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Menino mata prisioneiro em vídeo divulgado pelo Estado Islâmico

Uma criança bem pequena aparece atirando contra a cabeça de um prisioneiro em um vídeo chocante divulgado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), neste domingo. De acordo com informações do jornal britânico “Daily Mail”, a gravação pode ter sido feita no Iraque, onde os militantes da organização jihadista tem perdido espaço por forças do governo local.

No vídeo, o menino, que aparenta ter cerca de 4 anos, acompanha um homem até o local onde o prisioneiro está preso. A criança, então, usa uma pistola para atirar contra a cabeça do homem. Imagens do vídeo foram compartilhadas em uma rede social pelo grupo ativista “Raqqa is Being Slaughtered Silently” (Raqqa está sendo abatida silenciosamente, em tradução literal), que denuncia na internet as atrocidades cometidas pelo grupo jihadista.

Menino mata prisioneiro em vídeo chocante
Menino mata prisioneiro em vídeo chocante Foto: Reprodução / Twitter

Entre as estratégias do EI está usar crianças, que são chamadas de “filhotes do califado”, não só para matar inimigos, mas como força de combate na frente de batalha. Os pequenos recebem treinamento militar desde bem jovens, quando aprendem a usar armas e táticas militares.

Segundo a agência de notícias “Reuters”, o EI já perdeu a maior parte de seu território no Iraque desde 2014, mas insurgentes ainda continuam promovendo ataques e matando inimigos na região.

De acordo com o relatório anual sobre terrorismo do Departamento de Estado dos Estados Unidos, o Estado Islâmico (ISIS em inglês) já ultrapassou a Al-Qaeda como principal grupo terrorista no mundo. O documento aponta a capacidade do grupo em recrutar militantes e divulgar sua mensagem pelo mundo.

O EXTRA apresenta as imagens para denunciar a barbárie que a intolerância e um regime radical produzem pelo mundo.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/menino-mata-prisioneiro-em-video-divulgado-pelo-estado-islamico-20747752.html#ixzz4VI0MDAST

 

Menino muçulmano é espancado na escola nos EUA e pai culpa Trump

Um menino muçulmano de 7 anos, residente nos Estados Unidos, foi espancado por seus colegas em um ônibus escolar, na cidade de Cary, Carolina do Norte, na última sexta-feira. O incidente foi relatado no Facebook por seu pai, Zeeshan-ul-hassan Usmani, que culpou a retórica preconceituosa do republicano Donald Trump pelo episódio de violência contra seu filho.

“Bem-vindos aos Estados Unidos de Donald Trump”, escreveu Usmani, junto a uma foto do pequeno Abdul Aziz, com um braço engessado. “Ele está na primeira série, sofreu bullying e foi espancado por seus colegas de escola por ser muçulmano”, afirmou. Em entrevista ao site BuzzFeed News, Usmani comentou que as outras crianças gritavam ofensas raciais, enquanto chutavam e davam socos no menino.

O caso foi o mais recente após dezenas de episódios de preconceito contra a família de paquistaneses, que decidiu voltar para o seu país de origem. Os colegas de Abdul já haviam tentado forçá-lo a comer depois de descobrirem que ele apenas consumia alimentos halal, preparados segundo regras da lei islâmica. Seu irmão também foi chamado de terrorista na vizinhança.

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Para Usmani, a violência e o preconceito religioso contra sua família tomaram grandes proporções nos últimos meses por incentivo das declarações de Trump sobre muçulmanos. “Todos esses eventos, por parte de vizinhos e outros, dispararam desde o início da campanha presidencial”, disse aoBuzzFeed News. “Os tempos estão mudando e esta não é a América em que sempre pensamos e acreditamos”, afirmou.

Imediatamente após Abdul retornar machucado da escola, Usmani comprou passagens de avião para ele, sua esposa e os três filhos. Eles devem permanecer no Paquistão pelo menos até as eleições presidenciais americanas, em 8 de novembro. Segundo o BuzzFeed, Usmani trabalha como chefe de tecnologia em uma empresa do Vale do Silício, que desenvolve softwares para ajudar no combate ao terrorismo no Oriente Médio.

O sistema de escolas públicas do condado de Wake afirmou que abriu uma investigação sobre o caso de Abdul Aziz e que, até o momento, alguns estudantes entrevistados não confirmaram a história. O diretor da Escola Elementar Weatherstone não conseguiu contatar a família.

https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/menino-mu%C3%A7ulmano-%C3%A9-espancado-na-escola-nos-eua-e-pai-culpa-trump/ar-AAiUusi

Professor chicoteia selvagemente menino cristão copta por 40 vezes

Um professor egípcio de língua árabe chicoteou um menino cristão copta de 10 anos de idade, com 40 chicotadas usando um fio elétrico na semana passada em uma escola no Cairo.

Os médicos que examinaram mais tarde as feridas no menino “não podia acreditar que um professor pôde fazer isso”, disse o pai da criança.

O incidente ocorreu em 21 de outubro, durante a última aula do estudante copta do dia, que era língua árabe. Em seguida, o professor disse aos alunos para permanecerem em silêncio até que eles houvessem copiado todas as frases em árabe que estavam escritas no quadro-negro. Quando Babawi, o menino copta, fez uma pergunta a um o estudante na frente dele e moveu a cabeça para que ele pudesse ver o quadro, o professor trancou a porta e chicoteou o menino cristão 40 vezes com um grande fio elétrico por todo o corpo.

De acordo com o pai, que falou com MCN, o menino recebeu um “espancamento fatal.” Ele desmaiou e foi imerso em seu próprio sangue. Depois de ser examinado pelos médicos, verificou-se que ele sofreu danos em seus ossos e rins.

Ninguém de fora parecia ouvir os gritos contínuos do menino e dos outros alunos que estavam com muito medo de intervir, disse o pai, que trabalha como guarda de segurança.

Como o Alcorão é a base para estudos de língua árabe no Egito, é provável que as frases em árabe no quadro tenham sido derivadas do livro sagrado do Islã. Neste contexto, talvez o professor ficou especialmente irado porque, de todos os alunos, foi o “humilde” copta que estava sendo “blasfemo” por falar.

Curiosamente, algumas semanas antes, Ibrahim Eissa, uma personalidade de televisão egípcia, fez algumas observações pertinentes a este caso.

Depois de ter recordado que é bom ensinar o Alcorão a cristãos coptas em escolas públicas, uma vez que é essencial para o domínio da língua árabe, Eissa disse: “Mas aqui chegamos à verdadeira questão: Por que também não está sendo ensinado o sermão de Cristo no Monte, como registrado no Evangelho, que é uma das maiores e mais brilhantes declarações, cheias de sabedoria e justiça? ”

Em seguida, ele ressaltou que, se aos coptas deve ser ensinado o Alcorão, devem também os muçulmanos aprender com o Novo Testamento: “E se você não concordar, então você é injusto, iníquo e antipatriótico”.

http://www.raymondibrahim.com/from-the-arab-world/teacher-savagely-whips-coptic-christian-boy-40-times/

http://www.raymondibrahim.com/from-the-arab-world/teacher-savagely-whips-coptic-christian-boy-40-times/Conhecimento do sermão de Cristo no Monte pode ter ido um longo caminho para dominar a raiva violenta do professor de língua árabe.

O pai do menino copta abusado, desde então, apresentou um relatório com a polícia, falado com as autoridades escolares, mas, segundo ele, “Até agora, não há medidas legais foram tomadas contra o professor.

Estado Islâmico crucifica sírio de 12 anos

Extremistas torturaram e crucificaram grupo de cristãos em Aleppo; garoto teve dedos decepados em frente ao pai.

Membros do grupo Estado Islâmico crucificaram um garoto de 12 anos na cidade de Aleppo, na Síria, no último mês de setembro, após cortarem a ponta dos dedos do jovem na frente de seu pai, segundo um relato da ONG Christian Aid Mission.

De acordo com o documento, os terroristas agrediram e torturam um grupo de cristãos sírios na cidade. O jovem de 12 anos foi agredido em frente ao pai, que era líder de uma igreja cristã. O garoto e mais três homens foram crucificados depois.

Outras oito pessoas foram decapitadas pelos militantes, incluindo duas mulheres que também foram estupradas.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-10-06/estado-islamico-crucifica-sirio-de-12-anos.html

Family of drowned toddler Aylan Kurdi had been given FREE housing in Turkey, while father’s story is full of holes

Abdullah Kurdi’s story is made-up. But his lies are now being used and rewarded by the media in full blown propaganda, while pressuring policies to force Europe to take in more economic migrants who have never experienced a war zone. The dead toddler pornography is a dream-come true PR campaign serving ISIS and their overwhelming Muslim supporters.

Abdullah was never on that boat to watch his wife and children drown. That’s why he was the only survivor. The first time he learned of their death was from the hospital after the photos of his young son was circulating in the media. Listen to all the contradictions and holes in his story.

This was an attempt to send his wife and children into Europe before his own arrival to apply for refugee status as a lone woman with children, while they never even lived in a war zone.

Unfold the #migrationfraud :

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After leaving from what they say was a war zone (Syria is huge and the entire country is not a war zone) the Kurdi family was given FREE housing in Turkey and had been there for THREE years. Abdullah Kurdi was not in any war zone. He was safe, he had food, he had over $4,400 in cash, which is over 13,000 Turkish Lira – so why did he leave?

Frankly the whole story simply doesn’t add up.

This is what he told the press initially, as reported in the Guardian yesterday:

“I took over and started steering. The waves were so high and the boat flipped. I took my wife and my kids in my arms and I realised they were all dead,” he told AP.

Let’s look at all the details of his story.

The report according to Abdullah’s own words is that he lived in Turkey for three years and prior to that he had lived in Damascus. His sister makes the story even more confusing saying that Abdullah was a barber originally from Damascus, who fled from Kobani to Turkey but “dreamed of a future in Canada” for his family. Was he living in Damascus or Kobani? Kobani is over 500 kms from Damascus.

After “fleeing” from “war zone” Kobani he now wants to return to Kobani to attend — a funeral. Huh…? So he’s safe to fly back by plane to Kobani and attend a funeral. And guess what? ISIS was not even in Kobani when Kurdi claims his family “fled” from ISIS.

ISIS was not in Damascus either three years ago when Kurdi claims he lived there. ISIS entered only a small rural part of northern Damascus last year and targeted a remote refugee camp with “Palestinians” earlier in 2015 and were pushed out. ISIS is present ina quarter of the country in Northern Syria, not in the South.

While Western media reports that he was trying to reach Canada, Swedish media are being given reports by Kurdi that he was trying to reach Sweden and that he had been receiving FREE housing in Turkey for three years. Abdullah claims he was trying to reach Canada but was denied asylum – while Canadian authorities say they have never received any application from him at all. Which story does Abdullah want to stick to?

What we’re reading here is a story about relatives serving as people smugglers to other relatives living in Turkey. This is what happened with Kurdi. His own family in Canada are his people smugglers trying to come up with ways for him to illegally fraud the immigration system, and make up stories about threats that he never experienced.

The father, Abdullah Kurdi, is giving different stories depending on who he is talking to. His sister Fatima gave an account of a phone conversation with her brother Abdullah that is reported in the DailyMail. That story is different to the one Abdullah Kurdi gave to the press.

Listen to the bits here from DailyMail:

Reliving the moments after the dinghy capsized and the Mediterranean waves crashed around them, Abdullah Kurdi described how he’d pleaded with his sons to keep breathing, telling them he didn’t want them to die.

It was only when he looked down at their faces and saw blood in Aylan’s eyes that he realised the boys had died in his arms and he was forced to let them go.

Looking around in the water, he spotted the body of his wife Rehan ‘floating like a balloon’. She had also drowned.

…and the version his sister Fatima gives, the DailyMail, is here:

Yesterday his sister Tima – who is also known as Fatima – revealed how the grief-stricken father had relived the final moments of his boys’ lives in a phone conversation she’d had with him.

‘When a bigger wave came and flipped the boat upside down, Abdullah right away caught both his kids and tried so hard with all the power he had to keep them up from the water, screaming, ‘Breathe, breathe, I don’t want you to die!’,’ she said.

‘In his left arm was Galip and he saw he was dead and he told me, ‘I had to let him go’,’ she added. 

Then he looked at Aylan and could see blood from his eyes, so he closed them and said, ‘rest in peace my son,’ she went on to say.

She said that while he was still in the water, Abdullah saw his wife’s dead body floating in the water ‘like a balloon’, causing him to struggle to recognise her.

Sobbing uncontrollably Abdullah yesterday recalled his terror when the flimsy and overcrowded dinghy overturned, causing the night to be pierced by the screams of his fellow Syrian refugees as he clung on to his wife.

I was holding her, but my children slipped through my hands,’ he said.

‘We tried to cling to the boat, but it was deflating. It was dark and everyone was screaming. I could not hear the voices of my children and my wife.’

The wife was ‘a balloon’ in less than three hours ? The rate of decay to a dead body in water is not instant. Obviously Abdullah had no idea how dead people in water decay and he knew at some point they would bloat, so he described his wife in a condition of decay that takes days to mature. Here from The Forensic Library is a description:

Bloated (2-6 days)
This stage of decomposition includes the first visible signs of decay, namely the inflation of the abdomen due to a build-up of various gases produced by bacteria inside the cadaver. This bloating is particularly visible around the tongue and eyes as the build-up of gases cause them to protrude. The skin may exhibit a certain colour change, taking on a marbled appearance due to the transformation of haemoglobin in the blood into other pigments.

Although Abdullah claims to have seen the dead bodies of his two children and his wife after their boat was hit by two large waves, his story then changes and he claims that he made it safely to the beach. He now assumed that the wife, who had laid bloated and drowned, and the two small boys who he had seen drowned right in front of him and he knew were dead,  had managed somehow to make it alive to the beach. He could not find them on the beach so he assumed they had “become scared and ran away”. He now sees these dead people nowhere. But he only finds the “truth” about their death after going to the hospital where their bodies were kept.
Can someone explain to us how dead bodies run away? In other words, he only knew they were dead after the pictures of his son started showing up in the media reports. Here’s his own account reported in the DailyMail:

Over the following three hellish hours in the water, [in the short time his wife turned onto a ‘balloon’ – a sign of decomposing that only occurs 2-6 days later] Mr Kurdi battled for survival, while frantically searching for his sons and his wife, who had also been pulled from his reach. He found one childbut it was too late – the boy had drowned.

‘My first son died from the high waves,’ he said. ‘I was obliged to leave him to save the other one. I tried to swim to the beach by following the lights.

‘I looked for my wife and child on the beach but couldn’t find them. I thought they had got scared and had run away and I went back to Bodrum.

‘When they did not come to our meeting point I went to the hospital and learned the bitter truth.’ (How can he learn the bitter truth when he claimed earlier that he saw them die and tried to save one of the sons, who had already drowned? He then attempted to save the second one who was dead with bloodied eyes, while finding his wife floating and bloated in the water. How can dead people like this run away?)

The barber had paid people smugglers £2,900 over the course of three attempts to reach Greece from a refugee camp in Turkey.

But he has told friends he wished he had also drowned to be spared a lifetime of self-recrimination over the family’s desperate gamble for a better life. 

Pictures of Aylan and Galip have been shared by social networkers around the world, prompting calls for politicians to do more for fleeing Syrians.

So you can hear that we have completely different stories coming from Abdullah that don’t even match.

He doesn’t even know what exactly happened. This man was never on that boat and never watched his wife and children drown. That is why he was the only survivor without any injuries and without any need for medical help, although he claims to have undergone a violent and desperate situation for over three hours where everyone else drowned. He is lying and making the story up. We’ve worked long enough with these humanitarian issues to recognize a tall tale. Basically, the fragmented and fabricated story indicates to us that the wife and children were sent to arrive before him as a lone mother and children (easier to get accepted). Of course, this advice would come from his own family already living in Canada and parts of Europe who know more about the dhimmitude of Europe, now serving as long-distance human smugglers. The wife has clearly been told to go first, get her refugee case handled, and then help to get him entry at a later date where he can join them with a forged passport after the wife is already settled.

It’s all fraud. All of this explains his dry crocodile tears. No wonder his sister Fatima was crying more than he brother who lost his entire family. She had guilt that their suggestions and strategies caused the death of a  woman who could not swim and was afraid, and the death of three small children. They’re intentionally frauding the system. And now they also push propaganda to open the floodgates to the rest of these fraudsters.

It is however, noteworthy to hear this comment coming from Abdullah Kurdi that he does not mind sacrificing his wife and children for his agenda, according to his sister Fatima in Canada:

‘Of course it makes me sad that it’s taken this [tragedy] to make people realise what is going on,’ she said, adding: ‘Abdullah said, its ok if it has to be my kids and my wife who wake up the world, its ok. If it’s been written to happen that way, it was supposed to happen.’

And the Turkish people smuggler Turkish President Tayyip Erdogan responded to the deaths in his country’s waters by saying: “European countries, which have turned the Mediterranean, the cradle of the world’s oldest civilizations, into a cemetery for refugees, shares the sin for every refugee who loses their life.”

Syrian boy drowns off coast of Turkey

Galip (right), 5, and Aylan Kurdi (left), 3, pictured with their father Abdullah who survived the tragedy

Heart-breaking: Abdullah Kurdi says his final goodbyes to his two sons and his wife before they are buried

https://themuslimissue.wordpress.com/2015/09/04/family-of-drowned-toddler-aylan-kurdi-had-been-given-free-housing-in-turkey-while-fathers-story-is-full-of-holes/

Tia de Aylan diz que suas últimas palavras foram ‘papai, não morra’

Aylan Kurdi foi encontrado morto em praia grega na última quarta-feira. Tragédia da família se tornou um símbolo da crise migratória.

Uma tia do menino Aylan Kurdi, que foi encontrado morto em uma praia grega na última quarta-feira (2), falou sobre a tragédia que se tornou um símbolo da crise migratória na Europa. De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, Tima Kurdi disse que o menino gritou “Papai, não morra, por favor”, antes de se afogar.

O pai de Aylan contou a ela por telefone como os filhos, Aylan, de 3 anos, e Ghalib, de 5 anos, e a esposa morreram, ao lado de outros nove refugiados sírios, no naufrágio de uma embarcação quando a família tentava chegar à ilha grega de Kos, porta de entrada para a União Europeia (UE).

Segundo a agência Associated Press (AP), Tima Kurdi, que morá no Canadá há duas décadas, afirmou que se sente culpada pela tragédia, porque enviou US$ 5 mil ao irmão para pagar pela viagem clandestina.

“Eu me culpo porque meu irmão não tem dinheiro. Eu mandei o dinheiro para pagar o contrabandista. Se não tivesse mandado, todos ainda estariam vivos”, afirmou.

Tima já havia tentado um pedido de asilo para seu irmão mais velho Mohammed no Canadá, mas ele foi negado. Por isso, ela acredita que a viagem era a “única opção” para a família ter uma vida melhor na Europa, possivelmente na Alemanha ou Suécia.

Por telefone, Abdullah relatou como tentou salvar os meninos em seus braços, enquanto eles gritavam para que o pai não morresse. Ao perceber que os filhos já estavam sem vida, ele os soltou, disse a tia.

O pai sobrevivente disse que seu único desejo agora ficar na cidade síria de Kobane, para enterrar seus familiares e ser enterrado ao lado deles. De acordo com ele, 16 membros de sua família que combatiam o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram na sua cidade natal.

Tia se sente culpada porque mandou dinheiro para família pagar a viagem clandestina (Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press via AP)Tia mandou dinheiro para pagar a viagem clandestina (Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press via AP)

Naufrágio
Pelo menos nove sírios morreram no naufrágio que matou a família de Abdullah Kurdi, segundo a agência AFP — outros veículos citam 12. As duas embarcações haviam partido do balneário turco de Bodrum e tentavam chegar à ilha grega de Kos.

A foto do menino morto virou um dos assuntos mais comentados no Twitter e diversos veículos da imprensa internacional a destacaram como símbolo da gravidade da situação, inclusive com potencial para ser um divisor de águas na política europeia para os imigrantes.

O primeiro-ministro da França, Manuel Valls, disse que a morte do menino sírio mostra a necessidade de ação urgente da Europa na crise migratória. “Ele tinha um nome: Alyan Kurdi. Ação urgente é necessária – uma mobilização da Europa inteira é urgente”, escreveu Valls.

Itália, França e Alemanha assinaram um documento conjunto pedindo pela revisão das atuais regras da União Europeia sobre garantia de asilo e uma distribuição “justa” de imigrantes no bloco, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.

Ilustração homenageia Aylan Kurdi, menino sírio que morreu em praia na Turquia (Foto: Reprodução/Twitter)Ilustração homenageia Aylan Kurdi, menino sírio que morreu em praia na Turquia (Foto: Reprodução/Twitter)
Aylan Kurdi em fotos mostradas por sua tia, que mora no Canadá (Foto: Cortesia de Tima Kurdi/The Canadian Press via AP)Aylan Kurdi em fotos mostradas por sua tia, que mora no Canadá (Foto: Cortesia de Tima Kurdi/The Canadian Press via AP)

Este menino sírio tem um recado curto e grosso para o mundo

Kinan: “Parem a guerra na Síria, não queremos ir para a Europa. Apenas parem a guerra”, apela o menino de 13 anos.

São Paulo – Em um vídeo curto de apenas 45 segundos, um jovem refugiado sírio faz um apelo forte para o mundo: “Parem a guerra na Síria, não queremos ir para a Europa”, diz o menino de 13 anos.
O registro foi feito pela rede de televisão árabe Al Jazeera  e viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira, um dia após a tragédia envolvendo o pequeno Aylan al-Kurdi, encontrado morto numa praia da Turquia após um naufrágio e que virou símbolo do drama dos refugiados.

Uma equipe de repórteres da TV árabe encontrou o adolescente, que se chama Kinan Masalemeh, acompanhado de sua família em dois momentos: primeiro na fronteira da Sérvia com a Hungria e, dias depois, na estação de comboios de Budapeste, em meio a uma multidão de refugiados.

Frustrado, o adolescente esperava que as autoridades húngaras permitissem que ele e sua família embarcassem em algum comboio com destino à Alemanha.

“A polícia não gosta dos sírios, nem na Sérvia, na Hungria, na Macedónia ou na Grécia”, disse Kinan à TV.

Perguntado sobre que mensagem gostaria de mandar para o mundo, o menino respondeu:

“A minha mensagem? Por favor ajudem os sírios. Os sírios precisam de ajuda já. Parem simplesmente com a guerra. Nós não queremos ir para a Europa. Apenas parem a guerra na Síria, só isso”.

A guerra da Síria já dura quatro anos, somando mais 250.000 mortos e 23 milhões de deslocados. Um dos seus desdobramentos foi a fortificação do grupo extremista Estado Islâmico, que vem espalhando o terror e o caos onde invade.

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/este-jovem-sirio-tem-um-recado-forte-e-curto-para-o-mundo

A história por trás da foto do menino sírio que chocou o mundo

Alan Kurdi, o menino refugiado sírio de três anos cujo afogamento causou consternação ao redor do mundo, tinha escapado das atrocidades do grupo autointitulado “Estado Islâmico” na Síria.

Alan e sua família eram de Kobane, a cidade que ganhou notoriedade por ter sido palco de violentas batalhas entre militantes extremistas muçulmanos e forças curdas no início do ano.

O pai do menino, Abdullah, fugira com mulher, Rehan, e outro filho, Galip, de 5 anos, para tentar chegar ao Canadá, onde vivem parentes da família. Isso mesmo depois autoridades do país norte-americano terem negado um pedido de asilo.

Negado

Da família, apenas Abdullah sobreviveu à tentativa de travessia de barco entre a Turquia e a Grécia, em que, além dos familiares, morreram pelo menos outras nove pessoas.

Leia mais: Imigração ilegal transforma cidade turca em ‘capital do colete salva-vidas’

Parentes dos Kurdi no Canadá disseram à mídia canadense que o pai telefonou para informar sobre a morte das crianças e da mulher. E que desejava voltar a Kobane para enterrar a família.

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Image captionAs fotos do corpo de Aylan provocaram consternação ao redor do mundo

Várias fotos do corpo de Alan na praia de Ali Hoca, em Bodrum, sendo observado e depois levado por um policial turco, ganharam manchetes no mundo inteiro e viraram símbolo do drama enfrentado por milhares de refugiados sírios, afegãos e iraquianos que buscam recomeçar suas vidas na Europa.

A consternação aumentou com o surgimento, nas mídias sociais, de uma imagem bem diferente das que tornaram Alan famoso: nela, ele e Galip são vistos sorrindo para a câmera, ao lado de um urso de pelúcia.

Teema Kurdi, tia dos meninos que vive na cidade canadense de Vancouver, disse ao jornal National Post que vinha tentando conseguir uma travessia mais segura para os parentes. Contou que vinha financiando a estadia deles na Turquia, mas que Abdullah tinha decidido entrar como refugiado na Europa por conta da situação precária em que estariam vivendo.

Leia mais: Como o Brasil virou o principal refúgio de sírios na América Latina

Teema, que emigrou para o Canadá há mais de 20 anos, entrara com um pedido de asilo para os parentes. O parlamentar Fin Donnelly disse à BBC que entregou a solicitação diretamente ao ministro da Imigração, Chris Alexander, mas que o pedido fora negado.

Já o Departamento Canadenses de Cidadania e Imigração diz não ter nenhum registro de solicitação por parte de Abdullah Kurdi e sua família.

“Uma solicitação para Mohammad Kurdi (que acredita-se ser o irmão de Abdullah e Teema) e família foi recebida pelo departamento, mas devolvida por estar incompleta, sem cumprir com as exigências regulatórias de provas para o reconhecimento do status de refugiado”, informou o órgão à BBC.

Mais tarde, Teema afirmou, em entrevista coletiva, que, diferentemente da versão que havia circulado anteriormente, ela não havia submetido um pedido de asilo para Abdullah e sua família.

De acordo com as leis do país, refugiados podem ir para o Canadá caso tenham apoio financeiro de pelo menos cinco cidadãos do país, mas apenas candidatos que tenham oficialmente recebido status de refugiados podem fazer o pedido.

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Image captionNo mesmo dia em que Aylan morreu, a Guarda Costeira conseguiu salvar 100 pessoas

E a obtenção de salvo-conduto é complicada para os sírios que passam pelos centros de triagem do Alto Comissariado da ONU para Refugiados na Turquia. Sem o status de refugiado, não se pode deixar o país.

Leia mais: Síria é ‘maior crise humana da nossa era’, diz ONU

Alan e a família estavam em um pequeno bote que carregava 17 pessoas no momento em que virou, nas proximidades do balneário turco de Bodrum. Um outro bote, carregando 16 pessoas, também teria virado.

Mas foram as imagens do corpo do menino nas areias da praia que chocaram o mundo e viralizaram na internet.

No início da semana, a Guarda Costeira turca disse que, apenas nos primeiros cinco meses de 2015, 42 mil pessoas foram resgatadas no Mar Egeu. Na semana passada, foram mais de 2 mil.

Na mesma quarta-feira em que Alan morreu, 100 pessoas foram resgatadas, também tentando atravessar da Turquia para a ilha grega de Kos.

Atualização: O nome do menino sírio havia sido grafado pela BBC como Aylan, mas, segundo a tia do garoto, a grafia havia sido alterada de seu original – Alan – por autoridades turcas. Por isso, o nome foi corrigido para Alan nesta reportagem.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150903_aylan_historia_canada_fd

Família de menino encontrado morto em praia turca tentava fugir para o Canadá

Aylan Kurdi, de 3 anos, nasceu na cidade síria de Kobani, alvo de intensos combates entre o Estado Islâmico e militantes curdos. Ele, o irmão e a mãe morreram em um naufrágio.
RIO — A família do menino sírio encontrado morto em uma praia turca, cuja foto chocou o mundo na quarta-feira, fazia uma desesperada tentativa de fugir para o Canadá onde encontraria com familiares, apesar de seu pedido de asilo ter sido rejeitado. Aylan Kurdi tinha apenas três anos, e sua imagem (na qual ela aparece vestido com uma pequena camisa vermelha, bermuda azul e sapatos) tornou-se símbolo do drama enfrentado por refugiados que tentam chegar à Europa e do fracasso da União Europeia (UE) em lidar com a questão. O bloco enfrenta a pior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial.

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A Síria já estava em guerra quando Aylan nasceu. Ele morreu com o irmão, Galip, de 5 anos, e a mãe, Rehan, de 35, quando o barco em que viajavam à Grécia afundou. Seu pai, Abdullah Ebdi, foi o único sobrevivente da família na travessia entre a praia turca de Bodrum e a ilha grega de Kos. Muito emocionado, ele relatou os momentos de desespero no mar.

— Meus filhos escorregaram de minhas mãos — contou o pai, acrescentando que todos estavam com coletes salva-vidas, mas o barco virou subitamente após algumas pessoas se levantarem. — Estava escuro e todo mundo gritava. Foi por isso que minha esposa e meus filhos não escutaram minha voz. Tentei nadar em direção a eles, mas não os encontrei.


Pai de menino encontrado morto em praia turca, Abdullah Kurdi, chora ao sair de mesquita na cidade de Mugla, na Turquia – MURAD SEZER / REUTERS

Assim que chegou em terra, Ebdi disse que foi ao hospital e lá recebeu a notícia da morte de sua família. Os corpos serão repatriados do hospital local para onde foram levados na cidade síria de Kobani para serem enterrados nas próximas 48 horas, indicou um jornalista à AFP.

Em declarações à imprensa do Canadá na noite de quarta-feira, familiares disseram ter recebido uma ligação de Abdullah contando que sua mulher e os filhos estavam mortos, e que agora só queria voltar à sua cidade natal de Kobani para enterrar sua família. A cidade foi bombardeada durante intensos combates no início deste ano entre o Estado Islâmico (EI) e militantes curdos.

Duas fotos dos irmãos circularam nas redes sociais. Em uma delas, eles estão sorrindo e segurando um urso de pelúcia. Na outra, eles aparecem de pé em um sofá, com o braço de Galip em torno do irmão caçula.


Aylan Kurdi e seu irmão mais velho, Galip – Reprodução Twitter

A tia de Aylan que mora em Vancouver disse ao jornal “National Post” que estava tentando ajudá-los financeiramente.

— Estava tentando ajudá-los, meus amigos e vizinhos contrubuíram com depósitos bancários, mas não conseguimos tirá-los de lá, e foi por isso que eles seguiram de barco — explicou Teema Kurdi. — Eu inclusive pagava o aluguel deles na Turquia, mas é horrível a forma como os sírios são tratados lá.

No dia da tragédia, outros nove refugiados morreram em duas embarcações tentando fazer a mesma travessia que a família Kurdi.

Teema, que emigrou para o Canadá há mais de duas décadas e trabalha como cabeleireira, disse que ela mesma cuidou do pedido de aplicação de refugiados para a família, o que foi rejeitado pelas autoridades canadenses.

Seu relato foi confirmado pelo deputado local Fin Donnelly, que afirmou ao jornal que ele havia entregue pessoalmente a aplicação de Teema ao ministro da Imigração, Chris Alexander.

NAS CAPAS DE JORNAIS

A imagem de Aylan foi amplamente compartilhada nas redes sociais e ganhou as capas dos principais jornais do mundo. A hashtag #KiyiyaVuranInsanlik (humanidadelevadapelaságuas), em referência à foto, foi para o topo dos trending topics no Twitter.

“Se essa imagem extraordinariamente poderosa de uma criança síria morta em uma praia não mudar a atitude da Europa com os refugiados, o que irá?”, questionava o título do britânico “The Independent”. Já o português “Público” justificou a publicação: “Vamos de forma paternalista proteger o leitor de quê? De ver uma criança morta à borda da água, com a cara na areia? Não sabemos se esta fotografia vai mudar mentalidades e ajudar a encontrar soluções. Mas hoje, no momento de decidir, acreditamos que sim.”


Com uma expressão sombria, membro da guarda costeira carrega o pequeno corpo da criança – Uncredited / AP

http://oglobo.globo.com/mundo/familia-de-menino-encontrado-morto-em-praia-turca-tentava-fugir-para-canada-17388033

Vídeo mostra menino do Estado Islâmico executando prisioneiros

Criança ignora apelos e atira friamente. Líder do grupo mandou mensagem para o mundo: ‘Estamos chegando’.

Iraque – Um novo  vídeo do Estado islâmico circula nas redes sociais mostrando um menino de não mais de 12 anos, executando friamente prisioneiros às margens do rio Tigre, no Iraque. O menino atira na cabeça de ao menos dois homens, que imploram por suas vidas. As imagens são de um assassinato em massa cometido pelo grupo no final de 2014 em Tikrit e liberadas no último sábado, de acordo com o Daily Mail.

O vídeo completo mostra mais de 20 minutos de execuções. A atrocidade que deixou cerca de 1.700 mortos acaba em um rio de sangue.

“Eu mando essa mensagem para o mundo inteiro, principalmente aos Rafhida (aqueles que rejeitam, em tradução livre): Nós estamos chegando”, diz um líder, não identificado, em uniforme militar no vídeo.

Imagens de satélite revelaram na última semana que os assassinatos foram tantos que as covas das vítimas foram localizadas do espaço. O vídeo foi publicado em “fóruns jihadistas” na Internet.

As imagens foram divulgadas quatro dias depois da corte de Bagdá sentenciar 24 homens à morte por enforcarem prisioneiros durante este episódio. Cerca de 600 corpos foram exumados pelo governo local.

http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-07-15/video-mostra-menino-do-estado-islamico-executando-prisioneiros.html

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos