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A conversão do Velho, Novo e Novíssimo Mundo Ocidental para o Califado Mundial do Islã e sua Sharia

Por Amir Kater

Estou me perguntando como começar esse ‘diálogo’ que apenas por esse instante que escrevo é um monólogo. Engraçado para não dizer “trágico” como o Islã consegue deturpar algo que está enraizado na base/núcleo da nossa mais tenra sociedade, pior que ainda vivemos no nosso dia-a-dia.

Vamos fazer uma pequena analogia: a maioria dos senhores e senhoras, com certeza tomam “vinho”. “Ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: “O vinho velho é melhor”. Pois bem, o “vinho da antiga safra”(Velho Mundo) está vinagrando, o “vinho da nova safra” (Novo Mundo) não está sabendo lidar com a rápida e sorrateira política de ‘consumo’, e o “Novíssimo Mundo” está sendo vendido sem critérios para uma “teo-religião” sem nenhum refinamento de paladar.

Para a Senhora Europa “Velho Mundo” como muitos descrevem, pela teoria “eurocentrista”, era o centro do mundo que se transformou em “berço islâmico”, se tornando “Eurábia”,senão vejamos:

“Milhares de vítimas de esfaqueamento na Alemanha não noticiados pela grande mídia, e a total passividade da sociedade contra a invasão civilizacional que ameaça o fim do berço da Civilização Ocidental.”

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

Estamos voltando a época da Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, só que em ‘escala mundial’, o muro é etéreo, é também a falta de informação ou a informação errada/deturpada em excesso principalmente na América Latina, mais especificamente Brasil.

Vale citar alguns exemplos:

“Por que a América Latina é a única região do mundo onde o islã não cresce”.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

“Número de centros islâmicos sobe 20% em 2015 em São Paulo”.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

“Cresce número de brasileiros que se convertem ao Islã”.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

“Os caminhos do Islã no Brasil”.

“Aumento no número de mesquitas no país, de sheiks que agora falam português e de brasileiros no topo da hierarquia de centros islâmicos explica a expansão dos muçulmanos no Brasil”.

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

Estamos num estado de ebriedade quanto ao assunto “islamismo”, mas não podemos baixar nossa guarda e comprar o que esse ciclo viciante “pró-Islã” está vendendo.

“O Islã não pode ter uma presença significativa na Austrália se quisermos viver numa sociedade aberta, secular e coesa” – disse ‘ Pauline Hanson líder do partido Uma Nação’.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

Hoje, na America Latina, principalmente no Brasil, estão sendo colocados em prática os dois primeiros pilares do islamismo:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

Por onde o Islã passa não vemos TOLERÂNCIA, CARIDADE, RESPEITO, pelo menos pra quem não aceita essa CULTURA SANGUINÁRIA. Os mulçumanos tentam distorcer a sua real cultura com ajuda da “imprensa marrom” mundial que justifica as barbaridades dos islâmicos com erros cometidos por outrem como se vê na seguinte matéria:

“Houve perseguições ocasionais durante a dominação muçulmana”, diz o jornalista americano-português Richard Zimler, especialista em religiões comparadas. “Mas nada que se compare à brutalidade da Inquisição Católica”.

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

Diante de uma mídia global rendida ao terror disfarçado de “pacifismo”, o “cálice da ira” do califado islâmico está pronto para ser sorvido pelas nações.

Lembremos sempre do seguinte:

HÉGIRA (migração): É uma tática tradicional de ocupação pacífica, na qual a comunidade Kafir tem a falsa sensação de que os primeiros imigrantes não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganhado força.

TAYSIR: Permite ensinar fórmulas falsas do Islã em terras estrangeiras, ou ignorar os princípios mais rígidos da Sharia, como uma versão “light” do Islã – para facilitar sua observância pelos novatos – que mais tarde serão endurecidos.

MURUNA: É a suspensão temporária da SHARIA, a fim de que os imigrantes muçulmanos pareçam “moderados”.

HUDNA: É uma trégua temporária (muitas vezes entendida como “paz” pelo kafir), que os muçulmanos podem quebrar a qualquer momento, quando se tornar estrategicamente vantajoso. É geralmente para fins de armamento e reagrupamento (ver as ondas de ataques dos palestinos a Israel).

AL‐WALA’ WA’L‐BARA’: Esta é a convocação geral – uma conclamação aos muçulmanos para se unirem (incluindo os terroristas) e se ajudarem contra os não-muçulmanos. A ordem para todos é evitar se opor à Jihad, incluindo participar no esforço de guerra aos não muçulmanos.

Urge a necessidade de acordar para a realidade, deixando todo e qualquer preconceito de lado, pois a cimitarra que se coloca sobre as nucas, se aproveita, se fortalece e se engrandece a cada cisão, a cada ponto de preconceito interno, de desentendimento entre pares. Acordem! Percebam os jogos, jogadas e “sacadas” políticas que permeiam a nova realidade mundial.

Abraços, com votos de paz e bons olhos para enxergar melhor o que se aproxima.

Referência de imagem: http://worldwatchtoday.org/archives/2779

http://radiovox.org/2017/06/29/a-hora-da-europa-mais-terrorismo-islamico-no-velho-continente/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39501016

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150911_mesquitas_saopaulo_cc

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,nova-noticia,1697438

http://istoe.com.br/349181_OS+CAMINHOS+DO+ISLA+NO+BRASIL/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/lider-de-extrema-direita-critica-invasao-de-muculmanos-na-australia.html

http://super.abril.com.br/historia/o-isla-e-uma-religiao-tolerante/

130 imãs do Reino Unido saudados por recusar-se a realizar orações funerárias por jihadistas, mas o Islã proíbe orações fúnebres por jihadistas

O Conselho muçulmano da Grã-Bretanha ganhou manchetes em todo o mundo – e elogios – pelo anúncio. O secretário de Estado Tillerson disse na segunda-feira na Nova Zelândia: “Fui realmente encorajado quando ouvi as notícias nesta manhã que vários imãs em Londres condenaram esses atacantes e disseram que não realizarão serviços de oração sobre seus funerais, o que significa que eles” Estão condenando suas almas. E isso é o que tem que ser feito, e somente a fé muçulmana pode lidar com isso “.

Os muçulmanos moderados se levantam, certo? Aqui está a declaração do MCB:

“Mais de 130 imãs e líderes religiosos de diversas origens se recusam a realizar a oração funerária para atacantes londrinos em um movimento sem precedentes”, Conselho muçulmano da Grã-Bretanha , 5 de junho de 2017

Imames e líderes religiosos de todo o país e uma série de escolas de pensamento se uniram para emitir uma declaração pública condenando o recente ataque terrorista em Londres e transmitindo sua dor ao sofrimento das vítimas e suas famílias.

Em um movimento sem precedentes, eles não só se recusaram a realizar a oração islâmica tradicional pelo terrorista – um ritual que normalmente é realizado para cada muçulmano, independentemente de suas ações -, mas também pediu aos outros que façam o mesmo. Eles disseram:

“Consequentemente, e à luz de outros princípios éticos que são essenciais para o Islã, não realizaremos a oração funeral islâmica tradicional sobre os perpetradores e também pedimos aos imigos e autoridades religiosas que retirem esse privilégio. Isso ocorre porque essas ações indefensáveis ​​estão completamente em desacordo com os elevados ensinamentos do Islã “.

Tudo isso parece ótimo, mas há apenas uma captura: Muhammad é retratado em hadiths como proibindo orações funerárias para mártires, e a lei islâmica proíbe tais orações também:

“Narrado Jabir bin` Abdullah: O Mensageiro de Deus costumava envolver dois mártires de Uhud em uma folha e depois dizer: “Qual deles conhecia mais o Alcorão?” Quando um dos dois foi apontado, ele o colocaria primeiro no grave. Então ele disse: “Eu vou ser testemunha deles no Dia da Ressurreição”. Ele ordenou que fossem enterrados com o sangue deles (em seus corpos). Nem a oração funeral oferecida para eles, nem foram lavados. Jabir acrescentou: “Quando meu pai foi martirizado, comecei a chorar e a descobrir o rosto dele. Os companheiros do Profeta impediram-me de fazê-lo, mas o Profeta não me impediu. Então o Profeta disse: “(Ó Jabir.) Não chore sobre ele, pois os anjos continuaram a cobri-lo com as suas asas até que seu corpo fosse levado (para o enterro)” (Bukhari 5.59.406).

“Narrado Jabir bin` Abdullah: O Profeta coletou cada dois mártires de Uhud em um pedaço de pano, então ele perguntaria: “Qual deles tinha (sabia) mais do Alcorão?” Quando um deles foi apontado para Ele colocaria aquele primeiro no túmulo e dizia: “Eu vou ser uma testemunha nestes no Dia da Ressurreição”. Ele ordenou que fossem sepultados com o sangue em seus corpos e não fossem lavados nem uma Oração no funeral fosse oferecida por eles. “(Bukhari 2.23.427)

As palavras de Muhammad em hadiths que são consideradas autênticas são normativas para a lei islâmica, e a lei islâmica, portanto, afirma: “É ilegal lavar o corpo de um mártir (O: mesmo que seja em estado de grande impureza ritual (janaba) ou similar) Ou executar a oração funeral sobre ele. Um mártir (shahid) significa alguém que morreu em batalha com não-muçulmanos (O: de lutar contra eles, em oposição a alguém que morreu de outra forma, como uma pessoa morta fora de opressão quando não estava na batalha ou que morreu de lutar contra não- Politeístas, como transgressores (N: muçulmanos). “- Confiança do viajante g4.20

Então, o que foi tirado por Rex Tillerson e o mundo como um grande show de rejeição muçulmana do terrorismo é realmente uma exibição da adesão muçulmana à lei islâmica, a aceitação de mortes terroristas como o martírio islâmico e a aplicação do dito de Muhammad “a guerra é engano”.

https://www.jihadwatch.org/2017/06/130-uk-imams-hailed-for-refusing-to-perform-funeral-prayers-for-jihadis-but-islam-forbids-funeral-prayers-for-jihadis

 

Google celebra o Ramadã promovendo o código de vestimenta opressivo para as mulheres

Google promove o código de vestimenta da Sharia para as mulheres em seu último doodle comemorando o “mês sagrado” islâmico, o Ramadã.

Centenas de milhões de mulheres em todo o mundo vivem sem os direitos humanos mais básicos. Elas vivem sob a brutal lei islâmica, a Sharia. A Sharia dá aos maridos o direito de bater nas suas esposas (Alcorão 4:34 ) e lhes permite fazer sexo com meninas até os nove anos de idade (porque é isso que o seu bom exemplo , Muhammad, fez ). Além de dar aos homens o direito de abusar de mulheres e meninas, Sharia rouba as mulheres  muçulmanas do seu direito de escolher sua própria religião (deixando o islã deve ser punida com a morte de acordo com a Sharia) e escolher seu próprio parceiro sexual: a família tem que aprovar o seu marido, e se quiser divorciar-se  muitas vezes parceiro violento, Ela precisa de sua permissão e terá que pagá-lo por isso (árabe: khula ‘ ). O sexo antes ou fora do casamento é impensável (castigo segundo Sharia: morte por lapidação ).

Ao marcar o Ramadã com uma muçulmana velada, o Google romantiza a brutal opressão religiosa das mulheres. Se a mulher Disneyfied no logotipo Arabified da Google escolhesse livrar-se do véu, deixar sua família opressiva e ir encontrar um homem que realmente ama, seria morta.

Não gosta de Disney, não é? A mulher no logotipo do Ramadan do Google não é voluntária; ela é uma prisioneira de sua própria religião.

Então, como o Google celebra a Páscoa? Eles não celebram  (embora comemorem “O 56º Aniversário do Parque Indígena Xingu no Brasil”, “Dia da montanha”, e o feriado indonésio “Mudik” – com uma mulher velada …).

Um  especialista em mecanismos de busca explica aqui como o Google em seus resultados de pesquisa promove o Islã e coloca as críticas do Islã em desvantagem.

Muito ruim, especialmente para as muitas mulheres muçulmanas que não vêem nada romântico ao ter que usar várias camadas de pano quente porque ninguém tem permissão para ver a forma de seus corpos – ou que sonham em ir à praia com um biquíni.

https://www.jihadwatch.org/2017/06/google-celebrates-ramadan-by-promoting-oppressive-dress-code-for-women

Porta-voz da Igreja da Inglaterra: “As crianças devem ser forçadas a aprender sobre o Islã”

“Porta-voz da Igreja da Inglaterra(Anglicana):” As crianças devem ser forçadas a aprender sobre o Islã “, de Donna Rachel Edmunds, Breitbart , 28 de abril de 2017:

A Igreja da Inglaterra emitiu pedido para que os pais perdessem o direito de retirar seus filhos das aulas de educação religiosa – porque alguns aparentemente estão usando esse direito para impedir seus filhos de assistir as lições sobre o Islã.

Atualmente, os pais podem decidir sobre a opção de seus filhos participarem de aulas de educação religiosa (RE), e podem fazê-lo sem dar uma razão.

No entanto, Derek Holloway, diretor de ER da Igreja de Inglaterra, pediu que esse direito seja  cancelado e que seus filhos sejam ensinados sobre outras religiões do mundo, independentemente dos pontos de vista dos pais.

“Parece que [alguns pais] não querem que seus filhos sejam expostos a outras crenças e visões do mundo, em particular o Islã. Estamos preocupados que isso está negando a esses alunos a oportunidade de desenvolver as habilidades que eles precisam para viver bem juntos como adultos “, disse ele ao Times.

Ele acrescentou: “Evidentemente, também houve alguns casos em diferentes partes do país de pais com crenças religiosas fundamentalistas também tendo um curso semelhante. Isso não se limita a nenhuma religião ou área específica do país “.

Em um post do blog na página da Igreja da Inglaterra no Facebook, ele insistiu que as crianças deveriam ser ensinadas sobre todas as religiões para prepará-las para a vida como cidadãos globais.

“As religiões são globais em seu alcance e são globais em sua organização. O Reino Unido é parte de uma comunidade global e por isso é o momento agora de considerar o conteúdo do currículo ER equilibrado em termos globais e não em termos dos dados do censo paroquial Inglês”, escreveu.

A igreja de Inglaterra controla aproximadamente 4.700 escolas, de que aproximadamente 200 são escolas secundárias ou médias. A Igreja é, portanto, responsável por educar cerca de um milhão de crianças por ano.

No entanto, apesar de as diretrizes do governo estipularem que a educação religiosa deve refletir que “as tradições religiosas da Grã-Bretanha são principalmente cristãs”, continuam dizendo que devem “levar em conta os ensinamentos e as práticas das outras religiões principais”.

Em seu blog, Holloway apoiou este princípio, escrevendo: “As escolas da Igreja não são” escolas de fé para os fiéis, são escolas da igreja que servem a comunidade “. Portanto, não procuramos oferecer um currículo de Educação Religiosa (ER) adequado apenas para aqueles de origem cristã, mas uma Educação Religiosa que é um componente essencial de uma educação que permite que todos os alunos que servimos de todas as fés sem privilegiar uma em detrimento das outras a fim de que todos sejam preparados para a vida na Grã-Bretanha moderna.

Ele acrescentou: “O direito de retirada da ER agora dá conforto àqueles que estão violando a lei e buscando incitar o ódio religioso”.

No entanto, o blog do Sr. Holloways levantou preocupações dos pais sobre a interferência do Estado. Martin Earnest comentou: “Esta é uma proposta terrível e atravessa a linha muito longe da igreja interferindo no Estado e privacidade de consciência.

“Eu estarei retirando meu filho do ER para evitar o doutrinamento religioso através do Estado.”

Outro leitor, Eric Norton, acusou a igreja de hipocrisia, discordando da afirmação do Sr. Holloways de que as escolas da igreja não são escolas de fé … “

https://www.jihadwatch.org/2017/04/church-of-england-spokesman-children-should-be-forced-to-learn-about-islam

Uzbequistão: cristãs são perseguidas pela família e vizinhos

Hostilizadas por vizinhos e parentes, Gulnor e Karima ainda enfrentam a perseguição da polícia, que ameaça prendê-las. O crime delas é seguir a Jesus.

Quando descobriu que a esposa havia se convertido e que os filhos a seguiram na fé, o marido de Gulnor* abandonou a família e foi morar na Rússia, muito longe da mulher e filhos. Diante de vários problemas financeiros que teve por conta da saída do marido, Gulnor foi morar com sua mãe e irmão em um vilarejo uzbeque. A irmã também é cristã mora em condições precárias, necessitando de várias reformas, principalmente no telhado e um novo poço para coleta de água. Além disso, os remédios da mãe, que além de não aceita-las como cristãs, depende totalmente do cuidado das filhas. Entre todos os problemas, o filho mais velho de Gulnor, Amir*, está em um hospital por conta de um problema cardíaco. Ele faz parte da equipe de louvor de sua igreja e acredita que em breve poderá voltar para suas tarefas em comunidade.

Atualmente, as irmãs e suas famílias estão sendo ameaçadas pela polícia por atividades ilegais religiosas. Elas são delatadas pelos vizinhos que desaprovam a presença delas no vilarejo. “Eles nos acusam de traição ao islã e por isso acreditam que toda a doença e pobreza de nossa família provêm disso. Mas não vamos deixar de confiar em Deus. Se não nos deixam pegar água no poço da comunidade, vamos cavar poços próprios e Deus vai nos ajudar”, declara a cristã.

*Nomes e foto alterados por motivo de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristas-sao-perseguidas-pela-familia-e-vizinhos

Cristãos nigerianos são perseguidos em todo o país

A lei islâmica (sharia) é imposta na maioria dos estados do norte da Nigéria e os cristãos enfrentam perseguição e pressão constante para se converterem ao islã.

Enquanto ataques aos cristãos por parte dos militantes islâmicos Boko Haram e dos pastores Fulani no nordeste da Nigéria chamaram a atenção da mídia, as fortes pressões sociais que os cristãos enfrentam em outros lugares passam despercebidas.

Apesar dos equívocos de que eles são uma minoria no norte da Nigéria, os cristãos ainda formam a maioria na metade dos 12 estados do norte, agora todos sob a lei islâmica (sharia), enquanto há altas concentrações, de até 50% da população, em outros estados do norte.

Em uma comunidade remota no estado de Kebbi, governado pela sharia, os cristãos enfrentam discriminação e pressão constante para se converterem ao Islã.

A vila de Danbango na área de governo local de Yauri era tradicionalmente uma comunidade animista (crença de que tudo tem uma alma ou espírito, inclusive os animais, plantas, rochas, montanhas, rios e estrelas), mas muitos se converteram ao cristianismo depois da visita de missionários em 2012. Mais recentemente, com as visitas de líderes muçulmanos muitos se converteram ao Islã. Os cristãos dizem que também enfrentaram pressão para fazê-lo.

Um morador cristão disse que lhes prometeram vantagens, escolas e clínicas se se convertessem.

“Quando meu filho ficou muito doente, levei-o ao hospital, mas os médicos disseram que o tratariam somente se eu desistisse da minha fé cristã. Recusei e o levei para casa. Alguns dias depois morreu”, disse um cristão de Yauri

O líder de uma igreja local, Josué Wede, disse que sua igreja também experimentou problemas. “O chefe distrital de Yauri, acompanhado por um grupo de vigilantes muçulmanos, veio à nossa igreja e interrompeu o culto de adoração”, disse ele. “Eles nos bateram e alegaram que o terreno em que nossa igreja foi construída não foi liberado pelo governo. Mas pertence a um dos nossos membros da igreja, que nos deu para construir um lugar para os nossos cultos”. Segundo ele, a mesquita da vizinhança não foi incomodada, apesar deles não obterem aprovação para construir sobre o terreno.

“Em maio deste ano, fomos presos e levados para a prisão, onde fomos espancados novamente e recebemos tratamento duro. Não tivemos oportunidade de entrar em contato com um advogado, e alguns funcionários nos disseram que se nos declarássemos culpados, seríamos libertados. Não tínhamos a quem recorrer ou qualquer pessoa que poderiam nos ajudar, portanto, concordaram.

“Alguns representantes da Associação Cristã da Nigéria vieram ao tribunal para implorar que a audiência fosse adiada para que eles pudessem conversar conosco, mas era tarde demais. Já tínhamos nos declarado culpados. O julgamento final foi aprovado dias depois e fomos sentenciados a três anos de prisão com trabalhos forçados, ou multa de US $ 150 cada.

Outro líder da igreja, chamado Kabiru, acrescentou: “Fui preso muitas vezes por falsas acusações. Tudo é apenas um esforço para frustrar a propagação do Evangelho “.

Juntos pela África
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristaos-nigerianos-sao-perseguidos-em-todo-pais

Stop saying ISIS has “nothing to do with Islam” says Archbishop

Tim Dieppe reflects on Justin Welby’s call for people to stop saying that ISIS has “nothing to do with Islam”. 

Tim agrees with Archbishop Welby that in order to defeat ISIS we must deal with the ideology driving their actions.

Tim is Director of Islamic Affairs at Christian Concern.    

The Archbishop of Canterbury has said it is time to stop repeating the popular politically correct mantra that ISIS has “nothing to do with Islam”. In a speech delivered in Paris last week, during a ceremony in which he was awarded an honorary doctorate, he argued that “If we treat religiously-motivated violence solely as a security issue, or a political issue, then it will be incredibly difficult – probably impossible – to overcome it.” He went on to say: “Until religious leaders stand up and take responsibility for the actions of those who do things in the name of their religion, we will see no resolution” – words of sense and truth from the Archbishop which prompted a number of headlines delighting in the politically incorrect nature of his comments.

This follows calls from several high profile figures for people not to use the term ‘Islamic State’. Last year, then Prime Minister David Cameron criticised the BBC for using the term ‘Islamic State’, and a letter signed by more than 120 MPs was sent to the BBC director general complaining about its use of the term. The BBC’s Head of Religion and Ethics however, Professor Aaqil Ahmed, himself a Muslim, argued earlier this year that“The Islamic State are Muslims and their doctrine is Islamic.”

It is worth clarifying what is meant by saying that ‘Islamic State is Islamic’. Clearly, we do not mean that Islamic State represents most Muslims. A minority of Muslims support Islamic State, though not an insignificant minority. According to the ICM Survey of Muslims in Britain, 7% supported the objective to create an Islamic State, and 3% supported the way in which ISIS is establishing a Caliphate. From a population of 2.7m Muslims, that would make 80,000 people supporting ISIS in the UK alone.

To say that ‘Islamic State is Islamic’, at a minimum means that those leading ‘Islamic State’ self-identify as Muslim. This is clearly true, but we can go further and say that not only do they themselves identify as Muslims, they also consciously want ‘Islamic State’ to be identified as Islamic. Hence their chosen name. At this point it becomes somewhat Orwellian to deny that ‘Islamic State’ has anything to do with Islam, but we can go further still, and ask whether their doctrines and practices adhere to the doctrines and teaching of Muhammad and the Qur’an. This is the real test. If ‘Islamic State’ ignored Muhammad’s teaching, or clearly obtained their ideas from outside Islam then there would be grounds for denying that they are really Islamic.

The Archbishop compares ‘Islamic State’ with Christian militia in the Central African Republic, and Hindu nationalist persecution of Christians in South India, arguing that we can’t say that these groups have ‘nothing to do with’ Christianity or Hinduism. In this, of course, he is quite right. These groups do have something to do with their religions. They clearly pass the self-identification tests. But do they pass the doctrine and practice test? Jesus was not a war leader, neither did he lead violent campaigns. In fact Jesus criticised Peter for using a sword to defend him (Matthew 26:52). Hinduism has no clear founder or single text, so is harder to define doctrinally.  Muhammad was a warrior who led several violent campaigns and whose religion has then been spread by the sword.

This means that a violent group that kills those who refuse to accept Islam can claim to be following Muhammad’s teaching and example. Numerous texts in the Qur’an support this practice. Whereas a group that kills those who refuse to accept Christianity cannot claim to be following Jesus’ teaching or example. A cursory look at any issue of the Islamic State’s magazine Dabiq will show how keen they are to ground all their doctrine and practice from the teaching and example of Muhammad. So we are left with ‘Islamic State’ being Islamic in name, self-identification, doctrine, and practice, whilst noting that this does not mean that most Muslims agree with its practice.

The Archbishop said that “in order to defeat terrorism, we need to understand the mind-set of those who perpetrate it.” He then elaborated: “However depraved it may be, groups like ISIS have an ideology, indeed a theology – which is at the heart of their propaganda, and therefore the driving force – which holds an apocalyptic understanding of human history, not as a loose term but in its strictest technical terms: they believe that the world is about to end, that the Prophet will return with Jesus, and will defeat the western powers.” In this he is quite right. We are not fighting terrorism, which is only a tactic, we are fighting an ideology that makes use of terrorism. In order to defeat this ideology, we must first name it, and then understand it.

One of the Archbishop’s proposed solutions to increased religious violence is for us to be “confident to talk about the Judeo-Christian tradition of our continent.” He said, though, that he is not calling for “a return to Christendom.” One has to ask why not? An explicitly Christian culture would be best for this country and other countries in establishing a moral and religious foundation for society. Without this, what is the alternative? An intolerant Islam or an intolerant secularism are vying for supremacy as Christianity loses ground.

I agree with the Archbishop that it is time to stop saying ISIS has nothing to do with Islam. Let’s hope that politicians and the media listen to his advice.

Related Links:
Archbishop Justin Welby on ‘the common good and a shared vision for the next century’ (Archbishop of Canterbury)
Justin Welby: It’s time to stop saying Isil has ‘nothing to do with Islam’ (Telegraph)
Justin Welby: It’s time to stop saying Isis has ‘nothing to do with Islam’ (Independent)
It’s wrong to claim ISIS has nothing to do with Islam, says Archbishop of Canterbury (Mail)
BBC Head of Religion: ‘Islamic State is Islamic’
BBC to review use of ‘Islamic State’ after MPs protest against term (Guardian)
What Does Islam Teach About Violence (The Religion of Peace)

http://www.christianconcern.com/our-concerns/islam/stop-saying-isis-has-nothing-to-do-with-islam-says-archbishop

Cristianismo é sufocado e islamismo apoiado pelo governo

O que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã.

Desde que o Irã passou a criar centros islâmicos para difundir sua ideologia na América Latina, Cuba tem buscado mais parcerias com o mundo muçulmano. O presidente Erdogan conseguiu concluir seu feito de construir uma mesquita em Havana, no ano de 2015. Os fieis afirmam que praticam a religião sem obstáculos, numa ilha que foi marcada pelo ateísmo durante muitos anos.

Recentemente, também foram abertas mesquitas no México, Colômbia e Venezuela. Mas no caso de Cuba, o que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã. A lei permite o cristianismo somente na teoria, mas na prática já excluiu o ensino religioso nas escolas públicas, algumas igrejas já foram destruídas e outras tiveram suas atividades encerradas.

Nos últimos três anos, os iranianos já criaram um centro cultural xiita e a mesquita em Havana, que investe em recrutar e converter os cubanos, com o apoio das autoridades de Cuba. Enquanto isso, cristãos já foram até mesmo agredidos fisicamente porque tentaram impedir a demolição de um igreja por funcionários do governo que os chamaram de “subvertidos”. Nas leis e documentos oficiais há severas restrições sobre encontros, cultos e evangelização nas ruas. Ore por essa nação.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/cristianismo-e-sufocado-e-islamismo-apoiado-pelo-governo

Entenda a lei de blasfêmia no Paquistão

Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis; a questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos

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A sharia é um sistema de leis muçulmanas que foi criado há centenas de anos, após a morte de Maomé, considerado “o profeta” pelos seguidores do islamismo. Nesse sistema há regras de comportamento que devem ser seguidas à risca em todas as áreas da vida. Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis. A questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos.

Compartilhar o evangelho, por exemplo, faz dos cristãos “violadores” das regras mais básicas da sharia. Induzir alguém a acreditar em outra fé que não seja o islã é considerado proselitismo. Essas disposições anti-blasfêmia no Paquistão são mecanismos legais camuflados em “armadilhas políticas”, como mostra a matéria principal “As Leis de Blasfêmia”, da Revista Portas Abertas desse mês.

Nos últimos 40 anos, o número de casos de blasfêmia aumentou 16 vezes e a maioria envolve cristãos. Não tem sido fácil para os nossos irmãos paquistaneses enfrentar tantos desafios e lutas. A Portas Abertas tem estado presente na vida deles, através de vários projetos. Um deles é“Investimento pra vida toda”. Trata-se de um planejamento de alfabetização para os paquistaneses, que tem servido também como uma valiosa ferramenta evangelística, colocando essas pessoas em contato com as Escrituras. Envolva-se com a igreja no Paquistão.

Leia também
Últimas notícias sobre Asia Bibi
Ajude a igreja no Paquistão

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/entenda-a-lei-de-blasfemia-no-paquistao

Crescem conversões forçadas de mulheres ao Islã no Paquistão

Lahore (RV) – Todos os anos no Paquistão mais de 1 mil moças são sequestradas e forçadas a se converter ao islamismo. A maior parte pertence à religião cristã ou a outras minorias religiosas, as mais vulneráveis e indefesas. A RV entrevistou o professor Mobeen Shahid, docente na Pontifícia Universidade Lateranense e fundador da Associação dos paquistaneses cristãos na Itália, que explicou este preocupante fenômeno – que se realiza diante do silêncio da mídia:

“A situação das moças que pertencem à minorias religiosas no Paquistão, em particular cristãs e hindus, é péssima porque está crescendo de maneira incrível. As minorias religiosas são a parte mais frágil da sociedade. A lei da ‘sharia’ prevê, em nível constitucional, fortes discriminações contra as mulheres. No ano passado, foram registrados 1,2 mil casos de moças sequestradas e obrigadas a se converter ao islamismo. Mas isto é só a ponta de um iceberg”.

RV: Prof. Shahid, como as famílias destas jovens cristãs enfrentam esta situação?

“As famílias cristãs, infelizmente, além da lei, interpelam quando possível, mas não dispõem de nenhum meio, a não ser pedir assistência ao próprio pároco. Este, por sua vez, sendo um representante religioso e social, procura ajudar, mas os meios legais não são simples. Uma das soluções é justamente a de apelar à mídia internacional, para que este fenômeno não fique esquecido e calado. Espero que a ONU e as ONGs possam denunciar e intervir em tais casos crescentes e preocupantes”.

(MT)

Fonte: Radio Vaticano