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Paquistão: tribunal de aldeia ordena vítima de estupro ser morta ou vendida como escrava devido a acusações de adultério

“Panchayat em Rajanpur ordena que uma vitima de estupro seja morta ou vendida”, por Owais Qarni, Express Tribune , 27 de maio de 2017:

MULTAN: quatro homens foram detidos em Rajanpur no sábado por seu envolvimento em um Panchayat (tribunal não oficial da aldeia) declarando que uma adolescente teria sido estuprada por um parente, um ‘Kari’.

A garota de 19 anos foi condenada a ser morta ou vendida por acusações de adultério contra ela, informou a polícia da área.

A polícia de Fazilpur, SHO Husnain Shah, disse ao The Express Tribune que a menina se aproximou da polícia após o pedido.

Em sua declaração, a garota afirmou que ela e sua família estavam dormindo em sua casa na noite de sexta-feira quando Khaleel Ahmed entrou furtivamente e a estuprou com arma.

Ela acrescentou que, como estava armado, não podia pedir ajuda.

No dia seguinte, quando a família soube do incidente, eles se aproximaram do Panchayat.

Quatro homens, incluindo Muhammad Shafee, o pai do suposto estuprador, forçaram o Panchayat a pronunciar Shumaila a Kari na quinta-feira. O pai da menina foi forçado a aceitar a decisão.

A menina, no entanto, conseguiu escapar e procurou refúgio na casa de Ghulam Abbas, seu tio ….

https://www.jihadwatch.org/2017/05/pakistan-village-court-orders-rape-victim-to-be-killed-or-sold-as-slave-because-of-adultery-charges

Paquistão: Muçulmano assassina sua irmã de 18 anos com machado em crime de honra

“O homem mata a irmã por” honra “em Khanewal,” por Owais Qarni, Express Tribune , 27 de maio de 2017 (graças à Religião da Paz ):

MULTAN: Um homem matou sua irmã de 18 anos na aldeia de Kacha Khuh do distrito de Khanewal em mais um caso de “crime de honra”.

Muhammad Mudassir, 27 anos, foi preso e acusado de assassinato, disse a polícia Kacha Khuh.

Amna, uma moradora de Chak número 4, tinha fugido com Muhammad Yasin. O casal passou a coabitar por volta de dois meses atrás.

Mudassir, irmão de Amna, ficou furioso quando ouviu falar do casamento quatro dias depois.

Uma semana atrás, um tribunal local (Panchayat) chamou as famílias e depois de ouvir seus argumentos, disse à família Yasin para casar com a irmã  de Mudassir.

Três dias antes do casamento, que deveria ocorrer na terça-feira, o pai de Yasin se recusou a dar sua filha em ‘vani’ – uma prática na qual uma mulher é entregue ou forçosamente casada com alguém em troca dos pecados de seu parente masculino (S).

Para vingar sua “humilhação”, Mudassir assassinou sua irmã com um machado ….

Matéria completa: https://www.jihadwatch.org/2017/05/pakistan-muslim-murders-his-18-year-old-sister-with-axe-in-honor-killing

Jovem cristão é espancado em mesquita após pedir água

Um jovem cristão foi espancado no Paquistão com varas e sapatos depois de entrar em uma mesquita e beber de uma fonte de água..

Um vídeo alegadamente mostrando um menino cristão sendo espancado por uma multidão com raiva depois que ele bebeu de uma fonte de água em uma mesquita foi divulgado no Paquistão, de acordo com o The Express Tribune. O vídeo supostamente mostrou o menino gritando de dor por ter sido espancado com varas e sapatos por fiéis que não admitiram que um cristão bebesse da água em “sua” mesquita.

Os cristãos no Paquistão enfrentam séria discriminação. Atualmente, a cristã Asia Bibi está no corredor da morte aguardando a conclusão final de seu caso amplamente divulgado de blasfêmia. Ela foi acusada de blasfêmia depois de beber água de um poço e ser acusada de contaminá-lo por uma muçulmana.

O governador do Punjab, Salman Taseer, foi assassinado em 2011 por um de seus próprios guarda-costas depois que falou sobre a lei da blasfêmia no Paquistão. Seu assassino, Mumtaz Qadri, foi enforcado por assassinato pelo estado paquistanês. Milhares de seus partidários saíram às ruas e protestaram.

https://www.clarionproject.org/news/christian-boy-beaten-mosque-after-asking-water

Muçulmanos paquistaneses forçam centenas de cristãos a beber água contaminada por esgoto como vingança

Shoebat – Os cristãos nomearam recentemente seu próprio candidato político para as eleições locais na vila paquistanesa de Jhang. Eles disseram que era porque havia muitos deles na área e precisavam de representação entre os muçulmanos. Em vingança, os muçulmanos permitiram e encorajaram os moradores locais a despejarem seus esgotos, onde os cristãos recebem suas águas. Centenas de pessoas foram afetadas e ficaram doentes com isso:

Comunidade cristã que reside na Colônia Cristã de Jhang forçada a beber água contaminada com esgoto. Os cristãos locais alegam que a contaminação é deliberada e é uma represália à nomeação de um candidato independente nas eleições. O bairro é o lar de cerca de 530 famílias cristãs.

Anteriormente, o esgoto de toda a cidade era lançado no Ayub Chowk, no entanto um novo projeto foi efetivado e o esgoto foi lançado em um lago perto de Ayub Chowk. O projeto não foi concluído em devido tempo devido o fato do esgoto estar sendo deixado na vala a poucos metros da colônia cristã, o que está causando uma contaminação do esgoto no abastecimento de água para o bairro cristão.

Antecipando os efeitos radicais do esgoto sendo descartado na trincheira perto de seu bairro, os cristãos haviam organizado protestos, acessaram tribunais locais e imploraram líderes políticos locais. Eles pediram aos líderes locais que considerassem sua decisão de despejar esgoto perto da Colônia Cristã.

Os cristãos locais afirmam que uma queixa política causou a negligência das autoridades políticas locais. Na eleição local realizada em outubro de 2015, os cristãos exigiram que um candidato cristão deveria ser autorizado a participar para a cadeira de presidente, pois há um número significativamente grande de cristãos na área.

“Nossa demanda foi ignorada pelos líderes políticos locais”, disseram. Conseqüentemente, os cristãos locais nomearam Safdar Masih, um residente cristão como seu candidato para as eleições de corpo local. “Nossa luta por nosso próprio representante semeou discórdia entre nós e as autoridades políticas locais”.

É por isso que eles não estão dispostos a ouvir a nossa súplica. As autoridades estão relutantes em fornecer um projeto de filtragem, apesar do fato de que o esgoto agora começou a se misturar com o fornecimento de água para a comunidade cristã. Esta água contaminada já causou surto de várias doenças, enquanto as autoridades não estão dispostos a nos ajudar, os moradores da Colônia Cristã se queixam. (fonte)

Esta é a vida dos cristãos sob o domínio islâmico. Você é tratado como esgoto e às vezes, mesmo forçado a beber esgoto.

Muslims Force Hundreds Of Christians To Drink Filthy Sewage-Contaminated Water And Get Sick In Revenge For Christians Nominating Christian Politician In Local Election

Novo juiz anuncia que vai manter pena de morte de Asia Bibi

O juiz que estava no caso precisou ser substituído e seu retorno é imprevisto; sabe-se que todos os que estão trabalhando nesse julgamento passam por pressão externa.

Desde 2009, quando a cristã paquistanesa Asia Bibi foi presa, houve muita polêmica em relação ao seu processo. Conhecida pela mídia internacional e apoiada pela igreja em todo o mundo, ela passou por momentos difíceis e de muita dor. Agora, um de seus recursos mais esperados perante o Supremo Tribunal do Paquistão, contra sua condenação por blasfêmia, foi adiado. Um dos juízes que cuidava do caso precisou ser substituído e seu retorno é imprevisto.

O novo juiz que entrou em cena já anunciou publicamente que pretende manter a pena de morte de Asia Bibi. Sabe-se que todos os que estão trabalhando nesse julgamento passam por pressão externa. “Juízes, advogados e promotores públicos têm sido ameaçados de morte constantemente pelos extremistas islâmicos”, comentou um dos colaboradores da Portas Abertas que atua no país.

Um grupo de 150 muçulmanos radicais estão exigindo o enforcamento da cristã e também ameaçando embaixadores estrangeiros que defendem Asia Bibi. Vale lembrar que o próprio governador de Punjab, Salmaan Taseer, foi condenado à morte simplesmente por defendê-la. Por trás de casos que envolvem cristãos, existe uma forte tendência de perseguição religiosa. Mesmo que os cristãos sejam inocentes, as autoridades paquistanesas são pressionadas pelos extremistas a condená-los.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/novo-juiz-anuncia-que-vai-manter-pena-de-morte-de-asia-bibi

“Meninas Cristãs Servem Apenas para Uma Coisa, Satisfazer os Desejos dos Homens Muçulmanos”

por Raymond Ibrahim

  • Recentemente no Iraque 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas, na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.
  • “As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo EI (Estado Islâmico) são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer”. — Samuel Smith, The Christian Post.
  • Depois que seus filhos foram raptados pelo Estado Islâmico, o casal atendeu à porta e se deparou com partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas.
  • “Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra”. — Residentes locais, Paquistão.

A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a “autoridade” sobre as mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem “desobedientes” (4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens — o testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que seassemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.

Qual é afinal a visão do Islã em relação às mulheres que são “infiéis”? Na melhor das hipóteses elas “em primeiro lugar servem para dar prazer aos homens muçulmanos”, conforme enfatizouum muçulmano a um grupo de meninas cristãs, ainda bem jovens, no Paquistão antes aterrorizá-las e assassinar uma delas. No Alcorão, (acesse 04:24), as mulheres não muçulmanas capturadas numa jihad podem ser compradas e vendidas como escravas sexuais a homens muçulmanos, conforme tem feito o Estado Islâmico.

Emily Fuentes, diretora de comunicações da Open Doors, uma organização de direitos humanos que defende cristãos perseguidos, salientou:

Lamentavelmente um número cada vez maior de mulheres é alvo de grupos terroristas (muçulmanos). Sabe-se que ocorreram inúmeros incidentes internacionais de mulheres que foram sequestradas, estupradas e forçadas a se converterem do cristianismo ao Islã por grupos extremistas radicais… Muitas também são vendidas no mercado aberto. Essa crueldade não está ocorrendo somente no Oriente Médio, mas também na África e em muitos outros lugares. Em muitos destes países, as mulheres estão sujeitas à perseguição, porque são consideradas cidadãs de segunda classe por causa de seu gênero. Sendo minoria tanto quanto ao gênero quanto à religião, as mulheres cristãs enfrentam dupla perseguição. Não temos um número exato, mas sabemos que milhões de mulheres estão sendo perseguidas… Nestes países dominados pelos muçulmanos, as mulheres cristãs são sistematicamente privadas de sua liberdade de viver e a elas são negadas as necessidades humanas básicas.

As mulheres cristãs estão duplamente condenadas: não são aceitas por serem mulheres e também não como não muçulmanas “infiéis, fica claro a partir daí o porquê delas serem alvo do abuso islâmico.

A esta altura, o tormento das não muçulmanas que estão nas garras do ISIS é bem conhecido. Desde a conquista de Mossul em junho de 2014, o número de meninas não muçulmanas em cativeiro que foram assassinadas pelo califado pode chegar a 250 (principalmente yazidis e cristãs) por se recusarem a serem escravas sexuais. Mais recentemente, 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.

De acordo com um relatório que apareceu um dia depois que a Open Doors destacou a situação das mulheres não muçulmanas:

As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo Estado Islâmico são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer.

Uma menina yazidi explicou como

“ela foi comprada e vendida por oito jihadistas diferentes… Fomos colocadas em exibição (em mercados de escravas sexuais). Homens chegavam e ficavam olhando para nós como se fossemos mercadoria. Era como se fosse um showroom de automóveis… As mulheres eram compradas por dinheiro vivo — apenas $20 ou então trocadas por objetos como telefones celulares ou oferecidas como presente”.

Ela foi estuprada pelo menos três vezes por dia por mais de 16 meses por inúmeros combatentes do ISIS, foi forçada a tomar anticoncepcionais e drogas para induzir o aborto, ela tentou repetidamente cometer suicídio para escapar do abuso. Sua história é o padrão e foi contada por muitas meninas não muçulmanas que conseguiram fugir.

Outros relatos recentes falam de “uma menina de 8 anos de idade que também foi comprada, vendida e estuprada por oito militantes diferentes em um espaço de 10 meses”, de outra “escrava sexual que ateou fogo em si própria para evitar ser estuprada”, de um casal que, depois que seus filhos foram raptados pelos ISIS, atendeu à porta e se deparou com um saco plástico contendo as partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas e de mulheres cristãs e alauitas sendo estupradas e massacradas pelos jihadistas do ISIS que invadiram seu vilarejo.

Os jihadistas do Estado Islâmico riem e brincam sobre a compra e venda de escravas sexuais yazidis mostrado em um vídeo de propaganda.

No entanto esse tipo de abuso islâmico de mulheres não se limita a grupos como ISIS ou Boko Haram — organização radicada na Nigéria que também se define em termos exclusivamente islâmicos, é notória por sequestrar, escravizar, estuprar e assassinar meninas cristãs. Aproximadamente 700 meninas cristãs e 300 hindus são raptadas, escravizadas e estupradas no Paquistão a cada ano. São números extremamente altos, considerando-se que os cristãos e hindus compõem cada um apenas 1% da população de maioria muçulmana do país.

Apenas quatro dias depois da Open Doors denunciar o sofrimento das mulheres cristãs, dois homens muçulmanos no Paquistão invadiram a casa de uma mulher cristã enquanto o marido servia o exército. Eles a amarraram e abusaram dela em um estupro coletivo ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. De acordo com a mulher de 30 anos:

“Os homens me trataram como se eu fosse um animal, dizendo que eu era uma cristã inútil… Disseram que todas as mulheres cristãs são prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu contasse a alguém o que tinha acontecido”.

Por ela ser mulher e infiel em uma nação de maioria muçulmana, a polícia e a lei nada fizeram por ela. Naquela semana, mais cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores.

Há inúmeros exemplos de estupro e, por vezes, assassinatos de meninas cristãs — e às vezes de meninos cristãos — no Paquistão. Depois que uma menina cristã de 9 anos foi estuprada por um muçulmano, ele se gabava de ter “feito a mesma coisa com outras meninas cristãs”, segundo explicaram os moradores locais:

“Esse tipo de incidente ocorre com frequência. Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade (muçulmana) não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra.”

Uma situação semelhante acontece no Egito. Em julho de 2012 o congressista americano Chris Smith testemunhou acerca da “escalada de sequestros, conversões e casamentos forçados de mulheres e meninas cristãs coptas. Elas estão sendo aterrorizadas e, consequentemente, marginalizadas”.

O já falecido e muitas vezes diplomático Papa Copta Shenouda III, líder da comunidade cristã do Egito, ressaltou essa tendência já em 1976: “há uma prática de converter meninas coptas para que abracem o Islã e casem com muçulmanos sob ameaças terroristas”. Somente entre 2008 e 2013, foram documentados no Egito cerca de 600 casos de sequestro, estupro e conversão forçada de mulheres cristãs. Desde então a situação só piorou, conforme mostra o título de um relatório de 2012: “Salto Dramático no Número de Sequestros e Conversões Forçadas de Mulheres Cristãs Coptas no Egito”.

De um lado as jovens são visadas sexualmente, de outro, as mais velhas, são humilhadas sexualmente. Em 20 de maio, no Egito, foram arrancadas as roupas de uma cristã de 70 anos, ela ficou completamente nua, cuspiram nela, desfilaram com ela pelas ruas de Minya sob vaias, assobios e gritos de “Allahu Akbar” (“Deus é Grande”) de uma furiosa multidão muçulmana.

Dois dias antes da publicação do relatório da Open Doors, muçulmanos em Ugandaespancaram e estupraram uma cristã de 22 anos porque ela acusou o dirigente de uma mesquita de assassinar seu pai em virtude de uma discussão religiosa. No mês anterior, a filha de 13 anos de uma mulher que deixou o Islã e se converteu ao cristianismo, foi estuprada por muçulmanos locais que lhe disseram: “este é o segundo aviso a sua mãe por desonrar a fé dos muçulmanos”.

Vale a pena lembrar que mesmo na Europa, são as mulheres autóctones que mais sofrem com o fluxo de migrantes muçulmanos. O número de ataques sexuais e estupros, exponencialmente mais altos, está sendo cometido na mesma linha da lógica usada pelo Estado Islâmico ou no Paquistão. Nas palavras de um migrante muçulmano que se encontra na Alemanha que perseguiu, amaldiçoou e acariciou impositivamente uma mulher: “as mulheres alemãs estão aí para o sexo.”

Uma importante observação final: apesar das mulheres não muçulmanas serem mais visadas do que os homens não muçulmanos para fins sexuais, isso não significa que eles são menos visados do que as mulheres quando se trata de perseguição muçulmana não ligada ao sexo, como por exemplo nos casos de ataques contra “blasfemos” e “apóstatas”. Cavalheirismo é um conceito bizarro para o Islã, quando se trata de aterrorizar e colocar os infiéis em seu devido lugar, a religião de Maomé é estritamente igualitária. No Paquistão, por exemplo, o caso mais notório de blasfêmia envolve a cristã Asia Bibi, que está no xilindró, no corredor da morte, desde 2009, além de um casal cristão acusado de profanar um livro do Alcorão, tanto o marido quanto a esposa foram queimados vivos. Os relatos mais recentes que vieram à tona no mesmo período em que a Open Doors destacou a situação das mulheres cristãs são os seguintes:

  • Indonésia: no que foi descrito como “o uso sem precedentes da Lei Islâmica (Sharia) contra um não muçulmano”, uma mulher cristã de 60 anos de idade foi açoitada publicamente com uma vara 30 vezes por vender bebida alcoólica.
  • Estado Islâmico: uma mulher cristã foi executada por militantes islâmicos por se recusar a negar sua fé em Cristo. O ISIS também ameaçou um grupo de freiras dominicanas, exigindo que elas se convertessem ao Islã ou pagassem a jizya, tributo (baseado no Alcorão 09:29). “As irmãs idosas fugiram e começaram a sofrer ataques cardíacos e insuficiências cardíacas em virtude do stress do êxodo em massa. Nos últimos 18 meses, 23 morreram, às vezes até três mortes por semana. Elas morreram de desgosto, ressaltou a Irmã Huda.”
  • Uganda: um homem muçulmano estrangulou a esposa até a morte por ela ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo. Outro muçulmano espancou e ameaçou matar a esposa enquanto gritava “Allahu Akbar” também por ela ter se convertido ao cristianismo.

É muito difícil se ouvir o contrário, uma mulher muçulmana matar o marido por causa de apostasia, isso devido à falta de autoridade que as mulheres têm no mundo muçulmano.

Você não iria querer ser uma mulher no Islã.

Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (publicado pela Editora Regnery juntamente com o Gatestone Institute, abril de 2013).

https://pt.gatestoneinstitute.org/9115/meninas-cristas-homens-muculmanos

Crianças cristãs são rejeitadas nas escolas

“As escolas tailandesas não estão interessadas em educa-los; vemos nossos filhos sendo rejeitados por não compreenderem o idioma deles, pois ensinam tudo em tailandês”

A última matéria sobre o Paquistão, 6º país na Classificação da Perseguição Religiosa, mostrou que o número de refugiados paquistaneses na Tailândia aumentou em 51% em relação ao ano passado. A maioria enfrenta grandes dificuldades, principalmente, por conta da perseguição aos cristãos. Uma mulher paquistanesa, que não se identificou por motivos de segurança, disse, porém, que as crianças têm sido as mais afetadas.

Ela explicou que ONGs instaladas no país fez alguns arranjos para resolver a questão da educação infantil, já que as escolas do governo estão lotadas. “A questão é que as escolas tailandesas não estão interessadas em educar os nossos estudantes. Vemos nossos filhos sendo rejeitados por não compreenderem o idioma deles, pois ensinam tudo em tailandês. Alguns professores já os colocaram para fora da sala de aula. Nossas crianças não estão felizes e isso tem sido uma grande pressão para todos”, explica ela.

Até agora, a melhor solução encontrada foi enviar esses alunos para escolas indianas internacionais. O valor mensal é de 3.500 Thai baht (equivalente a 100 dólares), por criança. Embora esse custo seja um pouco elevado, existem organizações interessadas em financiá-los, garantindo os estudos das crianças paquistanesas. “Estamos pedindo a Deus para que dê tudo certo, pois estamos preocupados com o futuro dos nossos filhos enquanto estamos aqui na Tailândia”, desabafou a cristã. A Portas Abertas colabora com os cristãos paquistaneses através do“Investimento para vida toda”, que é um projeto de alfabetização. Conheça o projeto, participe você também com a sua colaboração e ore por eles.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/10/criancas-cristas-sao-rejeitadas-nas-escolas

Jovem cristã paquistanesa é sequestrada e estuprada por muçulmanos que invadiram sua casa para tentar forçar a conversão da família ao islã

Shoebat – Por algum tempo, os muçulmanos locais estavam exigindo que a família se convertesse ao Islã, porque eles eram os únicos não-muçulmanos na vizinhança. A família continuou a dizer não, então numa noite um grupo de seis homens muçulmanos e uma mulher invadiram sua casa, bateram nos cristãos com barras de metal, e então levaram sua filha adolescente e cruelmente estupraram repetidamente a jovem, provocando-lhe dizendo que eles iriam parar de estuprá-la se negasse a Cristo:

A família cristã paquistanesa foi amarrada e espancada por um grupo de muçulmanos que invadiram sua casa no mês passado tentando forçar a família a se converter ao Islã. Mas quando a família se recusou a renunciar à sua fé, a sua filha mais jovem foi sequestrada, estuprada e ainda teve que voltar para casa.

A instituição de caridade com sede em Londres Christian Association veio em auxílio da família Masih, uma família de 10 cristãos aprisionados nas garras de trabalho forçado (escravidão moderna) perto da cidade de Kasur no Leste do Paquistão.

De acordo com a BPCA, a família vivia em uma pequena casa feita de barro e tinha sido constantemente pressionada por muçulmanos locais a se converter ao Islã por ser a única família na vizinhança que não tinha abraçado o Islã.

Na noite de 15 de setembro, um grupo de seis homens muçulmanos e uma mulher muçulmana invadiram a casa da família com pistolas, paus e barras de metal e bateram severamente nos membros da família cristã.

O grupo de intrusos esperava que a dor da família e sofrimento iria levá-los a reconsiderar suas recusas anteriores de conversão ao Islã. Apesar da dor, a família novamente se recusou a negar a Cristo e se converter ao islamismo.

Depois que a família recusou a  se converter, os muçulmanos ficaram enfurecidos e amarraram e vendaram os olhos de todos.

Como a família é constituída por seis filhas e dois filhos, os muçulmanos arrastaram a filha de 17 anos, Jameela, e o filho de 20 anos de idade, Arif, e jogaram os jovens na parte traseira de uma van estacionada do lado de fora da casa.

Arif, que acabou escapando posteriormente da casa por uma porta aberta enquanto ninguém estava olhando, disse a BPCA que ele e Jameela foram levados para um prédio em um local desconhecido que mais tarde descobriu ser uma mansão.

Arif explicou que quando eles chegaram na mansão, ambos foram torturados separadamente. Apesar da tortura, Arif novamente se recusou a se converter ao Islã. Enquanto ele podia ouvir os gritos de sua irmã, um dos captores disse a ele que outros homens muçulmanos foram se revezando para estuprar sua irmã e que tudo que ele tinha que fazer para salvá-la era abraçar o Islã. No entanto, ele novamente se recusou a renunciar a Cristo.

Quando o sol nasceu na manhã seguinte, Arif aproveitou uma oportunidade para escapar, quando percebeu que a porta foi deixada aberta sem ninguém por perto para monitorá-lo.

Demorou horas para Arif voltar para casa, porque teve que retornar à pé.

Maiores informações: http://shoebat.com/2016/10/05/muslim-gang-demands-christian-family-convert-to-islam-family-says-no-muslims-beat-them-with-metal-bars-kidnap-their-teenage-daughter-and-take-turns-raping-her/

Paquistão: muçulmano mata a irmã por se casar com cristão

Shoebat – Uma mulher muçulmana no Paquistão se casou com um homem cristão. Alguns muçulmanos  disseram ao seu irmão que “seria melhor matar a irmã. É melhor do que deixá-la ter essa relação “. Ele, então, pegou uma pistola e atirou na cabeça da irmã. E ainda disse: “Eu não podia deixá-la ir. Era tudo que eu conseguia pensar. Eu tive que matá-la “.

Durante dois meses, os colegas de trabalho zombavam de Mubeen Rajhu por causa de sua irmã.

Algumas pessoas tinham visto Tasleem numa comunidade em Lahore com um homem cristão. Ela tinha 18 anos, uma boa menina muçulmana, em público com um homem. Mesmo que o homem se convertesse ao Islã por amor a ela, isso não poderia ser permitido.

“Alguns caras tem que saber que sua irmã estava tendo um relacionamento”, diz Ali Raza, um colega de trabalho na fábrica. “Eles diziam: ‘Você não pode fazer nada? Qual é o seu problema? Você não é um homem. “

Rajhu lhes disse que tinha comprado uma pistola, e um dia em agosto, ele parou de vir para o trabalho. Rajhu descobriu que sua irmã tinha desafiado a família e se casou com o cristão. Durante seis dias, ele andava. Sua raiva cresceu. Como poderia?

Ele olhou para ela rindo ao telefone, ignorando os apelos de sua mãe para deixar o homem.

No sétimo dia, ele pegou a pistola de onde ele havia escondido e se aproximou de sua irmã e com uma bala na cabeça, ele a matou.

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Por gerações no Paquistão, eles chamam de “honra” o assassinato, realizado em nome da reputação de uma família.

Os assassinos rotineiramente invocam o Islã, mas raramente eles podem citar qualquer coisa que não seja a sua crença de que o Islã não permite a mistura dos sexos. Mesmo o linha-dura Conselho de Ideologia Islâmica do Paquistão – que é pouco conhecido por falar de proteger as mulheres – diz que a prática desafia princípios islâmicos.

Não importa: em favelas e distantes aldeias, longe dos centros das cidades cosmopolitas, as pessoas vivem em um mundo onde a religião está intimamente ligada à cultura e tradição, onde conselhos tribais podem encomendar punições publicamente às mulheres, e uma família pode decidir matar um dos seus próprios, mesmo para vingar um delito cometido por outra pessoa.

Na grande maioria dos casos, o assassino de “honra” é um homem e a vítima é uma mulher.

Ela é uma irmã que se apaixona por um homem que não é da escolha de sua família. Ela é uma filha que se recusa a aceitar um casamento arranjado, às vezes com um homem com idade para ser seu pai. Ela é uma mulher que não quer ficar em um casamento abusivo e se divorcia de seu marido.

Ele é um irmão, como Rajhu, que não pode suportar as provocações de outros homens, acreditando que as mulheres são subservientes e devem ser mantidas nas sombras, e o seu valor muitas vezes é medido pelo número de filhos que elas podem gerar. Ele é um vizinho, como Raza na fábrica, que pensa que seu amigo não fez nada de errado ao tirar a vida de sua irmã. Ele é um pai, como Tasleemo, que está com raiva do assassinato não porque ela está morta, mas porque sua morte vai revelar sua “vergonha” para outros membros da família e demais conhecidos.

O Paquistão tem visto um aumento no número de mulheres e meninas mortas em nome da honra: no ano passado, 1.184 pessoas morreram, apenas 88 deles homens. No ano anterior, o valor era de 1005, e em 2013, foi de 869, de acordo com a Comissão Independente de Direitos Humanos do Paquistão. Acredita-se que os números verdadeiros dever ser ultrapassar os informados, pois muitos casos não são notificados.

Os assassinatos têm alimentado uma crescente indignação pública na prática e um coro de vozes dizendo que não há honra em matar – unicamente desonra. Eles estão trabalhando para fechar a brecha legal que permite que os assassinos fiquem em liberdade.

A proliferação de canais de televisão e jornais trouxe os horrores de meninas estranguladas, queimadas vivas ou com um tiro na cabeça para fora do sigilo da casa e para o público.

Mas para muitos que têm vindo a lutar contra este tipo de morte, é a mentalidade do rapaz que poderia matar sua irmã, ou o pai que poderia matar uma filha, que tem de ser entendida e mudar.

Rajhu diz que amava sua irmã, uma jovem quieta que nunca antes tinha se rebelado contra sua família. Certa vez, ele lhe deu uma chance, exigindo que ela jurasse no livro sagrado do Islã, o Alcorão, que nunca iria se casar com o homem. Assustada, ela jurou que não iria.

“Eu lhe disse que não teria cara para mostrar na fábrica, para mostrar aos meus vizinhos, por isso não deveria me desobedecer. Mas ela não quis me ouvir “, diz ele.

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O pai da jovem assassinada, Mohammed Naseer Rajhu, estava relutante em admitir visitantes em sua casa pobre. Os quartos são tão pequenos, mal há espaço para um banco de madeira deteriorada e a cama tradicional, onde ele se senta. Na cozinha, o sangue de Tasleem ainda mancha a parede áspera.

Ele está convencido de que a imagem da filha morta não pode ser veiculada em vídeo ou em uma fotografia de acordo com a sua interpretação do Islã, que alguns dizem proibir imagens humanas. Ele diz que é a razão da família não ter fotos de Tasleem, a quem os vizinhos chamavam atenção pela beleza. A única imagem de Tasleem, com o cabelo preto grosso caindo descuidadamente sobre o rosto, foi levada pela polícia depois de sua morte.

“Nunca você pode mostrar o meu rosto. Meu filho matou a minha filha para salvar seu rosto, para não ter ninguém vendo o rosto de sua irmã, e agora você está me pedindo para fazer a mesma coisa “, diz ele.

Ele concorda, por breves minutos falar com a cabeça virada para longe da câmera até mesmo isso é demais. Sua indignação cresce – tudo isso dirigida a sua filha.

Ele está com raiva do seu filho matar a irmã por apenas dois motivos: o jovem está na cadeia e não vai mais a ganhar cerca de US$ 200 por mês, e sua família, espalhada por todo o Paquistão, vai saber mais rápido as indiscrições de Tasleem.

“Minha família está destruída”, diz ele, levantando a voz. “Tudo está destruído somente por causa dessa menina vergonhosa. Mesmo após a morte, eu estou destruído por causa dela “.

Mais tarde, sentado nos degraus quebrados da casa do seu vizinho, ele concorda firmemente como seus vizinhos que elogiam o homem que matou sua irmã.

“Estou orgulhoso deste homem porque ele fez a coisa certa ao matá-la”, diz um deles, um homem com uma barba desgrenhada chamado Babar Ali. “Não podemos permitir que qualquer pessoa se case fora da nossa religião. Ele fez a coisa certa.”

Depois que seu filho matou Tasleem, o pai foi à polícia e apresentou uma queixa. No Paquistão, os pais muitas vezes fazem isso não para ver o assassino punido, mas para estabelecer as bases legais para que eles possam perdoar o culpado – uma brecha legal que os ativistas estão lutando para ter fim.

Ele não disse explicitamente que ele perdoa o filho, mas é claro que ele acha que o jovem tinha todo o direito de matar sua irmã.

Mais informações: http://shoebat.com/2016/10/03/muslim-woman-marries-a-christian-man-some-muslims-tell-her-brother-it-would-be-better-to-kill-your-sister-it-is-better-than-letting-her-have-this-relationship-he-takes-a-gun-and-blows-her-brai/

Cristãos paquistaneses são tratados de forma hostil

Há cerca de 11.500 cristãos em busca de asilo, passando por grandes dificuldades, alguns foram presos na Tailândia

Menino Paquistão

De acordo com os últimos relatórios da Portas Abertas, aumentou em 51% o número de refugiados paquistaneses na Tailândia, em relação ao ano passado. Há cerca de 11.500 cristãos em busca de asilo, passando por grandes dificuldades e tendo de enfrentar processos burocráticos por parte da ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados). Informações locais revelaram que os cristãos têm sido tratados de forma hostil. Um documentário da BBC divulgou internacionalmente detalhes sobre a situação daqueles que foram presos em centros de detenção tailandeses.

 Membros do Parlamento Britânico disseram que o governo adotou uma avaliação oficial mais severa com os cristãos vindos do Paquistão. E até as autoridades do país perceberam que a ONU não tem se preocupado com o risco de perseguição religiosa que os cristãos paquistaneses estão enfrentando. A maioria dos seguidores do cristianismo não se sente segura na Tailândia e, por outro lado, sabe que a volta para o Paquistão pode significar a morte. Alguns alegam não possuir nem mesmo os documentos pessoais, que foram perdidos quando suas casas foram queimadas por extremistas islâmicos. Eles dizem que a ACNUR tem os rejeitados por falta de identificação. “As pessoas não acreditam em mim. Eu cheguei a apanhar e até a pedir desculpas pelo que não fiz. Um homem que não me conhecia me defendeu, e por isso pude ir embora”, disse um dos cristãos refugiados.

 Nasir Tufail Bhatti conta como saiu do Paquistão: “Sou de família cristã e, em meu país, eu atuava na política, como vice-líder da oposição e vice-presidente da Comissão de Paz no Paquistão. Sempre que a comunidade cristã se via oprimida eu ajudava. Até que um dia, atacaram nossa vila, queimaram casas, igrejas, cruzes e todas as Bíblias que encontraram. Muitos cristãos foram violentados até a morte. Não tivemos ajuda das autoridades policiais. Eu lutei muito, mas depois desse incidente passei a ser perseguido, sequestraram meu filho. Minha esposa teve um ataque cardíaco e morreu, em estado de choque. Estou na Tailândia para salvar minha vida”, disse ele, que já vive no país há 3 anos. Assim como Nasir, muitos cristãos estão em busca de uma chance para recomeçar. A Portas Abertas tem participado da vida dos cristãos paquistaneses perseguidos e tem colaborado de várias formas. Uma delas é o projeto “Investimento pra vida toda”. Envolva-se você também com a igreja no Paquistão.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/09/cristaos-paquistaneses-sao-tratados-de-forma-hostil