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Reino Unido:solicitante de refúgio sudanês que assassinou uma jovem a facadas por recusar sexo é condenado à prisão perpétua

Solicitante de asilo, 29 anos, que disse estar fugindo da perseguição política no Sudão, é condenado a prisão perpétua por esfaquear uma mulher de 21 anos de idade 15 vezes em um ataque porque ela se recusou a fazer sexo

Um requerente de asilo que assassinou com selvageria uma mulher de 21 anos numa ‘ira explosiva’ depois dela recusar ter relações sexuais com ele foi condenado a prisão perpétua.

Karar Ali Karar esfaqueou Jodi Miller com uma faca de cozinha 15 vezes na cabeça e no corpo depois que ela rejeitou seus repetidos avanços sexuais em um apartamento em Leeds.

O cidadão sudanês de 29 anos realizou o ataque drogado diante de um estudante de 15 anos e dois outros homens em 26 de fevereiro.

Ele veio para o Reino Unido há quatro anos para escapar da perseguição política, afirmou sua defesa. 

Leeds Crown Court ouviu um dos golpes de faca atravessar seu peito e causou sua morte, enquanto a arma do crime se dividiu em três pedaços durante o assalto. 

O ataque aconteceu na casa de Abdi Dhoobe, um amigo da mulher assassinada, enquanto Karar morava no apartamento acima. 

No processo, Jason Pitter disse que Jodi estava entre um grupo de amigos que costumavam se encontrar no apartamento e que Karar ocasionalmente visitava.

O tribunal ouviu que Karar começou a incomodar Miss Miller por sexo nos dias que antecederam o ataque. Pitter acrescentou: “Ele estava ficando cada vez mais desesperado, frustrado e enfurecido em seus esforços, oferecendo até dinheiro para isso.

Jodi, compreensivelmente, não mostrava interesse algum no acusado. O tribunal ouviu a testemunha dizendo que houve um desentendimento num determinado momento, enquanto outros no apartamento disseram a Karar para deixá-la sozinha.

Pitter disse: “Eles disseram que ela não era esse tipo de pessoa”.

Imagens de CCTV mostraram que Karar deixou o apartamento e retornou em várias ocasiões.

Ele se armou com uma faca de cozinha de sua propriedade antes de retornar e realizar o ataque.

A testemunha Pitter disse: “Ele ficou tão enfurecido e frustrado com a rejeição dela que decidiu, em sua mente, ensinar-lhe uma lição. Para enfrentá-la e, finalmente, matá-la.

Jodi tentou fugir do apartamento do porão em Leeds, West Yorkshire, quando foi atacada, mas Karar a impediu.

Em um estágio, ele parou o ataque, chutou-a e chamou-a de prostituta.

No começo do dia, a corte ouviu que Karar ofereceu dinheiro a Jodi por sexo, mas ela recusou.

Karar recebeu uma sentença de prisão perpétua com um prazo mínimo de 25 anos depois de se declarar culpado de assassinato ontem, pouco antes de ir a julgamento.

Sentenciando Karar, o juiz Rodney Jameson disse: “Parece ter havido uma espécie de quebra no seu ataque antes de você chutá-la, chamando-a de prostituta.

Há uma amarga ironia nisso. Você a atacou precisamente porque ela não estava preparada para agir dessa maneira, que é o que você estava exigindo.

Sr. Dhoobe, outro homem e um menino de 15 anos, onde no apartamento no momento em que Karar realizou o ataque, que durou três minutos, e tentou impedir a violência.

Karar ameaçou matá-los durante o incidente e avisou-os para não “delatarem” quando ele partiu.

A corte ouviu que a arma do crime foi dividida em três partes durante o ataque feroz. Dhoobe ligou para os serviços de emergência, mas Jodi foi declarada morta pouco depois de ser levada ao hospital.

Karar foi preso e disse à polícia que esfaqueou Jodi porque ela lhe deu uma bofetada.

Pitter disse: ‘Se ela o tivesse esbofeteado, isso não surpreenderia. No entanto, não dá justificação ou explicação adequada para sua reação extrema.

Simon Kealey, atenuando, disse que Karar sofreu alguns problemas de saúde mental que foram agravados pelo abuso de drogas e álcool.

Kealey disse: “Ele pediu através de mim para expressar à família de Jodi Miller suas desculpas por suas ações naquele dia.”

Sentenciando Karar, o juiz Jameson disse: ‘Você pediu a ela sexo. Ela tinha um parceiro e ela não estava interessada em você dessa maneira e ela deixou isso claro.

‘Você reagiu com uma raiva explosiva a uma recusa inteiramente apropriada de se envolver com você sexualmente.

A morte dela não foi imediata. Infelizmente ela ainda estava consciente por um tempo depois de dizer que estava morrendo. Seu sofrimento e terror nesse ponto só podem ser imaginados.

Imagem e informações Daily Mail

 

Judiciário e feminismo na contramão do combate à violência contra as mulheres

Por Andréa Fernandes

Na semana passada houve uma notícia que em outros tempos deveria ser, em tese, a pólvora necessária para explosão nas redes da revolta de grupos feministas e seus coletivos do ódio. A Associação dos Magistrados do Brasil (AMBI) ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) em face da lei que autoriza as autoridades policiais a concederem medidas protetivas de urgência às mulheres agredidas.

A Lei nº 13.827/2019, que altera a Lei Maria da Penha ( Lei nº 11.340/2006), sendo originária do Projeto de Lei da Câmara 94/2018, aprovado no Senado em abril, foi sancionada[1] pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira próxima passada, mas não causou celebrações por parte das “vozes feministas” na grande mídia, apesar de ter o propósito de facilitar a aplicação de medidas protetivas de urgência para mulheres ou a seus dependentes em casos de violência doméstica ou familiar.

A lei, aprovada sem vetos, outorga mais poder a autoridades do Judiciário e policiais para adoção de medidas protetivas emergenciais. Desse modo, segundo o novo dispositivo legal, constatada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, ou de seus dependentes, o agressor deverá ser imediatamente afastado do lar,  domicílio ou local de convivência com a vítima. O afastamento urgente deverá ser determinado pelo juiz, delegado de polícia (quando o município não for sede de comarca) ou pela autoridade policial (no caso do município não for sede de comarca e não houver delegacia disponível por ocasião da denúncia). Todavia,  quando as medidas protetivas forem determinadas por delegado ou policial, o juiz deverá ser comunicado no prazo máximo de 24 horas e decidirá em igual prazo sobre a manutenção ou revisão da medida, comunicando sua decisão ao Ministério Público, além do que, a norma que já está em vigor, dispõe que o juiz competente determinará o registro da medida protetiva de urgência em banco de dados mantido e regulado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNN), o qual será acessado pelo Ministério Público, Defensoria Pública, órgãos de segurança pública e assistência social[2].

O texto também prevê que os criminosos não devem ter liberdade concedida enquanto perdurar o risco à vítima ou à efetividade da medida protetiva.

A lei anterior estabelecia um prazo de 48 horas para que a autoridade policial comunicasse o juiz sobre as agressões sofridas pela vítima para que o mesmo decidisse sobre as medidas protetivas, mas a real aplicação das medidas protetivas demandava tempo que poderia resultar em fatalidade, pois a decisão judicial só entraria em vigor após o criminoso ser localizado e intimado por oficial de justiça[3].

Contudo, a Associação dos Magistrados Brasileiros ao ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF há uma semana (13/05), alega que a mudança fere o Princípio da Reserva de Jurisdição, violando os incisos XI e LIV, do art. 5º da Constituição Federal, partindo do pressuposto que não se pode cogitar a possibilidade de um delegado ou policial interferir na casa de alguém sem ordem judicial para tanto, ainda que para retirar o agressor, privando-o de liberdade, antes do devido processo legal. A lei não pode conter tal autorização porque a Constituição estabeleceu as exceções nela previstas de flagrane delito, desastre ou autorização judicial[4].

Segundo o teor da ADI, a nova lei institucionaliza o “Estado policialesco” e o “desvirtuamento do Estado Democrático de Direito”, e o patrono da Associação de Magistrados ainda usou a recorrente estratégia de “especulação” para alcançar êxito na demanda judicial, ao afirmar:

Ocorre que a maioria dos casos de violência à mulher – pelo que pode se ver das informações jornalísticas e que poderão ser objeto, para verificação, de diligência desse STF ou até de audiência pública – têm se verificado nas grandes cidades, onde o Poder Judiciário está presente, e não decorrem de ausência ou insuficiência da prestação jurisdicional”.

Trocando em miúdos a “audácia” da entidade representante do nosso querido Judiciário: não cabe, no caso em tela, a configuração do princípio processual básico do “ônus da prova cabe a quem alega o fato”. Juízes, quando integram a autoria de ação, podem delegar ao Judiciário a obrigação que seria sua, e por isso, a associação lança para as costas do STF a atribuição de “checar” a veracidade do seu argumento de que supostamente a maioria dos casos de violência contra mulher ocorreriam nas grandes cidades, onde presume-se que o Poder Judiciário estaria presente, pelo menos no sentido de “estrutura predial”. Aliás, se não “interessar” ao STF verificar a autenticidade do argumento, basta ratificá-lo.

A associação não juntou à sua peça inaugural um documento sequer mostrando as tais “informações jornalísticas” comprovando sua tese, que talvez não mereça ser “confrontada” por advir de “julgadores” preocupados com os “direitos constitucionais” dos “agressores machistas” que promovem violência contra as mulheres. Inclusive, peço “licença” para a contaminação pelo “vírus do feminísmo” ao não reconhecer temporária e metaforicamente que a Constituição deve ser obedecida, ainda que o seu teor privilegie, nesse caso, os “direitos” de perigosos criminosos, muito embora, saibamos que não faltam exemplos demonstrando que o STF “não está nem aí” para a observância da boa prática do Direito e respeito ao ordenamento jurídico, pelo que, quatro dos seus ministros[5] acataram a aberração de punição da homofobia com base na lei para o racismo[6]. Nesse caso, a chamada “analogia” entrou em cena única e exclusivamente por atender a “agenda progressista”, que via de regra, está acima dos reclames constitucionais, doutrinários e/ou jurisprudenciais.

Entrementes, é notório nessa ADI que o intuito da Associação de Magistrados é demonstrar com base em simples conjectura, que não haveria “prejuízo” para as mulheres que diariamente sofrem violência doméstica, ainda que estejamos cansados de assistir notícias alarmantes de agressão e “feminicídio”, cujos índices vêm crescendo de maneira avassaladora.

Daí, cumpre indagar, só por uma questão de “amor ao debate”: como pode a Associação de juízes acreditar na falácia de que seria possível levantar dados precisos sobre a identificação dos aludidos crimes contra as mulheres supostamente noticiados pela imprensa se a mesma informa que não há certeza nem mesmo do número verdadeiro de casos de violência contra a mulher, uma vez que pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgada em fevereiro mostrou que no estado de São Paulo apenas 10% das mulheres que foram vítimas de alguma agressão procuraram a delegacia[7]? Ou seja, nem mesmo nos estados com suposta estrutura para registro e informação, não há como precisar números desse tipo de violência. Ademais, tem um agravante: a princípio, para algumas autoridades, o feminicídio não seria subnotificado, porém, os crimes anteriores ao assassinato das mulheres, sim! Logo, até mesmo no estado de São Paulo, há subnotificações no tocante à violência contra a mulher.

Outrossim, percebe-se que o nobre advogado da Associação de Magistrados não fez leituras acerca do tema. Se o fizesse, saberia que pesquisa divulgada pela FAPESP[8] aponta que:

Mais da metade das mulheres vítimas de abusos e agressões não denuncia seus algozes, possivelmente, porque são desencorajadas ou mal atendidas nas delegacias e serviços públicos de saúde. A conclusão consta da segunda edição do relatório “Visível e invisível: A vitimização de mulheres no Brasil”, divulgado em fevereiro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o DataFolha(…). Quase metade das mulheres continua sendo vítima de violência dentro de casa. Das que decidiram seguir em frente e denunciar seus agressores, apenas 22,2% procuraram um órgão oficial, como a Delegacia da Mulher. As outras 29,6% preferiram recorrer à ajuda da família, de amigos ou da igreja”.

Ué, por que será que na pesquisa acima referenciada não consta alusão a nenhum MOVIMENTO FEMINISTA ou COLETIVO prestando socorro às mulheres vítimas de violência? Ao que parece, o “sistema patriarcal religioso” vem sendo mais útil na tentativa de amparo às vítimas da violência doméstica.

Cabe ressaltar que são muitos os dados que devem ser averiguados para analisar se seria satisfatória a atuação do judiciário quanto a eficácia das medidas protetivas sob o comando da Lei Maria da Penha, caso a associação de magistrados tenha êxito na ADI. De fato, nem conhecemos ao certo, a natureza do fenômeno de “feminicídio” e a evolução das suas pernósticas garras nos últimos anos, uma vez que, conforme apurado pelo jornalista Daniel Sousa, somente a partir de outubro de 2016, o ISP (Instituto de Segurança Pública) passou a publicar, com periodicidade mensal, dados estatísticos referentes à incidência de feminicídio e tentativa de feminicídio. Antes dessa data, os registros eram todos como “violência contra a mulher” sem especificação, não se sabendo qual fenômeno caracterizaria a referida violência, o que mostra incipiência nas pesquisas sobre o tema.

Conforme dados divulgados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada quatro mulheres no mundo é vítima de violência doméstica e a Agência das Nações Unidas estima que no Brasil, as notificações violentas envolvendo mulheres tenham aumentado cerca de 230% nas últimas três décadas, o que por si só, demonstra a gravidade e urgência de medidas sérias para mudar esse caótico quadro. Porém, no “paraíso midiático das feministas”, ainda não houve real interesse de discutir seriamente os complexos aspectos que envolvem a violência contra a mulher e nem mesmo pressionar o Legislativo a trabalhar no sentido de promover medidas que protejam as vítimas da violência masculina.

Feministas estão caladas nas redes acerca do intuito da Associação de Magistrados de expurgar um instrumento de defesa dos direitos das mulheres via STF, que é discutível realmente do ponto de vista constitucional , mas poderia ser discutida “solução legal” e rápida para a pendenga judicial in casu. Contudo, é difícil acreditar que movimentos feministas, ou mesmo jornalistas e humanistas seletivos “movam uma palha” para dar visibilidade a questão num momento em que não se importaram de fato com a tramitação do projeto de lei que visa evitar que casos de violência contra a mulher deixem de ser notificados à polícia. De modo que, não houve alarde , os casos de suspeita ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços públicos e privados.

Conclusão: no Brasil a “analogia judicialesca” não comporta os direitos das vítimas da violência contra as mulheres e as feministas “não  têm peito” para defender as pautas que realmente importam para coibir o feminicídio e demais crimes contra a mulher. Assim, no país das narrativas do progressismo decadente, o feminismo continua “machista”.

Andréa Fernandes – advogada, jornalista, internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Daniel Sousa – jornalista e graduando de História.

Imagem: Diário do Litoral

[1] https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2019/05/sancionada-proposta-que-facilita-medidas-de-protecao-as-mulheres

[2] https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/14/publicada-lei-que-facilita-medidas-de-protecao-as-mulheres

[3]http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-05/lei-permite-medidas-emergenciais-mulheres-vitimas-de-violencia

[4] https://www.conjur.com.br/2019-mai-16/lei-autoriza-policial-conceder-medida-protetiva-questionada?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

[5] https://oglobo.globo.com/sociedade/quatro-ministros-do-stf-votaram-pela-punicao-de-homofobia-com-lei-sobre-racismo-23470946

[6] http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=403949

[7] https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/02/26/violencia-contra-mulheres-praticada-por-vizinhos-cresce-uma-em-cada-cinco-relata-agressao-diz-datafolha.ghtml

[8] https://revistapesquisa.fapesp.br/2019/03/07/faces-da-violencia-domestica/

Mauritânia: Parlamento rejeita duas vezes as leis que endurecem as penas por violência contra as mulheres

As feministas na Mauritânia estão lutando uma batalha difícil para ver penalidades mais duras para violência sexual e discriminação em um estado conservador onde o direito penal é derivado da Sharia.

“Poucos sobreviventes de ataques sexuais se atrevem a falar na Mauritânia”, disse a Human Rights Watch em um relatório em setembro passado.

A entidade criticou “um sistema disfuncional que desencoraja as vítimas de acusações (e) pode levar a uma nova traumatização ou punição.”

Os grupos de mulheres ajudaram a elaborar legislação para combater a violência baseada no gênero, exigindo penas mais duras para o estupro, a criminalização do assédio sexual e a criação de tribunais específicos para lidar com a violência sexual.

Mas o projeto foi rejeitado duas vezes pelo parlamento, apesar dos esforços para elaborar textos que estão dentro dos limites da lei Sharia – por exemplo, sexo extraconjugal permaneceria um crime.

Os legisladores se opuseram a disposições que permitem que as mulheres viajem sem a permissão de seus maridos, e permitem que grupos de apoio a vítimas arquivem processos civis.

Liderando a luta pela mudança está a Associação de Mulheres Chefes de Família (AFCF), cujo presidente Aminetou El Moctar disse à AFP: “Precisamos desta lei, porque sabemos que a violência contra as mulheres está aumentando” – embora as estatísticas sobre o flagelo estejam seriamente ausentes.

Nos escritórios da AFCF, Zahra (nome fictício) relatou como uma vizinha teve sua filha de cinco anos raptada de sua casa enquanto dormia, e depois foi estuprada a menina.

Por causa da pouca idade da menina e do fato de que o estuprador era um pedófilo serial, ele foi rapidamente condenado a 10 anos de prisão.

Mas a AFCF afirma que, na Mauritânia, os violadores condenados raramente cumprem suas sentenças.

“Ele provavelmente ficará um ano no máximo”, disse Mariem, um pesquisado do caso. “Depois disso, ele poderá pagar fiança e sair em liberdade condicional.  Então, quando houver uma anistia geral, ele se beneficiará disso. ”…

Imagens e informações Jihad Watch

Anistia Internacional: Mulher palestina torturada na prisão da Autoridade Palestina

A Anistia Internacional nesta quinta-feira pediu à Autoridade Palestina para abrir uma investigação sobre a tortura e maus tratos de Suha Jbara, uma mãe palestina de três filhos, que está detida em uma prisão palestina em Jericó.

Jbara, que é cidadã dos EUA e panamenha, foi presa pelas forças de segurança da Autoridade Palestina durante um ataque em sua aldeia ao norte de Ramallah em 3 de novembro.

Ela é suspeita de estar envolvida com instituições de caridade islâmicas que fornecem assistência financeira às famílias de palestinos mortos ou presos por Israel.

Em uma declaração, a  Anistia Internacional  citou Jbara dizendo que ela havia sido espancada contra uma parede e ameaçada com violência sexual por seus interrogadores palestinos .

Em 4 de dezembro, um representante da Anistia Internacional encontrou Jbara e ouviu sobre o tratamento brutal. Ela também disse à organização que havia sofrido assédio implacável por parte das autoridades para pôr fim a uma greve de fome que começou em 22 de novembro em protesto contra sua detenção e tortura.

“Suha Jbara descreveu sua tortura com detalhes angustiantes. Em seu depoimento, descreve interrogadores cruéis que desobedeceram sem qualquer pudor as obrigações da Autoridade Palestina para tratar os prisioneiros humanamente e violaram a proibição absoluta sob a lei internacional de tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes ” disse Saleh Hegazy, diretor adjunto para o Oriente Médio e Norte da África da Amnesty International.

As autoridades palestinas devem urgentemente realizar uma investigação independente e imparcial sobre essas alegações. Qualquer funcionário identificado como responsável deve ser imediatamente suspenso, processado e levado à justiça. “

Jbara descreveu à Anistia Internacional como, após sua prisão, ela teve um ataque e perdeu a consciência e foi transferida para um hospital. No entanto, agentes de segurança armados a retiraram de seu leito de hospital, descalça, e a transferiram para a prisão da Autoridade Palestina em Jericó.

“Eu estava na cama com tubos em meus braços quando lembro claramente que homens armados entraram na sala. Os homens armados puxaram os tubos e me levaram para fora. Eu me senti muito fraca e mal conseguia me mexer ou falar. Eles me colocaram em uma minivan e eu dormi no chão. Eu acordei em outro lugar e eles me disseram: Bem-vinda ao matadouro de Jericó “, disse ele.

Ela disse à Anistia Internacional que um interrogador masculino derramou água em seu rosto quando ela pediu uma bebida, bateu nela, deu-lhe um soco no peito e nas costas e a ameaçou com mais violência. Ela estava vendada e algemada durante o interrogatório e não tinha permissão para beber água ou usar o banheiro, reclamou Jbara.

Ele me insultou o tempo todo, usou linguagem sexual muito suja e violenta, ameaçou levar um médico para investigar minha virgindade e me dizer que eu era uma prostituta, e ameaçou machucar minha família e levar meus filhos para longe de mim, disse Jbara.

A ela foi negado o acesso a um advogado durante o interrogatório e não foi autorizado a ler seu testemunho antes de assiná-lo, disse a Anistia Internacional. Ele exortou os doadores internacionais a reverem sua assistência às  forças de segurança da Autoridade Palestina para garantir que não estejam facilitando as violações dos direitos humanos.

Imagem Exame  e informações Israel Noticias

Apresentadora de TV Saudita foge do país em meio à investigação por usar ‘vestes indecentes’

Uma apresentadora de TV saudita deixou o reino, pouco depois de a autoridade de radiodifusão ter dito que vai iniciar uma investigação sobre suas violações do código de vestuário no reino conservador.

A Comissão Geral de Mídia Audiovisual anunciou a investigação depois que um vídeo circulou nas mídias sociais mostrando Shereen al-Rifaie uma reportagem sobre as mulheres sauditas que dirigem no reino.

No clipe, ela está usando roupas que violam os regulamentos do reino: um lenço solto com uma abaya branca, um vestido tradicional, que estava aberto, mostrando suas calças e blusa por baixo.

>> Quando a Arábia Saudita era um reino judeu ■ Mulher saudita dirige carro de Fórmula 1, marcando o fim da proibição de mulheres

A comissão disse que a investigação prosseguirá apesar de al-Rifaie ter deixado o país. Ela trabalha para a estação de TV Al-Aan, dos Emirados Árabes Unidos.

 

Ela rejeitou as acusações, dizendo ao site de notícias saudita Ajel: “Eu estava vestindo roupas decentes e Alah revelará a verdade do que foi dito sobre mim”.

A Arábia Saudita é conhecida por sua interpretação estrita do Islã. As mulheres devem cobrir os cabelos e usar roupas largas e soltas.

Com imagem IBTimes India e informações Haaretz

O jihadista de Londres ao cortar garganta de mulher gritou: “Isto é para Allah pare de viver essa vida”

“Quando você encontrar os incrédulos, ataca os pescoços …” (Alcorão 47: 4)

“Isto é para Deus, pare de viver esta vida”: o que os terroristas de Londres gritaram quando eles cortaram a garganta da vítima australiana em cenas “como um filme de terror” em um restaurante cheio onde com fúria mataram oito “, de April Glover e Max Margan, Daily Mail Austrália , 11 de junho de 2017:

Uma mulher australiana e seu parceiro que sobreviveram ao ataque terrorista de Londres descreveram o momento em que três terroristas jihadistas invadiram o restaurante onde eles trabalhavam.

Candice Hedge, 31, de Brisbane, teve a garganta cortada durante a fúria por três homens que atropelaram muitas pessoas em London Bridge no último sábado à noite antes de atacar pessoas inocentes com facas.

Oito pessoas morreram quando foram atacadas a faca por jihadistas gritando slogans islâmicos quando entraram em restaurantes atacando aleatoriamente qualquer um em seu caminho, antes de serem mortos a tiros pela polícia.

“Eles estavam dizendo:” Isto é para nossa família, isso é para Allah. Pare de viver essa vida “, disse Luke ao programa Sunday Night da Channel Seven.

A Sra. Hedge estava trabalhando no restaurante de Elliot no Borough Market perto da ponte, junto com seu namorado Luke.

Recordando a provação em sua primeira entrevista na mídia, ela descreveu como ela olhou seu atacante no olho segundos antes de ser esfaqueada.

“Ele olhou para mim e eu olhei para ele, realmente aconteceu tão rápido”, disse Hedge.

No momento em que ela foi ferida, ela disse: “Foi um rápido ir e foi isso. Eu estava vomitando sangue.

O terrorista cortou a garganta da Sra. Hedge, deixando um corte profundo que quase rasgou suas cordas vocais e a principal artéria.

“Eu podia sentir a quantidade de sangue e estava quente na minha mão”, disse ela.

‘E eu podia ver o quanto era e, você sabe, você vê filmes de terror – era assim. Eu estava pensando por um momento que não conseguiria fazê-lo.

A área que os terroristas atingiram foi cercada e nenhuma ambulância foi autorizada a entrar com medo, os ataques ainda estavam em andamento.

A Sra. Hedge foi forçada a dirigir-se para a ajuda médica a pé enquanto segurava um pedaço de pano na garganta sangrando.

“Eu estava pensando,” eu não quero morrer. Eu quero passar por isso. “E eu também queria sair daqui. Eu queria entrar em segurança “, disse ela.

https://www.jihadwatch.org/2017/06/london-jihadi-screamed-this-is-for-allah-stop-living-this-life-as-he-slit-womans-throat

Paquistão: tribunal de aldeia ordena vítima de estupro ser morta ou vendida como escrava devido a acusações de adultério

“Panchayat em Rajanpur ordena que uma vitima de estupro seja morta ou vendida”, por Owais Qarni, Express Tribune , 27 de maio de 2017:

MULTAN: quatro homens foram detidos em Rajanpur no sábado por seu envolvimento em um Panchayat (tribunal não oficial da aldeia) declarando que uma adolescente teria sido estuprada por um parente, um ‘Kari’.

A garota de 19 anos foi condenada a ser morta ou vendida por acusações de adultério contra ela, informou a polícia da área.

A polícia de Fazilpur, SHO Husnain Shah, disse ao The Express Tribune que a menina se aproximou da polícia após o pedido.

Em sua declaração, a garota afirmou que ela e sua família estavam dormindo em sua casa na noite de sexta-feira quando Khaleel Ahmed entrou furtivamente e a estuprou com arma.

Ela acrescentou que, como estava armado, não podia pedir ajuda.

No dia seguinte, quando a família soube do incidente, eles se aproximaram do Panchayat.

Quatro homens, incluindo Muhammad Shafee, o pai do suposto estuprador, forçaram o Panchayat a pronunciar Shumaila a Kari na quinta-feira. O pai da menina foi forçado a aceitar a decisão.

A menina, no entanto, conseguiu escapar e procurou refúgio na casa de Ghulam Abbas, seu tio ….

https://www.jihadwatch.org/2017/05/pakistan-village-court-orders-rape-victim-to-be-killed-or-sold-as-slave-because-of-adultery-charges

Muçulmanos afegãos decapitam mulher por visitar cidade sozinha

Uma mulher de 30 anos foi decapitada na província do Afeganistão, Sar-e-Pul, por homens armados que a puniam por viajar para a cidade sozinha, sem o marido, em violação da lei islâmica.

Membros do Taliban foram acusados de decapitar uma mulher no Afeganistão que viajou para a cidade sem o marido, em violação da lei islâmica.

Como observou Jihad Watch: A lei islâmica afirma: “Uma mulher não pode deixar a cidade sem que seu marido ou um membro de sua família a acompanhe, a menos que a viagem seja obrigatória, como o hajj. É ilegal para ela viajar de outra forma, e ilegal para seu marido permitir que ela viaje. ”
O governador da província disse através de seu porta-voz Zabiullah Amani que a decapitação ocorreu, e foi na pequena aldeia de Latti.

Da Nação no Paquistão:

“Amani disse que a mulher foi decapitada porque visitou a cidade sozinha sem o marido. Amani disse que o marido da vítima está no Irã e eles não tinham filhos. ”
No entanto, o Taliban negou envolvimento.

http://pamelageller.com/2016/12/afghanistan-muslims-behead-woman-visiting-city-alone.html/

Mulher britânica “presa em Dubai depois de relatar estupro”

Uma mulher britânica foi acusada de ter relações sexuais extra-conjugais em Dubai depois de relatar que foi estuprada, de acordo com um grupo de aconselhamento jurídico baseado no Reino Unido.

O grupo “Detained in Dubai” disse que a mulher foi presa depois de ter noticiado o estupro por dois homens britânicos.

Ela disse que foi libertada sob fiança, mas seu passaporte foi confiscado.
O Ministério das Relações Exteriores disse: “Estamos apoiando uma mulher britânica em relação a este caso e permaneceremos em contato com sua família.”
A mulher supostamente foi atacada por dois homens de Birmingham, enquanto estava em férias.

De acordo com “Detained in Dubai”, os alegados agressores não tiveram nenhuma acusação contra eles.

No entanto, segundo relatos de jornais, os dois homens também tiveram seus passaportes confiscados.

Entende-se que o Ministério dos Negócios Estrangeiros apoia os dois homens e está em contacto com as suas famílias.

“Detained in Dubai”disse que a mulher pode enfrentar julgamento pelas acusações – para as quais as punições possíveis incluem prisão, deportação, flagelação e até lapidação e morte.

Radha Stirling, fundadora e diretora de “Detained in Dubai” disse que os Emirados Árabes Unidos tinham uma longa história de penalizar as vítimas de estupro.

“Temos estado envolvidos com vários casos no passado, onde isso aconteceu, e trabalhamos com os advogados e as famílias e temos feito campanha para mudar atitudes na polícia e no judiciário.

“Casos recentes … mostram que ainda não é seguro para as vítimas relatar esses crimes à polícia sem o risco de sofrer uma dupla punição”

http://www.bbc.com/news/uk-38013351?SThisFB

Síria: muçulmanos do ISIS atiram numa mulher e a crucificam

Shoebat – Terroristas do ISIS atiraram numa mulher e a crucificaram na Síria, de acordo com um relatório:

Os militantes do Estado islâmico (ISIS) executaram nesta sexta-feira uma mulher na província de Deir ez-Zor no leste da Síria, depois de acusá-la de espionagem para forças curdas, segundo informações de ativistas e testemunhas.

Asmaa Muhammad, de 41 anos, foi presa pela Polícia Islâmica liderada pelo ISIS – também conhecida como Diwan al-Hisba – em uma aldeia no campo de Deir ez-Zor, sob o pretexto de ter se comunicado com as Unidades Populares de Proteção do Curdistão.

O GPJ e outras facções das Forças Democráticas Sírias (SDF), apoiadas pelos Estados Unidos, estão em luta com a ISIS há mais de dois anos.

A vítima foi presa na aldeia de Hawij al-Bumaasa, no leste de Deir ez-Zor.

“O Tribunal da Sharia a acusou de espionar por forças hostis do Curdistão e ordenou sua execução”, disse o ativista de mídia local Ahmed Ramadan à ARA News.

Asmaa foi morta a tiros e crucificada numa praça pública no centro de Deir ez-Zor. Centenas de pessoas testemunharam a brutal execução.

“Seu corpo estava coberto de sangue quando brutalmente a crucificaram. Eles proibiram as pessoas de se aproximarem do corpo”, disse uma testemunha à ARA News.

Isso ocorre em meio a lutas contínuas entre o SDF eo ISIS em várias frentes no norte da Síria, incluindo o campo sul de Hasakah, os campos de Aleppo e do norte de Raqqa.

O ISIS recentemente prendeu e puniu dezenas de civis por suspeita de espionagem para as forças SDF lideradas pelos curdos.

Muslims Shoot Woman And Then Crucify Her