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Bebida alcoólica e dança ocasionam prisão de dezenas de jovens no Irã

A agência de notícias iraniana ISNA do informou que a polícia prendeu 230 jovens por fazerem uso de bebida alcoólica.

 O relatório lançado na sexta-feira afirma que a polícia de Teerã efetuou a prisão de 140 jovens num jardim nos arredores de Teerã e 90 na cidade enquanto dançavam e consumia, bebida alcoólica na noite de quinta-feira.

Ingestão de bebidas alcoólicas e encontro em festas de grupos de homens e mulheres que não têm parentesco são ilegais e considerados um pecado pela sharia (lei islâmica).

 Segundo a ISNA alguns participantes da festa enviaram convite pelo Instagram para que outros se juntassem e a polícia os prendeu. Nas ações da polícia alega-se que bebidas alcoólicas e drogas psicotrópicas teriam sido confiscadas.

Com informações de Ynet News

Imagem: https://www.nytimes.com/2017/09/11/world/middleeast/iran-alcohol-rehabilitation.html

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Dois jovens de 16 anos são presos em Sydney por suspeita de planejarem ataque com facas pelo Estado Islâmico

A polícia da Austrália prendeu dois adolescentes por suspeita de planejarem um ataque com faca. Dois jovens de 16 anos foram presos em uma calçada fora de uma sala de oração muçulmana em Sydney, New South Wales.

Os dois estavam carregando facas e escritos prometendo lealdade ao Estado Islâmico (ISIS / ISIL).

Eles foram acusados de planejar um ataque terrorista e de pertencer a uma organização terrorista. Se condenados enfrentarão pena máxima de prisão perpétua.

“Nós alegaremos que este ataque foi inspirado pelo Estado islâmico”,  disse numa coletiva de imprensa,  a comissária adjunta da polícia, Catherine Burn.

“Não temos nenhuma informação específica de um alvo particular, donde concluímos que não ia ser um ataque iminente.”

http://www.clarionproject.org/news/australia-arrests-two-teens-planning-isis-knife-attack

Jovens capturadas pelo Boko Haram aparecem em vídeo após dois anos

CNN divulga imagens gravadas para comprovar que estudantes de Chibok estão vivas

MAIDUGURI, Nigéria — Após terem sido sequestradas pelo autoproclamado califado do Boko Haram há exatamente dois anos, centenas de meninas nunca mais foram vistas por suas famílias na Nigéria. No entanto, a rede CNN divulgou nesta quarta-feira um vídeo gravado para provar que 15 das chamadas estudantes de Chibok estão vivas. Pela primeira vez, parentes de algumas das 270 vítimas do sequestro tiveram a chance de ver imagens destas jovens.

A rede CNN, que obteve o material com exclusividade, mostrou o vídeo às famílias das meninas que aparecem nas imagens. Com seus cabelos cobertos e roupas longas, as jovens fazem uma fila em frente a uma parede amarela e suja. Elas não apresentam sinais de maus-tratos.

No último fim de semana, Rifkatu Ayuba foi uma das mães que finalmente teve notícias da sua filha, hoje com 17 anos:

— Eu queria tirá-la de dentro da tela — disse Rifkatu, que não faz ideia do local para onde sua filha foi levada, à CNN.

Acredita-se que o vídeo tenha sido gravado no último mês de dezembro como parte das negociações entre o Boko Haram e o governo. Segundo o canal americano, o material foi vazado por uma fonte anônima, que quis oferecer um pouco de esperança aos pais que perderam suas filhas e impulsionar o governo a lutar pela sua libertação.

Enquanto a câmera passa pelas jovens sequestradas, um homem pergunta qual é o nome de cada uma delas, qual era seu nome na escola e de onde elas foram retiradas. Calmamente, elas respondem que foram sequestradas da escola secundária de Chibok.

Ao fim do vídeo de dois minutos, uma das meninas faz uma declaração final:

— Estou falando, no dia 25 de dezembro de 2015, em nome de todas as meninas de Chibok e nós estamos bem.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/jovens-capturadas-pelo-boko-haram-aparecem-em-video-apos-dois-anos-19077295#ixzz45lma6k5s
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Jóvenes cristianas dejaron a sus hijos para luchar contra Estado Islámico

Los siríacos hablan y rezan en arameo. La mayoría es ortodoxa o jacobita y una minoría, católica, que se unió a Roma en el siglo XVIII. Están presentes en el Líbano, Siria, Irak e incluso en India.
“Echo de menos a mis hijos, Limar (9 años) y Gabriella (6 años), y pienso que deben tener hambre, sed y frío, pero intento explicarles que lucho para proteger su futuro”, contó esta mujer robusta, vestida con un traje militar.

La mayoría siríaca es ortodoxa o jacobita y una minoría, católica, que se unió a Roma en el siglo XVIII

Antes de ir al frente, Babilonia era peluquera. Fue su marido quien la animó a tomar las armas para “luchar contra la idea de que una mujer siríaca sólo vale para las tareas del hogar y el maquillaje”, según sus propias palabras. Su marido también combate contra el ISIS en una Siria completamente devastada por la guerra desde 2011.
Babilonia forma parte de un batallón compuesto por decenas de mujeres siríacas bautizado “las fuerzas de protección de las mujeres de Mesopotamia”. Este nombre hace referencia a las regiones históricamente habitadas por esta minoría cristiana de Oriente, entre los ríos Tigris y Éufrates.

Los siriacos están presentes en Líbano, Siria, Irak e India

“Pensar en mis hijos me hace más fuerte”

El entrenamiento de la primera promoción del batallón de mujeres finalizó en agosto, en la ciudad de Al Qahatani (Tirbe Sipiyé, en kurdo, y Kabre Hyore, en siríaco) en la provincia de Hasaka.
Soy cristiana practicante y pensar en mis hijos me hace más fuerte y determinada en mi lucha contra Daesh (acrónimo árabe del ISIS)”, explicó Babilonia, con una mirada penetrante.
Lucía, de 18 años, abandonó sus estudios para luchar, como su hermana, en contra de la voluntad de su madre. La batalla de Al Hawl fue la primera de Lucía, la primera también en la que las mujeres siríacas iban al frente junto a las Unidades Kurdas de Protección Femenina.
Esta joven estaba inscrita en una campaña de las Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), que permitió la reconquista de decenas de ciudades y de granjas en manos de los yihadistas del ISIS, como la localidad de Al Hawl, el 13 de noviembre.
Las FDS, que reagrupan combatientes kurdos, cristianos y árabes, fueron creadas hace dos meses para pelear contra los yihadistas en el noreste de Siria y reciben el apoyo de Washington en la región.
Ormia, de 18 años, también participó en la batalla de Al Hawl. “Estaba aterrorizada por el ruido de los cañones, pero el miedo se disipó rápidamente. Me gustaría mucho estar en primera línea en la lucha contra los terroristas”.

“Evitar una nueva masacre”

Las mujeres reciben entrenamientos militares, deportivos y académicos para resistir a la tensión de los combates y manejar las armas.
El batallón formado recientemente no tiene mucha experiencia y sus responsabilidades militares se limitan principalmente a la protección de localidades y de regiones de mayoría cristiana en la provincia de Hasaka.
Siempre sonriente, Ithraa, de 18 años, afirmó que se enroló en estas fuerzas hace cuatro meses para defender la causa siríaca. “Somos una comunidad oprimida por los demás”, justificó.
Algunas combatientes mencionaban lo que está grabado en su memoria colectiva como la masacre de Seyfo –genocidio asirio–, perpetrada en 1915 por los otomanos contra decenas de miles de siriacos, asirios y caldeos, en el sureste de Turquía y el noroeste de Irán.
“Queremos evitar que los yihadistas repitan una nueva masacre como la cometida por los otomanos cuando intentaron borrar nuestra identidad cristiana y siríaca”, dijo Ithraa.
Los siríacos representan en Siria el 15% de 1.200.000 cristianos. Temen sufrir el mismo destino que los cristianos de Irak, víctimas de los abusos de grupos yihadistas.

Artículo copiado de: http://www.estadodeisrael.com/2015/12/jovenes-cristianas-dejaron-sus-hijos.html
© estadodeisrael.com

 

“Palestinian” Muslim schoolgirls skip school, mistake 70-year-old “Palestinian” for Jew, stab him with scissors

Will the world ever stand up to this savagery? Or just continue to ignore it and encourage “Palestinian” genocidal incitement indefinitely?

“Palestinian High School Girls Stab Elderly Man in Jerusalem with Scissors,” by Abraham Rabinovich,Washington Free Beacon, November 23, 2015:

JERUSALEM—Two Palestinian high school girls, cousins aged 14 and 16, from a refugee camp north of Jerusalem, skipped school Monday morning and took a tram to the Jewish side of the city. Leaving their school bags on a bench, they proceeded toward the main market place until they encountered an elderly man whom they began to stab. A policeman across the street drew his gun and called on them to drop their weapons. Instead, say police officials, the girls charged him. The policeman fired, killing one of the attackers and seriously wounding the other. Their weapons, it turned out, were pairs of scissors.

The unexpected nature of the attack, and of the attackers, has been a hallmark of the current round of Palestinian violence which began two months ago. Hardly a day passes without one or more attacks, almost all “lone-wolf” incidents involving individuals acting on their own initiative and not as part of a terror network.

During this period of violence, 23 Israelis have been killed and 192 wounded, 20 of them seriously. The perpetrators have ranged from pre-teens to grandmothers. Few of the male attackers have had a record as terrorists. Although the attackers initially were almost all in their late teens or early 20s, they have come in recent weeks to include family men with children. Most of the attacks have been with knives, some with vehicles, which plow into people waiting at bus stops, and a handful with gunfire. Some of the attacks have been carried out in Israel proper but most have been on the West Bank.

On a few occasions, the victims have inadvertently included fellow Palestinians. The 70-year-old man stabbed by the girl cousins ,Yussuf Alharoub, is a West Bank Palestinian who worked in the Jewish marketplace, as do many Arabs.

“Both the Jews and Arabs are suffering from what’s happening now and no one benefits,” he told Ynet from his hospital bed….

A few hours after the scissor attack by the cousins, an 18-year-old Israeli man was knifed to death at a gas station in the West Bank. The assailant was shot dead by soldiers.

http://www.jihadwatch.org/2015/11/palestinian-muslim-high-school-girls-skip-school-mistake-70-year-old-palestinian-for-jew-stab-him-with-scissors

Estupradas, agredidas e vendidas: meninas relatam abusos nas mãos do Estado Islâmico

Três jovens yazidis que escaparam de extremistas do Estado Islâmico relatam experiências para muçulmanos em escolas britânicas.

Três jovens mulheres da minoria religiosa yazidi que foram usadas como escravas sexuais pelo grupo militante auto denominado Estado Islâmico narraram as suas terríveis histórias em Londres.

As moças são frágeis, bonitas e continuam muito assustadas.

Elas temem mostrar os rostos, porque, segundo elas, têm amigos e família reféns dos fanáticos que poderiam sofrer represálias, caso suas identidades sejam reveladas.

É difícil imaginar o que poderia ser pior do que elas já sofreram.

“Éramos estupradas até cinco vezes por dia”, diz Bushra, de 20 anos. “Uma menina foi ao banheiro e cortou os pulsos, mas não morreu. Eles cortaram o pescoço dela. Os guardas me mandaram identificá-la: ‘É uma amiga sua’. Eu não consegui reconhecê-la. O rosto dela estava coberto de sangue. Os guardas a enrolaram em um lençol e jogaram o corpo no lixo.”

Para minorias religiosas, o avanço das tropas do EI sobre enormes regiões da Síria e do Iraque é uma ameaça constante. Qualquer um que contrarie de alguma maneira o projeto de califado dos extremistas está sujeito a duras penas.

Para o grupo, a única lei é a sharia (o código legal islâmico), e infiéis não têm vez. Como os yazidis não são nem cristãos nem muçulmanos, mas adoram um deus pagão, aos olhos dos fanáticos muçulmanos são adoradores do demônio, e o seu extermínio é justo.

Bushra conta como aconteceu a invasão do seu povoado, há exatamente um ano.

Invasão do vilarejo
“Certa noite, fomos atacados perto de dois vilarejos. A batalha durou até às 6h. Parentes no vilarejo mais próximo nos aconselharam a fugir, porque não havia soldados peshmerga, só yazidis. Mas no nosso povoado, os peshmerga disseram que não precisávamos nos preocupar e que nos protegeriam.”

Só que as forças peshmerga curdas não resistiram ao EI, e invadiram o nosso vilarejo.

 'Éramos estupradas até cinco vezes por dia', diz vítima  (Foto: BBC)‘Éramos estupradas até cinco vezes por dia’, diz vítima (Foto: BBC)

Noor, de 21 anos, continua a história.

“Eles separaram homens, mulheres e crianças. Os homens foram levados para ser fuzilados. Eu tinha sete irmãos, só um conseguiu escapar. Os outros seis estão desaparecidos. A minha mãe foi levada junto com umas 70 moradoras mais idosas. Vimos uma escavadeira chegar e ouvimos tiros.”

Só as jovens foram poupadas, e muitas prefeririam não ter sido.

Munira, de 16 anos, disse que as moças foram reunidas numa sala de aula e começaram o processo de seleção.

“Os comandantes do EI têm entre 50 e 70 anos. Eu tinha 15 quando fui escolhida por um deles. Ele disse que meninas são melhores que as mais velhas. Normalmente, escolhem as mais bonitas e jovens.”

Depois de algumas semanas, ele se cansou dela. “Abu Mohammed disse: ‘Tive essa menina quando ela era virgem. Agora me cansei dela. Quero outra’.”

“Fui vendida para Abu Abdullah, que também me estuprou. Ele se cansou de mim depois de uns poucos dias e me vendeu para Emad. Se eu não tivesse escapado, teria sido vendida de novo.”

As moças eram espancadas e estupradas diariamente. Mesmo traumatizadas e exaustas, não pensaram duas vezes quando surgiu a oportunidade de fugirem. Noor foi flagrada ao tentar pular pela janela. O seu “dono”, Salman, a puxou de volta e disse que seria punida.

“Castigo”
“Salman e seus ajudantes me bateram e me queimaram com pontas de cigarro. Salman mandou que eu tirasse a roupa e disse: ‘Eu te avisei para você não tentar fugir. Agora, você vai ver o seu castigo.”

“Ele deixou outros seis soldados entrarem e trancou a porta. Eles me estupraram brutalmente. Nem sei quantas vezes.”

As três moças acabaram escapando e foram morar em campos de refugiados no Iraque.

 Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento  (Foto: BBC)Vítimas do autoproclamado Estado Islâmico contam histórias de abuso e sofrimento (Foto: BBC)

De lá, foram trazidas para a Inglaterra pela organização humanitária AMAR, que trabalha na divulgação da história delas para combater as campanhas que já levaram várias jovens britânicas a deixar o país e se unir ao EI.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/estupradas-agredidas-e-vendidas-meninas-relatam-abusos-nas-maos-do-ei.html

Durante uma palestra na Bristol City Academy, Noor, Bushra e Munira ficaram sentadas ao lado de três adolescentes.

Pouco depois do ataque aos yazidis, a adolescente Yusra Hussein, de 15 anos, abandonou a escola em que terminava o ensino médio para entrar no Estado Islâmico.

Nasra Ahmed, de 18 anos, diz estar em contato com Yusra e outras jovens seduzidas pelo EI pelas redes sociais. “Elas têm uma bela casa, marido, dinheiro. Tudo o que uma menina de 15 anos pode querer.”

“É tudo mentira”, responde Noor, irritada. “Eles te prometem uma bela casa, empregados e um carro, mas é tudo mentira.”

‘Não vá!’
Outra jovem de Bristol, Ikram Hassan, de 14 anos, pergunta que conselho elas dariam a outras meninas que pensam em se juntar aos militantes islâmicos.

“O meu recado é: Não vá!” diz Munira. “Você vai ser estuprada, espancada e vendida para outros homens. Eles são criminosos.”

Em outra escola, desta vez em Birmingham, na região central da Inglaterra, professores e líderes comunitários tentam passar o mesmo recado através da campanha Open Your Eyes (Abra os Olhos, em tradução livre). Eles mostram vídeos de atrocidades do EI.

A maioria muçulmana da escola assiste ao filme respeitosamente, mas só parece realmente interessada quando as três jovens yazidis entram na sala para conversar.

Nasra conta a sua história de estupros e mortes ao grupo.

“Me sinto morrendo por dentro quando ouço falar em meninas querendo ir para lá. Eu não desejo a ninguém o que eu vi e experimentei por lá.”

Os alunos ficam visivelmente chocados. Um deles pede desculpas em nome da maioria dos muçulmanos, pacífica. O contato direto com moças da mesma idade causou um impacto.

Infelizmente, as três jovens yazidis têm que voltar para o Iraque no dia seguinte.

EI divulga vídeo que mostra jovens executando 25 sírios

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) publicou neste sábado um vídeo na internet em que mostra jovens, aparentemente menores de idade, executando 25 soldados sírios no teatro romano de Palmira, no centro da Síria. Na gravação, de mais de nove minutos e cuja autenticidade ainda não pôde ser comprovada, as vítimas aparecem de joelhos e em fila. Os jovens, então, as executam com tiros na cabeça pelas costas. Uma multidão de homens assiste a cena na plateia.

Em sequências anteriores do vídeo, o EI mostra imagens da tomada de Palmira no dia 20 de maio e a prisão da população do local. Também antes da execução, o vídeo dos jihadistas exibe os prisioneiros que serão mortos sendo tirados de suas celas e conduzidos em veículos 4×4 pela parte moderna da cidade até o teatro romano, situado na região arqueológica.

A gravação se encerra com o degolamento de outro prisioneiro das forças governamentais pelas mãos de um jihadista adulto e com imagens da explosão da prisão de Palmira.

No último dia 27 de maio, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou sobre a morte de 20 membros das forças do regime de Bashar al Assad por membros do EI no teatro romano de Palmira. No entanto, a organização não explicou se os autores dos assassinatos também eram menores de idade. Três dias depois, de acordo com o Observatório, o centro penitenciário de Palmira, símbolo da repressão do regime, foi destruído com explosivos pelos extremistas.

Não é a primeira vez que menores de idade são protagonistas de vídeos do EI. Em pelo menos duas ocasiões anteriores e com fins de propaganda, crianças foram usadas em gravações nas quais supostamente assassinavam dois russos e um árabe-israelense, acusados pelos radicais de serem espiões. As ruínas de Palmira são um dois seis locais sírios incluídos na lista do Patrimônio Mundial da Unesco.

Os jihadistas divulgaram ontem fotografias da destruição de seis bustos de pedra originais da cidade, que fica na província de Aleppo no norte da Síria, apesar de o Observatório garantir que se trata de peças falsas. Por enquanto, não foi confirmado que a região arqueológica de Palmira tenha sofrido algum prejuízo.

Antes do início do conflito na Síria, em março de 2011, as ruínas de Palmira, com seus teatros e templos, foram um dos principais centros turísticos do país árabe.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/video-divulgado-pelo-ei-mostra-jovens-executando-25-soldados-sirios,3fc94cae8a1218b60783e1f509fb63e83wjhRCRD.html

Estado Islâmico enforca dois jovens que desrespeitaram Ramadã

Surpreendidos comendo, jovens de 18 anos foram pendurados em poste.
Cartaz preso aos corpos dizia ‘quebra do jejum sem justificativa religiosa’.

O grupo extremista jihadista Estado Islâmico (EI) enforcou nesta segunda-feira (22) dois jovens que não observaram o Ramadã, o mês de jejum muçulmano, no leste da Síria – informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

 ESTADO ISLÂMICO

O que está por trás do grupo radical

“Os habitantes da cidade Mayaden, na província de Deir Ezzor, informou que o EI pendurou em um poste dois rapazes com menos de 18 anos perto de um posto da hisba” a polícia jihadista, disse à AFP Rami Abdel Rahmane, diretor do OSDH.

“Os meninos foram pendurados com cordas em um poste e ainda estavam lá no final da tarde”, informou a fonte.

“Aparentemente, eles foram surpreendidos enquanto estavam comendo”, acrescentou.

Um cartaz foi preso em seus corpos, que dizia: “Quebra do jejum sem justificativa religiosa”.

O EI, que controla grandes áreas na Síria e no vizinho Iraque, prega uma visão extrema da aplicação da Sharia (lei islâmica).

O grupo não hesita em punir seus inimigos ou aqueles que o desobedecem com decapitações, apedrejamentos, açoites e crucificação.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/06/estado-islamico-enforca-dois-jovens-que-desrespeitaram-ramada.html

Jovens sauditas mortos pelo EI são considerados heróis

DAMMAN — Dois jovens estão sendo chamados de heróis por morrerem evitando uma tragédia na Arábia Saudita. Mohammed Hassan Ali bin Isa e Abdul-Jalil al-Arbash impediram que um terrorista do Estado Islâmico detonasse um explosivo dentro de uma mesquita na cidade de Dammam, na sexta-feira passada, onde cerca de mil pessoas estavam presentes. A historia deles, no entanto, só começou a ser divulgada agora.

Segundo o jornal inglês “Independent”, o homem-bomba estava vestido com roupas femininas e tentou entrar no templo pela porta destinada às mulheres, antes de atravessar o portão principal. Os dois amigos, que controlavam o acesso ao local, desconfiaram e o perseguiram até um estacionamento, onde a bomba estourou. Caso tivesse entrado na mesquita, o número de vítimas poderia ter sido maior.

Abdul-Jalil tinha 25 anos e havia se casado dias antes. Ele estudava engenharia nos Estados Unidos e tinha retornado ao país havia pouco tempo.

Um vídeo filmado no interior da mesquita mostra a reação das pessoas à explosão.

http://oglobo.globo.com/mundo/jovens-sauditas-mortos-pelo-ei-sao-considerados-herois-16320763

Jovens são detidos na Grã-Bretanha suspeitos de envolvimento com terror

Um garoto de 14 anos e uma menina de 16 foram detidos temporariamente na Grã-Bretanha sob suspeita de envolvimento na preparação de um ato de terrorismo.

O garoto, que é morador da região de Blackburn, em Lancashire, foi detido em 2 de abril. A jovem foi detida em uma casa em Manchester em 3 de abril.

Leia mais: Desvendado mistério de foto viral de criança síria que ‘se rende’

A polícia afirmou ter encontrado evidências em aparelhos eletrônicos de que eles teriam participado da preparação de um ato de terrorismo.

Ambos já estariam em liberdade.

A investigação envolveu agentes de uma unidade contraterrorista e da polícia local.

As autoridades não deram informações sobre a natureza do plano no qual os jovens estariam envolvidos.

Na semana passada um grupo de cinco adultos e quatro crianças do país foram detidos na fronteira da Turquia com a Síria. Eles estariam tentando chegar em regiões controladas pelo autoprocalmado Estado Islâmico.

Autoridades britânicas disseram que os dois casos não têm ligação.