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Líderes palestinos prometem um ano novo de violência e morte

  • Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo a seu povo para se preparar para o aumento da violência e “resistência”, incluindo atentados suicidas contra israelenses.
  • O braço armado do Fatah aproveitou a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça: “Vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.
  • Palestinos mascarados em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer. Testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.
  • Hamas proibiu os moradores de Gaza de comemorar a véspera de Ano Novo, dizendo que tais festas são “violações dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas não quer jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes e cafés. Em vez disso, o Hamas quer que eles se juntem às suas fileiras, armados e vestidos com uniformes militares, se preparando para a jihad contra Israel.

Depois de não conseguir oferecer ao seu povo qualquer esperança para o futuro, o Fatah e o Hamas estão agora dizendo aos palestinos que eles devem esperar mais violência e derramamento de sangue em 2016.

Em mensagens separadas para os palestinos na véspera de Ano Novo, os dois partidos rivais palestinos se comprometeram a prosseguir, e mesmo intensificar, os ataques de “resistência” contra Israel. Escusado será dizer que as mensagens não fizeram qualquer referência a paz, a coexistência ou tolerância.

Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo ao seu povo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia para se prepararem para o aumento da violência e ataques de “resistência” contra Israel. Os dois partidos não têm nada a oferecer aos palestinos além de mais derramamento de sangue e desespero.

O Hamas, que está no poder na Faixa de Gaza há quase 10 anos, relatou estar mesmo se preparando para uma nova onda de atentados suicidas contra israelenses. A última vez que o Hamas lançou ataques suicidas em Israel foi durante a segunda intifada, 2000-2005, que provocaram danos e destruição aos palestinos.

Vários relatórios têm sugerido que o Hamas está agora a considerar a ativação de suas “células adormecidas” na Cisjordânia, em preparação para retomar os atentados suicidas contra israelenses. Hamas, de acordo com os relatórios, também está planejando atingir a segurança de Israel e figuras políticas.

Hussam Badran, um alto funcionário do Hamas na Faixa de Gaza, pintou um quadro sombrio do que aguarda os palestinos durante 2016. Em uma mensagem aos palestinos, Badran anunciou que a atual onda de terrorismo, que ele se referia como a “Intifada de Al-Quds”, aumentaria durante o próximo ano. Ele também sugeriu que o Hamas estava realmente considerando retomar os ataques suicidas contra israelenses: “O ano de 2016 vai testemunhar um desenvolvimento e agravamento da intifada e todas as formas de operações de resistência.”

Sua mensagem, como a de muitos funcionários do Hamas, não contém qualquer referência às duras condições de vida dos palestinos sob o domínio do Hamas na Faixa de Gaza. Quando Badran e outras autoridades do Hamas falam sobre o desfecho de “todas as formas de resistência” contra Israel, eles estão realmente se referindo a planos para lançar ataques suicidas e outros ataques terroristas contra israelenses.

A mensagem de Ano Novo Hamas do não oferece aos palestinos na Faixa de Gaza qualquer esperança de que seus líderes estão trabalhando para acabar com sua miséria e estado de desespero. Não há nenhuma promessa para ajudar a resolver o problema do desemprego ou da pobreza na Faixa de Gaza. Nem há qualquer promessa de ajudar a resolver a crise com o Egito, aquela que resultou no fechamento da fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito por mais de 2015.

Como se isso não bastasse, o Hamas na semana passada proibiu palestinos na Faixa de Gaza de comemorarem a véspera de Ano Novo. Oficiais de segurança do Hamas advertira aos proprietários de restaurantes e hotéis contra a realização de festas de Réveillon, dizendo que esta prática é “alheia às nossas tradições e valores e em violação dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas também justificou a proibição, argumentando que os palestinos na Faixa de Gaza devem mostrar solidariedade com os seus irmãos na Cisjordânia, que têm travado uma campanha de esfaqueamento e ataques com veículos contra israelenses desde o início de outubro.

Ao proibir as comemorações de Ano Novo, o Hamas está seguindo o exemplo de outros grupos terroristas islâmicos como o Estado islâmico, que denunciaram essas festas como “não-islâmicas.” Estes grupos consideram celebrações da véspera de Ano Novo como sendo parte da mesma cultura ocidental eles estão buscando substituir com o Islã extremista e lei da Sharia.

Hamas não pode tolerar cenas de júbilo e de palestinos comemorando a chegada de um novo ano. Ele não quer ver jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes, cafés e hotéis. Em vez disso, o Hamas quer jovens palestinos se juntem às suas fileiras e se preparem para a jihad contra Israel. Hamas prefere ver jovens palestinos vestidos em uniformes militares e armas que transportam. Ele quer que os jovens, em vez de celebrar e alegria, participem da escavação de túneis sob as fronteiras de Gaza com Israel e Egito.

Da mesma forma, a decisão da facção Fatah, do presidente Mahmoud Abbas na Cisjordânia, que esta semana comemorou o 51º aniversário de seu primeiro ataque armado contra Israel, está esperando que 2016 testemunhe mais violência. Várias autoridades e grupos ligados ao Fatah marcara o aniversário com promessas de intensificação da “resistência” contra os israelenses, e pediram aos palestinos para se juntar à “luta” contra Israel.

O braço armado do Fatah, os Mártires das Brigadas de al-Aqsa, aproveitaram a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça para lançar ataques terroristas contra israelenses. “Continuamos comprometidos com a opção de uma luta armada”, o grupo escreveu em um folheto distribuído na Cisjordânia. “Nós vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.

O presidente Mahmoud Abbas, que também é chefe do Fatah, também não tinha nada a oferecer ao seu povo na véspera de Ano Novo, que não mais mensagens de ódio e desafio em relação a Israel. Em uma mensagem ao seu povo, Abbas, mais uma vez justificou a atual onda de violência, dizendo que era o “resultado da continuação da ocupação e assentamentos, e a profanação de nossos locais sagrados”. Ele acrescentou: “Nosso povo não vai capitular, se entregar ou aceitar humilhação.”

Enquanto Abbas estava se dirigindo ao seu povo, mascarados palestinos em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer.Testemunhas disseram que os homens mascarados abriram fogo contra os restaurantes, salões e veículos, para evitar que os palestinos celebrassem. As testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.

Os líderes do Fatah e do Hamas têm mais uma vez demonstrado que eles não têm nada a oferecer aos palestinos que não seja a violência, destruição e morte. Esses líderes querem que o seu povo permaneça em  estado de espírito combatente, a fim de prosseguir na luta contra Israel. Como tal, o ano de 2016 não parece muito promissor para os palestinos sob a atual liderança do Fatah e Hamas.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado com sede em Jerusalém.

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http://www.gatestoneinstitute.org/7166/palestinians-new-years

A Sharia bate à porta do Palácio do Planalto

Logo após a iniciativa do parlamento francês prolongar a decretação do “estado de emergência” por 3 meses devido preocupação com a  ameaça terrorista que ronda o país, somos surpreendidos por manchete do jornal ‘O Globo’ esposando o intuito da liderança da comunidade muçulmana brasileira em recorrer à presidente Dilma numa tentativa de evitar o “extremismo “em nosso território.

Contudo, a manchete oculta o verdadeiro objetivo do texto, qual seja, promover a ideia de combate à islamofobia como lastro para a expansão do islã no Brasil através da taqyiia (estratégia de enganar não-muçulmanos). Dessa forma, creio ser apropriado destrinchar as sutilezas midiáticas clericais para islamizar nosso país.

Os líderes muçulmanos querem que o governo promova um seminário inter-religioso ainda no primeiro semestre de 2016, antes das Olimpíadas, isto, para “se preparar melhor contra a ação de radicais.”

Daí, vale a reflexão: um seminário inter-religioso promovido por muçulmanos será eficiente para inibir a ação de extremistas com o falacioso discurso da coexistência ou seria apenas uma estratégia tosca de arregimentar mais apoio ao islã de várias correntes religiosas que já aderiram ao discurso politicamente correto da islamofobia?

Ademais, não há necessidade mínima de se conhecer o corão ou a suna (tradição islâmica) para saber que qualquer muçulmano seguidor do “verdadeiro islã” jamais comungaria da ideia de respeitar os princípios éticos que regem a civilização judaico-cristã em detrimento da poderosa sharia (lei islâmica). De modo que, os chamados “extremistas” almejando tão-somente expandir sua fé conforme apregoada há 1.400 anos, certamente não se sensibilizariam com uma reunião de líderes religiosos verberando discursos ocos de convivência pacífica fundamentados em preceitos que contrariam irrefragavelmente os escritos islâmicos sagrados,  os quais são eternos, perfeitos e imutáveis sob a ótica muçulmana.

Porém, a proposta de seminário inter-religioso apoiado pelo governo brasileiro é uma estratégia eficiente para divulgar a mensagem ardilosa de “vitimização muçulmana”, que vem sendo explorada no meio acadêmico e na mídia, e acatada por líderes evangélicos em igrejas e programas de TV. Eu mesma já tive ferrenhos embates com pastores que defendem ardorosamente as ações muçulmanas.

A maior prova do verdadeiro propósito dos líderes muçulmanos está no próprio texto do jornal que destaca um sermão do xeque Abdul Hamid para cerca de 1.500 fiéis, o qual teria repetido  algumas vezes que “os muçulmanos jamais foram adeptos da violência, e lembrou que os árabes sequer produzem armas”, frisando, ainda que “seu povo nunca matou nem quando estava por cima, e apontou Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França e Israel como os maiores fabricantes de material bélico do mundo.”

Empolgado com a mentira, Abdul Hamid propalou: “O Estado Islâmico compra de quem? Quem criou esse grupo? Veja que a maioria nem é árabe. Então não somos nós que promovemos a guerra.”

Por certo, o xeque contou com o desconhecimento da maior parte dos ouvintes acerca da origem da doutrina que embasa as ações do Estado Islâmico, cria da al-Qaeda. Aliás, o grupo é composto apenas por jihadistas muçulmanos, que não necessariamente são árabes, sendo certo que, todos seguem literalmente o corão.

Quando foi indagado se concorda com uma ofensiva contra os jihadistas nos moldes dos bombardeios franceses, o xeque pacifista disse que “os muçulmanos jamais estarão em situação de guerra com ninguém e pediu que Alá tenha clemência.” Talvez, ele tenha sofrido uma “amnésia temporária” que o fez esquecer das carnificinas promovidas pela jihad islâmica, que desde os primórdios do expansionismo muçulmano massacrou mais de 270 milhões de cristãos, hindus, budistas e africanos. Afinal de contas, segundo a doutrina islâmica, o Ocidente é a “casa da guerra” que deve ser submetida pela jihad para se tornar a “casa do islã”

Aproveitando o “complexo ocidental de culpa” fabricado pelos defensores do pensamento islâmico, o xeque propala: “Ninguém lembra quando sofremos violência em nossas casas, nem abre a boca para condenar o que fazem contra nossas mulheres, mas estão sempre nos acusando de terrorismo.”

Pois é, o xeque deve ter esquecido qual a origem dos mais de 27 mil ataques terroristas no mundo desde os atentados de 11 de setembro, e o tratamento desumano outorgado às mulheres muçulmanas como uma especialidade de governos e facções terroristas islâmicas que, por acreditarem que a mulher vale menos que o homem, ordenam espancamentos e execuções se violarem o rígido código moral da sharia.

Na esteira de apoio, surge um representante da Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), Ahmed Ismail, que também condenou qualquer tipo de ataque ao Estado Islâmico, e frisou que “a Justiça cabe somente a Deus”. Todavia, nunca é demais lembrar que em setembro, Sami Isbelle, membro da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, esteve em um seminário sobre intolerância religiosa na igreja Batista Betânia vociferando discurso de apoio ao ex-presidente egípcio Morsi, “representante exemplar” da Irmandade Muçulmana, de onde veio os pilares do terrorismo islâmico moderno. Dessa forma, podemos complementar as palavras de Ahmed Ismail, afirmando que a justiça cabe somente a Deus e aos piedosos muçulmanos jihadistas componentes da Irmandade Muçulmana.

Enfim, não tenho dúvida alguma de que a carta redigida pelo Conselho Superior dos Teólogos e Assuntos Islâmicos no Brasil (CSTAIB), junto com a Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), será muito bem recebida no Palácio do Planalto porque, tal como a chefe da diplomacia anã brasileira, comungam da ideia de que não se deve combater a facção terrorista islâmica mais perigosa da atualidade, bem como acreditam que o terrorismo é apenas um “instrumento de justiça” a ser estabelecido contra o “Ocidente infiel” que permite muçulmanos viverem em suas terras sem exigir a submissão aos seus valores.

Por Andréa Fernandes

Artigo do jornal O Globo:

http://oglobo.globo.com/mundo/muculmanos-querem-ajuda-de-dilma-para-evitar-extremismo-18105760?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

 

Palestinos: Porque Nossos Líderes São Hipócritas e Mentirosos

  • Nós contaminamos nossas mesquitas com nossas próprias mãos e pés e depois jogamos a culpa nos judeus por profanarem os lugares sagrados islâmicos. Se alguém estiver profanando lugares sagrados islâmicos, são aqueles que trazem explosivos, pedras e bombas incendiárias para a Mesquita de Al-Aqsa. Os judeus que visitam o Templo do Monte não trazem consigo pedras, bombas ou paus. São os jovens muçulmanos que estão profanando nossos lugares sagrados com seus “pés imundos”.
  • Esses líderes, incluindo o próprio Abbas, não querem enviar seus próprios filhos e netos para participarem da “luta popular”. Eles são totalmente responsáveis pelo envio de filhos dos outros para atirarem pedras e bombas incendiárias contra os judeus. Sentados em seus luxuosos gabinetes e palacetes em Ramala, eles exigem que Israel seja responsabilizado pela repressão de palestinos “inocentes”. Seu principal objetivo é causar constrangimento a Israel e retratá-lo como um país que toma medidas duras contra adolescentes palestinos.
  • Esses jovens não estão tomando as ruas para combater a “ocupação”. Seu principal objetivo é matar ou causar lesões corporais graves nos judeus. Quando alguém atira uma bomba incendiária em uma casa ou um carro, a intenção é que civis sejam queimados vivos.
  • É como se os nossos líderes estivessem dizendo que atirar pedras e bombas incendiárias contra carros com ocupantes judeus ou casas de judeus é um direito fundamental dos palestinos. Nossos líderes acreditam que Israel não tem o direito de se defender daqueles que procuram queimar judeus dirigindo seus carros ou dormindo em seus lares.

Enquanto o Hamas e a Jihad Islâmica continuam a explorar nossos adolescentes na Faixa de Gaza treinando-os para que eles se juntem à jihad contra judeus e “infiéis”, nossos líderes na Cisjordânia cometem um crime semelhante contra a juventude palestina.

A liderança da Autoridade Palestina “AP”, encabeçada por Mahmoud Abbas, que falsamente se autodenomina Presidente do Estado da Palestina, vem incentivando nossos adolescentes a se engajarem na assim chamada “resistência popular” contra Israel. Mas esses líderes, incluindo o próprio Abbas, não querem enviar seus próprios filhos e netos para participarem da “luta popular”. Como de costume, nossos líderes querem que os filhos dos outros tomem as ruas e atirem pedras e bombas incendiárias contra os judeus.

A “luta popular” que a liderança da AP está conduzindo nos últimos dias é tudo menos pacífica. Em alguns casos ela tem sido até fatal. Recentemente, Alexander Levlovich foi morto depois que perdeu o controle de seu veículo em Jerusalém. As investigações mostraram que pelo menos quatro jovens árabes apedrejaram seu carro, fazendo com que Levlovich batesse em uma árvore.

Nos últimos meses centenas de adolescentes palestinos de Jerusalém foram detidos por arremessarem pedras e bombas incendiárias contra veículos israelenses. Esses adolescentes deram diversas explicações sobre os motivos de participarem da “resistência popular” contra Israel. A maioria deles disse que queriam protestar contra a visita de judeus ao Templo do Monte, um ato descrito pelos nossos líderes como “contaminação” dos lugares sagrados islâmicos. Mahmoud Abbas, que não é nenhum muçulmano devoto, acusou recentemente os judeus de profanarem a Mesquita de Al-Aqsa com seus “pés imundos“.

Abbas e outras figuras importantes da liderança da Autoridade Palestina também emitiamameaças diárias contra Israel em resposta a visitas totalmente pacíficas de judeus ao Templo do Monte. Uma delas, Mahmoud Habbash, chegou a dizer que as visitas de judeus ao Templo do Monte provocaria a terceira guerra mundial.

É esse tipo de incitamento que induz nossos jovens a atirarem pedras e bombas incendiárias contra os judeus. Esses jovens não estão tomando as ruas para combater a “ocupação”. Seu principal objetivo é matar ou causar lesões corporais graves nos judeus. Senão, como se explica o fato de adolescentes palestinos atirarem dezenas de bombas incendiárias contra lares judeus na Cidade Velha? Quando alguém atira uma bomba incendiária em uma casa ou um carro, a intenção é que civis sejam queimados vivos.

Nossos líderes, que são totalmente responsáveis pelo fato desses adolescentes atirarem pedras e bombas incendiárias contra os judeus, estão confortavelmente sentados em seus luxuosos gabinetes e palacetes em Ramala, esfregando as mãos com enorme satisfação. Tanto Abbas quanto diversos líderes palestinos na Cisjordânia querem ver nossos jovens causando tumultos violentos nas ruas de Jerusalém bem como no complexo da Mesquita de Al-Aqsa no Templo do Monte, de modo que eles possam responsabilizar Israel pela repressão de palestinos “inocentes”. Seu principal objetivo é causar constrangimento a Israel e retratá-lo como um país que toma medidas duras contra adolescentes palestinos, cujo único defeito é participarem da “resistência popular”.

Depois de terem incitado nossos jovens a se envolverem em atos violentos contra judeus, nossos líderes hipócritas agora correm para condenar as novas medidas israelenses contra os atiradores de pedras. É como se os nossos líderes estivessem dizendo que atirar pedras e bombas incendiárias contra carros com ocupantes judeus ou casas de judeus é um direito fundamental dos palestinos.

Um dos maiores hipócritas é Saeb Erekat, o veterano negociador palestino que recentemente foi eleito Secretário Geral da OLP. Erekat, que nunca despachou seus filhos e suas filhas para atirarem pedras e bombas incendiárias contra judeus, foi citado esta semana condenando as novas medidas aprovadas por Israel contra os palestinos atiradores de pedras. Ele descreveu essas medidas como “desumanas” e parte do “incitamento” israelense contra os palestinos.

Nem Erekat nem seu chefe Mahmoud Abbas repudiaram a violência praticada pelos palestinos contra os judeus. A única vez que eles emitiram condenações foi quando Israel deteve adolescentes por atirarem pedras e bombas incendiárias. Nossos líderes acreditam que Israel não tem o direito de se defender daqueles que procuram queimar judeus dirigindo seus carros ou dormindo em seus lares.

Em primeiro lugar, se alguém estiver profanando lugares sagrados islâmicos, são aqueles que trazem explosivos, pedras e bombas incendiárias para a Mesquita de Al-Aqsa. Nos últimos meses, dezenas de jovens palestinos usaram a mesquita como plataforma para atacar visitantes e policiais judeus no Templo do Monte. Os judeus que visitam o lugar não trazem consigo pedras, bombas incendiárias ou paus. São os jovens muçulmanos que estão profanando nossos lugares sagrados com seus “pés imundos”.

Esses relatos mostram que os muçulmanos não respeitam seus lugares sagrados. As imagens de jovens mascarados dentro da Mesquita de Al-Aqsa, separando pedras para atacar judeus, também revelam as verdadeiras intenções dos desordeiros e daqueles que estão por trás deles: causar mal aos visitantes e policiais judeus, que de qualquer maneira não têm o menor interesse em entrar na mesquita.

Jovens árabes palestinos usando máscaras, dentro da Mesquita de Al-Aqsa (alguns usando sapatos), estocando pedras para serem atiradas contra judeus que visitarem o Templo do Monte, 27 de setembro de 2015.

Nós contaminamos nossas mesquitas com nossas próprias mãos e pés e depois jogamos a culpa nos judeus por profanarem os lugares sagrados islâmicos. Como se não bastasse estarmos mentindo, estamos também exibindo o máximo da hipocrisia e do atrevimento. Nós planejamos e iniciamos a violência no Templo do Monte e em outros lugares e depois reclamamos para o mundo que Israel está prendendo nossos jovens “sem motivo algum”.

É óbvio que nossos líderes estão nos levando mais uma vez para uma catástrofe. Eles querem que nossas crianças sejam feridas ou mortas para que eles possam ir às Nações Unidas e se queixarem que Israel está usando “força excessiva” contra os palestinos. Nossos líderes, é claro, não dizem ao mundo que são eles mesmos que incitam esses jovens a tomarem as ruas e atacarem o primeiro judeu que avistarem. Tampouco dizem ao mundo que são os muçulmanos e não os judeus que estão contaminando os lugares sagrados islâmicos através de seus atos violentos.

Bassam Tawil é um pesquisador estabelecido no Oriente Médio.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6674/palestinos-lideres-mentirosos

Arábia Saudita assume a liderança do Conselho de Direitos Humanos da ONU

A notícia causou indignação em todo o mundo

Recentemente, saiu a notícia de que Faisal bin Hassan Trad, foi nomeado em silêncio, como embaixador da Arábia Saudita, em Genebra, assumindo o comando do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC – United Nations Human Rights Council), que é composto por 47 membros, e é atribuído para promover e proteger os direitos humanos em todo o mundo.

O grupo determina os peritos que serão escolhidos para as investigações de campo. Ironicamente, a Arábia Saudita, que agora preside este grupo “tem um forte histórico de não permitir que ativistas de direitos humanos monitorem o seu próprio país”, de acordo com o diretor do Centro de Ação de Direitos Humanos, Jack Healey, citado pela Global Research, no mês passado.

Esta nomeação levou à indignação global. No entanto, muitos podem não estar cientes do fato de que a Arábia Saudita já tem sido um membro do UNHRC desde 2013. Não é a primeira vez que países com registros duvidosos dos direitos humanos fazem parte deste conselho: Cuba, China, Catar e Venezuela estão entre os seus membros eleitos. No entanto, a Arábia Saudita está entre os piores infratores dos direitos humanos do mundo.

Hillel Neuer, diretor-executivo da ONG UN Watch, diz que a Arábia Saudita “tem executado muitas pessoas de formas cruéis e que, no momento, há muitos condenados à morte, entre eles, Ali Mohammed al-Nimr, que tinha 17 anos quando cometeu seu ‘crime’. Ele estava protestando contra os maus tratos da minoria xiita na Arábia. “A questão importante é quanta influência o presidente do grupo consultivo tem em relação às decisões sobre liberdade religiosa e a islamofobia. É estranho ter como líder um representante que viola os direitos humanos em sua própria nação, e que agora quer resolver as questões mundiais. Além de inconcebível, isso só enfraquece ainda mais a credibilidade do sistema das Nações Unidas”, conclui um analista de perseguição.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/10/arabia-saudita-assume-a-lideranca-do-conselho-de-direitos-humanos-da-ONU