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Reino Unido: pregador muçulmano que comparou judeus com pulgas discursa em evento promovido pelo governo

“Exclusivo: pregador islâmico que comparou os judeus com” pulgas foi convidado “para falar no evento de Exposição da Palestina no prédio do governo”, por Harry Yorke e Edward Malnick, Telegraph , 7 de julho de 2017:

Um pregador de ódio islâmico que já citou uma comparação nazista de judeus com “pulgas” recebeu uma plataforma para falar em uma conferência a ser realizada em um importante edifício governamental liderado pelo departamento responsável pela luta contra o extremismo e incentivo a integração.

Ebrahim Bham, um clérigo sul-africano que atuou anteriormente como intérprete do conselheiro jurídico principal do Taliban, abordará a Exposição da Palestina no Centro Queen Elizabeth II neste fim de semana, apesar dos funcionários do Ministério do Interior alertar o secretário das comunidades, Sajid Javid, para cancelar o evento , segundo O Telegraph.

Ontem à noite, um grupo de deputados conservadores e ex-militares pediu que o primeiro-ministro viesse a intervir para impedir que edifícios governamentais sejam usados ​​por “grupos que se opõem aos nossos valores e ideais”. O Sr. Bham deve falar na conferência amanhã a tarde e já participou de eventos em várias mesquitas de Londres nesta semana como parte de uma turnê no Reino Unido.

A Exposição Palestina foi organizada pelos Amigos de Al-Aqsa, cujo presidente, Ismail Patel, negou publicamente que o Hamas era uma organização terrorista.

Em uma carta escrita ao grupo em 14 de junho, o Departamento de Comunidades e Governo Local (DCLG) disse que Javid teve a intenção de cancelar o evento. Ele citou “as preocupações de que sua organização e os que estão ligados a ela expressaram apoio público para uma organização proscrita, ou seja, o Hamas, e que você apoiou eventos em que o Hamas e o Hezbollah – também proscrito – foram louvados”.

O Sr. Patel subsequentemente ameaçou levar o departamento judicial e a DCLG permitiu que o evento continuasse, “após uma consideração cuidadosa”.

As gravações dos sermões do Sr. Bham podem ser encontradas no site do Conselho de Teólogos Muçulmanos da África do Sul, do qual é secretário geral.

Em um, ele diz: “Goebbel [sic] era um ministro muito famoso dos nazistas, e ele tentou justificar o assassinato dos judeus. Agora, no que nos diz respeito, não precisamos nos desculpar porque não foi feito pelos muçulmanos.

“Os muçulmanos não o fizeram, mas tiveram que sofrer as consequências do Holocausto. Porque a Europa, por culpa dele, teve que deixar sair seus judeus. E eles não poderiam colocá-los na Europa, eles os colocaram na Palestina às custas do povo muçulmano palestino “.

Citando Goebbels, ele acrescenta: “Um dia ele disse que” as pessoas me dizem que os judeus são seres humanos. Sim, eu sei que eles são seres humanos. Assim como as pulgas também são animais. Assim como as pulgas também são animais, elas também são parte de seres humanos assim.

“Usando esse exemplo, a alma de todo o povo [judeus] afigura-se fazer o mesmo tratamento para os outros da maneira que foi levada para eles”.

Em outra conferência, o Sr. Bham afirma que “a homossexualidade é errada, não importa quantas pessoas a realizem. O bem e o mal nunca serão iguais, não importa quantas pessoas sigam a mentira. “…

Matéria completa: https://www.jihadwatch.org/2017/07/uk-muslim-preacher-who-likened-jews-to-fleas-to-speak-in-government-building

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Folheto entregue numa mesquita em Londres ensina muçulmanos a matar todos os que insultam o profeta

A polícia lançou hoje uma investigação de crimes de ódio após descobrir um livreto dizendo que aqueles que insultam o Islã “devem ser mortos”. O livreto teria sido entregue em uma mesquita de Londres.

O folheto aponta para um manual clássico da lei islâmica para justificar assassinatos sem esperar por decisões judiciais e ensina que apóstatas “merecem ser assassinados”.

O livreto aborda o caso de Mumtaz Qadri, um fanático que assassinou um governador no Paquistão em 2011 por causa de seu apoio às reformas liberais para rigorosas leis islâmicas do país.

A propaganda diz que “todos os muçulmanos devem apoiar” Qadri e que ser um “figurão” não impede alguém de ser um apóstata que deve enfrentar a morte.

Leia mais: http://tundratabloids.com/2016/10/uk-east-london-mosque-tells-muslims-to-kill-all-those-who-insult-mohamed/

Suspeito de espalhar bombas odiava os gays e os EUA, diz ex-namorada

Mãe da filha de Rahami fala em ‘lavagem cerebral’ após viagem ao Afeganistão.

NOVA YORK — O homem preso por implantar bombas em Nova Jersey e Nova York, Ahmad Rahami, odiava os Estados Unidos e os homossexuais. Foi isso que sua ex-namorada, que é mãe da sua filha, relatou ao canal “FoxNews”. Ela conheceu o terrorista na escola e conta que ele sofreu uma “lavagem cerebral” em uma das suas viagens ao Afeganistão — da qual voltou com uma esposa e outro filho.

— Ele falava muito da cultura ocidental e de como, em seu país, era diferente. De como não havia gays no Afeganistão — disse ao canal americano.

Maria — cujo nome completo não foi divulgado — diz que não via Rahami há dois anos. Na escola, era conhecido por ser o aluno brincalhão da turma, mas seu comportamento foi mudando muito durante os anos.

Ainda assim, ela afirma que jamais teria imaginado que ele fosse capaz de fazer algo parecido com o que fez. No último fim de semana, ele implantou bombas em diferentes localidades de Nova York e Nova Jersey.

Ela diz ainda que não quer a filha perto do pai, que não paga a pensão alimentícia da menina. Após ter trocado tiros com agentes polícias ao ser capturado, ele permanece internado em estado crítico, porém estável. Ele foi acusado de quatro delitos por tentativa de homicídio e por possessão de arma de fogo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/suspeito-de-espalhar-bombas-odiava-os-gays-os-eua-diz-ex-namorada-20150054#ixzz4KxN7LvAD
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O Novo Método do Hamas de Envenenar as Mentes das Crianças Palestinas

por Khaled Abu Toameh

  • Os pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlado pelo Hamas na Faixa de Gaza, entram nas escolas e garantem, por meio do rito exorcista, que as crianças estejam arrependidas e fiéis ao Islã.
  • Estas são as crianças que mais tarde serão recrutadas como “combatentes” na jihad contra Israel e os “incrédulos”.
  • A câmera de vídeo da escola da Faixa de Gaza flagra os líderes palestinos abusando e usando de lavagem cerebral em seus próprios filhos.
  • Agora o processo de paz do Oriente Médio espera seu próprio exorcismo.

O Hamas passou anos envenenando corações e mentes das crianças palestinas. O movimento islamista está experimentando uma nova tática de lavagem cerebral: exorcismo.

A prática cuja finalmente é expurgar “demônios” que possam ter se infiltrado nas almas das crianças chocou muitos palestinos.

Esse novíssimo abuso infantil cometido pelo Hamas foi exibido em um vídeo vazado e posteriormente publicado nas redes sociais palestinas. A crueldade do procedimento causou alvoroço nos palestinos.

O vídeo mostra crianças histéricas ao lado de pregadores exorcistas pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas, na Faixa de Gaza. Esse rito humilhante e invasivo está sendo praticado na Escola Al-Nil School na Cidade de Gaza.

Três meninos choram ao passar pelo ritual exorcista na Escola Al-Nil na Cidade de Gaza, realizado por pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas.

Os pregadores pertencem a um grupo chamado Embarcação da Salvação Missionária. Eles entram nas escolas da Faixa de Gaza e garantem, por meio do rito exorcista, que as crianças estejam arrependidas e fiéis ao Islã.

O grupo é gerido pela Administração Geral para Pregação e Orientação do Ministério Wakf.

Filmes com enredo de thrillers vêm à mente à medida que o vídeo avança, lançando uma luz sobre a natureza da doutrinação religiosa executada pelo Hamas em alunos na Faixa de Gaza.

Ouve-se no vídeo um dos pregadores do Hamas declarar: “não viemos representar uma peça de teatro, viemos expulsar o diabo de corações e mentes e inserir nos corações a satisfação de Alá”.

O vídeo destaca adolescentes aterrorizados ajoelhando no pátio da escola, enquanto outros berram aos prantos. Enquanto isso os pregadores do Hamas, clamam aos berros nos microfones o grito de guerra islâmico: “Allahu Akbar! (Deus é grande)”. (“Alá é Grande!”).

O abuso de alunos cometido pelo Hamas não é nenhuma novidade e também nenhuma surpresa para aqueles que acompanham há algum tempo o movimento islamista em Gaza. Estas são as crianças que mais tarde serão recrutadas como “combatentes” na jihad (guerra santa) contra Israel e os “incrédulos”.

Desde a violenta tomada do poder na Faixa de Gaza em 2007, o Hamas vem usando crianças como escudos humanos e “soldados” na luta contra Israel. Crianças vestidas com uniformes militares, brandindo fuzis automáticos e facas, já se tornaram parte integrante dos desfiles militares e comícios do Hamas.

Flagradas pela câmera, crianças palestinas são educadas a odiarem todos aqueles que podem ser vistos como inimigos do Islã. É desta maneira que as novas gerações de palestinos são criadas, na glorificação de homens bomba e jihadistas.

Hanan Ashrawi, membro do Comitê Executivo da OLP expressou repulsa em relação ao vídeo, observando que os sermões dos pregadores estavam repletos de intimidação e atrocidades. Esse comportamento, segundo Ashrawi, demonstra a “natureza reacionária” do regime do Hamas na Faixa de Gaza, o qual terá um impacto negativo no desenvolvimento da sociedade e dos valores palestinos. Ashrawi também repudiou a prática como flagrante violação das convenções que protegem os direitos das crianças.

Até mesmo o grupo terrorista marxista Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP em inglês), se manifestou contra o vídeo. O grupo verbalizou sua indignação diante das “práticas desumanas” cometidas contra crianças, exigindo uma sindicância imediata em relação a esta forma de tortura e degradação mental. O grupo também fez um alerta contra a lavagem cerebral e doutrinação de crianças através da intolerância religiosa.

A câmera de vídeo da escola da Faixa de Gaza flagra os líderes palestinos abusando e usando de lavagem cerebral em seus próprios filhos.

A câmera também grava a marcha da sociedade palestina a favor do endossamento das táticas e da ideologia do Islã radical e de grupos como o ISIS e a Al-Qaeda. Agora o processo de paz do Oriente Médio espera seu próprio exorcismo.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado radicado em Jerusalém.

http://pt.gatestoneinstitute.org/7908/palestinos-criancas-tortura

Líderes palestinos prometem um ano novo de violência e morte

  • Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo a seu povo para se preparar para o aumento da violência e “resistência”, incluindo atentados suicidas contra israelenses.
  • O braço armado do Fatah aproveitou a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça: “Vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.
  • Palestinos mascarados em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer. Testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.
  • Hamas proibiu os moradores de Gaza de comemorar a véspera de Ano Novo, dizendo que tais festas são “violações dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas não quer jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes e cafés. Em vez disso, o Hamas quer que eles se juntem às suas fileiras, armados e vestidos com uniformes militares, se preparando para a jihad contra Israel.

Depois de não conseguir oferecer ao seu povo qualquer esperança para o futuro, o Fatah e o Hamas estão agora dizendo aos palestinos que eles devem esperar mais violência e derramamento de sangue em 2016.

Em mensagens separadas para os palestinos na véspera de Ano Novo, os dois partidos rivais palestinos se comprometeram a prosseguir, e mesmo intensificar, os ataques de “resistência” contra Israel. Escusado será dizer que as mensagens não fizeram qualquer referência a paz, a coexistência ou tolerância.

Em vez de desejar aos palestinos um feliz e próspero Ano Novo, tanto o Fatah quanto o Hamas estão pedindo ao seu povo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia para se prepararem para o aumento da violência e ataques de “resistência” contra Israel. Os dois partidos não têm nada a oferecer aos palestinos além de mais derramamento de sangue e desespero.

O Hamas, que está no poder na Faixa de Gaza há quase 10 anos, relatou estar mesmo se preparando para uma nova onda de atentados suicidas contra israelenses. A última vez que o Hamas lançou ataques suicidas em Israel foi durante a segunda intifada, 2000-2005, que provocaram danos e destruição aos palestinos.

Vários relatórios têm sugerido que o Hamas está agora a considerar a ativação de suas “células adormecidas” na Cisjordânia, em preparação para retomar os atentados suicidas contra israelenses. Hamas, de acordo com os relatórios, também está planejando atingir a segurança de Israel e figuras políticas.

Hussam Badran, um alto funcionário do Hamas na Faixa de Gaza, pintou um quadro sombrio do que aguarda os palestinos durante 2016. Em uma mensagem aos palestinos, Badran anunciou que a atual onda de terrorismo, que ele se referia como a “Intifada de Al-Quds”, aumentaria durante o próximo ano. Ele também sugeriu que o Hamas estava realmente considerando retomar os ataques suicidas contra israelenses: “O ano de 2016 vai testemunhar um desenvolvimento e agravamento da intifada e todas as formas de operações de resistência.”

Sua mensagem, como a de muitos funcionários do Hamas, não contém qualquer referência às duras condições de vida dos palestinos sob o domínio do Hamas na Faixa de Gaza. Quando Badran e outras autoridades do Hamas falam sobre o desfecho de “todas as formas de resistência” contra Israel, eles estão realmente se referindo a planos para lançar ataques suicidas e outros ataques terroristas contra israelenses.

A mensagem de Ano Novo Hamas do não oferece aos palestinos na Faixa de Gaza qualquer esperança de que seus líderes estão trabalhando para acabar com sua miséria e estado de desespero. Não há nenhuma promessa para ajudar a resolver o problema do desemprego ou da pobreza na Faixa de Gaza. Nem há qualquer promessa de ajudar a resolver a crise com o Egito, aquela que resultou no fechamento da fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito por mais de 2015.

Como se isso não bastasse, o Hamas na semana passada proibiu palestinos na Faixa de Gaza de comemorarem a véspera de Ano Novo. Oficiais de segurança do Hamas advertira aos proprietários de restaurantes e hotéis contra a realização de festas de Réveillon, dizendo que esta prática é “alheia às nossas tradições e valores e em violação dos ensinamentos islâmicos.”O Hamas também justificou a proibição, argumentando que os palestinos na Faixa de Gaza devem mostrar solidariedade com os seus irmãos na Cisjordânia, que têm travado uma campanha de esfaqueamento e ataques com veículos contra israelenses desde o início de outubro.

Ao proibir as comemorações de Ano Novo, o Hamas está seguindo o exemplo de outros grupos terroristas islâmicos como o Estado islâmico, que denunciaram essas festas como “não-islâmicas.” Estes grupos consideram celebrações da véspera de Ano Novo como sendo parte da mesma cultura ocidental eles estão buscando substituir com o Islã extremista e lei da Sharia.

Hamas não pode tolerar cenas de júbilo e de palestinos comemorando a chegada de um novo ano. Ele não quer ver jovens palestinos que apreciam seu tempo em restaurantes, cafés e hotéis. Em vez disso, o Hamas quer jovens palestinos se juntem às suas fileiras e se preparem para a jihad contra Israel. Hamas prefere ver jovens palestinos vestidos em uniformes militares e armas que transportam. Ele quer que os jovens, em vez de celebrar e alegria, participem da escavação de túneis sob as fronteiras de Gaza com Israel e Egito.

Da mesma forma, a decisão da facção Fatah, do presidente Mahmoud Abbas na Cisjordânia, que esta semana comemorou o 51º aniversário de seu primeiro ataque armado contra Israel, está esperando que 2016 testemunhe mais violência. Várias autoridades e grupos ligados ao Fatah marcara o aniversário com promessas de intensificação da “resistência” contra os israelenses, e pediram aos palestinos para se juntar à “luta” contra Israel.

O braço armado do Fatah, os Mártires das Brigadas de al-Aqsa, aproveitaram a ocasião para emitir ainda mais uma ameaça para lançar ataques terroristas contra israelenses. “Continuamos comprometidos com a opção de uma luta armada”, o grupo escreveu em um folheto distribuído na Cisjordânia. “Nós vamos continuar no caminho dos mártires até a libertação de toda a Palestina”.

O presidente Mahmoud Abbas, que também é chefe do Fatah, também não tinha nada a oferecer ao seu povo na véspera de Ano Novo, que não mais mensagens de ódio e desafio em relação a Israel. Em uma mensagem ao seu povo, Abbas, mais uma vez justificou a atual onda de violência, dizendo que era o “resultado da continuação da ocupação e assentamentos, e a profanação de nossos locais sagrados”. Ele acrescentou: “Nosso povo não vai capitular, se entregar ou aceitar humilhação.”

Enquanto Abbas estava se dirigindo ao seu povo, mascarados palestinos em Belém atacaram vários restaurantes e salões onde as festas da véspera de Ano Novo deveriam acontecer.Testemunhas disseram que os homens mascarados abriram fogo contra os restaurantes, salões e veículos, para evitar que os palestinos celebrassem. As testemunhas oculares relataram que os criminosos eram afiliados à facção Fatah, de Abbas, e não ao Hamas.

Os líderes do Fatah e do Hamas têm mais uma vez demonstrado que eles não têm nada a oferecer aos palestinos que não seja a violência, destruição e morte. Esses líderes querem que o seu povo permaneça em  estado de espírito combatente, a fim de prosseguir na luta contra Israel. Como tal, o ano de 2016 não parece muito promissor para os palestinos sob a atual liderança do Fatah e Hamas.

Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado com sede em Jerusalém.

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http://www.gatestoneinstitute.org/7166/palestinians-new-years

Ativista palestino de Direitos Humanos: “a mídia está cheia de antissemitismo e ódio por Israel”

Um proeminente ativista de direitos humanos palestino lamentou nesta segunda-feira à noite o que ele chamou de um tratamento injusto da mídia ao Estado judeu.

Em um ato pró-Israel oferecido pelo grupo de defesa StandWithUs em New York, Bassem Eid, um hierosolimita (nascido em Jerusalém), disse a imprensa está  “cheia de antissemitismo” e “ódio”, está “muito mais interessada em lutar contra Israel” do que descobrir a verdade. Então, ele acrescentou: “Vamos [palestinos] dizer ao mundo o que realmente estamos sofrendo.”

Eid, um ex-diretor Grupo de Acompanhamento dos Direitos Humanos Palestinos (PHRMG), disse que os palestinos estão “fartos e sem esperança”, e perderam a confiança na Autoridade Palestina (AP). Enquanto isso, afirmou ele, Israel é “o lugar mais seguro” para os palestinos no Oriente Médio.

Ele continuou: “Quando os árabes israelenses se queixam Israel, digo-lhes: ‘Então se mudem para a Síria, vão para o Iêmen …’ E eles podem, mas vai ser pior para eles lá.” Ele também citou uma recente pesquisa realizada pela Instituto Washington para Política do Oriente Próximo que revelou que uma maioria de árabes de Jerusalém Oriental prefere viver sob domínio israelense do que de palestinos.

Falando sobre a atual onda de terrorismo varrendo Israel, Eid disse: “Quando eu assisto TV e vejo um jovem palestino –  de 13, 14 ou 15 anos de idade – segurando uma faca na mão, correndo na rua e querendo esfaquear e matar, eu penso que é a coisa mais bárbara que eu já vi. Esfaquear judeus vai resolver meus problemas? Matar um judeu vai resolver meus problemas? Olhe para o Hamas – nos últimos nove anos eles estão atirando foguetes. O que nós, como palestinos, alcançamos? Sejamos um pouco realista. ”

Ele continuou: “Eu [como um palestino] não quero ser mais uma vítima … Eu quero ser considerado como um ser humano que tem o controle total do meu próprio futuro e o futuro dos meus filhos.”

Eid também afirmou que Jerusalém se tornou uma “vítima” de vários movimentos políticos palestinos concorrentes, incluindo a Fatah, o Hamas e até mesmo movimentos islâmicos dentro de Israel, que, segundo ele, estão todos “, acrescentando combustível para a fogueira.” Ele disse que o interesse do Fatah no momento é apenas aumentar a violência em Israel, e que, mesmo que Abbas fosse chamar aos palestinos para acalmar as tensões em Jerusalém Oriental, “Ninguém iria ouvi-lo.”

Esta é uma das muitas razões que Eid acredita que os palestinos terão que esperar pelo menos mais uma geração – “20 -25 anos” – para uma solução da sua situação.

https://www.algemeiner.com/2015/11/03/palestinian-human-rights-activist-media-full-of-antisemitism-hatred-for-israel/

Pregador em Gaza levanta cinto de explosivos em sermão na sexta-feira

Em um sermão realizado na sexta-feira, 23 de outubro de 2015, em uma mesquita em Gaza, Abu Hamza mostrou Ashur um cinto de explosivos e disse: “As próximas operações de martírio serão conduzidas com cintos de explosivos … Por Deus, nós vamos destruir vocês com isso. Vamos transformar seus corpos em cadáveres e espalhar  suas partes do corpo. “O sermão foi postado na internet.  Trechos:

Abu Hamza Ashur: Os dias de manifestações e comícios são longos, e assim é o momento de pedir ajuda. Agora é o tempo para as operações, o tempo para espadas, derramamento de sangue e de puxar o gatilho. Oh filhos da Cisjordânia, enfurecidos! Por Deus, apenas o ódio vai libertar esta terra. Ó povo da Cisjordânia, mate-os! Envenene seus punhais e em seguida os esfaqueie ou abata-os. Exploda-os, derramem o seu sangue em ataque súbito para desmembrá-los, paralisá-los, façam a terra tremer sob seus pés, pisoteie suas cabeças.

[…]

As próximas operações de martírio serão conduzidas com cintos de explosivos.

Ele mostrou um cinto de explosivos.

Aqui está o que você pode esperar. Aqui está o que foi preparado para você. É seu pesadelo. Isto é o que você reserva o Mujahideen.

[…]

Por Deus, vamos usá-lo para cortá-los em pedaços, e nós vamos enviar mensagens escritas em sangue. Por Deus, nós vamos destruir vocês com isso. Nós transformaremos vocês em corpos sem vida e em partes de corpos espalhados com a ajuda de Allah. Isto é o que irá libertar a nossa terra, com a ajuda de Allah.

[…]

Ver clips de vídeo no MEMRI TV

http://www.memri.fr/2015/10/28/un-predicateur-de-gaza-brandit-une-ceinture-dexplosifs-dans-un-sermon-du-vendredi-nous-vous-eparpillerons-en-morceaux-de-corps/

Abbas premia com a “Ordem do Mérito Palestino” o cartunista que promove o ódio e a violência

Isto é perfeitamente cabível, nos centros de cultura “palestinos” sobre a violência e o ódio aos israelenses. Quem melhor para receber a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes, do que Baha Al-Bukhari, exceto aqueles que realmente jogam as pedras e assassinam civis israelenses? No próximo ano, Abbas deve dar o prêmio para os “palestinos” que oferecem doces quando jihadistas assassinam civis israelenses.

Abbas não é culpado de incitação aqui. Lembre-se: a incitação é somente quando Netanyahu salienta o papel do Mufti no Holocausto.

“Abbas homenageia cartunista que promove o ódio e a violência”, por Itamar Marcus e Nan Jacques Zilberdik, Palestinian Media Watch, 25 de outubro, 2015:

[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]

Como os ataques terroristas palestinos e apedrejamentos continuam sem esmorecer, o presidente da Autoridade Palestina, Abbas, escolheu para homenagear um cartunista do diário palestino Al-Ayyam cujas últimas caricaturas incentivam a violência palestina e apedrejamentos de israelenses, como mostrado pela Palestinian Media Watch.
Abbas concedeu a Baha Al-Bukhari a Ordem do Mérito Palestino da Cultura, Ciências e Artes. Ele explicou sua escolha, afirmando que Al-Bukhari recebeu o prêmio devido ao fato de que o seu trabalho “se encaixa em cheio na Palestina e sua resoluta cultura.”
“O presidente [Abbas] condecorou com a Ordem do Mérito da Cultura, Ciências e Artes o criador e artista Al-Bukhari em reconhecimento do seu caminho criativo nas artes plásticas e desenhos animados, e fora do reconhecimento de sua vida cheia de doação, ações, luta, e beleza, de uma forma que se encaixa em cheio na Palestina e sua cultura resoluta. “
[Al-Hayat Al-Jadida, 22 de outubro de 2015]
Uns desenhos animados recentes (acima) mostra uma família palestina inteira preparada com pedras nas mãos e pronta para atacar.
Texto acima do desenho animado: “As pedras de 2015 !!”
texto no braço do homem:
“. Deus está com você, Abu Al-Abed” (nome do personagem do desenho animado)
Um mapa da “Palestina” ao lado do texto no braço inclui as áreas da AP, bem como todAs As de Israel.
[Al-Ayyam, 13 de outubro de 2015]
Outros desenhos animados de Al-Bukhari incentivam mais apedrejamentos, chamando os palestinos. O desenho mostra um palestino jogando uma pedra, com uma bandeira palestina em segundo plano “Avance, antecipadamente.”:
[Al-Ayyam, 09 de outubro de 2015]
Al-Bukhari também acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de promovr banho de sangue. O cartoon refere-se à morte de 3 palestinos, incluindo um terrorista do Hamas pelo exército israelense. As forças israelenses vieram prender um terrorista do Hamas, mas ele e outros começaram a atirar e, posteriormente, o terrorista que eles estavam procurando, e dois outros, foram mortos.
Texto: “Um banho em Jenin!”
 [Al-Ayyam, 23 de março, de 2014]

O cartunista apresentou o presidente israelense Reuven Rivlin como carregando o que parece ser baldes de sangue. Os mesmos desenhos animados adotam reivindicação caluniosa da AP de que as duas listras na bandeira israelense representam os rios Nilo e o Eufrates ou o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, representando um suposto plano judeu para estabelecer o “Grande Israel” governando sobre todos da ” Palestina “.

O texto no canto: “[O presidente israelense Reuven] Rivlin e seu slogan! O novo presidente de Israel “
Texto no balde direito: “A partir do rio” texto no balde esquerdo: “Para o mar”
[Al-Ayyam, 12 de junho, de 2014]
Al-Bukhari apresentou Israel como um polvo envolvendo seus braços ao redor de Al-Aqsa, criticando as nações árabes por “dormir!”
 [Al-Ayyam, 13 de outubro de 2013] …

Irã acusa Arábia Saudita de “semear o ódio” no Iêmen

Por ocasião da parada militar comemorativa do Dia do Exército, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, criticou duramente a Arábia Saudita acusando-a de “semear o ódio” no Iêmen.

Desde 26 de março que a coligação liderada pela Arábia ataca os xiitas houthis, aliados do deposto presidente, Ali Abdullah Saleh, apoiados pelo Irã.

“O que significa prestar assistência financeiro e fornecer armas a terroristas na Síria, no Líbano e no Iraque? O que significa bombardear pessoas inocentes e oprimidas do Iêmen? Quais são os vossos objetivos?”, perguntou o presidente iraniano.

Vladimir Putin pôs fim à proibição da venda de mísseis antiaéreos S-300 ao Irão, alegando que o pré-acordo entre os 5+1 e Teerã permite um eventual levantamento das sanções.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Javad Zarif, disse que o Irã retomará o enriquecimento de urânio para fins nucleares “de forma ilimitada” se as sanções não forem total e imediatamente levantadas no final das negociações.

http://pt.euronews.com/2015/04/18/irao-acusa-arabia-saudita-de-semear-o-odio-no-iemen/