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Joven cristiano es brutalmente linchado por “palestinos”.

Un joven cristiano fue salvajemente linchado por 6 “valientes” musulmanes “palestinos” en la localidad de Carmiel al grito de “ala akbar” solo la afortunada intervencion de otros transeuntes salvó la vida del joven que ahora se repone en el hospital Nahariya.

Una lluvia de patadas y puñetazos mientras gritaban como bestias salvajes que habia que matar a los infieles.

Fuente: Israelhelanu.

etzion

https://bajurtov.wordpress.com/2015/11/05/joven-cristiano-es-brutalmente-linchado-por-palestinos/

Afeganistão condena 11 policiais que não impediram linchamento de mulher

Farkhunda foi falsamente acusada de ter queimado exemplar do Alcorão

CABUL – Onze policiais afegãos foram condenados nesta terça-feira a um ano de prisão porque não protegeram uma mulher que foi linchada por uma multidão, depois de ser falsamente acusada de ter queimado um exemplar do Alcorão.

O tribunal de primeira instância de Cabul condenou por negligência no cumprimento do dever 11 policiais, incluindo cinco oficiais, que não impediram o assassinato de Farkhunda, de 27 anos, em 19 de março. Ao mesmo tempo, o tribunal absolveu outros oito policiais.

No início do mês, o mesmo tribunal condenou à morte quatro homens pelo assassinato de Farkhunda, que aconteceu em Cabul. O tribunal também já havia condenado outras oito pessoas a 16 anos de prisão e absolvido 18. Todos os condenados podem apelar da sentença, informou o juiz Safiullah Mojaddidi.

Farkhunda foi assassinada com agressões, queimada e depois jogada em um rio de Cabul por uma multidão enfurecida que a acusava de ter ateado fogo no livro sagrado do islã.

As imagens do linchamento, que foram vistas em todo o mundo nas redes sociais, mostram os homens atacando a mulher e os policiais sem esboçar qualquer reação. No total, 49 pessoas, 30 civis e 19 policiais, foram detidas.

A investigação revelou que Farkhunda não havia queimado nennum exemplar do Alcorão. Na verdade, ela havia denunciado as atividades de um vendedor de amuletos que ela considerava contrárias ao Islã.

Irritado, o vendedor a acusou de blasfêmia, o que provocou a revolta da multidão que matou a mulher.

O linchamento, que foi condenado pelo presidente Ashraf Ghani e pelos talibãs, provocou muitos protestos no Afeganistão.

http://oglobo.globo.com/mundo/afeganistao-condena-11-policiais-que-nao-impediram-linchamento-de-mulher-16198999

Caso Farkhunda: linchamento de mulher mudará o Afeganistão?

Homenagens estão sendo realizadas em Cabul, no Afeganistão, para Farkhunda, a mulher de 27 anos que foi brutalmente assassinada por uma multidão no mês passado.

Ela foi espancada com paus e pedras até a morte por um grande grupo, composto em sua maioria por homens, próximo a um templo, depois de ser falsamente acusada de ter queimado uma cópia do Alcorão.

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As cerimônias marcam o fim do tradicional período de 40 dias de luto no país.

O repórter da BBC no Afeganistão, Daud Qarizadah, relembra o caso e questiona se ele pode levar a mudanças marcantes no país.

O templo

Getty
Farkhunda foi morta próxima à mesquita Shah-Du-Shamshaira

Farkhunda foi morta próximo à mesquita Shah-Du-Shamshaira, na capital afegã, Cabul.

Este local fica perto do palácio presidencial e do principal mercado da cidade.

Multidões de homens jovens são vistas com frequência nesta área, assim como mulheres em busca de ajuda para seus problemas.

Muitas vão atrás dos “guardiões do tempo”, homens que vendem amuletos que supostamente ajudariam com questões como a dificuldade em ter filhos ou assuntos de família.

Alguns destes guardiões têm laços de família com o templo onde trabalham, mas não têm uma educação religiosa e dependem deste comércio para viver.

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Mas a mesquita Shah-Du-Shamshaira agora está fechada.

Foi nela que Farkhunda foi cercada por uma turba e espancada até a morte, inclusive até mesmo sendo atropelada por um carro. Seu corpo foi depois incendiado.

Esta morte brutal – registrada em vídeos feitos com celulares, que foram amplamente compartilhados em redes sociais – ocorreu depois de um desentendimento de Farkhunda com um dos guardiões.

Ela desafiou o homem quanto às “práticas supersticiosas” realizadas ali e acabou sendo acusada de ter queimado o Alcorão, sendo atacada por homens furiosos.

A família

BBC
O presidente afegão abraça o pai de Farkhunda em uma visita à família

Farkhunda estava treinando para ser uma líder religiosa. Seu pai, Mohammad Nadir, disse à BBC que ela tinha interesse no Islã desde a infância.

“Desde quando tinha sete ou oito anos de idade, ela ia à mesquita para aprender o Alcorão, que ela sabia de cor”, afirmou ele.

“Ela sempre estava disposta a ajudar aos pobres, especialmente às mulheres.”

Farkhunda havia apenas estado no templo uma vez quando a família decidiu parar no local para orar, uma semana antes de seu assassinato.

“Ela viu mulheres tremendo de frio”, disse Muhammad Nadir. “Na vez seguinte que esteve lá, levou um casaco para dar a uma delas. Foi neste dia em que tudo aconteceu.”

Seu irmão, Mujib, disse que não contaram a princípio à família o que ocorreu quando eles foram levados a uma delegacia de Cabul. Ele afirma que disseram a eles que Farkhunda havia sido acusada de queimar o Alcorão e estava sendo interrogada.

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“A polícia sugeriu que devíamos dizer que Farkhunda tinha um problema mental para evitar que a situação fugisse do controle”, ele disse à BBC. “Meu pai queria que ela fosse libertada e aceitou.”

A família afirma que só mais tarde naquela noite disseram que Farkhunda tinha sido morta e que eles deveriam deixar a cidade para sua própria segurança.

Desde então, a vida da família está de cabeça para baixo.

“Nenhum de nós sai mais de casa”, diz Mujib. “Não vamos para o trabalho, e as crianças não vão à escola.”

Ele diz que sua família quer justiça: “Se deixarmos para lá, amanhã, outra mulher pode ser morta como aconteceu com Farkhunda”.

A polícia

BBC
Policiais observam umn protesto contra a morte de Farkhunda

A polícia foi criticada pela família de Farkhunda por não protegê-la.

Seu pai acusou policiais de apenas olhar, sem tomar qualquer atitude, enquanto ela era morta.

Vídeos do incidente mostram que policiais tentaram dispersar a multidão; alguns dispararam tiros de advertência para o ar.

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Mas uma investigação oficial diz que a polícia perdeu o controle da situação e recomendou treinamento urgente, melhor comunicação e gerenciamento.

Também afirmou que suspeitos não foram detidos com a rapidez necessária, permitindo que eles se escondessem.

Vários policiais que estavam no local no momento do linchamento foram presos.

O chefe da divisão de crimes do ministério do Interior, o general Zahir Zahir, disse à BBC que 20 policiais estão atualmente suspensos e detidos, aguardando orientações do Ministério Público.

Os protestos

BBC
Cidadãos se mobilizaram depois da morte de Farkhunda

O assassinato sem precedentes foi seguido por manifestações sem precedentes.

Quando Farkhunda foi enterrada em 22 de março, seu caixão foi carregado por mulheres ativistas, uma total quebra de tradição, já que este papel normalmente cabe aos homens.

Nos dias seguintes, milhares protestaram em Cabul e em outras cidades afegãs, exigindo justiça.

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Alguns manifestantes levaram faixas com a foto do rosto ensanguentado de Farkhunda. Outros pintaram a própria face de vermelho.

Também houve protestos em diversos países, como Estados Unidos, Austrália e Reino Unido.

Líderes religiosos reprovaram o assassinato, mas alguns alertaram que o caso não deveria ser usado para atacar o Islã.

A investigação

BBC
Chefe de polícia de Cabul mostra diploma de Farkhunda

Depois de uma investigação de nove dias, uma comissão especial formada a mando do presidente Ashraf Ghani divulgou seu resultado, dizendo que o “assassinato selvagem” durou 25 minutos.

Também chegou à conclusão de que a acusação feita contra a vítima era falsa e que ela não poderia ter cometido tal crime, dada sua educação religiosa e conhecimento detalhado do livro sagrado dos muçulmanos.

A comissão não conseguiu identificar o motivo exato do ataque, mas disse que, provavelmente, Farkhunda disse a visitantes para não comprarem amuletos, o que enfureceu os guardiões do templo, levando às falsas acusações.

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O relatório não encontrou evidências de que um mulá, ou estudioso da religião muçulmana, estivesse entre os envolvidos na morte. “Todos os suspeitos são analfabetos e não conseguem ler o Alcorão”, disse o documento.

As autoridades ainda buscam por mais suspeitos e oferecem um prêmio de US$ 1,7 mil (R$ 5,8 mil) por informações que levem a eles.

A data do julgamento do caso ainda não foi marcada.

A lei

BBC
Primeira-dama afegã espera que assassinato mude o país para melhor

Ativistas de direitos das mulheres, políticos e jornalistas vêm discutindo se a morte de Farkhunda pode gerar mudanças no país.

A primeira-dama afegã, Rula Ghani, disse ter esperança que a tragédia seja um “ponto de inflexão” para o Afeganistão.

“Em muitas famílias, as pessoas estão finalmente enfrentando a violência cometida contra as mulheres”, ela afirmou em um discurso feito para diplomatas em Cabul.

“Muitas mulheres já me disseram que, quando caminham na rua de Cabul, elas se sentem mais confiantes e enfrentam menos assédio.”

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Shukria Barakzai, uma política proeminente no país, disse à BBC que as pessoas precisam ser melhor educadas sobre as leis de proteção às mulheres.

O ex-presidente Hamid Karzai aprovou a lei de “Eliminação da Violência Contra a Mulher” em 2009, mas o Parlamento ainda não a referendou.

“Apesar da lei punir o assédio e o abuso, a lei ainda não é bem compreendida, e sua implementação é limitada”, afirmou Barakzai.

Mas ela também espera que a morte de Farkhunda traga uma mudança duradoura.

“A crueldade e o horror cometidos contra Farkhunda permanecerão para sempre no coração de nossa história”, ela disse.

“E devemos manter este coração batendo até que nenhuma mulher sofra com este tipo de violência.”

As autoridades religiosas afegãs introduziram algumas mudanças após o assassinato.

Dae-ul Haq Abedi, vice-ministro de assuntos religiosos, disse à BBC que a venda de amuletos e outras atividades ligadas a superstições foram interrompidas em diversos templos ao redor do país e que funcionários foram substituídos.

“A morte de Farkhunda nos deu uma coragem sem precedentes”, afirmou Abedi.

“Daremos continuidade a sua luta contra a superstição, e as pessoas veem isso com bons olhos.”

Ele também afirmou que novas regras para templos foram criadas, assim como um novo sistema de licença para distinguir estudiosos da religião daqueles sem uma educação adequada.

“Aqueles que manipulam a religião são os verdadeiros derrotados neste caso.”

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150425_farkhunda_afeganistao_ponto_inflexao_rb

Corte afegã mostra vídeo de linchamento de mulher em Cabul

O vídeo de uma multidão matando uma mulher afegã acusada de queimar páginas do Alcorão foi mostrado em tribunal neste domingo, no julgamento de cerca de 50 pessoas suspeitas do linchamento que causou indignação e protestos em Cabul.

O juiz pediu aos promotores no segundo dia do julgamento as imagens registradas com câmeras de celulares, de uma multidão chutando e batendo na mulher de 27 anos, chamada Farkhunda.

Um total de 49 homens, incluindo vários policiais, estão em julgamento pelo assassinato.

Alguns policiais são acusados de ficar parados e permitir que a multidão matasse a mulher em plena luz do dia.

Uma investigação posterior revelou que ela tinha sido falsamente acusada de queimar páginas do livro sagrado para os muçulmanos.

O testemunho de domingo focou se a incompetência da polícia contribuiu para a morte de Farkhunda.

“Fomos informados sobre o incidente quando já era tarde demais. Eu enviei uma equipe para lá imediatamente, mas infelizmente nós não pudemos salvá-la”, disse o chefe da polícia Abdul Rahman Rahimi ao tribunal.

(Por Hamid Shalizi)

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/corte-afega-mostra-video-de-linchamento-de-mulher-em-cabul,a28e95e50381d410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

Chefe do escritório da Reuters no Iraque é ameaçado após denunciar linchamentos e saques em Tikrit

O chefe do escritório da Reuters em Bagdá deixou o Iraque depois de receber ameaças via Facebook e de ser denunciado por um canal de TV via satélite, pertencente a um grupo paramilitar xiita, devido a uma reportagem da Reuters da semana passada, que dava detalhes de linchamentos e saques na cidade de Tikrit.

As ameaças contra o jornalista Ned Parker começaram em uma página de Facebook iraquiano administrada por um grupo que se autointitula “the Hammer” e que é considerado por uma fonte da segurança iraquiana, de ter ligações com grupos xiitas armados. A postagem do dia 5 de abril e os comentários subsequentes, exigiam que ele fosse expulso do Iraque. Um comentário dizia que matar Parker seria a “melhor maneira de silenciá-lo, e não expulsá-lo”.

Três dias depois, um noticiário de TV da Al-Ahd, uma emissora de TV que pertence ao grupo armado apoiado pelo Irã, Asain Ahl al-Haq, transmitiu um reportagem sobre Parker que incluía uma foto dele. A reportagem acusava o repórter e a Reuters de denegrirem o Iraque e suas tropas apoiadas pelo governo e incitou os telespectadores a exigirem a expulsão de Parker.

A pressão aconteceu depois de uma reportagem do dia 3 de abril feita por Parker e dois colegas dando detalhes sobre abusos de direitos humanos em Tikrit, depois que as tropas do governo e as milícias apoiadas pelo Irã libertaram a cidade do controle de um grupo extremista do estado Islâmico. Dois jornalistas da Reuters testemunharam o linchamento de um combatente do Estado Islâmico, na cidade, por policiais federais iraquianos.

A reportagem também descreveu incidentes generalizados de saques e incêndios criminosos pela cidade, que políticos locais atribuíram às milícias apoiadas pelos iranianos.

Uma porta-voz da Reuters disse que a agência de notícias apoia a precisão e integridade dessa reportagem. O Facebook, atendendo a um pedido da Reuters, removeu uma série de mensagens ameaçadoras essa semana.

As ameaças parecem ser parte de uma mais ampla luta de poder no Iraque. O país está dividido entre a sua maioria xiita, que agora domina o governo, e a minoria sunita, que dominou o país durante o governo do falecido ditador Saddam Hussein.

O primeiro-ministro Haidar al-Abadi, um xiita moderado, está tentando derrotar o estado Islâmico – uma ramificação radical sunita da Al Qaeda, que conquistou grandes porções do território iraquiano – ao mesmo tempo em que tenta fazer as pazes com grande parte da comunidade sunita.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/chefe-do-escritorio-da-reuters-no-iraque-e-ameacado-denunciado-apos-reportagem,5437a17d019ac410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

Mulheres afegãs pedem justiça para jovem linchada por multidão e que teve o corpo incendiado

Em Cabul, centenas de pessoas saíram às ruas para pedir mais segurança e respeito dos direitos das mulheres, depois do linchamento público de uma jovem acusada de ter queimado um exemplar do Alcorão.

O ministro da justiça do Afeganistão já veio dizer que Fakhunda, a jovem morta pela multidão, estava inocente do que a acusavam: “Estamos aqui para perguntar ao governo e à polícia por que razão isto aconteceu, para defender o sangue dela e pedir justiça”, diz uma manifestante.

Outra acrescenta: “Queremos dizer que os direitos das mulheres no Afeganistão são apenas um slogan, porque as mulheres não têm quaisquer direitos no Afeganistão”

Fakhunda foi morta em circunstâncias particularmente bárbaras. Primeiro foi espancada até à morte por uma multidão, depois o corpo foi incendiado e atirado ao rio Cabul. O vídeo, divulgado nas redes sociais, mostra vários polícias no local, que não intervieram para impedir o crime.

http://pt.euronews.com/2015/03/23/mulheres-afegas-pedem-justica-para-fakhunda/

Mulher acusada de profanar o Corão é linchada por multidão no Afeganistão

A mulher, chamada Farkhonda, de 32 anos, teria queimado um Corão em público.

Uma mulher com problemas mentais foi linchada nas ruas de Cabul, no Afeganistão, acusada de ter queimado um Corão na capital, informou uma fonte oficial à Agência EFE.

“A mulher, chamada Farkhonda, de 32 anos, teria queimado um Corão em público e uma multidão a espancou até morrer, ateou fogo a seu corpo e depois o atirou no rio Cabul”, disse o chefe do Departamento de Crimes da capital, Farid Afzali.

http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/mulher-e-linchada-no-afeganistao-acusada-de-profanar-o-corao,4b59c462db23c410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html