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Obama impediu investigações sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro do grupo terrorista Hezbollah

Investigação publicada nessa segunda-feira(18) revela que a administração Obama prejudicou importante campanha de aplicação da lei e permitiu ao grupo terrorista libanês Hezbollah que se  envolvesse em operações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro – inclusive nos Estados Unidos – objetivando garantir a continuidade do acordo nuclear com o Irã.

A primeira parte do relatório da investigação conduzida pela Revista Política discorre sobre os desdobramentos do Projeto Cassandra, que tratava de campanha de aplicação da lei lançado em 2008 pela Drug Enforcement Administration (DEA), tendo por objetivo atacar as atividades criminosas do grupo terrorista islâmico libanês. No entanto, segundo a Fox News, os funcionários da administração Obama lançaram uma série de obstáculos que impediam o projeto, e assim, ajudaram a organização terrorista anti-Israel a evoluir suas atividades para concretizar uma grande ameaça à segurança global que financia operações terroristas e militares.

David Asher, analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa que atuou na estruturação do Projeto Cassandra afirmou: “Essa foi uma decisão política. Ele destruíram em série todo esse esforço que foi teve excelente suporte e recursos, e foi feito de cima para baixo”.

O  relatório foi confeccionado embasado num trabalho de oito anos, onde os agentes que trabalhavam numa instalação secreta de DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes criminosas do grupo terrorista Hezbollah com a ajuda de 30 agências de segurança norte-americanas e estrangeiras. Os agentes seguiram as remessas de cocaína, rastrearam somas vultosas de dinheiro sujo e rastrearam o que eles acreditavam ser o círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores no Irã. Porém, quando a liderança do projeto buscou aprovação de investigações, processos, prisões e sanções financeiras importantes, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus requerimentos.

Os funcionários do governo também bloquearam ou minaram os esforços dos membros do Projeto Cassandra para perseguir outros agentes do alto escalão do Hezbollah, incluindo um apelidado de ‘The Ghost‘ – um dos maiores traficantes de cocaína do mundo, inclusive para os EUA, além de um importante fornecedor de armas convencionais e químicas para uso do presidente sírio, Bashar Assad, contra seu povo. Mas, os ex-funcionários da administração Obama negam as denúncias.

Asher, ainda disse: “quanto mais chegamos ao (acordo do Irã), mais essas atividades se afastaram. Tanto na capacidade, seja nas operações especiais, seja na aplicação da lei, seja nas designações (do Tesouro) – mesmo a capacidade, o pessoal atribuído a esta missão – foi drenado assiduamente, quase até a última gota, no fim da administração Obama “.

Com informações de Ynet News

Imagem: http://www.nowtheendbegins.com/iran-releases-hostages-after-receiving-apology-from-obama/

 

 

 

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Fúria palestina: Trump é culpado ou inocente?

Por Andréa Fernandes

Dias após a decisão histórica de Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel, as manchetes dos jornais de sábado passaram a ter como protagonista o Iraque, que declarou oficialmente o fim da luta contra o Estado Islâmico após 3 anos de conflito que ocasionou a perda de quase um terço do território iraquiano, incluindo Mosul, a segunda maior cidade do país. Apesar de celebrar a expulsão do grupo terrorista reconquistando o território perdido na “guerra religiosa”, o governo reconhece a possibilidade de jihadistas do grupo terrorista voltarem com atos de guerrilha[1].

Em segundo plano ficou mais um “dia de fúria” palestina” contra Israel estimulado pelas lideranças religiosas e políticas que mantêm a velha prática de usar as populações de Gaza, Jerusalém e Cisjordânia em ações violentas a fim de promover “rios de sangue” para acusar Israel de violações dos direitos humanos ao repelir manifestações irascíveis e contra-atacar os foguetes lançados por terroristas contra a população civil israelense.

Alheia à violência praticamente diária que os palestinos costumavam promover contra israelenses antes da decisão de Trump, a grande mídia fez questão de noticiar que ataques aéreos israelenses mataram dois palestinos em Gaza e acusaram Trump pelo acontecimento[2], como se fosse do presidente estadunidense a culpa pela doutrina religiosa islâmica considerando toda terra de Israel território waqf, sendo esse um dos motivos para a “indisposição permanente” dos palestinos de levarem adiante o processo de paz com Israel. Na verdade, as Forças de Defesa de Israel (FDI) atingiram quatro alvos terroristas em resposta a mais um foguete proveniente de Gaza que atingiu a cidade de Sderot objetivando matar civis israelenses[3].

A falta de divulgação dos “meandros islâmicos” impede a opinião pública de entender alguns “detalhes” do conflito. Assim, faz-se necessário explicar para não-muçulmanos o conceito “waqf”, o qual foi muito utilizado pelo “líder nazislâmico” Amin al-Husseini, intitulado de forma indevida pelos britânicos “grande mufti de Jerusalém”. O famoso líder palestino – que desejava impetuosamente o genocídio de judeus e constava da “folha de pagamento” dos nazistas por seus horrendos serviços de apoio ao Holocausto – chamou a inexistente “Palestina” de “terra waqf.

A palavra “waqf” significa literalmente “detenção” e segundo estudiosos muçulmanos, refere-se “à detenção de uma propriedade para que seu produto ou renda possa estar sempre disponível para fins religiosos ou de caridade. Quando um waqf é criado, a propriedade é detida, ou está “amarrada” para sempre e depois torna-se intransferível”. Dentre as “consequências jurídicas” para uma propriedade waqf, convém citar a dedicação a Alá, a irrevogabilidade, a perpetuidade e a inalienabilidade[4].

Agora, creio que faz sentido explicar que o grande mufti de Jerusalém e outros líderes árabes – à exceção do rei Abdullah, da então Transjordânia (atual Jordânia) – rejeitaram o plano de partição da “Palestina” em dois Estados, um árabe e outro judeu, sugerido pela Comissão Peel em 1937. O motivo? Amin al-Husseini defendeu argumentação religiosa afirmando que a “Palestina” era “terra waqf”, o que a tornava impossível de “ser dividida”, mesmo que minoritariamente com os judeus, sendo, portanto, uma espécie de “legado muçulmano” que deveria ser preservado exclusivamente nas mãos dos árabes “submissos a Alá”. Dessa forma, o Estado judeu não deveria existir… o tempo passou, mas o argumento perpetuou…

Com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, a argumentação religiosa antissemita veio à lume novamente com força através da criação do grupo terrorista Hamas em 1987, que em sua Carta de constituição, no Capítulo III, tem como subtítulo “A Palestina é um waqf islâmico (propriedade concedida, doada)” e no Artigo 11, estipula:

Art. 11- O Movimento de Resistência Islâmica sustenta que a Palestina é um território de Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Ninguém pode negligenciar essa terra, nem mesmo uma parte dela, nem abandoná-la, ou parte dela. Nenhum Estado Árabe, ou mesmo todos os Estados Árabes (juntos) têm o direito de faze-lo; nenhum Rei ou Presidente tem esse direito, nem tampouco todos os Reis ou Presidentes juntos, nenhuma organização, ou todas as organizações juntas – sejam elas palestinas ou árabes – têm o direito de faze-lo, porque a Palestina é território Wakf, dado para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição.

Esse é o status legal da terra da Palestina de acordo com a Lei Islâmica. A esse respeito, é igual a quaisquer outras terras que os muçulmanos tenham conquistado pela força, porque os muçulmanos a consagraram, à época da conquista, como legado hereditário para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Assim ocorreu quando foi completada a conquista de Al-Sha’m (8) e do Iraque, e os Comandantes dos exércitos muçulmanos enviaram mensagens ao Califa ‘Umar b. Al-Khattab, pedindo instruções a respeito das terras conquistadas – dividi-las entre as tropas ou deixa-las em mãos dos seus proprietários, ou proceder de outra forma[5].

Em parte do Artigo 13, ainda preceitua:

“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa).”

Os fundamentos totalitários e terroristas com base religiosa do “documento” – que não é contestado pelos defensores da “causa palestina” – podem ser vislumbrados também no seguinte preceito:

Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. (segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá). 

E se alguém levantar a hipótese de que os “palestinos” não mais enxergam Israel como “território waqf”, aconselho consultar fontes dos seus movimentos espalhados pelo mundo. Num dos muitos sites tecendo distorções brutescas para validar a farsa do “direito” ao território de Israel, assim está escrito: A chamada ‘Palestina Histórica’ é todo território que engloba hoje Faixa de Gaza, Israel e Cisjordânia.[6]

Logo, uma vez que o Estatuto do Hamas corrobora o intento genocida dos seus seguidores, fato este ratificado por suas “autoridades religiosas” que em discursos inflamados nas mesquitas afirmam que “os judeus devem ser massacrados e mortos[7], torna-se debalde toda tentativa de criação de um Estado que não tenha condição mínima de proporcionar fronteiras seguras e pacíficas com Israel. A chamada Palestina é, na forma proposta por suas lideranças, um protótipo de Estado terrorista!

Portanto, culpar Trump por ações terroristas palestinas estimuladas por suas lideranças é uma verdadeira discrepância, uma vez que, conforme percebido pelo próprio presidente dos EUA – apesar das “promessas de campanha não cumpridas” dos presidentes antecessores  – não houve avanço nos processos de paz e muito menos no “acordo de reconciliação” entre as facções palestinas. A campanha de ódio palestino não precisa de “justificativa” para atacar Israel… Sem qualquer ação de Trump, desde janeiro de 2012, mais de 2.530 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza e atingiram áreas civis israelenses[8].

O combustível para a “revolta dos palestinos” não está na decisão de um Estado soberano acerca da linha de política externa que adota, e sim, nos escritos sagrados islâmicos. Enquanto o Ocidente  não atentar para o lema do Hamas preconizado no Art. 8º do seu Estatuto, não perceberá que está apoiando a possível criação de mais um Estado totalitário islâmico tão perverso e sanguinário quanto Arábia Saudita e Irã.

O art. 8º dispõe:

Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.

Cabe ao Ocidente escolher entre o “exemplo do profeta Mohammad” e as “ações de Trump, mas particularmente, eu rejeito a ideia de um povo tomar como “modelo” um “profeta”, que ao chegar em Yatrib (Medina) – com metade da população judaica – agiu de forma tão “amistosa”, que em 2 anos não havia mais judeus na referida “cidade sagrada”, os quais foram exilados, escravizados ou assassinados. Se em mais de 90 versos, o Alcorão vaticina que o profeta é o “padrão de vida perfeito” para todos os muçulmanos[9], o “desejo de matança” do Hamas e demais apoiadores realmente encontra amparo no mundo totalitário islâmico, porém seria “justo” a comunidade internacional tentar obrigar o governo israelense a apenas “observar” uma “chuva de foguetes” assassinar os seus nacionais?

Se a “Constituição” do Hamas obriga parte da população a “aspirar a morte por Alá” para criar um Estado islâmico na base da “jihad”, nada impede que Israel use a milenar ética judaica para escolher salvar o seu povo que “aspira a vida”!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem:  EBC Agência Brasil

[1]https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/iraq-formally-declares-end-to-fight-against-islamic-state

[2] https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/israeli-airstrikes-kill-two-in-gaza-as-fallout-from-trump-decision-continues

[3]http://www.jpost.com/Breaking-News/IDF-hits-four-terror-targets-in-Gaza-following-a-rocket-attack-on-Sderot-517510

[4] https://www.lawctopus.com/academike/concept-waqf-muslim-law/

[5] http://www.beth-shalom.com.br/artigos/estatuto_hamas.html

[6] http://vivapalestina.com.br/a-historia-de-um-povo/

[7] https://www.youtube.com/watch?v=WmnpMXOpaM4

[8]http://www.jewishvirtuallibrary.org/palestinian-rocket-and-mortar-attacks-against-israel

[9] https://voiceofeurope.com/2017/12/why-islam-is-a-totalitarian-system-and-a-threat-for-every-non-muslim-civilisation/#.WivQedleo8Q.twitter

 

Os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel: vem guerra por aí?

Por Andréa Fernandes

Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país.

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina – considerado “moderado” pelo Ocidente – ao ser informado por Trump através de telefonema acerca da sua decisão de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém acionou seu fiéis “ativistas-terroristas”, que convidaram fotógrafos e cinegrafistas para “visitar” Belém a fim de documentar um “evento importante”, qual seja, palestinos ensandecidos queimando cartazes com imagens de Trump e a bandeira de Israel[5]. O objetivo é simples: promoção da “propaganda de ódio” para levar a opinião pública a acreditar que a política de Trump incendiará a região, o que fez o presidente da Autoridade Palestina afirmar que “os Estados Unidos perderam o papel de mediador no Oriente Médio”[6].

Hoje, Abbas em pronunciamento agressivo afirmou que a “revolta palestina” deve continuar e o líder do movimento Fatah – também considerado moderado pelo Ocidente – disse que “Trump emitiu declaração de guerra contra o povo palestino”[7]. Abbas já havia ordenado o fechamento de escolas e na usual política retaliatória contra inocentes, o prefeito de Belém (ocupada por palestinos), também determinou o desligamento de todas as luzes de natal na área onde cristãos vêm  sofrendo limpeza religiosa desde o início da ocupação palestina. E se alguém vier com a lengalenga de que “palestinos não são ocupantes”, cabe lembrar que antes da Guerra de Independência de 1948, a população original de Ramallah era 90% cristã e de Belém, 80%. Além disso, o “pacisfismo islâmico” dos invasores palestinos proporcionou a seguinte realidade: em 1967, mais da metade dos moradores de Belém eram muçulmanos e Ramallah se tornou uma grande cidade muçulmana[8].

Aliás, vale uma breve digressão: o falecido terrorista Yasser Arafat mudou a demografia de Belém semelhantemente à estratégia de países muçulmanos na atualidade, ou seja, enviando milhares de muçulmanos de campos de refugiados, e como bem salienta o jornalista Giulio Meotti, transformou a cidade – outrora majoritariamente cristã – “num refúgio seguro para terroristas suicidas”, onde cemitérios e conventos foram profanados e cristãos transformados em escudos humanos pela perversa Organização para a Libertação da Palestina (OLP). De sorte que, a OLP e outros grupos islâmicos “ofertaram” aos cristãos nativos as mesmas atrocidades que seus homólogos do Estado Islâmico: casamento forçado, conversões, espancamentos, apropriação de terras, ataques incendiários, boicote comercial, tortura, sequestro, assédio sexual, extorsão, dentre outros crimes mantidos ocultos pela mídia vendida aos interesses árabes.

Após o pronunciamento histórico de Trump, Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, fez o que sempre foi sua especialidade: conclamar o terror contra civis inocentes, e para tanto, pediu uma nova “intifada contra o inimigo sionista[9] como condenação à decisão de Trump no melhor estilo “jihad”. Contudo, a “ansiedade sanguinária” não resistiu esperar até o dia 8, quando deveriam ser iniciados os atos de violência, e com isso, os terroristas passaram a efetivar disparos de foguetes contra o território israelense ocasionando “resposta” de Israel direcionada às estruturas militares na Faixa de Gaza[10]. Seguindo a mesma “linha assassina”, o grupo terrorista xiita Hezbollah, financiado pelo Irã, também endossou a necessidade de intifada.

Incitados por suas lideranças, cerca de 3 mil palestinos saíram às ruas em protestos violentos em 30 locais na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde dezenas de manifestantes se reuniram perto da fronteira com Israel e lançaram pedras contra os soldados. A violência se intensificou no embate de palestinos contras as forças israelenses e segundo a imprensa palestina, já são 200 palestinos feridos e 1 morto.

Insta esclarecer que o “tom apocalíptico” de alguns jornais descambaram em distorções de ignorância ímpar como aconteceu com ‘O Globo’, ao consignar: “Diante da reação inflamada do mundo árabe, com protestos na Faixa De Gaza e na Turquia, o Exército israelense anunciou o envio de batalhões adicionais ao território palestino da Cisjordânia[11]”. O jornalista nervoso por externar o sensacionalismo de sempre, incluiu indevidamente a Turquia na lista de territórios integrantes do “mundo árabe”. O desespero tomou conta da redação…

De qualquer maneira, o mundo muçulmano é, de certo modo,  imprevisível, e as lideranças  palestinas se esforçam para conseguir o apoio que carecem para promover “arruaça terrorista” ao ponto de desencadear uma verdadeira “guerra”, tentando invalidar o ato legítimo de Trump, porém, deverão primeiro, convencer a monarquia saudita a validar sua ações, visto que numa proposta inusitada de “acordo”, a Arábia Saudita ofereceu a cidade de Abu Dis (próxima à Jerusalém Oriental) como a futura “capital da Palestina”, em vez de Jerusalém Oriental. E se ainda assim, o caro leitor tem dúvida do “apoio” que goza a Autoridade Palestina, cabe informar que Abbas foi pressionado pelo Egito e Arábia Saudita a não processar funcionários israelenses em tribunais internacionais como havia prometido, e decidiu… obedecer a “orientação”[12].

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) se manifestou ontem expressando rejeição à decisão de Trump e informou que convocará uma reunião extraordinária com os representantes dos Estados-membros em Istambul nos dias 12 e 13 de dezembro para “discutir as repercussões da decisão americana e formular uma posição islâmica unificada” sobre a questão[13].

O principal representante da “Palestina’ no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos equivale a uma “declaração de guerra contra os muçulmanos[14]. Já o Papa Francisco e a ONU apelam para um “diálogo” sobre o status da cidade, mesmo sabendo que não está nos planos dos palestinos essa possibilidade. O Papa ressaltou que se “respeite” o status atual da cidade, pouco se importando que esse pedido absurdo, é, na realidade, um desrepeito ao direito milenar dos judeus à Jerusalém como sua capital indivisível.

Até o momento, as “ameaças explícitas” evidenciadas contra os Estados Unidos advêm do Estado Islâmico e al-Qaeda – grupos islâmicos que vivem em função de ameaças aos “infiéis ocidentais” de modo que não surpreende ninguém a revolta das lideranças dessas facções além do “irmão siamês” Hamas, que objetiva começar nova intifada.

Logo, aguardemos novos “sinais de fumaça islâmica” para sabermos até aonde vai a proclamação de jihad contra Israel e Estados Unidos, já reconhecendo que nessa sexta-feira a promessa de novos protestos se cumpriu em países como Malásia, Indonésia, Iêmen, Turquia, Jordânia, Egito e outros Estados africanos.

Nada mais “inspirador” para um candidato a “Estado terrorista”, que o pedido de suas lideranças exigindo o chamado “Dia de fúria” justamente após as “orações” no dia que é considerado “sagrado” para os seguidores da “religião da paz”.

Publicado originalmente em 08.12.2017, no Portal Gospel Prime

Imagem: g1.globo.com

[1] http://israelstreet.org/2014/11/08/communist-and-islamophile-federica-mogherini-returns-to-ramallah-and-gaza/

[2] https://www.jihadwatch.org/2017/12/eu-vows-push-to-make-jerusalem-capital-for-palestinians-too

[3] http://cyprus-mail.com/2017/07/20/cyprus-marks-43-years-since-turkish-invasion/

[4] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/01/13/erdogan-diz-que-turquia-nunca-saira-do-chipre.htm

[5] https://www.gatestoneinstitute.org/11508/trump-jerusalem-speech-palestinians

[6] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/mundo-islamico-protesta-apos-trump-reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel/6342958/

[7] https://www.timesofisrael.com/abbas-vows-palestinian-rage-will-continue-well-never-back-down/

[8] https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4221651,00.html

[9] https://www.middleeastmonitor.com/20171207-hamas-leader-calls-for-new-intifada-over-trump-decision/

[10] https://www.dn.pt/mundo/interior/jerusaem-israel-ataca-postos-militares-na-faixa-da-gaza-em-resposta-a-projeteis-8971462.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

[11] https://oglobo.globo.com/mundo/confrontos-entre-soldados-israelenses-palestinos-deixam-ao-menos-104-feridos-22160770

[12] https://www.middleeastmonitor.com/20171123-under-saudi-egypt-pressure-abbas-retreat-from-prosecuting-israel/#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5a29c8f6b0615634&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

[13] http://www.arabnews.com/node/1205411/saudi-arabia

[14] https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml

 

A solução de Dois Estados

Por Sergio Bichuchs Sinenberg

Como sou partidário da “solução de Dois Estados”, quero propor à Angela Merkel que Berlin seja dividida novamente e que cada metade da cidade seja a capital de Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, respectivamente. Temos certeza que os berlinenses não farão objeções à divisão da cidade, para que a mesma seja a capital de dois Estados.

Quanto ao Brasil, quero sugerir que seja respeitado o Tratado de Tordesilhas, devolvendo à Espanha toda a Amazônia.

Inglaterra deverá ceder a metade das Ilhas Malvinas à Argentina, criando dois Estados: a República das Focas Portenhas e a Irlanda do Atlântico Sul.

Não vamos esquecer de propor ao effendi Erdogan, sultão do novo Império Turco, que deverá abrir mão de Istambul, para respeitar a origem cristã desta famosa cidade, que já foi chamada Bizâncio e depois Constantinopla, quando era a capital do cristão Império Romano Oriental.

O mesmo Erdogan concordará –não temos dúvidas – com a divisão da Turquia em dois Estados, um turco e outro curdo, seguindo o bom exemplo da República Islâmica do Irã, que fará o mesmo ato de justiça internacional e respeito à autodeterminação dos povos.

Assim sendo, estes democráticos e humanitários países propiciarão a criação do Estado Curdo, o Curdistão.

Por seu lado, a China já avisou que devolverá o Tibete ao seu povo, para inspirar a solução de dois Estados a outros países.

Aproveitando o generoso espírito natalino, até Vladimir Putin, o “Czar de Todas as Rússias”, quer colaborar, reintegrando a Crimeia à Ucrânia.

Pura generosidade!

Imagem: http://www.dw.com/en/merkels-delicate-mission-to-turkey/a-37367606

 

República Tcheca reconhece Jerusalém como capital de Israel

O parlamento da República Checa votou esmagadoramente em favor de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

A votação ocorreu quando Jerusalém celebrou seu 50º aniversário de unificação.

E, ao mesmo tempo que votaram para reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, os parlamentares checos votaram também por condenar a UNESCO, o órgão das Nações Unidas que recentemente aprovou uma resolução destinada a condenar os assentamentos de Israel e as chamadas invasões aos territórios palestinos.

  Da comunidade internacional de cristãos e judeus:

“O Parlamento checo aprovou na quarta-feira o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel no dia de Jerusalém comemorando o 50º aniversário da unificação da cidade sob a soberania israelense. Além disso, a República Checa decidiu condenar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na sequência das recentes resoluções anti-Israel.

“112 dos 156 deputados em Praga apoiaram a resolução. Os membros do Parlamento pediram ao seu governo que adotem a resolução e reconheçam Jerusalém como a capital de Israel, ao lado da abertura de negociações diretas e incondicionais com os palestinos.

“O parlamento também condenou as recentes decisões da UNESCO que não reconhecem os direitos dos judeus a Jerusalém e convidam o governo a suspender os pagamentos à UNESCO, à luz da incitação contra Israel e da politização da organização”.

O voto é um evento mundial significativo, dada a divisão que existe politicamente sobre o reconhecimento de Jerusalém – e a oposição de muçulmanos à sua existência como um marco sagrado judaico.

http://pamelageller.com/2017/06/czech-republic-recognizes-jerusalem-israels-capital.html/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Irã para o Hamas: Vamos nos aproximar “com base na jihad”

 

“Irã ao Hamas: Vamos nos aproximar ” com base na jihad “, de Dalit Halevy, Arutz Sheva , 26 de maio de 2017:

Funcionários iranianos estão expressando esperança de que a nomeação do novo líder do Hamas, Ismail Haniyeh, traga uma política que fortaleça os laços entre eles.

Kassam Soleimani, comandante das Brigadas Al-Quds do Irã, enviou uma carta a Haniyeh, felicitando-o pela sua nomeação como novo líder do Hamas.

Em uma carta publicada pela agência de notícias iraniana Mehr, Soleimani disse que espera um fortalecimento dos laços com o Hamas com base na jihad contra a “arrogância do mundo” (que significa os EUA) e seu satélite, o “sionismo”, que estão  “trabalhando para desviar a jihad da nação de sua bússola islâmica. “…

https://www.jihadwatch.org/2017/05/iran-to-hamas-lets-get-closer-on-the-basis-of-jihad

Presidente da ONG EVM prestigia Sessão Solene em Homenagem à Criação do Estado de Israel na Câmara dos Deputados

Brasília – A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Dra. Andréa Fernandes Vieira, participou nessa quarta-feira (10/05), da Sessão Solene em Homenagem à criação do Estado de Israel, tendo como proponentes os deputados Alan Rick, Jony Marcos e Marcelo Aguiar.

 O evento ocorreu na Câmara dos deputados e teve a presença do Embaixador de Israel, Yossi Shelly, além de autoridades diversas e lideranças religiosas de todo o Brasil. Na oportunidade, Andréa Fernandes manifestou pessoalmente sua alegria por participar de uma solenidade tão importante que marca uma data mais do que especial para toda civilização judaico-cristã. Israel merece todo respeito e apreciação por ser um “farol” em meio às “trevas” da perseguição religiosa contra minorias e violações dos direitos humanos no mundo muçulmano.

Após o evento, foram perpetradas diversas articulações acerca das pautas defendidas pela ONG EVM com o auxílio do assessor da bancada evangélica Josué Alves, Maria Pierre e Dra. Patricia Naves.

Hamas comemora com milhares de palestinos ataque terrorista que matou 4 israelenses

Milhares de ativistas e partidários do Hamas foram às ruas do campo de refugiados de Jabalya, em Gaza, no domingo à noite, para se reunirem contra Israel e louvar o ataque terrorista que atingiu Jerusalém, matando quatro israelenses.

Mais cedo no domingo, um palestino lançou seu caminhão contra um grupo de soldados israelenses em Jerusalém, matando quatro deles em um ataque que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que provavelmente tinha sido inspirado pelo Estado Islâmico.

Cantando slogans anti-israelenses os manifestantes marcharam para o comício onde doces foram entregues em comemoração.

“A mensagem do nosso partido islâmico Hamas é uma mensagem de encorajamento e apoio para todos os jihadistas que realizam um ataque que põe um fim aos atos do inimigo sionista”, disse o líder do Hamas, Fathi Hamad, que liderou a manifestação.

O grupo islâmico palestino elogia rotineiramente aqueles que realizam ataques de rua contra israelenses.

O ataque palestino em Jerusalém foi o mais letal em meses e alvejou cadetes de oficiais quando eles desembarcaram de um ônibus que os trouxe para o passeio de Armon Hanatziv que tem uma vista panorâmica da cidade velha murada.

Os militares disseram que um oficial e três cadetes oficiais foram mortos e que outros 17 ficaram feridos.

A polícia identificou o motorista do caminhão como um palestino de Jerusalém Oriental e disse que ele foi morto a tiros. Seu tio, Abu Ali, nomeou-o como Fadi Ahmad Hamdan Qunbor, 28 anos.

Após o ataque, Netanyahu disse que as limitações de acesso foram impostas dentro e ao redor do bairro de Jerusalém Oriental e que novas ações serão tomadas por Israel.

Tarde no domingo, a polícia foi vista patrulhando a área e parando veículos para verificações. Os palestinos lançaram fogos de artifício contra as forças policiais, mas nenhum acidente foi relatado.

Ações inspiradas pelo Estado Islâmico em Israel, Cisjordânia e Jerusalém têm sido raras e apenas algumas dúzias de árabes israelenses e palestinos são conhecidos por terem declarado sua simpatia com o grupo.

Uma onda de ataques palestinos em ruas, incluindo a destruição de veículos, em grande parte desacelerou, mas não parou completamente desde que começou em outubro de 2015 e 37 israelenses e dois americanos visitantes foram mortos nesses assaltos.

Matéria completa em: http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Hamas-holds-rally-in-Gaza-to-celebrate-terrorist-ramming-that-killed-four-Israelis-477860

 

Ministro israelense afirma que presidente da OLP é o “inimigo número um” de Israel

Tazpit – O ministro israelense da Infraestrutura Nacional, Energia e Recursos Hídricos, Yuval Steinitz disse na semana passada que o presidente da Organização para a Libertação da Palestina, Mahmoud Abbas, é o “inimigo número um” de Israel.

Abbas avisou, durante uma reunião do Comitê Central do Fatah em Ramallah na quarta-feira, 30/11, que o reconhecimento palestino do Estado de Israel não seria “eterno” se o reconhecimento pelos israelenses não fosse recíproco. Ele ressaltou sua convicção de que os palestinos eventualmente vão ganhar independência e que a remoção de assentamentos “exige paciência”.

Em uma entrevista com a rádio Israel, Steinitz afirmou que, para retirar seu reconhecimento de Israel, Mahmoud Abbas teria que começar primeiro por reconhecê-lo.

“Abu Mazen (Mahmoud Abbas) nunca reconheceu o direito de existir do Estado de Israel, e continua a negá-lo. […] Ele sempre defendeu que os judeus não tinham direito à sua própria pátria, quer em Ramallah, quer em Tel Aviv”, afirmou.

“Ideologicamente, Abu Mazen é o inimigo número um da própria existência do Estado de Israel, ainda mais do que Arafat”, concluiu.

Essas declarações foram feitas após as seis resoluções das Nações Unidas adotadas pela Assembleia Geral na última quarta-feira sobre “questões palestinas e do Oriente Médio”, visando reacender uma ação organizada para reavivar as conversações de paz.

Uma resolução se refere a Jerusalém e seus locais sagrados. A medida, aprovada com 149 votos a favor, 7 votos contra e 8 abstenções, reitera a resolução da UNESCO, que omite os laços israelenses com o Monte do Templo e afirma que as ações tomadas por Israel “a potência ocupante, para impor suas leis, na jurisdição e administração na Cidade Santa de Jerusalém… [permanecem] ilegais e, portanto, nulas e sem validade alguma”.

Steinitz também se referiu às resoluções como “uma lamentável brincadeira para Israel e para o mundo”. Ele também afirmou que a condenação específica de Israel em face dos horríveis atos que ocorrem atualmente no Oriente Médio, seja na Síria ou no Iraque, tiveram “uma orientação antissemita”.

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, criticou severamente o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), John William Ashe, por usar um cachecol da bandeira palestina durante a sessão da Assembleia no dia 29 de novembro. Esta sessão foi realizada assinalando o Dia Internacional da Solidariedade das Nações Unidas com o Povo Palestino, na data de aniversário da aprovação da Resolução 181 sobre o plano de partilha da Palestina pela ONU em 1947.

“É lamentável que o @UN_PGA [presidente da AGNU] optou por usar a bandeira palestina em um evento cujo único objetivo era caluniar Israel”, disse Danon no Twitter. Em seu discurso na AGNU, ele também exibiu a manchete do New York Times da edição seguinte à votação de 1947 e retransmitiu-o em uma postagem no Twitter: “O @nytimes do dia após o voto do Plano de Partição: ‘Assembleia Vota Partição Palestina. Árabes Saíram’. Esta é a história completa.”

Fonte: TPS / Texto: Ilana Messika / Tradução: Alessandra Franco / Foto: Hillel Maeir

Fonte: Agência Tazpit

EVM discute com deputado Ezequiel Teixeira votos do Brasil contrários a Israel na ONU e genocídio de cristãos no Oriente Médio

Brasília – Na terça-feira(29/11), Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, participou de reunião com o deputado federal Ezequiel Teixeira, o jornalista Jarbas Aragão e os líderes evangélicos Paulo de Tarso Fernandes e Hudson Medeiros Teixeira.

O deputado Ezequiel Teixeira manifestou interesse de prestar apoio ao Movimento Pró- Israel e teceu esclarecimentos sobre plano de ação em 2017 para fortalecer o apoio à iniciativa de mudança da posição diplomática do Brasil frente às resoluções da ONU propostas por países árabes com o fim notório de deslegitimar o Estado de Israel e promover a islamização de lugares sagrados para os judeus. Nesse sentido, ouviu o Ap. Paulo de Tarso, que representou o Conselho Apostólico do Brasil na reunião com o Ministro das Relações Exteriores José Serra, onde se deliberou sobre o tema de reavaliação do voto brasileiro nas 20 resoluções da ONU aprovadas neste ano contrárias a Israel, além das resoluções da UNESCO que negam a ligação histórica dos judeus com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

A questão da perseguição religiosa contra cristãos no mundo muçulmano também integrou a pauta de discussão, pois antes da chegada do deputado à reunião agendada em seu gabinete, Andréa Fernandes prestou esclarecimentos sobre o tema aos pastores Paulo de Tarso e Hudson, que se sensibilizaram com os dados prestados e se prontificaram a apoiar as ações da ONG Ecoando a Voz dos Mártires para dar visibilidade ao tema. Foram discutidas, também, propostas de ação para promover a necessária mobilização popular a fim de respaldar o movimento que pretende mudar o posicionamento diplomático do Brasil em relação a Israel, oportunidade em que, Andréa Fernandes informou estar articulando com movimentos internacionais para prestarem apoio.

Ao final da reunião, Ezequiel Teixeira afirmou que ingressará com o requerimento de audiência pública para debater a questão do genocídio de cristãos na Comissão de Direitos Humanos. Na oportunidade, a presidente da ONG manifestou sua preocupação quanto à necessária discussão acerca do reconhecimento do genocídio dos armênios, pois é um dever moral que vem sendo ignorado pela diplomacia brasileira, e por isso, vem sendo alvo de atenção de Andréa Fernandes em todas as reuniões que tem participado com parlamentares e lideranças religiosas.

O encontro foi bastante promissor, uma vez que agregou a luta da ONG EVM em incluir na agenda de política externa brasileira a preocupação com a violação dos direitos humanos no mundo muçulmano e o combate ao antissemitismo.