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Annotated ‘Mein Kampf’ finds support and condemnation among Jewish leaders

While Jewish groups in Germany have expressed concern over decision to publish ‘academic’ edition of Hitler’s book, some Jewish leaders in the United Kingdom and United States say the text could help defeat Neo-Nazism.

A divisive decision to publish an annotated version of Adolf Hitler’s notorious anti-Semitic screed “Mein Kampf” next month for the first time since World War II has received mixed reactions from Jewish communities, with prominent European Jews airing their views in various publications.

The book’s copyright protection is about to expire, and the new text was designed to be used academically, with in-depth annotations.

Richard Verber, vice-president of the Board of Deputies of British Jews , cautiously supported the reissue, the Guardian reported on Saturday, quoting Verber as telling the Observer that “we would, of course, be very wary of any attempt to glorify Hitler or to belittle the Holocaust in any way. But this is not that. I do understand how some Jewish groups could be upset and nervous, but it seems it is being done from a historical point of view and to put it in context.

“The key is that the notes to the text really do refute Hitler’s ideas with factual information. If that were not the case, the board of deputies would be worried,” said Verber, according to the Guardian. “But the fact remains Hitler is one of the most famous, or infamous, leaders of the 20th century and anything that might put a dampener on that, by showing his views in a historical light, might actually be helpful.”

The Guardian noted that some Jews in Germany have expressed disapproval for the project. One Jewish leader asked: “Can you annotate the devil?” Another called it a “Pandora’s box”.

But in the Daily Telegraph, Stephen Pollard, editor of the Jewish Chronicle, came down on the pro-publication side. “My principles tell me that republishing it is fine,” wrote Pollard in the Telegraph. “At the very least, Mein Kampf is – obviously – an important historical work … Ideas, however awful, cannot be locked away. They have to be defeated.”

Influential American Rabbi Shmuley Boteach also spoke in favor of the critical edition in a column written for the Observer. “By completely censoring Mein Kampf in Germany, the masses are denied an opportunity to be educated as to why the ideas therein are so evil and should be avoided at all costs,” argued Boteach, pointing out that the non-annotated text of the book is readily available online.

“When the German people read a critical edition of Mein Kampf breaking down all the lies and flaws in Hitler’s teachings, many will actually be saved from gravitating toward neo-Nazi movements,”

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4744498,00.htmlargued the rabbi.
 

Judeus na Turquia: Discriminação Sem Fim

◾Casas de judeus em Israel não são obstáculos à paz. O único obstáculo à paz é o ódio dos vizinhos de Israel.

◾Muitos de nós em diversos países no Oriente Médio veem Israel como a única luz de liberdade e democracia em meio à escuridão, terrorismo e ódio na região.

◾O conceito de verdadeira liberdade e democracia parece ser estranho aos antissemitas. Visto daqui parece que muitos desses autoproclamados liberais de mente fechada, não-livre e antidemocrática, possuem um conceito em que invocam o autoelogio ao definirem o que é certo e errado, comparável ao mais déspota dos tiranos.

◾Quando há solidariedade com a Irmandade Muçulmana ou com o Hamas, com os que encarceram, julgam ou açoitam aqueles que se expressam livremente, tais práticas apenas provam a retidão e legitimidade de Israel.

◾Você se defenderia de ataques com foguetes, por qual razão eles não deveriam se defender também? Israel não tem porque se desculpar.

É realmente muito difícil agradar aqueles que odeiam os judeus.

Quando os judeus não são capazes de se defenderem porque não possuem forças armadas, são “covardes” e perseguidos na Turquia e ao redor do mundo. Quando se defendem, graças às forças armadas, são “opressores”.

Para os antissemitas e anti-israelenses, Israel é o problema.

Muitos de nós em diversos países no Oriente Médio, muito pelo contrário, veem Israel como a única luz de liberdade e democracia em meio à escuridão, terrorismo e ódio na região.

Recentemente em 12 de janeiro, Mahmoud Abbas, negacionista do Holocausto e glorificador do terrorismo, teve um encontro com o Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan em Ancara.

Antes disso em 27 de dezembro, o dirigente do Hamas Khaled Mashaal discursou perante o congresso do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), ora no poder, onde afirmou “Inshallah iremos libertar a Palestina e Jerusalém novamente no futuro”.

A multidão no congresso gritava slogans “Mujahid Mashaal”, “Hamas, estou disposto a morrer por você” e “Morte a Israel”!

A questão é a seguinte: o conceito da verdadeira liberdade e democracia parece ser estranho aos antissemitas. Visto daqui parece que muitos desses autoproclamados liberais de mente fechada, não-livre e antidemocrática, possuem um conceito em que invocam o autoelogio ao definirem o que é certo e errado, comparável ao mais déspota dos tiranos. Quando se diz que Israel é “o problema”, fica implícito que a existência de judeus é o problema.

Quando há solidariedade com a Irmandade Muçulmana ou com o Hamas, com os que encarceram, julgam ou açoitam aqueles que se expressam livremente, tais práticas apenas provam a retidão e legitimidade de Israel.

Quando os povos da região dizem, “Morte a Israel” eles estão na realidade dizendo: não queremos democracia, não queremos equidade. Queremos que nosso estado seja supremo e queremos que os judeus não tenham nenhum estado e que sejam indefesos. Não queremos a sabedoria ou os conhecimentos dos judeus. Precisamos apenas de mais escuridão, arrogância e hostilidade. Nós somos o máximo da ignorância e somos felizes assim. E se possível queremos outro Holocausto, do jeito que o Hamas quer. Ao mesmo tempo, com certeza, queremos paz. É assim que entendemos a paz.

Israel é onde os ancestrais dos judeus viveram, estudaram e trabalharam. Os judeus precisam viver lá não apenas livres de massacres, mas também para estudarem à luz de seus ancestrais, que introduziram o que está entre as primeiras leis de justiça social após o código de Hamurabi. Está tudo lá, basta ler. Pagar o dia trabalhado ao anoitecer. Não cozinhar o cordeiro no leite da mãe. Não roubar. Não matar. Há muito mais. Essas são as verdadeiras mensagens de liberdade.

Os judeus são o povo nativo de Israel, eles estenderam a mão da paz aos palestinos e a outros muitas vezes, e foram rejeitados. Você se defenderia de ataques com foguetes, por qual razão eles não deveriam se defender também? Israel não tem porque se desculpar.

Há uma crença popular de que o antissemitismo não foi estimulado na Turquia até que o Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), islamista, subiu ao poder em 2002. Mas se olharmos com mais atenção a vida dos judeus na Turquia moderna fica claro que se trata de um mito. A verdade é que ser judeu na Turquia, ao que parece, significa ter sido exposto a mais de 90 anos de discriminação sistemática, inclusive pogroms, assimilação forçada além de proibições de falar seu idioma nativo.

Em 21 de novembro de 2014, o MEMRI (Middle East Media Research Institute Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio) publicou um despacho oficial que não pode deixar de ser lido intitulado: “O Antissemitismo Atinge Novos Patamares na Turquia: Ameaças Contra Judeus Turcos, Manifestações de Admiração a Hitler, Exortações Para Que Os Judeus Sejam Enviados a Campos de Concentração, Os Judeus Deveriam Pagar Um “Tributo Especial”.

“Ao mesmo tempo em que o Presidente Erdogan negava, em seu discurso de 22 de setembro de 2014 no Conselho de Relações Exteriores, que ele ou seu governo eram antissemitas”, o despacho dizia que “membros de seu partido em casa estavam tuitando elogios a Hitler e que lojas em Istambul exibiam letreiros dizendo “Entrada Proibida de Judeus Cachorros”.

Conforme destaca o MEMRI (Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio), é óbvio que no governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP em inglês), o antissemitismo na Turquia está atingindo novos patamares. Essa pavorosa realidade não é consequência apenas do AKP islamista, ela também não é a primeira da história da Turquia.

Os judeus já eram enviados aos batalhões de trabalhos forçados em 1941e 1942, obrigados a pagarem tributos especiais entre 1942 e 1944 além de serem obrigados a se assimilarem na Turquia. Eles eram obrigados a se sujeitarem, sistematicamente, a discursos de incitamento ao ódio na imprensa turca, que também desempenhou seu papel no pogrom antissemita de 1934 na Trácia oriental. Com a aplicação da lei do sobrenome, as crianças judias tiveram que mudar os nomes e sobrenomes e adotarem nomes com sons turcos. Ladino, o idioma dos judeus da Turquia também foi proibido pelo regime turco. Desde 1923, quando a república turca foi estabelecida, os judeus vêm sendo sistematicamente discriminados (como também acontece com todas as demais comunidades não-muçulmanas), isso sem falar que os judeus foram privados da liberdade de ir e vir pelo menos em três ocasiões: em 1923, 1925 e 1927.

A república turca foi fundada pelo assim chamado Partido Republicano Popular (CHP em inglês), secular, agora o principal partido de oposição no parlamento turco.

Embora o antissemitismo durante o regime do AKP tenha sido amplamente divulgado pela mídia, o antissemitismo durante e após o período em que foi estabelecida a república turca, foi amplamente ignorado.

Na Turquia o antissemitismo tem uma longa história que acompanha as autoridades estaduais, formadores de opinião, círculos políticos (tanto de esquerda quanto de direita), grupos islamistas e não-islamistas e em especial a mídia. Nenhuma universidade turca possui um departamento de estudos judaicos tampouco sobre o Holocausto. O restabelecimento do estado judeu em 1948 simplesmente trocou o antissemitismo pelo antissionismo, que nada mais é do que um tipo de antissemitismo implícito e hipócrita.

Desde a época da fundação da República da Turquia em 1923 até 1950 quando ocorreram as primeiras eleições nacionais, essas práticas eram desempenhadas pelos governos não-islamistas do Partido Republicano Popular (CHP), que estabeleceu o estado turco.

É impossível citar todos os incidentes antissemitas ocorridos na Turquia em um único artigo, mas uma breve cronologia dos acontecimentos mais importantes em relação aos judeus ajudaria a compreender que tipo de vida os judeus eram obrigados a suportar durante décadas naquele país.

Antissemitismo Tradicional na Mídia Turca

A historiadora Ayse Hur, fundamentada em textos bem abrangentes do estudioso independente Rifat Bali, reconta algumas campanhas antissemitas da imprensa turca durante as primeiras décadas da república turca.[1]

Em janeiro de 1923, os jornais a Voz Turca (Türk Sesi) e a Terra Queimada (Yanık Yurt), publicados na província de Izmir, convocaram comerciantes turcos a lutarem contra a “ameaça imoral e sórdida dos judeus”. As chamadas alegavam que os judeus eram o celeiro de germes na Turquia, principalmente em Izmir. Logo em seguida a revista satírica Akbaba, engrossou o coro publicando uma série de artigos com títulos chamativos como “você não sabia que você não deveria fazer negócios com os judeus”, e “devemos permitir que esses germes vivam entre nós”?

Em dezembro de 1925, após a disseminação de boatos de que pelo menos 300 judeus teriam enviado um telegrama de felicitações pelas comemorações pela passagem do 435º aniversário da descoberta da América por Colombo, foi iniciada uma campanha antissemita nos principais jornais turcos. Os artigos publicados se referiam aos judeus como “mal-agradecidos” e “parasitas que se aderem às costas do país” sugerindo que a solução seria seu exílio. Alguns, instigados pelos artigos, assassinaram um jovem judeu e atacaram a sinagoga na cidade de Kuzguncuk.[2] Agora, se o dito telegrama existiu, ninguém sabe.

Em janeiro de 1937, as ondas fascistas e nacional-socialistas da Europa chegaram à Turquia: Um escritório de informações alemão foi aberto em Istambul. Os jornais Türkische Post e o Cumhuriyet (A República) começaram a difundir a propaganda nazista.

Em agosto de 1938 o governo emitiu o decreto nº 2/9498 que rezava o seguinte: “os judeus expostos a pressões em termos de condições de vida e de movimentação em seus países natais, estão proibidos de entrarem e morarem na Turquia independentemente da sua religião atual”. Vinte e seis funcionários judeus da Agência de Notícias da Anatólia, na época a única agência de notícias oficial da Turquia, foram demitidos. Houve um espantoso crescimento no número de artigos e caricaturas em jornais e revistas que consideravam as minorias, principalmente os judeus, responsáveis pelos problemas que a Turquia estava passando.

Em 28 de dezembro de 1939, um terremoto de grandes proporções atingiu a província de Erzincan na Turquia matando dezenas de milhares de pessoas. Assim que souberam do terremoto, as comunidades judaicas de Tel-Aviv, Haifa, Buenos Aires, Nova Iorque, Genebra, Cairo e Alexandria angariaram fundos e vestimentas delas mesmas e as enviaram para a Turquia. Em vez de agradecimentos, os artigos e caricaturas ridicularizaram o gesto e ainda aventaram a possibilidade de más intenções.

Em 1948 quando os judeus quiseram ir para o recém criado Estado de Israel, a Turquia e a mídia controlada pelo estado, que anteriormente tinham feito de tudo que estava em seu poder para que os judeus fugissem da Turquia, agora se referiam àqueles que queriam emigrar como “traidores”.

Códigos Ancestrais de Armênios, Gregos e Judeus

Pesquisas realizadas pelo jornal Radikal e entrevistas com autoridades revelaram a saga de um século de discriminação na Turquia. De acordo com as revelações do jornal Radikal, a Turquia vem designando códigos secretos às comunidades armênias, gregas, judaicas, siríacas e demais minorias não-muçulmanas desde o estabelecimento da república turca. A Superintendência Populacional da Turquia codifica os gregos com o número 1, armênios 2 e judeus 3.

“Trata-se de um escândalo que deveria abalar os fundamentos da Turquia, mas o país está por demais ocupado com sua própria agenda,” segundo Orhan Kemal Cengiz, um advogado que trata de direitos humanos e colunista do Al Monitor.

“Dada a história da Turquia, cheia de práticas desleais em relação aos não-muçulmanos, talvez a importância desse escândalo possa ser melhor compreendida por meio de uma comparação. Imagine que se os judeus na Alemanha de hoje fossem identificados secretamente através de uma codificação do governo alemão e que isso viesse a público. Isso se desdobraria em terremoto político de tal magnitude a ponto de abalar o sistema político alemão até as suas raízes. Em contrapartida, o escândalo na Turquia permaneceu no noticiário por apenas alguns dias, em poucos jornais”.

Leis que excluíam judeus e outros não-muçulmanos de determinadas profissões

Já no início de 1923 e 1924 as empresas estrangeiras e bancos eram obrigados a contratar somente cidadãos muçulmanos/turcos e demitir não-muçulmanos. Gregos, judeus e armênios foram demitidos sem receberem o pagamento.

Em 24 de janeiro de 1924, “ser turco” se tornou um requisito para trabalhar como farmacêutico, de acordo com uma nova lei que regia os farmacêuticos.[3]

Em 3 de abril de 1924, de acordo com a nova lei que regia os advogados, 960 advogados foram avaliados no quesito bons costumes. Em consequência da avaliação, licenças de trabalho de 460 advogados foram canceladas. Dessa forma, 57% dos advogados judeus e três a cada quatro advogados gregos e armênios perderam o direito de trabalhar.[4]

No artigo 4º da lei 1926 que trata dos servidores públicos, foi decretado que somente “turcos” poderiam trabalhar em instituições públicas. A lei abrangia todos os funcionários de instituições públicas, de motorneiros a estivadores. Por conta dessa lei milhares de não-muçulmanos perderam o emprego.

Em 1928, novas leis sobre requisitos para que determinados trabalhos pudessem ser exercidos entraram em vigor. De acordo com as leis, somente cidadãos “turcos” poderiam ser médicos, dentistas, parteiras, enfermeiras e assim por diante.

Os “cidadãos turcos”, nessas leis se referiam somente aos “turcos étnicos”. Portanto para poder exercer essas profissões era necessário não apenas ser muçulmano, mas também “turco étnico”.

Em 22 abril de 1926, depois que a lei que tornava o idioma turco o único idioma a ser usado para correspondências comerciais entrar em vigor, os não-muçulmanos que trabalhavam em instituições administrativas e não eram fluentes no idioma turco, foram demitidos.

Em 11 de junho de 1932, o parlamento turco promulgou a lei nº 2007, que proibia estrangeiros de exercerem uma série de profissões. A lei rezava[5]:

os cargos e serviços mencionados abaixo poderão ser exercidos somente por cidadãos turcos. É proibido a todos aqueles que não são cidadãos turcos trabalharem nos seguintes cargos e serviços:

a) vendedor ambulante, músico, fotógrafo, cabeleireiro, barbeiro, compositor; corretor de imóveis, fabricante de roupas, chapéus e sapatos, operador na bolsa, vendedor de produtos sob monopólio estatal, tradutor, guia, trabalhador da construção, trabalhos em madeira e ferro, trabalhar temporária ou permanentemente em veículos públicos, trabalhar nos setores de abastecimento de água, iluminação, correio e telecomunicações, carregamento e contratação (em navios), motorista ou assistente de motorista, assistente em geral, vigia, zelador ou maitre em qualquer empresa, negócio, hotel ou firma, trabalhar em hotéis, motéis, banhos públicos, cafés, garçom em clubes, salões de dança ou pubs, dançarino(a) ou cantor(a) em pubs.

b) ser vegetariano ou químico.

A “lei de ocupações” foi a lei mais radical do governo kemalista depois da proclamação da nova república em 1923.

As proibições empregatícias também foram um grande obstáculo para os refugiados exilados da Alemanha. Eles tentavam encontrar trabalho que não eram proibidos ou fazer uso de brechas legais. Alguns, em especial as mulheres, recebiam autorizações de residência permanente se casassem com turcos. Se as autoridades turcas descobrissem que os casamentos eram de “fachada” as mulheres corriam o risco de serem deportadas.[6]

“Cidadão, Fale Turco!” Campanha, Proibições contra o Idioma Ladino e Assimilação Forçada

Em 13 de janeiro de 1928, a união dos estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Otomana (hoje Universidade de Istambul) lançou uma campanha para proibir o uso em público de todos os idiomas menos o turco.

Os organizadores da campanha afixaram pôsteres em diversas cidades da Turquia com o slogan “Cidadão, fale turco!”. Alguns cartazes proclamavam “não podemos chamar de turco aqueles que não falam turco” ou “Fale turco ou deixe o país”! Centenas de pessoas foram assediadas em público, multadas ou presas, com total apoio do governo.[7]

Isil Demirel, antropologista turco, examinou o processo através do qual o idioma turco substituiu o ladino como a língua dos judeus sefarditas na Turquia.[8] “Os judeus foram submetidos a enormes pressões durante a tentativa de difundir o idioma turco nos anos de 1920”, segundo ele. “Uma vez que o idioma turco começou a ser usado pelos judeus no lugar do ladino, também começaram a emergir diferenças culturais entre a velha geração que usava o ladino como língua materna e a nova geração que foi criada com o idioma turco. Ladino, idioma que está morrendo na Turquia de hoje, é usado somente pelos judeus com idade acima dos 50 anos e incorpora uma cultura antiga e enraizada”.

Demirel cita um judeu sefardita que passou pela campanha “Cidadão, Fale Turco”! que diz o seguinte: “quando se falava duas palavras em espanhol (ladino) naquela época, eles imediatamente levantavam as mãos. Ei Madame, Monsieur! Cidadão, fale turco!, gritavam eles, alguns ostentavam cassetetes para intimidar”.

Em outra campanha de assimilação forçada, em novembro de 1932, todos os judeus da província de Izmir foram obrigados a assinar um acordo no qual se comprometiam a “abraçar a cultura turca e falar o idioma turco”. A mesma campanha foi seguida pelas províncias de Bursa, Kiklareli, Edirne, Adana, Diyarbakir e Ancara. Os jornais estavam lotados de relatos sobre meninas judias (e armênias) que estavam se convertendo, em grupos, ao islamismo.

Pogroms Antissemitas de 1934 na Trácia Oriental

Os pogroms, de 21 de junho de 1934, ocorreram nas províncias de Tekirdag, Edirne, Kirklareli e Canakkale na Trácia Oriental, eles foram instilados pelos artigos escritos pelos autores pan-turcos Cevat Rıfat Atilhan e Nihal Atsız. Os pogroms começaram com um boicote aos negócios de judeus, sendo seguidos por ataques físicos contra edifícios de propriedade de judeus, que primeiramente foram saqueados e em seguida incendiados. Judeus foram espancados, atacados, sendo que algumas mulheres judias, segundo se informa, estupradas.

Aterrorizados, mais de 15.000 judeus fugiram da região. Intimidações antissemitas contra as comunidades judaicas em escolas, mercados e instituições estaduais, mesmo depois dos pogroms, continuaram acontecendo. Uma circular “confidencial” enviada pelo escritório central do CHP, no poder na época na Trácia Oriental, também revelou que o governo tinha, no mínimo, avalizado os pogroms.

A Turquia durante o Holocausto

Durante o Holocausto a Turquia abriu suas portas a pouquíssimos judeus e refugiados políticos. Tentativas de muitas personalidades famosas ou organizações judaicas para que a Turquia aceitasse mais refugiados judeus não deram em nada. Esta é a razão pela qual a Turquia não consta das estatísticas de países para onde os judeus se refugiaram.[9]

Em 1937, a Turquia tomou medidas para impedir a imigração de judeus. Quando o número de refugiados judeus aumentou rapidamente em 1938, a Turquia promulgou duas leis que proibiram todos aqueles sem passaporte ou documentos de cidadania de entrarem e se estabelecerem na Turquia. As leis não estavam abertamente relacionadas aos judeus. Mas atrás delas estava a realidade de que a Alemanha e outros países tinham cancelado os direitos de cidadania dos judeus. Em 29 de agosto de 1938 o governo turco emitiu um documento com as diretrizes para impedir que os “judeus cujos direitos foram limitados em seus países” entrassem na Turquia.[10]

Tragédias dos Refugiados Judeus

Os historiadores Corry Guttstadt e Rifat Bali relatam as tragédias dos refugiados judeus que tentavam fugir da perseguição nazista e chegar em Israel, sua pátria histórica, durante o Holocausto.[11]

Em 8 de agosto de 1939, a embarcação Parita, tinha que atracar na província de Izmir, devido a alguns problemas pelos quais estava passando enquanto trazia 800 judeus refugiados da Alemanha, Polônia e Tchecoslováquia para a terra de Israel (na época sob mandato britânico, chamada Palestina). Os refugiados judeus ficaram por uma semana na costa de Izmir sem carvão, água ou alimento. Foi negado um ancoradouro ao navio no porto e o capitão foi finalmente forçado, sob ameaças da polícia turca a seguir viagem.

As revistas satíricas turcas como a Karikatür e a Akbaba ridicularizaram os refugiados judeus que procuravam refúgio pelo mundo afora em vão. A caricatura na capa da revista Akbaba de 24 de agosto de 1939, mostrava os refugiados judeus no Parita. A legenda mostra um dos judeus dizendo: “estamos com fome e sem dinheiro. Pelo amor de Deus, deixe-nos desembarcar por cinco minutos para ficarmos ricos”. Após a embarcação deixar a costa de Izmir, o jornal semi-oficial Ulus dizia: “os judeus que estavam perambulando por aqui finalmente se foram”.

Em 6 de dezembro de 1940, um navio com o nome de Salvador, indo para a terra de Israel de Varna na Bulgária, chegou em Istambul com 327 judeus tchecos e búlgaros a bordo. O Salvador foi forçado a seguir para alto mar em 12 de dezembro apesar do mau tempo, para finalmente afundar devido a uma forte tempestade na costa de Silivri no Mar de Marmara. Como consequência, 204 pessoas se afogaram entre elas pelo menos 70 crianças.

Em 15 de dezembro de 1941, o navio Struma, em um empreendimento para salvar 769 judeus romenos do extermínio alemão, zarpou do porto de Constanza com o intuito de levá-los à terra de Israel, tentou primeiramente aportar em Istambul. O navio não estava apenas superlotado, mas também sem condições de seguir viagem por um defeito nas máquinas. Um banner com os dizeres “Salvem Nos” foi afixado no navio. Por 70 dias durante os meses de inverno entre 1941 e 1942, a Turquia não permitiu que ele aportasse, os que estavam a bordo lutavam contra doenças e mortes na costa de Istambul, perto de Sarayburnu. A âncora do navio foi finalmente cortada e o navio amarrado a um barco piloto para ser rebocado para o Mar Negro.

Sem motores, combustível, alimento, água ou remédios, o Struma foi abandonado à própria sorte e rebocado para o alto mar. Em 24 de fevereiro de 1942 ele foi torpedeado por um submarino soviético às 02h00. Somente uma pessoa sobreviveu. Após o incidente o então Primeiro Ministro Refik Saydam declarou: “a Turquia não pode se tornar a casa daqueles que não são aceitos por ninguém”.

Batalhões de Trabalhadores Não-Muçulmanos (1941 a 1942)

Em 22 de abril de 1941, 12.000 não-muçulmanos, inclusive judeus entre 27 e 40 anos foram enviados, sob um sol escaldante, como soldados a campos sem infraestrutura e com falta de água, infestados de mosquitos, umidade, lama o que acabou espalhando a malária. Os soldados também conhecidos como “as Vinte Classes”, não receberam armas. Eles foram forçados a usarem roupas de lixeiros e a trabalharem por horas intermináveis, sendo insultados e ridicularizados como “soldados infiéis”. Até cegos e deficientes físicos foram convocados. Eles foram forçados a trabalharem sob condições terríveis, em lugares como construção de túneis em Zonguldak e construção do Parque da Juventude em Ancara. Era trabalho pesado, como quebrar pedras e rochas e construção de rodovias nas províncias de Afyon, Karabuk, Konya e Kutahya. As “Vinte Classes” foram dispensadas em 27 de junho de 1942.[12]

“Devido às péssimas condições de trabalho houve mortes e doenças entre os convocados” segundo relato do especialista em assuntos turcos Ruben H. Melkonyan.

O ponto de vista predominante e amplamente difundido sobre a matéria era de que, ao querer participar da Segunda Guerra Mundial, a Turquia reuniu todos os não-turcos não-confiáveis considerados “quinta coluna” em potencial, segundo Melkonyan.

A Lei do Imposto Patrimonial (1942 a 1944)

Em 11 de novembro de 1942, o governo liderado pelo então Primeiro Ministro Sukru Saracoglu, promulgou a lei do Imposto Patrimonial, cujo objetivo declarado era o de superar problemas econômicos que emergiram durante a Segunda Guerra Mundial. 87% dos contribuintes eram não-muçulmanos.

“A verdadeira razão do Imposto Patrimonial era a de eliminar os não-muçulmanos da economia, de acordo com Basak Ince, professora assistente de ciência política.[13]

Os contribuintes foram divididos em quatro grupos separados de acordo com o background religioso:
1.M para muçulmanos,
2.G para não-muçulmanos,
3.E para estrangeiros,
4.D para convertidos.

O montante dos tributos a serem pagos pelos comerciantes armênios era de 232%, pelos comerciantes judeus 179% e pelos comerciantes gregos 156%. Apenas 4.94% dos muçulmanos turcos tiveram que pagar o imposto patrimonial. De modo que os que mais sofriam eram os não-muçulmanos como os judeus, gregos, armênios e levantinos, recaindo sobre os armênios a tributação mais pesada.

O pesquisador turco Ridvan Akar se refere ao imposto patrimonial como genocídio econômico contra as minorias. [14]

A lei também foi imposta sobre não-muçulmanos pobres, como motoristas, trabalhadores e até mendigos, enquanto seus colegas muçulmanos não tinham que pagar nada. Não-muçulmanos tinham que pagar os impostos em 15 dias, em dinheiro. Aqueles impossibilitados de pagar eram enviados a campos de trabalhos forçados na Anatólia oriental.

“E aqueles impossibilitados de pagar foram enviados a um campo em Askale, perto de Erzerum, região mais fria que Moscou no inverno, onde foram obrigados a trabalhar quebrando pedras e rochas”, segundo relata o autor Sidney Nowill.[15]

A historiadora Corry Guttstadt, em seu livro Turkey, the Jews, and the Holocaust (Turquia, os judeus e o Holocausto), escreve que “embora a lei estipulasse que pessoas acima de 55 anos estavam isentas do trabalho, homens de 75 e de 80 anos, até doentes eram arrastados para a estação ferroviária e deportados”.

Esses tributos arruinaram as vidas e as financias de muitas famílias não-muçulmanas, houve inúmeros suicídios de não-muçulmanos em Istambul. “Alguns cometeram suicídio em desespero”, segundo Guttstadt.

Das pessoas que foram enviadas aos campos de trabalho, 21 morreram lá mesmo, o governo turco confiscou seus bens e os vendeu a muçulmanos turcos a preços irrisórios.[16] “O Imposto Patrimonial foi suspenso em março de 1944, devido à pressão da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos”, segundo Ince.

Assassinatos e Julgamentos Injustos

Em 17 de agosto de 1927, Elza Niyego, uma judia de 22 anos, foi esfaqueada até a morte por Osman Ratip Bey, casado, de 42 anos, que a pediu em casamento, mas ela não aceitou. O corpo dela foi deixado na rua por três horas. A mãe de Elza foi impedida de cobrir o corpo de sua filha, uma ordem que despertou uma enorme comoção na comunidade judaica. A multidão que se aglomerou no funeral em 18 de agosto gritava as seguintes palavras de ordem: “Queremos Justiça”! Depois do funeral, cujo número de participantes foi estimado entre 10 e 25 mil pessoas, o jornal Cumhuriyet (República) iniciou uma intensa campanha antissemita. O Cumhuriyet e outros jornais destacavam manchetes que se referiam aos judeus como “os ingratos” ou “os arrogantes”.

No final do julgamento o assassino Osman Ratip Bey foi enviado a um hospício e não para a prisão. Nove judeus e uma testemunha russa do assassinato foram trazidos ao tribunal pelo “insulto turcalhada” resultando em quatro encarceramentos. E mais uma vez a liberdade de ir e vir dos judeus na Anatólia foi negada pelo governo em 29 de agosto de 1927.

Em 30 de janeiro de 1947 todos os membros de uma família judaica de sete pessoas foram encontrados mortos nas redondezas de Kendirli na província de Urfa. A comunidade judaica de Urfa foi considerada responsável pelo assassinato e todos os judeus do sexo masculino foram presos. Do começo ao fim dos julgamentos a população de Urfa boicotou os judeus. Os judeus que foram presos foram libertados três anos depois, mas os judeus de Urfa tiveram que deixar a cidade.

Judeus na Turquia de Hoje:

os judeus na Turquia, mesmo nos governos kemalistas, não-muçulmanos, ficaram expostos, por décadas, à discriminação sistemática. Hoje, sob o governo islamista, eles estão se sentindo inseguros e ameaçados novamente. Muitos da comunidade judaica da Turquia estão saindo do país ou planejando sair, segundo um artigo escrito por um importante homem de negócios da comunidade em dezembro de 2014 para o jornal judaico Salom de Istambul. Mois Gabay, profissional do segmento de mercado de turismo, escreve o seguinte ao se referir ao assassinato do jornalista turco-armênio Hrant Dink em 2007: “nos defrontamos com ameaças, ataques e assédio todos os dias. A esperança está se esvaindo. É necessário que um Hrant seja baleado para que o governo, a oposição, a sociedade civil, nossos vizinhos e juristas enxerguem o que está acontecendo”?

Gabay acrescenta que um número cada vez maior de judeus turcos está planejando mudar juntamente com a família para outro país: “Aproximadamente 37% dos formados no ensino médio da comunidade judaica na Turquia preferem cursar o ensino superior no exterior… Esse número dobrou se comparado com anos anteriores”.

Não são só estudantes que estão começando a pensar em construir uma vida no exterior para suas famílias e filhos, segundo Gabay, mas também jovens empreendedores: “na semana passada, quando eu conversava com dois de meus amigos em ocasiões diferentes, a conversa mudou para as perspectivas de mudarmos para outro país. Em outras palavras, minha geração também pensa mais em sair do país”.

Quando o antissemitismo vira antissionismo

Se existisse um estado judeu quando toda essa perseguição estava acontecendo, os judeus teriam ido para lá em caso de necessidade.

Se existisse um estado judeu antes do Holocausto, os judeus europeus teriam um lugar para se refugiar. Se eles tivessem forças armadas, poderiam ter se defendido dos nazistas.

Depois de toda essa perseguição e discriminação contra os judeus, a tradição antissemita da Turquia ainda continua. Em 2005, o livro Mein Kampf, de Adolf Hitler, se tornou um best-seller na Turquia após ser publicado por 13 editoras.

Casas de judeus em construção em Israel não são obstáculos à paz. O único obstáculo à paz é o ódio dos vizinhos de Israel.

Uzay Bulut, muçulmana de nascença, é uma jornalista turca estabelecida em Ancara.

[1] Hur, Ayse , 8 de fevereiro de 2009, “Isolated (!) Incidents of Anti-Semitism.” jornal Taraf. Taraf Newspaper.
Bali, Rifat (1999). Turkish Jews in the Republican Years – An Adventure of Turkification (1923-1945). Iletisim Publishing House.
Bali, Rifat (2001). The Children of Moses, The Citizens of the Republic. Iletisim.
Bali, Rifat (2004). The Jews of the State and the “Other” Jew. Iletisim.

[2] Ibid

[3] Hur, Ayse, 22 de janeiro de 2012, “The ‘minority report’ of the Republic.” jornal Taraf. Taraf Newspaper.

[4] Ibid

[5] Yabancılara Çalışma Yasağı

[6] Ibid

[7] Bali, Rifat (1999). Turkish Jews in the Republican Years – An Adventure of Turkification (1923-1945). Iletisim Publishing House. Ince, Basak (2012). Citizenship and Identity in Turkey: From Atatürk’s Republic to the Present Day. I. B. Tauris.

[8] Demirel, Isil (2011). “Ladino: Turkey is Forgetting a Language.” Atlas Magazine. Atlas Magazine.

[9] Türkiye’de Sürgün

[10] Ibid

[11] Guttstadt, Corry (2013). Turkey, the Jews, and the Holocaust. Cambridge University Press. Bali, Rifat (2004). The Jews of the State and the “Other” Jew. Iletisim.

[12] Bali, Rifat (2008). The Twenty Classes: The Episode of Military Service of Non-Muslims during the Second World War. Iletisim Publishing House.

[13] Ince, Basak (2012). Citizenship and Identity in Turkey: From Atatürk’s Republic to the Present Day. I. B. Tauris.

[14] “Report: The law that coveted the ‘wealth’ of minorities,” by Zeynep Ozakat, Milliyetnewspaper, 15/12/2009.

[15] Nowill, Sidney E. P. (2011). Constantinople and Istanbul: Constantinople and Istanbul: 72 Years of Life in Turkey. Matador.

[16] Ince, Basak (2012). Citizenship and Identity in Turkey: From Atatürk’s Republic to the Present Day. I. B. Tauris.

Por Uzay Bulut

http://pt.gatestoneinstitute.org/5265/judeus-turquia-discriminacao

Nova York autoriza anúncio com a afirmação: “matar judeus é louvar a Alá”

Existe remédio contra muitos males, menos a Xenofobia.

Um juiz deu sinal verde para a publicação nos ônibus de Nova Iorque de um polêmico anúncio que se refere a muçulmanos matando judeus.

A Autoridade do Transporte Metropolitano de Nova Iorque (MTA em inglês) proibiu seu uso, argumentando que poderia incitar a violência e o terrorismo.

Mas o juíz John Koeltl rejeitou esse reparo, dizendo que o anúncio estava protegido pela Constituição dos EUA, que contem o princípio da liberdade de expressão.

O anúncio, que já foi usado no transporte público de Chicago e São Francisco, é financiado pelo grupo Iniciativa para a Defesa da Liberdade nos EUA.

Mostra um homem coberto com um turbante e com olhar ameaçador, junto com um lema atribuido a um video de música do grupo militante palestino Hamas: “Matar judeus é um louvor que nos aproxima de Alá”.
Incita à violencia?

O anúncio acrescenta: “Essa é sua Jihad. Qual é a tua?”

O juíz disse que a MTA havia subestimado a tolerância dos novaiorquinos.

O juíz Koeltl disse ainda que está consciente da preocupação pela segurança da MTA, e que esta havia subestimado a tolerância dos novaiorquinos e superestimado o potencial impacto do anúncio.

“Precisa ser muito crédulo para creer que os novaiorquinos se veriam incitados à violência por anúncios que não incitaram aos residentes de Chicago e São Francisco”, disse.

A MTA tem 30 dias para apelar a decisão, prazo durante o qual a publicação do anúncio será suspensa.

O porta-voz da MTA Adam Lisberg expressou sua decepção pela decisão e disse que a agência está estudando suas opções.

A Iniciativa para a Defesa da Liberdade dos EUA está dirigida pela blogueira e ativistaPamela Geller.

A organização é considerada um grupo antimuçulmano pelo Southern Poverty Law Center, um grupo de direitos civis.

Se quiser ver as fotos dos anúncios siga os links, está acontecendo nos EUA pode ir ver, mas não vou publicar aqui.

Fonte: www.bbc.co.uk

Leia também:
http://www.ibtimes.com/us-judge-allows-killing-jews-ad-nyc-buses-rejects-mtas-argument-it-may-incite-1891545
https://www.nydailynews.com/news/national/bus-ad-quote-attributed-hamas-article-1.1287090

https://dinamicaglobal.wordpress.com/2015/04/26/nova-iorque-autoriza-anuncio-com-a-afirmacao-matar-judeus-e-louvar-a-ala/

 

Apenas cristãos e judeus foram vítimas do casal de terroristas muçulmanos na Califórnia

Aqui estão as vítimas – todos os cristãos e judeus.

Meus pensamentos e orações estão com essas famílias. Sua dor é insondável.

Jihad está aqui. Ninguém e nenhum lugar é seguro.

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Autoridades do Condado de San Bernardino informaram os nomes das 14 pessoas baleadas e mortas durante uma festa do departamento de saúde.

As vítimas eram do sul da Califórnia e tinham idades de 26 a 60. Eles são:

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– Yvette Velasco, 27, de Fontana. Seu pai descreveu-a como uma mulher “inteligente, motivada jovem e bonita.”

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– Michael Wetzel, 37 anos, de Lake Arrowhead deixa para trás sua esposa e seis filhos.

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-. Robert Adams, 40 anos, de Yucaipa. A vítima San Bernardino deixa para trás sua namorada do colégio (esposa) e jovem filha.

bennetaBennetta Bet-Badal, 46, de Rialto. Benneta Betbadal nasceu no Irã em 1969. Ela fugiu para a América com a idade de 18 para escapar extremismo islâmico e da perseguição dos cristãos que se seguiu à Revolução Iraniana. Benneta inicialmente se estabeleceu em Nova York, eventualmente, mudou para a Califórnia e se casou com seu marido, Arlen Verdehyou, um oficial de polícia. Eles se mudaram para Rialto, Califórnia, e tinha três filhos, agora com idades entre 10, 12 e 15.

– Harry Bowman, 46 anos, de Upland.

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– Sierra Clayborn, 27, de Moreno Valley. Seus amigos e família lamentaram sua perda no Facebook. “Sis RIP Baby, eu amo você mais do que você já imaginou,” sua irmã, Tamishia Clayborn, escreveu no Facebook.

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– Juan Espinoza, 50 anos, de Highland.

Juan Espinoza, de Highland, reséitado na área de educação; ele incentivou sua filha mais velha a ganhar um diploma de bacharel com honras.

“Eu me lembro dele sempre dizendo que a educação é algo que nunca pode ser tirada de você”, disse sua filha,  Espinoza-Mendoza, 25.

“É algo que ele incutiu em mim”, disse Espinoza-Mendoza, que ganhou um título de bacharel em higiene dental na Universidade de Loma Linda.

Aurora Godoy, 26 anos, de San Jacinto

– Aurora Godoy, 26 anos, de San Jacinto. Godoy, 26 anos, acabou de celebrar seu terceiro aniversário de casamento com seu namorado da escola, e estava prestes a celebrar o segundo aniversário de seu filho.Ela tinha acabado de completar seu período de estágio com o Departamento de Saúde Ambiental do Condado de San Bernardino e foi feliz em seu novo emprego, disse sua avós.

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– Shannon Johnson, 45 anos, de Los Angeles, com um amigo da família.

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– Larry Kaufman, 42 anos, de Rialto. Kaufman, de 42 anos, correu a loja de café no edifício Inland Regional Center, onde o tiroteio ocorreu. “Eu te amo Daniel, e eu serei para sempre, sinto falta de você”, seu namorado, Ryan Reyes, publicado quinta-feira no Facebook.

Meins deixa para trás sua esposa, Trenna, e dois filhos.

– Damian Meins, 58 anos, de Riverside.

Tin Nguyen, 31 anos, de Santa Ana era um inspector da comida com o departamento de saúde San Bernardino County.  OSHE era a pessoa mais incrível que se possa sempre atender, Ó amigo Dan Phu Hiep escreveu no Facebook.  Oher coração era maior do que o sol, e sua personalidade era addicting.Ó

– Tin Nguyen, 31 anos, de Santa Ana.

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– Nicholas Thalasinos, 52 anos, de Colton.

– Isaac Amanios, 60, de Fontanam foi um San Bernardino County inspector de saúde. “Ele era um grande ser humano”, twittou seu primo, NFL jogador Nat Berhe.

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O que a França e a Europa Podem Aprender

  • Ao endossar constantemente as políticas pró-palestinas e anti-israelenses, fica óbvio que a França procura agradar os países islâmicos. A França parece estar convencida de que essas políticas evitarão que terroristas muçulmanos ataquem cidadãos e interesses franceses. Agora os franceses correm perigo considerável em acreditar, erroneamente, que os ataques de 13 de novembro ocorreram porque a França não acomodou o suficiente os terroristas muçulmanos.
  • Quando os terroristas percebem que fazer pressão funciona, eles leem que multiplicar a pressão deve funcionar ainda mais!
  • Os franceses e os europeus fariam bem a si próprios se compreendessem que não há nenhuma diferença entre um jovem palestino que pega uma faca e sai para assassinar judeus e um terrorista do Estado Islâmico que assassina dezenas de inocentes em Paris.
  • A razão pela qual os extremistas muçulmanos querem destruir Israel nada tem a ver com as colônias ou com os postos de controle e sim porque eles acreditam que os judeus não têm nenhum direito de estarem no Oriente Médio. E eles querem destruir a Europa porque acreditam que os cristãos, e todo e qualquer indivíduo, não têm nenhum direito de ser qualquer outra coisa a não ser muçulmano.
  • Os terroristas que estão atacando judeus também procuram destruir a França, Alemanha, Grã-Bretanha e, obviamente, os Estados Unidos. É necessário lembrar a esses países que o objetivo maior dos terroristas islamistas é forçar todos não-muçulmanos a sucumbirem ao Islã ou morrerem.

No início do ano, a França fazia parte de um grupo de oito países que apoiavam uma resolução palestina no Conselho de Segurança das Nações Unidas exigindo a retirada total de Israel para as fronteiras anteriores à guerra de 1967 até o final de 2017.

Essa votação denota que a França apóia o estabelecimento de um estado palestino independente, ao que tudo indica, a ser governado pelo mesmo tipo de gente que, na última sexta-feira perpetrou os mais pavorosos ataques em solo francês desde a Segunda Guerra Mundial.

Cenas dos pavorosos ataques terroristas desfechados em Paris na última sexta-feira.

Hoje, qualquer criança palestina sabe que, na melhor das hipóteses, o futuro estado palestino será governado pelo Hamas ou pela Jihad Islâmica e, na pior das hipóteses, pelo Estado Islâmico e seus afiliados. Será que já passou pela cabeça de alguém na Europa que o povo palestino pode não querer viver sob o governo de nenhum desses grupos, tanto quanto os europeus não iriam querer?

A França bem como os demais países da União Européia estão, há muito tempo, trabalhando contra seus próprios interesses no Oriente Médio. Ao endossar constantemente as políticas pró-palestinas e anti-israelenses, fica óbvio que a França procura agradar os países árabes e islâmicos. A França parece estar convencida de que essas políticas evitarão que terroristas muçulmanos ataquem cidadãos e interesses franceses. Esta é provavelmente a razão pela qual os franceses cometeram o erro catastrófico de acreditar que a política de apaziguamento em relação aos árabes e muçulmanos iria persuadir os terroristas islamistas a ficarem longe da França. Agora os franceses correm perigo considerável em acreditar, erroneamente, que os ataques de 13 de novembro ocorreram porque a França não acomodou o suficiente os terroristas muçulmanos.

Lamentavelmente os dois ataques terroristas anteriores ocorridos este ano em Paris, contra a redação da revista satírica Charlie Hebdo e contra o supermercado judaico HyperCacher, não foram o suficiente para convencer os franceses que a política de apaziguamento para com os árabes e muçulmanos não só é inútil como também é perigosa.

Em vez de aprenderem a lição com esses dois equívocos e começarem uma nova política no que tange o conflito israelense-palestino em geral e o extremismo islâmico em particular, os franceses continuaram trilhando a estratégia de apaziguamento, mesmo depois dos ataques à redação do Charlie Hebdo e ao supermercado HyperCacher.

Mais recentemente, a França apoiou os planos da União Européia em rotular os produtosproduzidos em colônias israelenses, sem dúvida acreditando que com essa medida os terroristas muçulmanos ficariam satisfeitos com os franceses. No entanto, conforme mostram os ataques terroristas de sexta-feira, o Estado Islâmico e seus afiliados não estão nem um pouco impressionados com as medidas anti-Israel.

Os terroristas muçulmanos não dão a mínima para as colônias. Para eles isso é coisa sem importância se comparado com seu principal sonho e objetivo: verdade seja dita, matar todos os infiéis e estabelecer um império islâmico. Os terroristas muçulmanos que estãoassassinando judeus em Israel e em outras partes do mundo também procuram matar qualquer um que lhes pareça abraçar valores ocidentais como um todo. Incluem-se aí, sobretudo, os cristãos, sejam aqueles infelizes que ainda estão vivendo no Oriente Médio, como também aqueles que vivem na França ou em algum outro país do Ocidente.

A razão pela qual os extremistas muçulmanos querem destruir Israel nada tem a ver com as colônias ou com os postos de controle. Eles querem destruir Israel porque eles acreditam que os judeus não têm nenhum direito de estarem no Oriente Médio. E eles querem destruir a Europa porque acreditam que os cristãos, e todo e qualquer indivíduo, não têm nenhum direito de ser qualquer outra coisa a não ser muçulmano. Isso também explica porque os muçulmanos não estão particularmente interessados na decisão da União Européia em rotular os produtos fabricados nas colônias israelenses. Vale a pena frisar que a decisão de rotular mercadorias israelenses nem sequer foi uma iniciativa árabe ou islâmica.

A decisão de boicotar produtos provenientes de colônias israelenses sinalizou uma mensagem totalmente errada aos inimigos de Israel e também aos inimigos dos valores ocidentais. Esses inimigos do Ocidente consideram a decisão de rotular produtos israelenses como tão somente o primeiro passo no sentido de rotular todo o Estado de Israel como uma “colônia ilegal”. Não causa surpresa o fato dos primeiros a comemorarem a decisão terem sido o Hamas e a Jihad Islâmica.

O que a França e os demais países ocidentais não compreendem é que concessões e gestos são interpretados de forma equivocada pelos terroristas como sinais de fraqueza, fato este que só faz estimular ainda mais a violência. Quando os terroristas veem que fazer pressão funciona, eles leem que multiplicar a pressão deve funcionar ainda mais!

Os boicotes europeus são visto aqui pelo povo palestino como nada mais do que cinismo e crueldade, meras tentativas de cortejar uma liderança usurpadora à custa do povo. Os boicotes são vistos aqui como nada mais do que a manutenção do povo palestino sob domínio de sua liderança corrupta nos induzindo a ver os extremistas de outra maneira, é a única opção que nos resta.

O que os europeus podiam ter aprendido é que os ataques ocorridos em Paris são o que todos nós daqui, muçulmanos, cristãos e judeus, estamos vivenciando por décadas.

Nos últimos 22 anos, todas as concessões territoriais e gestos de boa vontade por parte de Israel, resultaram apenas e tão somente no incremento do terrorismo contra Israel, incluindo contra nós palestinos. Muitos palestinos veem de forma equivocada a retirada israelense da Faixa de Gaza em 2005, veem isto apenas como recuo e sinal de fraqueza. Se atirar em judeus provocou a saída deles da Faixa de Gaza, como parece ser o caso, vamos continuar atirando nos judeus. A consequência desse modo de ver as coisas foi o Hamas ter tomado para si a glória de ter expulsado os judeus da Faixa de Gaza por meio de foguetes e ataques suicidas, rapidamente assumindo o poder.

Na mesma linha, toda vez que Israel solta prisioneiros palestinos, (incluindo dezenas deles com sangue nas mãos) como gesto de boa vontade para com o Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas ou para com o Secretário de Estado dos Estados Unidos John Kerry, os palestinos consideraram o gesto como prova que suas exigências foram atendidas. De modo que o próximo passo é aumentar a violência e fazer mais exigências. Os palestinos veem a retirada de Israel do sul do Líbano e da Faixa de Gaza e a soltura de prisioneiros palestinos não como sinal de que Israel está interessado na paz e na tranquilidade e sim como recompensa pelo terrorismo.

Há dois meses a França deu mais um passo na tentativa de apaziguar árabes e muçulmanos. Desta vez os franceses votaram a favor de hastear a bandeira palestina na sede das Nações Unidas. “Essa bandeira é um símbolo poderoso, um raio de esperança para os palestinos”, segundo declaração do Embaixador da França nas Nações Unidas Francois Delattre. E mais uma vez os franceses, ao que parece, acreditavam que aquele voto satisfaria árabes e muçulmanos e convenceria os terroristas que a França estava do lado deles na luta contra Israel.

A política equivocada da França e da Europa frente ao conflito israelense-palestino não começou no ano passado ou retrasado. Há quatro anos, a França votou a favor de conceder aos palestinos o status de membro com plenos direitos na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). No mês passado, a liderança da Autoridade Palestina tentou, sem sucesso, usar a UNESCO para aprovar uma resolução declarando o Muro das Lamentações um lugar sagrado apenas para muçulmanos. A resolução foi modificada no último minuto para uma resolução condenando Israel, mas em vez de se opor à resolução, a França, constrangida, optou pela abstenção. A UNESCO, contudo, declarou que dois sítios culturais nacionais judaicos da antiguidade, símbolos do período bíblico, o Túmulo de Raquel e o Túmulo dos Patriarcas, serão daqui em diante considerados sítios culturais muçulmanos. Na mesma semana, outro sítio bíblico, o Túmulo de José, foi incendiado (pela segunda vez, a primeira vez foi em 2000), muito embora a Autoridade Palestina tenha se comprometido em proteger esses lugares de pessoas sob sua responsabilidade.

Nas últimas semanas os palestinos vêm promovendo uma nova onda de ataques terroristas contra os israelenses. Desta vez os palestinos estão usando fuzis, facas, pedras e automóveis para assassinar o maior número de judeus possível. Contudo, até agora não ouvimos nenhuma condenação, nem da França, nem da Europa, nem de ninguém, sobre o terrorismo palestino.

Também não ouvimos a França ou outro país da União Européia exigir que o Presidente Mahmoud Abbas condene os ataques terroristas contra os israelenses. O grosso dos veículos de imprensa além de jornalistas da França, se recusam até mesmo a se referirem aos homicidas como terroristas, apesar de muitos desses terroristas estarem filiados a grupos terroristas que abraçam a mesma ideologia, como por exemplo o Estado Islâmico: Hamas e Jihad Islâmica.

Ao deixarem de condenar os ataques terroristas contra os israelenses e não identificar os perpetradores pelo que eles realmente são, assassinos bárbaros e terroristas, a França bem como os demais países ocidentais estão, mais uma vez, mandando a mensagem errada aos islamistas: que assassinar judeus não é um ato de terrorismo.

O que esses países não compreendem é que os terroristas que estão atacando judeus também procuram destruir a França, Alemanha, Grã-Bretanha e, obviamente, o “Grande Satã” (os Estados Unidos). É necessário lembrar a esses países, todos os dias, que o objetivo maior dos terroristas islamistas é forçar todos não-muçulmanos a sucumbirem ao Islã ou morrerem. Não raramente os terroristas nem sequer têm a paciência de dar essa opção aos “infiéis”, simplesmente os matam enquanto eles (infiéis) assistem a um concerto ou uma partida de futebol.

Agora é esperar para ver se os franceses irão acordar e entender que o Islã radical está em guerra com os “não crentes” e com todos aqueles que se recusam a aceitar os ditames do Estado Islâmico ou de outros extremistas muçulmanos. Esta é uma guerra que Israel já está travando há mais de duas décadas, mas lamentavelmente com apoio ínfimo e, amiúde, enfrentando obstáculos malignos de países europeus, incluindo a França.

Os franceses e os europeus fariam bem a si próprios se compreendessem que não há nenhuma diferença entre um jovem palestino que pega uma faca e sai para assassinar judeus e um terrorista do Estado Islâmico que assassina dezenas de inocentes em Paris. Quando os franceses e demais europeus compreenderem essa realidade, será muito mais fácil para eles se engajarem na batalha contra o terrorismo islâmico.

por Bassam Tawil

Bassam Tawil é um pesquisador estabelecido no Oriente Médio.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6917/ataques-paris-licao

Site da TV iraniana Sahar em francês: os “judeus da França” sabiam que haveria um ataque e não disseram nada

Em 14 de Novembro de 2015, o site francês do canal iraniano Sahar TV exibe um texto  intitulado “Ataques de Paris: França traída por Israel!

No entanto, o texto não só aponta o dedo para Israel, mas acusa “os judeus da França ” de terem sido informados dos ataques no dia anterior em Paris e de terem traído a França por não comunicar a informação.”

Jonathan Simon Salem,” o jornal Times of Israel e a TV BFM são citados. O texto informa, ainda, que o patrão do Bataclan seria judeu, insinuando que poderia ser cúmplice no ataque ao Bataclan. O item foi incluído no site francês réseauinternational.net complotiste e compartilhados trechos no Facebook:

Segundo a imprensa IRIB- a comunidade dos judeus da França estava bem ciente dos ataques, que atingiram, na noite de sexta-feira e sábado, seis locais da capital.

Acreditam que o jornalista francês, Jonathan Simon Salem, residente em Israel, e os judeus da França tinham sido informada dos ataques que atingiram Paris.

“Times of Israel”, diz que os judeus da França estavam esperando alguns pequenos ataques que visam a França.

BFM TV, canal de TV pró-Israel na França, vem, agora, pela primeira vez, fazer uma análise estranha da situação de pós-ataque. Questionando Rizette Dominique, especialista militar, o canal afirmou que esse evento que ocorreu na França ocorre, por 20 anos em Israel !!

O Bataclan pertence a um judeu francês.

http://www.memri.fr/2015/11/17/le-site-iranien-sahar-tv-en-francais-les-juifs-de-france-savaient-quil-y-aurait-un-attentat-et-nont-rien-dit/

Oficialmente se acabó la milenaria presencia judía en Siria

Los últimos judíos sirios, ya han sido evacuados en una operación muy secreta en Halav (Aleppo), ya no hay más judíos que vivan en Siria. Esto ha traído el final de más de 3,000 años de existencia judía en Siria.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO

Los últimos judíos fueron evacuados fuera de Siria, en una operación especial y atrevida, que involucró un  gran riesgo, pero con la ayuda de Di-s, se ha realizado correctamente. Tuvieron que ser evacuados a través de campos de batalla, donde no se sabía quién era el enemigo y quien amigo.

Pronto se habló de esta increíble misión que se llevó a cabo por parte de Israel, para salvar a los judíos restantes de Siria. Eran una comunidad muy cohesionada y tenían muy grandes rabinos a lo largo de su rica historia. Su contribución al pueblo judío es inconmensurable. Rabí Jaim Vittol Z”L era el Talmud del Arizal y escribió grandes libros de la cábala, que no se han podido entender completamente hoy en día.

En todo el mundo hay comunidades sirias prominentes y muy activas que dejaron hace años Siria, pero se han apegado a su riquísima cultura. Ahora serán ellos quienes continuarán con sus tradiciones y las transmitirán a las generaciones siguientes.

Hoy es un día trágico en la historia del pueblo judío.

Los judíos también dejarán Yemen, están en gran peligro y las autoridades de ese país les han dado un ultimátum, convertirse al Islam o salir del país. Esperamos algo similar a esta operación, para los judíos del Yemen. Esa comunidad también se remonta a miles de años y parece que el fin de la era judía Yemení también ha llegado.

http://www.enlacejudio.com/2015/11/10/oficialmente-se-acabo-la-milenaria-presencia-judia-en-siria/

Decano de estudos corânicos na Universidade Islâmica de Gaza aprova a matança de mulheres e crianças judias

Dr. Al-Subhi Yaziji, decano de estudos corânicos na Universidade Islâmica de Gaza, disse: “Todos os judeus na Palestina hoje são alvos legítimos,  mesmo as mulheres. “Ele acrescentou:” Todo judeu na Palestina é um combatente, até mesmo crianças. “Na entrevista, transmitida em 16 de outubro de 2015 o Hamas Al-Aqsa TV, Al-Yaziji enfatiza que os ataques terroristas” devem ser conduzidas no coração de onde o inimigo está localizado em Haifa, Jaffa, Tel . Aviv e Hadera “Trechos:

Dr. Al-Subhi Yaziji: Os judeus da Palestina hoje são alvos legítimos  – mesmo as mulheres.

Repórter: Por causa da ocupação, não porque são judeus.

Dr. Al-Subhi Yaziji: Certo. Todo judeu na Palestina é um combatente, até mesmo crianças. Eles levam seus filhos a usar tanques e vários tipos de armas. Eles são alimentados a partir do ódio contra o povo palestino, e é por isso que eles merecem ( morrer].Operações e explosões militares devem ser conduzidas no coração de [onde há] o inimigo, Haifa, Jaffa, Tel Aviv e Hadera, como eram no passado, porque é isso que dói nos judeus.

Ver clips de vídeo no MEMRI TV

http://www.memri.fr/2015/10/28/le-doyen-de-luniversite-detudes-coraniques-de-gaza-approuve-le-meurtre-de-femmes-et-denfants-juifs/

Abbas premia com a “Ordem do Mérito Palestino” o cartunista que promove o ódio e a violência

Isto é perfeitamente cabível, nos centros de cultura “palestinos” sobre a violência e o ódio aos israelenses. Quem melhor para receber a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes, do que Baha Al-Bukhari, exceto aqueles que realmente jogam as pedras e assassinam civis israelenses? No próximo ano, Abbas deve dar o prêmio para os “palestinos” que oferecem doces quando jihadistas assassinam civis israelenses.

Abbas não é culpado de incitação aqui. Lembre-se: a incitação é somente quando Netanyahu salienta o papel do Mufti no Holocausto.

“Abbas homenageia cartunista que promove o ódio e a violência”, por Itamar Marcus e Nan Jacques Zilberdik, Palestinian Media Watch, 25 de outubro, 2015:

[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]

Como os ataques terroristas palestinos e apedrejamentos continuam sem esmorecer, o presidente da Autoridade Palestina, Abbas, escolheu para homenagear um cartunista do diário palestino Al-Ayyam cujas últimas caricaturas incentivam a violência palestina e apedrejamentos de israelenses, como mostrado pela Palestinian Media Watch.
Abbas concedeu a Baha Al-Bukhari a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes. Ele explicou sua escolha, afirmando que Al-Bukhari recebeu o prêmio devido ao fato de que o seu trabalho “se encaixa em cheio na Palestina e sua resoluta cultura.”
“O presidente [Abbas] condecorou com a Ordem do Mérito da Cultura, Ciências e Artes o criador e artista Al-Bukhari em reconhecimento do seu caminho criativo nas artes plásticas e desenhos animados, e fora do reconhecimento de sua vida cheia de doação, ações, luta, e beleza, de uma forma que se encaixa em cheio na Palestina e sua cultura resoluta. “
[Al-Hayat Al-Jadida, 22 de outubro de 2015]
Uns desenhos animados recentes (acima) mostra uma família palestina inteira preparada com pedras nas mãos e pronta para atacar.
Texto acima do desenho animado: “As pedras de 2015 !!”
texto no braço do homem:
“. Deus está com você, Abu Al-Abed” (nome do personagem do desenho animado)
Um mapa da “Palestina” ao lado do texto no braço inclui as áreas da AP, bem como todAs As de Israel.
[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]
Outros desenhos animados de Al-Bukhari incentivam mais apedrejamentos, chamando os palestinos. O desenho mostra um palestino jogando uma pedra, com uma bandeira palestina em segundo plano “Avance, antecipadamente.”:
[Al-Ayyam, 09 de outubro de 2015]
Al-Bukhari também acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de promovr banho de sangue. O cartoon refere-se à morte de 3 palestinos, incluindo um terrorista do Hamas pelo exército israelense. As forças israelenses vieram prender um terrorista do Hamas, mas ele e outros começaram a atirar e, posteriormente, o terrorista que eles estavam procurando, e dois outros, foram mortos.
Texto: “Um banho em Jenin!”
 [Al-Ayyam, 23 de março, de 2014]

O cartunista apresentou o presidente israelense Reuven Rivlin como carregando o que parece ser baldes de sangue. Os mesmos desenhos animados adotam reivindicação caluniosa da AP de que as duas listras na bandeira israelense representam os rios Nilo e o Eufrates ou o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, representando um suposto plano judeu para estabelecer o “Grande Israel” governando sobre todos da ” Palestina “.

O texto no canto: “[O presidente israelense Reuven] Rivlin e seu slogan! O novo presidente de Israel “
Texto no balde direito: “A partir do rio” texto no balde esquerdo: “Para o mar”
[Al-Ayyam, 12 de junho, de 2014]
Al-Bukhari apresentou Israel como um polvo envolvendo seus braços ao redor de Al-Aqsa, criticando as nações árabes por “dormir!”
 [Al-Ayyam, 13 de outubro de 2013] …

Abbas Clama por Assassinatos, Palestinos Atacam

A Autoridade Palestina (AP) e seus líderes, incluindo o Presidente Mahmoud Abbas, não podem se esquivar da responsabilidade da última onda de ataques terroristas contra israelenses em Jerusalém e na Cisjordânia.

Verdade seja dita, mais tarde se constatou que o Hamas estava por trás do assassinato de Eitam e Naama Henkin na frente de seus quatro filhos, mas não há como ignorar o fato de que o incitamento anti-Israel de Abbas e de outros líderes palestinos em Ramala abriu o caminho para os terroristas desfecharem este e outros ataques.

O incitamento, que está presente há muitos anos, se intensificou depois que um incêndio criminoso matou três membros da família Dawabsha em julho, na aldeia de Duma na Cisjordânia.

Desde então, Abbas e autoridades do alto escalão vêm promovendo uma campanha sem precedentes de incitamento contra Israel em geral e contra os colonos judeus em especial, muito embora os criminosos do ataque da Duma ainda não tenham sido identificados nem capturados. Desde então os líderes da Autoridade Palestina vêm acusando o governo israelense de cometer “crimes de guerra”, dizendo ao seu povo que o incêndio criminoso faz parte, na realidade, de uma conspiração israelense contra todos os palestinos.

Abbas chegou ao extremo de acusar Israel de promover uma “cultura de terror e apartheid”. A alegação veio a se somar às ameaças de altos funcionários palestinos de lançar “operações retaliativas” contra Israel em resposta ao incêndio criminoso.

A mídia palestina na Cisjordânia, que é controlada pela AP, também desempenhou seu papel na enorme campanha de incitamento tanto contra Israel quanto contra os colonos. Os colonos judeus são retratados nos veículos da mídia palestina como “gângsteres” e “terroristas” e o governo israelense é tachado de “Governo de Ocupação”.


Veículos da Mídia Oficial da Autoridade Palestina incitam os palestinos desde a mais tenra idade a matarem judeus. (imagem:Palestinian Media Watch)

As recentes tensões no complexo da Mesquita de Aqsa no Templo do Monte em Jerusalém também foram exploradas por Abbas e pela liderança da Autoridade Palestina para deslegitimar e demonizar os “extremistas e colonos judeus”. Já faz alguns meses que Abbas, autoridades do alto escalão e veículos de mídia acusam ininterruptamente os judeus que visitam o lugar sagrado de “contaminarem” e “profanarem” um dos santuários mais sagrados do Islã. Jornalistas e autoridades palestinas repetem incessantemente para o seu povo que os judeus estão tramando demolir a Mesquita de Aqsa. Além disso, eles insistem e incentivam os palestinos a convergirem para o complexo da Mesquita de Aqsa para “defendê-la” da suposta trama dos judeus.

A campanha de incitamento atingiu o auge recentemente quando Abbas, segundo consta, acusou os judeus de “profanarem a Mesquita de Aqsa com seus pés imundos”. Abbas também anunciou que “cada gota de sangue derramada em Jerusalém é sangue puro”.

Os terroristas do Hamas que assassinaram o casal Henkins moram na Cisjordânia e, sem dúvida alguma, ficaram expostos ao incitamento de Abbas e da AP. Os terroristas não necessitavam de nenhuma permissão da liderança do Hamas da Faixa de Gaza ou da Turquia para saírem matando os primeiros judeus que avistassem. A retórica infamada de Abbas e dos dirigentes da Autoridade Palestina e dos veículos de mídia foi o suficiente para empurrar qualquer palestino a assassinar judeus.

Os dois palestinos criminosos que perpetraram os ataques a facadas da semana passada em Jerusalém, queriam matar judeus porque eles foram levados a acreditar que essa era a única forma de impedi-los de “contaminarem” a Mesquita de Aqsa. Afinal de contas, é exatamente isso que Abbas e as autoridades da AP dizem incessantemente a eles nos últimos meses. Repetindo, ao passo que os dois esfaqueadores não eram pessoas leais a Abbas (uma delas, Muhannad Halabi, era filiado a Jihad Islâmica Palestina), não há dúvida que o incitamento da Autoridade Palestina desempenhou um papel decisivo no crescimento da motivação deles para assassinarem judeus.

Halabi, que esfaqueou e baleou quatro israelenses na Cidade Velha de Jerusalém, matando o Rabino Nehemia Lavi e Aharon Banita, ferindo Adele Banita e seu bebê, postou horas antes do ataque em sua página no Facebook o seguinte: “o que está acontecendo na Mesquita de al-Aqsa é o que está acontecendo nos nossos lugares sagrados e, o que está acontecendo com as mulheres de al-Aqsa é o que está acontecendo com as nossas mães e nossas mulheres. Eu não acredito que nosso povo irá se sujeitar à humilhação. O povo irá, na verdade, se levantar”. As declarações de Halabi não são muito diferentes daquelas feitas por diversas autoridades da AP nas últimas semanas e meses.

A Autoridade Palestina também é responsável pela onda de ataques terroristas: seus líderes nunca condenaram o assassinato de quatro judeus perto de Nablus e na Cidade Velha de Jerusalém. Ao se recusarem a condenar os ataques, Abbas e a liderança da AP estão mandando uma mensagem aos palestinos de que está certo assassinar pais judeus na frente de seus filhos ou judeus a caminho das rezas no Muro das Lamentações. Em vez de condenar o assassinato de judeus, a Autoridade Palestina preferiu condenar Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém. Com isso, a AP está, na realidade, incitando os palestinos a procurarem se vingar da “execução a sangue-frio” dos dois criminosos.

Em vez de condenar o assassinato de judeus, a AP condenou Israel por matar os dois palestinos que realizaram os ataques em Jerusalém.

A Autoridade Palestina e seus líderes não têm condições hoje de condenar o assassinato de judeus, simplesmente porque é a própria AP que está incentivando esses atos terroristas através de campanhas incessantes de incitamento contra Israel.

Em relação a isso a AP está fazendo jogo duplo: de um lado ela afirma aos quatro ventos que quer paz e coexistência com Israel, do outro lado ela continua incitando os palestinos contra Israel, fazendo com que alguns peguem em armas de fogo e facas com o objetivo de assassinar judeus.

A ardente retórica anti-Israel da Autoridade Palestina teve como consequência uma onda de ataques terroristas que poderia facilmente deteriorar na terceira intifada. Muito embora Abbas tenha declarado repetidas vezes nos últimos anos que não quer outra intifada contra Israel, tanto suas declarações quanto suas ações mostram que ele está fazendo o máximo para desencadear uma nova onda de violência com o intuito de atrair a atenção mundial para o conflito israelense-palestino e forçar que seja feita pressão internacional sobre Israel. (Khaled Abu Toameh — Tradução: Jacobus E. Lato — Extraído de Gatestone Institute — Beth-Shalom.com.br)

Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas.

Ele estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém.

Os artigos de Abu Toameh têm aparecido em inúmeros jornais em todo o mundo, inclusive no Wall Street Journal, no US News & World Report, no Jerusalem Post e no Sunday Times de Londres. — Abu Toameh é colaborador-sênior do Gatestone Institute.

http://www.beth-shalom.com.br/artigos/palestinos_atacam.html