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Al-Qaeda nega sequestro de britânico libertado no Iêmen

Engenheiro de 64 anos estava sequestrado há 18 meses no sul do país.
Ele foi libertado por tropas dos Emirados Árabes Unidos.

O braço iemenita do grupo jihadista Al-Qaeda negou em um comunicado o sequestro do engenheiro britânico que foi libertado no fim de semana por tropas dos Emirados Árabes Unidos (EAU).

As autoridades de Abu Dhabi informaram no fim de semana que as tropas do país mobilizadas no Iêmen libertaram Robert Douglas Semple, um engenheiro de 64 anos que estava sequestrado há 18 meses no sul do Iêmen.

“O governo dos EAU afirma ter libertado um britânico que estava sequestrado pela Al-Qaeda. Esta informação é falsa, já que nós não temos reféns britânico”, afirma o grupo Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA) em um comunicado publicado em fóruns on-line utilizados pelos jihadistas.

Os EAU integram a coalizão reunida em março pela Arábia Saudita para bombardear e impedir que os rebeldes xiitas iemenitas assumam o controle do conjunto do país, cenário de um conflito que provocou a fuga do governo para o exílio em Riad.

O braço local da Al-Qaeda aproveitou o conflito para conquistar vários territórios, incluindo zonas da província de Hadramawt, para onde Semple foi levado depois do sequestro na capital do país.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/al-qaeda-nega-sequestro-de-britanico-libertado-no-iemenn.html

Estado Islâmico liberta 22 cristãos assírios na Síria

Negociações em curso podem garantir liberdade de mais 187 reféns.
Moradores de duas vilas de Khabur foram sequestrados há seis meses.

O grupo Estado Islâmico libertou 22 cristãos assírios que foram sequestrados no nordeste da Síria há quase seis meses, afirmaram grupos ativistas.

Eles estavam entre os mais de 200 membros da minoria cristã sequestrados pelo EI em fevereiro enquanto o grupo ocupava a região de Khabur, no nordeste da província de Hasakeh.

 O Observatório Assírio para os Direitos Humanos disse que, entre os 22 reféns, 14 são mulheres.

O Observatório publicou fotografias dos ex-reféns mostrando várias mulheres idosas chorando enquanto eram recebidas por um padre.

“A libertação foi o resultado de incansáveis esforços e negociações pela Igreja Assíria do Leste na cidade de Hasakeh”, disse o grupo.

Um segundo grupo, a Rede Assíria para os Direitos Humanos, também relatou a libertação, dizendo que os libertados eram de duas vilas em Khabur, Tal Shamiram e Tal Jazira.

O diretor Osama Edward afirmou que negociações estão em curso para assegurar a libertação de outros 187 reféns nas mãos do EI.

“Há uma atmosfera positiva em torno da negociação”, disse à AFP, completando que outras libertações ainda não podem ser confirmadas.

Os Assírios eram cerca de 30 mil entre os 1,2 milhão de cristão da Síria antes do conflito começar. Eles moravam na maioria em 35 vilas em Hasakeh.

Em fevereiro, o Estado Islâmico invadiu várias das vilas, mas as forças curdas expulsaram os jihadistas de todos os locais que estavam ocupando.

O Estado Islâmico capturou milhares de reféns, incluindo cristãos de diferente setores, em territórios da Síria e do Iraque.

Mais de 240 mil pessoas foram mortas na Síria desde que o conflito começou em março de 2011 com protestos contra o governo.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/estado-islamico-liberta-22-cristaos-assirios-na-siria.html

Exército nigeriano diz ter libertado mais 30 reféns do Boko Haram

O exército nigeriano anunciou nesta terça-feira (29) ter libertado 30 reféns do Boko Haram, incluindo 21 crianças e sete mulheres, durante uma operação militar contra o grupo islamita em Dikwa, no nordeste do país.

A cidade de Dikwa, cerca de 90 km a leste de Maiduguri, capital do estado de Borno, foi tomada pelo Boko Haram e depois libertada pelo exército chadiano durante uma importante batalha em abril.

Mais uma vez nas mãos dos islamitas, foi novamente libertada pelo exército nigeriano na semana passada.

“Como resultado da operação em andamento (…) para livrar Dikwa e seus arredores dos terroristas do Boko Haram, a 7ª Divisão do Exército nigeriano resgatou ontem (segunda-feira) 30 mulheres e crianças das mãos de terroristas”, afirmou Sani Usman, porta-voz do exército.

Entre os reféns resgatados estavam “21 crianças, incluindo um recém-nascido de seis dias e sete mulheres”, indicou.

O exército nigeriano anunciou ter libertado centenas de mulheres e crianças reféns do Boko Haram nos últimos meses, especialmente na floresta de Sambisa, um dos redutos históricos do grupo islamita agora afiliado a organização jihadista do Estado Islâmico (EI).

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/exercito-nigeriano-diz-ter-libertado-mais-30-refens-do-boko-haram.html

Heróis arriscam a vida para salvar escravas sexuais do Estado Islâmico

Uma das entrevistadas que foi resgatada desabafa sobre os terroristas: “Eu os odeio demais”.

Com bravura e dedicação, uma rede de combatentes foi formada para salvar mulheres escravizadas pelo EI (Estado Islâmico), transferindo-as da Síria para o Iraque. Um filme feito com câmera escondida revelou como esses heróis arriscam suas vidas para libertar escravas sexuais do grupo terrorista.

Antes de serem salvas, elas foram submetidas, pelos membros do EI, a estupros, apedrejamentos e açoitamentos. Quando encontram os salvadores, é como se tivessem sido levadas ao paraíso, após uma vida infernal. As informações são do Daily Mail.

O grupo é formado por moradores de cidades da região e ativistas. Eles levam as mulheres para a fronteira com o Iraque e as conduzem, driblando a vil vigilância, para campos de refugiados.

Enfrentando o perigo da morte e tortura, se forem flagradas pelos criminosos, elas arriscam tudo na tentativa de fugir de seus opressores brutais.

O drama é grande durante o trajeto: em busca de um futuro de esperança, o trauma com o passado recente ainda assusta, ainda mais as crianças.

Ao lado do grupo de salvação, muitas passam vários dias no percurso entre a Síria e o Iraque, até sentirem o alívio de chegar em segurança ao território controlado pelo governo

Estado Islâmico liberta prisioneiros no Iraque

Combatentes do Estado Islâmico que tomaram Ramadi, impondo uma dura derrota ao governo do Iraque e a seus apoiadores ocidentais, reforçaram o controle sobre a cidade, hasteando as bandeiras negras do grupo militante em edifícios importantes e libertando prisioneiros, na tentativa de conquistar a aprovação de moradores da localidade.

Depois da queda de Ramadi no domingo, milicianos xiitas em veículos blindados se deslocaram para uma base próxima para se prepararem para um contra-ataque visando retomar a cidade, que fica a meros 110 quilômetros a noroeste da capital Bagdá.

Testemunhas em Ramadi relataram que os combatentes do sunita Estado Islâmico montaram posições de defesa e plantaram minas terrestres. Eles também foram de casa em casa procurando membros da polícia e das Forças Armadas e disseram que irão criar tribunais baseados na sharia, a lei islâmica. Eles soltaram cerca de 100 prisioneiros do centro de detenção de contra-terrorismo da cidade.

Saed Hammad al-Dulaimi, de 37 anos, que leciona em um escola e permanece em Ramadi, disse: “O Estado Islâmico usou alto-falantes exortando as pessoas que têm parentes na prisão a se reunirem na mesquita principal do centro da cidade para recebê-los. Vi homens correndo para a mesquita para receber os prisioneiros”.

A medida pode se mostrar popular com os locais, que se queixaram de detenções arbitrárias, às quais as pessoas são submetidas com frequência. Sami Abed Saheb, um dono de restaurante de 37 anos, afirmou que o Estado Islâmico encontrou 30 mulheres e 71 homens no centro de detenção. Eles levaram tiros nos pés para ficarem impedidos de fugir quando seus captores fugiram.

Testemunhas disseram que a bandeira negra do Estado Islâmico agora tremula sobre a mesquita principal, prédios do governo e outros edifícios proeminentes de Ramadi.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/estado-islamico-se-estabelece-no-controle-de-cidade-iraquiana-e-solta-prisioneiros,252be2ac2bde0bfe6b55ed886761871dpngbRCRD.html

Omar Khadr, um detento de Guantánamo, libertado sob fiança no Canadá

Omar Khadr, um canadense que já foi o mais jovem prisioneiro mantido sob a acusação de terrorismo na Baía de Guantánamo, será libertado sob fiança de uma prisão na quinta-feira, enquanto ele apela da condenação por homicídio por um tribunal militar norte-americano.

Um juiz de um tribunal de Alberta decidiu que Khadr, que foi capturado no Afeganistão quando tinha 15 anos e se declarou culpado de matar um soldado dos EUA, pode ser libertado sob fiança, negando um recurso interposto pelo governo canadense para mantê-lo sob custódia.

Khadr, 28 anos, foi transferido para a prisão Alberta na base naval norte-americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, em 2012.

Ele foi a primeira pessoa desde a Segunda Guerra Mundial a ser processada em um tribunal de crimes de guerra por atos cometidos quando jovem.

O caso Khadr tem dividido os canadenses. Enquanto o governo se opôs à sua libertação, os defensores dos direitos humanos como a Anistia Internacional têm argumentado que o soldado era criança na época e que foi negado o acesso ao devido processo legal.

Condições de fiança impostas por um tribunal de Alberta incluem Khadr que usa um dispositivo de monitoramento eletrônico, e vive com seu advogado em Edmonton, observando um toque de recolher noturno, e tem monitorado único contato com sua família.

“Estou muito contente, extremamente feliz. Foram muitos anos para se chegar a este ponto”, disse o advogado de Khadr, Dennis Edney, a repórteres fora do tribunal Edmonton.

Ele disse que Khadr iria falar com repórteres na sexta-feira para contar sua história para o público canadense.

Um juiz decidiu em abril que Khadr deve ser libertado sob fiança, mas o governo conservador do primeiro-ministro Stephen Harper apelou, argumentando que a sua libertação pode prejudicar as relações do Canadá com os Estados Unidos.

“Estamos desapontados com a decisão de hoje, e lamento que um terrorista condenado foi autorizado a voltar à sociedade canadense sem ter cumprido a sua pena total”, um porta-voz do ministro de Segurança Pública Steven Blaney, disse em um comunicado.

A Suprema Corte do Canadá decidiu em 2010 que o Canadá violou os direitos de Khadr enviando agentes de inteligência para interrogá-lo na Baía de Guantánamo em 2003 e 2004, e por compartilhar os resultados com os Estados Unidos.

Khadr foi levado para o Afeganistão por seu pai, um membro sênior da Al Qaeda, onde foi aprendiz ainda menino com um grupo de fabricantes de bombas que abriu fogo quando as tropas norte-americanas foram para o composto. Um tiroteio se seguiu, durante o qual Khadr ficou cego de um olho e atirou duas vezes nas costas, e ele foi capturado.

(Redação e Reportagem adicional de Andrea Hopkins, Edição de Bernadette Baum e Peter Galloway)

http://www.reuters.com/article/2015/05/07/us-canada-court-khadr-idUSKBN0NS1V120150507?utm_source=Facebook

Exército nigeriano liberta 700 mulheres e crianças em uma semana

Enquanto as Forças Armadas da Nigéria anunciam com estardalhaço cada vitória contra o Boko Haram, como o resgate, esta semana, de quase 700 mulheres e crianças sequestradas pelo grupo terrorista na floresta de Sambisa – ainda não se sabe se entre elas estão as jovens levadas há um ano de um colégio de Chibok –, o certo é que muitos nigerianos mantêm sua desconfiança em relação a um Exército que até três meses atrás não fazia mais do que fugir ante o avanço dos jihadistas. “Vitórias?”, pergunta John Ngamsa, professor de Comunicação Social e Linguística na Universidade Moddibo Adama de Yola, “Será uma vitória quando o território supostamente recuperado estiver sob controle e houver lei e ordem nesse lugar, algo que não ocorreu até agora”, ressalta.

O Exército da Nigéria, em colaboração com as Forças Armadas dos países fronteiriços Chade, Níger e Camarões, lançou em fevereiro uma ampla operação militar que conseguiu expulsar o Boko Haram de cerca de 60 localidades que tinham sido ocupadas pelos terroristas. No entanto, a população ainda não pôde regressar porque os insurgentes continuam ocupando zonas desabitadas dos arredores, principalmente nas florestas e zonas montanhosas, onde têm mais facilidade para se esconder – e de onde seguem lançando ataques. Há poucos dias, por exemplo, eles invadiram os povoados de Mafa e Marte, no estado de Borno, matando dezenas de pessoas.

Outra área em que o Boko Haram impôs uma forte presença é nas proximidades do Lago Chade. Há uma semana, centenas de jihadistas atacaram a ilha nigerina de Karamga, matando pelo menos 74 soldados e civis, segundo o Governo do país vizinho, que informou que 156 dos insurgentes também morreram nos combates. “Estamos falando de um vasto território que segue fora de controle. [Os jihadistas] ainda estão aí, escondidos, atacando hoje em um lugar e amanhã em outro”, afirma Ngamsa. Além dos anunciados triunfos militares, a recente vitória eleitoral do ex-general Muhammadu Buhari, considerado um político de linha dura em comparação com o ainda presidente Goodluck Jonathan – acusado de atuar com muita fraqueza –, é mais um elemento de esperança para os nigerianos, mas a sensação que se estende pelo país é a de que esta guerra está longe de ter acabado.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/05/02/internacional/1430576738_731894.html

Nigéria: Mais de 700 reféns libertados numa semana

A ofensiva contra o Boko Haram está a dar frutos. O exército da Nigéria libertou perto sete centenas de reféns em menos de uma semana na floresta de Sambisa, no nordeste do país. Mas os militares continuam sem notícia das duas centenas de estudantes de Chibok raptadas no ano passado.

“Esta operação vai continuar até à floresta ser passada a pente fino e até libertamos todos os nigerianos sequestrados”, declarou o porta-voz do ministério da Defesa.

A ofensiva contra o Boko Haram realiza-se em várias frentes e conta com a participação dos exércitos dos países vizinhos, o Níger, o Chade e os Camarões.

De acordo com a Amnistia Internacional, os extremistas islâmicos raptaram dois milhares de mulheres e adolescentes desde o início de 2014.

http://pt.euronews.com/2015/05/02/nigeria-mais-de-700-refens-libertados-numa-semana/

Tribunal do Paquistão liberta acusado de planejar atentados terroristas de Bombaim em 2008

ISLAMABAD – Um tribunal paquistanês libertou nesta sexta-feira um homem acusado de ser o cérebro dos atentados de 2008 em Bombaim. O ataque supostamente planejado por Zaki-ur-Rehman Lakhvi na cidade, principal centro financeiro da Índia, matou 166 pessoas. A decisão do tribunal agravou as tensas relações entre os países vizinhos.

— Lakhvi foi solto, e está fora da prisão agora — disse seu advogado, Malik Nasir Abbas, a agências internacionais.

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, havia condenado a perspectiva de fiança para Lakhvi. O Ministério das Relações Exteriores da Índia declarou que sua preocupação com a soltura de Lakhvi foi “enfatizada” e estava clara para o Paquistão.

— O fato de terroristas conhecidos não serem efetivamente processados constitui uma ameaça real à segurança da Índia e do mundo. Isso também corrói o valor das garantias repetidamente dadas a nós em matéria de terrorismo transfronteiriço — disse um porta-voz do ministério.

http://oglobo.globo.com/mundo/tribunal-do-paquistao-liberta-acusado-de-planejar-atentados-de-bombaim-15832420

Estado Islâmico liberta 26 yazidis sequestrados no Iraque

Mossul (Iraque), 9 abr (EFE).- Pelo menos 26 yazidis, entre eles mulheres e crianças, foram libertados nesta quinta-feira pelos jihadistas do grupo radical Estado Islâmico (EI), que tinha sequestrado o grupo no norte do Iraque em agosto, após tomar o controle da zona.

O encarregado de assuntos yazidis no Curdistão iraquiano, Jairi al Buzani, explicou à Agência Efe que os reféns foram entregues em Al Hauiya, ao sul de Kirkuk, por grupos tribais árabes, depois que chegaram em suas mãos após várias negociações com os extremistas. Em sua maioria, trata-se de homens de avançada idade, doentes, mulheres e crianças, todos residentes da cidade de Sinjar e outras regiões próximas a Mossul, que hoje estão em mãos dos jihadistas.

É a segunda entrega que é realizada nesta semana, depois que ontem foi libertado um grupo de 215 yazidis e uma mulher muçulmana. Desde a queda em junho de Mossul, capital da província de Ninawa, serão realizadas várias negociações para libertar os sequestrados pelo EI, o que levou a várias operações de libertação de yazidis através da mediação de homens tribais. Os yazidis, de etnia curda e cuja religião se baseia no zoroastrismo, são um dos alvos do EI, que os considera infiéis. Mais de 500 mil yazidis e membros de outras religiões minoritárias fugiram do norte do Iraque desde junho, quando o EI ficou forte nessa zona, e centenas foram assassinados, segundo dados da ONU. EFE já/ff

http://noticias.r7.com/internacional/estado-islamico-liberta-26-yazidis-sequestrados-no-iraque-09042015