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Visita de Bolsonaro a Israel e a “recompensa do crocodilo”

Por Andréa Fernandes

Chegou ao fim na quarta-feira a visita oficial[1] do presidente Jair Bolsonaro ao Estado de Israel. A viagem despertou “paixões nunca vistas” nesse país. Todos os passos do presidente foram seguidos ao “compasso de críticas dissonantes” e suas falas checadas ao “som da velocidade da luz”.

Como já era previsível, os “coristas da imprensa” anunciaram “saldo devastador” em relação à nossa política externa e pouco ganho efetivo para o Brasil. Nem mesmo o anúncio no primeiro dia da visita acerca da abertura de um escritório comercial[2] em Jerusalém – ao invés da mudança da embaixada de Tel Aviv para a capital indivisível do Estado judeu – fez sossegar os jornalistas, já que a Autoridade Palestina, demonstrou irritação convocando para consultas[3]  seu embaixador no Brasil, Ibrahim Alzeben, o qual rotulou como “inoportuna” e desnecessária” a decisão do presidente.

Contudo, segundo o jornal BBC, Bolsonaro informou que pretende até o final do seu mandato presidencial concluir a mudança da embaixada para Jerusalém[4]. Afinal de contas, não foram os palestinos que elegeram o presidente de um país de maioria cristã cansada de observar o alinhamento com ditaduras islâmicas.

O jornal ‘O Globo’ foi mais adiante no “pântano de horrores midiáticos” se socorrendo do seu saudosismo da “era Lula” pontuando que em 2010, o ex-presidente em viagem ao Oriente Médio, não apenas visitou Israel, mas também, Ramallah, Belém e Jordânia, frisando que foi articulada a participação do Brasil em uma negociação entre israelenses e palestinos para uma paz duradoura[5]. O leitor leigo nas questões políticas daquela região distante do mundo poderia até pensar nas supostas “boas intenções” e possibilidades de “êxito” do ex-presidente que hoje cumpre pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro[6], mas a realidade não corrobora as inferências do jornal, senão vejamos: Lula nunca teve interesse em privilegiar relações saudáveis com “países democráticos” em sua nefasta política externa e a sua proposta como “mediador” do conflito israelo-palestino foi um “fracasso retumbante”[7].

Conforme bem frisado no artigo Sete ditaduras financiadas pelo governo brasileiro nos últimos anos[8], de autoria de Felippe Hermes, a busca em ampliar o comércio com nações periféricas aproveitando-se dos seus ganhos com a alta de preços de produtos como petróleo, levou Lula a peregrinar por África e Oriente Médio como poucos presidentes do mundo, concretizando sua senda em prol do totalitarismo ao afirmar não podemos ter preconceito com países não democráticos, pronunciamento este realizado em 2009, na Cúpula das Nações Africanas. Como se vê, a relação promíscua de Lula apoiando ditaduras sanguinárias vai muito além dos contratos secretos do BNDES, que a partir de 1998 até 2014 financiou mais de 2.000 empréstimos para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior[9].

Assim, a pergunta que incomoda é a seguinte: considerando o “pragmatismo responsável” ressaltado por internacionalistas progressistas defensores da política externa adotada por Lula, quais “os ganhos” alcançados após o mesmo abraçar “ditadores carniceiros” como Muanmar Gaddafi e Bashar al-Assad em suas 5 viagens aos países muçulmanos? Se considerarmos que à época, Lula afirmava que seu objetivo era vender os produtos do Brasil para esses países totalitários islâmicos, a balança comercial desmentiu o petista, pois antes das viagens era positiva em 850% e no fim do governo o saldo diminuiu para 795%. Por outro lado, os ganhos sob as perspectivas culturais e diplomáticas dificilmente serão aferidos, uma vez que não era praxe governamental um modelo de transparência de suas ações, impedindo o acesso às informações sobre o resultado e/ou teor dos tratados firmados como no caso do suposto acordo com o Líbano no tocante ao combate ao narcotráfico[10]. Vale lembrar que o referido país abriga o grupo terrorista islâmico Hezbollah, que “coincidentemente” tem fortes vínculos com a facção criminosa PCC.

Ao contrário de Bolsonaro, Lula não recebeu críticas ferrenhas por seu alinhamento improdutivo com ditaduras árabes ovacionando déspotas de regimes condenados internacionalmente por não autorizarem eleições livres, além de promoverem repressão a minorias e violações diversas dos direitos humanos, inclusive, perseguição religiosa. De 2003 à 2011, o Brasil recebeu visitas oficiais de pelo menos 12 ditadores e alguns se reuniram com Lula no exterior, sendo certo que os protestos de ativistas de direitos humanos e da comunidade judaica não inibiram o petista ao festejar o recebimento em solo brasileiro do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, defensor da tese de negacionismo do Holocausto,  “famoso” também por suas declarações prometendo riscar Israel do mapa objetivando mais um genocídio de judeus, bem como “declamando” ódio aos homossexuais. Com isso, percebe-se que Lula era afeito às “bestas-feras”: não há dúvidas quanto a isso!

Voltando ao obscuro “entendimento acadêmico” de “pragmatismo responsável” para justificar a primazia do alinhamento com a agenda comuno-islâmica, o professor de História das Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e especialista em política externa brasileira, Williams da Silva Gonçaves, salientou que esses encontros com ditadores genocidas não seriam censuráveis porque “vêm naturalmente para um país com aspirações internacionais como o Brasil”[11], o que revela ser “natural” apoiar ações repressivas de Estados totalitários, desde que a cartilha ideológica seguida pelos mesmos seja comunista ou islâmica. “Antinatural”, na concepção dos professores-ativistas, é se alinhar ao Estado de Israel apoiando o seu direito de defender os seus nacionais em relação aos ataques terroristas de uma facção palestina que estatuiu em sua Carta constitutiva[12] o “dever” de exterminar judeus com base nos seus preceitos religiosos classificados como “pacíficos” pela grande mídia. Todavia, no meu dicionário de política externa, essa prática de ocultar atrocidades dos jihadistas tem nome: “relativismo irresponsável”!

Outro tema que incomodou a imprensa foi a manifestação do Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo confirmada por Bolsonaro de que o nazismo seria um movimento de esquerda. A ira midiática mostrou sua face totalitária contestando raivosamente a concepção do presidente, e nesse caso particular, apoiou-se no entendimento esposado pela direção progressista do Yad Vashem considerando o nazismo um regime de direita radical[13], sem aventar as muitas discussões acadêmicas que estão distantes de alcançar consenso sobre a questão. Quanto ao assunto, sugiro leitura do artigo do professor George Reisman intituladoPor que o nazismo era socialismo e por que o socialismo é totalitário, e também o texto “Afinal, os nazistas eram capitalistas, socialistas ou ‘terceira via?’” do historiador econômico Chris Calton.

Entrementes, o melhor termômetro  para medir a temperatura do relativismo midiático foi além do desprezo aos vários instrumentos bilaterais de cooperação celebrados com o Estado judeu[14] e a reunião com cerca de 200 empresários[15] o apoio tácito à manifestação do grupo terrorista Hamas que alcançou importante “status” de ator político relevante ao ponto do jornal ‘O Globo’ publicar matéria com título Hamas condena visita de Bolsonaro e diz que presidente viola leis internacionais. No bojo da notícia, o grupo islâmico, que tem consignado em seu estatuto de fundação o dever de promover genocídio contra os judeus, é definido como organização islâmica que controla a Faixa de Gaza. Os ataques contínuos de terroristas do grupo contra inocentes civis israelenses, utilizando, inclusive, crianças e mulheres como escudos humanos em violação às leis internacionais, não é considerado pelo jornal motivo para retratá-lo como “pária” indigno de emitir opinião sobre as decisões do representante de um país democrático que não é regido pela sharia (lei islâmica) condutora da jihad contra Israel.

Ao atribuir “lugar de fala” para um sanguinário grupo terrorista islâmico, a mídia consagra a proposição aventada pelo internacionalista Gil C. Montarroyos, quando afirma queas ideologias de esquerda e o Islã, são e estão correndo paralelos para a divisão do mundo, na implantação de uma nova ordem global a fim de se perpetuarem como ‘global players’ do sistema internacional[16]”. Desse modo, é plenamente “compreensível” a imprensa brasileira não festejar o acordo entre Brasil e Israel visando o combate ao crime organizado e terrorismo, pelo que, a partir de agosto, um representante da polícia israelense estará em São Paulo para supervisionar cooperação com a polícia brasileira no embate mútuo contra lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e outras modalidades de crime[17]. Por que a grande mídia se importaria em reconhecer como ponto positivo uma viagem ao exterior que trata do fortalecimento da agenda de segurança interna num país com “apenas” 51.589 mortes violentas no ano de 2018[18]? O que importa para o brasileiro não seria apenas “as arroubas” da balança comercial com os países árabes predadores?

A possibilidade da intelligentsia israelense ajudar a promover avanços no Brasil assusta por demais a mídia comprometida com as pautas terroristas do Hamas e da própria Autoridade Palestina, os quais estão centrados na “jihad” para a formação de um Estado islâmico comprometido com a destruição do Estado judeu. Na verdade, o risco maior que apavora a mídia e alguns outros “setores” da sociedade brasileira é a hipótese da opinião pública descobrir que o maior exportador mundial de proteína halal – que tanto teme sofrer boicote dos países árabes e Irã, prejudicando seu comércio potencial em um mercado de aproximadamente 1,8 bilhão de consumidores  pode despertar investigações sobre denúncias referentes ao financiamento do terrorismo, visto que os produtos halal exigem compra de certificação de alguma entidade islâmica e muitas delas são acusadas de dar apoio financeiro a atividade de jihadismo/terrorismo no Ocidente.

Em 2015, o jornal Daily Telegraph noticiou que uma das maiores entidades certificadoras, a “Halal Certification Authority”, enviava grandes quantias para a organização humanitária islâmica global “Human Appeal InternationalI”, listada pela CIA e FBI[19] como um canal para fundos terroristas  há 19 anos, que aliás, foi banida por Israel há quase 11 anos[20]. Logo, a cooperação israelense na área de segurança pode, num futuro próximo, tornar “indigesta” a narrativa carnívora” da imprensa focando a exportação de proteína halal como um “negócio bilionário das Arábias[21]” esquecendo que o brasileiro não deseja “roer o osso” do financiamento do terrorismo no contexto de ameaça global que em algum momento há de reverberar em âmbito local.

O ardil instintivo de entidades e países muçulmanos que financiam o terrorismo global é muito bem representado no provérbio árabe que diz vou recompensá-lo com a recompensa do crocodilo, o qual foi explicado pelo autor do século VIII d.C, Aljahiz, que relata:

Ouça o que conta a respeito do crocodilo: os fiapos da carne que ele come se juntam nos vãos de seus dentes, que se enchem de vermes. Como isso lhe faz mal, o crocodilo se dirige até a margem, joga o corpo para trás e abre a boca como se estivesse morto. Presumindo que ele esteja de fato morto, as aves posam em sua boca e comem os vermes. Assim que percebe que sua boca está limpa de vermes, ele a fecha e engole as aves[22].

Enquanto o presidente e seus filhos são apresentados como a “matilha pitbull” da América Latina, a “recompensa do crocodilo” aguarda as imprudentes “aves brasileiras” cujas asas são guiadas em “voos mortais” pela imprensa submetida à sharia (lei islâmica). Portanto, inobstante o custo político a ser encarado por Bolsonaro para enfrentar a “alcateia global”, a sempre necessária “cautela” aconselha: “bocarra escancarada” com supostas “facilidades lucrativas” é convite ao terror.

 

Andréa Fernandes – jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem BBC

[1] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/videos/v/presidente-jair-bolsonaro-faz-viagem-a-israel/7500334/

[2] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/04/02/unico-escritorio-comercial-do-brasil-semelhante-ao-de-jerusalem-fica-em-taiwan-diz-itamaraty.ghtml

[3] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/03/31/palestina-condena-abertura-de-escritorio-brasileiro-em-jerusalem-e-chama-de-volta-embaixador.ghtml

[4] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47740929

[5] https://oglobo.globo.com/mundo/contra-abertura-de-escritorio-do-brasil-em-jerusalem-palestina-chama-de-volta-embaixador-23564228

[6] http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2019-02/lula-e-condenado-12-anos-de-prisao-em-processo-sobre-sitio

[7] https://www.academia.edu/3607294/Emerging_Powers_and_the_Israeli-Palestinian_Conflict_The_Case_of_Brazil_and_Venezuela

[8] https://spotniks.com/7-ditaduras-financiadas-pelo-governo-brasileiro-nos-ultimos-anos/

[9] https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1985

[10] https://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/11/11/lula-abracou-ditadores-mas-comercio-com-arabes-ainda-e-infimo/

[11] https://noticias.uol.com.br/politica/2009/11/24/ult5773u3040.jhtm

[12] https://www.chamada.com.br/mensagens/estatuto_hamas.html

[13] https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/02/internacional/1554216611_825972.html

[14] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47740929

[15] https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/04/02/bolsonaro-se-reune-com-empresarios-no-ultimo-dia-de-viagem-a-israel.ghtml

[16] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2019/04/01/marxismo-e-isla-de-maos-dadas-com-o-terror/

[17] https://www.jpost.com/Breaking-News/Israel-Brazil-sign-agreement-to-fight-terror-organized-crime-together-585362

[18] https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2019/02/27/numero-de-mortes-violentas-cai-mais-de-10-no-brasil-em-2018.ghtml

[19] https://clarionproject.org/uk-taxpayers-funding-charities-linked-terrorist-groups/

[20] https://www.dailytelegraph.com.au/blogs/piers-akerman/why-halal-food-process-is-leaving-such-a-bad-taste/news-story/ba8b0de8614887f503d024dda40563ff

[21] https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2019/03/aproximacao-entre-bolsonaro-e-israel-pode-afetar-o-mercado-bilionario-de-carne-halal-no-brasil.html

[22]https://books.google.com.br/books?id=fogcCAD46hEC&pg=PT497&lpg=PT497&dq=prov%C3%A9rbio+%C3%A1rabe+%27Vou+recompens%C3%A1-lo+com+a+recompensa+do+crocodilo%27&source=bl&ots=hF-3NFB4p3&sig=ACfU3U1JyNa76qUUI4VtOKoGMvvQNvO9Yg&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwja8eqw77XhAhVSILkGHeq8ByEQ6AEwBnoECAgQAQ#v=onepage&q=prov%C3%A9rbio%20%C3%A1rabe%20’Vou%20recompens%C3%A1-lo%20com%20a%20recompensa%20do%20crocodilo’&f=false

Marxismo e Islã: de mãos dadas com o terror

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

Desde antes de toda essa propaganda acerca do terror islâmico, “pensadores” de esquerda sempre flertaram com o terrorismo e, por conseguinte, com o terrorismo islâmico e suas pautas nefastas. É sabido por todos que a esquerda é antissemita por excelência. Todos os seus expoentes são antissemitas e pregam a destruição do Estado de Israel em detrimento aos anseios árabes-islâmicos para a terra de Israel.

Para se ter uma compreensão geral, basta ver os diversos manifestos em prol da causa árabe-palestina dos partidos de esquerda brasileiros. Deputados do PT (Partido dos Trabalhadores), já fizeram até ato pró “palestina” em pleno congresso brasileiro e  em uma sessão solene do plenário da Câmara dos Deputados o Presidente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Lutas pela Paz (Cebrapaz), defendeu abertamente a “intifada” (ações violentas) contra Israel, vociferando que teria respaldo no “Direito Internacional”, oportunidade em que o embaixador iraniano furiosamente chamou o país de “nódulo cancerígeno no Oriente Médio” e ainda acusou o Estado judeu de “tentar deformar a identidade cultural” da região.Engana-se quem pensa ser apenas uma ala radical dos partidos de esquerda com essa agenda. Todos os partidos ou organizações de esquerda aplicam esse tema às suas agendas ideológicas.

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), por diversas vezes reitera seu apoio à causa islâmica, indiferente de qual seja a temática ou ação. Não obstante a todo esse engajamento à agenda islâmica, todo o processo de aproximação dos países muçulmanos feitos durante o regime petista evoca um alinhamento não apenas conceitual a agenda islâmica.

A esquerda, com seus expoentes, pregam abertamente a destruição de Israel, bem como a expansão do Islã pelo mundo, inclusive, tentaram aprovar projetos de lei no congresso a fim de implantar o ensino islâmico como disciplina para os alunos brasileiros, projeto proposto pelo deputado Miguel Corrêa (PT-MG). É alarmante as constantes tentativas de aprovação de projetos de lei com esse viés.

O Ex-deputado Federal pelo PSOL do Rio de Janeiro Jean Willys também militou nesse sentido. Vale salientar a incoerência em relação ao apoio do ex-deputado a islamização já que o mesmo é homossexual assumido, prática combatida pelo Islã em todos os sentidos, punindo os homossexuais com a morte, demonstrando que Islã e a ideologia de esquerda andam juntos, mesmo pondo em risco a vida da população LGBT, que a esquerda diz tanto defender. Ou seja, pelo que parece, o lobby islâmico dita a regra aos “pensadores da esquerda”, doa a quem doer.

A Esquerda e Atos de Terrorismo

Desde a década de 60 do século XX, a esquerda participa ativamente de ações terroristas, principalmente contra alvos judaicos ou israelenses. Sem mais delongas, vamos aos fatos.

Em 1972, na Olimpíada de Munique, na Alemanha, o mundo presenciou uma das primeiras interações de movimentos de esquerda e o terror islâmico. Treze judeus israelenses foram brutalmente assassinados pelo grupo terrorista palestino “Setembro Negro” em plena Olimpíada de Munique.  Outra ligação entre terroristas de esquerda e terroristas islâmicos ocorreu com o sequestro do avião da Air France que fora enviado para Entebbe, em Uganda, em 1976, sempre contra alvos judaico-israelenses, demonstrando assim que tanto o pensamento da esquerda, como o Islã, ambos nutrem profundo ódio ao Ocidente e arraigado antissemitismo.

Entretanto, o que poucos ou quase ninguém fala é o envolvimento de grupos revolucionários de esquerda na preparação e na logística destes terríveis atentados, isso em se tratando apenas desses dois exemplos.

Segundo dados de inteligência disponíveis no Global Terrorism Database, existem ou existiram 2884 grupos terroristas catalogados, dos quais, sem sombra de dúvidas, 99% são de ideologia islâmico-marxista. Aliás, as ações desses grupos terroristas islâmico-marxistas são consideradas “legítimas diante da opressão imperialista” , vide como exemplo simples o link do Partido da Causa Operária (PCO) <https://www.causaoperaria.org.br/acervo/blog/2017/08/20/terrorismo-e-uma-reacao-primitiva-e-legitima-diante-da-opressao-imperialista/#.XKJIxJhKg2w>, para uma simples constatação. Ou seja, para a esquerda, os atos terroristas perpetrados como o ataque à delegação israelense na Olimpíada de Munique, ou a tentativa de promulgação de leis para islamização do Brasil, como o projeto de Lei do deputado federal do PT acima descrito, são “justos e necessários”, bem como todo qualquer outro atentado que se concretize.

Para a esquerda, qualquer ato terrorista se faz necessário para a interrupção de uma suposta opressão imperialista, seja dos EUA ou de Israel. O principal paradoxo é que, movimentos de esquerda ligados à esse pensamento fazem parte daquilo que é opróbrio no mundo islâmico e contra a sharia (movimentos feministas e LGBT, por exemplo). Na prática, é o que no decálogo de Lênin ele definiu como “idiotas úteis” e na sharia (interpretação literal da lei islâmica) é chamada de taqiyyah (a permissão islâmica para enganar o infiel para a propagação do islã como causa maior).

Em suma, há uma convergência de interesses, tanto do pensamento de esquerda como na teologia islâmica. É a convergência do caos e da barbárie para expansão de suas ideologias. Não obstante a todo esse imbróglio de conceitos, é necessário ressaltar que há evidências de que essa parceria flui desde pelo menos a II Guerra Mundial, tanto com a Alemanha de Hitler, como com União Soviética de Stalin. E essa interação rendeu muitos frutos. No caso soviético, houve a participação direta da extinta agência secreta KGB em praticamente todos os atentados islâmicos ao Ocidente desde a II Guerra Mundial, bem como a exércitos regulares, como nas guerras dos Seis Dias e Yom Kipur contra Israel, e até hoje.

No caso de Hitler, convém trazer à lembrança a “aliança  genocida” firmada com o líder palestino Haj Amin Al-Husseini e a esclarecedora declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Dentro da dialética das ideologias acima descritas, “os meios justificam os fins”, independente dos custos, sejam eles sociais, econômicos e humanos. Essas ideologias totalitárias, agem de forma a deturpar o equilíbrio democrático, já que, para ambas, os conceitos de democracia, são “obsoletos e pecaminosos”, usando-os apenas como ferramenta retórica para dissuasão das críticas de seus opositores. A bem da verdade, as ideologias de esquerda e o Islã, são e estão correndo paralelos para a divisão do mundo, na implantação de uma “nova ordem global” a fim de se perpetuarem como “global players” do sistema internacional.

Os alvos principais para alcançar êxito, é o processo de islamização por povoamento físico¹ dos países  que antes se opunham a essas ideologias, sempre trazendo à baila, as ideias marxistas de conflito social, luta de classes, e opressão imperialista do Ocidente à classe operária e ao muçulmano, tanto na periferia do sistema internacional, como nos países desenvolvidos, como vemos na Alemanha, França, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, dentre outros.

[1] Internacionalista e historiador, com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem Direita Política

Carta Aberta ao Sionismo Politicamente Correto

Por Andréa Fernandes
Sei que surpreenderei os leitores do Blog Ecoando a Voz dos Mártires por estarem acostumados aos meus textos longos, mas, dessa vez, utilizarei o nível máximo de precisão para relatar o que penso sobre parte do ativismo sionista aplaudido por muitos judeus e cristãos conservadores nas redes.
Como é de sabença geral, sou “sionista até o tutano” e tenho me esmerado dentro das minhas limitações para defender o Estado de Israel e o povo que tanto amo. PORÉM, confesso que não consegui ultrapassar a leitura do primeiro parágrafo de um extenso texto publicado em crítica à nova novela da Globo, tendo por título “Carta aberta a Duca Rachid, coautora da próxima novela das seis da Rede Globo, “Órfãos da Terra”.
O motivo é simples… o referido ativista escreveu; Confesso que o começo e o meio da sua entrevista, entendo profundamente as suas palavras sobre ondas migratórias e xenofobia ao redor do mundo.
Ou seja, parei de ler quando houve afirmação do autor da Carta no sentido de manifestar que compreende a questão da insatisfação da autora com a “xenofobia ao redor do mundo”, repetindo o discurso falacioso e deplorável dos progressistas que também odeiam Israel inserindo os críticos à invasão orquestrada pela ONU ao Ocidente na categoria abjeta de “xenofobia”, mostrando, aliás, o já costumeiro e repugnante viés politicamente correto! 
Penso o seguinte: a novela nojosa da Globo é tão detestável quanto a prática de rotular aqueles que discordam da imigração em massa para o Ocidente de “xenófobos”. Parte do mundo judaico ainda não “aprendeu” que adular as pautas da esquerda não ajuda em nada Israel!!!!
Hasbará eficiente não combina com apoio sutil à “injustiça difamatória” promovida pela Globo em relação àqueles que lutam dignamente pelo ideal de uma civilização ocidental livre do caos promovido pela implantação da mesma “sharia” que “legitima” o ataque da novela da aldeia global contra o Estado judeu… Se o problema é falta de conhecimento acerca dos resultados danosos da imigração em massa à Europa, vale o acompanhamento de think tanks, tais como o Gatestone, que mostram dados  ocultados pela Globo e ativistas politicamente corretos.
Creio que os equívocos de parte da comunidade judaica se justificam pelo fato de, mesmo tendo boa vontade, faltam-lhes tempo disponível para acompanhar informações sobre os tristes acontecimentos em solo europeu em virtude da subserviência irresponsável de autoridades diversas à política imigratória da ONU.
Volto a repetir: o brasileiro precisa saber se posicionar em relação às questões importantes para evitar que a esquerda continue dominando os “debates inexistentes” por falta de lideranças de direita para defender satisfatoriamente nossas pautas! Viralizar concepções globalistas é um sério problema…
Sionismo não se faz com “meias verdades”. Verdades históricas precisam ser ditas, saiam de cima do muro!
Andréa Fernandes – jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.
Imagem Globo

Brincando com fogo: jihadismo no Brasil

Por Gil Carlos Montarroyos[1]

O Brasil é um excelente país com todos. Diversos povos e etnias vieram para o Brasil desde o período colonial até hoje. Judeus europeus, portugueses, espanhóis, italianos, russos, ucranianos, alemães, ciganos, árabes, japoneses, chineses, coreanos, etc. Nosso povo é receptivo, alegre e via de regra, trata muito bem os imigrantes. Por muito tempo esses imigrantes eram muito bem-vindos e quase não haviam problemas com imigrantes. Todavia, esse cenário mudou drasticamente no final da década de 60, vindo a se deteriorar com maior velocidade no final dos anos 80 e início da década de 90 do século XX.

Em meados da década de 90, surgiram os primeiros relados da presença de terroristas islâmicos no sul do país, mais especificamente, na tríplice fronteira. Mas, quais foram os motivos pelos quais presenciamos o início desse fenômeno? Segundo alguns eruditos na temática, o conflito árabe-israelense.

Mas, o que o Brasil tem a ver com o conflito árabe-israelense? Na prática nada! Todavia, no período que antecedeu o atentado a Embaixada de Israel na Argentina 1, em 17 de março de 1992 e dois anos depois, o atentado na AMIA ( Associação Mutual Israelita Argentina), precisamente em 18 de julho 1994, houve intensa movimentação de grupos terroristas conhecidos, mais precisamente o Hizballah (Grupo terrorista libanês auto intitulado de Partido de Deus) na região da tríplice fronteira. Vale salientar que, até então nunca tínhamos casos concretos de terroristas islâmicos no Brasil.

Entretanto, no documento “Homeland Security Digital Library”, as agências de inteligência estadunidenses apontaram a presença de terroristas do Hamas, Hizballah e Al Qaida na tríplice fronteira, desde meados da década de 80, informação disponível para consulta no link: <https://www.hsdl.org/?view&did=1012>, pp. 48-50.

Há uma forte presença árabe-libanesa em todo o sul do Brasil, mais precisamente na região da tríplice fronteira. Por isso, há relatos de inteligência que afirmam a presença de terroristas islâmicos ligados ao Hizballah, Hamas e Al Qaeda nessa região. Segundo dados do GTD – Global Terrorism Database 2, o atentado da AMIA, foi planejado e executado pelo grupo terrorista libanês Hizballah.

Desde então, o aumento das atividades jihadistas apenas cresceu no Brasil, principalmente nas universidades públicas brasileiras, sempre apoiados por partidos políticos de inclinação marxista, camufladas como apoio à causa palestina. Podemos citar como exemplo fático o total apoio do Partido dos Trabalhadores (PT) com essa agenda, conferir link https://www.pt.org.br/deputados-fazem-ato-em-defesa-da-palestina/, Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), conferir link http://psol50.org.br/2018/02/06/em-nota-psol-reafirma-apoio-a-luta-do-povo-palestino/; Partido Comunista do Brasil (PC do B), conferir link https://pcdob.org.br/documentos/mocao-ao-povo-palestino/ , Partido Democrático Trabalhista (PDT), conferir link http://www.pdt.org.br/index.php/crimes-de-israel-2/, dentre outros.

O 11 de Setembro, e e Jihad na Construção do Califado Global

Em 11 de setembro de 2001, o mundo presenciou o até então maior ataque  jihadista ao Ocidente: o símbolo da força e poder estadunidense foi derrubado após uma série de ataques aos prédios do World Trade Centre e Pentágono, nos EUA. Esse evento cataclísmico, frente a maior potência militar e econômica do planeta, desencadeou uma série de ações de combate ao jihadismo em todo o planeta, certamente o Brasil não ficou de fora.

Porém, cerca de duas semanas antes dos atentados aos EUA, autoridades brasileiras foram alertadas por fontes de inteligência acerca da intensa presença jihadistas na cidade de Cascavel, no Paraná, inclusive, com informações de campo, contendo sólidas informações da presença de uma célula terrorista na cidade de Cascavel, que inclusive, os mesmos haviam adquirido passaportes brasileiros no intuito de irem para América do Norte, usando como porta de entrada, coyotes mexicanos, afim de permanecerem ilegais nos EUA, e fora dos radares da inteligência Norte Americana.

Entretanto, ao invés de as autoridades brasileiras investigarem de forma profissional as informações repassadas, as mesmas negligenciaram a informação, até quando o evento aconteceu. Somente após os eventos do 11 de setembro, o governo brasileiro passou a encarar o problema com responsabilidade, conforme o relatório do governo estadunidense “Homeland Security Digital Library”, pp. 49, disponível para consulta no link <https://www.hsdl.org/?view&did=1012>.

Todas as agências de inteligência globais afirmam categoricamente sobre forte presença de jihadistas no Brasil. Infelizmente não apenas na tríplice fronteira, pois o problema já se espalhou por todo o país.

A “Primavera Árabe”

Em 2010, o Oriente Médio e o norte da África foram sacudidos por uma série de revoltas populares que ainda trazem consequências para a região. Habitantes de países como Tunísia, Líbia, Egito e Síria foram às ruas para protestar contra governos repressivos e reivindicar melhores condições de vida. O movimento ganhou o nome de Primavera Árabe. Desde o início da denominada “Primavera Árabe”, vários regimes ditatoriais da África do Norte e Oriente Médio capitularam, gerando uma onda de revoltas e guerras civis, produzindo uma massa de refugiados sem precedentes desde a II Guerra Mundial.

Todo esse fluxo migratório trouxe consigo uma série de problemas em relação aos refugiados e para onde os mesmos migraram. Ondas de estupros, assassinatos de mulheres, sequestros, e pedofilia espalharam-se por esses países, tais como Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega, França, Grécia, Chipre, Espanha, etc. O Brasil não ficou imune a essa onda de refugiados. Muitos foram trazidos por ONGS internacionais, pelo Comitê de Refugiados da ONU e também pelo governo brasileiro, que à época era presidido pela ex-presidente Dilma Roussef 3. Praticamente todos os refugiados islâmicos foram alocados em cidades do interior brasileiro, causando em alguns casos, estranheza nos residentes locais.

Jihadismo nas Periferias do Brasil

Desde a invasão aliada ao Iraque, após o 11 de setembro, houve uma dispersão islâmica por todo o mundo, e não foi diferente para o Brasil.  Houve um boom da população islâmica no Brasil. Desde 2001, os números só aumentam. No Brasil, ainda que os muçulmanos sejam por enquanto uma minoria, são merecedores de maior atenção, pois fazem parte do grupo religioso que mais cresceu nas periferias, ou seja, em função dos fluxos migratórios, pelo maior contato com a religião através dos meios eletrônicos (mídias e Internet) e muitos casos pela conversão.

É sabido que há um processo de islamização das periferias do Brasil, e que esse “fenômeno” é percebido com atenção e preocupação pelas autoridades brasileiras. As regiões que mais vêm sentido esse aumento são as regiões Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Madrassas estão se multiplicando em ritmo acelerado nas periferias, tanto das grandes cidades, como em cidades majoritariamente cristãs no nordeste brasileiro.

Cidades sem qualquer histórico da presença de muçulmanos estão no mapa do Islã no Brasil, com Centros Islâmicos, Madrassas e em alguns lugares, até mesquitas. Para conferência, favor acessar o link: < http://arresala.org.br/institutos-islamicos#1514844286775-355d7475-fee4>.

Com o advento da Copa do Mundo do Brasil, começaram a haver casos de planejamento de atos terroristas nos estádios da Copa em todo o país. Células terroristas islâmicas ligados ao ISIS ou DAESH[2], em diversos estados do Brasil, começaram a se mobilizar para praticarem algum ato da jihad (Guerra Santa praticada contra muçulmanos apóstatas e não-muçulmanos, com o intuito de implantar o Califado Global) em solo brasileiro.

Diversas prisões foram feitas de terroristas ligados a esse grupo terrorista de orientação salafista no Brasil. Neste meio tempo, foi aprovada a lei Nº 13.260, de 16 de março de 2016, denominada de “Lei antiterrorismo” pelo legislativo brasileiro, com o intuito de criar um regimento legal para calcar as forças de seguranças brasileiras de condições jurídica a fim de coibir e reprimir casos de terrorismo no país. Foi com base nessa lei que os diversos indivíduos presos foram condenados.

Apesar do avanço com a promulgação da débil Lei Antiterror, nosso país ainda continua vulnerável a atentados terrorista, face a ineficiência das nossas forças de segurança, pouco investimento em inteligência, ingerência de ONGS internacionais nas prisões desses terroristas, bem como, o lobby islâmico contra a lei antiterror, via de regra com o apoio incondicional dos partidos de orientação marxista no país. A bem da verdade, o risco ainda é muito alto, pois, mesmo com a lei já promulgada, houveram dois grandes atentados terroristas com forte influência islâmica em ambos. O Brasil está brincando com fogo!

Imagem Irã News

[1] Internacionalista e Historiador com estudos focados em terrorismo islâmico.

[2] O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS), é uma organização jihadista islamita de orientação salafita e Uaabista que opera majoritariamente no Oriente Médio. Também é conhecido pelos acrônimos na língua inglesa ISIS ou ISIL. O nome em árabe, ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām, leva ao acrônimo Da’ish, ou Daesh.

Israel exige ação internacional contra o Hezbollah por construir túneis terroristas

IDF lançaram a “Operação Escudo do Norte”, com o objetivo de descobrir e eliminar os túneis de ataque construídos pelo Hezbollah do Líbano para Israel.

O governo israelense exigiu na terça-feira uma ação internacional contra o Hezbollah por construir túneis para se infiltrar e lançar ataques contra Israel.

“Esses túneis terroristas transfronteiriços foram construídos pelo Hezbollah com apoio direto e financiamento do Irã. Eles foram construídos com um objetivo em mente: atacar e matar homens, mulheres e crianças israelenses inocentes “, disse o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu no Ministério da Defesa em Tel Aviv. “Esta é uma violação grave da soberania de Israel e uma séria violação da  Resolução nº 1701 do Conselho de Segurança da ONU . É um ato inaceitável de agressão sem sentido “.

A IDF lançou a “Operação Escudo do Norte” na terça-feira para descobrir e eliminar os túneis de ataque construídos pelo Hezbollah do Líbano para Israel.

“Eu tenho uma mensagem para o povo do Líbano: o Hezbollah está colocando suas vidas em perigo”, disse Netanyahu. “Eles estão sacrificando seu bem-estar para cumprir os objetivos agressivos do Irã. Israel responsabiliza o governo libanês por todas as atividades terroristas que emanam do Líbano contra Israel “.

“Como qualquer outra nação, Israel mantém o direito de se defender. Continuaremos a fazer todo o necessário para nos defendermos dos esforços do Irã para usar o Líbano, a Síria ea Faixa de Gaza como bases terroristas avançadas para atacar Israel “.

Netanyahu acrescentou que mencionou a imposição de novas sanções contra o Hezbollah durante sua  reunião na segunda-feira  com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

Em uma carta ao Conselho de Segurança da ONU, o embaixador israelense nas Nações Unidas, Danny Danon, exigiu o corpo mundo para condenar o Hezbollah “nos termos mais fortes possíveis” e acusou o governo libanês “desestabilização perigosa região “.

“O governo libanês deve cumprir seus compromissos internacionais e implementar integralmente as resoluções do Conselho de Segurança acima mencionadas”, escreveu ele.

“A construção destes túneis, construído pelo Hezbollah e financiado pelo Irã, juntamente com os esforços em andamento para transferir armas, convertem mísseis mísseis imprecisos e mísseis de precisão de fabricação de precisão no Líbano são uma flagrante violação da soberania de Israel . Outro estágio dos esforços contínuos do Hezbollah para expandir seu acúmulo militar e desestabilizar ainda mais a já volátil região “, acrescentou.

Os Estados Unidos também condenaram os túneis.

“Os Estados Unidos apóiam fortemente os esforços de Israel para defender sua soberania, e pedimos [ao Hezbollah] que pare seu túnel para Israel e que se abstenha de escalada e violência”, disse o Conselheiro Nacional de Segurança dos Estados Unidos, John. Bolton. “Em termos mais gerais, apelamos ao Irã e a todos os seus agentes para que parem com suas agressões e provocações regionais, que representam uma ameaça inaceitável à segurança israelense e regional”.

Imagem Isto É e informações Israel Noticias

Terror palestino: Mesmo depois de 46 anos, o Fatah continua elogiando o massacre das Olimpíadas

Mesmo depois de 46 anos, o Fatah continua elogiando o massacre das Olimpíadas em Munique“Setembro Negro surpreendeu o mundo e prendeu a respiração por mais de 12 horas “
O mundo ficou furioso quando 8 terroristas palestinos do Setembro Negro da Fatah levaram 11 atletas e treinadores israelenses como reféns nas Olimpíadas de Munique, em 5 de setembro de 1972, e mais tarde os assassinaram. 

No entanto, na ideologia palestina, o ataque e os assassinatos são apresentados como um evento “heróico” do qual se orgulham. A mídia palestina documentou que tanto a Autoridade Palestina quanto a Fatah continuamente glorificam o ataque terrorista, os próprios terroristas e aqueles que o planejaram.

No aniversário deste ano dos assassinatos dos atletas israelenses, o Movimento Fatah de Abbas postou um vídeo que elogia o ataque e elogia a organização terrorista Fatah, “Setembro Negro”, que planejou e executou o ataque. O Fatah apresentou o vídeo do que chamou de “operação heróica” que pode ser assistido acessando o site abaixo.

Com imagem Revista Menorah informações palwatch.org

Israel frustrou 40 ataques do Estado Islâmico em 3 anos, diz Netanyahu

Falando em visitar jornalistas da mídia cristã, o primeiro-ministro Netanyahu disse que nomear um enviado para o mundo cristão é “uma ótima ideia”. Netanyahu também promete examinar as restrições que impedem que milhões de cristãos indonésios visitem Israel.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu revelou no domingo que Israel frustrou pelo menos 40 supostos ataques terroristas do Estado Islâmico em países ocidentais nos últimos três anos.

Netanyahu falou domingo em uma reunião em Jerusalém para jornalistas visitantes da mídia cristã, onde ele foi calorosamente recebido por repórteres.

O primeiro-ministro disse que prefere nomear um enviado israelense para o mundo cristão, um sinal dos esforços do país para promover laços estreitos com seus aliados cristãos.

Ele acolheu a ideia sugerida por um jornalista de designar um emissário como “uma ótima ideia”.

A cúpula reflete o aprofundamento dos laços entre Israel e o mundo cristão evangélico. Israel passou a contar com amplo apoio evangélico nos últimos anos, um movimento que levantou preocupações entre alguns judeus em Israel e no exterior.

Uma grande aliança com os evangélicos é algo pelo qual não pedimos desculpas”, disse Netanyahu. “Não temos melhores amigos no mundo.”

Netanyahu também prometeu examinar as restrições de levantamento que impedem que milhões de cristãos indonésios visitem Israel.

Com imagem RTE e informações Israel Hayom Staff

Enviado de Israel pede à ONU para condenar ataque terrorista palestino

Kim Levengrond Yehezkel, 28, mãe de um filho, e Ziv Hajbi, 35 anos, pai de três crianças, foram mortos a tiros por um terrorista palestino no Parque Industrial Barkan, perto da cidade de Ariel.

“Os membros do Conselho de Segurança da ONU devem condenar claramente o ataque terrorista assassino”, escreveu ele em uma carta ao conselho. “Esta é sua responsabilidade e sua obrigação para com o Oriente Médio e o mundo. E ainda mais por causa dos filhos de Kim e Ziv que ficaram órfãos “.

Ele também pediu ao presidente da Autoridade Palestina , Mahmoud Abbas, para condenar expressamente o ataque.

“Em vez de dar discursos para Israel e sugestões de blocos para acalmar a região, [Abbas] deve demonstrar uma clara e contundente ação contra os instigadores e os terroristas que vêm da maneira Autoridade Palestina,” escreveu Danon. “Financiamentos terroristas é o combustível para os ataques que ocorreram em Barkan, e só parando financiamento pode ajudar a combater o terror”.

O terrorista, Walid Ashraf Suleiman Na’alowa um palestino de 23 anos, do norte da Cisjordânia, entrou em uma fábrica onde ele trabalhava no Parque Industrial Barkan pouco antes de 08:00, armado com uma submetralhadora, de acordo O porta-voz do Exército, o tenente-coronel Jonathan Conricus.

No interior, ele amarrou e matou Yehezkel à queima-roupa, atirou em Hajbi e feriu outra funcionária, Sara Vaturi.

As forças de segurança  prenderam  o irmão e a irmã de Na’alowa na manhã de segunda-feira.

Segundo o IDF, o suspeito não tinha histórico de atividades terroristas e não estava ligado a nenhum grupo terrorista, embora vários deles aplaudissem suas ações.

Mais cedo naquele dia, ele postou em sua página no Facebook que estava “esperando por [ Allah ]”. Uma reportagem da televisão disse que ele havia  deixado uma nota de suicídio  com um amigo vários dias antes.

Levengrond Yehezkel foi enterrado em sua cidade natal de Rosh Ha’ayin no centro de Israel na noite de domingo. Ela deixou marido e um filho de 15 meses de idade.

O funeral de Hajbi ocorreu na tarde de segunda-feira na comunidade do sul de Nir Israel.

Imagem The Times of Israel e informações Israel Noticias

Autoridade Palestina está impedindo Gaza de receber ajuda do Qatar

Fontes palestinas disseram que Ramallah advertiu que boicotaria o combustível israelense e disse a trabalhadores de uma companhia de combustíveis de Gaza que não apareçam para trabalhar, já que Abbas busca reforçar seu domínio no enclave.

Pela enésima vez nos últimos meses, Israel recebeu evidências de que a ruptura das relações entre Jerusalém e Ramallah e entre Ramallah e Gaza poderia comprometer significativamente a segurança na fronteira de Gaza.

Fontes palestinas disseram na quinta-feira que as ameaças da Autoridade Palesina a uma companhia de gás israelense e funcionários da ONU atrasaram a  transferência  planejada  de combustível de emergência financiado pelo Qatar  para Gaza.

A última versão mostra como as tentativas da administração dos EUA e de Israel para lidar diretamente com Gaza, na realidade com o Hamas, o grupo terrorista que administra a Faixa, são repetidamente prejudicadas pela Autoridade Palestina e seu presidente, Mahmoud Abbas. .

Haaretz  noticiou quinta-feira que, nos últimos dias foram feitos acordos em uma reunião de doadores em Gaza no sentido de que o Qatar iria pagar o combustível para a única usina de energia em Gaza, isso mediado pelo acordo da ONU que busca acabar com a grave crise de energia que afeta o enclave palestino .

Segundo um relatório palestino , o Qatar vai investir US $ 60 milhões, o que deve ser suficiente por seis meses para que os moradores de Gaza possam aproveitar oito horas de eletricidade todos os dias, em vez das quatro atuais.

Sim, isso ainda significa poder para apenas um terço de cada dia, mas em termos de Gaza isso seria uma melhoria real. Tal passo poderia ajudar a acalmar as tensões na fronteira e reduzir o perigo de uma guerra iminente.

A iniciativa foi promovida por três homens enviados do Qatar para Israel e Gaza, Mohammed Al-Emadi, o enviado da ONU para o Oriente Médio, Nikolai Mladenov, e o chefe do Conselho de Segurança Nacional de Israel, Meir Ben Shabbat.

Supunha-se que o combustível diesel entraria em Gaza na manhã de quinta-feira, atravessando Kerem Shalom.

No entanto, fontes palestinas disseram  em Gaza, que a Autoridade Palestina em contato com a companhia de gás israelense  que fornece combustível diesel tanto à Cisjordânia quanto na Faixa de Gaza,  ameaçou boicotar e parar todas as compras se for transferido o combustível para Gaza . A Autoridade Palestina avisou que iria começar a comprar todo o seu combustível e gás de outro país, como a Jordânia.

As fontes também disseram que autoridades da Autoridade Palestina pediram aos funcionários da ONU em Gaza que transfiram fisicamente o combustível e ameaçam pagar um “preço alto” se aparecerem para trabalhar.

Por outras palavras, Autoridade Palestiniana bloqueou uma melhoria na situação humanitária na Faixa de Gaza , principalmente para deixar claro ao mundo que deve participar em qualquer passo relacionado com o território.

Abbas tem alertado repetidamente que não pode haver duas entidades separadas que regem terras palestinos , dizendo que, se a Autoridade Palestina não recebe controle total da Faixa de Gaza, o Hamas terá de assumir toda a responsabilidade para o território.

As fontes também disseram que autoridades da Autoridade Palestina pediram aos funcionários da ONU em Gaza que transfiram fisicamente o combustível e ameaçam pagar um “preço alto” se aparecerem para trabalhar.

Por outras palavras, Autoridade Palestiniana bloqueou uma melhoria na situação humanitária na Faixa de Gaza , principalmente para deixar claro ao mundo que deve participar em qualquer passo relacionado com o território.

Abbas tem alertado repetidamente que não pode haver duas entidades separadas que regem terras palestinos , dizendo que, se a Autoridade Palestina não recebe controle total da Faixa de Gaza, o Hamas terá de assumir toda a responsabilidade para o território.

Imagem AFP e informações Israel Noticias

Gaza:Terroristas palestinos lançam explosivos contra soldados israelenses em tentativa de infiltração em Israel

Centenas de islâmicos palestinos participaram da violência repetida contra o território de Israel na fronteira de Gaza no domingo à noite, atirando explosivos contra soldados israelenses e tentando romper a barreira de segurança.

Não foi relatado que soldados da IDF ficaram feridos na violência islâmica, enquanto pelo menos 10 islamitas palestinos foram feridos por tiros israelenses, segundo a Rádio Israel.

Um porta-voz do Exército disse que os soldados usaram métodos de dispersão de motim e fogo vivo de acordo com os regulamentos do FDI.

Islâmicos palestinos que participaram das tentativas de infiltração em massa em Israel, queimaram pneus e lançaram granadas, dispositivos explosivos improvisados, fogos de artifício e pedras contra as forças de segurança, disse o canal 10.

A rede disse que os islâmicos tentaram atacar as tropas israelenses que trabalham para impedir as violações das fronteiras e que houve explosões em partes do sul de Israel, perto da Faixa de Gaza, devido ao lançamento de explosivos.

Mais cedo neste domingo, bombeiros trabalharam para extinguir dois incêndios perto de Gaza, desencadeados por dispositivos incendiários disparados do enclave palestino , disse um porta-voz do Serviço de Bombeiros e Resgate.

A polícia disse que os sapadores também localizaram e neutralizaram um balão incendiário na Highway 35, que não causou danos.

A violência mais recente ocorreu depois que mais de 100 bombas e granadas improvisadas foram lançadas contra as tropas israelenses durante a massiva tentativa de infiltração de sexta-feira na fronteira de Gaza, disseram os militares no sábado. O exército lançou imagens de violência islâmica, que segundo eles foram as piores em dois meses, mostrando tentativas de quebrar e sabotar a cerca de segurança.

Com Imagem The Times of Israel e informações Israel Noticias