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Papa: Cristãos assassinados por muçulmanos são testemunhas do plano de Deus para a coexistência pacífica de cristãos e muçulmanos

“As vidas de 19 homens e mulheres religiosos martirizados durante a guerra civil argelina são um testemunho do plano de amor de Deus e da coexistência pacífica entre cristãos e muçulmanos”, disse o papa Francisco.

Um analista mais sério notaria que, afinal, eles foram assassinados, de modo que eles podem não ser um testemunho tão grande da coexistência pacífica entre cristãos e muçulmanos. Mas isto é o papa que disse que “o terrorismo muçulmano não existe”. Assim, ele afirma que “ao beatificar nossos 19 irmãos e irmãs, a igreja deseja dar testemunho de seu desejo de continuar trabalhando pelo diálogo, harmonia e amizade, ignorando o fato de que o assassinato dessas pessoas afogou seu desejo de“ diálogo, harmonia e amizade ”em seu próprio sangue. Pode haver algum espaço para o diálogo, mas apenas se for informado e realista, não baseado em pensamento positivo e ignorância intencional.

“Deixe-os; eles são guias cegos. E se um cego guiar um cego, ambos cairão num buraco. ”(Mateus 15:14)

“Os mártires argelinos testemunham a paz entre cristãos e muçulmanos, diz o Papa Francisco”, segundo o Catholic News Service , 10 de dezembro de 2018:

VATICANO – As vidas de 19 homens e mulheres religiosos, martirizados durante a guerra civil argelina, são um testemunho do plano de amor de Deus e da coexistência pacífica entre cristãos e muçulmanos, disse o Papa Francisco.

Cristãos e muçulmanos na Argélia “foram vítimas da mesma violência por terem vivido, com fidelidade e respeito uns pelos outros, seus deveres como crentes e cidadãos nesta terra abençoada. É também para eles que rezamos e expressamos nosso grato tributo ”, disse o Papa.

Entre aqueles que foram beatificados estavam o Beato Christian de Cherge e seis de seus colegas trapistas – os padres Christophe Lebreton, Bruno Lemarchand e Celestin Ringeard, bem como os irmãos Luc Dochier, Michel Fleury e Paul Favre-Miville – que foram assassinados em 1996 por membros do grupo. Grupo islâmico armado em Tibhirine, na Argélia

Vários meses depois de suas mortes, o abençoado Pierre Claverie, bispo de Oran, foi assassinado junto com seu motorista por um dispositivo explosivo. Segundo o site da Ordem dos Pregadores da República Dominicana, sua morte foi lamentada também por muçulmanos que o consideravam “seu bispo”.

O papa Francisco disse que todos os argelinos são herdeiros da grande mensagem de amor que começou com Santo Agostinho de Hipona e continuou com os homens e mulheres religiosos martirizados “numa época em que todas as pessoas buscam avançar suas aspirações de viver juntas em paz.

“Ao beatificar nossos 19 irmãos e irmãs, a igreja deseja dar testemunho de seu desejo de continuar trabalhando pelo diálogo, harmonia e amizade”, disse o papa. “Acreditamos que este evento, que é inédito em seu país, trará um grande sinal de fraternidade no céu argelino para o mundo inteiro”.

Com imagem e informações Jihad Watch

Os EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel: vem guerra por aí?

Por Andréa Fernandes

Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país.

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina – considerado “moderado” pelo Ocidente – ao ser informado por Trump através de telefonema acerca da sua decisão de mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém acionou seu fiéis “ativistas-terroristas”, que convidaram fotógrafos e cinegrafistas para “visitar” Belém a fim de documentar um “evento importante”, qual seja, palestinos ensandecidos queimando cartazes com imagens de Trump e a bandeira de Israel[5]. O objetivo é simples: promoção da “propaganda de ódio” para levar a opinião pública a acreditar que a política de Trump incendiará a região, o que fez o presidente da Autoridade Palestina afirmar que “os Estados Unidos perderam o papel de mediador no Oriente Médio”[6].

Hoje, Abbas em pronunciamento agressivo afirmou que a “revolta palestina” deve continuar e o líder do movimento Fatah – também considerado moderado pelo Ocidente – disse que “Trump emitiu declaração de guerra contra o povo palestino”[7]. Abbas já havia ordenado o fechamento de escolas e na usual política retaliatória contra inocentes, o prefeito de Belém (ocupada por palestinos), também determinou o desligamento de todas as luzes de natal na área onde cristãos vêm  sofrendo limpeza religiosa desde o início da ocupação palestina. E se alguém vier com a lengalenga de que “palestinos não são ocupantes”, cabe lembrar que antes da Guerra de Independência de 1948, a população original de Ramallah era 90% cristã e de Belém, 80%. Além disso, o “pacisfismo islâmico” dos invasores palestinos proporcionou a seguinte realidade: em 1967, mais da metade dos moradores de Belém eram muçulmanos e Ramallah se tornou uma grande cidade muçulmana[8].

Aliás, vale uma breve digressão: o falecido terrorista Yasser Arafat mudou a demografia de Belém semelhantemente à estratégia de países muçulmanos na atualidade, ou seja, enviando milhares de muçulmanos de campos de refugiados, e como bem salienta o jornalista Giulio Meotti, transformou a cidade – outrora majoritariamente cristã – “num refúgio seguro para terroristas suicidas”, onde cemitérios e conventos foram profanados e cristãos transformados em escudos humanos pela perversa Organização para a Libertação da Palestina (OLP). De sorte que, a OLP e outros grupos islâmicos “ofertaram” aos cristãos nativos as mesmas atrocidades que seus homólogos do Estado Islâmico: casamento forçado, conversões, espancamentos, apropriação de terras, ataques incendiários, boicote comercial, tortura, sequestro, assédio sexual, extorsão, dentre outros crimes mantidos ocultos pela mídia vendida aos interesses árabes.

Após o pronunciamento histórico de Trump, Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista Hamas, fez o que sempre foi sua especialidade: conclamar o terror contra civis inocentes, e para tanto, pediu uma nova “intifada contra o inimigo sionista[9] como condenação à decisão de Trump no melhor estilo “jihad”. Contudo, a “ansiedade sanguinária” não resistiu esperar até o dia 8, quando deveriam ser iniciados os atos de violência, e com isso, os terroristas passaram a efetivar disparos de foguetes contra o território israelense ocasionando “resposta” de Israel direcionada às estruturas militares na Faixa de Gaza[10]. Seguindo a mesma “linha assassina”, o grupo terrorista xiita Hezbollah, financiado pelo Irã, também endossou a necessidade de intifada.

Incitados por suas lideranças, cerca de 3 mil palestinos saíram às ruas em protestos violentos em 30 locais na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, onde dezenas de manifestantes se reuniram perto da fronteira com Israel e lançaram pedras contra os soldados. A violência se intensificou no embate de palestinos contras as forças israelenses e segundo a imprensa palestina, já são 200 palestinos feridos e 1 morto.

Insta esclarecer que o “tom apocalíptico” de alguns jornais descambaram em distorções de ignorância ímpar como aconteceu com ‘O Globo’, ao consignar: “Diante da reação inflamada do mundo árabe, com protestos na Faixa De Gaza e na Turquia, o Exército israelense anunciou o envio de batalhões adicionais ao território palestino da Cisjordânia[11]”. O jornalista nervoso por externar o sensacionalismo de sempre, incluiu indevidamente a Turquia na lista de territórios integrantes do “mundo árabe”. O desespero tomou conta da redação…

De qualquer maneira, o mundo muçulmano é, de certo modo,  imprevisível, e as lideranças  palestinas se esforçam para conseguir o apoio que carecem para promover “arruaça terrorista” ao ponto de desencadear uma verdadeira “guerra”, tentando invalidar o ato legítimo de Trump, porém, deverão primeiro, convencer a monarquia saudita a validar sua ações, visto que numa proposta inusitada de “acordo”, a Arábia Saudita ofereceu a cidade de Abu Dis (próxima à Jerusalém Oriental) como a futura “capital da Palestina”, em vez de Jerusalém Oriental. E se ainda assim, o caro leitor tem dúvida do “apoio” que goza a Autoridade Palestina, cabe informar que Abbas foi pressionado pelo Egito e Arábia Saudita a não processar funcionários israelenses em tribunais internacionais como havia prometido, e decidiu… obedecer a “orientação”[12].

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) se manifestou ontem expressando rejeição à decisão de Trump e informou que convocará uma reunião extraordinária com os representantes dos Estados-membros em Istambul nos dias 12 e 13 de dezembro para “discutir as repercussões da decisão americana e formular uma posição islâmica unificada” sobre a questão[13].

O principal representante da “Palestina’ no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos equivale a uma “declaração de guerra contra os muçulmanos[14]. Já o Papa Francisco e a ONU apelam para um “diálogo” sobre o status da cidade, mesmo sabendo que não está nos planos dos palestinos essa possibilidade. O Papa ressaltou que se “respeite” o status atual da cidade, pouco se importando que esse pedido absurdo, é, na realidade, um desrepeito ao direito milenar dos judeus à Jerusalém como sua capital indivisível.

Até o momento, as “ameaças explícitas” evidenciadas contra os Estados Unidos advêm do Estado Islâmico e al-Qaeda – grupos islâmicos que vivem em função de ameaças aos “infiéis ocidentais” de modo que não surpreende ninguém a revolta das lideranças dessas facções além do “irmão siamês” Hamas, que objetiva começar nova intifada.

Logo, aguardemos novos “sinais de fumaça islâmica” para sabermos até aonde vai a proclamação de jihad contra Israel e Estados Unidos, já reconhecendo que nessa sexta-feira a promessa de novos protestos se cumpriu em países como Malásia, Indonésia, Iêmen, Turquia, Jordânia, Egito e outros Estados africanos.

Nada mais “inspirador” para um candidato a “Estado terrorista”, que o pedido de suas lideranças exigindo o chamado “Dia de fúria” justamente após as “orações” no dia que é considerado “sagrado” para os seguidores da “religião da paz”.

Publicado originalmente em 08.12.2017, no Portal Gospel Prime

Imagem: g1.globo.com

[1] http://israelstreet.org/2014/11/08/communist-and-islamophile-federica-mogherini-returns-to-ramallah-and-gaza/

[2] https://www.jihadwatch.org/2017/12/eu-vows-push-to-make-jerusalem-capital-for-palestinians-too

[3] http://cyprus-mail.com/2017/07/20/cyprus-marks-43-years-since-turkish-invasion/

[4] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2017/01/13/erdogan-diz-que-turquia-nunca-saira-do-chipre.htm

[5] https://www.gatestoneinstitute.org/11508/trump-jerusalem-speech-palestinians

[6] http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/mundo-islamico-protesta-apos-trump-reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel/6342958/

[7] https://www.timesofisrael.com/abbas-vows-palestinian-rage-will-continue-well-never-back-down/

[8] https://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4221651,00.html

[9] https://www.middleeastmonitor.com/20171207-hamas-leader-calls-for-new-intifada-over-trump-decision/

[10] https://www.dn.pt/mundo/interior/jerusaem-israel-ataca-postos-militares-na-faixa-da-gaza-em-resposta-a-projeteis-8971462.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

[11] https://oglobo.globo.com/mundo/confrontos-entre-soldados-israelenses-palestinos-deixam-ao-menos-104-feridos-22160770

[12] https://www.middleeastmonitor.com/20171123-under-saudi-egypt-pressure-abbas-retreat-from-prosecuting-israel/#at_pco=smlwn-1.0&at_si=5a29c8f6b0615634&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

[13] http://www.arabnews.com/node/1205411/saudi-arabia

[14] https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml

 

Papa usa a palavra genocídio em discurso no Palácio Presidencial da Armênia

Em seu primeiro dia de viagem à Armênia, o papa Francisco não se intimidou em usar a palavra “genocídio” para se referir ao extermínio de 1,5 milhão de armênios pelo Império Otomano há um século, mesmo sabendo que o vocábulo poderia desencadear um mal-estar diplomático com a Turquia, como já ocorreu no ano passado.

A Santa Sé não previa o termo “genocídio” nos discursos de Francisco, porém o líder católico não quis renunciar à palavra e a disse, em alto e bom som, na capital Erevan, dentro do Palácio Presidencial e diante das autoridades armênias, inclusive do presidente armênio Serzh Sargsyan.

Relembrando um encontro que teve com Sargsyan no dia 12 de abril de 2015, na Basílica Vaticana, o papa disse hoje (24) que, “naquela ocasião, se fez a memória do centenário de Metz Yeghern, o ‘Grande Mal’ que atingiu este povo e causou a morte de milhares de pessoas”. “Aquela tragédia, aquele genocídio, abriu um triste elenco de imagens catastróficas do século passado, tornadas possíveis por motivações racionais, ideológicas ou religiosas aberrantes”, disse Francisco, fazendo uma pausa e acrescentando a palavra “genocídio” à fala. O discurso foi proferido no Palácio Presidencial, em uma cerimônia com as autoridades locais e o corpo diplomático, seu primeiro compromisso da viagem de três dias que faz à Armênia.

A declaração do líder católico deve provocar novas críticas do governo turno, que recentemente convocou o embaixador na Alemanha após Berlim aprovar uma resolução sobre o genocídio armênio.

“Tendo diante dos nossos olhos os nefastos episódios conduzidos no século passado pelo ódio, preconceito e desenfreado desejo de domínio, espero vivamente que a humanidade saiba tirar destas trágicas experiências o ensinamento para agir com responsabilidade e sabedoria para prevenir os perigos de cair novamente em tais horrores”, disse o papa. “É preciso multiplicar os esforços para que sempre prevaleça o diálogo nas desavenças internacionais e a constante e genuína busca pela paz, assim como a colaboração entre os Estados e o assíduo empenho dos organismos internacionais para que seja construído um clima de confiança propício a alcançar acordos duradouros”.

Em suas primeiras horas na Armênia, Francisco também condenou as divisões e guerras atuais. “O mundo está muito marcado por divisões e conflitos, assim como por graves formas de pobreza material e espiritual, entre eles a exploração de pessoas, de crianças, de idosos”.

Serzh Sargsyan, por sua vez, ressaltou que, em breve, a Armênia completará 25 anos de independência da União Soviética e que “muitas coisas importantes aconteceram nesse período, entre eles a visita de João Paulo II”, ocorrida em 2001.

Primeiro país cristão

Francisco visita a Armênia a convite do patriarca Karekin II e autoridades políticas do país. A Armênia é considerada “o primeiro país cristão”, pois o rei Tiridates III proclamou o Cristianismo como religião de Estado em 301, ainda antes do Império Romano, sob o impulso de São Gregório, o Iluminador. O rito armênio é um dos mais antigos do cristianismo do Oriente, com origens que remontam à época apostólica com Tadeus e Bartolomeu – considerados os Apóstolos do país.

Esta é a segunda visita de um papa ao país.  João Paulo II esteve na Armênia em 2001.

*Com informações da Rádio Vaticano

http://m.agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-06/papa-usa-palavra-genocidio-em-discurso-no-palacio-presidencial-da

O Ocidente Precisa Dizer “Je Suis Asia Bibi”

por Giulio Meotti

  • “Eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo. Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês”? — Asia Bibi.
  • A indolência e cobiça condenaram Asia Bibi à morte. Ninguém na Europa foi às ruas para pedir a libertação dessa corajosa mulher ou protestar contra as leis anticristãs do Paquistão.
  • Até o Papa Francisco ficou em silêncio. O símbolo de sua omissão está nos 12 segundos em que o Papa ficou frente a frente com o marido e a filha de Bibi na Praça São Pedro. O Papa mal tocou nos dois. Seu antecessor, o Papa Bento XVI, pediu publicamente, várias vezes, a soltura dela.
  • As tradicionais igrejas protestantes dos Estados Unidos, ocupadas demais com a demonização de Israel, também não se manifestaram. Enquanto isso o cristianismo está sendo erradicado em seu próprio berço.

A condenação à morte de Asia Bibi é como a nuvem de material radioativo de Chernobyl: ela contamina tudo a sua volta. Após a prisão de Asia, seu marido Masih juntamente com seus filhos passaram a viver na clandestinidade. Eles mudaram de residência 15 vezes em cinco anos. Eles sequer podiam estar presentes na audiência judicial de Asia. Era por demais perigoso. Seu marido foi obrigado a se demitir do emprego.

O “crime” de Asia foi ter usado o mesmo copo de água que seus colegas de trabalho muçulmanos. Ela foi condenada à morte porque é cristã e estava com sede. “Você poluiu a nossa água”, disseram a ela as mulheres muçulmanas. “Converta-se ao Islã para redimir-se da sua religião imunda”.

Asia respirou fundo e respondeu: “eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês”?

Em 8 de novembro de 2010, após breves minutos de deliberações, Asia Noreen Bibi, segundo o Artigo 295 do Código Legal paquistanês, foi condenada à morte na forca. A multidão festejou o veredito. Ela estava sozinha e desabou em prantos. Próximo a ela estavam 2 policiais, visivelmente satisfeitos. Nos dias seguintes, 50.000 pessoas em Karachi e 40.000 em Lahore tomaram as ruas para brandir a imagem de Asia Bibi com uma corda no pescoço. Eles disseram que não irão se acalmar até que ela seja enforcada ou fuzilada.

Asia Bibi e duas de suas cinco filhas, fotografadas antes de seu encarceramento no corredor da morte em 2010 por “blasfêmia”.

Islamistas paquistaneses se concentraram recentemente para exigir sua imediata execução, pois ela já está no xilindró há 2.500 dias. A ansiedade no tocante à execução de Bibi — a primeira cristã sentenciada à forca no Paquistão,incriminada por meio de acusações espúrias de “blasfêmia” — vem crescendo após a execução de Mumtaz Qadri, o assassino do governador de Punjab Salman Taseer, corajoso reformador muçulmano que pagou com a vida por expressar apoio a Asia Bibi. Advogados que defendem pessoas acusadas de blasfêmianão raramente também são executados.

O falecido Ministro para Assuntos das Minorias Shahbaz Bhatti também defendeu Asia Bibi, assegurando que ela fosse transferida para outra cela onde há uma câmera de segurança com o objetivo de evitar que ela sofra algum tipo de violência. Foi uma decisão fatal para Bhatti. Um terrorista fechou o carro de Bhatti quando ele saia da casa de sua mãe, assassinando-o em plena luz do dia. Todos sabiam que a pena de morte seria executada mais cedo ou mais tarde.A Fontana di Trevi de Roma acaba de ser iluminada de vermelho em homenagem aos mártires cristãos como o Sr. Bhatti.

Desde a execução de Qadri em 29 de fevereiro de 2016, os protestos de rua não param. Umfuncionário do primeiro escalão do governo de Punjab revelou que a segurança de Bibi foi reforçada depois que apareceram relatos da inteligência de que grupos islamistas estavam conspirando para assassiná-la dentro da prisão para vingar o enforcamento de Qadri.

É devido a essas ameaças que organizações de direitos humanos têm exigido que a apelação de Asia Bibi, que vem sendo adiada, seja conduzida dentro de uma cela da prisão, sob forte esquema de segurança. Qualquer tipo de transferência deve ser mantida em sigilo porque os islamistas estão de prontidão para se valerem de qualquer oportunidade para matá-la.

Para entender melhor o iminente martírio de Asia, é preciso ler o livro que ela escreveu juntamente com a jornalista francesa Anne Isabelle Tollet, intitulado “Blasfêmia“.

A própria Asia Bibi precisa preparar sua comida para evitar ser envenenada. Até os guardas ameaçam-na de morte. Ela nunca sai da sua cela e ninguém tem permissão de adentrá-la ou limpá-la. Ela mesma tem que limpar a cela e a prisão não fornece nenhum produto de limpeza. Na minúscula cela de três metros, ao lado da cama se encontra o que os guardas, para zombar dela, chamam de “banheiro”. Um cano de água saindo da parede e um buraco no chão. Esta tem sido sua vida nos últimos cinco anos, como em uma gruta em um cemitério.

Enquanto isso, os islamistas acabaram de aumentar a recompensa pela cabeça dela para 50 milhões de Rúpias Paquistanesas (US$678.000). O advogado dela explicou que muitos cristãos acusados de blasfêmia são mortos em suas celas, antes mesmo de se apresentarem perante o tribunal.

Asia Bibi nunca matou ninguém. Mas no assim chamado sistema judicial de seu país, ela fez algo muito mais grave, o crime dos crimes, a mais absoluta afronta: ela — hipoteticamente — ofendeu o Profeta Maomé. Criminosos, assassinos e estupradores recebem tratamento melhor do que o dispensado a ela.

A indolência e cobiça condenaram Asia Bibi à morte. Ninguém na Europa foi às ruas para pedir a libertação dessa corajosa mulher ou protestar contra as leis anticristãs do Paquistão. Até o Papa Francisco ficou em silêncio. O símbolo de sua omissão está nos 12 segundos em que o Papa ficou frente a frente com o marido e a filha de Bibi na Praça São Pedro. O Papa mal tocou nos dois, ao passo que o Papa Bento XVI, pediu várias vezes a soltura dela.

O Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, sempre cheio de retórica e sentimentos ecumênicos, jamais pronunciou uma palavra no tocante à perseguição de cristãos ou pediu aos seus aliados paquistaneses a libertação de Asia Bibi. Citando o jornal francês Le Figaro: os europeus, sempre “ávidos” a mobilizações, petições, demonstrações de todo tipo, “neste caso, nada”!

Por um bom tempo até as principais agências de notícias americanas não se pronunciaram sobre o massacre de cristãos, que são martirizados a cada cinco minutos. Esse silêncio foi quebrado pelo corajoso dissidente do Islã Ayaan Hirsi Ali, que dedicou a esse martírio em massa um ensaio magistral na revista Newsweek. As tradicionais igrejas protestantes dos Estados Unidos, ocupadas demais com a demonização de Israel, também não se manifestaram. Na França, é impossível até patrocinar um evento em que a receita tenha como objetivo ajudar esses cristãos. A concessionária do metrô de Paris proibiu a afixação de cartazes em favor dos cristãos, somente após protestos resolveu suspender a proibição. Todas as ONGs seculares européias como a Oxfam também não se pronunciam, deixando a defesa dos cristãos às heróicas organizações não governamentais como o Barnabas Fund.

Os cidadãos do Ocidente foram acostumados a considerar esses cristãos de regiões remotas como se fossem agentes remanescentes do colonialismo, de modo que esses cidadãos não dão ouvidos aos seus apelos, nem mesmo as suas histórias trágicas. Enquanto isso o o cristianismo está sendo erradicado em seu próprio berço. A aversão a nossa covardia moral é compensada pela admiração a esses cristãos, como Asia Bibi, que continuam respeitando sua religião em um país que quer expulsá-los da história. A covardia ocidental, no entanto, será punida.

A guerra contra os “blasfemos”, gera, na realidade, profundas consequências para a Europa, onde dezenas de jornalistas, cartunistas e escritores são condenados à morte por uma versão diferente do mesmo “crime” cometido por Asia Bibi: “a islamofobia”. Católicos devotos como Asia Bibi são perseguidos pelos mesmos motivos e pelas mesmas pessoas que assassinaram os impenitentes secularistas da revista Charlie Hebdo. O ISIS, que recentemente explodiu aigreja católica da Santa Maria em Mossul, conhecida como a “igreja do relógio” (doada pela esposa de Napoleão III), teria imenso prazer de poder explodir a Catedral de Chartres, um dos maiores tesouros da França.

A libertação dessa paquistanesa, analfabeta, mãe de cinco filhos, não interessa apenas a uma distante comunidade cristã. Interessa a todos nós. É pedir demais por uma clareza moral e alinhamento sob o slogan, “Je Suis Asia Bibi”?

Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.

http://pt.gatestoneinstitute.org/8155/paquistao-asia-bibi

“Estado deve ser laico, mas a França exagera”, diz papa Francisco

Para Jorge Bergoglio, legislação francesa erra ao não prever direito de “exteriorizar” a fé e impedir muçulmanas de usar véu.

Líder da Igreja Católica, o papa Francisco defendeu que um Estado deve ser laico, mas disse que a França “tende a exagerar na laicidade”. A declaração foi feita poucas semanas depois de o presidente francês François Hollande desistir de emplacar um embaixador assumidamente homossexual na Santa Sé. “Um Estado deve ser laico. Os Estados confessionais terminam mal. Mas a França tende a exagerar na laicidade devido a um modo de considerar as religiões como uma subcultura, e não como uma cultura verdadeira”, alfinetou o pontífice.

O papa destacou que é preciso haver uma lei que permita a liberdade de “exteriorizar” sua fé. A legislação francesa prevê limitações na “manifestação de filiações religiosas” para “proteger os direitos dos outros cidadãos”.

A medida atinge principalmente mulheres muçulmanas, proibidas de usar véus em repartições públicas. “Se uma muçulmana quer usar o véu, deve poder fazê-lo. A mesma coisa serve para um cristão que usa um crucifixo”, acrescentou Francisco.

O papa também comentou que foi convidado por Hollande para visitar Paris, mas não sabe quando isso ocorrerá, já que o país terá eleições presidenciais em 2017 e a Santa Sé costuma evitar viagens internacionais durante períodos de campanha.

Papa recebe Prêmio Carlos Magno 2016

Em cerimônia no Vaticano com a presença de líderes europeus, Francisco pede Europa “aberta e multicultural” e melhor acolhimento aos refugiados no continente.

O papa Francisco foi agraciado nesta sexta-feira (06/05) com o Prêmio Carlos Magno de 2016, que homenageia personalidades que se destacam pela contribuição à união da Europa e pelo compromisso com a paz.

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Papa e patriarca russo unem esforços pelos cristãos

Francisco e líder da Igreja Ortodoxa Russa assinam texto sobre cooperação para proteger cristãos em todo mundo. Encontro histórico em Havana marca aproximação entre Igrejas desde o cisma do Cristinianismo, há mil anos.

Reunidos em encontro histórico em Havana, o papa Francisco e o patriarca Cirilo, líder da Igreja Ortodoxa russa, assinaram nesta sexta-feira (12/02) uma declaração conjunta para restaurar a unidade do Cristianismo.

Esta é a primeira vez que um líder católico e um alto representante dos ortodoxos russos se reúnem desde o cisma que dividiu a corrente religiosa, há um milênio.

“Conversamos como irmãos de fé”, afirmou o pontífice. Os dois se cumprimentaram com um beijo no rosto.

“Os resultados da conversa me permitem afirmar que, atualmente, as duas igrejas podem cooperar na defesa dos cristãos em todo o mundo e, com total responsabilidade, podemos trabalhar em conjunto para que a vida humana seja respeitada no mundo inteiro”, disse o patriarca Cirilo.

Um dos principais temas discutidos no encontro em Cuba foi a perseguição a cristãos no Oriente Médio. “Precisamos deixar as divergências internas de lado neste momento trágico e unir esforços para salvar os cristãos em regiões onde eles estão sujeitos às mais cruéis perseguições”, afirmou o ortodoxo.

Desde o Grande Cisma do Oriente, em 1054, católicos romanos e ortodoxos seguiram caminhos distintos. O “mundo ortodoxo” fragmentou-se em muitas igrejas independentes. Com cerca de 150 milhões de fiéis em mais de 60 países, a Igreja Ortodoxa russa é a maior de todas. Já a Igreja Católica conta com cerca de 1,2 bilhão de devotos.

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o encontro entre os líderes religiosos foi “muito cordial”. “Foi um momento histórico e uma grande alegria ao papa”, afirmou.

Mais visitas

O papa Francisco embarca ainda nesta sexta à Cidade do México, onde será recebido pelo presidente Enrique Peña Nieto. Em sua primeira visita oficial ao México, o pontífice irá visitar presos em Ciudad Juárez, uma das áreas mais violentas do país.

Já Cirilo ficará mais três dias em Cuba, onde se reunirá com o presidente Raúl Castro e seu irmão e antecessor, Fidel Castro. O patriarca ainda irá viajar ao Paraguai e ao Brasil. Em Brasília, ele vai se reunir com a presidente Dilma Rousseff, e seguir para Rio de Janeiro e São Paulo.

KG/EK/rtr/dpa

http://www.dw.com/pt/papa-e-patriarca-russo-unem-esfor%C3%A7os-pelos-crist%C3%A3os/a-19045989

Papa pede que Europa integre refugiados

Pontífice diz que continente tem meios para encontrar equilíbrio entre integrar estrangeiros e proteger seus cidadãos. Segundo ele, imigrantes podem trazer benefícios econômicos para países anfitriões.

O papa Francisco afirmou nesta segunda-feira (11/01) que a Europa deve ser capaz de integrar migrantes sem prejudicar a segurança dos cidadãos do continente, reconhecendo que a atual crise migratória representa um grande desafio para os valores europeus.

O pontífice disse que o afluxo de refugiados está causando “problemas inevitáveis” e aumentando preocupações sobre “mudanças nas estruturas cultural e social” dos países anfitriões. Também crescem os temores relacionados à segurança, “exacerbados pela crescente ameaça de terrorismo internacional”.

“A atual onda migratória parece estar minando as bases do espírito humanista que a Europa sempre amou e defendeu”, declarou o pontífice num discurso anual para diplomatas no Vaticano.

Com sua “grande herança cultural e religiosa”, a Europa detém os meios para encontrar o equilíbrio entre “a responsabilidade de proteger os direitos de seus cidadãos e de assegurar a migrantes assistência e aceitação”, afirmou Francisco.

A questão da integração tem sido alvo de acalorados debates neste início de ano, após uma série de ataques sexuais contra mulheres ter sido registrada na noite de Ano Novo na cidade alemã de Colônia. Testemunhas, vítimas e policiais falam que oss agressores seriam homens de aparência árabe ou norte-africana.

Somente a Alemanha registrou 1,1 milhão de refugiados em 2015 , grande parte deles da Síria e do Iraque. A maioria dos refugiados que chegaram à Europa no ano passado são muçulmanos, o que leva muitos europeus a temerem que seja difícil integrá-los à sociedade.

Em 2015, o papa já havia pedido que a Europa aceitasse refugiados. Segundo o pontífice, a integração bem-sucedida dos migrantes trará benefícios sociais, econômicos e culturais para os países anfitriões.

Francisco alertou que os países mais afetados pela crise migratória não devem ser deixados sozinhos e pediu “um diálogo franco e respeitoso entre os países – de origem, de trânsito e de recepção – em busca de uma solução sustentável”.

LPF/rtr/dpa/afp/lusa

http://www.dw.com/pt/papa-pede-que-europa-integre-refugiados/a-18972079

Palestinians welcome Vatican’s recognition of statehood

The Islamic-Christian Commission in Support of Jerusalem and the Holy Sites yesterday hailed the Vatican’s decision to recognise the State of Palestine.

In a press release, the commission’s Secretary-General Hanna Issa said the existing relations between the Vatican and Palestine have culminated in a historic agreement and the formal recognition of the Palestinian state.

He said he valued the role of the Vatican in preserving the holy city and preventing its Judaisation, praising the efforts of Christian leaders in serving the Palestinian cause, strengthening the presence of Arab Christians in the city of Jerusalem and protecting their rights.

Palestinian Liberation Organisation Executive Committee member Wasel Abu Youssef also welcomed the Vatican’s decision, saying it represents the “religious and symbolic expression of the Christian world.”

In remarks to Quds Press yesterday, Abu Youssef said that “the Vatican’s step will encourage a number of other states to recognise Palestine, and will push them to consolidate relations with it [Palestine] due to its influential position all over the world.”

He emphasised the importance of the decision and its timing in light of the Israeli aggression on the Palestinian people and the continuation of the occupation’s crimes. He said that the decision confirms the Palestinians’ right to have an independent state despite what Israel is trying to impose on the ground by means of its military power.

On Saturday the Vatican announced its decision to recognise the State of Palestine as an independent nation.

https://www.middleeastmonitor.com/news/europe/23158-palestinians-welcome-vaticans-recognition-of-statehood

A Decadência do Papa

Francisco anuncia acordo árabe-vaticano.

O Vaticano anunciou neste sábado, 2, a entrada em vigor do acordo assinado entre a chamada Santa Sé e a Autoridade Palestina. No seu ponto principal, o acordo visa unir vaticanistas e árabes residentes em Israel na defesa da ideia de “dois Estados”. Autoridades católicas anteciparam que um dos objetivos é “reconhecer uma Palestina independente”.

Com o ambicioso desafio de mediar uma “solução negociada e pacífica para o conflito na região”, o acordo hoje anunciado inclui um preâmbulo e 32 artigos, nos quais se abordam “aspectos essenciais da vida e da atividade da igreja na Palestina” (sic), indicou o Vaticano, num comunicado.

O acordo foi assinado no passado dia 26 de Junho e apoia a solução de “dois Estados”, indicou na época um porta-voz eclesiástico. Quando revelou o conteúdo do acordo, o Vaticano estimou que poderá ajudar ao reconhecimento de uma Palestina“independente”.

O texto dá seguimento ao Acordo de Base firmado pela Santa Sé e pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em 15 de Fevereiro de 2000 e é resultado das negociações desenvolvidas por uma comissão de trabalho bilateral durante os últimos anos.

Quatro meses depois de ter assinado o acordo com a Santa Sé, os palestinosvoltaram à mesa de negociação, desta vez nos Estados Unidos, quando firmaram os acordos de Camp David, em Julho daquele ano.

De nada valeram as assinaturas de Yasser Arafat, na época líder da OLP, nos documentos apresentados, pois em Setembro daquele mesmo ano os palestinos iniciaram a Segunda Intifada contra os judeus israelenses.

No dia 27 de Setembro de 2000, militantes da OLP assassinaram um colono judeu no assentamento israelense de Netzarim dando início ao caos.

O longo conflito estendeu-se até o dia 5 de Fevereiro de 2005, terminando por ocasião da conferência de paz de Sharm el-Sheikh.

Ao final, 1.074 judeus estavam mortos, sendo que 773 eram civis.

Este foi o resultado dos “acordos de paz” que estão na base do acordo anunciado na tarde deste sábado pela Santa Sé.

O documento hoje divulgado não limita-se apenas à pretensão do Papa de mediar a criação de um Estado Palestino na região, mas também anuncia regulamentos do funcionamento da igreja católica na Judeia e Samaria, como o regime fiscal das suas propriedades e a anexação de serviços, como o militar, para o seu pessoal.

Além disso, abrange os lugares santos e confirma que o conceito de “santidade” é “fonte de obrigações para as autoridades civis”, em relação com a “autoridade e a jurisdição canônica” da igreja católica.

Ao afagar terroristas, Francisco corre o risco de afogar o seu pontificado.

https://noticiasdesiao.wordpress.com/2016/01/02/a-decadencia-do-papa/