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Hungria e Polônia: “Sem refugiados, sem terror”

“WND Exclusive:” Não há refugiados, sem terror para a Polônia, Hungria “, de Liam Clancy, WND , 6 de junho de 2017 (graças à Religião da Paz ):

A Comissão Europeia lançou processos judiciais contra três Estados membros da União Européia que se recusaram a acolher refugiados.

A Polônia, a Hungria e a República Tcheca foram acusados ​​de não cumprir as suas obrigações descritas em um plano de 2015 para transferir migrantes da Itália e da Grécia, para ajudar a aliviar seu fardo.

“Lamento ver isso, apesar das repetidas chamadas para se comprometer a mudar, a República Tcheca, a Hungria e a Polônia ainda não tomaram as medidas necessárias”, disse o comissário de migração da UE, Dimitris Avramopoulos, em entrevista coletiva.

A Comissão está iniciando processos de infração contra as três nações, o que permitiria que o principal tribunal da UE impusesse multas. No entanto, a batalha legal pode demorar meses, mesmo anos, para concluir.

Os governos polonês e húngaro recusaram-se a levar alguém, enquanto a República Checa inicialmente aceitou 12 pessoas, mas já disse que não seria mais bem-vindo …

https://www.jihadwatch.org/2017/06/hungary-and-poland-no-refugees-no-terror

Cristãos são detidos durante um culto a Deus

Eles só poderão ser liberados após o pagamento de uma multa no valor de 1500 manats (moeda azerbaijana), equivalente a 3 mil reais, o que representa um valor muito alto para eles.

Nos últimos dias, em uma das aldeias do Azerbaijão, mais de 30 cristãos, entre eles homens, mulheres e crianças, se reuniram na casa de um dos líderes para adorar a Deus. Quando um grupo de 15 policiais chegou e exigiu que a reunião fosse cancelada imediatamente por se tratar de um “encontro ilegal” de acordo com as leis do país.

Como a igreja não possui um registro oficial, todos os membros foram interrogados. Os policiais fizeram uma lista com todos os nomes, anotando inclusive os dados de todos os documentos, incluindo o passaporte. De todo o grupo, 26 pessoas foram levadas à delegacia e somente 22 liberadas depois de assinarem uma declaração, no final da noite.

As outras 4 ficaram detidas, entre elas o pastor Azam* e sua esposa Halifa*. Os outros dois eram membros da igreja. Ambos só poderão ser liberados após o pagamento de uma multa no valor de 1500 manats (moeda azerbaijana), equivalente a 3 mil reais, o que representa um valor muito alto para eles.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/12/cristaos-sao-detidos-durante-um-culto-a-deus

Cristãos são presos e multados

Quatorze cristãos foram acusados de obstruir a polícia e também de perturbarem a paz; depois de pagarem as respectivas multas, todos foram libertados

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Recentemente, 14 cristãos sudaneses da cidade de Bahri (Cartum do Norte), foram presos por se negarem a vender uma propriedade da igreja de forma ilegal. Eles foram acusados de obstruir a polícia e também de perturbarem a paz. Depois de pagarem as respectivas multas, todos foram libertados. Treze deles tiveram que pagar o valor de 300 libras sudanesas (50 dólares) e apenas um deles pagou o valor de 500 libras sudanesas (um pouco mais de 80 dólares).

Ultimamente, essa situação tem sido cada vez mais comum. Há vários motivos para que os cristãos sejam multados e, normalmente, são acusados de espionagem e apostasia. As leis de moralidade também são aplicadas de forma desproporcional contra aqueles que não seguem mais o islã. A perseguição religiosa se concretiza tanto de forma moral quanto física.

A violência no Sudão está cada vez mais intensa, igrejas são atacadas e destruídas, casas de cristãos são invadidas e famílias são expulsas de suas comunidades. É uma discriminação sistemática e contínua contra os cristãos no país. Por esse motivo, a maioria dos fieis prefere se reunir em cultos nos lares e pequenos grupos para adorarem a Deus, com medo de bombardeios e ataques violentos onde há maior concentração de pessoas. Em suas orações, interceda pela igreja no Sudão.

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O preço de servir a Cristo no Sudão

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/08/cristaos-sao-presos-e-multados

Mulheres de burca podem sofrer multa de R$ 36 mil em região suíça

Vestimenta será banida em locais públicos; decisão foi tomada pelo Parlamento de Ticino.

SUÍÇA — O Parlamento da região de Ticino, situada ao sul da Suíça, aprovou, nesta segunda-feira, uma lei que bane mulheres de usarem burca e niqab em lugares públicos. Aquelas que usarem o véu, cobrindo todo o rosto e corpo, poderão pagar multa de até € 9.000 (quase R$ 36 mil). A decisão vem em um momento de tensão internacional por conta do terrorismo na França. O cantão é a primeira parte da Suíça a banir a burca.

De acordo com jornais locais, o uso da burca em lugares como shoppings, restaurantes e prédios públicos no cantão de língua italiana é agora considerado infração penal. A lei se aplica também a turistas que estiverem na região, mas outras formas de cobrir o rosto como máscaras ou capacetes ainda serão aceitas.

Em 2013, houve um referendo em Ticino onde a população poderia votar contra ou a favor da decisão de banir a burca na região. Quase dois terços das pessoas votaram a favor. O político Giorgio Ghiringhelli, que fez a proposta de votação, afirmou que o resultado iria “mandar uma mensagem aos fundamentalistas” de Ticino e da Suíça.

— Aqueles que querem nos integrar são bem-vindos independente de suas religiões. Mas aqueles que rejeitam nossos valores e querem construir um sociedade paralela baseada em leis religiosas, para substituir nossa sociedade, não são bem-vindos.

A Anistia Internacional disse que o resultado da votação representa “um dia negro para os direitos humanos em Ticino”.

Em 2009, os suíços votaram para banir a construção de novos minaretes. Contudo, a lei para banir burcas em locais públicos foi banida no parlamento suíço em 2012. Há cerca de 40 mil muçulmanos morando na Suíça, o que corresponde a aproximadamente 5% da população local.

A lei ecoa em um contexto onde países europeus tomam decisões similares. A França, por exemplo, foi o primeiro país europeu a banir as burcas e outras formas de cobrir o rosto, em 2011. Decisões parecidas foram tomadas na Bélgica e Holanda.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mulheres-de-burca-podem-sofrer-multa-de-36-mil-em-regiao-suica-18139289#ixzz3senSHor3
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