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Malásia: “Sharia ordena chicotear lésbicas para infundir medo de Allah”

Na segunda-feira, duas mulheres consideradas culpadas por tentar fazer sexo foram chicoteadas seis vezes em público devido decisão do Tribunal de Syariah de Terengganu, enquanto cerca de 100 pessoas assistiram à punição.

A punição recebeu condenação mundial, com o ministro federal encarregado dos assuntos religiosos Datuk Mujahid Yusof Rawa dizendo que a presença pública durante a sentença deveria ser revista.

Grupos de defesa dos direitos das mulheres chamado “Justiça para as Irmãs no Islã” também alegou que a condenação era ilegal, já que a punição só pode ser feita contra prisioneiros, mas a dupla não foi presa.

O partifo Kedah PAS apoiou o governo de Terengganu contra as críticas por impor chicotadas publicamente nas duas mulheres muçulmanas na segunda-feira, dizendo que as punições da Sharia devem “infundir medo em relação a Alá”.

Seu comissário Ahmad Fakhruddin Fakhrurazi disse que a chibata é uma “arma” para conter problemas sociais, citando a alegada disseminação da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) na Malásia como exemplo.

“É inegável, as leis conseguiram abrir os olhos de muitas pessoas, embora tenham recebido muitas reações. Mas o fato é que a filosofia das punições da Sharia é instilar o medo em relação a Allah ”, disse ele em um comunicado.

Ele alegou que o público deve estar ciente de que “atos LGBT” supostamente trazem problemas de saúde e doenças, e são grandes pecados aos olhos de Deus.

Com imagem e infirmações Yahoo News

“Estado deve ser laico, mas a França exagera”, diz papa Francisco

Para Jorge Bergoglio, legislação francesa erra ao não prever direito de “exteriorizar” a fé e impedir muçulmanas de usar véu.

Líder da Igreja Católica, o papa Francisco defendeu que um Estado deve ser laico, mas disse que a França “tende a exagerar na laicidade”. A declaração foi feita poucas semanas depois de o presidente francês François Hollande desistir de emplacar um embaixador assumidamente homossexual na Santa Sé. “Um Estado deve ser laico. Os Estados confessionais terminam mal. Mas a França tende a exagerar na laicidade devido a um modo de considerar as religiões como uma subcultura, e não como uma cultura verdadeira”, alfinetou o pontífice.

O papa destacou que é preciso haver uma lei que permita a liberdade de “exteriorizar” sua fé. A legislação francesa prevê limitações na “manifestação de filiações religiosas” para “proteger os direitos dos outros cidadãos”.

A medida atinge principalmente mulheres muçulmanas, proibidas de usar véus em repartições públicas. “Se uma muçulmana quer usar o véu, deve poder fazê-lo. A mesma coisa serve para um cristão que usa um crucifixo”, acrescentou Francisco.

O papa também comentou que foi convidado por Hollande para visitar Paris, mas não sabe quando isso ocorrerá, já que o país terá eleições presidenciais em 2017 e a Santa Sé costuma evitar viagens internacionais durante períodos de campanha.

Crianças da guerra: as vítimas mais expostas da violência

BUENOS AIRES — Crianças foram assassinadas enquanto estudavam em suas escolas ou dormiam em suas camas. Outras se tornaram órfãs, foram sequestradas, torturadas, recrutadas como soldados, violadas ou vendidas como escravas. Muitas vivem em condições precárias há bastante tempo. São as vítimas mais expostas das guerras que afligem o mundo.

— Nunca nos últimos anos tantas crianças foram submetidas a uma brutalidade tão indescritível — advertiu o diretor do Unicef, Anthony Lake. Apenas no ano passado, 15 milhões de meninos e meninas foram afetados diretamente pela violência de conflitos armados. — Foi um ano devastador — sentenciou Lake.

Devido à guerra que eclode na Síria, a situação de 5,6 milhões de crianças é “desesperadora”. Dois milhões vivem sitiados em áreas em que a ajuda humanitária não chega. No Iraque, a situação se deteriorou com o avanço do Estado Islâmico, que usa os pequenos em celebrações militares, para decapitar reféns e como escravos sexuais. Na Faixa de Gaza, os efeitos do enfrentamento com Israel, em 2014, ainda estão ativos: hoje, 54 mil menores palestinos seguem sem moradia.

E a lista de países continua. O Unicef destaca os efeitos trágicos de guerras esquecidas, como as que prosseguem no Afeganistão, Somália, Nigéria e Iêmen.

SÍRIA

– Yasin Akgul / AFP

Brincar, apesar de tudo. As ruas da cidade síria de Kobane, na fronteira com a Turquia, mesmo nos rastros dos combates entre as forças curdas e os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI), expulso em janeiro; em meio à destruição, um menino curdo brinca com o que tem em mãos.

AFEGANISTÃO

– Aref Karimi / AFP

Viver sem um teto. Mais de 13 anos de guerra deixaram estragos na sociedade afegã; no país, há centenas de milhares de desabrigados, como esta garota e seu irmão, na cidade de Herat (oeste), onde vivem em refúgios precários.

IÊMEN

– Mohammed Huwais / AFP

As crianças soldadas. Em Sana, a capital do Iêmen, ninguém saiu imune às batalhas entre os rebeldes huthis e as forças da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita, como esses garotos que rondam a cidade em apoio ao grupo rebelde xiita.

IRAQUE

– Arquivo / AP

Impor o extremismo. Os jihadistas do EI se aproveitam dos menores para incluí-los na guerra pela ampliação seu califado no Iraque; em Mossul, estes dois meninos fizeram parte de um desfile para festejar a vitória do grupo sobre as forças do governo iraquiano.

FAIXA DE GAZA

– Mohammed Salem / Reuters

Pose para a desolação. Os combates entre o Hamas e as forças israelenses do ano passado deixaram milhares de crianças palestinas sem moradia e em condições de precariedade, como esta menina. A casa de sua família foi danificada por bombardeios israelenses, em Beit Lahiya, norte de Gaza.

* “La Nación” integra o Grupo de Diarios América (GDA), do qual O GLOBO faz parte

http://oglobo.globo.com/mundo/criancas-da-guerra-as-vitimas-mais-expostas-da-violencia-16225313

Jornalista palestina expõe a crueldade da prática poligâmica em Gaza, Cisjordânia, Europa e EUA

A poligamia é amplamente praticada em Gaza e as mulheres (ou “sister wives”) não estão felizes com isso.

É o que diz Asmaa Al-Ghoul, que acaba de expor essa prática, em um artigo para a Al Monitor. Al-Ghoul é um jornalista palestina feminista heróica que, em 2009, foi demitida por seu trabalho por expor os crimes de honra na Cisjordânia e em Gaza; ela foi perseguida, ameaçada, e quase presa pelo Hamas por este trabalho. Eu a entrevistei na época por telefone e publiquei uma série de artigos sobre ela.

Agora, ela relata que a poligamia é praticada por ricos e pobres em Gaza. Curiosamente, ela descreve “hostilidade” e “ódio” entre um par de “esposas-irmãs”, que visitaram um salão de beleza em conjunto. Ela também cita uma mulher independente financeira e profissionalmente bem-sucedida que escolheu se tornar uma segunda esposa, mas que agora diz:

Tornar-se a segunda mulher é a pior decisão que uma mulher pode fazer. Ela vai sempre viver com a culpa de tomar o que não era dela. Na maioria dos casos, a segunda esposa descobre que 90% das coisas que o marido disse a ela sobre suas circunstâncias e sua primeira esposa eram mentiras.

Outra mulher, a primeira esposa, descreve a enorme “dor e humilhação” que sentiu quando seu marido lançou uma segunda esposa em cima dela.

“Tornar-se uma segunda esposa é a pior decisão que uma mulher muçulmana pode fazer.”

Asmaa Al-Ghoul

A poligamia é legalmente sancionada pela lei Sharia, pelo Hadith, e pelo costume. Um homem deve tratar cada mulher “igualmente”, algo que é humanamente impossível de se fazer. Os argumentos clássicos em favor da poligamia são os seguintes: Um homem não tem que permanecer em um casamento infeliz, mas ele não tem que se divorciar da mãe de seus filhos, para quem ele permanece responsável; Se uma mulher se torna viúva ou não tem marido e se ela não pode sustentar-se, um homem casado pode estender a bondade de “proteção” ao se casar com ela; se ela é pobre e não pode pagar um dote, tornando-se uma segunda esposa com dote inferior, terceira ou quarta esposa, vai dar a ela a chance de casamento e gravidez; e, se a primeira esposa de um homem não pode ter filhos, a poligamia permite que ela continue a fazer parte de uma grande família, onde ela pode desfrutar das crianças de seu marido em sua vida.

Isso nem sempre dá certo. Pode-se lembrar de como a segunda esposa do assassino condenado afegão-canadense Mohammed Shafia, Tooba Yahya, atormentava sua primeira esposa, Rona Amir Mohammed, que era infértil. Mohammed, Tooba, e seu filho assassinado Rona e três das filhas biológicas de Tooba foram todos vistos como “muito ocidentais” para as meninas afegãs que viviam no Canadá.

Certa vez, eu morava em uma casa muçulmana que adotava a poligamia no Afeganistão e, com base nessa experiência em primeira mão, juntamente com pesquisas e entrevistas, ficou também, claro, que a luxúria do sexo masculino, tanto para o sexo e para tantas crianças quanto possível, é também um fator de a prática da poligamia.

É também claro que, em famílias pobres, todos vivem em bairros próximos e a primeira esposa usa e abusa da segunda esposa como uma espécie de serva ou contratada até que a segunda esposa comece a produzir filhos de alto valor. Em seguida, os quadros podem girar. Além disso, os meio-irmãos estão em uma competição aguerrida pelo afeto e atenção do pai, e por qualquer herança que possa haver.

A poligamia muçulmana é galopante no Reino Unido, onde foi estimado o número de tais uniões ilegais seja de pelo menos 20.000.

Esta prática não é confinada à Cisjordânia e Gaza. É galopante na Europa, especialmente no Reino Unido, em que o número de tais uniões ilegais foi estimado como sendo de pelo menos 20000. Isso geralmente significa que a segunda, terceira e quarta esposas não entram em uniões legais, mas são casadas ​​apenas sob a lei religiosa Sharia. Elas não têm direito e dificilmente entendem a situação em que estão. Isso também significa que as famílias poligâmicas, que são ilegais, podem, todavia, ser todas as que vivem no desemprego.

Em 2008, a estimativa para uniões poligâmicas nos Estados Unidos foi ainda maior, variando de 50.000 a 100.000. No entanto, uma mulher palestina que é segunda esposa, explicou que, quando ela se divorciou, tornou-se uma “pária” em sua comunidade muçulmana, em Nova Jersey. Assim, se casar novamente, mesmo ilegalmente, resolveu seu problema dentro da comunidade.

Uma mulher muçulmana-americana de Senegal confirma minhas próprias observações. Ela diz que seu pai se casou com quatro mulheres e ela tinha 19 ou 20 irmãos: “Às vezes ele não sabe quem é quem, e ele esquece o nome ‘de seus filhos e esposas.”

Esta prática não está a abrandar. Recentemente, no final de 2014, um site matchmaking sediado no Reino Unido apareceu para “polígamos muçulmanos.” Ele é chamado de “o segundo Wives Club.” Aqui está a lógica de um homem por ter várias esposas:

“As mulheres foram criadas em sua natureza para lutar para o homem, para lutar para conquistá-lo”, disse ele. “Isto é, quando seu melhor sai. Mas quando não há ninguém para lutar, então ela fica preguiçosa com você … [poligamia] é mais a favor das mulheres do que os homens. ‘ “A maioria dos homens enganam suas esposas”, disse ele. “Aposto que um homem pode ser mais agradável à sua esposa quando ele tem uma namorada / esposa, que quando ele não tem. Porque eles se sentem culpados. Assim, eles se tornaram mais agradáveis para suas esposas. ”

Muitas mulheres que vivem nos Estados Unidos criaram contas nesse site..

Por Breitbart

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Phyllis Chesler, professora emérita de psicologia e estudos da mulher e autora de quinze livros

http://www.meforum.org/5141/palestinian-sister-wives

EXPLICANDO A FARSA DO “DIA INTERNACIONAL DA MULHER”

Por Andréa Fernandes

Resolvi pesquisar a origem do chamado “dia internacional da mulher” e constatei a existência de duas correntes majoritárias que explicam o motivo de tal celebração ser efetivada no dia 8 de março. Muitos afirmam que a data foi estabelecida em função das manifestações de grupos feministas russos que lutavam por melhores condições de vida e trabalho, sendo que, tais manifestações teriam marcando o início da Revolução de 1917. A outra corrente defende a ideia de que a data teria sido fixada em homenagem às operárias de uma fábrica de tecidos nos EUA, que morreram carbonizadas, após terem sido trancadas no estabelecimento incendiado logo em seguida como reprimenda violenta contra as reivindicações por melhores salários e condições de trabalho.

Contudo, em 1910, foi decidido numa conferência dirigida pela Internacional Nacionalista, na Dinamarca, que o dia 08 de março seria estatuído como o “dia internacional da mulher”, o qual alcançou a oficialização da ONU em 1975, através de um decreto. Logo, a data serve para comemorar os feitos políticos, econômicos e sociais conquistados pela mulher e propor a reflexão sobre “direitos” que ainda seriam necessários.

Desse modo, a única certeza que podemos ter a respeito da data, é que trata-se de uma criação ocidental, notadamente de ideologia esquerdista, que visa primordialmente promover a “igualdade de gênero” vociferada pelo movimento feminista, que tomou para si a responsabilidade de lutar pela emancipação feminina na busca da “libertação de padrões opressores embasados em normas de gênero”.

Entretanto, o fracasso do ideário feminista está sintetizado na pessoa de seu ícone, a filósofa marxista Simone de Beauvoir, diretora da propaganda Nacional Socialista, que juntamente com seu “grande amor”, o filósofo Jean Paul Sartre, assinou uma petição exigindo a legalização da pedofilia e a libertação de três criminosos sentenciados por terem explorado sexualmente vários adolescentes com idades de 11 a 14 anos. Inobstante tal fato, a escritora ateia lutou incansavelmente pela destruição dos valores exarados nas Escrituras Sagradas, sendo crítica feroz de todos os aspectos que envolvem a instituição familiar, donde inferimos os reprováveis parâmetros da agenda feminista atual que pulula em governos e instituições de ensino no mundo inteiro com temas que nada dignificam as mulheres.

A prova notória de que o movimento feminista norteia as ações governamentais no Ocidente pode ser colhida mediante a simples leitura das informações exaradas no site de notícias da ONU sobre as celebrações para marcar o dia internacional da mulher, onde o secretário-geral assevera que “o foco deste ano está na igualdade de gêneros, indo desde a representação política até diferenças de salários”.

Ora, como pode a ONU propalar atenção máxima para questões pautadas por movimentos feministas ocidentais, quando mulheres muçulmanas estão sendo sistematicamente violentadas em seus direitos mais elementares por governos árabes e muçulmanos?

Aliás, a ONU não pode nem mesmo evocar a falta de conhecimento acerca das barbáries promovidas contra as muçulmanas, vez que, “O livro Negro da Condição das Mulheres”, das autoras Christine Ockrent e Sandrine Treiner, relata os horrores vivenciados por tais mulheres. Françoise Gaspard, perita da ONU junto à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw), afirmou em 2001, que o campeão de injustiça contra as mulheres continuava sendo o mundo árabe, o que não mudou em nada nos dias de hoje.

Ademais, até 2014, cerca de 125 milhões de mulheres sofreram a prática horrenda de mutilação genital, tachada como “pandemia no Oriente Médio e África” pelo especialista Phyllis Chesler. E segundo a UNICEF, 91% das mulheres egípcias sofreram mutilação genital, pois, é a única forma de não serem consideradas “impuras” pelos homens.

Todos os anos, milhares de meninas e mulheres são mutiladas em chão de barro com uma faca enferrujada ou lâmina de barbear, e até na “Europa civilizada” as vítimas do “terrorismo religioso” não escapam de tamanha crueldade. No entanto, a ONU não age de forma rigorosa, tendo em vista a imposição ideológica de seus Estados-membros muçulmanos, “devidamente auxiliados” pelos Estados alinhados com a “esquerda à la Beauvoir”!

Todavia, essas mulheres muçulmanas desprezadas pela agenda marxista da ONU necessitam urgentemente de apoio e intercessão daqueles que, são paradoxalmente acusados de “fundamentalistas” pela esquerda militante, que jamais ousou fazer “marchas” contra a opressão teocrática muçulmana, possivelmente, pela covardia de não correr o risco de “morrer heroicamente” por uma justa causa.

Enfim, se as mulheres que mais sofrem “violência legalizada” no mundo não são prioridades nas ações políticas da ONU, nem mesmo no dia internacional da mulher, constata-se que a data comemorativa é apenas mais um embuste objetivando entorpecer a mente das massas que ainda esperam socorro do ente internacional que vem sendo um agente perpetuador da tirania desde a sua fundação.