoas normais, porque o tempo todo pensamos naqueles que ainda estão lá.”

Hormoz Shariat, da organização Iran Alive Ministries, também revelou como é a vida na Prisão de Evin.

Ele disse: “Geralmente, no primeiro ou segundo mês, há tortura para obter todas as informações que podem do prisioneiro.

Se o preso morre sob tortura, eles alegam que ele cometeu suicídio.

“Além disso, quando alguém é preso, outros irmãos e irmãs cortam o relacionamento  com ele e sua família por causa dos riscos de segurança. Então a pessoa e sua família se sentem abandonados e solitários. ”/  Express.co

Publicado em 21 de maio

Com imagem de Al Jazeera   e informações Mohabat