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Iêmen pede à coalizão árabe o envio de forças terrestres

Chanceler disse que os bombardeios aéreos serão ineficazes.
Arábia Saudita lidera ataque contra rebeldes xiitas no Iêmen.

O ministro das Relações Exteriores iemenita, Ryad Yassin, refugiado em Riad, pediu nesta quarta-feira à coalizão internacional dirigida pela Arábia Saudita que combate os rebeldes xiitas no Iêmen que envie forças terrestres.

“Peço isso porque creio que, dentro de um tempo, os bombardeios aéreos serão ineficazes”, afirmou Yassin em uma entrevista à AFP uma semana depois do início dos ataques contra os rebeldes huthis, apoiados pelo Irã, que controlam extensos pedações de território no Iêmen

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/iemen-pede-a-coalizao-arabe-o-envio-de-forcas-terrestres.html

Estado Islâmico pede que apoiadores matem 100 militares nos EUA

Grupo divulgou lista de nomes, fotos e endereços de militares.
Grupo diz que invadiu servidores e e-mails para obter dados.

O Estado Islâmico publicou na internet o que diz serem os nomes, fotos e endereços nos EUA de 100 militares norte-americanos e pediu que seus “irmãos residentes na América” os matem.

O Pentágono disse, depois que a informação foi publicada na internet, que está investigando o assunto. “Nós não podemos confirmar a veracidade da informação, mas estamos analisando o assunto”, disse neste sábado (21) um oficial da defesa norte-americana, falando sob condição de anonimato.

“Nós sempre estimulamos nossas equipes a adotarem a adequada segurança de operação e os procedimentos de proteção contra ataques”, disse o oficial.

Na postagem, o grupo que se denomina “Divisão de Hackers do Estado Islâmico” escreveu em inglês que havia invadido diversos servidores, bancos de dados e e-mails de militares e tornado públicas informações sobre 100 membros das forças armadas norte-americanas para que “lobos solitários” pudessem matá-los.

O jornal “The New York Times” disse que a informação não parecia ter sido obtida em servidores do governo dos EUA e citou uma fonte anônima do Departamento de Defesa que disse que a maior parte dessas informações poderia ser encontrada em registro públicos, mídias sociais e sites de busca de endereços.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/estado-islamico-pede-que-apoiadores-matem-100-militares-nos-eua.html