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A mesquita do jihadista de Manchester hospedou pregadores que rezavam para que os não-muçulmanos fossem mortos

“Clérigos do Ódio. Os pregadores na mesquita onde o terrorista de Manchester rezavam pedindo que homossexuais, soldados britânicos e não crentes fossem mortos”, de Ben Lazarus, The Sun , 28 de maio de 2017 (graças a The Religion of Peace ):

Na mesquita onde o terrorista Salman Abedi adorava pregadores de ódio foram hospedados e pediam que soldados britânicos fossem mortos, e que homossexuais e adúlteros fossem apedrejados até a morte.

O canal do YouTube da Mesquita Didsbury ainda apresenta vídeos de clérigos, incluindo o americano Abdullah Hakim Quick.

Ele pediu homossexuais serem mortos e deveriam ser mortos aqueles que não seguem o Islã.

Os deputados acusaram a mesquita de fazer parte da radicalização de Abedi.

Khalid Mahmood disse: “Tem que ser perguntado onde um homem de 22 anos nascido e criado e produzido em Manchester começa com esse tipo de ódio.

“Nós tendemos a pensar que o problema é a internet e as mídias sociais.

“Mas as pessoas não acabam de aparecer um dia e olhar para as coisas on-line.” …

https://www.jihadwatch.org/2017/05/manchester-jihadis-mosque-hosted-preachers-who-prayed-that-non-muslims-be-killed

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Líderes muçulmanos em Manchester, local do massacre da jihad, reclamam do aumento da “islamofobia”

“Líderes muçulmanos em Manchester relatam aumento de incidentes islamofóbicos”, de Jamie Grierson e Robert Booth, Guardian , 24 de maio de 2017:

Os líderes muçulmanos em Manchester expressaram preocupação com uma série de incidentes islamófobos na cidade, do abuso verbal aos danos criminais às mesquitas.

Lideranças da comunidade muçulmana dizem que receberam relatos de comportamento abusivo desde o ataque a Arena Manchester no início desta semana.

Fawzi Haffar, administrador do Centro Islâmico de Manchester em Didsbury, onde Salman Abedi, o criminoso da Arena Manchester, deve ter orado, disse: “Estamos preocupados com os relatórios que estamos recebendo sobre atos anti-muçulmanos. Estes são atos anti-muçulmanos terríveis que variam do abuso verbal aos actos de dano criminal às mesquitas na área e fora da área. Incentivamos qualquer incidente a ser relatado como um crime de ódio. ”

Mohammed Ullah, capelão muçulmano na Universidade de Manchester, disse que ouviu relatos de uma menina muçulmana sendo cuspida e de outro muçulmano que teria ouvido para “ir para casa”. Um incendiário atacou uma mesquita em Oldham, Greater Manchester, pouco depois da atrocidade.

“Ouvimos relatos, mas muitas pessoas têm muito medo de falar sobre o problema ou não querem causar barulho”, disse Ullah ao Guardian. “Recebemos relatórios, mas acho que os incidentes estão sub-relatados.”

“Os ataques islamófobos aumentaram exponencialmente nos últimos anos”, prosseguiu. “Eu digo aos estudantes muçulmanos que relatem esses incidentes de ódio quando eles acontecerem. Estejam vigilantes e não permitam que o ódio nos divida. ”

Falando fora da mesquita de Didsbury, Haffar procurou dissipar os relatórios de que Abedi havia trabalhado no centro e disse: “Nós expressamos preocupação que uma pequena parte da mídia está fabricando histórias e trazendo pontos infundados”.

Ele também expressou sua indignação com o ataque, chamando-o de “atrocidade horrível” e dizendo que “esse ato de covardia não tem lugar em nossa religião ou qualquer outra religião”. Ele incentivou qualquer pessoa com informações para entrar em contato com a polícia.

Mas Ullah disse que os muçulmanos não deveriam se desculpar pelas ações de extremistas.

“Eu digo aos muçulmanos que vocês não deveriam se desculpar pelas ações dos indivíduos”, disse ele. “Nenhuma outra comunidade foi levada a conta como esta. Deixe-me ser claro – o que aconteceu na segunda-feira foi um crime de proporções épicas. Foi épico, maligno e condenamos com a mais forte condenação.

“Mas vamos também ser claros sobre isso – por que temos então de levantar-se e dizer:” pedimos desculpas “? Não é minha culpa. Não é culpa da religião.

“Estamos fartos de ter que pedir desculpas e ser o primeiro a condená-lo. O que mais podemos fazer? Diga-me o que mais podemos fazer? “…

https://www.jihadwatch.org/2017/05/uk-muslim-leaders-in-manchester-site-of-jihad-massacre-claim-rise-in-islamophobia

Daesh: Maldade ou Fraqueza?

Por Amir Kater

-Maldade: Perversidade, malignidade, crueldade, DESUMANIDADE.

-Fraqueza:  vulnerável, algo sem vigor.

Começamos “bem” essa semana, com um ataque terrorista em Manchester, na saída de um show de uma cantora pop americana, ativista feminista e apoiadora da causa LGBT, levando a óbito 22 pessoas  e 59 feridas (até o momento). Qual motivo?

“Vingança da religião de D’us” “Aterrorizar os Politeístas”, segundo nota do Estado Islâmico.

O real motivo foi, é e sempre será o Terror pelo Terror, e um ataque frontal mesmo que com uma fina “camada de neblina” aos apoiadores e ativistas da causa Feminista e LGBT mundial, o show em questão era da Cantora Ariana Grande que está fazendo sua turnê mundial com o Título do seu singleDangerous Woman“, irônico não? Claro que não se descarta nem deixa de lado a questão de ideais radicais islâmicos com sua “mulherfobia”, “homofobia” e porque não dizer “mundo ocidental livre e organizado fobia”, não é?

Pois bem, o que é de fato o feminismo? Quem foram as principais idealizadoras? Qual era e/ou é seu principal objetivo perante a sociedade?

“Desse modo, o movimento feminista contemporâneo atua com base numa perspectiva de superação das relações conflituosas entre os gêneros masculino e feminino, recusando, portanto, o estigma ou noção de “inferioridade” (ou desigualdade).

 O Feminismo surgiu no ano de 1960, tendo como principal mola motriz a Libertação da mulher, a igualdade social, econômica e política. Suas principais idealizadoras foram:

Simone de Beauvoir – “Não se nasce mulher: torna-se”,

Betty Friedan – “Una mujer debe poder decir, y sin sentirse culpable, ¿quién soy y qué quiero de la vida?”

Kate Millett- “La revolución (feminista) ha de trascender a la reestructuración política o económica mediante una verdadera “reeducación y maduración de la personalidad”.

Sabemos que  o Alcorão vai  contra esse modo de pensar quando o Daesh praticou mais esse ataque, não poupando sequer crianças, o que já se espera deles;  não era para vingança e sim um aviso. Vejamos alguns fatos sobre a artista Ariana grande:

As pessoas que mais gosto são gays. É algo que sou muito apaixonada, porque sempre que vejo meus amigos sofrerem bullying ou meu irmão ser ferido por conta de sua sexualidade, eu me transformo numa lunática raivosa. Eu não aguento. Quando você vê alguém que você ama ser machucado, por um motivo tão superficial e idiota, tipo, quão pequena, fraca espiritualmente e idiota uma pessoa pode ser? Como você pode ser tão estúpido a ponto de julgar uma pessoa baseando-se na sexualidade dela, antes mesmo de ter uma conversa com ela?”.

Ser ‘empoderada’ não é o mesmo que ser uma ‘vadia’*. TER ALGO A DIZER não é o mesmo que TER UMA PÉSSIMA ATITUDE.

Eu tenho uma longa lista  de coisas que eu gostaria de mudar… Intolerância, Maldade, Padrões Sociais, Misoginia, Racismo, Sexismo…

Engraçado que uma semana antes do ataque ao show, uma conta no “Twitter” começou a mandar mensagens ameaçando a cantora em questão, e começou também a fazer ameaças ao grupo musical “Fifth Harmony” que apoia as causas feministas e LGBT e Camila Cabello, ex-integrante do grupo, agora em carreira solo. Ocorre que nesse mesmo grupo você tem a integrante Lauren Jauregui que se assumiu bissexual há pouco tempo e uma  das grandes ativistas desses movimentos, tendo sido indicada ao premio “British LGBT Awards”  como “Celebridade LGBT”, ganhando o prêmio dessa categoria e também concorrendo em outra categoria com o grupo.

Como é passado para o povo que vai ser Islamizado?!

O Islamismo vem colocando em prática o plano de Islamizar o mundo desde o século VI, quando ‘nasceu’. Muitos falam que sim, existe mulheres muçulmanas feministas, sim, elas são tratadas com igualdade e “blá blá blá”. Retumbante e grotesca mentira essa! Aí é que a cortina que começou a ser implantada tempos atrás, que foi exposta com a Sra. Linda Sarsour, sim, “jihadista” ligada ao grupo terrorista de Gaza, o “Hamas”, e que encabeçava a “Marcha das Mulheres”. Logo começaram a “plantar a semente” de que o movimento feminista existe na comunidade islâmica e que é respeitado; dizendo que as mulheres têm o seu espaço, direito a se expressar como bem entenderem, bem como a existência do “empoderamento feminista islâmico”.  Como se fala em inglês “bull shit” (besteira), ou no português (historia pra boi dormir). Essa semana estamos colhendo o que esse sistema porco, “jihadista Islâmico” plantou em 21/01/2017, quatro meses e um dia após a cortina de fumaça ter sido levantada. No caso em tela, pois de há muito já estamos vendo essa colheita maldita em muitos países e pontos do globo.

Já sabemos como estão usando os movimentos que mais lutam contra injustiça para continuar fazendo terror. Esclarecido esse ponto, vamos para o seguinte:

Como de fato o Islã trata as mulheres

A mulher é vista como brinquedo, como um ser inferior, deficiente em inteligência, de entendimento de religião, de gratidão e assim por diante.

Conclusão é que devemos estar sempre um passo a frente deles, e, se isso não for possível que pelo menos possamos melhorar nossa  atenção nas nuances que nos são dadas, dia após dia, ataque após ataque, leniência estatal uma após a outra,  falhas graves de inteligência e segurança. Devemos pensar aberto e de forma objetiva, pois eles têm entranhado na alma os fatores:

-Maldade

-Fraqueza

Só que conseguem usar isso a favor deles, usando a relação do espelho, estamos sofrendo o reflexo de um povo doente de alma; que usa o véu a de uma pseudoreligião. Na verdade, um sistema bem articulado de conquista e colonização pelo medo, pela força, maldade e a imposição teo-política para esconder todas as atrocidades quem vêm praticando desde o seu “nascimento” e que vêm sendo acobertadas dia-a-dia pela ONU e outros fortes interessados em outras questões. Não podemos nos deixar ser manipulados por essas mentes assassinas, fanáticas e doentes, e muito menos pela mídia.

Para melhor ilustrar o que aqui é dito em relação à mulher, que pode ser extensivo para outros polos deixo um link que me agradou como explicação e demonstração do que aqui exprimi:

http://www.exmuculmanos.com/por-que-as-feministas-nao-se-preocupam-com-as-muculmanas/

Sempre desejando à todos paz e os bons olhos para identificar o perigo eminente.

Referências:

https://twitter.com/camilahotaf/status/866878805864050688

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,integrantes-do-fifth-harmony-se-consideram-feministas,10000050472

http://laurenjaureguibrasil.com.br/lauren-e-fifth-harmony-sao-indicadas-para-no-british-lgbt-awards-saiba-como-votar/

http://febreteen.com.br/2017/05/maravilhosa-lauren-jauregui-ganha-premio-lgbt-e-agradece-com-mensagem-encorajadora/

http://islamismoestudo.blogspot.com.br/2013/08/a-mulher-muculmana-mais-um-enfoque-na.html

http://emais.estadao.com.br/blogs/leticia-sorg/uma-muculmana-na-marcha-das-mulheres/

http://amigodeisrael.blogspot.com.br/2017/01/linda-sarsour-jihadista-da-marcha-das.html

Imagem: Terror Alert.