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Fúria palestina: Trump é culpado ou inocente?

Por Andréa Fernandes

Dias após a decisão histórica de Trump em reconhecer Jerusalém como capital de Israel, as manchetes dos jornais de sábado passaram a ter como protagonista o Iraque, que declarou oficialmente o fim da luta contra o Estado Islâmico após 3 anos de conflito que ocasionou a perda de quase um terço do território iraquiano, incluindo Mosul, a segunda maior cidade do país. Apesar de celebrar a expulsão do grupo terrorista reconquistando o território perdido na “guerra religiosa”, o governo reconhece a possibilidade de jihadistas do grupo terrorista voltarem com atos de guerrilha[1].

Em segundo plano ficou mais um “dia de fúria” palestina” contra Israel estimulado pelas lideranças religiosas e políticas que mantêm a velha prática de usar as populações de Gaza, Jerusalém e Cisjordânia em ações violentas a fim de promover “rios de sangue” para acusar Israel de violações dos direitos humanos ao repelir manifestações irascíveis e contra-atacar os foguetes lançados por terroristas contra a população civil israelense.

Alheia à violência praticamente diária que os palestinos costumavam promover contra israelenses antes da decisão de Trump, a grande mídia fez questão de noticiar que ataques aéreos israelenses mataram dois palestinos em Gaza e acusaram Trump pelo acontecimento[2], como se fosse do presidente estadunidense a culpa pela doutrina religiosa islâmica considerando toda terra de Israel território waqf, sendo esse um dos motivos para a “indisposição permanente” dos palestinos de levarem adiante o processo de paz com Israel. Na verdade, as Forças de Defesa de Israel (FDI) atingiram quatro alvos terroristas em resposta a mais um foguete proveniente de Gaza que atingiu a cidade de Sderot objetivando matar civis israelenses[3].

A falta de divulgação dos “meandros islâmicos” impede a opinião pública de entender alguns “detalhes” do conflito. Assim, faz-se necessário explicar para não-muçulmanos o conceito “waqf”, o qual foi muito utilizado pelo “líder nazislâmico” Amin al-Husseini, intitulado de forma indevida pelos britânicos “grande mufti de Jerusalém”. O famoso líder palestino – que desejava impetuosamente o genocídio de judeus e constava da “folha de pagamento” dos nazistas por seus horrendos serviços de apoio ao Holocausto – chamou a inexistente “Palestina” de “terra waqf.

A palavra “waqf” significa literalmente “detenção” e segundo estudiosos muçulmanos, refere-se “à detenção de uma propriedade para que seu produto ou renda possa estar sempre disponível para fins religiosos ou de caridade. Quando um waqf é criado, a propriedade é detida, ou está “amarrada” para sempre e depois torna-se intransferível”. Dentre as “consequências jurídicas” para uma propriedade waqf, convém citar a dedicação a Alá, a irrevogabilidade, a perpetuidade e a inalienabilidade[4].

Agora, creio que faz sentido explicar que o grande mufti de Jerusalém e outros líderes árabes – à exceção do rei Abdullah, da então Transjordânia (atual Jordânia) – rejeitaram o plano de partição da “Palestina” em dois Estados, um árabe e outro judeu, sugerido pela Comissão Peel em 1937. O motivo? Amin al-Husseini defendeu argumentação religiosa afirmando que a “Palestina” era “terra waqf”, o que a tornava impossível de “ser dividida”, mesmo que minoritariamente com os judeus, sendo, portanto, uma espécie de “legado muçulmano” que deveria ser preservado exclusivamente nas mãos dos árabes “submissos a Alá”. Dessa forma, o Estado judeu não deveria existir… o tempo passou, mas o argumento perpetuou…

Com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, a argumentação religiosa antissemita veio à lume novamente com força através da criação do grupo terrorista Hamas em 1987, que em sua Carta de constituição, no Capítulo III, tem como subtítulo “A Palestina é um waqf islâmico (propriedade concedida, doada)” e no Artigo 11, estipula:

Art. 11- O Movimento de Resistência Islâmica sustenta que a Palestina é um território de Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Ninguém pode negligenciar essa terra, nem mesmo uma parte dela, nem abandoná-la, ou parte dela. Nenhum Estado Árabe, ou mesmo todos os Estados Árabes (juntos) têm o direito de faze-lo; nenhum Rei ou Presidente tem esse direito, nem tampouco todos os Reis ou Presidentes juntos, nenhuma organização, ou todas as organizações juntas – sejam elas palestinas ou árabes – têm o direito de faze-lo, porque a Palestina é território Wakf, dado para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição.

Esse é o status legal da terra da Palestina de acordo com a Lei Islâmica. A esse respeito, é igual a quaisquer outras terras que os muçulmanos tenham conquistado pela força, porque os muçulmanos a consagraram, à época da conquista, como legado hereditário para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Assim ocorreu quando foi completada a conquista de Al-Sha’m (8) e do Iraque, e os Comandantes dos exércitos muçulmanos enviaram mensagens ao Califa ‘Umar b. Al-Khattab, pedindo instruções a respeito das terras conquistadas – dividi-las entre as tropas ou deixa-las em mãos dos seus proprietários, ou proceder de outra forma[5].

Em parte do Artigo 13, ainda preceitua:

“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa).”

Os fundamentos totalitários e terroristas com base religiosa do “documento” – que não é contestado pelos defensores da “causa palestina” – podem ser vislumbrados também no seguinte preceito:

Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. (segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá). 

E se alguém levantar a hipótese de que os “palestinos” não mais enxergam Israel como “território waqf”, aconselho consultar fontes dos seus movimentos espalhados pelo mundo. Num dos muitos sites tecendo distorções brutescas para validar a farsa do “direito” ao território de Israel, assim está escrito: A chamada ‘Palestina Histórica’ é todo território que engloba hoje Faixa de Gaza, Israel e Cisjordânia.[6]

Logo, uma vez que o Estatuto do Hamas corrobora o intento genocida dos seus seguidores, fato este ratificado por suas “autoridades religiosas” que em discursos inflamados nas mesquitas afirmam que “os judeus devem ser massacrados e mortos[7], torna-se debalde toda tentativa de criação de um Estado que não tenha condição mínima de proporcionar fronteiras seguras e pacíficas com Israel. A chamada Palestina é, na forma proposta por suas lideranças, um protótipo de Estado terrorista!

Portanto, culpar Trump por ações terroristas palestinas estimuladas por suas lideranças é uma verdadeira discrepância, uma vez que, conforme percebido pelo próprio presidente dos EUA – apesar das “promessas de campanha não cumpridas” dos presidentes antecessores  – não houve avanço nos processos de paz e muito menos no “acordo de reconciliação” entre as facções palestinas. A campanha de ódio palestino não precisa de “justificativa” para atacar Israel… Sem qualquer ação de Trump, desde janeiro de 2012, mais de 2.530 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza e atingiram áreas civis israelenses[8].

O combustível para a “revolta dos palestinos” não está na decisão de um Estado soberano acerca da linha de política externa que adota, e sim, nos escritos sagrados islâmicos. Enquanto o Ocidente  não atentar para o lema do Hamas preconizado no Art. 8º do seu Estatuto, não perceberá que está apoiando a possível criação de mais um Estado totalitário islâmico tão perverso e sanguinário quanto Arábia Saudita e Irã.

O art. 8º dispõe:

Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.

Cabe ao Ocidente escolher entre o “exemplo do profeta Mohammad” e as “ações de Trump, mas particularmente, eu rejeito a ideia de um povo tomar como “modelo” um “profeta”, que ao chegar em Yatrib (Medina) – com metade da população judaica – agiu de forma tão “amistosa”, que em 2 anos não havia mais judeus na referida “cidade sagrada”, os quais foram exilados, escravizados ou assassinados. Se em mais de 90 versos, o Alcorão vaticina que o profeta é o “padrão de vida perfeito” para todos os muçulmanos[9], o “desejo de matança” do Hamas e demais apoiadores realmente encontra amparo no mundo totalitário islâmico, porém seria “justo” a comunidade internacional tentar obrigar o governo israelense a apenas “observar” uma “chuva de foguetes” assassinar os seus nacionais?

Se a “Constituição” do Hamas obriga parte da população a “aspirar a morte por Alá” para criar um Estado islâmico na base da “jihad”, nada impede que Israel use a milenar ética judaica para escolher salvar o seu povo que “aspira a vida”!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires

Imagem:  EBC Agência Brasil

[1]https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/iraq-formally-declares-end-to-fight-against-islamic-state

[2] https://www.theguardian.com/world/2017/dec/09/israeli-airstrikes-kill-two-in-gaza-as-fallout-from-trump-decision-continues

[3]http://www.jpost.com/Breaking-News/IDF-hits-four-terror-targets-in-Gaza-following-a-rocket-attack-on-Sderot-517510

[4] https://www.lawctopus.com/academike/concept-waqf-muslim-law/

[5] http://www.beth-shalom.com.br/artigos/estatuto_hamas.html

[6] http://vivapalestina.com.br/a-historia-de-um-povo/

[7] https://www.youtube.com/watch?v=WmnpMXOpaM4

[8]http://www.jewishvirtuallibrary.org/palestinian-rocket-and-mortar-attacks-against-israel

[9] https://voiceofeurope.com/2017/12/why-islam-is-a-totalitarian-system-and-a-threat-for-every-non-muslim-civilisation/#.WivQedleo8Q.twitter

 

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Os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel: vem guerra por aí?

Por Andréa Fernandes

Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país.

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina – considerado “moderado” pelo Ocidente – ao ser informado por Trump através de telefonema acerca da sua decisão de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém acionou seu fiéis “ativistas-terroristas”, que convidaram fotógrafos e cinegrafistas para “visitar” Belém a fim de documentar um “evento importante”, qual seja, palestinos ensandecidos queimando cartazes com imagens de Trump e a bandeira de Israel[5]. O objetivo é simples: promoção da “propaganda de ódio” para levar a opinião pública a acreditar que a política de Trump incendiará a região, o que fez o presidente da Autoridade Palestina afirmar que “os Estados Unidos perderam o papel de mediador no Oriente Médio”[6].

Hoje, Abbas em pronunciamento agressivo afirmou que a “revolta palestina” deve continuar e o líder do movimento Fatah – também considerado moderado pelo Ocidente – disse que “Trump emitiu declaração de guerra contra o povo palestino”[7]. Abbas já havia ordenado o fechamento de escolas e na usual política retaliatória contra inocentes, o prefeito de Belém (ocupada por palestinos), também determinou o desligamento de todas as luzes de natal na área onde cristãos vêm  sofrendo limpeza religiosa desde o início da ocupação palestina. E se alguém vier com a lengalenga de que “palestinos não são ocupantes”, cabe lembrar que antes da Guerra de Independência de 1948, a população original de Ramallah era 90% cristã e de Belém, 80%. Além disso, o “pacisfismo islâmico” dos invasores palestinos proporcionou a seguinte realidade: em 1967, mais da metade dos moradores de Belém eram muçulmanos e Ramallah se tornou uma grande cidade muçulmana[8].

Aliás, vale uma breve digressão: o falecido terrorista Yasser Arafat mudou a demografia de Belém semelhantemente à estratégia de países muçulmanos na atualidade, ou seja, enviando milhares de muçulmanos de campos de refugiados, e como bem salienta o jornalista Giulio Meotti, transformou a cidade – outrora majoritariamente cristã – “num refúgio seguro para terroristas suicidas”, onde cemitérios e conventos foram profanados e cristãos transformados em escudos humanos pela perversa Organização para a Libertação da Palestina (OLP). De sorte que, a OLP e outros grupos islâmicos “ofertaram” aos cristãos nativos as mesmas atrocidades que seus homólogos do Estado Islâmico: casamento forçado, conversões, espancamentos, apropriação de terras, ataques incendiários, boicote comercial, tortura, sequestro, assédio sexual, extorsão, dentre outros crimes mantidos ocultos pela mídia vendida aos interesses árabes.

Após o pronunciamento histórico de Trump, Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, fez o que sempre foi sua especialidade: conclamar o terror contra civis inocentes, e para tanto, pediu uma nova “intifada contra o inimigo sionista[9] como condenação à decisão de Trump no melhor estilo “jihad”. Contudo, a “ansiedade sanguinária” não resistiu esperar até o dia 8, quando deveriam ser iniciados os atos de violência, e com isso, os terroristas passaram a efetivar disparos de foguetes contra o território israelense ocasionando “resposta” de Israel direcionada às estruturas militares na Faixa de Gaza[10]. Seguindo a mesma “linha assassina”, o grupo terrorista xiita Hezbollah, financiado pelo Irã, também endossou a necessidade de intifada.

Incitados por suas lideranças, cerca de 3 mil palestinos saíram às ruas em protestos violentos em 30 locais na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde dezenas de manifestantes se reuniram perto da fronteira com Israel e lançaram pedras contra os soldados. A violência se intensificou no embate de palestinos contras as forças israelenses e segundo a imprensa palestina, já são 200 palestinos feridos e 1 morto.

Insta esclarecer que o “tom apocalíptico” de alguns jornais descambaram em distorções de ignorância ímpar como aconteceu com ‘O Globo’, ao consignar: “Diante da reação inflamada do mundo árabe, com protestos na Faixa De Gaza e na Turquia, o Exército israelense anunciou o envio de batalhões adicionais ao território palestino da Cisjordânia[11]”. O jornalista nervoso por externar o sensacionalismo de sempre, incluiu indevidamente a Turquia na lista de territórios integrantes do “mundo árabe”. O desespero tomou conta da redação…

De qualquer maneira, o mundo muçulmano é, de certo modo,  imprevisível, e as lideranças  palestinas se esforçam para conseguir o apoio que carecem para promover “arruaça terrorista” ao ponto de desencadear uma verdadeira “guerra”, tentando invalidar o ato legítimo de Trump, porém, deverão primeiro, convencer a monarquia saudita a validar sua ações, visto que numa proposta inusitada de “acordo”, a Arábia Saudita ofereceu a cidade de Abu Dis (próxima à Jerusalém Oriental) como a futura “capital da Palestina”, em vez de Jerusalém Oriental. E se ainda assim, o caro leitor tem dúvida do “apoio” que goza a Autoridade Palestina, cabe informar que Abbas foi pressionado pelo Egito e Arábia Saudita a não processar funcionários israelenses em tribunais internacionais como havia prometido, e decidiu… obedecer a “orientação”[12].

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) se manifestou ontem expressando rejeição à decisão de Trump e informou que convocará uma reunião extraordinária com os representantes dos Estados-membros em Istambul nos dias 12 e 13 de dezembro para “discutir as repercussões da decisão americana e formular uma posição islâmica unificada” sobre a questão[13].

O principal representante da “Palestina’ no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos equivale a uma “declaração de guerra contra os muçulmanos[14]. Já o Papa Francisco e a ONU apelam para um “diálogo” sobre o status da cidade, mesmo sabendo que não está nos planos dos palestinos essa possibilidade. O Papa ressaltou que se “respeite” o status atual da cidade, pouco se importando que esse pedido absurdo, é, na realidade, um desrepeito ao direito milenar dos judeus à Jerusalém como sua capital indivisível.

Até o momento, as “ameaças explícitas” evidenciadas contra os Estados Unidos advêm do Estado Islâmico e al-Qaeda – grupos islâmicos que vivem em função de ameaças aos “infiéis ocidentais” de modo que não surpreende ninguém a revolta das lideranças dessas facções além do “irmão siamês” Hamas, que objetiva começar nova intifada.

Logo, aguardemos novos “sinais de fumaça islâmica” para sabermos até aonde vai a proclamação de jihad contra Israel e Estados Unidos, já reconhecendo que nessa sexta-feira a promessa de novos protestos se cumpriu em países como Malásia, Indonésia, Iêmen, Turquia, Jordânia, Egito e outros Estados africanos.

Nada mais “inspirador” para um candidato a “Estado terrorista”, que o pedido de suas lideranças exigindo o chamado “Dia de fúria” justamente após as “orações” no dia que é considerado “sagrado” para os seguidores da “religião da paz”.

Publicado originalmente em 08.12.2017, no Portal Gospel Prime

Imagem: g1.globo.com

[1] http://israelstreet.org/2014/11/08/communist-and-islamophile-federica-mogherini-returns-to-ramallah-and-gaza/

[2] https://www.jihadwatch.org/2017/12/eu-vows-push-to-make-jerusalem-capital-for-palestinians-too

[3] http://cyprus-mail.com/2017/07/20/cyprus-marks-43-years-since-turkish-invasion/

[4] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/01/13/erdogan-diz-que-turquia-nunca-saira-do-chipre.htm

[5] https://www.gatestoneinstitute.org/11508/trump-jerusalem-speech-palestinians

[6] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/mundo-islamico-protesta-apos-trump-reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel/6342958/

[7] https://www.timesofisrael.com/abbas-vows-palestinian-rage-will-continue-well-never-back-down/

[8] https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4221651,00.html

[9] https://www.middleeastmonitor.com/20171207-hamas-leader-calls-for-new-intifada-over-trump-decision/

[10] https://www.dn.pt/mundo/interior/jerusaem-israel-ataca-postos-militares-na-faixa-da-gaza-em-resposta-a-projeteis-8971462.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

[11] https://oglobo.globo.com/mundo/confrontos-entre-soldados-israelenses-palestinos-deixam-ao-menos-104-feridos-22160770

[12] https://www.middleeastmonitor.com/20171123-under-saudi-egypt-pressure-abbas-retreat-from-prosecuting-israel/#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5a29c8f6b0615634&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

[13] http://www.arabnews.com/node/1205411/saudi-arabia

[14] https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml

 

Irán difunde vídeo en el que Jerusalém es destruida por Hezbollah

Un spot realizado por una organización vinculada a la Guardia Revolucionaria del régimen teocrático muestra a combatientes persas, de Hezbollah y Hamas, listos para conquistar la ciudad santa.

Irán continúa su campaña por la destrucción total de Israel. Un video publicado por un sitio iraní muestra a soldados persas de pie sobre una colina mirando hacia Jerusalén, previo a su conquista.

El clip animado comienza mostrando a cuatro combatientes con las caras cubiertas, atándose sus botas y preparando el armamento. Los soldados llevan insignias de la Guardia Revolucionaria iraní y de los grupos terroristas Hamas (Palestina) y Hezbollah (Líbano).

En la escena en la que aparecen los combatientes sobre la colina, de fondo brilla la emblemática mezquita Al Aqsa, que forma parte del complejo religioso de la explanada de las mezquitas de Jerusalén.

Seguido aparece un primer texto con la leyenda: “Los jóvenes verán el día que ocurrirá”, en referencia a la destrucción de Israel a manos de los musulmanes. Sobre el final del video, una nueva línea de texto destaca la intención iraní de que Israel “sea borrado de los anales de la historia”.
Fuente: InfoBae

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2015/08/iran-difunde-video-en-el-que-jerusalem.html
© estadodeisrael.com

Netanyahu: “UNESCO no podrá romper la conexión del pueblo eterno con la ciudad eterna”

La resolución de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) del mes pasado, que ignoró los vínculos del pueblo judío con el Monte del Templo y el Muro Occidental “es tan absurda, tan ridícula” que “no puedo superarlo”.
Israel no necesita disculparse ni justificar la presencia en su capital histórica, aseguró hoy, miércoles, el primer ministro, Benjamín Netanyahu, en una sesión especial de la Knesset (Parlamento) en honor de Iom Ierushalaim (Día de Jerusalem), que se conmemorará el próximo sábado y domingo.

 

El jefe de gobierno detalló esos lazos desde la época del rey David y el Primero y Segundo Templo, hace más de tres milenios.

También criticó la violencia e incitación de los palestinos, a cuya intolerancia adjudicó la falta de una efectiva libertad de culto para todos en esa zona.

Jerusalem es “una ciudad mixta, con un complejo tejido de vida”, donde “la coexistencia no es perfecta ni idílica, pero todavía existe” y “merece tranquilidad; no podemos permitir que alguien haga estallar el extremismo”, finalizó Netanyahu.

“Ninguna organización internacional puede romper nuestra conexión especial con Jerusalem, la conexión del pueblo eterno con la ciudad eterna”, señaló, por su parte, el líder de la oposición, Isaac Herzog, de la Unión Sionista.

Autorizado con la siguiente mención: http://www.estadodeisrael.com/2016/06/netanyahu-unesco-no-podra-romper-la.html
© estadodeisrael.com

Clérigo muçulmano é condenado por discursos que incitam massacre de judeus

Jerusalém (TPS) – Um clérigo muçulmano foi condenado por incitação, por ter proferido discursos no Monte do Templo nos quais ele disse que os judeus deveriam ser “massacrados” e que eles eram semelhantes aos “macacos e porcos”.

A sentença foi proferida pelo juiz Samuel Herbst no Tribunal de Magistrados de Jerusalém, condenando o xeique Omar Abu Sara por incitação à violência e por divulgação de incitação ao racismo.

Segundo a acusação, o xeique Abu Sara falou na capela Qibli da Mesquita Al-Aqsa em novembro de 2014 sobre “as características dos judeus de acordo com o Alcorão”. O discurso foi aplaudido pelo público, filmado, e carregado no dia seguinte para o YouTube.

No discurso, Abu Sara comparou judeus com “macacos e porcos” e os acusou de assassinar o profeta islâmico Maomé, juntamente com outros profetas. Ele também disse que os judeus têm de ser massacrados.

“Eu digo aos judeus explicitamente: É hora de massacrar vocês, lutar com vocês e matar vocês”, ele pregou. “Aguardamos o dia e momento quando chegar a hora de acabar com vocês, e vamos enfrentá-los, se Deus quiser (…) Deus, por favor acelera aquele dia, agiliza o dia da morte deles, acelera o dia em que purificamos Al-Aqsa da sua sujeira, acelera o dia em que um estado califado islâmico seja estabelecido”.

Em seu veredicto, o juiz Herbst disse que “quando eu olho para o réu vejo um ser humano, e é profundamente lamentável que quando ele olha para mim, ele veja um macaco ou um porco, destinado a ser impiedosamente exterminado”.

“Judeus e árabes vivem lado a lado em Israel, e isso não vai mudar”, Herbst continuou. “O réu e seus semelhantes inflamam tensão constante, que começa com discursos e termina com o atual registro de crianças e jovens segurando facas e direcionando-as para os corpos, a carne e gargantas de membros de outra nação”. “É hora de parar esta incitação, na Internet, em reuniões, e em locais de culto”, concluiu.

A queixa foi apresentada pela Honenu, uma organização de ajuda legal, em nome de Yehuda Glick, um conhecido defensor dos direitos dos judeus no Monte doTemplo, pouco depois de Glick sobreviver a um atentado contra sua vida por um terrorista palestino.

Em resposta à condenação, Honenu saudou a decisão, mas acrescentou que “infelizmente, quando se trata de incitação contra os judeus, cabe aos cidadãos e organizações ajudar o sistema legal a fazer o seu trabalho. Esperamos que estas mudanças políticas e que a polícia e o procurador da República façam o seu trabalho fielmente”.

“Espero que ele receba o castigo que ele merece”, comentou Yehuda Glick. “Eu também espero que isso desencoraje outros e que o Monte do Templo possa voltar a ser um centro de paz e não de incitação”.

Fonte: TPS / Texto: MichaelBachner / Tradução: Alessandra Franco 

Fonte: Agência Tazpit

Ataque terrorista punzante en Jerusalem

Un ataque punzante tuvo lugar en la calle Barazani en Jerusalém el domingo por la tarde, según los informes preliminares, hay una víctima herida de consideración.

La calle se encuentra en Armon Hanatziv, un barrio en el sureste de la capital.

El terrorista aparentemente ha escapado del sitio donde perpetró el apuñalamiento. Equipos médicos del Magen David Adom (MDA) están en camino a la escena.

Hay informes contradictorios de momento, algunas fuentes que indican que una de las víctimas fue levemente herida en el ataque, mientras que los equipos de MDA dicen que todavía tienen que localizar a la víctima.

El atacante Armon Hanatziv huyó a Sur Baher, un barrio árabe adyacente. Las fuerzas policiales están en camino para capturarlo, informa Maariv.

——- actualización ——-El terrorista fue capturado cerca de la escena.

El terrorista llegó a una parada de autobús a la calle Barazani en la capital, donde sacó un cuchillo y trató de apuñalar a un civil que esperaba para abordar el autobús. El cuchillo no logró penetrar y el atacante huyó de la escena. Un sospechoso que se ajusta a la descripción dada a la policía fue capturado en la zona poco después.
El terrorista no logró cumplir su cometido, debido a que el cuchillo se dobló, como puede apreciarse en la siguiente imagen:

Artículo copiado de: http://www.estadodeisrael.com/2016/01/ataque-terrorista-en-la-capital.html
© estadodeisrael.com

Por que o mundo está ignorando a onda de terror em Israel?

De Arsen Ostrovsky para o The Telegraph:

Na última semana, meu país, Israel, inclusive sua capital, a Sagrada Cidade de Jerusalém, esteve sob uma onda sem precedentes de terror palestino. Uma semana atrás, Eitam e Na’ama Henking foram brutalmente executados à queima-roupa por terroristas palestinos dentro do carro em que estavam. Seus filhos, Matan, 9 anos, Nitzan, 7, Neta, 4, e Itamar de 9 meses, agora órfãos, estavam sentados no banco de trás e milagrosamente saíram sem nenhum ferimento.

Dias depois, mais dois israelenses foram esfaqueados até a morte em Jerusalém. Uma das vítimas segurava o filho de dois anos no colo na hora do crime. Mais vidas e famílias foram destruídas.

Duas semanas atrás, Alexander Levlovitz estava a caminho de casa depois do jantar de Rosh Hashanah (Ano Novo Judeu) e foi assassinado por jovens palestinos que arremessaram pedras em direção ao seu carro, fazendo-o perder o controle.

Nas últimas 48 horas, Jerusalém, Tel Aviv e praticamente todas as partes de Israel, sofreram mais de 150 ataques terroristas incluindo esfaqueamentos, tiros, apedrejamentos e ataques com carros. E mesmo assim, por alguma razão, a comunidade internacional permanece em silêncio face à este terror contra meu povo.

Nosso sangue é mais barato? As vidas dos judeus não importam?

Não se deixe enganar. Estamos sendo atacados por uma razão e uma razão apenas: somos judeus.

Entendo que a Europa tem um número enorme de assuntos urgentes, incluindo o Estado Islâmico e a onda de refugiados Sírios. Mas e quanto a nós? Não contamos?

Muitos líderes, especialmente na Europa, são rápidos em condenar os nossos assentamentos, mas são lentos para condenar — ainda que de forma turva e equívoca — estes atentados terroristas. Igualmente agem os grupos de direitos humanos como o Rights Watch e Amnesty.

Então, quando vejo algumas das reportagens sobre estes ataques, como as da BBC, pergunto-me como é possível que distorçam totalmente os fatos e a lógica no intuito de culpar Israel pelo que está acontecendo.

Mais absurdo ainda é quando certos líderes internacionais — que só noticiam a situação quando Israel decide se defender — nos advertem, de maneira previsível, a exercitar “moderação”. Com é que é? Moderação?

Imagine por um momento se pessoas fossem atacadas com carros, armas de fogo ou facas por terroristas islâmicos nas principais ruas de Londres, Paris, Washington ou Moscou. De que maneira reagiriam os líderes destes países? Onde estão os chamados  liberais iluminados que constantemente demandam o Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) para o Estado de Israel, mas estão em silêncio face ao terror palestino contra os judeus?

Israelenses, assim como todos os demais, têm o direito de viver em paz a e segurança, livres do terror. E nosso governo e as forças de segurança têm a obrigação de tomar quaisquer medidas necessárias para garantir isto.

A tensão em Israel, especialmente em Jerusalém, está crescendo visivelmente. De alguma forma esta onda de terror parece diferente da bateria de mísseis do Hamas, no verão passado. Naquela ocasião, ao menos tínhamos o Iron Dome (Sistema de Defesa Aéreo) e tempo (pelo menos 15 segundos) para encontrar abrigo. Mas torna-se muito mais íntimo e pessoal quando um terrorista escolhe matá-lo à sangue frio.

Muito comentaristas e especialistas têm classificado estas ações como “ataques de lobos solitários”. Mas quantos ataques de lobos solitários são necessários para constituir uma onda coordenada de terror?

A verdade é que ataques como estes não surgem do nada. Assassinatos crueis como estes são o resultado direto da estrutura de infiltração palestina liderada pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, que doutrina o ódio, incita violência e propaga uma visão mundial que justifique estes atos de terror.

Menos de uma semana atrás, Abbas deu um discurso incendiário antes do plenário da Assembleia Geral das Nações Unidas, dando luz verde a esta onda de terror. Em discurso na rede de televisão palestina no dia 16 de setembro, Abbas disse orgulhosamente: “Abençoamos toda gota de sangue derramada em Jerusalém. Com a ajuda de Alá, todo shaheed (mártir) estará no céu.” Ele ainda disse, “Al-Aksa é nossa e também é a Igreja da Santa Sepultura. Eles (os judeus) não têm o direito de profaná-la com seus pés imundos.”

E as pessoas ainda se perguntam de onde estes terroristas obtém motivação.

A Autoridade Palestina não falhou somente em condenar esses ataques bárbaros de terror; eles agora, inacreditavelmente, buscam condenar Israel por defender seus cidadãos. Abbas sem dúvidas está dando significado ao termo “chutzpah” [1]. Seria esta a marca de um líder que clama pela paz?

Apenas quando a liderança palestina renunciar definitivamente ao terrorismo —  condenando e punindo todos os que pregam violência contra Israel e ódio ao povo judeu — poderá haver esperança de paz.

Enquanto a Autoridade Palestina insiste que o mundo reconheça um Estado Palestino, é preciso perguntar exatamente qual tipo de Estado ele deseja: um que ensine as virtudes da paz, ou incite a violência e glorifique o terror?

Em julho, num discurso cheio de novas ideias sobre o extremismo islâmico, o Primeiro Ministro britânico, David Cameron, deixou claro, se você disser que “violência em Londres não é justificável, mas bombas suicidas em Israel são um problema diferente”, então você também faz parte do problema.

Para todos aqueles que falham ao condenar este terror palestino, ou encontram maneiras de justificá-lo, distorcê-lo ou minimizá-lo, digo o mesmo : “Então você também fazem parte do problema.”

Arsen Ostrovsky, é advogado internacional do direitos humanos morando em Israel.

Tradução: Hélio Costa Jr.
Revisão: Hugo Silver

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/israel/11921994/Why-is-the-world-ignoring-a-wave-of-terror-in-Israel.html

Nota do Revisor:

[1] chutzpah: expressão de origem aramaica que significa “pessoa insolente”.

http://tradutoresdedireita.org/por-que-o-mundo-esta-ignorando-a-onda-de-terror-em-israel/

Israel: Adolescente palestino esfaqueia duas pessoas em Jerusalém

Um adolescente palestino esfaqueou dois israelenses em Jerusalém neste sábado, antes de ser morto a tiros por forças policiais, no mais recente episódio de uma série de ataques de esfaqueamento contra civis e soldados que se disseminaram por Israel e pela Cisjordânia na semana passada.

O porta-voz da polícia Micky Rosenfeld disse que os dois israelenses estavam caminhando da Cidade Velha de Jerusalém em direção ao centro da cidade quando foram apunhalados por um palestino de 16 anos. As forças policiais no local perceberam os homens sangrando por causa das facadas na parte superior do corpo e, em seguida, viram o adolescente com a faca vindo na sua direção. Eles abriram fogo, matando-o. Os dois israelenses ficaram levemente feridos e foram levados para o hospital.

A onda de ataques começou em Jerusalém semanas atrás em consequência de rumores de que Israel estaria expandindo sua presença em um local sagrado sensível tanto para muçulmanos quanto para judeus. Eles então se espalharam para o restante do país. Na sexta-feira, pela primeira vez desde que a atual onda de violência começou, confrontos eclodiram ao longo da fronteira em Gaza. Palestinos queimaram pneus e atiraram pedras em soldados israelenses na fronteira. Sete palestinos morreram.

A violência continuou durante a noite. Um foguete foi disparado de Gaza contra o sul de Israel. Ninguém ficou ferido, e nenhum dano foi causado. Em Jerusalém, as forças policiais em um bairro árabe de Jerusalém Oriental foram atacadas e responderam com tiros, atingindo um manifestante de 25 anos. Autoridades de Saúde confirmaram mais tarde que o homem morreu em decorrência dos ferimentos.

Os líderes de ambos os lados pediram calma. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está sob ataque dos linhas-duras dentro de sua própria coalizão de governo, bem como de parlamentares da oposição, por não ter colocado um fim à violência. Em uma medida destinada a aliviar as tensões, Netanyahu proibiu ministros do Gabinete e legisladores de visitar o local sagrado sensível em Jerusalém, temendo que isso poderia inflamar ainda mais as tensões.

O complexo na colina de Jerusalém está no cerne das tensões recentes. É onde fica a mesquita Al-Aqsa, sendo reverenciado pelos muçulmanos como o lugar de onde o profeta Maomé subiu ao céu. O ponto também é reverenciado por judeus como local de dois templos bíblicos judaicos. Muitos palestinos acreditam que Israel está tentando expandir a presença judaica no local, uma alegação que o país nega veementemente. Segundo um acordo de longa data administrado por autoridades islâmicas, os judeus estão autorizados a visitar o local durante algumas horas, mas não podem rezar lá.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse seu povo não tem interesse em novos atos de violência e está comprometido com a “resistência popular pacífica”. Ainda assim, ele expressou apoio aos manifestantes que entraram em confronto com a polícia israelense em Al-Aqsa e atiraram pedras, bombas incendiárias e fogos de artifício contra os policiais. Fonte: Associated Press.

https://www.dgabc.com.br/Noticia/1593498/israel-adolescente-palestino-esfaqueia-duas-pessoas-em-jerusalem

Police to limit Temple Mount entry after day of 4 terrorist stabbings across Israel

The wave of terrorist attacks in recent days continued Thursday with stabbings in Tel Aviv, Afula, Kiryat Arba and Jerusalem throughout the day, leaving four seriously wounded. One of the assailants was killed at the scene, two were arrested, and another was being hunted by the IDF.

In central Tel Aviv Thursday morning, a young Palestinian man armed with a screwdriver stabbed a female soldier and wounded four bystanders before he was shot and killed by an air force officer who was passing by.

Like other recent attacks, this one happened at one of the busiest places in the city – the intersection of Begin and Mozes streets, across from the IDF headquarters and the Azrieli mall, when the area was jammed with pedestrians in the middle of the afternoon.

The attacker, later named as east Jerusalem native Tair Abu Gazala, 19, walked out of a building site on Menachem Begin Street armed with a screwdriver and stabbed the female soldier, knocking her to the ground.

According to Yarkon Police subdistrict commander Dep.- Ch. Yehuda Dahan, the terrorist tried unsuccessfully to steal the soldier’s rifle, but in her fall to the ground she had inadvertently trapped it under her body. After a brief struggle, Abu Gazala gave up and started running down Mozes Street.

It was at this point that a number of bystanders gave chase after the attacker.

Cab driver Ilan Danino was still holding a tire iron in his hand on Thursday when he described how he saw the assailant running down Mozes Street. He parked his cab in the middle of the road and began to run after him. It was then that he saw a young air force officer who would soon be hailed as a hero.

Sec.-Lt. Daniel (last name withheld), an officer in the IAF’s Air Defense Command, said he saw the terrorist stab the soldier. “So I got out of my car, ran toward him and neutralized him from close range. I was in the right place at the right time and did what is expected of every fighter in the air force and IDF as a whole.”

In Afula on Thursday afternoon, a 20-year-old Palestinian from the West Bank stabbed a soldier in the Jezreel Valley city.

The Shin Bet (Israel Security Agency) named the Afula knife attacker as Jenin resident Tarak Yahya, 20. Yahya, who is single, has no history of previous security offenses or arrests.

He fell upon a 21-year-old soldier in uniform, stabbing him multiple times in the chest and leaving him moderately to seriously wounded, paramedics and medical personnel said. Yahya then fled, chased by a number of locals. They managed to catch up with the perpetrator, tackle him and pin him to the ground until the police arrived. In videos posted online afterward, three men can be seen sitting on him.

When the police came to evacuate the terrorist, they faced an angry mob of locals trying to harm the man and they used pepper spray to clear the crowd. Yahya was not wounded, other than light injuries caused by a number of blows from locals, a Magen David Adom paramedic said.

As police left the scene with him, several residents threw rocks at the police vehicle, as well as at cars belonging to Arab motorists afterward.

A Channel 2 news crew that was reporting at the scene was assaulted by locals and was forced to broadcast from another location.

Near a light-rail stop in northern Jerusalem late Thursday morning, a Jewish man was stabbed in the neck by a Palestinian terrorist across the road from Israel Police headquarters.

According to police spokesman Micky Rosenfeld, the incident took place shortly before noon, when the terrorist slashed the neck of a 25-year-old man at a stop on Ammunition Hill.

A civilian named Shlomo Gangata tackled the terrorist, and a light-rail security guard helped him wrestle the assailant to the ground, and was lightly wounded during the melee.

The terrorist – identified by the Shin Bet as Subhi Abu Khalifa, 19, a resident of Shuafat – was apprehended by police moments later and taken for interrogation.

The victim, a married father of one, was treated at the scene by MDA paramedics, before being rushed to Shaare Zedek Medical Center in Jerusalem with the knife still lodged in his neck.

Hospital spokeswoman Shoham Ruvio said he underwent emergency surgery and was in stable condition in the intensive care unit as of Thursday evening.

“It was a very big cut, and he lost a lot of blood,” said Ruvio. “He is still unconscious, but is no longer in serious danger. He will remain in the hospital for several days.”

Following the attack, police cordoned off the area and temporarily halted light-rail service, as well as traffic on Haim Bar-Lev Boulevard.

Service and traffic resumed at around 1 p.m., Rosenfeld said.

On Thursday afternoon, a Palestinian terrorist stabbed and seriously injured an Israeli man near Kiryat Arba.

The wounded civilian, 31, was taken by MDA to Shaare Zedek Medical Center, suffering from stab wounds to his chest, stomach and back. The hospital listed him in serious condition.

The incident occurred near the western entrance to Kiryat Arba, which leads to Hebron.

IDF units swept the area searching for the attacker.

After the stabbing in Tel Aviv, Dahan held a press conference to emphasize what he said is the “high awareness of citizens and soldiers and people who carry weapons,” which he said in this case prevented a mass casualty event.

“We’re seeing incidents across Israel that are being stopped by police, military personnel and also armed civilians, who are able to stop attacks and prevent further harm. We are of course deploying in higher numbers than usual, but the alertness that civilians show is of great importance.”

In Jerusalem, Rosenfeld said heightened security will remain in effect throughout the capital for the near future, with an emphasis on the Temple Mount during Friday prayers.

“Police have made security assessments for Friday prayers and have added many metal detectors and extra checkpoints throughout the Old City, and will continue to closely monitor Arab neighborhoods,” he said.

Amid the elevated security, Muslim men under the age of 50 will continue to be barred from praying on the Temple Mount, Rosenfeld said.

Violent clashes between Palestinians and the IDF continued throughout Thursday in the West Bank.

Near Tekoa, in Gush Etzion, some 100 Palestinians hurled rocks and soldiers responded with rubber bullets. Five Palestinians sustained injuries and one IDF soldier was lightly wounded, receiving treatment from a medic on the scene.

At Ayosh junction between Ramallah and Bet El, about 70 Palestinians threw rocks and rolled burning tires at soldiers, who responded by firing rubber bullets. Five rioters sustained injuries in that clash.

Near Tulkarm, some 500 Palestinians hurled firebombs, rocks and firecrackers at security forces, who responded by firing low-caliber bullets. One Palestinian sustained wounds in that clash.

In Beit Umar, northwest of Hebron, about 40 Palestinians hurled rocks, and soldiers responded with .22 rifle rounds. Three Palestinians sustained injuries. Rioters threw rocks at a bus at Halamish (Neveh Tzuf), north of Ramallah, damaging the vehicle.

On Thursday evening, some 200 Palestinians threw explosive devices, firebombs and rocks at soldiers near Rachel’s Tomb in Bethlehem, who responded with low caliber rifle rounds and crowd control measures.

Some 70 Palestinians launched a violent disturbance at al-Fawwar, and soldiers responded with rubber bullets, striking four rioters, the IDF Spokesman said.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Police-to-limit-Temple-Mount-entry-after-day-of-4-terrorist-stabbings-across-Israel-421401

Hoenlein: Washington must demand curb to violence; ADL says PA leader’s UN speech was incitement.

Several large and influential Jewish organizations have blamed Palestinian President Mahmoud Abbas for inciting the terrorist attacks currently plaguing Israel, linking the violence to Palestinian Authority incitement and calling on the world to pressure Ramallah into calming things down.

On Wednesday evening, World Jewish Congress President Ronald Lauder urged the PA to condemn the attacks, saying Palestinian leaders must “do everything in their power to rein in these extremists who are bent on wreaking havoc on the peace process.

“Each and every one of us has a responsibility to stop the vicious cycle which has brought so much pain and suffering to the people of the region over the last decades,” Lauder added, calling on the international community to intercede with Ramallah to ensure the cessation of violence.

Stephen Greenberg, chairman, and Malcolm Hoenlein, executive vice chairman/CEO of the Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations, said, “The leadership of the Palestinian Authority, and in particular, President Abbas, must be held to account for their direct and indirect roles in inciting the populace, especially the frequent references to al-Aksa being ‘under siege’ when they know that not to be the case.

“Urging Palestinians to rise up to protect the Aksa Mosque leads to the inevitable consequence of confrontation and violence,” they said.

Speaking on PA television last month, Abbas said that “we bless every drop of blood that has been spilled for Jerusalem, which is clean and pure blood, blood spilled for Allah, Allah willing.

“The al-Aksa [Mosque] is ours, the Church of the Holy Sepulchre is ours, and they have no right to defile them with their filthy feet. We will not allow them to, and we will do everything in our power to protect Jerusalem.”

Greenberg and Hoenlein called upon Washington, “which provides hundreds of millions of dollars of funding each year to the Palestinian Authority, to demand that Palestinian officials act decisively to curb the violence.

“We know that President Abbas can impact the ‘Palestinian street’ when he wants to. His failure to do so should bring a cut in funding and the isolation of Abbas until he takes concrete steps,” they said.

The leadership of the Los Angeles-based Simon Wiesenthal Center asked, “When will the international community begin to hold Mr. Abbas accountable for his racist incitement which sanctions murderous attacks taken in the name of the Palestinian cause.

“The Palestinians have used a phony crisis of their own making surrounding al-Aksa to turn the House of Israel into a house of mourning as they incited a murderous terror spree that has seen a nine-year-old boy bury his parents and a new wave of Jewish orphans. And we are once again witness to the despicable spectacles of jubilant celebrations among the Palestinians,” they said.

The Anti-Defamation League expressed similar sentiments, with its national director saying Abbas’s September 30 speech before the United Nations General Assembly “seems to have implicitly given the green light to renewed violence with a wink and a nod.

“The attacks by Palestinian terrorist groups in the West Bank and Jerusalem come just days after Palestinian President Mahmoud Abbas’s highly inflammatory speech at the United Nations, where he called the Oslo Accords defunct and denied the Jewish connection to Jerusalem, among other spurious claims,” the ADL’s Jonathan Greenblatt said.

“Such rhetoric, combined with the broader Palestinian media and political culture of incitement and slandering of Israel and Jews, promotes and advances a culture of violence.

This needs to stop if Palestinians and Israelis ever have a hope for a real shot at peace. In the wake of these attacks Palestinian leaders should send a strong and clear message that violence and terrorism are morally unconscionable and completely unacceptable… Leaders in the international community have a moral responsibility to call out President Abbas’s dangerous incitement.”

Both the Wiesenthal Center and the ADL criticized reporting on the Palestinian attacks, with Greenblatt saying he was “especially troubled by the international media’s dehumanizing and irresponsible coverage of the violence.”

The National Council of Young Israel also endorsed American pressure on the Palestinians, saying that Washington should “institute severe consequences for the ongoing provocation and encouragement of deadly terrorist attacks” by the PA.

“We urge the United States to immediately downgrade the Palestinian Authority’s diplomatic offices in Washington, DC, and to cut the level of foreign aid that it provides to the Palestinian Authority. The prior absence of any substantive penalties in the wake of deadly terrorist attacks in the past has encouraged more terrorism and enabled Chairman Abbas and the Palestinian Authority to openly and unabashedly lionize terrorists and provide them with safe havens. The previous US diplomatic policies toward President Abbas and the Palestinian Authority have been a failure and need to be changed now,” the Orthodox group asserted.

http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/US-Jewish-groups-blame-Abbas-for-wave-of-terror-421408