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ONG EVM já inicia articulações para sessão solene em Curitiba através do seu novo colaborador Matheus Vieira

Rio de Janeiro – Nos dias 8 e 10 de novembro, a equipe da ONG Ecoando a Voz dos Mártires esteve na 8ª Eslavec, onde propiciou articulações importantes para tornar eficiente suas atividades de conscientização humanitária no tocante às minorias religiosas e étnicas perseguidas no mundo muçulmano e Coreia do Norte.

Dentre as articulações, o destaque foi a conversação com o teólogo e conferencista Matheus Vieira Cândido, que se prontificou a articular “sessão solene em reconhecimento do genocídio de cristãos e minorias no Oriente Médio” junto à Câmara Municipal de Curitiba.

Além disso, Matheus vai utilizar seu robusto conhecimento em comunismo para se dedicar a palestrar sobre a perseguição aos cristãos em países comunistas, pelo que, estará dando início a pesquisas nessa área de conhecimento tão marginalizada por muitas instituições de direitos humanos, principalmente, na America Latina.

Apenas dez países acolhem 56% dos refugiados no mundo, diz ONG

Anistia Internacional apela para que nações ricas se responsabilizem por crise humanitária

RIO — Em um novo apelo por soluções para a atual crise migratória, a Anistia Internacional (AI) pediu que mais países ricos tomem iniciativas para acolher refugiados no mundo — e deixem para trás o “descaso” com que vêm enfrentando o problema global. Hoje, apenas dez nações, que representam menos de 2,5% do PIB mundial, recebem 56% da população refugiada no mundo, segundo o relatório da organização publicado nesta terça-feira. E, enquanto isso, quem foge da guerra e da pobreza enfrenta pesadelos humanitários em diferentes países e, sobretudo, na rota da imigração.

O país que mais abriga refugiados, segundo dados de 2015, é a Jordânia, com 2,7 milhões, seguida por Turquia, Paquistão, Líbano, Irã, Etiópia, Quênia, Uganda, República Democrática do Congo e Chade.

Para amenizar a pressão sobre os países acolhedores, a proposta da ONG é estabelecer cotas de quantas pessoas cada governo deve receber anualmente para oferecer um lar a 10% da população global de refugiados. O argumento é que é necessário encontrar uma solução prática e equitativa para a crise, com base em um sistema que utiliza critérios objetivos e relevantes.

O Reino Unido, por exemplo, recebeu menos de 8 mil refugiados da Síria desde 2011, quando eclodiu a guerra civil que assola até hoje o país do Oriente Médio. Enquanto isso, a Jordânia abriga mais de 655 mil sírios — embora tenha uma população quase 10 vezes menor do que a do Reino Unido e o seu Produto Interno Bruto (PIB) corresponda a 1,2% da produção de riquezas britânica.

Por sua vez, o Líbano dá abrigo a mais de 1,1 milhões de refugiados sírios — uma grande quantidade para um país de 4,5 milhões de habitantes divididos em 10 mil quilômetros quadrados de extensão. Já a Nova Zelândia recebeu apenas 250 pessoas, embora sua população tenha a mesma dimensão da libanesa e seu território tenha 268 mil quilômetros quadrados. E a Irlanda — com 4,6, milhões de habitantes, extensão sete vezes maior que o Líbano e economia cinco vezes superior — até agora só recebeu 758 refugiados sírios.

— A proximidade do conflito define os refugiados num país. Jordânia e Turquia recebem muitos refugiados sírios, enquanto Quênia e Etiópia abrigam refugiados de outras nações africanas. Esta situação é altamente injusta e insustentável, no sentido de que os países pobres fazem muito mais e têm que cuidar de muito mais pessoas — afirmou ao GLOBO Charlotte Philips, especialista em refugiados da Anistia Internacional, para concluir a crítica: — As nações mais ricas, como os países da União Europeia, quase não fazem nada. Esta é uma crise global e deve ser responsabilidade de todos os governos e de todas as pessoas.

UM BOM EXEMPLO

Na contramão, o relatório indica o Canadá como exemplo de liderança para promover ajuda aos refugiados. Desde novembro de 2015, o primeiro-ministro Justin Trudeau acolheu cerca de 30 mil refugiados sírios. Quase dois terços destes reassentamentos foram financiados pelo governo canadense — e cerca de 11 mil a mais tiveram acordos de financiamento privado.

No fim de agosto deste ano, já tramitavam outras 18 mil solicitações de pessoas sírias no país. A maioria destes refugiados estavam vivendo em Líbano, Jordânia e Turquia.

Atualmente, apenas 30 países desenvolvem programas para realocar refugiados, segundo o relatório. Os números estão bem abaixo das necessidades identificadas pela ONU, que faz chamados constantes à comunidade internacional para debater este drama mundial.

— E também devem-se mostrar todas as coisas boas que os refugiados podem levar a um país e as eventuais contribuições da imigração à sociedade, em termos culturais e de muitas outras formas. Se os governos quisessem fazer isso, eles poderiam — conclui Charlotte.

Refugiado recebe roupas térmicas ao desembarcar na ilha de Lesbos, na Grécia – Anistia Internacional

UM PEDIDO URGENTE

Atualmente, o mundo tem 21 milhões de refugiados distribuídos entre diversos países. Para estas pessoas, que buscam proteção de um passado caótico em seus lares, as condições precárias e os abusos generalizados na rota da imigração não são exceção. Em Grécia, Iraque e Nauru, por exemplo, os refugiados permanecem em campos improvisados à espera de abrigo definitivo. O drama se repete na fronteira entre a Síria e a Jordânia: lá estão presos mais de 75 mil refugiados em uma estreia faixa de deserto onde faltam água, alimentos e remédios.

Além dissso, refugiados sofrem crescente assédio por parte de alguns governos, como Quênia e Paquistão, denuncia a AI. Ao território paquistanês, chegam cada vez mais afegãos em fuga dos conflitos em seu país. Eles são frequente alvo de hostilidades pelas autoridades, que já forçaram mais de 10 mil pessoas a regressarem à guerra. No Quênia, refugiados no campo de Dadaab são pressionados a voltar à Somália, seguindo um caminho doloroso já percorrido por 20 mil pessoas. O governo pretende reduzir a população de 150 mil refugiados no acampamento até o fim de 2016.

“Se não agirmos, as pessoas vão morrer – por afogamento ou por doenças adquiridas nos insalubres acampamentos e centros de detenção ou ainda quando são obrigados a regressar às áreas de conflito das quais fugiram”, explica Shetty.

O relatório ainda acusa alguns países da União Europeia e a Austrália de empregar abusos e violações sistemáticas de direitos humanos como uma ferramenta política para manter as pessoas fora de seus países. Em julho de 2016, a AI constatou que 1.200 homens, mulheres e crianças que continuam detidos no centro de detenção de Nauru, fora do território da Austrália, sofrem graves abusos, tratamento desumano e negligência.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/apenas-dez-paises-acolhem-56-dos-refugiados-no-mundo-diz-ong-20231127#ixzz4MHGWl12d
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Cinco anos após morte de Bin Laden, Al Qaeda ainda ameaça

Rede terrorista se adaptou à perda de seu líder máximo e agora, sob a sombra do “Estado Islâmico”, vem apostando na descentralização e na colaboração de seus grupos filiados com a população local em diversos países.

Os homens teriam entrado disfarçados como empregados de um serviço de entrega. Eles invadiram a casa em Dhaka, esperaram que os dois ativistas LGBT Xulhaz Mannan e Mahbub Tonoy saíssem do apartamento, e os mataram brutalmente com facões e tiros. A justificativa para o assassinato: desde 1998, as vítimas “trabalhavam dia e noite para promover a homossexualidade”, com a ajuda de aliados americanos e indianos, de acordo com declaração divulgada no final de abril pelo grupo Ansar al-Islam, braço da rede terrorista Al Qaeda em Bangladesh.

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Ecoando a Voz dos Mártires alcança leitores em 94 países

Nos primeiros três meses do ano, o EVM já alcançou  mais de 25 mil visualizações em 94 países!

Os nossos amigos nas redes virtuais foram os responsáveis por essa grande vitória, pois, ao compartilharem nossos posts,  ecoaram a voz das vítimas da intolerância religiosa no mundo muçulmano e Coreia do Norte.

Sendo assim, agradecemos o APOIO ofertado de diversas formas por amigos e simpatizantes do nosso trabalho, e pedimos que continuem divulgando as notícias postadas em nosso Blog e Fan Page!

Forte abraço a todos!

Andréa Fernandes (Presidente do EVM)

Pelo menos 30 países devolveram refugiados de forma ilegal

Organização acusa governos de falta de vontade em proteger direitos humanos dos imigrantes.

MADRI — Ao menos 30 países obrigaram, de forma ilegal, refugiados a voltarem a lugares onde corriam risco de vida, informou um relatório da Anistia Internacional que analisa a situação dos direitos humanos em 160 nações. Segundo a ONG, cinco desses países pertencem à União Europeia: Espanha, Holanda, Hungria, Grécia e Bulgária. Mas o documento também se refere à Rússia, Arábia, Saudita, Austrália, Tuquia, Sérvia, Macedônia, entre outros, e diz que, em muitos casos, os imigrantes foram expulsos sem se dar conta que tinham o direito a proteção internacional.

— Documentamos expulsões coletivas desde Grécia, tanto por terra como por mar, em relação a Turquia, onde o sistema de proteção é muito insatisfatório. De lá, também houve casos (de pessoas enviadas de volta) à Síria ou Iraque — explicou a coordenadora da organização para a campanha de migração, María Serrano, ao jornal espanhol “El Mundo”. — Isto produz uma situação de limbo. Na Sérvia e Macedônia, as ajudas aos solicitantes de asilo são deficientes, não dispõem dos sistemas de proteção adequados.

A organização ainda acusa os governos de falta de vontade em oferecer estruturas dignas para proteger os direitos humanos dos refugiados. Mesmo reconhecendo avanços em algumas regiões, a Anistia calcula que foram registradas torturas ou maus-tratos contra os imigrantes em 122 países. Em ao menos 19 desses, foram realizados crimes de guerra ou outra violações contra eles. Além disso, a liberdade de expressão ou de imprensa foi arbitrariamente ameaçada em 113 nações.

Diante da pior crise migratória enfrentada pela Europa desde a Segunda Guerra Mundial, a Anistia também criticou nesta quarta-feira a vergonhosa resposta dos países do continente à chegada maciça de refugiados e pediu uma mudança radicação dos compromissos por parte da comunidade internacional.

“Esta Europa, que é o bloco mais rico do mundo, não é capaz de velar pelos direitos básicos de algumas das pessoas mais perseguidas do mundo, é vergonhoso”, disse o secretário-geral da organização, Salil Shetty.

Apenas em 2016, mais de 110 mil refugiados atravessaram o Mar Mediterrâneo, em seu caminho de chegada à Grécia e à Itália, declarou a ONU na terça-feira. Só a Grécia recebeu mais de 102 mil pessoas desde o começo do ano, sendo que em 2015, esse número foi alcançado no mês de julho. Já a Itália recebeu 7,5 mil refugiados desde janeiro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/pelo-menos-30-paises-devolveram-refugiados-de-forma-ilegal-em-2015-diz-anistia-18737089#ixzz4194o85p6
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UE ‘deve esperar mais de um milhão de imigrantes este ano’: ONU alerta para inundação de refugiados econômicos da Ásia e norte da África

 

  • Um número crescente de imigrantes econômicos provenientes da Ásia e da África, a alertou a ONU  
  • Relatório conjunto das agências de refugiados disse que os refugiados também vão continuar a fugir da guerra síria
  • Aviso vem quando é dito que a Grécia poderia ser isolada do resto da Europa 
  • Comissão Europeia considerou que «negligenciou gravemente” suas fronteiras durante a crise imigratória do ano passado

Mais de um milhão de  imigrantes vai chegar na Europa este ano com o aumento do número de imigrantes econômicos vindos da Ásia e África, alertou a ONU ontem.

Um relatório conjunto pelas agências de refugiados disse que o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia.

Mas um número crescente de pessoas também virá do oeste sul da Ásia e na África setentrional e ocidental adicionando mais pressão para piorar a pior crise migratória da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

‘Chegadas contínuas provavelmente irão colocar pressão sobre as comunidades afetadas e da sua vontade de aceitar refugiados e imigrantes, “está escrito no relatório compilado pela Agência de Refugiados das Nações Unidas, a Organização Internacional para as Migrações e 65 outras organizações.

 

 

O aviso veio com a Grécia sendo informada que poderia ser isolada do resto da Europa no prazo de três meses após a Comissão Europeia considerar que foram «gravemente negligenciadas” suas fronteiras durante a crise imigratória no ano passado.

Uma investigação encontrou a Grécia falhando para rastrear aqueles que chegam em suas ilhas e simplesmente os enviando para o resto da Europa.

Foi esclarecido que a Grécia pode ser suspensa a partir da área de viagens-da UE sem fronteiras, Schengen, por sua incapacidade de controlar o número de pessoas que entram.

O vice-presidente da Comissão Valdis Dombrovskis disse: “A Grécia está negligenciando seriamente suas obrigações. Há sérias deficiências na realização dos controles nas fronteiras externas que devem ser superadas e tratadas pelas autoridades gregas. “

Em uma visita não anunciada para as ilhas gregas de Chios e Samos, em novembro, inspetores descobriram que chegadas não estavam sendo verificados antes de serem autorizados a prosseguir as suas viagens.

Pelo menos dois dos terroristas jihadistas que participaram nos ataques Paris vieram através da ilha grega de Leros posando como refugiados sírios.

O referido o conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

O referido conflito na Síria vai continuar a ser uma fonte de refugiados que procuram asilo na União Europeia (na foto, os migrantes na Sérvia)

Sr. Dombrovskis acrescentou: “Embora reconhecendo que as autoridades gregas estão sob pressão, o relatório nomeadamente constata que não há identificação e registo de migrantes irregulares eficaz e que as impressões digitais não estão sendo inseridas sistematicamente no sistema e documentos de viagem não estão sendo verificados de forma sistemática para a autenticidade ou em bancos de dados de segurança cruciais “.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa.

Mais de 850.000 pessoas chegaram ao país no ano passado, com mais esperança de chegar ao norte da Europa.

Uma vez que o relatório da Comissão Europeia é apoiada pela maioria dos Estados membros da UE, a Grécia terá três meses para tomar “medidas de correção” ou enfrentar perder seu lugar na zona de viagem.

Funcionários da UE esta semana começaram a tomar medidas que possam conduzir a controles nas fronteiras sendo trazido de volta entre os países Schengen por até dois anos.

Grécia teria supostamente criado centros de processamento de migrantes em suas ilhas para o controle de chegadas, mas até agora só conseguiu abrir um em Lesbos.

De acordo com dados da UE, apenas 121,325 492,744 dos imigrantes que chegaram na Grécia de 20 de julho a 30 de novembro de 2015 fderam suas impressões digitais.

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas ser capaz de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

A UE já começou a enviar os guardas de fronteira para a Macedônia para patrulhar sua fronteira com a Grécia e impedir que as pessoas sejam capazes de prosseguir as suas viagens através da Europa (na foto, os migrantes em Macedónia)

Apesar das condições de inverno, o número de pessoas que alcançam as ilhas gregas ainda é alto e cerca de 30 vezes maior do que o ano passado.

Uma fonte da UE disse que 4.000 pessoas haviam chegado na Grécia somente na sexta-feira.

O Acordo de Schengen, foi nomeado após a cidade luxemburguesa ter assinado em 1985, uma década antes de as fronteiras serem removidas.

A zona de hoje abrange todos os Estados-Membros da UE – exceto o Reino Unido, Irlanda, Chipre, Bulgária, Romênia e Croácia -, bem como a Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein, que estão todos fora da UE.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3420209/EU-expect-million-year-warns-economic-migrants-Asia-north-Africa-worsen-Europe-s-migration-crisis.html#ixzz3yVe3pl8Z
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Arábia Saudita anuncia coalizão islâmica antiterrorista com 34 países

RIAD – A Arábia Saudita formou uma coalizão antiterrorista islâmica com 34 países, entre eles Egito, Turquia, Paquistão e Senegal, mas não incluiu o Irã e o Iraque, informou nesta terça-feira a agência oficial Spa.

A coalizão, liderada pela Arábia Saudita, terá um centro de comando em Riad, a capital do país, para apoiar as operações militares na luta contra o terrorismo, acrescentou a agência.

— A coalizão responde à preocupação do mundo islâmico em combater o terrorismo e para ser um sócio na luta mundial contra esta praga — disse o ministro da Defesa saudita e futuro príncipe herdeiro, Mohamed Ben Salmán, em entrevista coletiva em Riad.

A Arábia Saudita, que já dirige uma coalizão de países árabes contra os rebeldes xiitas do Iêmen, também faz parte de outra internacional liderada pelos Estados Unidos que luta contra os extremistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria.

Ao ser perguntado se a nova coalizão lutará contra o EI, o príncipe Mohamed, filho do rei, indicou que combateria qualquer organização terrorista.

Outros dez países muçulmanos, entre eles a Indonésia, apoiam esta nova coalizão e poderiam se unir a ela em um futuro, segundo a agência Spa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/arabia-saudita-anuncia-coalizao-islamica-antiterrorista-com-34-paises-18296141#ixzz3uPY3vdGZ
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Os países mais e menos religiosos do planeta

Países africanos, do Oriente Médio e do Leste europeu parecem estar se tornando cada vez mais religiosos, enquanto que os europeus ocidentais, menos. É o que diz uma pesquisa da empresa WIN/Gallup, feita com 64 mil pessoas em 65 países.

De acordo com o levantamento, o país que lidera o ranking de mais religiosos é a Tailândia, onde 94% dos entrevistados se disseram crentes. A nação menos religiosa, por outro lado, é a China, onde somente 7% disseram seguir algum credo.

Nenhum dos sete países latino-americanos onde a pesquisa foi feita aparece entre os dez países mais religiosos – o Brasil está em 23º lugar, com 79% dos entrevistados se dizendo crentes.

Colômbia e Peru estão mais acima, com 82% dos entrevistados declarando-se religiosos. A Argentina e o México, por outro lado, registraram os maiores número de ateus convictos entre os latino-americanos entrevistados.

A pesquisa foi feita através de entrevistas pessoais, por telefone ou pela internet.

O levantamento também aponta que a religião continua sendo importante mesmo entre as gerações mais jovens. Segundo a pesquisa, 67% dos entrevistados de 25 a 34 anos professam algum tipo de fé.

A adesão a uma religião também foi maioria entre os entrevistados, independentemente de seu nível educativo.

Se entre aqueles sem nenhum tipo de educação formal a taxa de religiosos foi de 80%, entre os que possuem ensino secundário ou universitário completo ela chegou a 60%. Entre os que fizeram mestrado e doutorado, a taxa sobe para 64%.

“O estudo revela que o total de pessoas que se consideram crentes é, na verdade, alto. E com a crescente tendência global de uma juventude religiosa, podemos assumir que o número de crentes continuará aumentando”, diz Jean-Marc Leger, presidente da WIN/Gallup International.

No entanto, Europa ocidental e Oceania aparecem como as regiões mais divididas a respeito da religiosidade. Em ambas, quase metade dos entrevistados diz não praticar religiões ou ser ateu convicto.

Leia mais: Somos programados para acreditar em um Deus?

Crescimento do Islamismo

O levantamento da WIN/Gallup não fez perguntas sobre quais as religiões dos entrevistados, mas os resultados da pesquisa são publicados pouco depois que um estudo do Pew Research Center anunciou que o Islamismo pode superar o Cristianismo em número de praticantes em 2100.

No início de abril, o centro de pesquisas americano publicou um panorama global do futuro das religiões no mundo, com base em dados de 198 países e territórios.

De acordo com a projeção, o islamismo é o grupo religioso de crescimento mais rápido no mundo hoje e o número de muçulmanos deve se igualar, pela primeira vez na História, ao de cristãos até 2050. Mantida a mesma progressão, o número de muçulmanos ultrapassaria o de cristãos 50 anos depois, de acordo com a pesquisa.

O percentual da população cristã deve se manter estável nas próximas décadas, mas ela mudará de localização – a população cristã na Europa diminuirá e deve aumentar na África subsaariana.

Segundo o Pew, o número de pessoas que não se consideram religiosas deve aumentar em países europeus e nos Estados Unidos até 2050, mas pode cair de modo geral em todo o mundo, por causa das baixas taxas de fertilidade de países como China e Japão, onde há grandes contingentes de não-religiosos.

Leia mais: A cidade histórica chinesa que se rendeu ao islamismo

Os mais religiosos

Estes são os dez países mais religiosos do mundo segundo o levantamento da WIN/Gallup:

  1. Tailândia (94%)
  2. Armênia (93%)
  3. Bangladesh (93%)
  4. Geórgia (93%)
  5. Marrocos (93%)
  6. Fiji (92%)
  7. África do Sul (91%)
  8. Argélia (90%)
  9. Quênia (89%)
  10. Macedônia (88%)

Os menos religiosos

A pesquisa mostra também os dez países – e territórios, no caso de Hong Kong – com o menor percentual de entrevistados que se identificaram como crentes:

  1. China (7%)
  2. Japão (13%)
  3. Suécia (19%)
  4. República Tcheca (23%)
  5. Holanda (26%)
  6. Hong Kong (26%)
  7. Reino Unido (30%)
  8. Israel (30%)
  9. Vietnã (34%)
  10. Alemanha (34%)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150414_religiao_gallup_cc

Arábia Saudita envia 100 aviões de combate e 150 mil soldados para campanha anti-Houthi

Arábia Saudita enviou na quinta-feira 100 aviões de combate, 150 mil soldados e outras unidades da marinha depois que lançou a sua operação contra os rebeldes Houthi no Iêmen, Al Arabiya News Channel relatou.

A implantação aérea saudita permitiu à Força Aérea Real Saudita estar no controle do espaço no Iêmen início da quinta-feira.

Os relatórios também verificaram que a alta liderança Houthi incluindo Abdulkhaliq al-Houthi, Yousuf al-Madani, Yousuf al-Fishi foram mortos e o chefe do Comitê Revolucionário para os Houthis, Mohammed Ali al-Hothi, foi ferido.

Aliados sauditas, especialmente, os seus homólogos do Golfo, com exceção de Omã, também mostraram o seu poder militar para conter os rebeldes Houthi apoiados pelo Irã de alcançarem Aden para desalojar o presidente iemenita Abedrabbo Mansour Hadi, que permaneceu no sul da cidade.

O Golfo decidiu “repelir a agress]ao Houthi” no vizinho Iêmen, na sequência de um pedido do presidente Mansour Hadi Abedrabbo do país.

Em sua declaração conjunta a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar e Kuwait disseram que “decidiram repelir milícias Houthi, al-Qaeda e ISIS [Estado Islâmico do Iraque e da Síria] no país.”

Os países do Golfo alertou que o golpe Houthi no Iêmen representava uma “grande ameaça” para a estabilidade da região.

Os Emirados Árabes Unidos contribuíram com 30 caças, Bahrein 15, Kuwait 15, Catar 10 e Jordânia 6 na operação anti-Houthi.

Na quinta-feira, o Egito, Paquistão, Jordânia e Sudão também expressaram a sua disponibilidade para participar dos combates em solo no Iêmen.

O grupo de oposição síria apoiado pela Coalizão Nacional do ocidente disse que apoiou a operação saudita e manifestou o seu apoio ao Hadi como líder “legítimo” do Iêmen.

A campanha não está sem o apoio dos EUA. A Casa Branca na quarta-feira, disse que Washington está a coordenar estreitamente com a Arábia Saudita e seus aliados regionais na campanha, incluindo o fornecimento de inteligência e apoio logístico.

http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/03/26/Saudi-deploys-100-fighter-jets-150-000-soldiers-for-anti-Houthi-campaign.html