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Suspeito de ataque em Berlim é morto por polícia na Itália; o que se sabe até agora

O suspeito pelo ataque em Berlim foi morto pela polícia na Itália, confirmou nesta sexta-feira o ministro do Interior do país, Marco Minniti.

Anis Amri foi abordado durante uma patrulha de rotina na região de Sesto San Giovanni, em Milão, por volta das 3h locais (meia-noite do Brasil).

Ele “pegou uma arma imediatamente” e atirou, disse Minniti. O policial Cristian Movio ficou ferido no ombro e não corre risco de morte. Seu colega, Luca Scata, que está na polícia há nove meses, foi quem disparou contra Amri, matando-o.

Segundo as autoridades italianas, as digitais do homem morto correspondem às colhidas dentro do caminhão usado no ataque ao mercado de Natal em Berlim na segunda-feira.

A agência de notícias Ansa informou que Amri teria viajado até à França e, uma vez, pego para Turim e depois embarcado em outra composição para Milão.

Cristian Movio no hospitalImage copyrightPOLIZIA DI STATO
Image captionPolicial italiano ficou ferido no ombro durante abordagem do suspeito

Desde o atentado, uma megaoperação policial estava em curso nos países europeus que fazem parte do chamado Espaço Schengen, zona de livre circulação que abrange grande parte da União Europeia, além de Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

O atentado ocorreu na noite de segunda-feira e deixou 12 mortos e 49 feridos, 18 deles em estado grave.

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre o atentado:

1. Quem é o suspeito?

O suspeito do ataque em Berlim foi identificado como o tunisiano Anis Amri, de 24 anos ─ o visto de residência dele foi encontrado na cabine do caminhão.

Polícia e corpo coberto na rua foto (AP Photo/Daniele Bennati)Image copyrightAP PHOTO/DANIELE BENNATI
Image captionSuspeito foi morto pela polícia após tiroteio na madrugada em Milão

Ele havia sido preso na Itália por vandalismo e roubo em 2011 e tinha um comportamento violento enquanto estava atrás das grades. Depois de solto, foi exigido que ele deixasse o país.

Fontes na Justiça alemã afirmaram que Amri, que teria entrado no país no ano passado, chegou a ser monitorado em Berlim entre março e setembro por suspeita de planejar um roubo para pagar por armas automáticas que usaria em um ataque. Mas o monitoramento teria sido suspenso por falta de provas.

A imprensa alemã informou que Amri solicitou asilo na Alemanha em abril deste ano e recebeu uma permissão de permanência temporária. O pedido acabou sendo rejeitado, mas não foi possível deportá-lo para a Tunísia, porque ele não tinha documentos de identificação válidos.

Amri também seria conhecido por usar seis nomes falsos e tentado se passar como egípcio ou libanês. De acordo com o jornal Süddeutsche Zeitung, o suspeito faria parte do círculo de um clérigo islâmico radical, Ahmad Abdelazziz A., conhecido como Abu Walaa, que foi preso em novembro.

Câmera em painel de táxi flagra momento de ataque com caminhão em Berlim

Um alerta sobre Amri foi emitido na quarta-feira após seus documentos de imigração terem sido achados dentro da cabine do caminhão.

Seu irmão, Abdelkader Amri, que vive na Tunísia, afirmou à agência de notícias AFP não ter acreditado quando viu o rosto dele no noticiário. “Estou em choque e não posso acreditar que ele cometeu esse crime. Se ele for culpado, merece pagar por isso.”

O pai de Amri e forças de segurança afirmaram a uma rádio da Tunísia que o suspeito deixou há sete anos o país, onde também havia sido condenado a cinco anos de prisão à revelia na Tunísia por suposto roubo agravado com violência.

Na terça-feira, a polícia soltou o único suspeito até então ─ que, segundo a imprensa local, seria um paquistanês de 23 anos identificado como Naved B.

Ele havia solicitado refúgio no país no ano passado. Segundo autoridades, não havia provas concretas contra ele.

2. O que aconteceu?

Por volta das 20h15 (horário local) de segunda-feira, um caminhão avançou contra o público em um dos mais movimentados mercados de Natal de Berlim, em Breitscheidplatz, perto do boulevard Kurfürstendamm, a principal rua comercial do centro da cidade.

Pessoas deixam flores no mercado de Natal em que 12 pessoas foram mortas por um caminhão (Foto de Michele Tantussi/Getty Images)Image copyrightMICHELE TANTUSSI
Image captionPessoas deixaram flores no mercado de Natal em que 12 pessoas foram mortas pelo caminhão

O local fica ao lado da ruína da igreja Kaiser Wilhelm, que foi bombardeada durante a 2ª Guerra Mundial e preservada como um símbolo dos horrores do conflito.

O caminhão de 25 toneladas carregava vigas de aço e teria arrastado tudo o que cruzou pela frente por cerca de 50 a 80 metros.

3. Como o autor do atentado conseguiu tomar o controle do caminhão?

A polícia acredita que Amri sequestrou o caminhão na tarde de segunda-feira dentro de uma zona industrial no noroeste de Berlim.

O motorista do caminhão, identificado como o polonês Lukasz Urban, parou ali depois de uma entrega ter sido adiada.

Dados do GPS do veículo mostram pequenos movimentos, “como se alguém estivesse aprendendo a dirigi-lo”, antes de deixar a área às 19h40 (hora local), em direção ao mercado de Natal.

O corpo de Urban foi encontrado no banco do carona com tiros e ferimentos a faca. Investigadores citados pela imprensa alemã dizem que o motorista lutou com o agressor pelo comando do volante.

Um deles afirmou ao tabloide Bild que a necropsia parece revelar que Urban sobreviveu às facadas, mas foi morto a tiros quando o caminhão parou. Nenhuma arma foi achada no local.

O procurador federal alemão Peter Frank disse que o foco da investigação agora é estabelecer se Amri tinha uma rede de apoio que o ajudou a executar seu plano e fugir.

Os investigadores também estão tentando verificar se a arma usada no confronto em Milão é a mesma empregada para matar o motorista polonês.

4. Alguém reivindicou a autoria do atentado?

Sim, o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI). Segundo a organização jihadista, um de seus “soldados” realizou o ataque “em resposta às convocações para atingir cidadãos dos países que fazem parte da coalizão” que combate o EI.

Nour al Houda em Oueslatia, na TunísiaImage copyrightMOHAMED MESSARA
Image captionNour Al Houda segura foto de filho, Anis Amri, suspeito de dirigir caminhão que matou 12 pessoas em Berlim

O EI controla partes dos territórios da Síria e do Iraque. No entanto, o grupo não deu provas nem identificou o autor do atentado.

Mas o procurador Peter Frank afirmou a jornalistas que o estilo do ataque e a escolha do alvo sugerem relação com o extremismo islâmico.

5. Foi o primeiro ataque do tipo?

Esse é o quinto ataque na Alemanha neste ano ─ os quatro primeiros ocorreram ao longo de apenas uma semana em julho passado.

No dia 18 daquele mês, um adolescente afegão refugiado no país atacou um trem, deixando cinco feridos antes de ser morto. Quatro dias depois, um adolescente alemão descendente de iranianos matou nove pessoas a tiros em Munique antes de se suicidar.

No dia 24, um refugiado sírio de 21 anos matou uma mulher com uma machadinha e deixou cinco feridos antes de fugir e ser preso. Algumas horas depois, um sírio de 27 anos – que teve de pedido de asilo negado – explodiu a si mesmo do lado de um bar. Quinze pessoas se feriram.

Serviços de segurança afirmaram que os ataques não tinham ligação entre si e que não é possível dizer que o ataque do dia 22 daquele mês foi um ato terrorista, já que motivações políticas foram descartadas.

O incidente de segunda-feira em Berlim evocou lembranças do ataque com um caminhão no Dia da Bastilha em Nice, na França, em 14 de julho, quando 86 pessoas foram mortas. Na época, o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico também reivindicou a autoria do atentado.

Tanto o EI quanto a Al-Qaeda tinham instruído seus seguidores publicamente a usarem caminhões em ataques contra multidões.

6. Como tem sido a política da Alemanha com os refugiados?

A tensão vem aumentando desde os ataques cometidos em julho. Existe a preocupação de que ao alto influxo de refugiados pode permitir a entrada de combatentes extremistas.

Caminhão usado no ataque na capital alemãImage copyrightEPA
Image captionCaminhão avançou sobre pessoas que estavam em um mercado de Natal no boulevard Kurfürstendamm, um dos mais movimentados de Berlim

A chanceler Angela Merkel disse estar “em choque e muito triste”, mas acrescentou: “Não queremos viver com medo do mal, senão os inimigos da liberdade já terão vencido”.

Autoridades disseram que o ataque a um mercado de Natal é “simbólico”, mas afirmaram ser impossível transformar esses locais em “fortalezas” para protegê-los de novas ações do gênero.

O Ministério Público afirmou ainda não ser possível prevenir todo e qualquer tipo de ataque e que se deve esperar por ações semelhantes no futuro.

Merkel afirmou que seria “especialmente repugnante” se o autor do ataque fosse uma pessoa “que pediu proteção e refúgio à Alemanha” e prometeu aplicar “as penas mais duras permitidas pela lei” para punir os responsáveis.

A chanceler instituiu no país uma política de abertura para imigrantes. No ano passado, 890 mil refugiados em busca de asilo chegaram à Alemanha. Críticos à medida disseram que ela era um risco à segurança.

Marcus Pretzell, membro do partido populista de direita AfD, que defende políticas anti-imigração, culpou Merkel e sua política pelo ataque.

Por sua vez, Horst Seehofer, líder do CSU, partido-irmão da legenda de Merkel na Baviera, pediu que a chanceler “repense e mude sua política de imigração e segurança” após o ocorrido na segunda-feira.

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-38377238

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Mais um cristão é morto na Índia

Ele era ativo nos trabalhos da igreja, distribuía Bíblias e costumava exibir filmes sobre Jesus, inspirando muitas famílias à conversão.

Jeyram Khoskla* tem 23 anos e se converteu ao cristianismo alguns anos atrás. Certo dia, às 4h30 da manhã, 7 aldeões invadiram sua casa e o levaram embora. Jeyram nunca mais voltou. Seu corpo foi encontrado a uma distância aproximada de 4 quilômetros, com vários tiros, na vila de Bhitarkota, em Orissa, na Índia.

O incidente aconteceu em novembro. A esposa, Indu Khosla, terá que seguir em frente com seus 3 filhos. Ela conta que Jeyram era ativo nos trabalhos da igreja, distribuía Bíblias e costumava exibir filmes sobre Jesus. Cerca de 50 famílias da aldeia se converteram a Cristo inspiradas pelo seu trabalho evangelístico.

Segundo fontes locais, há tempos que ele estava sendo ameaçado pela vizinhança. Daqui para frente, sem o salário do marido, Indu terá que sustentar a família. Ela tem um emprego simples em uma escola da vila. Tanto a igreja quanto colaboradores da Portas Abertas estão apoiando-a nesse momento.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/mais-um-cristao-e-morto-na-india

Cristão é encontrado morto e governo norte-coreano é apontado como responsável

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 16 / 09:00 pm (ACI).- Um pastor protestante chinês pertencente a uma igreja protestante com bastante atividade junto à fronteira entre a China e a Coreia do Norte foi encontrado morto em Changbai. Segundo associações de direitos humanos, há indícios de que teria sido assassinado pelo serviço secreto norte-coreano.

De acordo com a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), o corpo de Han Chung-ryeol, de 49 anos, foi encontrado bastante mutilado, próximo à fronteira com a Coreia do Norte.

Diversas associações de defesa dos direitos humanos na Coreia do Sul assinalam que tudo indica que este cristão teria sido assassinado por agentes dos serviços secretos norte-coreanos, aparentemente em retaliação pela recente deserção de 13 trabalhadores de um restaurante norte-coreano em Ningbo, na China, e que pediram asilo a Seul.

A Fundação ACN indica que, de fato, existem diversas comunidades cristãs ativas nas zonas de fronteira com a Coreia do Norte que auxiliam pessoas que buscam fugir deste país.

Conforme recorda a Fundação, há vários casos de cristãos que sofrem com a perseguição e detenção por parte do governo norte-coreano. Um desses casos é o do pastor protestante canadense Kim Kuk-gi, de 60 anos, condenado a prisão perpétua “com trabalhos forçados” por “atos contra o Estado”.

Kim é obrigado a cavar buracos em um pomar, durante cerca de oito horas por dia, não tendo acesso aos outros detentos do campo de concentração onde foi colocado. Ele é acusado de difundir propaganda religiosa em igreja clandestina.

Além disso, nas cadeias de Pyongyang estão outros cristãos, como o sul-coreano Choe Chun-il, de 55 anos, ou o missionário Kim Jeong-wook, acusado de espionagem quando procurava dar abrigo e alimentos a norte-coreanos que tentavam fugir pela fronteira com China.

http://www.acidigital.com/noticias/cristao-e-encontrado-morto-e-governo-norte-coreano-e-apontado-como-responsavel-71335/

Cristão foi morto e sua filha estuprada por vizinho e dois amigos após dizer que não acredita no Islã

Algo que é reconhecido por muitos anos no Ocidente é o fato de que nós temos, mais ou menos, sido capazes de viver em paz com pessoas de culturas muito diferentes. Esta é uma anomalia histórica, que não é assim na maioria das culturas. Na verdade, especialmente onde cristãos e muçulmanos vivem juntos, há violência regular por causa das diferenças inerentes entre as religiões, juntamente com o fato de que o Islã define a paz só em termos de submissão ao seu dispostos de que não havendo conversão, não há paz.

Martírio e perseguição são reais e ainda acontecem por conta de ser um cristão, especialmente em áreas muçulmanas. Esta história vem da Uganda, onde um homem cristão foi assassinado e sua filha estuprada por seu vizinho muçulmano porque ele “insultou o Islã”:

Ela disse que foi espancada e estuprada no dia 19 de abril e encontrada inconsciente em uma poça de sangue naquela noite na vila Kanginima, depois de ter sido atacada por três homens muçulmanos.

“Vamos matá-la hoje, porque você foi a única que fez o nosso sheikh ser preso”, um dos homens disse para ela, segundo seu relato para notíciário quando estava hospitalizada.

A mulher, cuja identidade não foi revelada, estava presente quando seu pai foi morto, mas conseguiu escapar.

Eu era capaz de identificar o sheikh porque somos vizinhos, e meu pai o questionou sobre a fé islâmica, que não leva para a salvação com Deus “, disse ela.

“O sheikh tinha dito a ele: ‘Você não tem respeito à nossa religião, e viemos acabar com a sua vida hoje.’ Eles começaram a estrangular o meu pai, bem como bater-lhe na cabeça com uma vara grande. Quando meu pai caiu, eu consegui escapar pela janela”.

Ibrahim foi preso junto com outros dois suspeitos em 29 de janeiro, mas os outros dois foram libertados depois que a mulher não foi capaz de identificá-los. Ibrahim ainda está sendo mantido em uma cela emm Kamuge.

Fonte: Walid Shoebat 

Bangladesh: Líder cristão é agredido até a morte

“Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos e muitos se converteram através da vida dele. Hossain cumpriu sua grande missão”

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Segundo relatórios da Portas Abertas, no dia 22 de março, um cristão foi agredido até a morte por militantes islâmicos, em Kurigram, um distrito que fica ao norte do Bangladesh. Hossain, que se converteu ao cristianismo em 1999, estava voltando de seu passeio matinal, quando três motoqueiros se aproximaram dele, atirando uma bomba caseira e atacando-o com facas. O cristão morreu no local. Hossain era um funcionário público da área de saúde e sofreu uma grande pressão por parte de sua família quando tomou a decisão de seguir o cristianismo. “Durante certo tempo, ele foi perseguido pelos próprios familiares, mas não cedeu e continuou o seu caminho com Cristo. No trabalho, chegou a ter o salário negado durante alguns meses, por conta de sua nova fé”, comenta um dos analistas de perseguição.

No entanto, sua fidelidade a Deus inspirou toda a família e, com o passar dos anos, para a alegria de Hossain, seus familiares também se converteram. “Ele foi um homem de Deus muito ativo nos ensinos bíblicos, depois teve um grande auxílio através dos projetos da Portas Abertas, muitos se converteram através da vida dele. Ele cumpriu sua grande missão”, disse um dos familiares que não foi identificado por motivos de segurança.

Toda a comunidade cristã do Bangladesh está de luto e chocada com o ocorrido, além de muito triste pela perda de um líder tão influente. Mas as pessoas também estão amedrontadas ao imaginar o que mais os grupos extremistas islâmicos podem fazer. Na Classificação da Perseguição Religiosa, o país subiu rapidamente 8 posições, da 43ª (2015) para a 35ª (2016), significando um nível de perseguição ainda mais violento. Em 2014, seis igrejas e uma escola foram destruídas e nomes de pastores cristãos apareceram em uma lista de ameaças de morte, publicada em outubro de 2015. Como a minoria cristã está crescendo, ela enfrenta mais e mais restrições e desafios. Essa pressão não é impulsionada pelo governo, e sim por grupos extremistas islâmicos, líderes religiosos locais e famílias tradicionais. Mas os cristãos permanecem firmes em sua fé. Ore por essa nação.

Pedidos de oração
● Ore pela família de Hossain e também por todas as famílias que perderam seus entes queridos por causa da perseguição religiosa, para que Deus os console, dando conforto, entendimento e também forças para passar por esse momento difícil.
● Ore pela igreja bengalesa, para que continue crescendo na graça e no conhecimento e que continue pregando o evangelho de Cristo.
● Peça ao Senhor para que a perda de Hossain não seja motivo de tristeza, mas de encorajamento. Que mesmo em sua morte, ele sirva de testemunho para toda a nação.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/04/lider-cristao-e-agredido-ate-a-morte

Bangladesh: Cristão ex-muçulmano é morto

O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do ataque e disse que “é uma lição para os demais”, além de chamar o homem de “infiel”

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Ali Hossain de 65 anos, cristão ex-muçulmano, foi agredido até a morte no início da manhã de ontem (22) por militantes islâmicos no Norte de Bangladesh. Enquanto Ali voltava de seu passeio matinal, três assaltantes de moto se aproximaram dele e jogaram uma bomba, depois o atacaram com armas. Ele morreu no local. Em comunicado, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do ataque e disse que “é uma lição para os demais”, além de chamar o homem de “infiel”, segundo oSITE Intelligence Group, que observa a atividade de radicalizados na internet.

Ali era um combatente da liberdade e se tornou um cristão em 1999. Na época, sua esposa o amarrou com uma corda em casa por três dias por não concordar com sua decisão. Sua família e parentes o pressionaram e perseguiram, mas ele nunca abandonou Jesus. O cristão, que trabalhou como um funcionário de saúde do governo, também ficou alguns meses sem receber salário por causa de sua fé. No entanto, sua fidelidade a Deus inspirou e incentivou sua família inteira a abraçar gradualmente o cristianismo. Ali era muito ativo na evangelização muçulmana no Norte de Bangladesh. Seus filhos estudaram a Bíblia através de cursos da Portas Abertas.

Toda a comunidade cristã foi impactada e está de luto pela morte. As pessoas estão ansiosas sobre como se preparar para as futuras atividades dos grupos extremistas islâmicos. Ore conosco por eles. Peça pela família de Ali, que eles continuem firmes na fé apesar de tudo e que a sua morte sirva de testemunho vivo para aquela nação. Bangladesh ocupa a 35º posição na Classificação da Perseguição Religiosa deste ano, e embora a conversão não seja proibida por lei, convertidos do islamismo ou do budismo enfrentam forte pressão de familiares, amigos e líderes religiosos locais para negar sua fé. Não deixe de interceder.

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https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/03/cristao-ex-muculmano-e-morto

Suécia: Um homem é morto a facadas e outros três são feridos entre gangues no centro de refugiados

Um homem foi esfaqueado até a morte e três pessoas ficaram feridas depois de uma briga em massa em um centro de imigrantes na Suécia neste fim de semana.

A polícia prendeu um homem de 20 anos por suspeita de assassinato após o incidente em Ljusne, perto de Soderhamn, região central da Suécia, no sábado.

Mais de uma dúzia de requerentes de asilo do sexo masculino estavam envolvidos na briga de faca, que se acredita ter começado quando um grupo de um centro próximo visitou o outro para resolver um argumento anterior.

A polícia foi chamada ao local e prendeu um homem após a realização de uma operação em um dos apartamentos no centro de refugiados, e mais três foram levados para interrogatório e depois liberados.

De acordo com a Polícia de Soderhamn, até 15 pessoas estavam envolvidas na briga, todos os homens que se acredita estar na faixa dos 20 anos.

Este é o último de uma série de incidentes violentos que teve lugar em centros de requerentes de asilo na Suécia este ano.

Um incidente no mês passado obrigou a polícia correr por suas vidas depois de ser atacada por um grupo de requerentes de asilo em um centro de refugiados em Vasteras, no centro da Suécia

A polícia tinha sido chamada para ajudar a localizar um menino de dez anos que tinha alegadamente sido “estuprado repetidamente por outros requerentes de asilo no centro.

Isso veio poucos dias depois do assassinato da assistente social Alexandra Mezher, de 22 anos, que foi esfaqueada até a morte em um centro de refugiados em Molndal, perto de Gotemburgo, quando ela interveio para parar a luta.

A polícia sueca exigiu mais recursos para conter o aumento da violência ligada à crise migrante.

O porta-voz da polícia Thomas Fuxborg disse no mês passado: “Esses tipos de chamadas estão se tornando cada vez mais comum.

“Estamos lidando com mais incidentes como estes desde a chegada de tantos mais refugiados do exterior. ‘

Suécia recebeu mais de 160.000 refugiados e migrantes em 2015, mais do que qualquer outro país da UE per capita.

No entanto, o número de recém-chegados caiu drasticamente após a verificação da identidade de controle obrigatório nas fronteiras que foi introduzida no mês passado.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3447576/One-man-stabbed-death-three-injured-latest-mass-brawl-gangs-Swedish-migrant-centre.html#ixzz40HU2qlhQ
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Missionário morre em ataque da Al-Qaeda e esposa comenta: “O céu ganhou um guerreiro”

Diretor de um orfanato em Burkina Faso (África), Michael Riddering deixa esposa e quatro filhos. “Meu coração está tão pesado e eu estou tendo dificuldade em acreditar que ele se foi. Mike foi um exemplo na maneira como ele viveu e amou. Deus seja glorificado!”, disse sua esposa.

Um missionário norte-americano foi uma das dezenas de vítimas que morreram durante um ataque da Al Qaeda no país africano de Burkina Faso, no último fim de semana.

Michael Riddering, que foi uma das 28 pessoas mortas por militantes ligados à Al Qaeda, em Ouagadougou (capital de Burkina Faso), na sexta-feira (15) à noite, era pai de quatro filhos e diretor de um orfanato e um centro de crise das mulheres na cidade de Yako, sua mãe in-law, Carol Boyle, disse à Associated Press.

Riddering, que viajou para Burkina Fase em 2011, juntamente com sua esposa, Amy Boyle-Riddering, passou pela capital do país na sexta-feira à noite para encontrar um grupo de pessoas que a aspiravam ser voluntariar para o trabalho no dirigido por ele.

Boyle explicou que Riddering chegou cedo para o café, onde ele deveria encontrar o grupo. Quando o ataque começou, Riddering estava no café, com um pastor local. Vários tiros foram disparados e Riddering e o pastor foram dispersos em diferentes direções.

O pastor, que arrumou chegou anotar o número do celular da esposa de Michael, ligou para o missionária, explicando o que tinha acontecido e dizendo onde eles estavam. Embora o pastor tenha sobrevivido, Michael acabou sendo baleado e morreu no local.

Antes de vender suas propriedades e bens para que eles pudessem se deslocar para Burkina Faso para desenvolver o trabalho no orfanato ‘Refúgio Les Ailes’, em Yako, no ano de 2011, Michael trabalhou como gerente de uma empresa de equipamentos para embarcações, enquanto sua esposa trabalhava como designer gráfica.

“Ele foi extremamente amado e respeitado”, disse a esposa do missionário. “Ele não era um hipócrita, ele não usava máscaras. Ele teve sua luz guia, e ele a seguiu”.

O orfanato comandado pelo Ridderings cuidava de 400 crianças, com salas de aula, uma clínica e um lar para mulheres vítimas de abuso. O orfanato foi patrocinado pela organização cristã missões “Sheltering Wings”, que patrocina uma série de missões na África Ocidental.

“Eles estavam ansiosos para continuar a trabalhar em Burkina Faso e criar seus filhos juntos”, disse um comunicado da Missão. “Tragicamente e inesperadamente, a vida de Mike foi interrompida. Sofremos com Amy e sua família, e todos que conheciam Mike”.

John Anderson, um membro do conselho da ‘Sheltering Wings’, disse à AP que Riddering era o tipo de homem que iria fazer o trabalho pesado que outros se esquivavam de fazer.

“Durante a crise do Ebola, quando era difícil encontrar pessoas para fazer a escavação, Mike saía e se juntava a eles para que pudessem continuar a fazer o trabalho”, disse Anderson. “E isso é trabalho árduo. Ele nunca parou de se mover e nunca parou de ajudar.”

De acordo com a CNN, o Ridderings adotaram dois de seus filhos, já quando moravam em Burkina Faso.

A ‘Sheltering Wings’ criou um fundo de doação on-line que irá apoiar Boyle-Riddering (esposa do missionário) e seus filhos durante este tempo perturbador em suas vidas.

“O céu ganhou um guerreiro! Eu sei que Deus tem um propósito em todas as coisas, mas às vezes é um completo mistério para mim”, postou Boyle-Riddering em seu perfil do Facebook. “Meu melhor amigo, parceiro e amor da minha vida. O melhor marido já visto. Um pai incrível para seus filhos. Meu coração está tão pesado e eu estou tendo dificuldade em acreditar que ele se foi. Mike foi um exemplo na maneira como ele viveu e amou. Deus seja glorificado! Mike Riddering, eu o amarei sempre! Você deixou um legado aqui. Eu só posso imaginar as aventuras que você está tendo agora”.

http://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/missionario-morre-em-ataque-da-al-qaeda-e-esposa-comenta-o-ceu-ganhou-um-guerreiro.html

Terror regressa a Paris: robô verifica o corpo de um fanático do ISIS para verificar presença de explosivos depois que ele foi morto a tiros enquanto corria em direção a estação de polícia usando um falso colete suicida

  • Sallah Ali morto a tiros hoje por policiais em Barbes, norte de Paris
  • Ladrão condenado usava cinto de suicídio falso e ameaçou o policial com faca
  • Hoje é o aniversário de um ano do ataque do ataque terrorista ao Charlie Hebdo

Veja a cobertura completa de notícias e histórias de Paris 

Um marroquino portando faca e vestindo um cinto de suicídio falso foi morto tentando atacar uma delegacia de polícia em  Paris hoje  e estava carregando uma carta na qual ele prometeu lealdade ao Estado Islâmico.

Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando “Allahu Akbar” e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques ao Charlie Hebdo.

O homem de 20 anos condenado por roubo carregava um telefone celular e uma folha de papel que mostrava a bandeira negra do ISIS – e reivindicações de responsabilidade escritas em árabe, de acordo com funcionários na França.

Morto a tiros: Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando "Allahu Akbar" e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques Charlie Hebdo 

Morto a tiros: Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando “Allahu Akbar” e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques ao Charlie Hebdo

Tomado fora: Ali, 20, estava carregando um telefone celular e uma folha de papel que mostra a bandeira negra do Estado Islâmico

Tomado fora: Ali, 20 anos, estava carregando um telefone celular e uma folha de papel que mostra a bandeira negra do Estado Islâmico

Investigação: Depois de pesquisar o corpo, a polícia francesa confirmou que o homem estava vestindo um cinto feito para se parecer com um colete suicida, mas que era uma farsa e não continha explosivos

Investigação: Depois de analisar o corpo, a polícia francesa confirmou que o homem estava vestindo um cinto feito para se parecer com um colete suicida, mas que era uma farsa e não continha explosivos.

O promotor de Paris Francois Molins disse: “Um telefone celular e um pedaço de papel em que aparecem o Daesh (ISIS) e uma reivindicação clara por escrito em árabe, foram encontrados no indivíduo.”

Uma fonte da polícia disse que Ali é originalmente de Casablanca, estava usando um cinto feito para se parecer com um colete suicida -, mas uma unidade antibomba, desde então, confirmou que era uma farsa.

A polícia impediu o tráfego de centenas de pessoas da região, que tem uma elevada percentagem de residentes com um fundo multi-étnico ou imigrante, em meio a temores de que outros ataques que poderia acontecer.

Um oficial da polícia de Paris disse que os policiais estão vendo o incidente fora da Goutte d’Or commissariat – perto do hub Gare du Nord Eurostar – como “mais provável terrorismo” do que um ato criminoso padrão.

Mais cedo, Luc Poignant, um funcionário do sindicato da polícia, disse que Ali vestia uma veste de explosivos, e gritou “Allahu Akbar” ou “Deus é grande” em árabe.

Uma testemunha disse que ouviu “dois ou três tiros ‘, esta manhã, antes do homem cair no chão. Foi dito  que Ali tinha “jurado fidelidade ‘para Abu Bakr al-Baghdadi, o recluso líder do ISIS.

Em 2013, Ali havia sido preso por roubo em Sainte-Maxime, o sofisticado balneário da Riviera Francesa. Suas impressões digitais foram registradas no momento.

Seu corpo, vestido de jeans, um casaco de estilo de combate cinza e botas pretas, pôde ser visto deitado em frente à delegacia até meados da tarde.

Alerta de terror: verifique polícia francesa um dos peões ao se proteger a área depois que o homem foi morto a tiro em Paris

Alerta de terror: polícia francesa protege a área depois que o homem foi morto a tiro em Paris

Isolaram: Armado patrulha policial francês perto do Boulevard de Barbes no norte de Paris após o tiroteio

Isolaram: patrulha policial francesa perto do Boulevard de Barbes no norte de Paris após o tiroteio

Chegando mais perto: Um robô bomba inspeciona o corpo para fora da delegacia de polícia em Barbes, Paris, e pelo menos uma dúzia de vans motim da polícia estavam bloqueando fora da área, no bairro Goutte d'Or

Chegando mais perto: Um robô bomba inspeciona o corpo fora da delegacia de polícia em Barbes, Paris, e pelo menos uma dúzia de vans da polícia estavam bloqueando a área, no bairro Goutte d’Or

Probe: Uma unidade antibomba investiga o corpo de Ali depois de relatos de que ele foi visto usando um "colete suicida '

“Ele estava claramente obcecado com Estado islâmico, e seus líderes”, disse uma fonte de investigação. “Isto está muito claro devido pedaço de papel encontrado. ‘

A fonte acrescentou: “Por volta das 11:30, o homem apareceu do lado de fora da delegacia de polícia e mostrou a sua faca de cozinha. Foi-lhe dito para voltar, mas recusou. Tiros foram disparados e morreu instantaneamente. ‘

Por volta de  13:00h, os especialistas antibomba podem ser vistos usando um dispositivo robótico para verificar o corpo de Ali para explosivos. Cães farejadores também estavam presentes.

Eles disseram ter encontrado um “pequeno pacote com fios elétricos pendurado fora dele”, disse outra fonte, que trabalha para a polícia de Paris.

O Goutte d’Or no bairro Barbes, o 18º arrondissement de Paris, foi bloqueado – como foram duas linhas de metro que atravessam a área, embora mais tarde reaberto.

Passageiros que chegam no Eurostar de Londres disseram que receberam instruções para ficar longe da área. Policiais armados podiam ser vistos para observar transeuntes, e especialmente os jovens homens de aparência Norte Africano.

Polícia expandiu seu cordão de segurança de uma hora depois do ataque, de forma rápida e aproximadamente dispersou  centenas de pessoas que se reuniram nas proximidades. Lojas foram orientados a fechar ao longo das ruas vizinhas.

Minutos antes do tiroteio, o presidente francês, François Hollande tinha homenageado os policiais mortos no cumprimento do dever, incluindo três policiais mortos a tiros durante os ataques de janeiro 7-9.

Fechar chamada: O tiroteio foi a apenas algumas milhas dos antigos escritórios de Charlie Hebdo que veio sob ataque há exatamente um ano

Fechar chamada: O tiroteio foi a apenas algumas milhas dos antigos escritórios de Charlie Hebdo que veio estar sob ataque há exatamente um ano

Na cena: Autoridades francesas dizem que o homem estava vestindo o que parece ter sido um colete de explosivos ou cinto, e a polícia está investigando o ataque como potencial terrorismo 

Na cena: Autoridades francesas dizem que o homem estava vestindo o que parece ter sido um colete de explosivos ou cinto, e a polícia está investigando o ataque como potencial terrorismo

Armado: Oficiais militares montam guarda perto da cena de tomada depois que o homem carregando uma faca tentou introduzir uma delegacia de polícia Paris na Goutte d'Or área, norte de Paris

Armado: Oficiais militares montam guarda perto da cena de tomada depois que o homem carregando uma faca tentou entrar  numa delegacia de polícia Paris na Goutte d’Or área, norte de Paris

Patrol: polícia francesa proteger a área após o tiroteio no norte de Paris pouco depois de 11:00 horário do Reino Unido hoje

Porque os Palestinos Amam Assassinos de Bebês

  • Samir Kuntar assassinou quatro israelenses. Einat Haran, uma menina de quatro anos, foi uma das vítimas. Kuntar esmagou a cabeça dela. Nesta semana Kuntar foi morto na Síria enquanto ajudava o Presidente Bashar Assad a cometer crimes contra seus próprios cidadãos.
  • Evidentemente o Sultão Abu Al-Einein, alto funcionário palestino, acredita que assassinar judeus não seja um “crime execrável”, mas matar um arquiterrorista, como Kuntar é sim um “crime execrável”.
  • Quando a Autoridade Palestina apoiada pelo Ocidente, endossa abertamente os terroristas, homenageando-os com nome de ruas, praças e escolas, os líderes palestinos estão sinalizando ao seu povo que assassinar judeus é um ato nobre e digno. Essa exibição de solidariedade para com um assassino de bebês é a consequência direta do ininterrupto incitamento tanto contra Israel quanto contra os judeus nas mesquitas, imprensa e redes sociais na Cisjordânia e Faixa de Gaza.
  • Nesta sociedade doente e deformada que os europeus compraram e estão pagando, qualquer um que assassine judeus é considerado um ídolo. Qualquer um que apóie a paz com Israel é imediatamente repudiado como “traidor”.

Samir Kuntar foi o terrorista que cometeu um dos ataques terroristas mais bárbaros que se pode imaginar. Em 22 de abril de 1979, Kuntar, na época com 16 anos de idade, assassinou quatro israelenses na cidade israelense de Nahariya. Einat Haran, uma menina de quatro anos, foi uma das vítimas. Kuntar esmagou a cabeça da menina após assassinar Danny, seu pai, de 31 anos.

Nesta semana Kuntar foi morto em uma explosão que destruiu seu apartamento, ao sul da capital síria, Damasco. Ele estava na Síria ajudando o Presidente Bashar Assad a cometer crimes contra os próprios cidadãos sírios. Kuntar também tinha sido enviado para a Síria, em parte em nome do grupo terrorista Hisbolá libanês apoiado pelos iranianos, com o objetivo de planejar ataques terroristas de grande vulto contra Israel, a partir do território sírio.

O terrorista libanês Samir Kuntar (esquerda) foi morto nesta semana na Síria. Kuntar assassinou quatro israelenses em 1979, incluindo Einat, Danny e Yael Haran (direita). O histórico sangrento de Kuntar o transformou em herói aos olhos de muitos palestinos de destaque.

Kuntar não era palestino. Ele era libanês druso. Essa peculiaridade não fez nenhuma diferença para que os palestinos o adorassem já que ele assassinava judeus. Os palestinos vão adorar qualquer um que cometa um ataque terrorista contra Israel ou contra judeus, como é o caso do terrorista japonês Kozo Okamoto, que chefiou o massacre de 1972 no aeroporto de Lod em Israel, no qual 24 pessoas foram assassinadas e mais de 70 ficaram feridas.

Aos olhos de muitos palestinos, o histórico de assassinatos de Kuntar, assim como o de Okamoto, o transformou em “mártir” e “herói”. Agora chora-se a morte do arquiterrorista na Cisjordânia e Faixa de Gaza como “combatente e herói nacional”, que sacrificou a própria vida em nome dos palestinos. É isso que muitos palestinos consideram seu exemplo: basta que se procure destruir Israel e assassinar judeus. É como se todos os muçulmanos da França idolatrassem os perpetradores dos massacres cometidos em 13 de novembro no estádio de futebol e no Teatro Bataclan de Paris e ainda se comprometessem a ser iguaizinhos a eles.

O caso de amor entre Kuntar e os palestinos começou há muitos anos, quando o terrorista cumpria pena em uma prisão israelense. Prisioneiros palestinos como Marwan Barghouti da Fatah e Ahmed Sa’dat, Secretário Geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP em inglês), postavam orgulhosamente fotos ao lado de Kuntar. Barghouti está cumprindo cinco prisões perpétuas pelo seu papel em ataques terroristas com fatalidades contra judeus entre os anos de 2000 e 2006. Sa’dat está na cadeia pelo seu papel no assassinato a tiros do Ministro do Turismo de Israel Rehavam Ze’evi em um hotel em 2001.

Ao saber da morte de Kuntar, Barghouti, que é autoridade do alto escalão da facção “moderada” Fatah apoiada pelo Ocidente, publicou o seguinte discurso fúnebre: “mil saudações à sua alma. Nos encontraremos”.

Muito embora a Autoridade Palestina, controlada pela Fatah tenha evitado emitir comentários sobre o assassinato do terrorista libanês druso, os Websites da Fatah estão de luto, tecendoelogios a Kuntar, retratando-o como “herói” e “mártir”.

O Sultão Abu Al-Einein, alto funcionário da Fatah, próximo ao Presidente Mahmoud Abbas, que ao que tudo indica não apóia o assassinato de terroristas, repudiou o assassinato como um “crime execrável cometido por Israel”. Abu Al-Einein se pôs a enaltecer Kuntar como “mártir” que se doou à causa palestina desde os 16 anos. Não é de se admirar que o funcionário da Fatah evitou mencionar que Kuntar assassinou quatro israelenses com requintes de crueldade, incluindo uma menininha. Evidentemente Abu Al-Einein acredita que assassinar judeus não seja um “crime execrável”, mas matar um arquiterrorista, isso sim é um “crime execrável”, crime este que merece que toda a comunidade internacional puna os responsáveis!

Na Faixa de Gaza, horas depois que o terrorista foi morto na Síria, um pai palestino, Maher Huthut, anunciou que ele acabara de homenagear Samir Kuntar dando o seu nome ao bebê recém-nascido. Aparentemente o anúncio tinha como objetivo expressar a “gratidão” palestina pelos “sacrifícios” de Kuntar em nome dos palestinos. Em mais um sinal de amor por Kuntar, várias facções palestinas na Faixa de Gaza ergueram uma enorme tenda para receber condolências pela morte dele. Centenas de palestinos foram até a tenda para oferecer as sentidas condolências pela sua morte e muitos juraram seguir os passos de Kuntar.

As facções palestinas estão agora planejando uma operação da mesma natureza em Ramala, a apenas algumas centenas de metros do gabinete e residência do Presidente Mahmoud Abbas.

Essa enxurrada de pêsames e afeto dos palestinos por Kuntar não deveria surpreender ninguém. Os palestinos vêm há muito tempo enaltecendo terroristas e jihadistas que atacam e matam judeus, indiscriminadamente sejam eles soldados ou civis. Quando líderes palestinos, no caso a Autoridade Palestina apoiada pelo Ocidente, não o Hamas, endossam abertamente os terroristas, homenageando-os com nome de ruas, praças e escolas, eles estão sinalizando ao seu povo que assassinar judeus é uma tarefa nobre e digna e que é uma virtude repeti-la.

Francamente, é repugnante, mesmo como palestino, ver tantos compatriotas enlutados, tecendo tantos elogios a um homem que assassina bebês. Essa exibição de solidariedade para com um assassino de bebês e arquiterrorista é a consequência direta do ininterrupto incitamento tanto contra Israel quanto contra os judeus que acontece todos os dias nas mesquitas, imprensa e redes sociais na Cisjordânia e Faixa de Gaza. É exatamente esse ininterrupto incitamento e doutrinação que está levando jovens palestinos a pegarem em facas e saírem esfaqueando o primeiro judeu que encontrarem.

Malgrado o que os políticos europeus, que ajudam financeiramente os palestinos desejam imaginar, os líderes palestinos não estão educando seu povo à tolerância, não violência e à paz. Em vez disso, com o dinheiro doado por esses sonhadores europeus, que parecem imaginar que o mundo é uma enorme creche cheia de amor para dar, eles continuarão a envenenar corações e mentes de seu povo por meio de mentiras incendiárias e com a mais preconceituosa das retóricas.

Os europeus, responsáveis em grande parte pelo custeio desse veneno, deveriam ser informados que é isso que se faz com a generosidade deles. E é exatamente por isso que nenhum processo de paz com Israel jamais dará certo. Graças principalmente à benesse da ajuda financeira européia, que impede a maioria dos palestinos de pensarem em outra maneira de ganhar a vida, o terrorismo palestino se tornou um grande negócio! Os crédulos europeus possibilitaram que uma geração inteira fosse educada na glorificação de terroristas, como é o caso de Kuntar. Eu torço para que isso faça com que os europeus se sintam bem consigo mesmos.

Nesta sociedade doente e deformada que os europeus compraram e estão pagando, qualquer um que assassine judeus é considerado um ídolo. Por outro lado, qualquer um que apóie a paz com Israel é imediatamente repudiado como “traidor”. Já passou da hora dos europeus e de outros no Ocidente acordarem.

por Bassam Tawil

Bassam Tawil é um pesquisador estabelecido no Oriente Médio.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7149/palestinos-assassinos-bebes