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Turquia: muçulmanos ameaçam assassinar estudante por promover palestra sobre direitos LGBT

“Estudante universitário turco ameaçado de execução no estilo ISIS por promover direitos LGBT +”, Ahval News , 11 de julho de 2020:

Um estudante universitário que promoveu uma palestra sobre direitos LGBT + foi ameaçado on-line de ser jogado de um prédio alto, um método de execução usado pelo grupo militante do Estado Islâmico (ISIS) contra pessoas consideradas membros da comunidade LGBT +, informou o jornal Birgün no sábado.

Nazli Ikra Öztay, uma estudante de ciências políticas da Universidade de Ankara, recebeu a ameaça no Whatsapp depois de anunciar um evento chamado “LGBTI + luta pelos direitos no campus” para outros grupos que envolvem estudantes universitários no aplicativo de mensagens popular.

Fui confrontado com uma mensagem privada dizendo: ‘Exclua essa mensagem imoral’” “, disse Öztay a Birgün, acrescentando que sua amiga recebeu uma mensagem semelhante.

Exclua essa mensagem e não faça novamente do grupo (Whatsapp) um motivo para sua depravação”, disse a mensagem a Öztay. “Nós nunca vamos nos acostumar com isso, e vamos jogá-lo de cima de edifício alto.

O ISIS freqüentemente usa o método de lançar pessoas dos prédios altos, postando imagens de tais execuções de indivíduos LGBT + nas mídias sociais nos últimos anos.

Öztay disse que depois de algumas investigações, ela e sua amiga descobriram que a mensagem era de aluno do primeiro ano do departamento de ciências políticas da universidade e era membro de uma gangue jihadista que vive na Síria “de tempos em tempos”….

Imagem e informações Jihad Watch

Partido na Indonésia pressiona para legislação anti-LGBT

A Indonésia testemunhou um recrudescimento de autoridades abertamente discriminando a comunidade LGBT na preparação para as eleições nacionais de abril , com políticos em algumas regiões altamente conservadoras do país , como West Sumatra, fazendo da retórica anti-LGBT uma característica importante de suas campanhas. Infelizmente, após uma breve pausa pós-eleitoral, a questão já está de volta aos holofotes depois que membros do partido Gerindra em Depok, uma cidade satélite de Jacarta, propuseram um regulamento explicitamente anti-LGBT no Conselho Municipal de Depok (DPRD).

“Propusemos um projeto de regulamento anti-LGBT (Raperda) para ser discutido e ratificado como um regulamento regional. Todas as partes concordaram com este projeto de regulamento, cujo iniciador foi a facção Gerindra, ”disse o membro do Conselho da Cidade de Depok e do quadro do partido Gerindra Hamzah no domingo, citado por Suara .

O presidente do partido Gerindra é Prabowo Subianto, que perdeu para o presidente Joko Widodo nas eleições de abril. 

Hamzah disse que a base para o regulamento proposto foi baseada em preocupações filosóficas e sociológicas. Ele argumentou que o comportamento LGBT era contrário à ideologia estatal da Indonésia de Pancasila (uma noção que os conservadores geralmente assumem, mas que é altamente discutível ) e também se referiu a uma estatística da Comissão Depok City AIDS alegando um aumento no número de homossexuais e pessoas com a AIDS nos últimos anos (um grupo de ativistas argumenta que a discriminação anti-LGBT está dificultando enormemente o trabalho de prevenção da Aids, levando os indivíduos LGBT à clandestinidade ).

Não há relatos da mídia detalhando exatamente o que está incluído no regulamento anti-LGBT proposto por Depok. Os atos homossexuais não são ilegais na Indonésia, exceto na província ultraconservadora de Aceh, que tem autonomia especial para promulgar leis explícitas baseadas na sharia (embora alguns conservadores estejam lutando para incluir tal lei em um novo esboço do código criminal nacional)

Vários governos regionais e municipais da Indonésia aprovaram ou tentaram aprovar leis discriminatórias contra cidadãos com base em orientação sexual, como a cidade de Pariman, em Sumatra Ocidental, que impôs uma lei no ano passado que multa as pessoas que cometem atos homossexuais . Tais leis, bem como vagas regulamentações sobre pornografia e ordem pública, são freqüentemente usadas pelas autoridades como uma justificativa para invadir reuniões privadas de indivíduos LGBT e reprimir ativistas dos direitos gays. 

A Human Rights Watch divulgou no ano passado um relatório destacando um aumento preocupante na perseguição contra indivíduos LGBT na Indonésia. O aumento da histeria anti-LGBT, o pior que o país viu desde o auge do último pânico moral LGBT de 2016, foi atribuído por alguns à política eleitoral e aos líderes cínicos que buscam pontos eleitorais fáceis com eleitores cada vez mais conservadores ao bodes expiatórios grupo minoritário vulnerável .

Imagem Time Magazine Informações Cocos Jacarta

ONG americana denuncia crimes contra homossexuais na Chechênia

HELSINQUE — A ONG pró-direitos humanos Human Rights Campaign (HRC) projetou frases no palácio presidencial em Helsinque, na Finlândia, horas antes da cúpula entre Trump e Putin, para denunciar atrocidades contra homossexuais na Chechênia.

LEIA MAIS: Merkel pressiona Putin por direitos dos homossexuais na Chechênia

Chechênia prende 100 e mata três ‘suspeitos de homossexualidade’

“O mundo inteiro está assistindo”, “O silêncio mata”, “#OsOlhosSobreAChechênia, “Julgue os agressores” e “Trump e Putin, coloquem um ponto final nos crimes contra a humanidade na Chechênia” foram as denúncias que iluminaram uma parede do local do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia nesta segunda-feira.

Militantes da organização americana instalaram um projetor na frente do palácio neste domingo, ao mesmo tempo em que o avião de Trump pousava no aeroporto internacional da capital finlandesa.

— Denunciamos a recusa da administração (dos EUA) para lidar com as atrocidades de Vladimir Putin contra chechenos homossexuais — disse à “AFP” o porta-voz da ONG, Chris Sogro.

As ONGs frequentemente alertam sobre as perseguições contra os homossexuais na república russa da Chechênia, cuja população é majoritariamente muçulmana. As autoridades e grupos criminosos amparam sequestros e torturas, assim como “crimes de honra” que ocorrem dentro da mesma família.

Com imagem e informações O Globo

Os homossexuais de Alá

Por Rommel Werneck

Abandonados à própria sorte, denunciados muitas vezes por suas próprias famílias graças aos benefícios sociais e espirituais que o Islã pode oferecer aos denunciantes, atirados do alto dos prédios, duplamente perseguidos se seguirem a Cruz, vítimas do silêncio de seus irmãos no Ocidente, os homossexuais de Alá ainda são obrigados a ver a esquerda apoiar a islamização da Europa.

         Dentre os 194 membros da globalista ONU, 94 países se mostraram favoráveis ao plano de Direitos LGBT (2008), 54 países, em sua maioria islâmica, posicionaram-se contra o plano e os outros 46 membros, também em sua maioria de fé maometana, disseram não. Isso significa que, enquanto em 94 países questões extraordinárias como casamento e adoção são debatidas, no outro grupo a discussão de questões ordinárias como o sacrossanto direito de existir e de se assumir não possuem espaço. E no mundo islâmico o debate parece ser como esses indivíduos merecem morrer.

        Muitos contra-argumentarão que a sociedade cristã ocidental também perseguiu esses indivíduos. Sucede que apesar de a escravidão africana ser proibida por vários papas entre os séculos XV e XIX, malgrado Isabel de Castela e Frei Bartolomeu de Las Casas implorarem pela vida dos índios e mesmo o papa Alexandre II já em 1065 condenar as conversões forçadas, a realidade produzida pelos conquistadores luso-espanhóis foi completamente oposta. Sendo assim, adúlteras, judeus, gays e protestantes seguiam o caminho da humilhação. Portanto, é importante salientar que pelo menos as orientações originais do papa eram outras. E também convém salientar que pluralidade de ideias, liberdade religiosa e de expressão são conceitos relativamente novos, do século XVIII para cá. Não se pode olhar para o Rio de Janeiro de 1600, por exemplo, com olhares anacrônicos do século XXI.

     No entanto, escrevo sobre a perseguição aos gays no mundo islâmico porque em suas recomendações sagradas do Alcorão, em sua origem mesmo, humilhar, castigar e converter à força todo aquele que não vive segundo os preceitos da religião da paz constitui um dogma de fé. O muçulmano que não promover uma guerra santa não poderá ser categorizado neste credo, esta é a grande questão. A homossexualidade foi descriminalizada no Brasil ainda em 1830 e não estou falando aqui da perseguição islâmica no século XIX e sim no aqui e agora, na Eurábia de 2017.

     A legislação de alguns países muçulmanos não é muito clara. O Egito, por exemplo, não criminaliza a homossexualidade propriamente dita embora o ato possa ser categorizado como crime de imoralidade e prostituição. Kuwait prefere a hipocrisia tolerando os gays, mas prendendo se as relações forem descobertas. A adoção por casais homoafetivos inexiste porque a adoção é proibida para qualquer pessoa ou casal no Alcorão. No Afeganistão dá-se o nome de bacha bazi à prática de possuir meninos e usá-los como escravos sexuais. Muitos jogarão na minha cara que em Grécia e Roma a efebofilia era normal e até condenada biblicamente. Entretanto, novamente explico que é muita desonestidade intelectual comparar algo na Antiguidade com uma situação na atual década. E não me consta que os efebos dos filósofos estavam ali obrigados rezando o Alcorão já que o incontestável livro sagrado permite a escravidão de não muçulmanos. Irã obriga os homossexuais a passarem por cirurgia de troca de sexo mesmo que não intencionem isso ou não tenham problemas com sua identidade de gênero.

       Soma-se a isto a colaboração das esquerdas, globalistas e grandes covardes.  A esquerda tem defendido a cultura islâmica justificando que se trata de uma cultura local e oprimida pelos americanos imperialistas, o “filósofo” Michel Foucault apoiou a Revolução Iraniana. Muitos destes homens e mulheres se refugiam em Israel onde “cristãos, judeus e muçulmanos podem rezar sob o mesmo céu” (Brigitte Gabriel) e desfrutar dos benefícios e liberdade da sociedade moderna diferentemente da Palestina tão defendida pelos vermelhos.

        Nesta primeira semana de outubro foi noticiado que o governo egípcio pretende realizar exame anal com presos para detectar a homossexualidade. O que seria vergonhoso para cristãos, é glorioso para os islâmicos, afinal estão a serviço de Alá. Contudo não é a primeira vez que este procedimento é citado, o governo catarense já anunciou que pretende realizar estes exames com aval da FIFA por ocasião da compra da Copa de 2022.

À defesa dos homossexuais no mundo islâmico e acima de tudo, na Eurábia dá-se o nome de homonacionalismo. O primeiro-ministro gay neerlandês Pim Fortuyn não só alertava o perigo do Islã nos anos 90 como fortaleceu seu partido conservador no país tendo sido assassinado por motivações políticas. Scott Ryan Presler é um funcionário gay de 28 anos do Partido Republicano e membro do ACT (American Congress for Truth), a organização anti-islâmica americana fundada por B. Gabriel, além de ter feito a campanha de Trump no instagram. Paradas gays contra a sharia existem, todavia um evento de 2011 em Vancouver no Canadá foi impossibilitado de ser realizado em 2017. Todas as contribuições citadas neste parágrafo podem até ser vistas como islamofóbicas e preconceituosas enquanto zonas de sharia crescem na Europa perpetuando o “ódio de Orlando” por onde passam.

       O mundo islâmico é cruel para com todos os indivíduos, afinal alguns países sequer conheceram a divisão de poderes como a cultura ocidental e estão submersos ainda nas monarquias absolutas. Esses filhos de Deus precisam de orações e ajuda dos cristãos e direitistas, seus principais aliados e igualmente alvo de perseguições porque “eles [muçulmanos do mundo árabe] estão cegamente voltados a matar e destruir. E no nome de algo que eles chamam ‘Alá’, que é bem diferente do Deus que cremos porque nosso Deus é um Deus de amor.” (Brigitte Gabriel)

 

Militância LGBT, homossexuais em países muçulmanos clamam por socorro

Por Andréa Fernandes

          É estarrecedor  o silêncio da grande mídia em relação à perseguição que a comunidade LGBT vem sofrendo em países muçulmanos. Dessa forma, enquanto no Brasil as redes continuam reverberando a polêmica causada pela decisão de um juiz do Distrito Federal outorgando o direito a psicólogos de tratarem homossexuais egodistônicos que solicitem terapia, vergonhosas violações dos direitos humanos  contra  a comunidade gay em países islâmicos vem sendo ocultadas para impedir que a opinião pública global tome conhecimento do sofrimento de seres humanos discriminados e perseguidos por lutarem pelo direito à orientação sexual que lhes apraz em virtude da imposição de normas comportamentais medievais embasadas na sharia (lei islâmica).

          Logo, é difícil compreender o motivo da aguerrida militância LGBT – em sua maioria –  não denunciar estridentemente a abominável ação egípcia de prender 7 homens por portarem a bandeira do arco-íris num show da banda libanesa Mashrou’Leila[1], que tem o vocalista assumidamente homossexual. Como se não bastasse esse condenável ato, a Anistia Internacional acaba de informar que os “presos por promover desvio sexual” nas redes deverão passar por exame anal antes do julgamento. A certeza de ausência de condenação internacional é tão grande que levou a Autoridade de Medicina Forense afirmar que investigará se os presos mantiveram relações sexuais com outros homens.

          Ademais, não faltam denúncias acerca da perseguição que vem sendo promovida por autoridades contra homossexuais  desde o dia 22 de setembro logo após o show da banda libanesa, porém, a situação se torna mais crítica em razão do fundamentalismo religioso abraçado pela população cujo país é falaciosamente chamado de “moderado” numa alusão mentirosa ao inexistente respeito aos direitos humanos. A maior prova do radicalismo generalizado presente no país é a forte pressão popular com apoio da mídia conclamando a “devida punição” dos homens que ousaram desafiar o poder da sharia erguendo uma bandeira que simboliza uma aberração para o Islã ortodoxo.

          Importante ressaltar que formalmente a homossexualidade não é considerada ilegal no Egito, porém, na década de 1990, a polícia intensificou a implementação de duas leis antigas[2]. Logo, a Lei contra a “devassidão”, publicada em 1961serviu para efetuar prisões junto à comunidade LGBT, tendo sido a motivadora para a polícia invadir uma boate no Cairo e prender 52 homens.

          Conforme acontece em outros países muçulmanos, há muita dificuldade no acesso aos dados exatos que retratam a perseguição governamental aos homossexuais, porém, segundo o jornal  New York Times, até o ano de 2016 haviam pelo menos 250 pessoas da comunidade LGBT presas, muito embora algumas instituições de direitos humanos afirmem que a estimativa de encarceramentos pode representar no mínimo o dobro do número de casos que ativistas conseguem documentar.

          Geralmente, o Egito processa homossexuais com base em acusações como “imoralidade” e “devassidão”[3] e os “crimes” podem resultar em prisões de até 8 anos.  As instituições Human Rights Watch e Anistia Internacional apresentaram pedidos de cancelamento do exame anal nos detidos suspeitos de homossexualidade alegando que a prática equivale a “tortura”, porém, o governo não atendeu ao apelo de cunho humanitário.

          Inobstante a caracterização de evidente e inaceitável violação dos direitos humanos, os detidos ilegalmente no Egito não representam o nível máximo de repressão que sofrem homossexuais no mundo muçulmano. Em países como o Irã, a prática homossexual pode resultar em pena de morte por enforcamento sendo este o “fim” de milhares de pessoas que violaram as regras advindas dos escritos sagrados islâmicos.

          Logo, há que se rever a motivação da famosa “Marcha do Orgulho LGBT”, que reuniu uma multidão em SP para defender direitos, criticar o governo Temer e reivindicar Estado laico, mas, estranhamente as críticas a governantes estrangeiros se limitaram aos presidentes dos Estados Unidos e Rússia[4], mantendo-se “silente” quanto aos abusos inomináveis cometidos por Estados totalitários islâmicos. Eleger apenas dois  presidentes para serem criticados quando a Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais afirma em relatório que a homossexualidade é crime em mais de 70 países [5]– quando não é criminalizada nos EUA – torna a ação de protesto praticamente inócua.

          Ora, uma das maiores manifestações do país não aproveitar o ensejo de visibilidade gigantesca da opinião pública para propiciar “voz ativa” contra a perseguição e violações de direitos humanos sofrida pela comunidade LGBT no mundo muçulmano beira a uma hipocrisia espantosa e egoísmo injustificável que está muito longe de representar “orgulho” para qualquer ativismo que realmente se preocupa com a dignidade da pessoa humana.

Será que o medo de enfrentar o poder das mesquitas vinculadas ao radicalismo é o motivo real para a covarde omissão no socorro às minorias de gênero em países que seguem piamente os ditames da sharia?

Andréa Fernandes, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, é bacharel em Direito, internacionalista, jornalista e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos e Minorias no Oriente Médio.

Imagem: https://www.thoughtco.com/what-is-jihad-2004414

[1] http://igay.ig.com.br/2017-09-30/egito-exame-anal.html.amp

[2]https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2017/apr/03/jailed-for-using-grindr-homosexuality-in-egypt

[3] http://www.foxnews.com/world/2017/09/30/rights-groups-urge-egypt-to-halt-crackdown-on-homosexuals.html

[4] https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/18/politica/1497791801_155683.html

5] http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,ser-homossexual-e-crime-em-mais-de-70-paises-indica-relatorio,70001851321

 

Ativista LGBT foi estuprada, queimada até a morte e mutilada na Turquia

Milhares protestam no país pedindo justiça para Hande Kader.

RIO – Uma ativista LGBT foi estuprada e morta em Istambul, na Turquia, o que gerou protestos entre defensores dos direitos civis dessa minoria, alvo cada vez mais frequente de crimes de ódio no país. No início deste mês, o refugiado sírio Muhammad Wisam Sankari também foi estuprado e morto por ser gay.

Hande Kader, de 22 anos, morava em Istambul. Mesmo na cosmopolita metrópole turca, pessoas trans sofrem bastante com o preconceito da sociedade. Segundo declarações de amigos à imprensa local, Hande, que era prostituta, foi vista pela última vez entrando no carro de um cliente. Em 12 de agosto, seu corpo foi encontrado queimado e mutilado.

Amigos de Hande e ativistas de direitos LGBT têm feito homenagens a ela nas redes sociais desde então. No Twitter, o nome dela se tornou um dos principais mais comentados, com milhares de menções à hashtag #HandeKadereSesVer (“Deêm voz a Hande Kader”).

Hande era uma ativista conhecida no país, tendo sido filmada e fotografada em muitos protestos. Em junho de 2015, foi escoltada pela polícia após uma confusão na Parada do Orgulho Gay, quando a polícia “dispersou” os manifestantes com bombas de efeito moral e canhões d’água.

Embora a homossexualidade não seja ilegal na Turquia, ativistas dizem que a discriminação ainda é comum. O assassinato de Hande ocorreu apenas duas semanas após um sírio gay ser decapitador em Istambul.

Milhares de pessoas são esperadas num protesto neste domingo na cidade contra os crimes de ódio contra a população LGBT. Os protestos do tipo ainda são proibidos na cidade.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ativista-lgbt-foi-estuprada-queimada-ate-morte-mutilada-na-turquia-19956688#ixzz4I1RfPhai
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