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Brasil poderá mudar os votos contrários a Israel na UNESCO e você pode ajudar. Saiba como

Foi publicada uma matéria no portal de notícias Gospel Prime, de autoria do jornalista Jarbas Aragão, sobre uma reunião ocorrida no Itamaraty onde a pauta foi a relação do Brasil com Israel. O Ministro das Relações Exteriores, José Serra, recebeu o deputado federal Roberto de Lucena e um grupo de lideranças religiosas, formado por pastores e um membro da comunidade judaica.

O objetivo foi pedir que nossa diplomacia busque maior equilíbrio quando votar as resoluções da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e em outros órgãos das Nações Unidas.

Os membros do Conselho Apostólico Brasileiro, que representa diversas denominações, uniram-se ao deputado Lucena, para solicitar que o Brasil reavalie o seu voto nas 20 resoluções da ONU contrárias a Israel, aprovadas este ano, bem como nas resoluções da UNESCO que negam a ligação histórica dos judeus com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

Embora ainda não seja possível revelar todos os detalhes sobre a reunião, é importante salientar que, verdadeiramente, surgiu uma oportunidade histórica do Brasil mudar seu posicionamento junto à ONU. O caminho para tal objetivo encontra-se na mobilização popular, e a história recente do país mostra que este é o único instrumento capaz de gerar mudanças. No caso, sobrepor o costumeiro posicionamento diplomático anti-Israel. Já está agendada uma próxima reunião, dia 8 de março de 2017, que será vital para um desfecho favorável nessa busca por justiça frente à ONU. Liderada pelo bloco árabe, a organização vem publicando sucessivas resoluções contrárias a Israel, mas se nega a condenar os nefastos crimes de países violadores dos direitos humanos.

Ademais, cumpre noticiar que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires tem participado ativamente dessas articulações, pois através do jornalista Jarbas Aragão propiciou todo o aporte informativo utilizado pelo deputado Lucena e o Pr. Paulo de Tarso para a defesa de Israel na reunião. Cabe ressaltar que foram entregues, inclusive, cópias impressas das matérias do jornalista sobre Israel para Serra, visto que a grande mídia não tem divulgado os fatos com a isenção que o caso requer.

No dia 29 de novembro, a equipe EVM – formada por Andréa Fernandes, Jarbas Aragão e Diane Torres – estará em Brasília dando continuidade ao trabalho de mobilização pró-Israel, articulando apoio de lideranças políticas e demais parlamentares. Estamos, também, agendando reuniões para tratarmos da pauta “perseguição religiosa no mundo muçulmano”, e já foi confirmado encontro com o deputado federal Ezequiel Teixeira (RJ) que já se prontificou a encaminhar o tema à Comissão de Direitos Humanos.

Dessa forma, chegou o momento de unirmos as comunidades cristãs e judaicas, nos organizando para que a próxima reunião conte com a presença de importantes lideranças religiosas e seculares, apresentando o abaixo-assinado com pelo menos 500 mil assinaturas.

E VOCÊ, leitor, PODE e DEVE ser um importante canal para o êxito dessa empreitada, e para tanto, as seguintes ações  devem ser executadas:

1.ASSINE a petição pública e compartilhe no seu facebook , whatsApp e grupos diversos na rede (clique aqui para acessar o abaixo-assinado);

2.DIVULGUE a reunião e solicite ao seu líder religioso que entre em contato com as instâncias representativas de seu credo, tais como conselhos, convenções e demais entidades. Peça, também, para que seja emitida uma DECLARAÇÃO POR ESCRITO dessas lideranças religiosas em apoio a Israel e ao manifesto descrito na petição pública; (Caso haja dificuldade na elaboração do texto, disponho-me a enviar o modelo, já que é importante constar alguns detalhes)

3.Todas as declarações acima referenciadas que forem encaminhadas à ONG EVM serão entregues ao Ministro Serra na reunião de março;

3.SOLICITE empenho das BANCADAS PARLAMENTARES EVANGÉLICA E CATÓLICA na condução dessa questão, a fim de que os parlamentares também demonstrem publicamente seu apoio;

4.Solicite APOIO de cantores e demais personalidades da mídia para que se unam nessa mobilização pró-Israel, divulgando a próxima reunião e a necessidade de, se possível, chegarmos a meta de 500 mil assinaturas;

5.Os judeus também podem solicitar às suas lideranças que se empenhem nessas articulações e compareçam à reunião.

LEMBREM-SE: sem união dos cristãos, judeus e todos aqueles que abominam “atos de injustiça”, não teremos êxito nessa luta!

Por fim, devo esclarecer que toda SUGESTÃO para ampliarmos esse movimento será bem-vinda!

Andréa Fernandes (advogada, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires).

Refutando mais um “tratado de ódio antissemita”

Hoje, eu tive a infelicidade de ler um “manifesto rejeitando a indicação do novo embaixador israelense”, o qual foi protocolado no Escritório Regional da Presidência da República de São Paulo, e como todo ato visivelmente antissemita, não deixou de haver a costumeira reivindicação de rompimento de relações com Israel e o não reconhecimento de suas primeiras fronteiras de 1948.
 
No referido manifesto, o sr. Dayan é caluniado com o termo “criminoso” e diversas acusações espúrias são feitas a Israel. É óbvio que não poderia se esperar respeito à honra alheia de movimentos sociais que apoiam incondicionalmente os criminosos que arruinaram a Petrobrás. Aliás, pode se ofertar qualquer credibilidade a um documento assinado pelo presidente da CUT, que acaba de ser denunciado por diversas entidades ao Ministério Público por afirmar que pegará em armas com seus comparsas para impedir o clamor democrático de destituição legal da presidente mais rejeitada de todos os tempos?
 
Qual a moral que  Vagner Freitas tem para ofender uma autoridade estrangeira que ele nem conhece? Um presidente de instituição que defende criminosos presos por toda sorte de crime mostra que carece de padrão mínimo de honestidade para se imiscuir nas decisões do governo israelense.
 
Ao terminar a leitura do “tratado de ódio antissemita”, percebi que o mesmo era assinado por entes árabes, movimentos sociais de esquerda, PSOL, PSTU e outras entidades da mesma linha ideológica. E para demonstrar a hipocrisia dos “humanistas” que seguem a presidente Dilma, pesquisei as ações de um desses movimentos para comprovar o relativismo moral que impera no meio.
 
Como ando muitíssimo preocupada com as graves violações contra os direitos humanos das mulheres no mundo muçulmano, escolhi o movimento social denominado “Marcha Mundial das Mulheres”, pois, a denominação sugere um comprometimento humanista a nível internacional.
 
O grupo foi criado em 2000 e se descreve como “um movimento feminista internacional e anti-capitalista que luta para mudar o mundo e a vida das mulheres, integrando a construção de igualdade e liberdade das mulheres às lutas por transformações globais na sociedade.”
 
Se alguém pensa que na página do aludido movimento social encontrará condenação pública à mutilação genital que vem crescendo assustadoramente até na Europa ou qualquer condenação aos “crimes de honra” e à misoginia em países de maioria muçulmana, ficará decepcionado, posto que, o objetivo maior é defender a agenda do governo petista. 
 
Ao visitar a página, o que vi, foi a tradicional militância esquerdista: defesa incessante da legalização do aborto, apoio ao movimento LGBT e às políticas públicas implementadas pelo PT. E apesar de ser um “movimento feminista” voltado para os direitos das mulheres, não localizei denúncia alguma sobre as condições das mulheres palestinas, e isso deve ser, porque não consideram os fundamentalistas islâmicos da organização terrorista Hamas como “opressores”, quando alistam mulheres e crianças para se tornarem terroristas e usam seus corpos em “martírio” não pelas “liberdades” defendida pelas esquerdas, mas sim, pela libertação de al-Aqsa, morte dos judeus e ocupação de todo território israelense!
 
Quando o então Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, rompeu protocolo de intenções com a empresa israelense Elbit em atendimento ao pleito de boicote às armas israelenses, as feministas comemoraram, ainda que tal iniciativa em nada beneficiasse as mulheres que elas dizem defender. Porém, toda feminista minimamente letrada sabe que “liberdade” e “igualdade de direitos” nas sociedades muçulmanas simplesmente não existem!
 
Assim, pela “plataforma” da Marcha Mundial das Mulheres, dá para acreditar que os movimentos sociais e demais entidades que assinaram o odioso manifesto sejam humanistas?
Por Andréa Fernandes