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Uzbequistão: cristãs são perseguidas pela família e vizinhos

Hostilizadas por vizinhos e parentes, Gulnor e Karima ainda enfrentam a perseguição da polícia, que ameaça prendê-las. O crime delas é seguir a Jesus.

Quando descobriu que a esposa havia se convertido e que os filhos a seguiram na fé, o marido de Gulnor* abandonou a família e foi morar na Rússia, muito longe da mulher e filhos. Diante de vários problemas financeiros que teve por conta da saída do marido, Gulnor foi morar com sua mãe e irmão em um vilarejo uzbeque. A irmã também é cristã mora em condições precárias, necessitando de várias reformas, principalmente no telhado e um novo poço para coleta de água. Além disso, os remédios da mãe, que além de não aceita-las como cristãs, depende totalmente do cuidado das filhas. Entre todos os problemas, o filho mais velho de Gulnor, Amir*, está em um hospital por conta de um problema cardíaco. Ele faz parte da equipe de louvor de sua igreja e acredita que em breve poderá voltar para suas tarefas em comunidade.

Atualmente, as irmãs e suas famílias estão sendo ameaçadas pela polícia por atividades ilegais religiosas. Elas são delatadas pelos vizinhos que desaprovam a presença delas no vilarejo. “Eles nos acusam de traição ao islã e por isso acreditam que toda a doença e pobreza de nossa família provêm disso. Mas não vamos deixar de confiar em Deus. Se não nos deixam pegar água no poço da comunidade, vamos cavar poços próprios e Deus vai nos ajudar”, declara a cristã.

*Nomes e foto alterados por motivo de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristas-sao-perseguidas-pela-familia-e-vizinhos

Cristãos nigerianos são perseguidos em todo o país

A lei islâmica (sharia) é imposta na maioria dos estados do norte da Nigéria e os cristãos enfrentam perseguição e pressão constante para se converterem ao islã.

Enquanto ataques aos cristãos por parte dos militantes islâmicos Boko Haram e dos pastores Fulani no nordeste da Nigéria chamaram a atenção da mídia, as fortes pressões sociais que os cristãos enfrentam em outros lugares passam despercebidas.

Apesar dos equívocos de que eles são uma minoria no norte da Nigéria, os cristãos ainda formam a maioria na metade dos 12 estados do norte, agora todos sob a lei islâmica (sharia), enquanto há altas concentrações, de até 50% da população, em outros estados do norte.

Em uma comunidade remota no estado de Kebbi, governado pela sharia, os cristãos enfrentam discriminação e pressão constante para se converterem ao Islã.

A vila de Danbango na área de governo local de Yauri era tradicionalmente uma comunidade animista (crença de que tudo tem uma alma ou espírito, inclusive os animais, plantas, rochas, montanhas, rios e estrelas), mas muitos se converteram ao cristianismo depois da visita de missionários em 2012. Mais recentemente, com as visitas de líderes muçulmanos muitos se converteram ao Islã. Os cristãos dizem que também enfrentaram pressão para fazê-lo.

Um morador cristão disse que lhes prometeram vantagens, escolas e clínicas se se convertessem.

“Quando meu filho ficou muito doente, levei-o ao hospital, mas os médicos disseram que o tratariam somente se eu desistisse da minha fé cristã. Recusei e o levei para casa. Alguns dias depois morreu”, disse um cristão de Yauri

O líder de uma igreja local, Josué Wede, disse que sua igreja também experimentou problemas. “O chefe distrital de Yauri, acompanhado por um grupo de vigilantes muçulmanos, veio à nossa igreja e interrompeu o culto de adoração”, disse ele. “Eles nos bateram e alegaram que o terreno em que nossa igreja foi construída não foi liberado pelo governo. Mas pertence a um dos nossos membros da igreja, que nos deu para construir um lugar para os nossos cultos”. Segundo ele, a mesquita da vizinhança não foi incomodada, apesar deles não obterem aprovação para construir sobre o terreno.

“Em maio deste ano, fomos presos e levados para a prisão, onde fomos espancados novamente e recebemos tratamento duro. Não tivemos oportunidade de entrar em contato com um advogado, e alguns funcionários nos disseram que se nos declarássemos culpados, seríamos libertados. Não tínhamos a quem recorrer ou qualquer pessoa que poderiam nos ajudar, portanto, concordaram.

“Alguns representantes da Associação Cristã da Nigéria vieram ao tribunal para implorar que a audiência fosse adiada para que eles pudessem conversar conosco, mas era tarde demais. Já tínhamos nos declarado culpados. O julgamento final foi aprovado dias depois e fomos sentenciados a três anos de prisão com trabalhos forçados, ou multa de US $ 150 cada.

Outro líder da igreja, chamado Kabiru, acrescentou: “Fui preso muitas vezes por falsas acusações. Tudo é apenas um esforço para frustrar a propagação do Evangelho “.

Juntos pela África
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristaos-nigerianos-sao-perseguidos-em-todo-pais

Stop saying ISIS has “nothing to do with Islam” says Archbishop

Tim Dieppe reflects on Justin Welby’s call for people to stop saying that ISIS has “nothing to do with Islam”. 

Tim agrees with Archbishop Welby that in order to defeat ISIS we must deal with the ideology driving their actions.

Tim is Director of Islamic Affairs at Christian Concern.    

The Archbishop of Canterbury has said it is time to stop repeating the popular politically correct mantra that ISIS has “nothing to do with Islam”. In a speech delivered in Paris last week, during a ceremony in which he was awarded an honorary doctorate, he argued that “If we treat religiously-motivated violence solely as a security issue, or a political issue, then it will be incredibly difficult – probably impossible – to overcome it.” He went on to say: “Until religious leaders stand up and take responsibility for the actions of those who do things in the name of their religion, we will see no resolution” – words of sense and truth from the Archbishop which prompted a number of headlines delighting in the politically incorrect nature of his comments.

This follows calls from several high profile figures for people not to use the term ‘Islamic State’. Last year, then Prime Minister David Cameron criticised the BBC for using the term ‘Islamic State’, and a letter signed by more than 120 MPs was sent to the BBC director general complaining about its use of the term. The BBC’s Head of Religion and Ethics however, Professor Aaqil Ahmed, himself a Muslim, argued earlier this year that“The Islamic State are Muslims and their doctrine is Islamic.”

It is worth clarifying what is meant by saying that ‘Islamic State is Islamic’. Clearly, we do not mean that Islamic State represents most Muslims. A minority of Muslims support Islamic State, though not an insignificant minority. According to the ICM Survey of Muslims in Britain, 7% supported the objective to create an Islamic State, and 3% supported the way in which ISIS is establishing a Caliphate. From a population of 2.7m Muslims, that would make 80,000 people supporting ISIS in the UK alone.

To say that ‘Islamic State is Islamic’, at a minimum means that those leading ‘Islamic State’ self-identify as Muslim. This is clearly true, but we can go further and say that not only do they themselves identify as Muslims, they also consciously want ‘Islamic State’ to be identified as Islamic. Hence their chosen name. At this point it becomes somewhat Orwellian to deny that ‘Islamic State’ has anything to do with Islam, but we can go further still, and ask whether their doctrines and practices adhere to the doctrines and teaching of Muhammad and the Qur’an. This is the real test. If ‘Islamic State’ ignored Muhammad’s teaching, or clearly obtained their ideas from outside Islam then there would be grounds for denying that they are really Islamic.

The Archbishop compares ‘Islamic State’ with Christian militia in the Central African Republic, and Hindu nationalist persecution of Christians in South India, arguing that we can’t say that these groups have ‘nothing to do with’ Christianity or Hinduism. In this, of course, he is quite right. These groups do have something to do with their religions. They clearly pass the self-identification tests. But do they pass the doctrine and practice test? Jesus was not a war leader, neither did he lead violent campaigns. In fact Jesus criticised Peter for using a sword to defend him (Matthew 26:52). Hinduism has no clear founder or single text, so is harder to define doctrinally.  Muhammad was a warrior who led several violent campaigns and whose religion has then been spread by the sword.

This means that a violent group that kills those who refuse to accept Islam can claim to be following Muhammad’s teaching and example. Numerous texts in the Qur’an support this practice. Whereas a group that kills those who refuse to accept Christianity cannot claim to be following Jesus’ teaching or example. A cursory look at any issue of the Islamic State’s magazine Dabiq will show how keen they are to ground all their doctrine and practice from the teaching and example of Muhammad. So we are left with ‘Islamic State’ being Islamic in name, self-identification, doctrine, and practice, whilst noting that this does not mean that most Muslims agree with its practice.

The Archbishop said that “in order to defeat terrorism, we need to understand the mind-set of those who perpetrate it.” He then elaborated: “However depraved it may be, groups like ISIS have an ideology, indeed a theology – which is at the heart of their propaganda, and therefore the driving force – which holds an apocalyptic understanding of human history, not as a loose term but in its strictest technical terms: they believe that the world is about to end, that the Prophet will return with Jesus, and will defeat the western powers.” In this he is quite right. We are not fighting terrorism, which is only a tactic, we are fighting an ideology that makes use of terrorism. In order to defeat this ideology, we must first name it, and then understand it.

One of the Archbishop’s proposed solutions to increased religious violence is for us to be “confident to talk about the Judeo-Christian tradition of our continent.” He said, though, that he is not calling for “a return to Christendom.” One has to ask why not? An explicitly Christian culture would be best for this country and other countries in establishing a moral and religious foundation for society. Without this, what is the alternative? An intolerant Islam or an intolerant secularism are vying for supremacy as Christianity loses ground.

I agree with the Archbishop that it is time to stop saying ISIS has nothing to do with Islam. Let’s hope that politicians and the media listen to his advice.

Related Links:
Archbishop Justin Welby on ‘the common good and a shared vision for the next century’ (Archbishop of Canterbury)
Justin Welby: It’s time to stop saying Isil has ‘nothing to do with Islam’ (Telegraph)
Justin Welby: It’s time to stop saying Isis has ‘nothing to do with Islam’ (Independent)
It’s wrong to claim ISIS has nothing to do with Islam, says Archbishop of Canterbury (Mail)
BBC Head of Religion: ‘Islamic State is Islamic’
BBC to review use of ‘Islamic State’ after MPs protest against term (Guardian)
What Does Islam Teach About Violence (The Religion of Peace)

http://www.christianconcern.com/our-concerns/islam/stop-saying-isis-has-nothing-to-do-with-islam-says-archbishop

Cristianismo é sufocado e islamismo apoiado pelo governo

O que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã.

Desde que o Irã passou a criar centros islâmicos para difundir sua ideologia na América Latina, Cuba tem buscado mais parcerias com o mundo muçulmano. O presidente Erdogan conseguiu concluir seu feito de construir uma mesquita em Havana, no ano de 2015. Os fieis afirmam que praticam a religião sem obstáculos, numa ilha que foi marcada pelo ateísmo durante muitos anos.

Recentemente, também foram abertas mesquitas no México, Colômbia e Venezuela. Mas no caso de Cuba, o que mais chama a atenção dos religiosos é que o país que se declara comunista e que tem sufocado a liberdade dos cristãos, agora está se abrindo para o islã. A lei permite o cristianismo somente na teoria, mas na prática já excluiu o ensino religioso nas escolas públicas, algumas igrejas já foram destruídas e outras tiveram suas atividades encerradas.

Nos últimos três anos, os iranianos já criaram um centro cultural xiita e a mesquita em Havana, que investe em recrutar e converter os cubanos, com o apoio das autoridades de Cuba. Enquanto isso, cristãos já foram até mesmo agredidos fisicamente porque tentaram impedir a demolição de um igreja por funcionários do governo que os chamaram de “subvertidos”. Nas leis e documentos oficiais há severas restrições sobre encontros, cultos e evangelização nas ruas. Ore por essa nação.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/cristianismo-e-sufocado-e-islamismo-apoiado-pelo-governo

Entenda a lei de blasfêmia no Paquistão

Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis; a questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos

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A sharia é um sistema de leis muçulmanas que foi criado há centenas de anos, após a morte de Maomé, considerado “o profeta” pelos seguidores do islamismo. Nesse sistema há regras de comportamento que devem ser seguidas à risca em todas as áreas da vida. Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis. A questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos.

Compartilhar o evangelho, por exemplo, faz dos cristãos “violadores” das regras mais básicas da sharia. Induzir alguém a acreditar em outra fé que não seja o islã é considerado proselitismo. Essas disposições anti-blasfêmia no Paquistão são mecanismos legais camuflados em “armadilhas políticas”, como mostra a matéria principal “As Leis de Blasfêmia”, da Revista Portas Abertas desse mês.

Nos últimos 40 anos, o número de casos de blasfêmia aumentou 16 vezes e a maioria envolve cristãos. Não tem sido fácil para os nossos irmãos paquistaneses enfrentar tantos desafios e lutas. A Portas Abertas tem estado presente na vida deles, através de vários projetos. Um deles é“Investimento pra vida toda”. Trata-se de um planejamento de alfabetização para os paquistaneses, que tem servido também como uma valiosa ferramenta evangelística, colocando essas pessoas em contato com as Escrituras. Envolva-se com a igreja no Paquistão.

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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/entenda-a-lei-de-blasfemia-no-paquistao

Crescem conversões forçadas de mulheres ao Islã no Paquistão

Lahore (RV) – Todos os anos no Paquistão mais de 1 mil moças são sequestradas e forçadas a se converter ao islamismo. A maior parte pertence à religião cristã ou a outras minorias religiosas, as mais vulneráveis e indefesas. A RV entrevistou o professor Mobeen Shahid, docente na Pontifícia Universidade Lateranense e fundador da Associação dos paquistaneses cristãos na Itália, que explicou este preocupante fenômeno – que se realiza diante do silêncio da mídia:

“A situação das moças que pertencem à minorias religiosas no Paquistão, em particular cristãs e hindus, é péssima porque está crescendo de maneira incrível. As minorias religiosas são a parte mais frágil da sociedade. A lei da ‘sharia’ prevê, em nível constitucional, fortes discriminações contra as mulheres. No ano passado, foram registrados 1,2 mil casos de moças sequestradas e obrigadas a se converter ao islamismo. Mas isto é só a ponta de um iceberg”.

RV: Prof. Shahid, como as famílias destas jovens cristãs enfrentam esta situação?

“As famílias cristãs, infelizmente, além da lei, interpelam quando possível, mas não dispõem de nenhum meio, a não ser pedir assistência ao próprio pároco. Este, por sua vez, sendo um representante religioso e social, procura ajudar, mas os meios legais não são simples. Uma das soluções é justamente a de apelar à mídia internacional, para que este fenômeno não fique esquecido e calado. Espero que a ONU e as ONGs possam denunciar e intervir em tais casos crescentes e preocupantes”.

(MT)

Fonte: Radio Vaticano

 

Desde 622 d.C, islã massacrou mais de 669 milhões de não-muçulmanos

Na verdade, nenhuma ideologia tem sido tão genocida como islâ…

Pelos números totais, nós atualizamos mais de 80 milhões de cristãos mortos por muçulmanos em 500 anos nos Estados dos Balcãs, Hungria, Ucrânia e Rússia.

Então, nós temos Índia. O número estimativo oficial de abates muçulmanos de hindus é de 80 milhões. No entanto, o historiador muçulmano Firistha (b. 1570) escreveu (em qualquer Tarikh-i Firishta ou o Gulshan-i Ibrahim), que os muçulmanos abateram mais de 400 milhões de hindus até o pico da lei islâmica na Índia, reduzindo a população hindu de 600 milhões para 200 milhões na época.

Com estas novas adições ao genocídio muçulmano de não-muçulmanos desde o nascimento de Mohammed seriam mais de 669 milhões assassinatos.

Fonte: Israel Islam and End Times 

Por que as invasões do “islã imperialista” em terras cristãs europeias não são ensinadas nas escolas ocidentais?

Por Andréa Fernandes

Enquanto o meio acadêmico retrata o Ocidente no âmbito histórico como “imperialista” e “colonialista”, e o mundo islâmico como “vítima” desse terrível imperialismo europeu que subjugou povos muçulmanos pacíficos, no contexto educacional do Qatar e outros países árabes acontece exatamente o oposto. Segundo The Middle East Media Research Institute, vídeos publicados na internet ensinam crianças árabes sobre conquistas islâmicas na Europa. Os vídeos foram produzidos como software educativo para “meninos e meninas” na seção infantil do portal Islamweb.Net. Um grande número de “vídeos educativos” foi postado em várias contas do youtube.

Um desses vídeos narra “a conquista” de al-Andalus, que era ” a fim de espalhar a luz do Islã”. Diz o narrador de um desenho animado: “esta é a forma como o Islã entrou em al-Andalus, onde ele construiu uma grande civilização”.

Outro vídeo descreve a conquista de Belgrado, “a cidade fortificada que era o orgulho da Europa.” Os vídeos foram postados na internet, em fevereiro de 2016.

Vale lembrar, que essas “conquistas” heroicamente relatadas nada mais são que “invasões” de exércitos muçulmanos em terras cristãs europeias com o intuito de “submeter” os infiéis ocidentais ao islã. . Contudo, o relativismo que impera entre os intelectuais de esquerda insiste em caracterizar a jihad como esforço interior de todo muçulmano para alcançar virtudes religiosas, escamoteando o  fato de a mesma ter sido utilizada como um instrumento imprescindível de dominação contra os povos cujas terras eram invadidas pelos muçulmanos durante suas ações expansionistas na África, Oriente Médio e Ásia.

Segue abaixo o vídeo:

http://www.memritv.org/clip/en/5446.htm

Andréa Fernandes (advogada, internacionalista e presidente da ONG EVM)

 

Espanha: Cursos sobre o Islã em Escolas Públicas

  • As diretrizes para o ensino do Islã em escolas públicas, redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovadas pelo Ministério da Educação, tem como objetivo despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens na Espanha.
  • As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia “politicamente correta”… mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.
  • De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que “não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro”. A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahadatrês vezes na frente de uma testemunha. As crianças também serão estimuladas a “repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé”.
  • No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças “reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas”.

O governo espanhol publicou novas diretrizes no tocante ao ensino do Islã em escolas públicas do pré-primário e do ensino fundamental e médio.

As diretrizes estão sendo aplaudidas como uma medida para evitar que crianças e jovens muçulmanos sejam arrastados para o terrorismo expondo-os a uma interpretação “moderada” do Islã.

Um olhar minucioso nas diretrizes redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovada pelo Ministério da Educação, mostra que o objetivo é despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens da Espanha.

O novo plano, considerado o mais ambicioso de toda a Europa, equivale a um programa aprovado pelo governo para introduzir um currículo escolar de estudos islâmicos completo, em escolas públicas, em todo território nacional, quando símbolos religiosos cristãos estão sendo sistematicamente removidos das escolas públicas espanholas pelos agentes oficiais do secularismo.

A despeito dos contribuintes espanhóis pagarem pela educação religiosa de até 300.000 estudantes muçulmanos entre as idades de 3 a 18 anos, não se sabe se as autoridades espanholas irão supervisionar o ensino do Islã nas escolas públicas. O governo concordou em permitir que as organizações muçulmanas locais redijam o plano de estudos dos cursos, escolham os livros de ensino e até determinem quem dará as aulas.

O Ministério da Educação da Espanha publicou, discretamente, as diretrizes no Diário Oficial do Estado (Boletín Oficial del Estado) em 18 de março. O currículo para o ensino do Islã no pré-primário das escolas públicas espanholas pode ser acessado aqui; para o ensino fundamental em escolas públicas aqui; para o ensino médio em escolas públicas aqui.

As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia “politicamente correta”, os documentos abundam com chavões como coexistência, diversidade, igualdade, direitos humanos, inclusão, integração, educação intercultural, diálogo interreligioso, moderação, pluralismo, liberdade religiosa, respeito e tolerância, mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.

De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que “não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro”. A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahada três vezes na frente de uma testemunha.

O Artigo 6 visa incutir “interesse pelos textos islâmicos, tanto religiosos quanto culturais”, para despertar a “curiosidade em relação ao Alcorão na linguagem oral e escrita”, além de estudar as “recitações, narrativas e descrições islâmicas”.

As crianças deverão desenvolver o “costume de ouvir os textos corânicos e proféticos” e memorizar os “hádices pequenos (relatos sobre as palavras, ações ou hábitos de Maomé) e as histórias corânicas”. As crianças também serão estimuladas a “repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé”.

No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças “reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas”. Os estudantes também terão que “recitar a Shahada em árabe e espanhol perfeitos” e “reconhecer que o Alcorão é o guia para toda a humanidade”. As crianças “aprenderão certos arabismos na língua espanhola e valorizarão as contribuições linguísticas do Islã para a história da Espanha, usando a linguagem verbal para comunicar emoções e sentimentos”.

Estudantes do ensino fundamental “conhecerão exemplos da coexistência de Maomé com não muçulmanos”, embora não haja nenhum indício de que os alunos muçulmanos receberão aulas no tocante aos 900 judeus da tribo Banu Qurayza em Medina que Maomé mandou decapitar em 627 d.C.

Os estudantes também terão que “se dar conta que o Islã é uma religião da paz espiritual ou interna, paz social ou comunitária. O profeta nos ensina a viver em paz. O Islã promove soluções para resolver conflitos e desigualdades sociais”.

Além disso, as diretrizes convocam os estudantes do ensino fundamental a “compreenderem e explicarem a existência de outras revelações monoteístas de Alá: judaísmo e cristianismo”. Mas não está claro se os estudantes estudarão as três instâncias do Alcorão (Suras 2:65, 5:60 e 7:166) nas quais Alá transforma os judeus em macacos e/ou porcos.

No ensino médio (de 12 a 18 anos), as diretrizes convocam os estudantes a “conhecerem, analisarem e explicarem as atitudes afetivas/emocionais de Maomé ao se confrontar com ofensas pessoais, valorizando a solução do conflito”. Não está claro se os estudantes estudarão as Suras 5:33 e 33:57-61, que suplicam por maldições contra aqueles que “irritam Alá e seu Mensageiro”.

O Artigo 4 chama a atenção dos alunos para que avaliem a “transversalidade no Alcorão e nos Hádices no tocante às relações sociais”. O Artigo 4, no entanto, não menciona se os estudantes aprenderão que tanto o Alcorão quanto os Hádices determinam que súditos não muçulmanos (dhimmis) que residem em terras muçulmanas devam pagar uma taxa de proteção conhecida como jizya.

Em um parágrafo que trata do “modelo islâmico para a economia e jurisprudência”, os estudantes são convidados a identificarem soluções islâmicas para os problemas mundiais. Eles também são convidados a “analisarem e explicarem os benefícios de empréstimos sem a cobrança de juros (também conhecido como banco islâmico)”.

No Artigo 8, os estudantes são convidados a “analisarem os estágios do estabelecimento e da prosperidade da jurisprudência islâmica, a Lei Islâmica (Sharia), durante o esplendor Al-Andalus”.

Al-Andalus é o nome árabe dado àquelas regiões da Espanha, Portugal e França ocupadas pelos conquistadores muçulmanos (também conhecidos como Mouros) de 711 a 1492. O Estado Islâmico (ISIS) jurou recorrentemente “libertar” al-Andalus dos não muçulmanos e torná-la parte do seu novo califado islâmico.

As diretrizes também estimulam os estudantes a fazerem uso da Internet para aprenderem mais sobre o Islã, ainda que a Internet esteja desempenhando um papel cada vez mais expressivo no tocante à radicalização de jovens muçulmanos.

O fundamento legal para o ensino do Islã nas escolas públicas espanholas pode ser encontrado no Artigo 27.3 da Constituição Espanhola de 1978, que estabelece que a Espanha é um país não confessional (ou seja: não reconhece uma religião oficial do estado), “o estado garante aos pais o direito de decidirem que seus filhos tenham uma educação religiosa e moral nos conformes de suas próprias convicções”. Muçulmanos (e Católicos Romanos) entendem isso, já há muito tempo, que seus filhos têm o direito à educação religiosa nas escolas públicas.

Em novembro de 1992, o governo socialista de Felipe González, com o intuito de acabar com o monopólio da Igreja Católica Romana sobre a educação espanhola, negociou o “Acordo de Cooperação entre o Governo da Espanha e a Comissão Islâmica da Espanha” (Comisión Islámica de España, CIE). O acordo, sancionado pelo rei na Lei 26/1992, reconhece o Islã como religião minoritária na Espanha, garantindo que os “estudantes muçulmanos… recebam educação religiosa islâmica em escolas públicas”.

Na mesma linha (também em 10 de novembro de 1992, o governo espanhol aprovou o “Acordo de Cooperação entre o Governo da Espanha e a Federação das Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha”. O acordo foi sancionado pelo rei na Lei 24/1992. Em junho de 1993, o governo espanhol publicou as diretrizes para o ensino do cristianismo evangélico nas escolas públicas).

Nos últimos anos, os líderes muçulmanos na Espanha têm se queixado que o governo espanhol não implementou o acordo de 1992. De acordo com a CIE, 90% dos estudantes muçulmanos na Espanha não têm acesso aos estudos islâmicos nas escolas públicas. As novas diretrizes parecem sinalizar o comprometimento do atual governo em cumprir as promessas dos governos anteriores.

As diretrizes foram redigidas pelo presidente da CIE Riaÿ Tatary, um sírio que morou na Espanha por mais de 45 anos. Tatary, médico, que também é imã da Mesquita Abu-Bakr, a segunda maior mesquita de Madri, é frequentemente retratado como epítome da integração e moderação muçulmana.

Tatary é o interlocutor chefe, atua entre a comunidade muçulmana da Espanha e o governo espanhol, ele já recebeu a Comenda do Mérito Civil do Ministério da Justiça pelo seu trabalho no tocante à Lei da Espanha sobre liberdade religiosa.

Analistas espanhóis especializados em contraterrorismo, no entanto, suspeitam há muito tempo (acesse aqui e aqui) que Tatary está intimamente ligado à Irmandade Muçulmana, que é profundamente contrária aos conceitos ocidentais de justiça e democracia. O lema da Irmandade Muçulmana é: “Alá é o nosso objetivo; o profeta é o nosso líder; o Alcorão é a nossa lei; a Jihad é o nosso caminho; morrer no caminho de Alá é a nossa maior esperança”.

Diretrizes curriculares do governo espanhol para os estudos islâmicos em escolas públicas foram redigidas por Riaÿ Tatary, imã da Mesquita Abu-Bakr. Analistas especializados em contraterrorismo suspeitam há muito tempo que Tatary está intimamente ligado à Irmandade Muçulmana.

Tatary nega as acusações, a despeito de membros de sua mesquita, estarem de fatoassociados à al-Qaeda.

Antecipando-se às eleições municipais de maio de 2015, Tatary advertiu os muçulmanos da Espanha a não votarem em nenhum candidato que “emperre ou impeça o estabelecimento de mesquitas para os nossos fiéis e cemitérios para os nossos mortos”. Ele também exortou os eleitores muçulmanos a não votarem em ninguém que “emperre ou impeça que filhos de cidadãos muçulmanos participem de cursos de religião islâmica em escolas públicas ou privadas”.

Analistas políticos espanhóis salientam que as investidas de Tatary em influenciar o voto dos espanhóis muçulmanos são alarmantes:

“à primeira vista parece que não há nada de errado que um grupo, qualquer que seja sua natureza, defenda os direitos de seus membros. No entanto, quando se trata de uma entidade que apela para a religião para impor uma forte disciplina aos fiéis no cenário político, só dá para ficar alarmado mesmo. Principalmente quando a religião em questão está empenhada em uma guerra implacável consigo mesma e com o resto do mundo civilizado”.

Parece improvável, contudo, que pais e imãs aceitarão muitas das interpretações não literais e politicamente corretas de Tatary no que diz respeito ao Alcorão, que aparentemente se destinam a assegurar a aprovação das diretrizes pelo governo espanhol. Os desafios dos muçulmanos voltados para as reformas são os de convencer a maioria dos muçulmanos que o Alcorão e os Hádices não significam o que dizem.

Em última análise, as novas diretrizes podem acabar atingindo um objetivo totalmente indesejado: servir de porta de entrada para o Islã radical para dezenas de milhares de jovens muçulmanos da Espanha.

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o noFacebook e no Twitter. Seu primeiro livro, Global Fire, estará nas livrarias em 2016.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7856/espanha-escolas-isla

Estupro de Gays, Homens Mascarados e Carneiros em Restaurantes

Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Janeiro de 2016.

por Ingrid Carlqvist

  • Até agora, nove em cada dez pessoas que procuraram asilo na Suécia não possuíam documentos de identidade. Dessa maneira os candidatos a asilo têm condições de adaptar seu histórico para aumentar as chances de seu pedido de asilo ser aprovado.
  • O Chefe da Assessoria de Imprensa de Estocolmo tinha escrito que a polícia poderia ser vista como racista e por esta razão não deveria dar descrições físicas ao público. Ironicamente foram os próprios jornalistas que, de certa maneira, forçaram a polícia a parar de fazer uso de descrições como cor da pele ao tachar a polícia de “racista” toda vez que alguém de cor aparecia em uma lista de procurados.
  • “Alguns querem transformar isso em uma questão étnica. Mas não é. É uma questão que diz respeito à cultura e aos valores. Nossa sociedade livre e aberta tem como fundamento a liberdade pessoal, humanismo ocidental e ética cristã. Esses valores não devem apenas ser mantidos, eles precisam ser defendidos”. — Ebba Busch Thor, líder do Partido Democrata Cristão.

4 de janeiro: depois de um outono caótico, quando um contingente avassalador de candidatos a asilo inundou a Suécia, o governo finalmente se viu forçado a colocar em prática controles de fronteiras em sua fronteira com a Dinamarca. Agora somente aqueles com documentos de identificação válidos têm permissão de embarcar nos trens e balsas rumo à Suécia, efetivamente impedindo a entrada de pessoas que destruíram seus documentos de identidade. Resta saber quanto tempo vai demorar até que a maioria dos candidatos a asilo traga documentos de identificação, verdadeiros ou falsificados. Até agora, nove entre dez pessoas que procuraram asilo na Suécia não possuíam documentos de identidade. Dessa maneira os candidatos a asilo têm condições de adaptar seu histórico para aumentar as chances de seu pedido de asilo ser aprovado.

5 de janeiro: o site alternativo de notícias Nyheter Idag denunciou que dois meninos de 15 anos, alojados em um asilo para “menores de idade desacompanhados” na cidadezinha de Alvesta, foram detidos sob suspeita de terem estuprado um menino ainda mais jovem. Quando a vítima denunciou o incidente, a polícia foi alertada e os meninos de 15 anos foram detidos para interrogatório. Um deles confessou algumas das acusações.

6 de janeiro: em outro caso de estupro homossexual de menor de idade, dois homens que alegaram ter 16 anos, foram detidos sob suspeita de estuprarem um menino em um asilo para “refugiados menores de idade desacompanhados” em Uppsala. O estupro foi descoberto quando o menor deu entrada em um hospital, acompanhado de seu responsável legal. Um dos estupradores suspeitos foi liberado após o interrogatório da polícia, mas continua como suspeito. O outro foi posto em prisão preventiva.

O caso de estupro que permaneceu na mídia por mais tempo foi o de um menino que aguarda o veredito no Tribunal de Recursos. Em dezembro de 2015, dois menores de 16 anos foram sentenciados pelo Tribunal Distrital a permanecerem detidos em um abrigo para menores infratores por oito e dez meses respectivamente. Salta aos olhos a extrema brandura das sentenças, se levarmos em conta o que fizeram com a vítima de 15 anos. Todos os envolvidos vieram do Afeganistão e residiam no mesmo abrigo para asilados para “refugiados menores de idade desacompanhados”. Um belo dia, os meninos mais velhos convidaram o de 15 anos para que ele fosse com eles a uma loja. No caminho de volta, os meninos mais velhos empurraram o de 15 anos para dentro de um terreno lamacento, espancaram-no com socos, chutes e pontapés, enfiaram barro pela goela abaixo, em seguida o estupraram, duas vezes. Eles o ameaçaram, caso contasse para alguém perderia a sua “honra”. Naquela noite, contudo, o menino desabou e contou ao staff do asilo o que tinha acontecido.

9 de janeiro: o site alternativo de notícias Nyheter Idag revelou que o conceituado diário Dagens Nyheter tinha acobertado uma história sobre violência sexual contra meninas e mulheres (cometidos na maioria das vezes por afegãos) no festival de música “Nós Somos Sthlm” (abreviação de Estocolmo) em 2014 e 2015, mesmo tendo conhecimento, por um ano e meio, de pelo menos um dos incidentes. Dagens Nyheter, que normalmente tacha os sites de mídia alternativa de “sites do ódio”, se apressou em colocar a culpa na Polícia de Estocolmo, que a assumiu, em parte. O Chefe da Polícia Nacional Dan Eliasson prometeu investigar a razão da informação ter sido mantida em segredo.

10 de janeiro: uma pesquisa de opinião revelou que 59% dos suecos são a favor da checagem de documentos de identidade nas fronteiras, que entrou em vigor na semana anterior. Até mesmo na província meridional de Skåne, onde muitos passageiros que vão e voltam do trabalho da Dinamarca e são afetados pelos atrasos nos trens, a checagem da identidade conta com um sólido índice de aprovação. 62% das pessoas entrevistadas em Skåne disseram acreditar que o controle de fronteira é uma coisa boa.

11 de janeiro: o número total de candidatos a asilo na Suécia em 2015 foi divulgado ao público: perto de 163.000. Os maiores contingentes são de afegãos, iranianos e sírios. O ingresso de afegãos teve um aumento exponencial, principalmente de “refugiados menores de idade desacompanhados”. 7.049 “menores” pediram asilo na Suécia em 2014. Em 2015, esse contingente explodiu para inimagináveis 35.369 — 66% dos quais do Afeganistão. A Suécia agora decidiu implementar a avaliação da idade de candidatos a asilo que alegam serem menores de idade. Até agora a palavra do “menor” era aceita sem maiores considerações. Funcionários do Serviço de Imigração até foram orientados a não questionarem ninguém com aparência de menos de 40 anos de idade.

12 de janeiro: boatos se espalharam entre os redatores de editoriais liberais suecos que foi, de fato, o presidente russo Vladimir Putin que estava por trás da grande revelação do Nyheter Idag sobre os ataques sexuais no festival de música em Estocolmo. Isobel Hadley-Kamptz, ex-funcionária do jornal, acusada acobertar a história, (jornal Dagens Nyheter), tuitou:

“Nós sabemos que a Rússia está trabalhando ativamente para disseminar desinformação em outros países com o objetivo de diminuir a coesão e a confiança. Nós também sabemos que a campanha populista da direita está operando calçada na tese de que a sociedade não é merecedora de crédito (principalmente a mídia). E mesmo assim, quando um site populista de direita, claramente ligado a Putin, inicia uma campanha contra o DN (Dagens Nyheter) e contra a mídia, pessoas sensatas concordam”?

A ideia do suposto envolvimento de Putin no segmento da mídia sueca não foi considerada, ao que tudo indica, estranha, nem pelo redator chefe do Dagens Nyheter Peter Wolodarski, nem pelo conceituado colunista Andreas Ekström, do respeitado diário Sydsvenskan, ambos sustentam a alegação de que Putin é um titereiro da mídia sueca.

12 de janeiro: homens de meia idade se passando por adolescentes têm o direito a assistência 24 horas por dia na Suécia. O custo é astronômico, mas jamais questionado. Entretanto, se você tiver 103 anos de idade e for sueco, não terá o mesmo direito. Recentemente uma senhora ficou sabendo disso quando pediu para ser levada a um abrigo para idosos. Ela tem problemas cardíacos, angina e tontura, além de um marca-passo. Ela usa um andador, mas devido à tontura, perde o equilíbrio e cai com frequência. Quando os assistentes do serviço de assistência médica domiciliar vêm à noite a casa dela, ela se sente constrangida: na maioria das vezes os profissionais da saúde são pessoas que ela nunca viu. Mas o poder local não considera que essas enfermidades sejam o suficiente para permitir que ela vá para um lar com supervisão constante. A idosa de 103 anos foi obrigada a processar o município em um Tribunal Administrativo, onde ela finalmente recebeu um veredito favorável.

12 de janeiro: outro mito muito apreciado acabou se revelando como verdade: aquele sobre a polícia acobertar crimes cometidos por imigrantes. Ao tentar localizar criminosos, a polícia sueca tem instruções explícitas para não incluir descrições de suspeitos, que de alguma forma poderiam ser interpretadas como “racistas”. O Svenska Dagbladet publicou o furo jornalístico depois que uma carta confidencial foi vazada para o jornal. Aparentemente a carta foi enviada a todo destacamento policial em setembro de 2015. O Chefe da Assessoria de Imprensa de Estocolmo tinha escrito que a polícia poderia ser vista como racista e por esta razão não deveria informar descrições físicas ao público. Ironicamente foram os próprios jornalistas que, de certa maneira, forçaram a polícia a parar de fazer uso de descrições como cor da pele ao tachar a polícia de “racista” toda vez que alguém de cor aparecia em uma lista de procurados.

13 de janeiro: a líder do Partido Democrata Cristão (Kristdemokraterna) Ebba Busch Thor, quer deportar candidatos a asilo que são estupradores, ainda que tenham motivos suficientes para terem seus pedidos de asilo aprovados. Em um artigo de opinião no diário conservador Svenska Dagbladet, ela ressalta:

“Se candidatos a asilo na Suécia cometerem crimes sexuais, eles deveriam ter o pedido de asilo recusado e prontamente despachados para fora do país. Mesmo no caso daqueles de posse de vistos de residência, a deportação deveria ser a consequência legal mais corriqueira.

“Alguns querem transformar isso em uma questão étnica. Mas não é. É uma questão que diz respeito à cultura e aos valores. Nossa sociedade livre e aberta tem como fundamento a liberdade pessoal, humanismo ocidental e ética cristã. Esses valores não devem apenas ser mantidos, eles precisam ser defendidos”.

14 de janeiro: um rapaz de 18 anos foi indiciado por ter lançado uma granada de mão contra um camburão no subúrbio de Tumba em Estocolmo no ano passado. Ele foi acusado de tentativa de assassinato além de outros crimes: dois latrocínios, posse e uso ilegal de armas, abrigar um criminoso e assalto.

16 de janeiro: a questão de possíveis acobertamentos da mídia de notícias importantes na Suécia continua interessando muitas pessoas. “A concepção de que a mídia acoberta fatos,” ressalta Jesper Strömbäck, professor de estudos de comunicação e mídia, “se assemelha à teoria da conspiração… A motivação de não veicular determinadas informações é a relevância da notícia”.

A declaração de Strömbäck levou a colunista Sakine Madon a perguntar aos seus colegas no Facebook e no Twitter se alguma vez já lhes foi pedido que moderassem ou evitassem determinados assuntos que pudessem “beneficiar os Democratas Suecos (partido contrário à imigração)”? Um jornalista experiente respondeu que em diversos órgãos de imprensa há e tem havido uma política velada de não apoiar os Democratas Suecos para não favorecer a “xenofobia”.

Mas não se revela segredos editoriais e se sai incólume. A Sra. Madon teve que suportar uma onda de duras críticas, na maioria das vezes injustas. Ela respondeu o seguinte:

“Em vez de se envolverem em difamações infantis, os jornalistas deveriam se perguntar: o que podemos fazer a respeito desse problema? Onde estabelecer os limites entre ativismo e jornalismo? Deveríamos nos opor abertamente aos Democratas Suecos (SD em inglês) ou insistir na neutralidade”?

18 de janeiro: dois homens foram indiciados por crueldade contra animais, após terem abatido carneiros de acordo com o abate halal (método islâmico de abate animal) em uma pizzaria em Falkenberg. O abate Halal não permite o atordoamento prévio do animal, o que é ilegal na Suécia, de modo que os homens tentaram infiltrar sorrateiramente dois carneiros no restaurante. Mas alguém os estava observando. Quando a polícia chegou ao local, os carneiros já estavam mortos no chão de concreto em uma poça de sangue.

Esquerda: Um camburão repleto de estilhaços em consequência de um ataque com uma granada de mão ocorrido no ano passado em Estocolmo. Os quatro policiais que se encontravam no interior do veículo podiam ter morrido se a van não fosse blindada. Em 14 de janeiro um rapaz de 18 anos foi indiciado pelo ataque. Direita: A faca ensanguentada usada pelos dois homens para matar os carneiros de acordo com o abate halal (método islâmico de abate animal) em uma pizzaria em Falkenberg. Os homens foram indiciados em 18 de janeiro por crueldade contra animais, porque segundo a lei sueca é necessário atordoar o animal antes do abate, o que torna o abate halal ilegal na Suécia.

18 de janeiro: o número de ataques sexuais em piscinas públicas disparou em janeiro. Os jornais estavam repletos de histórias sobre “choques culturais” em piscinas públicas. Membros do staff da piscina, já aflitos, solicitaram que os adultos assumissem a responsabilidade e cuidassem dos “meninos refugiados menores de idade desacompanhados” que estavam tocando libidinosamente as meninas. Neste dia em especial, um candidato a asilo de 16 anos foi detido pela polícia quando, juntamente com uma gangue de jovens imigrantes, molestaram uma menina sueca de 15 anos. “Em determinado momento ele tentou enfiar os dedos no interior do traje de banho dela. Os jovens também tocaram nos seios dela sobre o traje de banho e agarraram suas pernas”, segundo o policial encarregado do condado Kenneth Sundin contou ao diário local Upsala Nya Tidning.

18 de janeiro: motoristas de ônibus do sexo feminino em Lessebo sentiam não ter outra escolha a não ser faltarem ao trabalho alegando doença após serem assediadas pelos migrantes recém chegados. Na maioria das vezes os desentendimentos ocorreram devido ao fato dos migrantes tentarem usar bilhetes inválidos e não aceitarem a recusa dos motoristas em permitirem que continuassem a viagem sem a devida documentação. A tardezinha e a noite têm sido sobremaneira problemáticas. De acordo com uma empresa de ônibus os problemas poderiam ter sido evitados “se os funcionários do Serviço de Imigração tivessem distribuído informações por escrito em diversos idiomas, explicando o regulamento aos imigrantes recém chegados”. Para evitar problemas alguns motoristas simplesmente não importunavam os migrantes. Por exemplo, um pai exigiu que toda sua família viajasse de graça, pelo fato de sua esposa ter hora marcada em uma unidade de assistência pré-natal. Disseram ao motorista para que ele calasse a boca, e no final ele acabou consentindo, permitindo que os membros da família viajassem de graça.

18 de janeiro: a Aliança Nacional para a Educação Sexual (Riksförbundet för sexuell upplysning), RFSU, exigiu a obrigatoriedade de ministrar aulas de educação sexual para todos os “refugiados menores de idade desacompanhados”. Entretanto, a Aliança não quer apenas uma educação sexual ultrapassada, ela exige que as aulas sejam conduzidas a partir de uma perspectiva de gênero de “norma crítica“.

Após as recentes denúncias sobre violência sexual contra mulheres em Estocolmo, Kalmar, Colônia e outras localidades, a RFSU assinalou que já estava na hora de rapazes jovens oriundos de sociedades altamente patriarcais adotarem a “norma crítica”.

Em um artigo opinativo a RFSU ressalta: “a educação sexual calçada em uma base consciente quanto ao gênero e em norma crítica despontou como um fator chave, não apenas para fortalecer a saúde dos jovens mas também como antídoto para a violência com base em gênero. Isso é verdade para todos os jovens, independentemente do background. É um direito e uma possibilidade que Suécia não pode negligenciar”.

19 de janeiro: o enorme fluxo de jovens do sexo masculino que ingressaram na Suécia, acabou imputando ao país um equilíbrio de gênero distorcido muito preocupante, de acordo com a Professora Valerie M. Hudson, do Programa para Mulheres, Paz e Segurança da Universidade do Texas A&M. No diário sueco Göteborgs-Posten, ela destacou: “minha pesquisa revela que resultam várias consequências negativas para a sociedade quando aumenta a desigualdade na distribuição de gênero, algo que a Suécia deve debater com seriedade”.

A desigualdade se deve em grande medida à imigração. A gigantesca migração ocorrida na Suécia em 2015, na qual 71% dos imigrantes eram do sexo masculino, aumentou consideravelmente a desigualdade na distribuição de gênero. “A partir das estatísticas oficiais sobre a imigração,” segundo ela, “é possível concluir que no final de 2015 havia 123 meninos entre 16 e 17 anos para cada 100 meninas do mesmo grupo etário”. A título de comparação, na China, que conta com uma das maiores desigualdades na distribuição de gênero, há somente 117 meninos para cada 100 meninas do mesmo grupo etário. “Considerando que venho estudando a distribuição de gênero na China e Índia por 15 anos, é incrível constatar que a Suécia tem uma desigualdade mais alta do que naqueles dois países”.

No artigo, a professora Hudson também cita o porquê das várias razões da desigualdade de gênero ser perigosa, e questiona: “como é possível que a Suécia, um dos países que mais reconhecem o direito das mulheres no mundo, parece não se importar com flutuações dessa magnitude na distribuição de gênero”?

19 de janeiro: na escola Sjumilaskolan na região de Biskopsgården de Gotemburgo, a anarquia, segundo consta, é o lugar comum. De acordo com um relatório da direção da escola (Skolinspektionen), os professores têm medo de seus próprios alunos. Em Sjumilaskolan, são falados cerca de 60 idiomas, menos de um terço dos estudantes passam de ano em todas as matérias, a violência, ameaças e abusos já são corriqueiros e nenhum adulto na escola ousa por um fim no desvio de conduta. No semestre passado, houve tiroteios no pátio da escola e agora vários estudantes dizem que não se atrevem mais a ir para a escola.

O relatório da direção da escola esclarece:

“Alguns professores nos informaram que eles próprios já se viram no meio de conflitos verbais e físicos com os estudantes, e que os professores temem que um dia os estudantes irão se matar uns aos outros. Os professores relatam uma ansiedade geral na escola e também nos contam que eles acham que há risco de explosão de tumultos no ensino médio”.

Em novembro de 2015, cerca de uma semana após a inspeção realizada pela direção da escola, houve na verdade um quebra-quebra na escola, no qual os estudantes arrebentaram mesas, cadeiras e pinturas em uma das salas de aula, os professores tiveram que chamar a polícia para por fim aos distúrbios. A direção da escola exige que o governo municipal de Gotemburgo aborde imediatamente os problemas de Sjumilaskolan. Se a situação não estiver sob controle até 29 de abril, o município será multado em 700.000 coroas suecas (US$82.000).

20 de janeiro: Mutar Muthanna Majid, ex-suspeito de terrorismo, exigiu um milhão de coroas suecas (US$117.000) do governo sueco em compensação por danos. Segundo seu advogado Peter Ataseven, “ele era suspeito de gravíssima atividade criminosa. Mas acima de tudo, ele foi vítima da cobertura da mídia, uma vez que foi retratado como terrorista, tendo seu nome e foto permanecidos na imprensa”.

O que motivou o Serviço de Segurança a prender Muthanna Majid em 18 de novembro, o porquê dele ter sido considerado suspeito de preparar ataques terroristas, elevando o nível de ameaça na Suécia para quatro de uma escala que vai até cinco desencadeando uma massiva caçada humana, ainda é um mistério. Naquele momento a polícia parecia segura de si, e a maioria dos veículos de mídia publicou o nome e a fotografia do suspeito. Na noite seguinte, 19 de novembro, um enorme aparato policial deteve Majid no abrigo para asilados em Boden onde ele residia. Ele foi interrogado e alguns dias depois o promotor público decidiu soltá-lo, ele deixou de ser suspeito de qualquer transgressão.

24 de janeiro: a polícia de Estocolmo avisou que não tinha mais condições de suportar a pressão de lidar com as crianças de rua marroquinas se comportando desenfreadamente pela cidade. Há centenas de rapazes do Marrocos e de outros países do Norte da África que estão ilegalmente na Suécia, principalmente em Estocolmo e Gotemburgo.

SVT Nyheter, um programa de notícias da TV estatal, entrevistou um policial que pediu para não ser identificado:

“Esses caras são um problema gigantesco para nós. Eles roubam qualquer coisa em qualquer lugar e espancam os seguranças na estação central de trens. Eles agarram meninas entre as pernas e as esbofeteiam se elas acharem ruim. Todos os policiais sabem disso. A situação é caótica, eu jamais deixaria meus filhos irem à estação de trens, nenhum policial deixaria”.

Dias mais tarde, ao que tudo indica, alguns justiceiros decidiram “limpar” as ruas. De acordo com diversas fontes da imprensa, uma gangue considerável de homens mascarados na estação central de trens em Estocolmo, distribuiu folhetos com mensagens condizentes com algo mais ou menos assim: “basta!”. Os folhetos incentivavam as pessoas a fazerem justiça com as próprias mãos, encontrar os meninos de rua na região e “fazer com que recebam o que merecem”.

Quando o incidente foi amplamente divulgado na grande mídia, de repente, os meninos de rua foram renomeados para “refugiados menores de idade desacompanhados”. Causa espécie o fato da polícia ainda não ter recebido nenhuma queixa de abuso praticado pelos meninos de rua, e ainda se questiona se algum dia sequer houve algum ataque.

24 de janeiro: Mauricio Rojas, que durante muitos anos foi o porta-voz da “política de integração” dos Liberais, salientou em uma coluna no jornal Svenska Dagbladet:

“Um país que um dia já foi caracterizado pelo incrível senso de solidariedade, todas as coisas que o estado de bem estar social sueco representava, em poucas décadas se transformou em uma comunidade multiétnica, em que a liga que une o companheirismo entre as pessoas foi consideravelmente enfraquecida”.

Rojas, outrora imigrante que veio para a Suécia do Chile, foi considerado muito duro para com os imigrantes, por isso ele foi fritado pelos Liberais. Ele deixou o parlamento e deixou a Suécia, no outono de 2008, mudando-se para a Espanha. De vez em quando ele aparece no debate sobre a imigração sueca. Poucos suecos ousariam escrever o que ele escreveu:

“Essas mudanças levantam preocupações em muitas pessoas e apresentam questões importantes quanto ao futuro para o qual estamos nos dirigindo, em termos de companheirismo nacional. Nós sabemos como eram as coisas, mas ninguém sabe como elas serão, há muitos que têm a sensação de que a Suécia perdeu sua alma e se tornou um caos multicultural. É por esta razão que a nostalgia e a sensação de alienação estão se avolumando no país, mas também o desejo de dar um tempo ou pelo menos desacelerar a velocidade da transformação”.

24 de janeiro: as universidades e faculdades da Suécia estão ansiosas para obter novos aprovisionamentos para os seus orçamentos em um total de 303 milhões de coroas suecas (mais de US$35 milhões), mas o dinheiro está sendo retido. Em vista disso, de acordo com a Ministra Social Democrata do Ensino Superior e Pesquisa Helene Hellmark Knutsson, o dinheiro será canalizado para cobrir o “gigantesco aumento nos custos em 2016, devido ao grande número de pessoas procurando asilo na Suécia que está fugindo da guerra e do terrorismo”.

24 de janeiro: outro caso de estupro homossexual foi descoberto em um abrigo para asilados, desta vez na cidade meridional de Ljungby. A polícia deteve um migrante de 22 anos suspeito de ter molestado um menino de 15 anos, onde ambos residiam.

25 de janeiro: Alexandra Mezher de 22 anos foi esfaqueada até a morte por um dos residentes em um abrigo para asilados para “refugiados menores de idade desacompanhados” onde ela trabalhava. O assassino, Youssaf Khaliif Nuur, alegou ser da Somália e ter 15 anos de idade, e como na Suécia não é rotina executar o procedimento médico para determinar a verdadeira idade daqueles que alegam serem menores de idade, o homem foi colocado na mesma dependência dos adolescentes. Quando o jornal britânico Daily Mail, cobriu sua detenção, já aproveitou para zombar das autoridades suecas por elas terem aceito sua alegação de ter 15 anos de idade, a grande mídia sueca tachou o Daily Mail de “Website do ódio”, a exemplo dos Websites da mídia alternativa sueca Avpixlat e Fria Tider. Por algum motivo o Daily Mail bloqueou a maioria dos artigos sobre o caso para os internautas suecos. Foram citadas razões legais, mas muitos especulavam que a censura governamental estava no meio. Em fevereiro, quando o Serviço de Imigração finalmente concluiu que a idade do suspeito de assassinato não era de 15 anos mas acima de 18, a correção foi laconicamente divulgada pela mídia sueca.

26 de janeiro: o Tribunal de Recursos de Svea elevou a sentença do imigrante congolês Loran Guy Mogi, que assassinou sua namorada Therese Eriksson, que estava grávida, na cidade de Vårgårda. No Tribunal Distrital, ele havia sido sentenciado a 18 anos de prisão e deportação, mas o Tribunal de Recursos aumentou a pena para prisão perpétua: “inclua o seguinte”, ressaltou o Tribunal de Recursos, “que a mulher estava grávida e que a gravidez estava adiantada e que X (o acusado) sabia muito bem da situação. No entender do Tribunal de Recursos trata-se de um fator altamente agravante, porque ao estrangular a mulher, X não assassinou somente ela, assassinou também uma vida embrionária. À luz desses fatos, o tribunal avalia que a pena correspondente é a prisão perpétua”.

Ingrid Carlqvist,é uma jornalista e autora radicada na Suécia e Ilustre Colaboradora Membro do Gatestone Institute.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7588/suecia-estupro-gays-isla