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Islândia: líder muçulmano afirma que os ataques da jihad de Londres foram organizados pela polícia

“O líder religioso muçulmano na Islândia considera que os ataques terroristas em Londres foram parcialmente encenados”, traduzido de “Trúarleiðtogi múslima á Íslandi telur hryðjuverkin í London sviðsett að hluta”, de Hjálmar Friðriksson, DV.is , 7 de junho de 2017:

O Centro Cultural Islâmico na Islândia, a segunda maior comunidade muçulmana da Islândia, esta manhã compartilhou em sua página do Facebook um video afirmando que o ataque terrorista em Londres foi encenado.

O vídeo afirma a teoria da conspiração de que os vários atos e massacres terroristas foram encenados e os atores foram criados para desempenhar as vítimas – os chamados “jogadores de crise”.

O próprio Centro Cultural escreve sobre o vídeo em inglês: “A tripulação da polícia foi apanhada em um vídeo em que eles mudaram suas calças atrás de uma van. Mais tarde, um deles está deitado na rua, fingindo ser uma das vítimas da London Bridge! “É correto dizer que o Centro Cultural condenou o ataque e enviou suas condolências no Facebook. Os membros registrados do Centro Cultural são 406 no total.

A comunidade religiosa compartilhou o vídeo da página do Facebook Mubosher Europe. Na página desta organização, entre outras coisas, está escrito em árabe: “Quem são os terroristas reais?”

https://www.jihadwatch.org/2017/06/iceland-muslim-leader-claims-london-jihad-attacks-were-staged-by-police

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Líder do PROS na Câmara se reúne com a ONG EVM e se prontifica a levar questão do Genocídio de Cristãos a debate em Plenário

Brasília – A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Dra. Andréa Fernandes Vieira, esteve nessa sexta-feira (05/05), em reunião com o líder do PROS na Câmara, Deputado Federal Ronaldo Fonseca (DF), oportunidade em que, se pronunciou sobre as graves ameaças que a sanção da Lei de Migração ocasionará ao país, e para tanto, expôs a problemática da crise imigratória na Europa e consequente ameaça terrorista islâmica.

O encontro foi intermediado pelo pastor Divani Rocha, da Bahia,  após saber da presença da ativista em Brasília, ligando imediatamente para o deputado, o qual marcou a reunião para conhecer os projetos da ONG EVM. Ronaldo Fonseca ficou impressionado com o panorama internacional no tocante ao refúgio e imigração, se sensibilizando no sentido de tomar iniciativa junto a Câmara para tentar impedir a sanção da lei pelo presidente Michel Temer.

Além dessa questão, Andréa Fernandes discorreu sobre a necessidade do Legislativo se posicionar frente a perseguição às minorias religiosas, étnicas e de gênero no mundo muçulmano e o genocídio de cristãos, pelo que o deputado se comprometeu a requerer debate dos temas em Plenário.

Ronaldo solicitou à presidente da ONG um parecer escrito acerca do projeto da Lei de Migração para fundamentar posicionamento a ser implementado.

Andréa Fernandes (Presidente da ONG EVM)

Irã segue líder de apoio ao terrorismo apesar de acordo, dizem EUA

Para Departamento de Estado, radicais têm liberdade em áreas de Colômbia e Venezuela.

WASHINGTON – Apesar de longos esforços diplomáticos terem levado EUA e Irã a negociarem com potências internacionais um acordo de redução significativa do programa nuclear do país persa, Washington acusou Teerã nesta quinta-feira de continuar líder mundial do apoio estatal ao terrorismo. Mesmo após o pacto firmado em 2015 reduzir as tensões diplomáticas, o Irã realizou uma série de testes com mísseis balísticos, proibidos pela ONU, e continua a apoiar grupos como o radical xiita Hezbollah.

Numa estatística divulgada pelo Departamento de Estado, com base em investigações sobre ataques terroristas e financiamento a grupos extremistas, o órgão voltou a indicar o país como o maior financiador de grupos extremistas, além de treinar e equipar grupos como o Hezbollah e o governo sírio de Bashar al-Assad, considerado extremista pelos EUA.

Síria e Sudão são apontados após o país como financiadores. Quem sai da lista desta vez é Cuba, numa etapa que marcou definitivamente o degelo entre Washington e Havana. Países que integram a lista sofrem severas sanções econômicas do governo americano, ficando isolados dos principais centros financeiros mundiais.

O Irã, apesar do acordo nuclear que é tratado como peça fundamental para diminuir as ameaças de agressão regional, continuou a fazer testes proibidos, e alas mais radicais do país ameaçaram os próprios EUA, Israel e a Europa. O país é também citado por financiar radicais no Bahrein e o palestino Hamas, além do grupo xiita Houthi, que tem levado o Iêmen a um princípio de guerra civil.

Países como Afeganistão, Paquistão, Iraque, Somália, Líbia e Síria, além de partes da Colômbia e da Venezuela, como áreas “onde terroristas tem livre passagem”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/ira-segue-lider-de-apoio-ao-terrorismo-apesar-de-acordo-dizem-eua-19425461#ixzz4AWqqLBVB
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Obama: Talibãs continuarão no caminho da violência com novo líder

Presidente dos EUA diz duvidar que grupo opte por diálogo com governo afegão

SHIMA, Japão — O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta quinta-feira duvidar que os talibãs optem pelo diálogo com o governo afegão após a morte do líder da organização, o mulá Akhtar Mansour, por um drone americano no último sábado. Em uma entrevista coletiva à margem da cúpula do G7 no Japão, o mandatário falou ainda sobre as preopcupaçoes da comunidade internacional em relação ao republicano Donald Trump e o perigo de armas nucleares.

— Não esperava que eles nomeassem um democrata — brincou Obama, ao comentar a eleição do mulá Hebatulá Ajundzada, que substituirá Mansour.— Acreditamos que os Talibãs continuarão no caminho da violência. Minha esperança, embora não seja a minha expectativa, é que o Talibã perceba o que deve ser feito e inicie um diálogo com o governo. Duvido que isso aconteça.

Sobre as primárias nos EUA, Obama sugeriu que os líderes mundiais que estão preocupados com Trump — provável candidato republicano à Casa Branca — têm boas razões para se sentirem assim. Ele criticou a “ignorância” do magnata sobre assuntos internacionais.

— Muitas das propostas que apresentou demonstra uma ignorância de assuntos internacionais ou uma atitude de desdém — declarou o presidente na cidade japonesa de Ise-Shima, onde será realizada a cúpula do G7.

Obama, que tem programada uma viagem a Hiroshima, disse ainda que sua intenção é destacar o “risco real” de armas nucleares. A cidade japonesa foi devastada por uma bomba atômica americana, em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

— Quero enfatizar mais uma vez os riscos muito reais que existem e o sentido de urgência que todos nós devemos ter — acrescentou o presidente.

Depois de se reunir com outros chefes de Estado e de governo, Obama ressaltou que a Coreia do Norte é motivo de “grande preocupação” pelo desenvolvimento de um programa nuclear militar.

— A Coreia do Norte é uma grande preocupação para todos nós. Quando há um regime tão instável e isolado, representa uma ameaça a médio prazo que temos que estar muito atentos.

 Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/obama-talibas-continuarao-no-caminho-da-violencia-com-novo-lider-19380073#ixzz49lmBEhIo
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Bangladesh executa líder islâmico por crimes de guerra em 1971

DACA — O líder do partido islâmico Motiur Rahman Nizami foi enforcado nesta terça-feira pela Justiça de Bangladesh. Ele foi condenado por genocídio, estupro e outros crimes cometidos durante a guerra de independência do Paquistão em 1971. A punição do ex-parlamentar, que morreu aos 73 anos, arrisca provocar uma reação raivosa de seus apoiadores.

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Liberdade religiosa continua a ser um desafio para Cuba

A lei permite o cristianismo na teoria, mas condena na prática, através de restrições cada vez mais específicas. O governo também não permite o ensino religioso nas escolas públicas

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Cuba não aparece na Classificação da Perseguição Religiosa atual, mas sua pontuação fez com que se posicionasse em 63º lugar na lista. A liberdade religiosa nesse país ainda é um desafio, mesmo que o reconhecimento do direito dos cidadãos de praticar qualquer crença religiosa faça parte da Constituição. A lei permite na teoria, mas condena na prática, através de restrições cada vez mais específicas. Bíblias e outras literaturas cristãs só podem ser importadas e distribuídas por grupos religiosos registrados e monitorados pelo governo cubano. O governo também não permite o ensino religioso nas escolas públicas.

Em visita a Cuba, no mês de março, o presidente americano Barack Obama, levantou certa esperança de que a política do país pudesse mudar em algum aspecto. Obama é o primeiro presidente em exercício a visitar Cuba desde a revolução de 1959. De acordo com a CSW (Christian Solidarity Worldwide – Solidariedade Cristã Mundial), algumas horas antes do presidente chegar ao país, o líder cristão Mario Felix Lleonart Barroso foi preso e sua esposa ficou detida em prisão domiciliar e a igreja que eles administram ficou cercada pela polícia cubana.

“O presidente Obama encontrou em Cuba o regime de Fidel Castro, que continua a reprimir a liberdade. Essa decisão de prender Mario Felix e sua esposa, juntamente com suas filhas, e ainda na semana santa, representa um total desprezo pelos direitos humanos. O líder religioso está com sua saúde muito debilitada e é fácil perceber que ele está doente, só pela aparência. O que eles fizeram foi desumano”, disse o congressista americano Jeff Duncan, que é o presidente do Comitê dos Representantes na Subcomissão de Assuntos Exteriores no Hemisfério Ocidental.

“Essa aproximação entre os Estados Unidos e Cuba pode ser algo positivo, mas ainda não serviu de nada para alterar a situação negativa da liberdade religiosa no país. Mario Felix foi preso injustamente, simplesmente para ser impedido de participar das atividades públicas relacionadas à visita do presidente americano. Ele não é bem visto pelo governo por ser um ativista da liberdade religiosa proeminente. Muitos outros líderes religiosos são ameaçados de prisão e sofrem vários tipos de violência, com suas igrejas e casas destruídas. A justificativa da polícia é sempre a mesma: insubordinação. Basta falar contra o governo e as algemas já estão prontas”, conclui um dos analistas de perseguição. Interceda por essa nação.

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Bangladesh: Líder cristão é agredido até a morte

“Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos e muitos se converteram através da vida dele. Hossain cumpriu sua grande missão”

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Segundo relatórios da Portas Abertas, no dia 22 de março, um cristão foi agredido até a morte por militantes islâmicos, em Kurigram, um distrito que fica ao norte do Bangladesh. Hossain, que se converteu ao cristianismo em 1999, estava voltando de seu passeio matinal, quando três motoqueiros se aproximaram dele, atirando uma bomba caseira e atacando-o com facas. O cristão morreu no local. Hossain era um funcionário público da área de saúde e sofreu uma grande pressão por parte de sua família quando tomou a decisão de seguir o cristianismo. “Durante certo tempo, ele foi perseguido pelos próprios familiares, mas não cedeu e continuou o seu caminho com Cristo. No trabalho, chegou a ter o salário negado durante alguns meses, por conta de sua nova fé”, comenta um dos analistas de perseguição.

No entanto, sua fidelidade a Deus inspirou toda a família e, com o passar dos anos, para a alegria de Hossain, seus familiares também se converteram. “Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos, depois teve um grande auxílio através dos projetos da Portas Abertas, muitos se converteram através da vida dele. Ele cumpriu sua grande missão”, disse um dos familiares que não foi identificado por motivos de segurança.

Toda a comunidade cristã do Bangladesh está de luto e chocada com o ocorrido, além de muito triste pela perda de um líder tão influente. Mas as pessoas também estão amedrontadas ao imaginar o que mais os grupos extremistas islâmicos podem fazer. Na Classificação da Perseguição Religiosa, o país subiu rapidamente 8 posições, da 43ª (2015) para a 35ª (2016), significando um nível de perseguição ainda mais violento. Em 2014, seis igrejas e uma escola foram destruídas e nomes de pastores cristãos apareceram em uma lista de ameaças de morte, publicada em outubro de 2015. Como a minoria cristã está crescendo, ela enfrenta mais e mais restrições e desafios. Essa pressão não é impulsionada pelo governo, e sim por grupos extremistas islâmicos, líderes religiosos locais e famílias tradicionais. Mas os cristãos permanecem firmes em sua fé. Ore por essa nação.

Pedidos de oração
● Ore pela família de Hossain e também por todas as famílias que perderam seus entes queridos por causa da perseguição religiosa, para que Deus os console, dando conforto, entendimento e também forças para passar por esse momento difícil.
● Ore pela igreja bengalesa, para que continue crescendo na graça e no conhecimento e que continue pregando o evangelho de Cristo.
● Peça ao Senhor para que a perda de Hossain não seja motivo de tristeza, mas de encorajamento. Que mesmo em sua morte, ele sirva de testemunho para toda a nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/04/lider-cristao-e-agredido-ate-a-morte

Bangladesh: Líder cristão é assassinado por fundamentalistas islâmicos

“Agora que o EI assumiu a autoria do assassinato do líder cristão, tememos por mais ataques, por que eles estão e constante vigia”

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O líder cristão Khoza Samiruddin, de 75 anos, foi assassinado por fundamentalistas islâmicos no dia 6 de janeiro, em plena luz do dia, dentro de uma clínica homeopática, onde estava realizando um tratamento de saúde. Khoza aceitou a Cristo em 2001 e em 2014 passou a liderar uma igreja com 250 membros. Antes de sua morte, ele havia relatado sobre várias ameaças que estava recebendo de extremistas islâmicos por causa de seus trabalhos evangelísticos.

O enterro do líder foi acompanhado pela polícia local e pela comunidade que exigia que a cerimônia fosse realizada de acordo com os costumes muçulmanos. Como a família negou a conversão de Khoza ao cristianismo, o ritual fúnebre acabou sendo feito conforme as leis do islã. A pressão sobre a família e a igreja tem sido muito grande, já que o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do assassinato, além de uma série de outros ocorridos violentos, incluindo assassinatos de estrangeiro e ameaças de morte de mais líderes cristãos.

Segundo a polícia, o grupo militante “Jamaat-ul-Mujahideen” está por trás dos ataques, mas o governo nega a presença do grupo no país. “Agora que o EI assumiu a autoria do assassinato do líder cristão, tememos por mais ataques, porque eles estão em constante vigia”, disse Pikul Mahduri, que é Secretário Geral da Associação Cristã Bangladesh Jenaidah. Bangladesh, em 2016, ocupa a 35ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa e, apesar de sua constituição prever a liberdade religiosa, ela também declara que o islã é a religião oficial do Estado. Como a minoria cristã está crescendo, ela enfrenta mais e mais restrições e desafios. Essa pressão não é impulsionada pelo governo, e sim por grupos extremistas islâmicos, líderes religiosos locais e famílias tradicionais. Lembre-se deles em suas orações.

Pedidos de oração

  • Ore pela família de Khoza, para que tenham a fé fortalecida durante esse momento difícil.
  • Peça ao Senhor para que os membros da igreja do líder assassinado sejam fortes e que continuem seus trabalhos evangelísticos, apesar da perseguição.
  • Ore pela igreja de Bangladesh, no geral, para que continue crescendo na graça e no conhecimento e que possam enfrentar os atuais desafios com a coragem e a ousadia que vem do Espírito Santo.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/02/lider-cristao-e-assassinado-por-fundamentalistas-islamicos

 

Papa e patriarca russo unem esforços pelos cristãos

Francisco e líder da Igreja Ortodoxa Russa assinam texto sobre cooperação para proteger cristãos em todo mundo. Encontro histórico em Havana marca aproximação entre Igrejas desde o cisma do Cristinianismo, há mil anos.

Reunidos em encontro histórico em Havana, o papa Francisco e o patriarca Cirilo, líder da Igreja Ortodoxa russa, assinaram nesta sexta-feira (12/02) uma declaração conjunta para restaurar a unidade do Cristianismo.

Esta é a primeira vez que um líder católico e um alto representante dos ortodoxos russos se reúnem desde o cisma que dividiu a corrente religiosa, há um milênio.

“Conversamos como irmãos de fé”, afirmou o pontífice. Os dois se cumprimentaram com um beijo no rosto.

“Os resultados da conversa me permitem afirmar que, atualmente, as duas igrejas podem cooperar na defesa dos cristãos em todo o mundo e, com total responsabilidade, podemos trabalhar em conjunto para que a vida humana seja respeitada no mundo inteiro”, disse o patriarca Cirilo.

Um dos principais temas discutidos no encontro em Cuba foi a perseguição a cristãos no Oriente Médio. “Precisamos deixar as divergências internas de lado neste momento trágico e unir esforços para salvar os cristãos em regiões onde eles estão sujeitos às mais cruéis perseguições”, afirmou o ortodoxo.

Desde o Grande Cisma do Oriente, em 1054, católicos romanos e ortodoxos seguiram caminhos distintos. O “mundo ortodoxo” fragmentou-se em muitas igrejas independentes. Com cerca de 150 milhões de fiéis em mais de 60 países, a Igreja Ortodoxa russa é a maior de todas. Já a Igreja Católica conta com cerca de 1,2 bilhão de devotos.

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o encontro entre os líderes religiosos foi “muito cordial”. “Foi um momento histórico e uma grande alegria ao papa”, afirmou.

Mais visitas

O papa Francisco embarca ainda nesta sexta à Cidade do México, onde será recebido pelo presidente Enrique Peña Nieto. Em sua primeira visita oficial ao México, o pontífice irá visitar presos em Ciudad Juárez, uma das áreas mais violentas do país.

Já Cirilo ficará mais três dias em Cuba, onde se reunirá com o presidente Raúl Castro e seu irmão e antecessor, Fidel Castro. O patriarca ainda irá viajar ao Paraguai e ao Brasil. Em Brasília, ele vai se reunir com a presidente Dilma Rousseff, e seguir para Rio de Janeiro e São Paulo.

KG/EK/rtr/dpa

http://www.dw.com/pt/papa-e-patriarca-russo-unem-esfor%C3%A7os-pelos-crist%C3%A3os/a-19045989

Arábia Saudita executa líder xiita acusado de terrorismo

47 envolvidos em ataques da Al Qaeda foram mortos.
Dentre mortos está líder xiita Nimr al-Nimrits; Irã fez alerta contra execução.

A Arábia Saudita executou neste sábado (2) 47 pessoas condenadas por “terrorismo”, incluindo jihadistas sunitas da Al-Qaeda e o clérigo xiita Nimr Baqir al-Nimr, uma importante figura do movimento de contestação contra o regime, anunciou o ministério do Interior.

O Irã, potência xiita cujas relações com a Arábia Saudita são tensas, imediatamente reagiu às execuções, prometendo que Riad pagará “um preço alto” pela morte do xeque Nimr al-Nimr, segundo a France Presse.

“O governo saudita apoia movimentos terroristas e extremistas, e ao mesmo tempo utiliza a linguagem da repressão e a pena de morte contra seus opositores internos (…) pagará um preço alto por essas políticas”, declarou o porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Jaber Ansari.

O país também convocou um diplomata saudita para protestar contra a morte do clérigo, de acordo com a Reuters.

O grupo xiita libanês Hezbollah condenou a execução em declarações citadas pela TV oficial do Hezbollah al-Manar e pela Al Mayadeen TV. A “verdadeira razão” para a execução foi “que o xeique Nimr exigiu os direitos dissipados de um povo oprimido”, disse o grupo em um comunicado, aparentemente se referindo à minoria xiita da Arábia Saudita, de acordo com a Reuters.

O sobrinho do xeque, Ali al-Nimr, menor de idade no momento da sua detenção, não está entre os executados, que geralmente são decapitados com sabre.

Os condenados – 45 sauditas, um egípcio, um chadiano – foram executados em doze cidades do reino, indicou o ministério do Interior em um comunicado oficial.

Eles haviam sido condenados, segundo as autoridades, por diferentes casos, incluindo por ter aderido a ideologia radical “takfiri” (termo geralmente utilizado para se referir a grupos radicais sunitas), por juntar-se a “organizações terroristas” ou ter participado de “conspiração criminosa”.

O xeque Nimr al-Nimr, de 56 anos, crítico ferrenho da dinastia sunita Al-Saud, foi um dos líderes de um movimento de contestação que eclodiu em 2011 no leste da Arábia Saudita, cuja população é majoritariamente xiita.

Esta comunidade, que está concentrada na Província Oriental, queixa-se de ser marginalizada neste país predominantemente sunita.

A execução do xeque poderia provocar fortes reações nesta região, segundo especialistas.

Para o irmão do líder religioso, Mohammed al-Nimr, “esta ação provocará a cólera dos jovens” xiitas na Arábia Saudita. “Espero que aja um movimento de contestação pacífico”, acrescentou.

Por sua vez, o ramo estudantil da milícia Bassidji, ligada aos Guardiães da Revolução, a unidade de elite das forças armadas iranianas, convocou uma manifestação no domingo em frente à embaixada saudita em Teerã.

O xeque Nimr tinha sido condenado à morte em outubro de 2014 por “motim”, “desobediência ao soberano” e “porte de armas” por um tribunal de Riad especializado em casos de terrorismo.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/01/arabia-saudita-executa-47-pessoas-acusadas-de-terrorismo.html