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Deputado Roberto de Lucena oficiará o Ministério das Relações Exteriores para atender pedidos da ONG EVM

Deputado discutiu com a ONG e lideranças evangélicas questões referentes a Israel e Perseguição Religiosa no Oriente Médio

Brasília – A presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, Andréa Fernandes, se reuniu com o deputado federal Roberto de Lucena na terça-feira (28/11), para deliberar sobre o posicionamento diplomático brasileiro nas votações da ONU relacionadas a Israel e a perseguição religiosa contra cristãos no mundo muçulmano. Participaram, também, da reunião os representantes do Conselho Apostólico Brasileiro, pastores Paulo de Tarso Fernandes e Hudson, além do jornalista Jarbas Aragão.

O Conselho Apostólico Brasileiro, que representa diversas denominações, uniu-se ao deputado Lucena para solicitar ao Ministro das Relações Exteriores, José Serra, que reavalie o voto brasileiro nas 20 resoluções da ONU contrárias a Israel, aprovadas este ano, bem como nas resoluções da UNESCO que negam a ligação histórica dos judeus com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Como José Serra agendou nova reunião para março de 2017, as lideranças evangélicas estão planejando ações para obterem apoio popular e a ONG EVM se uniu ao grupo por entender que as resoluções da ONU são, na verdade, uma estratégia de países árabes para deslegitimar o Estado Judeu, sendo certo que há uma evidente tentativa árabe de transformar o Monte do Templo, o Muro das Lamentações, o Túmulo de Raquel, o Túmulo dos Patriarcas e outros locais sagrados para os judeus em lugares exclusivamente muçulmanos, o que configura grave violação dos direitos humanos.

Além da questão envolvendo as temerárias resoluções da ONU contra Israel, foram discutidas as propostas da ONG EVM para dar visibilidade à perseguição religiosa sofrida por cristãos em países muçulmanos, e o deputado Lucena se prontificou a articular  uma nova sessão solene no estado de São Paulo, que dessa vez, será na Assembleia Legislativa (ALESP). Na oportunidade, Lucena entregou à Andréa Fernandes o Projeto de Lei nº 7787/2104, de sua autoria, que dispõe sobre a autorização ao presidente da República de suspender ou deixar de celebrar tratados, convenções e atos internacionais ou comerciais com países que desrespeitam os Tratados Internacionais de Direitos Humanos do qual o Brasil é signatário e/ou pratiquem ou promovam a perseguição religiosa.

Ao saber da falta de atendimento dos pleitos da ONG EVM nas reuniões com o representante do Ministério das Relações Exteriores, o deputado Lucena se manifestou no sentido de oficiar o órgão, e para tanto, Andréa Fernandes elaborou requerimento juntando documentos que demonstram os posicionamentos do MRE e da ONG nas referidas reuniões.

EVM articula apoio no Senado Federal

Brasília – Nesta segunda-feira (28/11), a equipe da ONG Ecoando a Voz dos Mártires esteve em reunião com a assessora do senador Magno Malta, Dra. Damares Alves,  no gabinete do parlamentar no Senado Federal.

Através da articulação da Dra. Teresinha Neves, assessora do Deputado Federal Gilberto Nascimento, foi possível contatar Dra. Damares, que tem se destacado em nível nacional na pauta de direitos humanos. Vale salientar, que a assessora do senador ficou impressionada com os relatos acerca das diversas pautas versando sobre direitos humanos no mundo muçulmano, e se prontificou a apoiar as iniciativas da ONG EVM. Ademais, convidou a Diretora-Presidente, Dra. Andréa Fernandes, a  prestar assessoria voluntária referente aos temas apontados, o que foi de pronto recebido com exultação.

Nova reunião foi marcada a pedido da Dra. Damares para a entrega de relatório constando os requerimentos da ONG EVM junto ao Ministério das Relações Exteriores, uma vez que, estribará o ofício do senador requisitando informações sobre as providências tomadas pela entidade brasileira em atendimento aos pleitos suscitados.

Na terça-feira, a presidente da ONG e a Diretora–Financeira Diane Torres estarão dando continuidade a novas articulações com outros parlamentares e lideranças.

Brasil poderá mudar os votos contrários a Israel na UNESCO e você pode ajudar. Saiba como

Foi publicada uma matéria no portal de notícias Gospel Prime, de autoria do jornalista Jarbas Aragão, sobre uma reunião ocorrida no Itamaraty onde a pauta foi a relação do Brasil com Israel. O Ministro das Relações Exteriores, José Serra, recebeu o deputado federal Roberto de Lucena e um grupo de lideranças religiosas, formado por pastores e um membro da comunidade judaica.

O objetivo foi pedir que nossa diplomacia busque maior equilíbrio quando votar as resoluções da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e em outros órgãos das Nações Unidas.

Os membros do Conselho Apostólico Brasileiro, que representa diversas denominações, uniram-se ao deputado Lucena, para solicitar que o Brasil reavalie o seu voto nas 20 resoluções da ONU contrárias a Israel, aprovadas este ano, bem como nas resoluções da UNESCO que negam a ligação histórica dos judeus com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

Embora ainda não seja possível revelar todos os detalhes sobre a reunião, é importante salientar que, verdadeiramente, surgiu uma oportunidade histórica do Brasil mudar seu posicionamento junto à ONU. O caminho para tal objetivo encontra-se na mobilização popular, e a história recente do país mostra que este é o único instrumento capaz de gerar mudanças. No caso, sobrepor o costumeiro posicionamento diplomático anti-Israel. Já está agendada uma próxima reunião, dia 8 de março de 2017, que será vital para um desfecho favorável nessa busca por justiça frente à ONU. Liderada pelo bloco árabe, a organização vem publicando sucessivas resoluções contrárias a Israel, mas se nega a condenar os nefastos crimes de países violadores dos direitos humanos.

Ademais, cumpre noticiar que a ONG Ecoando a Voz dos Mártires tem participado ativamente dessas articulações, pois através do jornalista Jarbas Aragão propiciou todo o aporte informativo utilizado pelo deputado Lucena e o Pr. Paulo de Tarso para a defesa de Israel na reunião. Cabe ressaltar que foram entregues, inclusive, cópias impressas das matérias do jornalista sobre Israel para Serra, visto que a grande mídia não tem divulgado os fatos com a isenção que o caso requer.

No dia 29 de novembro, a equipe EVM – formada por Andréa Fernandes, Jarbas Aragão e Diane Torres – estará em Brasília dando continuidade ao trabalho de mobilização pró-Israel, articulando apoio de lideranças políticas e demais parlamentares. Estamos, também, agendando reuniões para tratarmos da pauta “perseguição religiosa no mundo muçulmano”, e já foi confirmado encontro com o deputado federal Ezequiel Teixeira (RJ) que já se prontificou a encaminhar o tema à Comissão de Direitos Humanos.

Dessa forma, chegou o momento de unirmos as comunidades cristãs e judaicas, nos organizando para que a próxima reunião conte com a presença de importantes lideranças religiosas e seculares, apresentando o abaixo-assinado com pelo menos 500 mil assinaturas.

E VOCÊ, leitor, PODE e DEVE ser um importante canal para o êxito dessa empreitada, e para tanto, as seguintes ações  devem ser executadas:

1.ASSINE a petição pública e compartilhe no seu facebook , whatsApp e grupos diversos na rede (clique aqui para acessar o abaixo-assinado);

2.DIVULGUE a reunião e solicite ao seu líder religioso que entre em contato com as instâncias representativas de seu credo, tais como conselhos, convenções e demais entidades. Peça, também, para que seja emitida uma DECLARAÇÃO POR ESCRITO dessas lideranças religiosas em apoio a Israel e ao manifesto descrito na petição pública; (Caso haja dificuldade na elaboração do texto, disponho-me a enviar o modelo, já que é importante constar alguns detalhes)

3.Todas as declarações acima referenciadas que forem encaminhadas à ONG EVM serão entregues ao Ministro Serra na reunião de março;

3.SOLICITE empenho das BANCADAS PARLAMENTARES EVANGÉLICA E CATÓLICA na condução dessa questão, a fim de que os parlamentares também demonstrem publicamente seu apoio;

4.Solicite APOIO de cantores e demais personalidades da mídia para que se unam nessa mobilização pró-Israel, divulgando a próxima reunião e a necessidade de, se possível, chegarmos a meta de 500 mil assinaturas;

5.Os judeus também podem solicitar às suas lideranças que se empenhem nessas articulações e compareçam à reunião.

LEMBREM-SE: sem união dos cristãos, judeus e todos aqueles que abominam “atos de injustiça”, não teremos êxito nessa luta!

Por fim, devo esclarecer que toda SUGESTÃO para ampliarmos esse movimento será bem-vinda!

Andréa Fernandes (advogada, internacionalista e diretora-presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires).

EVM postulará reconhecimento do Genocídio Armênio no MRE

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Sessão Solene ocorrida na Câmara Municipal de São Paulo para homenagear os Mártires Armênios.

São Paulo – O EVM compareceu à Sessão Solene em Homenagem aos Mártires Armênios na Câmara Municipal de São Paulo, data instituída em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini. A presidente da ONG, Andréa Fernandes, esteve no local com Alberto Rosenberg que a auxiliou nos contatos com representantes da comunidade armênia.

A solenidade contou com a presença de representantes diplomáticos, dirigentes comunitários e representantes da arte e cultura, além da comunidade armênia e outros convidados. Andréa Fernandes conversou com lideranças religiosas e comunitárias se prontificando a pleitear na próxima videoconferência do Ministério das Relações Exteriores (MRE) o reconhecimento do genocídio armênio promovido pela Turquia durante a Primeira Guerra Mundial, uma vez que o Senado já aprovou documento reconhecendo a política de extermínio turca em virtude da moção de solidariedade apresentada em 25/05/2015, pelos senadores Aloysio Nunes Ferreira e José Serra.

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Bispo Dom Vartan Waldir Boghossian – bispo dos armênios católicos da América Latina

 

O documento assevera: “Em dezenas de cidades do Império Turco-Otomano, onde conviviam pacificamente famílias de diferentes etnias toda a população armênia masculina foi reunida à força, executada e empilhada”. Segundo a Associação internacional de Estudiosos de Genocídio, as execuções e deportações em massa para áreas desérticas provocaram a morte de mais de 1 milhão de armênios, o que não é reconhecido pela Turquia. O Estado muçulmano alega que teriam sido 300 a 400 mil mortos em decorrência da guerra.

No evento, a esposa de Kevork Zadikian, presidente do Conselho Nacional Armênio do Brasil, dirigiu-se à Andréa Fernandes para informar que a entidade entrará em contato com a ONG, que tem sido porta-voz dos conclames de direitos humanos das minorias étnicas e religiosas no mundo muçulmano. O vereador Gilberto Natalini agendou reunião com a presidente do EVM para deliberar sobre o pleito da instituição humanitária acerca de evento pertinente ao genocídio de cristãos e minorias em curso no Oriente Médio, pois, como sabiamente frisado pela comunidade armênia: “um genocídio não termina enquanto não for reconhecido”.

Por Andréa Fernandes (advogada, internacionalista e presidente do EVM)

Veja mais fotos:

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Gilberto Natalini – vereador proponente da Sessão
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Bispo Nareg Barberian – bispo da Igreja Apostólica Armênia no Brasil
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Presidente Andréa Fernandes e Alberto Rosenberg
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Sonia Nicolian Muradian – Presidente da Associação Beneficente de Damas do Brasil Armênia

Pastor da 1ª Igreja Batista em Araras encaminhará pleito do EVM à CBB

São Paulo –  O EVM logrou importante vitória na busca de apoio para o pedido da instituição que tramita no Ministério das Relações Exteriores em Brasília. Daniel Barros, importante líder político da região, encaminhou o projeto da ONG ao pastor André Fabiano, da 1ª Igreja Batista em Araras, que participou de reunião onde estiveram presentes as representantes do EVM, Andréa Fernandes e Andréa Giordana, além do pastor coordenador de Missões, André Custódio.

Após ouvir sobre as condições periclitantes em que vivem cristãos e minorias no mundo muçulmano aprouve ao pastor André Fabiano ofertar apoio mediante o contato que estabelecerá com a Convenção Batista Brasileira no estado de São Paulo para deliberar sobre o tema objeto de requerimento no MRE.

Logo, configura-se importante passo em direção à ratificação por parte de renomadas organizações religiosas no que pertine ao requerimento de inclusão da denúncia e condenação da perseguição a cristãos e minorias por governos muçulmanos no discurso do Brasil na assembleia geral da ONU, em setembro.

Inobstante tal fato, o articulador Daniel Barros se prontificou a contatar lideranças evangélicas e católicas para somar nos esforços de apoio a tão importante causa humanitária. E, graças à sua iniciativa, a presidente da ONG, Dra. Andréa Fernandes, terá acesso à assessora do senador Magno Malta, Dra. Damares Alves.

 

Israel volta atrás e diz que ex-líder colono continua sendo sua indicação para embaixador

Governo brasileiro havia rejeitado nomeação de Dani Dayan.

JERUSALÉM — O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou nesta quinta-feira que o ex-líder colono Dani Dayan continua sendo a sua escolha como embaixador para o Brasil. Apenas uma hora antes, o próprio ministério divulgou um comunicado dizendo que estava à procura de um novo nome após meses de impasse com Brasília sobre a controversa nomeação. O governo atribuiu as diferentes versões a um erro técnico.

Mais cedo, o departamento de recursos humanos do Ministério do Exterior publicou um concurso para as embaixadas em Brasília, Asmara (na Eritreia) e Budapeste.

— Nesta manhã, o departamento de recursos humanos do Ministério das Relações Exteriores publicou um concurso para o cargo de embaixador em Brasília. Isso significa que Dani Dayan não é mais o nosso candidato para o cargo — disse uma autoridade diplomática ao jornal “The Times of Israel”.

O porta-voz do ministério Emmanuel Nahshon chegou a confirmar em uma mensagem por WhatsApp aos repórteres que um “novo concurso para o cargo de embaixador no Brasil” tinha sido publicado. Logo depois, no entanto, ele disse que a mensagem original estava errada e que o “cargo de embaixador no Brasil não está vago”.

Ex-presidente de um conselho que representa colonos da Cisjordânia, Dani Dayan foi nomeado em setembro do ano passado sem consulta prévia às autoridades brasileiras, gerando um impasse diplomático entre os dois países.

Após a indicação surpresa de Dayan, o Brasil passou meses sem dar resposta, o que sinaliza um veto “silencioso”, esperando que o primeiro-ministro isralense, Benjamin Netanyahu, abandonasse a insistência e nomeasse outro diplomata ao posto.

Em janeiro, no entanto, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, quebrou o silêncio sobre a posição do Planalto. Em entrevista ao “Espaço Público”, da TV Brasil, Garcia afirmou que a indicação por parte do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi um “passo em falso”.

O assessor admitiu ainda que um motivo de complicação para a escolha de Dayan é o fato de este ser um apoiador dos assentamentos em territórios palestinos, o que o Brasil e grande parte da comunidade internacional condenam.

Israel capturou a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza — territórios reivindicados pelos palestinos para seu futuro Estado — na guerra de 1967. Enquanto Israel retirou-se de Gaza em 2005, cerca de 600 mil israelenses vivem hoje na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/israel-volta-atras-diz-que-ex-lider-colono-continua-sendo-sua-indicacao-para-embaixador-no-brasil-18895951#ixzz43Hd9AHBb
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