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Ataque suicida mata 15 em mesquita na Arábia Saudita

Estado Islâmico reivindicou o atentado que também deixou nove feridos em templo na fronteira com o Iêmen

RIAD — Um atentado suicida contra uma mesquita deixou ao menos 15 mortos, sendo 12 policiais, no mais recente de uma série de ataques desse tipo no reino do Golfo. O templo da cidade de Abha, no Sul do país, era frequentado por forças de segurança e foi atingido durante a oração muçulmana do meio-dia. O ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico (EI), segundo comunicado publicado na internet.

De acordo com o Ministério do Interior, um homem-bomba vestindo colete suicida detonou seus explosivos durante as orações de meio-dia em uma mesquita do quartel-general das forças especiais em Abha, capital da província de Asir, perto da fronteira sudoeste com o Iêmen.
http://oglobo.globo.com/mundo/ataque-suicida-mata-15-em-mesquita-na-arabia-saudita-17102946

Assad acompanha oração do fim do Ramadã em mesquita de Damasco

O presidente sírio, Bashar al-Assad, acompanhou nesta sexta-feira a oração do Eid Al-Fitr, a festa do fim do jejum muçulmano do Ramadã, em uma mesquita em Damasco, informou a agência oficial Sana.

O chefe de Estado, cujas tropas combatem os rebeldes sírios e o grupo jihadista Estado Islâmico, faz raras aparições em público desde o início do conflito, há mais de quatro anos.

Assad se dirigiu à mesquita de Al-Hamad, no bairro de Muhajirin, a noroeste da capital síria, na presença de “funcionários de alto escalão do partido (Baath, no poder) e do Estado”, segundo a agência, que tuitou uma foto na qual o dirigente aparece sorrindo cercado por líderes religiosos.

Em seu sermão, o imã da mesquita, o xeque Mohamad Sharif al-Sawad, “rezou a Deus para que preserve a Síria, seu líder, seu exército e seu povo, e que conquistem a vitória sobre seus inimigos”.

“O exército sírio seguirá defendendo a pátria”, acrescentou, segundo a agência.

O regime considera seus inimigos como terroristas a mando de países estrangeiros, sem distinguir entre ativistas pacíficos, rebeldes e jihadistas.

Mais de 230.000 pessoas morreram desde o início do conflito na Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, e milhares precisaram fugir do país.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/assad-acompanha-oracao-do-fim-do-ramada-em-mesquita-de-damasco.html

Estado Islâmico explode carro perto de mesquita xiita no Iêmen

Um carro-bomba explodiu na noite desda terça-feira (7) perto de uma mesquita xiita na capital do Iêmen, Sanaa, em atentado reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI) que deixou ao menos um morto e cinco feridos, de acordo com o primeiro balanço fornecido por fontes médicas.

A explosão aconteceu na saída de fiéis da mesquita Al-Raoudh, no sudoeste da cidade, relataram testemunhas.

A fonte dos serviços de segurança confirmou o atentado, perpetrado por meio de um “carro-bomba, estacionado próximo à mesquita Al-Raoudh”.

“O atentado deixou mortos e feridos”, completou a fonte, sem fornecer um balanço preciso das vítimas.

 O EI reivindicou o atentado por meio de um breve comunicado publicado no seu site, no qual diz “se vingar dos huthis”, rebeldes xiitas que controlam vários territórios do país.

Trata-se do segundo atentado antixiita em uma semana em Sanaa. Na madrugada do dia 30 de junho, 28 pessoas, entre elas oito mulheres, morreram depois de outro carro-bomba explodir na residência de dois dirigentes da rebelião dos huthis.

Aquele atentado também tinha sido reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que considera a prática do islã chiita uma heresia.

Responsável pela onda de terror que atingiu vários países árabes, principalmente o Iraque e a Síria, o EI perpetrou os primeiros atentados no Iêmen no dia 21 de março, tendo como alvo várias mesquitas xiitas.

O ataque deixou 142 mortos, um dos piores balanços registrados no país em casos de terrorismo.

Outros atentados
No centro do Iêmen, quatro rebeldes foram mortos e outros dez feridos na noite desta terça, num outro atentado com carro-bomba que teve como alvo uma delegacia de Baida, que era controla pelos insurgentes, de acordo com uma fonte de segurança e testemunhas.

Baida é um bastião de Al-Qaeda, que também é muito ativa no sul e no sudeste do país.

Também nesta terça-feira, fiéis morreram numa mesquita em Waht, cidade da província de Lahj (Sul), alvo de bombardeios aéreos conduzidos por uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, informou à AFP um dirigente regional, alegando que o templo foi atingido “por engano”.

O Iêmen vive desde o ano passado uma guerra civil entre as forças legais ao presidente Abd Rabbo Mansour Hadi e os rebeldes huthis.

A coalizão liderada pelos sauditas bombardeia os insurgentes desde março, para impedir que controlem todo o território.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/estado-islamico-explode-carro-perto-de-mesquita-xiita-no-iemen.html

Ataque aéreo do regime sírio mata civis em mesquita de Aleppo, diz ONG

Ao menos 10 civis morreram, incluindo duas crianças, e 20 ficaram feridas. Fiéis estavam orando em mesquita de bairro rebelde.

Ao menos 10 civis morreram nesta segunda-feira (22) em um ataque da aviação do regime sírio contra uma mesquita de Aleppo, no norte da Síria, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

“O fiéis estavam em plena oração do por do sol na mesquita do bairro rebelde de Ansari, em Aleppo”, quando o aviação do regime lançou um barril com explosivos, “matando ao menos 10 civis, incluindo duas crianças, e ferindo outras vinte pessoas”, revelou a ONG, que dispõe de uma larga rede de informantes na Síria.

http://g1.globo.com/mundo/siria/noticia/2015/06/ataque-aereo-do-regime-sirio-mata-civis-em-mesquita-de-aleppo.html

Arábia Saudita: milhares de xiitas condenam ataques dos extremistas sunitas

Milhares de xiitas sairam às ruas da cidade saudita de Tarut, no sábado, para acompanhar o funeral da mais recente vítima do atentado de 22 de maio à mesquita xiita de Al Qadih, na província de Al Qatif.

A multidão rendeu homenagem a Mansour Fateel, que faleceu na sexta-feira em consequência dos ferimentos sofridos no ataque à mesquita. Esta morte elevou para 22 o número de vítimas do atentado.

No funeral em Tarut viam-se cartazes contra os extremistas sunitas do grupo Estado Islâmico, que consideram o xiismo incompatível com a verdadeira fé islâmica.

A maior parte das vítimas do atentado terrorista em Al Qadih, um dos mais mortíferos dos últimos anos, foram enterradas no cemitério adjacente à mesquita.

O ataque foi reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico, tal como o atentado suicida da passada sexta-feira contra outra mesquita, desta vez em Dammam, que segundo as autoridades terá causado a morte de quatro pessoas, entre as quais o motorista que fez deflagrar o explosivo.

http://pt.euronews.com/2015/05/31/arabia-saudita-milhares-de-xiitas-condenam-ataques-dos-extremistas-sunitas/

Mesquita xiita é alvo de ataque suicida na Arábia Saudita

Ataque aconteceu na mesquita Imam Ali na vila de al-Qadeeh.
Testemunha relatou grande explosão; 150 pessoas estariam no local

Uma mesquita xiita foi atingida por um atentado a bomba suicida nesta sexta-feira (22) na Arábia Saudita, matando e ferindo dezenas de pessoas, informaram residentes locais.

O ataque aconteceu durante as orações de sexta-feira. Uma das testemunhas relatou uma grande explosão na mesquita Imam Ali na vila de al-Qadeeh. Ela estimou que mais de 150 pessoas estavam no local.

O número de mortos e feridos ainda não é certo.

ISIS em Gaza diz que Hamas é pior do que “inquilinos judeus”, aumentando as tensões entre os grupos

Os defensores do Estado islâmico em Jerusalém, uma organização salafista em Gaza que se identifica com o grupo terrorista sanguinário ISIS, usaram o Twitter para condenar o dirigente do partido Hamas do enclave costeiro, aumentando as tensões entre os dois grupos, relatou NRG de Israel, na segunda-feira.

O grupo foi ainda mais longe ao dizer que as ações das forças de segurança do Hamas são piores do que as do “ocupante judaico.”

A declaração foi emitida depois que as forças de segurança do Hamas supostamente demoliram uma mesquita em Gaza afiliada com o grupo Salafista. No Twitter eles disseram: “Homens armados do Hamas chegaram ao Deir Al-Balah e destruíram a mesquita, agindo de uma maneira que mesmo os ocupantes judeus e os americanos não têm agido.”

Forças do Hamas também prenderam um dos líderes do grupo no mês passado devido a sua afiliação com o ISIS.

A declaração também abordou a líder do ISIS, dizendo que, “à luz da mais recente ação do Hamas, renovamos nossa lealdade a Abu Bakr Al-Baghdadi e conclamamos o fortalecimento de sua influência, para iniciar uma guerra na Palestina, a fim de se unir em uma guerra contra os judeus e os seus cúmplices. ”

Os defensores do Estado islâmico em Jerusalém também emitiram ameaças contra o Hamas, prometendo “agir contra alvos escolhidos,” se seus prisioneiros detidos pelo Hamas não foram liberados dentro de 72 horas.

“O Hamas e suas forças de segurança tem 72 horas a partir do lançamento deste comunicado para libertar todos salafistas (jihadista) prisioneiros”, disse o comunicado.

Eles acrescentaram que se o Hamas não cumprir, “todas as opções estão abertas para nós para responder [Hamas],” convidando “todos os nossos soldados” para agir contra alvos do Hamas após as 72 horas expirarem.

Na segunda-feira de manhã, relatórios afirmaram que um artefato explosivo foi detonado perto da sede da segurança do Hamas, com a responsabilidade pelo ataque sendo lançadas no grupo Salafista filiado ao ISIS, de acordo com a NRG.

A bomba explodiu o quartel-general de segurança no bairro de Sheikh Radwan na seção noroeste da cidade de Gaza pouco antes do amanhecer na segunda-feira, danificado perímetro da parede do edifício, mas não resultou em quaisquer baixas. A sede é usada para treinar recrutas da polícia e é gerida pelo Hamas.

Até agora, os órgãos oficiais, nem do Hamas nem da polícia em Gaza têm comentado sobre a explosão.

http://www.algemeiner.com/2015/05/04/isis-in-gaza-says-hamas-worse-than-jewish-occupiers-as-tensions-between-groups-rise/

Quase todas as mesquitas foram destruídas em conflito na República Centro-Africana

Quase todas as 436 mesquitas na República Centro-Africana foram destruídas após meses de lutas violentas entre cristãos e muçulmanos, disse a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas na terça-feira.

Samantha Power falou aos jornalistas após uma visita do Conselho de Segurança na semana passada ao o país. Ela expressou preocupação sobre um possível vácuo de segurança.

Pelo menos 5.000 pessoas foram mortas desde que a República Centro-Africano explodiu em violência sectária sem precedentes em dezembro de 2013. Quase 1 milhão dos 4,5 milhões de habitantes do país do tamanho do Texas foram deslocados. Muitos dos que fugiram são muçulmanos.

Power disse que 417 mesquitas do país foram destruídas. Ela visitou o restante do bairro muçulmano na capital, Bangui, e descreveu os residentes como “uma população aterrorizada.”

Algumas mulheres muçulmanas, com medo de deixar a comunidade, vestindo seus véus, estão optando por dar à luz em suas casas, em vez de hospitais, disse o embaixador.

Tropas da ONU, as forças francesas e uma operação militar da União Europeia tentaram acalmar a violência. Mas Power disse que o último contingente da força, de cerca de 750 soldados da EU, deixou a República Centro-Africano no fim de semana, logo após a visita do Conselho de Segurança.

Enquanto isso, as forças francesas anunciaram um “levantamento substancial” até o final deste ano. A França tinha enviado 2.000 soldados para sua ex-colônia.

A força de paz da ONU permanece com cerca de 80 por cento de sua força prevista de cerca de 10.000, disse Power. O último mês, o secretário-geral das Nações Unidas pediu  mais de 1.000 soldados de paz adicionais, e Power disse que o conselho está “muito favoravelmente disposto” para atender o pedido.

Ela disse que as forças combinadas têm “evitado um cenário pior”, mas os grupos armados itinerantes do país permanecem armados.

O embaixador disse estar com profunda preocupação e que o desarmamento é uma “grande prioridade”.

http://english.alarabiya.net/en/News/africa/2015/03/18/Almost-all-mosques-destroyed-in-C-African-Republic-conflict.html