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Paris dá os retoques finais nas “paredes antiterrorismo” da Torre Eiffel

Paris revelará grossas paredes de vidro à prova de balas e cercas de metal ao redor da Torre Eiffel, projetadas para proteger o monumento mais famoso da França contra ataques terroristas.

As medidas de segurança promovidas, em construção desde o ano passado, acompanham a França ainda em alerta máximo após uma série de ataques terroristas que mataram mais de 240 pessoas desde 2015.

As novas paredes, exibidas aos jornalistas durante uma visita ao local na quinta-feira, são parte das medidas de segurança que custaram quase US $ 40,7 milhões e serão concluídas em meados de julho.

As paredes de vidro medindo 6,5 centímetros (2,5 polegadas) de espessura percorrerão o calçadão ao longo do rio Quai Branly, bem como a Avenida Gustave Eiffel que separa a torre de um parque.

As paredes, que são à prova de balas e resistentes a ataques com veículos, são “sólidas para a segurança absoluta“, disse Bernard Gaudillere, diretor da SETE, a empresa que administra a Torre Eiffel.

Os outros dois lados serão cercados com barreiras metálicas formadas por dentes curvados na forma da própria torre e com uma altura de 3,24 metros. É exatamente um centésimo da altura da “Dama de Ferro”.

Gaudillere disse que sua equipe trabalhou com a polícia para decidir a melhor maneira de garantir um monumento que, por si só, tenha desligado suas luzes noturnas em memória de vítimas de ataques em todo o mundo.

‘Perigos’

Os turistas que visitaram o local disseram na quinta-feira que se sentiram confortáveis com as novas medidas, mesmo cientes dos terríveis ataques de Estado Islâmico em novembro de 2015, em que 130 pessoas morreram nas casas noturnas de Paris.

Vivemos em um momento perigoso“. “Acho que é uma ótima ideia: quando vejo isso, me sinto mais segura”, disse Edyta Poncyljusz, que está visitando de Varsóvia.

David Luke, do estado americano de Utah, observou com desânimo que os turistas não podem mais andar sob a torre como foi o caso da última vez que a visitou quatro anos atrás.

Mas acho que é uma boa ideia“, disse ele sobre os muros de segurança.

“É inconveniente e um pouco chato, mas estamos acostumados a medidas de segurança nos Estados Unidos, passando por detectores de metal apenas para um jogo de basquete.”

Como outros locais turísticos franceses, a torre é regularmente patrulhada por tropas antiterroristas, e a esplanada sob a estrutura de ferro está cercada de medo do terrorismo desde junho de 2016.

Gaudillere reconheceu que cercas temporárias “não eram muito esteticamente agradáveis,” dando aspecto ao monumento de um canteiro de obras, mas prometeu que o resultado final seria “infinitamente mais agradável e romântico.”

Ele disse que as obras não parecem ter reduzido o número de visitantes, que devem chegar a sete milhões até 2018.

Os turistas ainda poderão acessar os jardins e a esplanada sob a torre de graça assim que passarem pelas cercas de segurança, disse ele.

As paredes fazem parte de uma modernização da Torre Eiffel no valor de 300 milhões de euros, e a maior parte do trabalho será concluída antes dos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris.

Com imagem e informações Israel Noticias

Alunos são retirados de seis escolas em Paris após ameaças de bomba

PARIS — Seis escolas de ensino médio em Paris foram esvaziadas nesta terça-feira depois de ameças anônimas, indicaram as autoridades. Segundo a polícia, as instituições receberam chamadas quase idênticas durante a manhã que indicavam a presença de bombas nos prédios.

— Os alunos estão no pátio e estamos esperando pelo esquadrão antibomba — disse um porta-voz em uma das escolas afetadas, a Louis Le Grand.

De acordo com as autoridades de educação, os alunos foram inicialmente agrupados em um lugar seguro seguindo o plano de segurança de cada escola, enquanto aguardavam a chegada da polícia. No início da tarde, o alerta havia sido retirado em quatro centros, enquanto a investigação continua nos outros dois.

— O diretor passou para nos pedir que deixássemos a sala de aula, mas não a escola. Seguimos tranquilamente para o pátio, e não houve pânico — relatou Inès, uma estudante da Fenelon, onde havia três carros de polícia.

As escolas afetadas foram Charlemagne, Fénelon, Montaigne, Condorcet, Henri IV e Louis le Grand, todas consideradas de prestígio na capital francesa. O país segue em estado de alerta desde os atentados de novembro em Paris, que deixaram 130 mortos e foram reivindicados pelo Estado Islâmico. No domingo, o grupo extremista publicou um novo vídeo com ameaças contra nações europeias, entre eles a França.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/alunos-sao-retirados-de-seis-escolas-em-paris-apos-ameacas-de-bomba-18544279#ixzz3ySEU1Cq8
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Estado Islâmico divulga vídeo com jihadistas de ataques em Paris

Terroristas que promoveram ataques em Paris dão ‘mensagens finais’.
Vídeo mostra novas decapitações de prisioneiros do grupo.

O belga Abdelhamid Abaaoud, apontado como o mentor dos ataques de Paris, aparece em vídeo do Estado Islâmico (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)O belga Abdelhamid Abaaoud, apontado como o mentor dos ataques de Paris, aparece em vídeo do Estado Islâmico (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)

O grupo radical Estado Islâmico (EI) divulgou um vídeo sobre os ataques promovidos em novembro em Paris, informou neste domingo (24) o SITE Intel Group, grupo que monitora ações de jihadistas na internet. No vídeo, o grupo mostra alguns dos jihadistas que participaram da série de atentados na capital da França no dia 13 de novembro, e suas “mensagens finais”.

O pior ataque à França na história recente deixou 130 mortos e mais de 350 pessoas feridas. O EI reivindicou a responsabilidade pelos ataques. Na semana passada, a revista de propaganda do EI publicou uma imagem com nove jihadistas, que também aparece no novo vídeo.

Jihadista do Estado Islâmico que participou de ataques em Paris aparece em novo vídeo divulgado pelo grupo  (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)Jihadista do Estado Islâmico que participou de ataques em Paris aparece em novo vídeo divulgado pelo grupo (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)

No novo vídeo divulgado, o jihadista apontado como mentor dos ataques, o belga Abdelhamid Abaaoud, aparece dizendo: “não vamos parar de lutar contra vocês”, segundo o SITE. Abaaoudmorreu durante operações da polícia francesa em Saint-Denis no dia 18 de novembro. Seu corpo foi encontrado dentro do apartamento onde ocorreu a ação. No local, estava entrincheirado um grupo de  jihadistas.

Segundo o grupo de monitoramento, as imagens mostram nove jihadistas – quatro belgas, três franceses e dois iraquianos. Quatro deles aparecem decapitando e um atirando contra homens apresentados como prisioneiros do EI, ainda segundo o SITE.

Os nove membros são descritos como “leões”, que “puseram a França de joelhos”. Entre as imagens, há passagens dos atentados de Paris e das operações da Segurança francesa após os ataques.

O vídeo também diz que a maioria dos atacantes passaram um tempo em campos do grupo na Síria e no Iraque antes dos ataques de Paris.

Ameaças
Expressando-se em árabe e em francês, vários deles dizem que “a mensagem é dirigida a todos os países que participam da coalizão” liderada pelos Estados Unidos. Desde setembro de 2014, essas nações intervêm contra o EI na Síria e no Iraque.

Os jihadistas ainda incitam ações de lobos solitários em países ocidentais e ameaçam o Reino Unido, citando a recente aprovação do Parlamento britânico para ataques aéreos na Síria.

O vídeo também mostra um retrato do primeiro-ministro britânico, David Cameron, acompanhado de uma legenda em inglês que diz: “quem quer que se alinhe com os infiéis será alvo das nossas espadas”.

Pôster publicado na revista do grupo Estado Islâmico mostra jihadistas dos ataques de novembro em Paris (Foto: Reprodução/ Dabiq)Pôster publicado na revista do grupo Estado Islâmico mostra jihadistas dos ataques de novembro em Paris (Foto: Reprodução/ Dabiq)

Hollande faz visita surpresa à Grande Mesquita de Paris

Presidente também presta tributo às vítimas de atentados terroristas.

PARIS — O presidente francês François Hollande fez este domingo uma visita inesperada à Grande Mesquita de Paris. Hollande foi ao local após participar, na Praça da República, da última homenagem a cerca de 150 pessoas mortas em ataques jihadistas em janeiro e novembro de 2015.

O presidente François Hollande e a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, depositaram uma coroa na estátua de Marianne, figura que é símbolo da República Francesa, no centro de Paris, e também inauguraram uma placa de matal com a inscrição: “Às vítimas dos ataques terroristas em janeiro e novembro … Neste local, o povo da França prega seu respeito”.

O local serviu de concentração para cerca de 1 milhão de moradores da cidade protestarem contra os ataques ao jornal satírico “Charlie Hebdo” e a um mercado judeu em janeiro. O presidente cumprimentou vítimas dos atentados, mas não falou durante a cerimônia.

Com a decretação em novembro do estado de emergência, o policiamento da capital francesa foi reforçado por militares, que vigiam sinagogas, escolas e mesquitas em todo o país.

O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, que acompanhou Hollande na praça e na mesquita, afirmou que os militares permanecem em um estado de alta alerta e que existe o risco de mais ataques.

— Estamos diante de um nível extremamente elevado de ameaça, maior do que nunca — disse à emissora iTVELE.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/hollande-faz-visita-surpresa-grande-mesquita-de-paris-18444755#ixzz3wu08S7Xl

Terror regressa a Paris: robô verifica o corpo de um fanático do ISIS para verificar presença de explosivos depois que ele foi morto a tiros enquanto corria em direção a estação de polícia usando um falso colete suicida

  • Sallah Ali morto a tiros hoje por policiais em Barbes, norte de Paris
  • Ladrão condenado usava cinto de suicídio falso e ameaçou o policial com faca
  • Hoje é o aniversário de um ano do ataque do ataque terrorista ao Charlie Hebdo

Veja a cobertura completa de notícias e histórias de Paris 

Um marroquino portando faca e vestindo um cinto de suicídio falso foi morto tentando atacar uma delegacia de polícia em  Paris hoje  e estava carregando uma carta na qual ele prometeu lealdade ao Estado Islâmico.

Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando “Allahu Akbar” e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques ao Charlie Hebdo.

O homem de 20 anos condenado por roubo carregava um telefone celular e uma folha de papel que mostrava a bandeira negra do ISIS – e reivindicações de responsabilidade escritas em árabe, de acordo com funcionários na França.

Morto a tiros: Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando "Allahu Akbar" e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques Charlie Hebdo 

Morto a tiros: Sallah Ali estava tentando entrar na estação de polícia em Barbes, norte de Paris, gritando “Allahu Akbar” e ameaçando funcionários com uma faca no aniversário dos ataques ao Charlie Hebdo

Tomado fora: Ali, 20, estava carregando um telefone celular e uma folha de papel que mostra a bandeira negra do Estado Islâmico

Tomado fora: Ali, 20 anos, estava carregando um telefone celular e uma folha de papel que mostra a bandeira negra do Estado Islâmico

Investigação: Depois de pesquisar o corpo, a polícia francesa confirmou que o homem estava vestindo um cinto feito para se parecer com um colete suicida, mas que era uma farsa e não continha explosivos

Investigação: Depois de analisar o corpo, a polícia francesa confirmou que o homem estava vestindo um cinto feito para se parecer com um colete suicida, mas que era uma farsa e não continha explosivos.

O promotor de Paris Francois Molins disse: “Um telefone celular e um pedaço de papel em que aparecem o Daesh (ISIS) e uma reivindicação clara por escrito em árabe, foram encontrados no indivíduo.”

Uma fonte da polícia disse que Ali é originalmente de Casablanca, estava usando um cinto feito para se parecer com um colete suicida -, mas uma unidade antibomba, desde então, confirmou que era uma farsa.

A polícia impediu o tráfego de centenas de pessoas da região, que tem uma elevada percentagem de residentes com um fundo multi-étnico ou imigrante, em meio a temores de que outros ataques que poderia acontecer.

Um oficial da polícia de Paris disse que os policiais estão vendo o incidente fora da Goutte d’Or commissariat – perto do hub Gare du Nord Eurostar – como “mais provável terrorismo” do que um ato criminoso padrão.

Mais cedo, Luc Poignant, um funcionário do sindicato da polícia, disse que Ali vestia uma veste de explosivos, e gritou “Allahu Akbar” ou “Deus é grande” em árabe.

Uma testemunha disse que ouviu “dois ou três tiros ‘, esta manhã, antes do homem cair no chão. Foi dito  que Ali tinha “jurado fidelidade ‘para Abu Bakr al-Baghdadi, o recluso líder do ISIS.

Em 2013, Ali havia sido preso por roubo em Sainte-Maxime, o sofisticado balneário da Riviera Francesa. Suas impressões digitais foram registradas no momento.

Seu corpo, vestido de jeans, um casaco de estilo de combate cinza e botas pretas, pôde ser visto deitado em frente à delegacia até meados da tarde.

Alerta de terror: verifique polícia francesa um dos peões ao se proteger a área depois que o homem foi morto a tiro em Paris

Alerta de terror: polícia francesa protege a área depois que o homem foi morto a tiro em Paris

Isolaram: Armado patrulha policial francês perto do Boulevard de Barbes no norte de Paris após o tiroteio

Isolaram: patrulha policial francesa perto do Boulevard de Barbes no norte de Paris após o tiroteio

Chegando mais perto: Um robô bomba inspeciona o corpo para fora da delegacia de polícia em Barbes, Paris, e pelo menos uma dúzia de vans motim da polícia estavam bloqueando fora da área, no bairro Goutte d'Or

Chegando mais perto: Um robô bomba inspeciona o corpo fora da delegacia de polícia em Barbes, Paris, e pelo menos uma dúzia de vans da polícia estavam bloqueando a área, no bairro Goutte d’Or

Probe: Uma unidade antibomba investiga o corpo de Ali depois de relatos de que ele foi visto usando um "colete suicida '

“Ele estava claramente obcecado com Estado islâmico, e seus líderes”, disse uma fonte de investigação. “Isto está muito claro devido pedaço de papel encontrado. ‘

A fonte acrescentou: “Por volta das 11:30, o homem apareceu do lado de fora da delegacia de polícia e mostrou a sua faca de cozinha. Foi-lhe dito para voltar, mas recusou. Tiros foram disparados e morreu instantaneamente. ‘

Por volta de  13:00h, os especialistas antibomba podem ser vistos usando um dispositivo robótico para verificar o corpo de Ali para explosivos. Cães farejadores também estavam presentes.

Eles disseram ter encontrado um “pequeno pacote com fios elétricos pendurado fora dele”, disse outra fonte, que trabalha para a polícia de Paris.

O Goutte d’Or no bairro Barbes, o 18º arrondissement de Paris, foi bloqueado – como foram duas linhas de metro que atravessam a área, embora mais tarde reaberto.

Passageiros que chegam no Eurostar de Londres disseram que receberam instruções para ficar longe da área. Policiais armados podiam ser vistos para observar transeuntes, e especialmente os jovens homens de aparência Norte Africano.

Polícia expandiu seu cordão de segurança de uma hora depois do ataque, de forma rápida e aproximadamente dispersou  centenas de pessoas que se reuniram nas proximidades. Lojas foram orientados a fechar ao longo das ruas vizinhas.

Minutos antes do tiroteio, o presidente francês, François Hollande tinha homenageado os policiais mortos no cumprimento do dever, incluindo três policiais mortos a tiros durante os ataques de janeiro 7-9.

Fechar chamada: O tiroteio foi a apenas algumas milhas dos antigos escritórios de Charlie Hebdo que veio sob ataque há exatamente um ano

Fechar chamada: O tiroteio foi a apenas algumas milhas dos antigos escritórios de Charlie Hebdo que veio estar sob ataque há exatamente um ano

Na cena: Autoridades francesas dizem que o homem estava vestindo o que parece ter sido um colete de explosivos ou cinto, e a polícia está investigando o ataque como potencial terrorismo 

Na cena: Autoridades francesas dizem que o homem estava vestindo o que parece ter sido um colete de explosivos ou cinto, e a polícia está investigando o ataque como potencial terrorismo

Armado: Oficiais militares montam guarda perto da cena de tomada depois que o homem carregando uma faca tentou introduzir uma delegacia de polícia Paris na Goutte d'Or área, norte de Paris

Armado: Oficiais militares montam guarda perto da cena de tomada depois que o homem carregando uma faca tentou entrar  numa delegacia de polícia Paris na Goutte d’Or área, norte de Paris

Patrol: polícia francesa proteger a área após o tiroteio no norte de Paris pouco depois de 11:00 horário do Reino Unido hoje

Em Paris, nada expressa “feliz ano novo” como a tradição muçulmana anual de incendiar carros nas ruas

Por BI: Este ano a queima de carros em Paris na véspera do Ano Novo somou “apenas” 804 que é de 14,5%  menos do que em 2015 (940) e mais de 20% menos do que em 2014 (1067) e 2013 (1193), sem dúvida, devido à dezenas de milhares de agentes de segurança franceses que estavam nas ruas para prevenir outro ataque terrorista islâmico na sequência dos ataques simultâneos de muçulmanos em novembro que mataram mais de 130 pessoas e feriram centenas.

Todos os vídeos e histórias sobre ateamento de fogo em automóveis este ano e ano passado foram praticamente eliminados da Internet como ordenado pelo governo francês. Mas, como sempre, carros foram incendiados nos subúrbios dominados por imigrantes muçulmanos em Paris .

Estas são as fotos da véspera de ano novo quando carros foram incendiados e cujas imagens foram publicadas nos últimos anos.

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Em vídeo exibido em 2013, são mostradas imagens quando 1.193 carros foram incendiados em New Years Eve, apenas uma fração do número de carros (40.000) que são queimados em Paris anualmente, principalmente por jovens muçulmanos. O homem muçulmano que fala com o braço da mídia iraniana, Press TV, acusa a queima de carros em razão de “jovens muçulmanos que se sentem oprimidos pela polícia.”

Em Bruxelas, os adolescentes muçulmanos comemoraram a véspera de Ano Novo atirando um carro por um lance de escadas para a plataforma de estação de metro. Felizmente, ninguém foi morto ou ferido.

http://shoebat.com/2016/01/05/paris-nothing-says-happy-new-year-like-annual-muslim-tradition-torching-cars-streets/

Bélgica indicia sexta pessoa por participação nos atentados de Paris

Suspeito foi preso em Bruxelas nesta quinta.
Pessoa é acusada de participação em atividades de grupo terrorista.

A procuradoria belga indiciou nesta sexta-feira (27) um sexto suspeito de crimes relacionados ao terrorismo dentro das investigações pelos atentados de Paris, ocorridos nos dia 13 de novembro, informou a France Presse.

O ataque terrorista matou 130 pessoas e deixou mais de 300 feridos.

Promotores federais disseram nesta sexta que um homem preso em Bruxelas foi indiciado por assassinatos terroristas e participação em atividades de grupo terrorista.

Outras duas pessoas detidas na cidade de Verviers, no leste, na quinta-feira, acabaram soltas, segundo a Reuters. A emissora de TV belga RTBF disse que eram o irmão e o pai do homem indiciado.

Prisão
Ainda segundo a agência Reuters, um tribunal também determinou nesta sexta-feira que um suspeito identificado como Ali O. e outra pessoa não identificada, ambos detidos na segunda-feira, fiquem presos por um mês.

O país ainda está buscando o morador da Bélgica Salah Abdeslam, cujo irmão era um dos homens-bomba de Paris e que ligou para um amigo a partir da capital francesa na noite dos ataques.

A Bélgica indiciou as duas pessoas que partiram de Bruxelas para buscá-lo, assim como Ali O., que levou Abdeslam para outra parte da cidade após ter voltado à Bélgica em 14 de novembro.

Um marroquino de 39 anos chamado Lazez A. também foi indiciado após a polícia ter encontrado duas armas e traços de sangue em seu carro. Promotores não deram detalhes sobre o quinto.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/belgica-indicia-sexta-pessoa-por-participacao-nos-atentados-de-paris.html

O que a França e a Europa Podem Aprender

  • Ao endossar constantemente as políticas pró-palestinas e anti-israelenses, fica óbvio que a França procura agradar os países islâmicos. A França parece estar convencida de que essas políticas evitarão que terroristas muçulmanos ataquem cidadãos e interesses franceses. Agora os franceses correm perigo considerável em acreditar, erroneamente, que os ataques de 13 de novembro ocorreram porque a França não acomodou o suficiente os terroristas muçulmanos.
  • Quando os terroristas percebem que fazer pressão funciona, eles leem que multiplicar a pressão deve funcionar ainda mais!
  • Os franceses e os europeus fariam bem a si próprios se compreendessem que não há nenhuma diferença entre um jovem palestino que pega uma faca e sai para assassinar judeus e um terrorista do Estado Islâmico que assassina dezenas de inocentes em Paris.
  • A razão pela qual os extremistas muçulmanos querem destruir Israel nada tem a ver com as colônias ou com os postos de controle e sim porque eles acreditam que os judeus não têm nenhum direito de estarem no Oriente Médio. E eles querem destruir a Europa porque acreditam que os cristãos, e todo e qualquer indivíduo, não têm nenhum direito de ser qualquer outra coisa a não ser muçulmano.
  • Os terroristas que estão atacando judeus também procuram destruir a França, Alemanha, Grã-Bretanha e, obviamente, os Estados Unidos. É necessário lembrar a esses países que o objetivo maior dos terroristas islamistas é forçar todos não-muçulmanos a sucumbirem ao Islã ou morrerem.

No início do ano, a França fazia parte de um grupo de oito países que apoiavam uma resolução palestina no Conselho de Segurança das Nações Unidas exigindo a retirada total de Israel para as fronteiras anteriores à guerra de 1967 até o final de 2017.

Essa votação denota que a França apóia o estabelecimento de um estado palestino independente, ao que tudo indica, a ser governado pelo mesmo tipo de gente que, na última sexta-feira perpetrou os mais pavorosos ataques em solo francês desde a Segunda Guerra Mundial.

Cenas dos pavorosos ataques terroristas desfechados em Paris na última sexta-feira.

Hoje, qualquer criança palestina sabe que, na melhor das hipóteses, o futuro estado palestino será governado pelo Hamas ou pela Jihad Islâmica e, na pior das hipóteses, pelo Estado Islâmico e seus afiliados. Será que já passou pela cabeça de alguém na Europa que o povo palestino pode não querer viver sob o governo de nenhum desses grupos, tanto quanto os europeus não iriam querer?

A França bem como os demais países da União Européia estão, há muito tempo, trabalhando contra seus próprios interesses no Oriente Médio. Ao endossar constantemente as políticas pró-palestinas e anti-israelenses, fica óbvio que a França procura agradar os países árabes e islâmicos. A França parece estar convencida de que essas políticas evitarão que terroristas muçulmanos ataquem cidadãos e interesses franceses. Esta é provavelmente a razão pela qual os franceses cometeram o erro catastrófico de acreditar que a política de apaziguamento em relação aos árabes e muçulmanos iria persuadir os terroristas islamistas a ficarem longe da França. Agora os franceses correm perigo considerável em acreditar, erroneamente, que os ataques de 13 de novembro ocorreram porque a França não acomodou o suficiente os terroristas muçulmanos.

Lamentavelmente os dois ataques terroristas anteriores ocorridos este ano em Paris, contra a redação da revista satírica Charlie Hebdo e contra o supermercado judaico HyperCacher, não foram o suficiente para convencer os franceses que a política de apaziguamento para com os árabes e muçulmanos não só é inútil como também é perigosa.

Em vez de aprenderem a lição com esses dois equívocos e começarem uma nova política no que tange o conflito israelense-palestino em geral e o extremismo islâmico em particular, os franceses continuaram trilhando a estratégia de apaziguamento, mesmo depois dos ataques à redação do Charlie Hebdo e ao supermercado HyperCacher.

Mais recentemente, a França apoiou os planos da União Européia em rotular os produtosproduzidos em colônias israelenses, sem dúvida acreditando que com essa medida os terroristas muçulmanos ficariam satisfeitos com os franceses. No entanto, conforme mostram os ataques terroristas de sexta-feira, o Estado Islâmico e seus afiliados não estão nem um pouco impressionados com as medidas anti-Israel.

Os terroristas muçulmanos não dão a mínima para as colônias. Para eles isso é coisa sem importância se comparado com seu principal sonho e objetivo: verdade seja dita, matar todos os infiéis e estabelecer um império islâmico. Os terroristas muçulmanos que estãoassassinando judeus em Israel e em outras partes do mundo também procuram matar qualquer um que lhes pareça abraçar valores ocidentais como um todo. Incluem-se aí, sobretudo, os cristãos, sejam aqueles infelizes que ainda estão vivendo no Oriente Médio, como também aqueles que vivem na França ou em algum outro país do Ocidente.

A razão pela qual os extremistas muçulmanos querem destruir Israel nada tem a ver com as colônias ou com os postos de controle. Eles querem destruir Israel porque eles acreditam que os judeus não têm nenhum direito de estarem no Oriente Médio. E eles querem destruir a Europa porque acreditam que os cristãos, e todo e qualquer indivíduo, não têm nenhum direito de ser qualquer outra coisa a não ser muçulmano. Isso também explica porque os muçulmanos não estão particularmente interessados na decisão da União Européia em rotular os produtos fabricados nas colônias israelenses. Vale a pena frisar que a decisão de rotular mercadorias israelenses nem sequer foi uma iniciativa árabe ou islâmica.

A decisão de boicotar produtos provenientes de colônias israelenses sinalizou uma mensagem totalmente errada aos inimigos de Israel e também aos inimigos dos valores ocidentais. Esses inimigos do Ocidente consideram a decisão de rotular produtos israelenses como tão somente o primeiro passo no sentido de rotular todo o Estado de Israel como uma “colônia ilegal”. Não causa surpresa o fato dos primeiros a comemorarem a decisão terem sido o Hamas e a Jihad Islâmica.

O que a França e os demais países ocidentais não compreendem é que concessões e gestos são interpretados de forma equivocada pelos terroristas como sinais de fraqueza, fato este que só faz estimular ainda mais a violência. Quando os terroristas veem que fazer pressão funciona, eles leem que multiplicar a pressão deve funcionar ainda mais!

Os boicotes europeus são visto aqui pelo povo palestino como nada mais do que cinismo e crueldade, meras tentativas de cortejar uma liderança usurpadora à custa do povo. Os boicotes são vistos aqui como nada mais do que a manutenção do povo palestino sob domínio de sua liderança corrupta nos induzindo a ver os extremistas de outra maneira, é a única opção que nos resta.

O que os europeus podiam ter aprendido é que os ataques ocorridos em Paris são o que todos nós daqui, muçulmanos, cristãos e judeus, estamos vivenciando por décadas.

Nos últimos 22 anos, todas as concessões territoriais e gestos de boa vontade por parte de Israel, resultaram apenas e tão somente no incremento do terrorismo contra Israel, incluindo contra nós palestinos. Muitos palestinos veem de forma equivocada a retirada israelense da Faixa de Gaza em 2005, veem isto apenas como recuo e sinal de fraqueza. Se atirar em judeus provocou a saída deles da Faixa de Gaza, como parece ser o caso, vamos continuar atirando nos judeus. A consequência desse modo de ver as coisas foi o Hamas ter tomado para si a glória de ter expulsado os judeus da Faixa de Gaza por meio de foguetes e ataques suicidas, rapidamente assumindo o poder.

Na mesma linha, toda vez que Israel solta prisioneiros palestinos, (incluindo dezenas deles com sangue nas mãos) como gesto de boa vontade para com o Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas ou para com o Secretário de Estado dos Estados Unidos John Kerry, os palestinos consideraram o gesto como prova que suas exigências foram atendidas. De modo que o próximo passo é aumentar a violência e fazer mais exigências. Os palestinos veem a retirada de Israel do sul do Líbano e da Faixa de Gaza e a soltura de prisioneiros palestinos não como sinal de que Israel está interessado na paz e na tranquilidade e sim como recompensa pelo terrorismo.

Há dois meses a França deu mais um passo na tentativa de apaziguar árabes e muçulmanos. Desta vez os franceses votaram a favor de hastear a bandeira palestina na sede das Nações Unidas. “Essa bandeira é um símbolo poderoso, um raio de esperança para os palestinos”, segundo declaração do Embaixador da França nas Nações Unidas Francois Delattre. E mais uma vez os franceses, ao que parece, acreditavam que aquele voto satisfaria árabes e muçulmanos e convenceria os terroristas que a França estava do lado deles na luta contra Israel.

A política equivocada da França e da Europa frente ao conflito israelense-palestino não começou no ano passado ou retrasado. Há quatro anos, a França votou a favor de conceder aos palestinos o status de membro com plenos direitos na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). No mês passado, a liderança da Autoridade Palestina tentou, sem sucesso, usar a UNESCO para aprovar uma resolução declarando o Muro das Lamentações um lugar sagrado apenas para muçulmanos. A resolução foi modificada no último minuto para uma resolução condenando Israel, mas em vez de se opor à resolução, a França, constrangida, optou pela abstenção. A UNESCO, contudo, declarou que dois sítios culturais nacionais judaicos da antiguidade, símbolos do período bíblico, o Túmulo de Raquel e o Túmulo dos Patriarcas, serão daqui em diante considerados sítios culturais muçulmanos. Na mesma semana, outro sítio bíblico, o Túmulo de José, foi incendiado (pela segunda vez, a primeira vez foi em 2000), muito embora a Autoridade Palestina tenha se comprometido em proteger esses lugares de pessoas sob sua responsabilidade.

Nas últimas semanas os palestinos vêm promovendo uma nova onda de ataques terroristas contra os israelenses. Desta vez os palestinos estão usando fuzis, facas, pedras e automóveis para assassinar o maior número de judeus possível. Contudo, até agora não ouvimos nenhuma condenação, nem da França, nem da Europa, nem de ninguém, sobre o terrorismo palestino.

Também não ouvimos a França ou outro país da União Européia exigir que o Presidente Mahmoud Abbas condene os ataques terroristas contra os israelenses. O grosso dos veículos de imprensa além de jornalistas da França, se recusam até mesmo a se referirem aos homicidas como terroristas, apesar de muitos desses terroristas estarem filiados a grupos terroristas que abraçam a mesma ideologia, como por exemplo o Estado Islâmico: Hamas e Jihad Islâmica.

Ao deixarem de condenar os ataques terroristas contra os israelenses e não identificar os perpetradores pelo que eles realmente são, assassinos bárbaros e terroristas, a França bem como os demais países ocidentais estão, mais uma vez, mandando a mensagem errada aos islamistas: que assassinar judeus não é um ato de terrorismo.

O que esses países não compreendem é que os terroristas que estão atacando judeus também procuram destruir a França, Alemanha, Grã-Bretanha e, obviamente, o “Grande Satã” (os Estados Unidos). É necessário lembrar a esses países, todos os dias, que o objetivo maior dos terroristas islamistas é forçar todos não-muçulmanos a sucumbirem ao Islã ou morrerem. Não raramente os terroristas nem sequer têm a paciência de dar essa opção aos “infiéis”, simplesmente os matam enquanto eles (infiéis) assistem a um concerto ou uma partida de futebol.

Agora é esperar para ver se os franceses irão acordar e entender que o Islã radical está em guerra com os “não crentes” e com todos aqueles que se recusam a aceitar os ditames do Estado Islâmico ou de outros extremistas muçulmanos. Esta é uma guerra que Israel já está travando há mais de duas décadas, mas lamentavelmente com apoio ínfimo e, amiúde, enfrentando obstáculos malignos de países europeus, incluindo a França.

Os franceses e os europeus fariam bem a si próprios se compreendessem que não há nenhuma diferença entre um jovem palestino que pega uma faca e sai para assassinar judeus e um terrorista do Estado Islâmico que assassina dezenas de inocentes em Paris. Quando os franceses e demais europeus compreenderem essa realidade, será muito mais fácil para eles se engajarem na batalha contra o terrorismo islâmico.

por Bassam Tawil

Bassam Tawil é um pesquisador estabelecido no Oriente Médio.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6917/ataques-paris-licao

Propietario judío de café de París pierde esposa y amigos en el ataque terrorista

Gregory Reibenberg es el principal accionista de La Belle Equipe, que fue atacado por hombres armados del Estado Islámico; su esposa Djamila murió en sus brazos; el gerente musulmán de la cafetería también fue asesinado.

AGENCIA DE NOTICIAS ENLACE JUDÍO MÉXICO – Uno de los cafés donde hombres armados del Estado Islámico perpetraron asesinatos en París el viernes es propiedad de un hombre judío, y su esposa murió en el ataque. Igual que amigos suyos de una familia musulmana de origen tunecino, uno de los cuales era un accionista minoritario y gerente de la cafetería.

 El accionista mayoritario del café La Belle Equipe, en la intersección de los distritos 10 y 11, es Gregory Reibenberg.

Reibenberg y su esposa estaban en la cafetería, que estaba llena de clientes, cuando los terroristas abrieron fuego sobre las 21:30. Su esposa Djamila Houd, murió en sus brazos.

“Yo le estuve sujetando la mano. No pudimos reanimarla. No pudimos hacer nada más”, dijo Reibenberg a la televisión ​​France-2. “Me pidió que cuidara de nuestra hija, y le prometí que lo haría”.

Gregory-Reibenberg

Otras dos personas asesinadas en el café eran Halima Saadi Ndiaye y su hermana Hodda Saadi. Su hermano Khaled trabaja en el café. La familia es de origen francés con raíces musulmanas tunecinas y parientes en Senegal.

Hodda Saadi también poseía una participación en La Belle Equipe y era su gerente. Los hermanos a menudo pasan por ahí, a compartir una copa o una comida.

Según el Daily Mail de Gran Bretaña, 19 personas murieron en el ataque a la cafetería, que según dijo fue regada con fuego automático por dos hombres armados del Estado islámico.

Halima estaba celebrando su 36 cumpleaños cuando los asesinos atacaron. Al cabo de un minuto, estaba muerta. En cuestión de horas, su hermana Hodda, también. Khaled trató en vano de salvarlos, junto con amigos y otros clientes del café.

Once del grupo de amigos que estaban celebrando fueron reportados muertos en el ataque.

“Todos vivimos aquí, gente, y tenemos que luchar uno por el otro y ayudarnos mutuamente. Allí había gente negra, árabes, judios. Nos tocó a todos. Así que todos estamos en el mismo barco”, dijo otro hermano, Abdallah, quien voló desde Túnez para reunirse con su familia tan pronto como se enteró de los ataques.

“Había tres cumpleaños, incluido el de mi hermana”, Khaled Saadi relató, con lágrimas en los ojos. Entonces, “llegaron y comenzaron a disparar a todos dentro y fuera.”

“Me acosté en el suelo boca abajo con la esperanza de evitar las balas”, continuó. “Cuando me enteré de que no había más disparos, levanté la cabeza, pero empezaron a disparar de nuevo, así que volví a esconderme.”

Khaled y Abdullah Saadi

Después de un minuto que pareció una eternidad, las armas callaron. Se puso de pie y se encontró a dos de sus hermanas, junto con amigos y colegas, en un charco de sangre.

“Mi primer paso fue buscar a mis dos hermanas. Así que encontré a la primera, Halima Saadi. Murió en el acto”, dijo. “Y mi segunda hermana Hodda, intenté salvarla.

“La trasladé con un amigo suyo llamado Sam. La llevamos a otro restaurante cercano, y luego hicimos lo mismo con mi otra hermana”, dijo. Hablamos con Hodda, que apenas respiraba, y le aseguraron que estaban allí.

Los servicios de emergencia llegaron en unos 20 minutos, pero le dijeron que había poca esperanza. Más tarde se enteraron que murió al llegar al hospital que trataba algunas de las 350 personas heridas en los ataques del viernes.

Las hermanas estaban muy unidas, a pesar de que Halima se había trasladado a Senegal con su esposo y sus dos hijos, de 3 y 6.

La Belle Equipe

Retratos de la mujer de Reibenberg Djamila, y Halima y Hodda Saadi cuelgan en la ventana de la cafetería, junto con imágenes de otras víctimas del peor atentado sufrido en Francia en décadas. Velas, flores y notas adornan la acera.

Los hermanos Saadi dijeron que no quieren que los ataques asusten a la gente del barrio que aman su cohesión multicultural.

“Quienes hacen esto, matan musulmanes, matan a todos”, dijo Abdallah Saadi.

Fuente: The Times of Israel

Traduce y edita: Silvia Schnessel para Enlace Judío México

http://www.enlacejudio.com/2015/11/17/propietario-judio-de-cafe-de-paris-pierde-esposa-y-amigos-en-el-ataque-terrorista/

APÓS PARIS, ESTADO ISLÂMICO PROMETE ATACAR ROMA, WASHINGTON E LONDRES

Terroristas ameaçam prosseguir com os ataques iniciados em Paris nos Estados Unidos, Itália e Reino Unido.

Grupo terrorista promete prosseguir com massacre
Na noite de sexta-feira, 13 de novembro, cerca de três horas após os ataques que ceifaram a vida de dezenas de pessoas na capital francesa, o grupo terroristaEstado Islâmico reivindicou a autoria do massacre e ameaçou fazer o mesmo em Washington, nos Estados Unidos, em Roma, na Itália e em Londres, no Reino Unido.

Os terroristas comemoraram na internet usando uma hashtag em árabe que traduzida significa ‘Paris em Chamas’. Além de comemorar, o grupo avisa que os ataques foram uma ‘lição’ aos franceses. Nessa semana, caças do exército francês destruíram uma base de petróleo dominada pelo EI na Síria. Acredita-se que a ‘lição’ tenha relação com esse ocorrido e que tenha servido de represália.

http://br.blastingnews.com/mundo/2015/11/apos-paris-estado-islamico-promete-atacar-roma-washington-e-londres-00652459.html

Lutando pelos cristãos e minorias perseguidos