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Cristã é estuprada por muçulmano em frente aos cinco filhos, no Paquistão

Samrah Badal foi estuprada por um muçulmano que exigia informações sobre o irmão dele, que teria fugido com a irmã da mulher.

Uma mulher cristã foi espancada e estuprada na frente de seus cinco filhos por um homem muçulmano que procurava “vingar honra” de sua família, no Paquistão. A “desonra” teria vindo de um episódio no qual a irmã da mulher agredida se apaixonou e fugiu com o irmão do agressor.

O advogado cristão Aneeqa M. Anthony, coordenador da ONG “Sociedade de Voz” comentou as notícias sobre a agressão em um depoimento à agência de notícias Fides, revelando que o episódio aconteceu na semana passada em Lahore.

Anthony explicou que o irmão muçulmano e um grupo de outros homens foram até a casa da cristã Samrah Badal, buscando notícias sobre o casal ‘fugitivo’, mas a mulher se recusou a dar qualquer informação. Como consequência, ela foi despida e arrastada para a rua, onde ela foi estuprada na frente de seus cinco filhos.

O advogado observou que o homem muçulmano (irmão do agressor) que escapou com a menina cristã veio de uma família muito influente na cidade e isso teria sido parte da razão para que seu irmão saísse em busca de vingança.

Anthony pediu aos políticos que fizessem o possível para intervir em nome dos cristãos, temendo que o ataque, como muitos outros, ficasse impune pela polícia.

A violência contra os cristãos continua a ser frequente no Paquistão e às vezes os ataques são cometidos por membros de sua própria família.

Em um incidente separado, ainda neste mês de junho (2016), uma mãe muçulmana matou a própria filha adolescente, queimando-a até a morte porque ela se casou sem o consentimento dos pais e “envergonhou a família”. Foi o terceiro crime desse tipo no espaço de um mês no Paquistão.

A menina de 18 anos de idade, Zeenat Rafiq, teria sido punida por se casar com um homem que sua família a tinha proibido de escolher, e tinha ido viver com a família do rapaz.

“Quando ela contou aos pais sobre nós, eles bateram tanto nela que ela sangrou pela boca e pelo nariz”, disse o marido da jovem, Hassan Khan, à BBC local.

“Sua família a atraiu de volta, prometendo reconciliação e uma recepção de casamento apropriada. Ela estava com medo, ela disse ‘eles não vão me poupar’. Ela não queria ir, mas a minha família a convenceu que era o certo a fazer. Como poderíamos adivinhar que eles iria matá-la?”.

Feminismo?

Diante da frequente onda de violência contra as mulheres no Paquistão e em outros países onde o islamismo impera como religião, cultura e até mesmo formação política, o pastor Franklin Graham questionou nas redes sociais, onde estariam as “defensoras dos direitos das mulheres” ou as chamadas “feministas” para se pronunciarem diante de tais atrocidades.

“Onde estão as ‘Glorias Steinems’, ‘Bellas Abzugs’ ou até mesmo as ‘Hillarys Clintons’, que se dizem defensoras dos direitos das mulheres quando se trata dos ensinamentos do islamismo? Por que eles não estão gritando e protestando contra a maneira como o islamismo trata as mulheres?”, questionou o evangelista em sua página no Facebook.

http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/34715/crista-e-estuprada-por-muculmano-em-frente-aos-cinco-filhos-no-paquistao.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

Clérigo muçulmano é condenado por discursos que incitam massacre de judeus

Jerusalém (TPS) – Um clérigo muçulmano foi condenado por incitação, por ter proferido discursos no Monte do Templo nos quais ele disse que os judeus deveriam ser “massacrados” e que eles eram semelhantes aos “macacos e porcos”.

A sentença foi proferida pelo juiz Samuel Herbst no Tribunal de Magistrados de Jerusalém, condenando o xeique Omar Abu Sara por incitação à violência e por divulgação de incitação ao racismo.

Segundo a acusação, o xeique Abu Sara falou na capela Qibli da Mesquita Al-Aqsa em novembro de 2014 sobre “as características dos judeus de acordo com o Alcorão”. O discurso foi aplaudido pelo público, filmado, e carregado no dia seguinte para o YouTube.

No discurso, Abu Sara comparou judeus com “macacos e porcos” e os acusou de assassinar o profeta islâmico Maomé, juntamente com outros profetas. Ele também disse que os judeus têm de ser massacrados.

“Eu digo aos judeus explicitamente: É hora de massacrar vocês, lutar com vocês e matar vocês”, ele pregou. “Aguardamos o dia e momento quando chegar a hora de acabar com vocês, e vamos enfrentá-los, se Deus quiser (…) Deus, por favor acelera aquele dia, agiliza o dia da morte deles, acelera o dia em que purificamos Al-Aqsa da sua sujeira, acelera o dia em que um estado califado islâmico seja estabelecido”.

Em seu veredicto, o juiz Herbst disse que “quando eu olho para o réu vejo um ser humano, e é profundamente lamentável que quando ele olha para mim, ele veja um macaco ou um porco, destinado a ser impiedosamente exterminado”.

“Judeus e árabes vivem lado a lado em Israel, e isso não vai mudar”, Herbst continuou. “O réu e seus semelhantes inflamam tensão constante, que começa com discursos e termina com o atual registro de crianças e jovens segurando facas e direcionando-as para os corpos, a carne e gargantas de membros de outra nação”. “É hora de parar esta incitação, na Internet, em reuniões, e em locais de culto”, concluiu.

A queixa foi apresentada pela Honenu, uma organização de ajuda legal, em nome de Yehuda Glick, um conhecido defensor dos direitos dos judeus no Monte doTemplo, pouco depois de Glick sobreviver a um atentado contra sua vida por um terrorista palestino.

Em resposta à condenação, Honenu saudou a decisão, mas acrescentou que “infelizmente, quando se trata de incitação contra os judeus, cabe aos cidadãos e organizações ajudar o sistema legal a fazer o seu trabalho. Esperamos que estas mudanças políticas e que a polícia e o procurador da República façam o seu trabalho fielmente”.

“Espero que ele receba o castigo que ele merece”, comentou Yehuda Glick. “Eu também espero que isso desencoraje outros e que o Monte do Templo possa voltar a ser um centro de paz e não de incitação”.

Fonte: TPS / Texto: MichaelBachner / Tradução: Alessandra Franco 

Fonte: Agência Tazpit

Comerciante é esfaqueado à morte em ataque antissemita no Uruguai

Agressor teria gritado ‘Alá é grande’ antes de atacar homem.

MONTEVIDÉU – Um comerciante judeu foi morto na tarde terça-feira em Paysandú, no Uruguai, num ataque aparentemente antissemita. O agressor esfaqueou David Fremd, de 54 anos, várias vezes, após gritar “Alá é grande”. Um de seus filhos também foi ferido.

Segundo a polícia, Fremd saía de seu carro para ir à loja que era dono quando foi interceptado e esfaqueado várias vezes pelo atacante. Ele chegou a ser internado na unidade de tratamento intensivo de um hospital, mas não resistiu.

Um dos filhos também foi esfaqueado, mas está fora de perigo. O agressor, de 35 anos, tinha antecedentes penais, segundo a polícia. Ele foi preso.

Algumas versões dizem que o filho da vítima teria discutido com o atacante, mas lideranças religiosas destacaram que o ataque teve motivação de ódio.

— A vítima tem aparência secular, mas é conhecido por ser judeu. Não havíamos visto antissemitismo por aqui, por isso nos surpreendemos — disse o rabino Ben-Tzion Spitz, chefe religioso no país.

Cerca de 15 mil judeus vivem no Uruguai.

http://oglobo.globo.com/mundo/comerciante-esfaqueado-morte-em-ataque-antissemita-no-uruguai-18833332?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

Engenheiro indiano sequestra e estupra amiga por cinco dias para fazê-la se converter ao Islã

O engenheiro Syen Emad Hasan, de 30 anos, pediu uma amiga em casamento, mas ela rejeitou o pedido alegando que sua família não permitiria a união por questões religiosas. O indiano, no entanto, não se conformou com a resposta e passou a persegui-la. Os dois trabalhavam juntos numa empresa de tecnologia. Mesmo após a jovem (que não teve sua identidade revelada) ter deixado o trabalho, Hasan mandava mensagens pelas redes sociais para ela, sempre com ameaças.

Cansada da situação, a mulher o procurou para pedir que ele parasse de importuná-la. De acordo com o “Daily Mail”, Hasan aproveitou a ocasião para sequestrar a moça e, durante cinco dias, ele a estuprou diversas vezes. Segundo o inspetor Ravinder, que cuida do caso, o homem dizia que só ia parar com as agressões quando a jovem de 27 anos concordasse em casar com ele e se converter ao Islã. Ele ameaçava colocar fogo no corpo da vítima a todo momento.

Hasan pegou o telefone da mulher, as senhas das redes sociais dela e passou a usar tudo como se fosse ela. Após os dias de tortura, a jovem aproveitou o descuido do agressor e conseguiu enviar um pedido de socorro para uma amiga, que entrou em contato com a família dela e com as autoridades. Os policiais encontraram a vítima presa dentro de um banheiro, com diversos machucados na cabeça e no rosto. Antes de ser preso, o engenheiro alegou que ele e a vítima eram namorados. No celular e laptop dele, a polícia encontrou diversas fotos da moça. O caso aconteceu em Haiderabade, na Índia

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/engenheiro-indiano-sequestra-estupra-amiga-por-cinco-dias-para-faze-la-se-converter-ao-isla-18370340.html#ixzz3vZbR8RvP

Presidente da Gâmbia anuncia que país é um ‘Estado Islâmico’

Nação do Oeste africano tem quase 2 milhões de habitantes, 90% deles muçulmanos.

BANJUL — O presidente da Gâmbia, Yahya Jammeh, anunciou nesta sexta-feira que a ex-colônia britânica, com quase dois milhões de habitantes no Oeste africano, passou a ser um “Estado islâmico” que respeita “os direitos dos cidadãos”.

— O destino da Gâmbia está nas mãos de Alá, o todo poderoso. A partir de hoje, a Gâmbia é um Estado islâmico — disse Jammeh, segundo o site oficial da presidência. — Seremos um Estado islâmico que respeita os direitos dos cidadãos.

Até o momento, o governo local não deu detalhes sobre a mudança no estatuto do país, que possui 1,96 milhões de habitantes, dos quais 90% são muçulmanos.

Jammeh, muçulmano praticante de 50 anos, é um militar de carreira que, em 2002, conseguiu aprovar uma emenda constitucional que elimina o o limite no número de mandatos. Ativistas acusam o governante de violações de direitos humanos.

http://oglobo.globo.com/mundo/presidente-da-gambia-anuncia-que-pais-um-estado-islamico-18282018

The shocking moment a man tries to strangle an Orthodox Jew outside a Melbourne synagogue and screams ‘swear to Allah’ in his face – but HE is slammed to the ground by his much bigger target

  • Man, 39, assaulted a group of Jewish men outside Melbourne synagogue
  • He was filmed shouting ‘Go back to Israel’ and ‘swear to Allah’ on Thursday
  • Man then tried to strangle one of the Rabis from Adass Israel Synagogue 
  • He had allegedly stolen a child’s scooter from outside the synagogue
  • He was charged with theft, criminal damage and unlawful assault  

Video footage shows the 39-year-old man arguing with a group of Orthodox Jews outside the Adass Israel Synagogue in Ripponlea, south of Melbourne, on Thursday night.

The Reservoir man, who was drunk at the time, had been walking with three others towards the nearby train station when he allegedly stole a child’s scooter from outside the synagogue.

He got into a verbal argument with several Jewish men who came out of the synagogue to question him over the alleged theft.

Scroll down for video 

Video footage shows the 39-year-old man arguing with a group of Orthodox Jews outside the Adass Israel Synagogue in Ripponlea, south of Melbourne, on Thursday night

Video footage shows the 39-year-old man arguing with a group of Orthodox Jews outside the Adass Israel Synagogue in Ripponlea, south of Melbourne, on Thursday night.

The man, who was wearing a red shirt, pair of board shorts and no shoes, then slapped one of them in the face after he was told to ‘talk nicely’.

The victim and another man quickly cornered him on the ramp of the synagogue and told him to settle down because the police were on their way.

‘You settle down right now. You’ve got booze inside of you, true or not?’ the Jewish Rabi said in the video.

The man, who repeatedly said he was Aboriginal, started shouting at one of the men: ‘Go back to Israel’ and asked ‘Do you want to swear to Allah?’.

The man was then caught on camera trying to grab hold of the Jewish man’s throat.

The group of men, dressed in religious attire, quickly tackled him and pinned his arms and legs to the concrete until police arrived a short time later.

The man, who repeatedly said he was Aboriginal, started shouting at one of the men: 'Go back to Israel' and asked 'Do you want to swear to Allah?'

The man, who repeatedly said he was Aboriginal, started shouting at one of the men: ‘Go back to Israel’ and asked ‘Do you want to swear to Allah?’

He was then caught on camera trying to grab hold the Jewish man’s throat (left) before he was quickly tackled and pinned to the ground by a group of men dressed in religious attire

The group of men quickly tackled him and pinned his arms and legs to the concrete until police arrived. He allegedly stole a child's scooter from outside the synagogue

The group of men quickly tackled him and pinned his arms and legs to the concrete until police arrived. He allegedly stole a child’s scooter from outside the synagogue

The man was arrested and charged with theft, criminal damage and two counts of unlawful assault over the incident.

A Rabi from the synagogue told Daily Mail Australia the man who bore the brunt of the attack was not injured in the scuffle. He said police told him at the time the man was on drugs.

‘It was an isolated incident and it was handled very well. It wasn’t anti-Semitic. The guy was on drugs and ice,’ he said.

‘A group of four were walking through the lane and they walked past some of the kids. I think they made a comment and then they started stealing their scooters.

‘This guy decided to stay for some odd reason and that’s when it happened. We handed the footage over to police.’

The man was held by police for several hours before being released on bail. He will front Melbourne Magistrate’s Court on January 19 next year.

The 39-year-old man from Reservoir was arrested and charged with theft, criminal damage and two counts of unlawful assault over the incident. He will face Melbourne Magistrate's Court on January 19 next year

The 39-year-old man from Reservoir was arrested and charged with theft, criminal damage and two counts of unlawful assault over the incident. He will face Melbourne Magistrate’s Court on January 19 next year

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3335553/Man-screams-swear-Allah-orthodox-Jew-outside-Melbourne-synagogue-trying-strangle-him.html#ixzz3shWhRjGr
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Jovem alemã grávida queimada viva por imigrantes turcos

Uma jovem alemã de 19 anos grávida foi queimada viva em um parque em Berlim. Os suspeitos são dois homens turcos. A vítima, conhecida apenas como Maria P., estava saindo com um dos suspeitos.

A polícia acredita que o principal suspeito, que também tem 19 anos, exigiu que ela fizesse um aborto. Quando ela se recusou, ela foi esfaqueada e, em seguida, queimada viva. Eles cobriram o corpo carbonizado com folhas de pinheiro. Um homem descobriu o cadáver no dia seguinte quando passeava com seu cão. O legista diz que o bebê estava prestes a nascer.

O assassinato é uma reminiscência de crimes de honra em algumas partes do mundo islâmico.

Os suspeitos vivem em Neukölln, um bairro no interior da cidade de Berlim. Grande parte da população são imigrantes da Turquia e Rússia.

A mídia alemã quase não mencionou o assassinato. Os críticos dizem que o vandalismo anti-islâmico é uma grande notícia nacional, mas assassinatos cometidos por imigrantes muçulmanos não recebem destaque na imprensa.

http://conservative-headlines.com/2015/01/pregnant-german-girl-burned-alive-by-turkish-immigrants/

Nigéria elege presidente muçulmano com fama de ‘mão de ferro’

Muhamadu Buhari tornou-se o primeiro muçulmano a ganhar a eleição presidencial na Nigéria, derrotando o presidente, Goodluck Jonathan, na primeira vitória de um candidato da oposição na história do país.

Buhari, de 72 anos, é ex-general e já tinha governado o país, a maior economia da África, entre janeiro de 1984 e agosto de 1985, após um golpe militar em dezembro de 1983. O lema de seu regime era “guerra contra a indisciplina”, e ficou marcado, na memória de muitos nigerianos, pela campanha contra corrupção e por abusos de direitos humanos. Ele acabou deposto e preso.

A eleição de Buhari é um fato histórico, já que também é a primeira vez que um presidente candidato à reeleição é derrotado na Nigéria. Foi a segunda vez que Buhari – que perdeu as últimas três eleições – enfrentou Jonathan.

Leia mais: Eleição é elogiada por órgãos internacionais

Leia mais: Como o Boko Haram ficou tão poderoso?

Leia mais: O que aconteceu com as jovens sequestradas pelo Boko Haram?

Buhari derrotou Jonathan por uma diferença de cerca de 2 milhões de votos.

O presidente eleito prometeu acabar com o grupo rebelde islâmico Boko Haram em questão de meses – rejeitando negociar com o grupo – e criticou a ineficiência de Jonathan diante do avanço da milícia. Em julho de 2014, Buhari sobreviveu a um atentado que tinha sinais do Boko Haram.

Desde a independência da Nigéria da Grã-Bretanha, em 1960, o país teve diversos golpes e a maioria das eleições foi fraudada.

Buhari teve a vantagem de ser o candidato da oposição agrupada no Congresso de Todos os Progressistas (APC, na sigla em inglês). O APC atraiu importantes dissidentes do Partido Democrático do Povo (PDP), que dominou a cena política desde o fim do regime militar, em 1999.

AP
Muitos celebraram nas ruas a vitória de Buhari na Nigéria

Ele é popular no norte do país e há os que acreditam que seu passado militar é justamente o que o país precisa para enfrentar a insurgência do Boko Haram, que é forte justamente naquela região e no nordeste do país.

Buhari, que se mostrou a favor da lei islâmica (sharia) no norte, nega que teria uma agenda radical oculta. Sua condição de muçulmano havia sido um problema nas urnas desde 2003, por nunca conseguir o apoio dos cristãos no sul.

‘Guerra contra a indisciplina’

As opiniões sobre o regime de Buhari são conflitantes. Cerca de 500 políticos e empresários foram detidos e alguns o veem como um militar que governa com mão-de-ferro.

Mas outros o elogiam pela tentativa de lutar com a corrupção endêmica que impedia o desenvolvimento da Nigéria. De fato, Buhari mantém uma reputação de honestidade rara entre políticos nigerianos.

AP
É a primeira vez na Nigéria que um presidente candidato à reeleição é derrotado

Sob a campanha conhecida como “Guerra contra a indisciplina”, durante seu governo nigerianos eram forçados a fazer fila para pegar ônibus sob a mira de soldados armados e funcionários que chegavam tarde ao trabalho eram humilhados em público.

Além disso, ele aprovou decreto que restringia a liberdade de imprensa – e que levou à prisão de jornalistas.

Seus esforços de reequilibrar as finanças públicas reduzindo as importações levou à demissão de muitos funcionários e ao fechamento de diversos negócios e, como parte das medidas contra a corrupção, ordenou que a moeda fosse substituída.

Os preços subiram e o nível de vida caiu, o que levou a um golpe do general Ibrahim Babangida, em agosto de 1985. Buhari passou mais de três anos preso. Babangida queria acelerar a restauração de um regime civil, o que não era uma prioridade para Buhari.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150323_nigeria_perfil_hb