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Paquistão: ataque violento contra cristãos incitado pelos alto-falantes da mesquita

Cristãos paquistaneses espancados por multidão após a mesquita acusá-los de blasfêmia ”, de Samuel Smith The Christian Post (Graças à  The Religion of Peace ), 3 de junho de 2019:

Uma pequena comunidade cristã no Paquistão vive com medo depois de terem sido atacados na semana passada por uma multidão de radicais enfurecidos porque uma mesquita próxima acusou seus membros de cometer blasfêmia depois de uma briga com um muçulmano.

A Associação Cristã Paquistanesa Britânica, com sede em Londres, informa que duas famílias cristãs do distrito de Arif Wala Tehsil, na província de Punjab, foram forçadas a fugir de suas casas após o ataque de uma turba de 40 muçulmanos e crianças armadas.

De acordo com a BPCA, que está fornecendo assistência financeira à comunidade, a multidão foi incitada por uma mesquita local que alegou, por meio de seus alto-falantes, que os cristãos tinham insultado o Islã.

A mesquita supostamente pediu que os fiéis muçulmanos se unissem para forçar a comunidade cristã minoritária de cerca de sete famílias a sair da aldeia.

Cinco homens cristãos da comunidade estão sendo mantidos em custódia protetora em uma delegacia de polícia local depois de terem sido acusados ​​pelo homem muçulmano que iniciou a briga inicial de tentativa de homicídio….

Imagem e informações Jihad Watch

Jihadista declara que está no Canadá para matar Asia Bibi e “enviá-la para o inferno”

Um jihadista “filmou uma mensagem que está circulando na Internet nesta semana dizendo estar no Canadá para matar a paquistanesa cristã Asia Bibi, que foi recentemente libertada da prisão no Paquistão depois de passar quase uma década no corredor da morte por causa de falsas alegações de blasfêmia”. O homem declarou: ” Esta mensagem é para todos os inimigos do Islã e para o governo judeu que a ajudou a sair do Paquistão “.

Muitos ocidentais continuam a negar a jihad global, sua natureza expansionista e a supremacia que a sustenta. Para os supremacistas islâmicos, é uma afronta ao seu deus e um insulto profundo para eles pessoalmente que Asia Bibi ainda esteja viva. O jihadista declara no vídeo “ diz ao blasfemo que a honra dos muçulmanos ainda está viva”. 

Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica (BPCA), que defendeu a libertação de Bibi, destacou o perigo da jihad e da doutrina global…

O Paquistão tem estado relativamente silencioso desde a libertação de Asia Bibi, mas as agências internacionais de segurança não devem ficar complacentes. Sua libertação é um verdadeiro ponto de discórdia com os milhões de muçulmanos radicalizados em todo o mundo que estão esperando por uma oportunidade para assassinar Asia Bibi, ou um ataque terrorista em massa em vingança pelo que eles vêem como uma blasfêmia percebida.

Já era ruim o suficiente que Bibi enfrentasse ameaças de morte no Paquistão. É inconcebível que ela ainda enfrenta ameaças no Canadá, um país que não reconheceu a ameaça da jihad sob o governo de Justin Trudeau e atribui à imigração de porta aberta.

“Vídeo: Intenção islamista em matar a Asia Bibi afirma que jihadista está no Canadá para ‘mandá-la para o inferno'”, por Edwin MoraBreitbart , 14 de maio de 2019:

Um islamita filmou uma mensagem na semana passada dizendo que está no Canadá para matar o paquistanês Christian Asia Bibi, que foi libertado da prisão no Paquistão depois de passar quase uma década no corredor da morte por causa de falsas alegações de blasfêmia.

“Esta mensagem é para todos os inimigos do Islã e para o governo judeu que a ajudou a sair do Paquistão”, declarou o homem não identificado, de acordo com uma tradução fornecida pela Associação Cristã Paquistanesa Britânica (BPCA).

“Para dar uma morte terrível a Asia Bibi e mandá-la para o inferno, também cheguei ao Canadá ontem à noite”, disse ele, acrescentando: “Estou pronto para morrer pelo respeito do profeta Maomé e vou mostrar isso”.

O homem também canta um canto islâmico honrando Maomé e prometendo matar Bibi.

Ele canta: “O entusiasmo de morrer pelo profeta Maomé permanecerá vivo para sempre”.

O Paquistão manteve Bibi por meses depois que a mais alta corte do país a liberou no final de outubro de 2018. As autoridades a mantiveram em um local secreto até a semana passada, quando ela foi autorizada a deixar o Paquistão e se reunir com sua família no Canadá.

Irritada com sua absolvição, membros do partido político anti-blasfêmia Tehreek-e-Labbaik Pakistan (TLP) e outros islamistas ameaçaram matar Bibi, sua família e os juízes e advogados que a ajudaram.

Citando o vídeo na terça-feira, Wilson Chowdhry, o presidente da BPCA que defendeu a libertação de Bibi, disse que sua organização compartilhou suas preocupações sobre a segurança da mãe cristã com as autoridades americanas, britânicas, canadenses e paquistanesas.

Chowdhry declarou:

O Paquistão tem estado relativamente silencioso desde a libertação de Asia Bibi, mas as agências internacionais de segurança não devem ficar complacentes. Sua libertação é um verdadeiro pomo de discórdia com os milhões de muçulmanos radicalizados em todo o mundo que estão esperando por uma oportunidade para assassinar Asia Bibi, ou um ataque terrorista em massa em vingança pelo que eles vêem como uma blasfêmia percebida …

Imagem WTX News e informações Jihad Watch

Notre-Dame no limiar da “inquisição” contra os cristãos

Por Andréa Fernandes e Gil Carlos Montarroyos

Muito pouco se sabe acerca do “incidente”, o incêndio que devastou a famosa catedral de Notre-Dame. Não obstante a todo o evento per si, fica claro que as investigações precisam avançar. A figura da mais famosa catedral da França em ruinas, bem como as várias demonstrações de felicidade com o caso, por muçulmanos em todo o mundo, demonstram que há sim, a necessária e emergente preocupação com aquele que foi de longe um dos maiores símbolos da cristandade no Ocidente. A mais imponente construção gótica medieval que um dia fora o maior “bastião” da evolução e prosperidade da civilização judaico-cristã ocidental, ruiu!

Refletir sobre as ruínas de Notre-Dame deveria ser quase um “dever ontológico” para os ocidentais, muito embora o “fogo da inquisição progressista” esteja velozmente lambendo as análises sobre as possíveis causas do suposto “acidente” que resultou na destruição da catedral mais famosa do mundo construída há mais de 850 anos, considerada um dos símbolos da capital francesa desde a sua construção[1].

Conforme noticiado pela imprensa, a causa do incêndio ainda é desconhecida. Aos montes, chegam informações desencontradas[2] referente ao trágico evento, o que torna necessária uma investigação séria e profissional a fim de elucidar o caso. Contudo, imediatamente após o “incidente” o promotor Rémy Heitz já antecipou a narrativa que comandaria as “informações” da extrema-imprensa. Ou seja, o procurador de Paris se uniu à sua equipe de 50 “investigadores” e demais representantes de órgãos públicos para “sugerir” que o incêndio “está relacionado a obras de restauração que estavam em curso na catedral[3].

Nessas horas de “discursos feitos sob medida”, a lógica também é incinerada: ao mesmo tempo em que o procurador anuncia que a investigação será longa e complexa, paradoxalmente vaticina que sua equipe está priorizando a “teoria de um acidente”, pois nada aponta para um ato voluntário[4]. Como se vê, as conclusões do procurador que ensejam prioridade de sua tese diante de “investigações complexas” continuam sendo puramente de liame “ideológico”.

A catedral de Notre-Dame não mais representa a “nova diversidade” da França

Ao ver o flagelo que se tornou o “point zéro des routes de France”, o inocuamente palavroso presidente francês Emmanuel Macron, numa performance teatral, verbalizou:

A Notre-Dame de Paris é nossa história, nossa literatura. É o epicentro de nossa vida. Trata-se da catedral de todos os franceses, mesmo daqueles que nunca vieram aqui[5].

Macron teria toda razão em seu pronunciamento garboso se perfilasse o conhecimento histórico e cultural do seu país no tempo verbal apropriado. Invocar a “França pretérita” não vai funcionar para explicar o “apagão” do monumento histórico mais visitado da Europa, que recebia cerca de 14 milhões de visitantes anualmente[6]. Aliás, há que se corrigir o lapso de interpretação quanto à conduta da referida autoridade: o presidente francês não está interessado em “explicar” nada e por esse motivo reforça a tese de “acidente” antes mesmo do encerramento das investigações, que por certo, confirmarão a “versão oficial” da “tragédia” sem “culpados”.

Como bom relativista, Macron quer levar o mundo a “compreender” e, por conseguinte, “aceitar” o ocaso da civilização judaico-cristã perfeitamente representado pelo derribar a “ferro e fogo” do pináculo de Notre-Dame, que já não era há muito tempo o epicentro da vida francesa como declamado pelo presidente saudosista. O “sinal” notório das “boas intenções multiculturalistas” de Macron estava na informação do Canal “France 24” no Twitter noticiando a promessa do presidente de reconstruir uma Notre-Dame que represente a “nova diversidade” da França[7].

Aliás, as autoridades do país sabem que a “nova diversidade” francesa não tolerava as “demoníacas” gárgulas e quimeras[8] que encantavam milhões de visitantes, mas eram concebidas como pérfidos “fantasmas da cristandade infiel” que continuamente deixavam as fachadas da catedral para atormentar adeptos da “religião da paz” e seus parceiros ideológicos que defendem o Estado laico sem resquícios da única religião que é considerada “ameaça” para a humanidade, a saber, o Cristianismo.

Se observarmos a França despojados de “paixões fleumáticas”, constataremos que a catedral de Notre-Dame como símbolo do panteão cultural ocidental não mais existe. Como magistralmente salientado pelo professor da Universidade de Paris  Guy Millière no exímio artigo “O incêndio de Notre Dame e a Destruição da Europa Cristã” :

 A catedral sobreviveu à turbulência da Idade Média, o Reino do Terror da Revolução Francesa, duas guerras mundiais e a ocupação nazista de Paris. Ela não sobreviveu ao que a França está se tornando no  século” XXI”.

Assistimos o findar de um “mito” por conta dessa “nova diversidade” celebrada por franceses que abandonaram a História recepcionando a “antropologia do suicídio”.

Nesse mister, vale promover análise do eclipsar do simbologismo quase milenar da catedral antes do “incêndio misterioso”. O que teria sido mais danoso para tudo o que representava Notre-Dame, do que as sérias avarias que o edifício sofreu durante a Revolução Francesa ao ponto de ocasionar profunda reforma em meados do século XIX? Pelo visto, a única reforma que interessa aos pensadores globalistas é a devastação da civilização judaico-cristã ocidental, seus símbolos e seus avanços em mais de 2000 anos de história.

Está em marcha na “França macroniana” a erradicação de todos os estamentos que um dia nortearam a civilização ocidental, seu glamour e o conhecimento daquela que um dia esteve na vanguarda do pensamento ocidental – a França. A cidade luz capitulou ao globalismo, assim como capitulou ao nazismo e colaboracionismo de Vichy, na II Guerra Mundial. Diante dessa constatação, não é mera coincidência a relação do nazismo com o islamismo durante a última grande guerra, no seu avanço na França ocupada.

 As “chamas inflamantes” de ódio contra os cristãos estão acesas na Europa

 Hoje, o simbolismo da Catedral é outro: tornou-se o mais notável exemplo do descaso dos cristãos para com a destruição dos pilares icônicos do Cristianismo. Em todo o mundo, há centenas de relatos de ataques de toda sorte e intensidade, resultando, inclusive, em milhares de mortos. Não, não é “estória de carochinha”, é real. A civilização judaico-cristã ocidental está sob intenso e incessante ataque. E o establishment globalista faz “cara de paisagem”. É vergonhosa a leniência da ONU, do Vaticano, e do mundo cristão. Salvo algumas poucas denominações evangélicas e algumas instituições católicas, o silêncio é ensurdecedor!

A extrema-imprensa, por sua vez, “lança na fogueira da intolerância” todo aquele que se atreve a suspeitar de ação jihadista por trás de mais um evento destrutivo contra a igreja. As incontáveis manifestações de êxtase de muçulmanos nas redes comemorando efusivamente a destruição do “prédio pagão” não foram relatadas, uma vez que o “perigo” a ser evidenciado vem sempre dos supostos “discursos de ódio” da chamada” extrema-direita” ao discorrer sobre a jihad contra o “Ocidente infiel”. Ainda assim, todo o histórico de atentados terroristas islâmicos evoca essa cautela e cuidado. Não seria absurdo se o ocorrido fosse realmente um novo atentado terrorista islâmico ao solo francês. Há realmente motivo para haver essa preocupação.

Não é nenhuma novidade que há no mundo muçulmano o desejo claro e explícito na expansão do Islã no intuito de criar um Califado Global. Desde a década de 70, vemos esse projeto em andamento na França. É nojento contemplar a leniência do país, um Estado que já foi sinônimo de liberdade e intelectualidade, de civilização e glamour, sucumbe ao projeto globalista islâmico. A França está fadada à extinção. Seus símbolos, cultura, glamour – tudo está ruindo com o expansionismo avassalador do Islã na sociedade mundial e em especial na francesa. Atualmente, vemos com límpido espanto e inominável terror o fim de um período e início da barbárie – o Islã está se consolidando e muitos no Ocidente fazem de conta que é brincadeira.

O escritor Raymond Ibrahim publicou no Gatostene Institute seu artigo magistral justamente um dia antes do incêndio na catedral. Sob o título “Igrejas europeias: vandalizadas, defecadas e incendiadas todos os dias”[9], foram explicitados dados alarmantes do nível aterrador de ataques contra as igrejas, salientando o “costume” das autoridades europeias ofuscarem a “identidade dos vândalos”, para proteger sobretudo os imigrantes muçulmanos.

Afirma Raymond:

Na França, duas igrejas são profanadas todos os dias em média. Segundo o PI-News , um site de notícias alemão, 1.063 ataques a igrejas cristãs ou símbolos (crucifixos, ícones, estátuas) foram registrados na França em 2018. Isso representa um aumento de 17% em relação ao ano anterior (2017), quando 878 ataques foram registrados – o que significa que tais ataques estão indo apenas de mal a pior.

Se as suspeitas de um atentado terrorista contra Notre-Dame e tantas outras igrejas francesas são infundadas, o que dizer do seguinte relato da mídia alemã?

“Cruzes são quebradas, altares quebrados, Bíblias incendiadas, fontes batismais viradas e as portas da igreja manchadas de expressões islâmicas como ‘Allahu Akbar‘”.

Seria “islamofóbica” a suspeita de jihad contra a catedral mais famosa do mundo?

O renomado escritor Robert Spencer, especialista em Islã, autor de dezoito livros[10] – incluindo dois Bests Sellers listados pelo The New York Times ­– relata que o mosteiro de Saint Jean des Blames, em Aveyron, foi saqueado por muçulmanos, salientando que o jornal Le Figaro ao noticiar sobre alguns dos incidentes contra templos religiosos, indagou: “quem ouviu falar do saque do mosteiro de Saint Jean des Balmes, em Aveyron? Além disso, Spencer apresenta reportagens afirmando que foi criminoso o incêndio contra a igreja de St. Sulpice, em Paris – onde ocorreram cenas do filme “O Código de Da Vinci”-  e acerca da igreja de Notre-Dame des Enfants, em Nimes, saqueada e vandalizada com excrementos humanos para desenhar uma cruz na parede, esclarecendo que esses e outros tantos ataques às igrejas francesas receberam cobertura mínima da mídia, isso quando houve alguma notícia sem alarde[11].

De tantos informes advindos do especialista atacado pelo jornal Folha de São Paulo[12], dois merecem atenção especial por fundamentarem a razoabilidade de suspeitas que não devem ser descartadas nas investigações: o principal arquiteto de monumentos históricos responsável ​​pela restauração da torre de Notre-DamePhilippe Villeneuve , afirma que o trabalho de restauração ainda não havia começado, apenas os andaimes estavam sendo montados, de maneira que não haviam trabalhadores na catedral e nenhuma fonte de calor perto da estrutura de madeira. Outrossim, em setembro de 2016, foi efetivada a prisão de um muçulmano depois que seu carro foi acondicionado com explosivos do lado de fora da catedral de Notre-Dame, sendo que alguns dias depois, mais três muçulmanos foram presos em virtude da polícia descobrir um plano de explodir a catedral. Logo,torna-se óbvio que exista “interesse” de promover atentado terrorista.

No começo do mês, Robert Spencer havia denunciado a vandalização da Basílica de Saint-Denis instalada no subúrbio de Paris há mais de 800 anos. O local tem forte presença de imigrantes[13]. Porém, uma vez silenciando as ameaças diversas de muçulmanos, a imprensa impede que a opinião pública tenha noção da gravidade do problema. Saber que o vice-presidente da filial nacional da União Nacional de Estudantes de Lille tuitou em dezembro de 2017, que “todos os brancos” por serem “raça sub-humana” deveriam ser mortos, ajudaria os franceses a compreenderem a real “amplitude genocida” de sua manifestação nas redes afirmando que “não dá a mínima para Notre-Dame e para a história da França[14].

Os milhares de muçulmanos que exultaram pela ruína da catedral não foram alvos de críticas da grande mídia, que agiu como se eles não existissem. Afinal de contas, a sharia[15]  já comanda “mentes e redações”. Assim, a sede de “inquisição às avessas” contra os cristãos toma forma sem despertar reações defensivas, visto que é um “sacrilégio” cogitar uma nova “Cruzada” no momento em que milhares de cristãos são mortos todos os anos e outros milhões são submetidos forçosamente à sharia. Preocupação com as ações sanguinárias dos seguidores da pretensa “religião da paz” é coisa de “extremista”!

A fogueira da “inquisição moderna” queima templos, corpos e mentes

Em que pese a consciência cristã esteja “resistente” ao reconhecimento do conflito civilizacional proposto pela “espada de Allah” contra os infiéis cegos pelo decadente “multiculturalismo permissivo”, urge destacar: tudo que conhecemos como avanço civilizatório, está sob risco, não apenas na França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Dinamarca, EUA, em todo o mundo! Vemos o avanço assolador de uma ideologia político-religiosa, teocrática por excelência, historicamente sanguinária, perversa em sua compleição e totalitária em tudo o que faz.

Na moderna França, o fogo consumiu parte da catedral de tantas “histórias” de um povo que já se perdeu na história obscura do expansionismo islâmico. Dessa forma, vale lembrar que na Nigéria milhares de cristãos são queimados vivos dentro de suas casas e igrejas sem alarmar a imprensa, redes e humanistas[16]. O “tribunal do santo ofício da inquisição islâmica” reina absoluto nos países muçulmanos impondo “piedosas bulas” em territórios nos quais os cristãos são minorias, tendo o “descaso midiático” como “fiel escudeiro”. Daí, percebe-se que o “silêncio” que impera no tocante ao genocídio de cristãos africanos é “irmão siamês” da “narrativa desinformativa” sobre a tragédia de Notre-Dame.

Há um acontecimento que representa perfeitamente a submissão da cristandade ao terror: no Canadá, Eva Torres, ex-candidata do partido socialista Québec Solidaire atribuiu à “ira de Allah” – devido proibição da misógina burca na França – o fogo na catedral. A repercussão negativa das suas sinceras “palavras de fé” fizeram com que recorrese à velha taqiyya[17], retirando o comentário que foi justificado como uma “piada” e recorrendo de imediato à “vitimização”, propagando que estaria recebendo “discursos de ódio” e “ameaças reais”. E não é que deu certo a estratégia? A mídia apresentou o discurso de ódio baseado no livro sagrado do Islã como uma inocente “piada de mal gosto”, isto porque, no Ocidente pós-cristão a caminho da “fogueira inquisitória”, Allah sempre tem razão!

Enfim, chega de negligência com a verdade – sem rodeios, sem meias palavras e com o conhecimento cristalino de que Islã é sim um risco real a todo o modus vivendi judaico-cristão ocidental. Quer queiram ou não, esse fenômeno ideológico e político que está acontecendo às nossas vistas, sem cerimônias e sem máscara, precisa ser denunciado e combatido, como diz a premissa genuinamente cristã: “Quem pensa estar em pé, cuide para que não caia!”

Andréa Fernandes – Jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Gil Carlos Montarroyos – Internacionalista e historiador com estudos voltados ao terrorismo islâmico.

Imagem Infowars

[1] https://epoca.globo.com/a-historia-de-notre-dame-catedral-mais-famosa-do-mundo-que-arde-em-chamas-23601331

[2] https://recordtv.r7.com/jornal-da-record/videos/notre-dame-policia-de-paris-ja-sabe-o-que-pode-ter-provocado-incendio-18042019

[3] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47956930

[4] https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/04/16/bombeiros-e-especialistas-analisam-estrutura-da-catedral-de-notre-dame.ghtml

[5] https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47939068

[6] https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/15/internacional/1555351385_404402.html

[7]https://www.facebook.com/LeiIslamicaEmAcao/photos/a.725748914118143/3210279622331714/?type=3&theater

[8] https://pt.aleteia.org/2017/02/12/notre-dame-de-paris-gargulas-ou-quimeras/

[9] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

[10] https://www.amazon.com/History-Jihad-Muhammad-ISIS/dp/1682616592

[11] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-one?fbclid=IwAR0a3JxrQlcCrRUt45dtbM8Xmj47rfp4PDlR7pniyxNjMg-TVIHXBXanz04

[12] https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/04/como-a-extrema-direita-espalhou-mentiras-convenientes-sobre-o-incendio-de-notre-dame.shtml

[13] https://www.jihadwatch.org/2019/04/france-an-average-of-three-churches-are-attacked-every-day

[14] https://www.jihadwatch.org/2019/04/hugh-fitzgerald-the-fire-at-notre-dame-and-muslim-schadenfreude-part-two?fbclid=IwAR3rOVmsKGxmiCtSuzyY-fpkI14f17RB_xjtLR3IYATo2xrr3u6ngBj95Ng

[15] Lei islâmica

[16] https://www.gatestoneinstitute.org/12645/christians-genocide-nigeria

[17] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia (lei islâmica)http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html

Páscoa sangrenta no Sri Lanka: a jihad global avança

Por Andréa Fernandes

Mais um banho de sangue promovido pela jihad global impacta a minoria religiosa mais perseguida do mundo. Dessa vez, o massacre de cristãos se deu no Sri Lanka, uma ilha localizada ao sul da Índia, lar territorial de diversas  línguas e culturas.

No país asiático os cristãos representam 7,6% da população de maioria budista (74%), além de 12,6 % de hinduístas e  9,7% de muçulmanos, segundo o censo de 2012.

Oito ataques terroristas em igrejas e hotéis atingiram centenas de fiéis católicos e pelo menos 35 turistas em todo país durantes as celebrações de Páscoa naquele que já é considerado o pior ato de violência desde o fim da brutal guerra civil entre 1983 e 2009, quando o governo declarou a derrota do grupo separatista Tigres da Libertação do Tamil Eelam, conhecido como Tigres Tamis. Até o momento são 215 mortos[1] e acredita-se que o número deve aumentar em virtude da gravidade dos ferimentos ocasionados em muitas das vítimas, estimadas entre 450 e 600.

O morticínio iniciou na manhã deste domingo em 3 igrejas, 4 hotéis e um condomínio. Os templos religiosos atingidos foram o Santuário de Santo Antônio, na capital Colombo, Igreja de São Sebastião em Negombo; e a Igreja de Sião, em Batticaloa. Três hotéis atacados eram de luxo: o Shangri-La, o Cinnamon Grand e o Kingsbury, todos em Colombo.

Inicialmente, não houve reivindicação acerca da responsabilidade pelos atos terroristas, mas o ministro da defesa culpou “extremistas religiosos” pelo que nominou “infeliz incidente terrorista”, muito embora não tratar-se a barbárie de um simples “circunstância acidental” como aduz a referida autoridade, já que em 2018, segundo a Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka ( NCEASL ) – que representa mais de 200 igrejas e outras organizações cristãs –  foram registrados pelo menos 86 ações violentas, atos de discriminação e ameaças contra os cristãos[2]. O ministro também não especificou a “identidade religiosa” dos “extremistas”. Nominar os “assassinos-jihadistas de cristãos” protegidos por países muçulmanos que integram o Conselho de Direitos Humanos da ONU, além de “islamofóbico” é “perigoso” para a manutenção da paz em qualquer país civilizado.

Seguindo a tradicional ação de “jihad programada” contra “cristãos infiéis”, dez dias antes dos atentados terroristas o chefe de polícia do Sri Lanka emitiu um alerta nacional comunicando que homens-bomba da facção muçulmana National Thowheet Jama’ath ( NTJ ) planejavam promover ataques suicidas contra “igrejas proeminentes” e o Alto Comissariado indiano em Colombo[3]. Certamente, a segurança do Alto Comissariado foi reforçada e a minoria cristã foi desprezada pelas autoridades de segurança.

A propósito, quando próximo à Semana Santa, foi divulgado pelo escritor Raymond Ibrahim que na “França macroniana” são atacadas duas igrejas por dia[4], vale esclarecer que o grupo muçulmano NTJ – cujas lideranças faziam os mesmos discursos dos muçulmanos da França, acusando o governo do Sri Lanka de “racismo” – também tem a “prática” de vandalizar estátuas budistas. Aliás, os massacres sistemáticos contra cristãos sempre são precedidos por “genocídio cultural” destruindo-se ícones da fé cristã. De maneira geral, após os ataques físicos contra igrejas, os cristãos são perseguidos e mortos sem que as atrocidades resultem numa condenação global citando o termo politicamente incorreto “cristofobia”.

Os atentados no Sri Lanka geraram toda espécie abjeta de “falsa comoção”: a primeira-ministra britânica Theresa May fez questão de não identificar as vítimas por evidente pavor de “ofender” os muçulmanos do Reino Unido que têm peso eleitoral expressivo para a politicalha progressista. May não conseguiu reconhecer nem mesmo que tratava-se de “terrorismo”, usando a colocação evasiva “atos de violência contra igrejas e hotéis no Sri Lanka[5], já que é sabedora que os adeptos do Islã estão envolvidos na maioria esmagadora dos atentados terroristas pelo mundo, além do comércio bilionário na área armamentista com o mundo muçulmano.

Bharein, Qatar e os Emirados árabes Unidos embarcaram na taqiyya[6] para fingir condenação contra os ataques terroristas através de comunicados oriundos dos respectivos Ministérios de Relações Exteriores. O apoio desses países do Golfo ao chamado “fundamentalismo islâmico” que estriba ações violentas contra minorias diversas não será “comentado” pelos badalados analistas internacionais da mídia convencional, que preferem deixar de lado o apoio explícito do Qatar a perigosos grupos terroristas[7] que promovem a jihad livremente. Por sinal, o Qatar é considerado o “pior Estado da região” no rastreamento de financiamento do terrorismo, de acordo com documentos diplomáticos dos Estados Unidos publicados pelo WikiLeaks[8]. Porém, alguém vê alguma importante liderança cristã denunciando tal “hipocrisia islâmica”?

É importante frisar que o Estado Islâmico se manifestou afirmando que a “jihad terrorista” foi motivada por retaliação em virtude dos ataques contra muçulmanos e suas mesquitas[9]. Contudo, faz-se oportuno trazer à lembrança que em 2016, houve uma séria denúncia no Sri Lanka de que 32 muçulmanos da elite do país haviam se unido à facção terrorista.

Outrossim, cumpre informar que treze suspeitos foram presos e um dos jihadistas do massacre foi identificado como Zahra Hashim, famoso pregador muçulmano que ensinou: “Allah criou esta terra para os muçulmanos”[10], o que leva a “crer” que não seria “nada demais” usar a “espada do terror” para implementar a sharia (lei islâmica) à força em Dar Al-Harb (terra da guerra). No entanto, o ministro das Finanças, Mangala Samaraweera, afirmou que os ataques foram “uma  tentativa bem coordenada de criar assassinatos, desordem e anarquia”[11]. É isso mesmo! A jihad contra infiéis cristãos é retratada pelo conceito não-muçulmano  e “blasfemo” de “anarquia”, o que nos leva  a perguntar: como vencer um perigoso e astuto inimigo sem conhecer a base de sua doutrina de ódio?

O primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe informou que a prioridade agora é prender os terroristas e solicitou para que não fosse divulgado o nome dos presos a fim de evitar “tensão entre as comunidades” e a decisão governamental de “bloqueio das redes sociais” visa impedir a propagação de “informações incorretas”, pois a “censura” é um instrumento eficiente para impedir a conscientização da opinião pública sobre a “ideologia” que tenta submeter o mundo à sharia. Resumindo: o país é “refém do terror[12].

A conspiração jihadista não teve maior dimensão catastrófica graças à identificação de um explosivo localizado nas proximidades do principal aeroporto do país. Peritos do exército detonaram  de forma controlada o artefato explosivo.

Enquanto horrorizada busco mais informações para fundamentar o artigo sub oculis, tomo conhecimento de que que um terrorista descrito pela mídia como “homem de pele escura” invadiu uma igreja em Munique (Alemanha) aos gritos de Alahu Akbar e atacou os cristãos durante o culto, causando ferimentos em pelo menos 24 pessoas[13]. A mídia ocidental não divulgou a ação jihadista porque seria configuração de “racismo”.

Após ouvir enojada o comentário de repórter da GloboNews em cobertura lacônica e medíocre afirmando que não se sabe a “motivação” dos ataques terroristas no Sri Lanka, lembrei do depoimento de uma testemunha que assistiu a carnificina jihadista. Disse o comerciante que trabalhava próximo ao Santuário de Santo Antônio e que ajudou a socorrer as vítimas: “Era um rio de sangue”! Essa é exatamente a descrição que alguns historiadores fazem da invasão muçulmana que resultou em dominação de Constantinopla no ano de 1453.

A base cultural do império bizantino era greco-romana e o Cristianismo era a religião oficial antes da jihad cumprir o seu “papel de excelência” no momento em que tribos turcas das estepes da Ásia Menor tomaram a cidade de Constantinopla, e o sultão Mehmed II não escondeu o objetivo de tornar o império otomano um “califado global” tendo a outrora cidade cristã como sua “capital”. Alguma “semelhança” com  o modus agendi de certas autoridades islâmicas da atualidade?

Outro acontecimento importante ignorado pelos humanistas e intelectuais do “Ocidente infiel”: segundo o professor Peter Screiner, especialista da Universidade de Colonia, pesquisas recentes mostram que “os osmalinis eram inicialmente bastante pacíficos e não chamaram atenção dos bizantinos”, sendo até muito úteis aos bizantinos por se dedicarem à pecuária e contribuir para o abastecimento de Constantinopla[14]. Com isso, foram “tolerados” pelo “altruísmo suicida cristão”. Contudo, com o tempo, a “paz enganadora” dos “piedosos muçulmanos” se transformou em “rios de sangue”.

A mesma “espada do Islã” que decapitou, estuprou, roubou, escarneceu, espoliou e dominou Constantinopla voltou a agir hoje no sul da Ásia, e fatos históricos continuarão sendo insuficientes para fazer o decadente “mundo cristão” entender que o extermínio de povos e culturas bem como apropriação de terras faz parte da “gênese islâmica”.

Constantinopla jaz no “esquecimento sepulcral” da Cristandade, mesmo tendo sido substituída por um império sanguinário que a posteriori  promoveu o genocídio de milhões de cristãos armênios[15], gregos e assírios[16], genocídio este, que lamentavelmente não é reconhecido pelo Brasil, Estados Unidos e outros países de população majoritariamente cristã. Desse modo, se a Queda de Constantinopla foi solenemente apagada da “memória cristã”, o que nos faria acreditar que haverá alguma reação séria à jihad global que almeja eliminar a fé cristã do Ocidente?

“Mar de sangue” é o futuro de uma geração que nada aprendeu com o passado!

Andréa Fernandes é jornalista, advogada, internacionalista e Presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires.

Imagem www.wsj.com

[1] https://economictimes.indiatimes.com/news/international/world-news/blasts-hit-two-sri-lanka-churches-during-easter-mass-80-injured/articleshow/68973838.cms

 

[2] https://www.9news.com.au/world/sri-lanka-attack-churches-and-hotels-hit-with-explosions-breaking-news/daefa145-503d-4631-b52a-04c7f254e9f9

 

[3] https://www.timesofisrael.com/7-suspects-arrested-in-sri-lanka-over-easter-sunday-bombings/

[4] https://www.gatestoneinstitute.org/14044/europe-churches-vandalized

 

[5] https://www.jihadwatch.org/2019/04/uks-may-condemns-acts-of-violence-against-churches-and-hotels-in-sri-lanka?fbclid=IwAR2–siheFJRy2JYGjPrbWJfI3FvS4um0Hsxgq_GGapukSNNK5eXhfV2dLA

 

[6] Permissão para o muçulmano mentir se essa mentira ajudar a propagação do Islã e da sharia

 

[7] https://www.bbc.com/news/world-middle-east-40246734

 

[8] https://www.gospelprime.com.br/al-jazeera-e-o-pedido-de-apoio-de-gleisi-hoffmann/

 

[9] https://www.oneindia.com/international/colombo-bombings-isis-suggests-revenge-for-strikes-on-muslims-2881238.html

 

[10] https://www.jihadwatch.org/2019/04/sri-lanka-one-jihad-mass-murderer-was-well-known-muslim-preacher-who-said-allah-created-this-land-for-muslims?fbclid=IwAR15377f649oukI1n_1qn1BxDAFbownwg1Aod0Byak3q8r-QAPCjplh1CbM

 

[11]https://www.nytimes.com/2019/04/21/world/asia/sri-lanka-explosion.html

 

[12] https://www.metropoles.com/mundo/primeiro-ministro-do-sri-lanka-diz-que-prioridade-e-deter-terroristas

 

[13] https://www.jpost.com/Breaking-News/Man-storms-German-church-injures-24-people-in-mass-panic-587504

 

[14] https://www.dw.com/pt-br/1453-constantinopla-%C3%A9-tomada-pelos-turcos/a-325020

 

[15] https://ecoandoavozdosmartires.wordpress.com/2015/04/25/ha-cem-anos-15-milhao-de-cristaos-massacrados-quem-chorou-por-eles/

 

[16] https://oglobo.globo.com/mundo/o-massacre-esquecido-centenas-de-milhares-de-gregos-assirios-foram-mortos-por-otomanos-15947403

Grécia: aumento maciço de ataques a símbolos cristãos e igrejas ortodoxas

Todos os anos há mais ataques a igrejas, capelas, lugares de culto religioso, monumentos religiosos, sinagogas e até cemitérios, jornal grego Eleftheros Typos relata

Especificamente, segundo o Secretariado Grego das Religiões, no ano passado os ataques a edifícios religiosos (incluindo vandalismo, assaltos, roubos, incêndios, etc.) aumentaram em 159 %, enquanto o principal alvo parece ser a Igreja Ortodoxa.

BARBARA PAPADOPOULOU@barbarapapadop

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες! https://www.eleftherostypos.gr/ellada/338478-simeia-ton-kairon-afxanontai-oi-epitheseis-se-orthodoxes-ekklisies/ 

Σημεία των καιρών: Αυξάνονται οι επιθέσεις σε ορθόδοξες εκκλησίες!

Οι αριθμοί «μιλούν» από μόνοι τους. Το 2017 καταγράφηκαν συνολικά 556 περιστατικά εναντίον χώρων θρησκευτικής λατρείας, σε αντίθεση με πρόπερσι που ήταν 215.

eleftherostypos.gr

Um aumento significativo também é visto no número de ataques a várias comunidades religiosas, com quatro deles registrados em 2016, enquanto no ano passado esse número era oito.

Os números falam por si. Em 2017, um total de 556 incidentes foi registrado contra o local de culto religioso, 536 desses ataques feitos em lugares cristãos.

Em particular, de acordo com o relatório relevante do Secretariado Geral das Religiões, 525 casos contra a Igreja Ortodoxa (94 % do total de incidentes), muitos dos quais têm intolerância religiosa causando intensa reflexão dentro da Igreja grega.

“As evidências mostram que o principal alvo dos ataques em nossa terra natal é a Igreja Ortodoxa. Este fato não pode ser negligenciado. Devemos ao Estado e à Igreja buscar formas de cooperação para que essa realidade profana que afeta nossa história e nossa identidade seja eliminada ”, afirma o Secretário Geral das Religiões, Giorgos Kalantzis.

A Grécia experimentou uma onda sem precedentes de migrantes do Oriente Médio, dos quais vários são membros do ISIS e completamente intoleráveis contra pessoas ou símbolos de outras crenças.

Ao mesmo tempo, o governo esquerdista parece incapaz (ou não quer) de lidar efetivamente com a criminalidade anarquista na Grécia, que é responsável pela maioria dos ataques às igrejas ortodoxas.

Informações e imagem Voice of Europe

Irã: número impressionante de cristãos presos – 114 em uma semana

O governo iraniano está intensificando sua perseguição aos cristãos, violando o fato de que sua constituição garante aos cristãos o direito de representação no Parlamento iraniano, o direito de produzir alimentos não-halal e muito mais. Apesar disso, os cristãos no Irã não raramente sofrem desapropriação de suas propriedades, o fechamento forçado de igrejas e outras formas de perseguição.

A maioria dos cerca de 300.000 cristãos no Irã são membros da Igreja Apostólica Armênia, uma antiga Igreja que rompeu a comunhão com a Santa Ortodoxia após o quarto Concílio Ecumênico, o Concílio de Calcedônia em 451. Outros cristãos no Irã são membros da Igreja Assíria de o Oriente, a Igreja Católica Caldéia e a Igreja Católica Romana; há também um número crescente de pentecostais, evangélicos e outros protestantes.

“Irã: ‘impressionante’ número de cristãos presos – 114 em uma semana”, World Watch Monitor , 5 de dezembro de 2018:

Mais de 100 cristãos foram presos no Irã na semana passada e quase 150 no mês passado, como parte da tentativa do governo de “alertar” os cristãos contra o proselitismo no Natal, de acordo com o diretor de defesa da liberdade religiosa no artigo 18.

Mansour Borji disse que o número de prisões – 114 só na semana passada – foi “surpreendente”. No mês passado, ele disse que um total de 142 cristãos foram presos em “10 ou 11 cidades diferentes” em todo o país e pertencentes a diferentes grupos cristãos.

Borji disse ao World Watch Monitor que a maioria dos detidos foi autorizada a ir para casa depois de algumas horas ou, em alguns casos, dias – “já que eles prenderam tantos deles e não sabiam o que fazer com eles todos” – mas  a todos foi-lhes dito que esperassem uma ligação do Ministério da Inteligência. Cada um dos cristãos teve seus dispositivos móveis confiscados, enquanto os suspeitos de serem os líderes dos grupos continuam detidos.

Borji acrescentou que os cristãos foram convidados a escrever detalhes da história de suas atividades cristãs e disseram para não ter mais contato com outros cristãos ou grupos cristãos.

No final da semana passada, a agência de notícias aprovada pelo governo Mehr alegou que alguns dos detidos eram cidadãos estrangeiros que tinham tomado nomes iranianos, conforme relatado pela Rádio Farda .

A notícia das prisões ocorre na semana em que a mãe de um dos presos cristãos de longa data, Ebrahim Firouzi , morreu e foi sepultada, sem que seu filho pudesse vê-la em seus últimos dias, nem comparecer ao funeral.

Kobra Kamrani, que tinha câncer e perdeu a visão, morreu na segunda-feira, 3 de dezembro, aos 56 anos, e foi enterrada no dia seguinte, como é costume no Irã.

No mês passado, quando a saúde dela se deteriorou, ela implorara às autoridades que permitissem ao filho visitá-la uma última vez, mas seus pedidos foram rejeitados.

Após a morte de sua mãe, Firouzi, que está preso desde 2013, pediu uma licença para comparecer ao funeral de sua mãe, mas seu pedido também foi negado.

Com imagem Christians in Pakistan e informações The Persecution of Christians

Família de Asia Bibi: “Não temos mais nada para comer”

Eles estão implorando para ser autorizados a deixar o Paquistão

Com Asia Bibi e sua família temendo por suas vidas, seu marido pediu à comunidade internacional que os ajudasse a deixar o país.

Falando à instituição de caridade católica Ajuda à Igreja que Sofre, Ashiq Masih descreveu como a família ainda vive escondida após pedir que sua esposa não seja morta depois que ela foi absolvida de blasfêmia na última quarta-feira (31 de outubro).

Ele disse: “Ajude-nos a sair do Paquistão. Estamos extremamente preocupados porque nossas vidas estão em perigo. Não temos mais nada para comer, porque não podemos sair de casa para comprar comida. ”

Protestos violentos organizados pelo movimento político islâmico Tehreek-e-Labbaik, após a absolvição de Asia Bibi, forçaram a família a permanecer escondida.

A fim de acabar com os protestos, o governo do Paquistão concordou com um acordo que permitiu que Tehreek-e-Labbaik iniciasse um processo para que Asia Bibi fosse inserida na “lista de controle de saída” para impedi-la de sair do país.

O governo também se comprometeu a não se opor a qualquer revisão de seu veredicto de apelação.

Asia Bibi ainda está na prisão, apesar dos juízes da Suprema Corte terem ordenado sua libertação quando sua sentença foi revogada.

O Sr. Masih pediu que a mídia e a comunidade internacional continuem a se concentrar no caso de sua esposa: “Como é necessária essa atenção que mantém a Ásia viva até hoje”.

Referindo-se aos eventos da ACN em que a família falou sobre sua situação, incluindo a iluminação do Coliseu em fevereiro, o Sr. Masih disse: “Agradeço à Aid to the Church in Need, em particular por nos dar a oportunidade de falar ao mundo”.

Saif ul-Malook, advogado de defesa da Ásia Bibi, deixou o Paquistão devido a preocupações de segurança e agora está na Holanda. Ele pretende organizar uma coletiva de imprensa no final desta semana.

Após um apelo aos governos do Reino Unido, dos EUA e do Canadá no último final de semana pedindo que ofereçam asilo para a família, o Sr. Masih também apelou ao governo italiano para oferecer-lhes refúgio.

Ele disse: “Eu apelo ao governo italiano para ajudar minha família e eu a sair do Paquistão”.

A família também pediu asilo na Espanha e na França. Eles esperam que todos os filhos de Asia Bibi recebam asilo.

Com informações Catholic Herald

Egito: terroristas muçulmanos matam pelo menos sete cristãos em ônibus lotado de peregrinos

CAIRO – Na sexta-feira, terroristas islâmicos emboscaram um ônibus que levava peregrinos cristãos a um remoto mosteiro no deserto ao sul da capital egípcia, Cairo, matando pelo menos sete pessoas e ferindo 12, informou o Ministério do Interior. 

O porta-voz da igreja, Bouls Halim, disse que o número de mortos no ataque de sexta-feira provavelmente aumentará. Funcionários da igreja local na província de Minya, onde ocorreu o ataque, estimaram o número de mortos em 10, mas este valor mais alto não pôde ser confirmado.

Nenhum grupo foi imediatamente responsabilizado pelo ataque, que tinha o selo do Estado Islâmico, que há anos combate as forças de segurança na Península do Sinai e na fronteira porosa do deserto do Egito com a Líbia.

O ataque na sexta-feira é o segundo a assassinar os peregrinos que se dirigem ao mosteiro de San Samuel, o Confessor, em tantos anos. O ataque anterior, em maio de 2017, deixou quase 30 mortos.

Ministério do Interior que supervisiona a polícia disse que os terroristas usaram estradas de terra secundárias para chegar ao ônibus que transportava os peregrinos, que estavam perto do mosteiro no momento do ataque.

O ataque do ano passado foi o mais recente de uma série letal de ataques contra igrejas no Cairo, na cidade mediterrânea de Alexandria e Tanta no Delta do Nilo, ao norte da capital. Esses ataques, todos reivindicados pelo grupo do Estado Islâmico, deixaram pelo menos 100 pessoas mortas e levaram a uma maior segurança nos locais de culto cristãos e outras instalações ligadas à Igreja.

Os cristãos no Egito, que representam cerca de 10% dos 100 milhões de habitantes do país, queixam-se da discriminação no país de maioria muçulmana. A Igreja aliou-se ao presidente Abdel-Fattah el-Sissi quando ele, como ministro da Defesa, liderou a derrubada militar em 2013 de um presidente islamita, Mohammed Morsi.

Imagem US News & World Report e informações e  NBC News e Israel Noticias

Iraque: Cristãos não podem retornar aos locais de origem devido ameaças de milícias apoiadas pelo Irã

ERBIL – Dezenas de famílias cristãs que fugiram das planícies de Nínive para a região do Curdistão quando a área foi atacada pelo Estado Islâmico (IS) em 2014, ainda não retornaram ao seu local de origem por causa da milícia de Hashd apoiada pelo Irã. disse o ativista Shaabi.

Falando com BasNews, Haisam Pitros, um ativista cristão, disse que “não há garantia” nas planícies de Nínive para o grupo minoritário, explicando que essa é uma das principais razões pelas quais muitos cristãos estão deixando Mosul e os arredores desde 2003.

Ele observou que eles se sentem seguros ​​nas áreas onde as forças Peshmerga estão baseadas, mas não em nenhum território onde os grupos armados xiitas estão presentes.

Pitros apontou que mais de 270 famílias do grupo religioso minoritário estão atualmente sediadas nos campos de deslocados internos na região do Curdistão.

Com imagem e informações Basnews

EUA promete US$ 300 milhões para que os cristãos do Iraque possam voltar para casa

Uma nova rodada de financiamento, além de processos aprimorados, ajudará as religiões minoritárias a se reconstruírem quatro anos depois que o ISIS as expulsou.

Os problemas enfrentados pelas religiões perseguidas no Oriente Médio são complexos demais para serem resolvidos apenas pelo dinheiro. Mas os especialistas estão esperançosos de que dobrar a assistência dos EUA às planícies de Nineveh, no Iraque, juntamente com uma melhor compreensão dos grupos minoritários da região, fará uma grande diferença para os cristãos que retornam para lá.

Um ano atrás, o vice-presidente Mike Pence prometeu apoio direto aos cristãos, yazidis e outras minorias forçadas a sair de suas terras no Iraque pelo ISIS. Defensores da liberdade religiosa e grupos na região curda do norte do Iraque aplaudiram as notícias do governo dos EUA que prometera priorizar crentes perseguidos, apenas para decepcionar esses grupos quando – devido a dificuldades burocráticas – o dinheiro não veio .

Agora, a administração Trump engajou líderes no terreno e dobrou sua promessa de ajuda. O mais recente plano de assistência multimilionária do governo , anunciado na terça-feira, eleva o total de verbas para as minorias religiosas no Iraque para quase US$ 300 milhões, com alocações para reconstruir comunidades, preservar patrimônios, proteger explosivos e capacitar sobreviventes para buscar justiça.

O anúncio foi feito no momento em que o cardeal Louis Raphael I Sako, chefe da Igreja Católica Caldéia do Iraque, reclamou que “não houve nada até agora” dos EUA.

Mas os esforços americanos na região sitiada já mostram sinais de melhora.

A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) “tem sido muito lenta em ajudar e está apenas começando a fazer a diferença, com a reconstrução de escolas, eletricidade ligada, etc., desde meados de setembro”, disse Nina Shea. , diretor do Centro para a Liberdade Religiosa do Instituto Hudson.

No mês passado, o administrador da USAID, Mark Green, enviou Max Primorac, designado como representante especial para assistência a minorias, a Erbil. Seu trabalho é ajudar a administrar programas no terreno e abordar os tipos de problemas que retardaram o processo de financiamento no início deste ano.

A USAID também anunciou na semana passada uma nova colaboração com o grupo católico Knights of Columbus, que se junta a 36 parceiros locais, 11 religiosos e 27 internacionais no norte do Iraque. Eles irão “trabalhar juntos para identificar os necessitados com maior precisão; mobilizar recursos do setor privado e público para ajudá-los; e colaborar nos esforços para prevenir e responder a genocídios e perseguições no Iraque e em toda a região ”, disse Green. Os cavaleiros de Columbus deram mais de US $ 20 milhões para a região desde 2014, com planos de doar US $ 5 milhões a mais nos próximos seis meses, informou a Crux .

Os novos esforços na região seguem a visita de Green ao Iraque durante o verão com Sam Brownback, o embaixador-geral do Departamento de Estado para a liberdade religiosa internacional.

A primeira reunião ministerial do Departamento de Estado para promover a liberdade religiosa levou as altas autoridades a uma avaliação mais sutil do papel dos caldeus, assírios, yazidis e outras minorias perseguidas no Iraque, segundo Chris Seiple, presidente emérito do Instituto para o Engajamento Global. (IGE)

“Enquanto a USAID fornece ajuda que é fé e daltônica, agora entende que há momentos em que tem que fornecer ajuda a grupos que não apenas se entendem como definidos por sua fé, mas que foram alvo de genocídio precisamente por causa disso auto-compreensão ”, disse ele à CT.

Seiple destacou a nova consciência nestas observações de Green durante sua viagem em julho:

Acreditamos que o pluralismo religioso, que faz parte de um mosaico cultural, acreditamos que vale a pena preservar como uma questão de desenvolvimento, bem como uma expressão de nossos valores. E um dos casos mais claros para este trabalho é no norte do Iraque. Assim, a maioria dos iraquianos se refere a grupos minoritários como “grupos de componentes”. E eu não entendi o que isso significava; Eu não entendi o significado. E alguém veio até mim e disse: “Bem, isso tem um significado muito especial e poderoso em árabe. Isso implica que a sociedade iraquiana é incompleta sem os componentes cristãos e yazidis daquele mosaico nacional ”.

“Essa linguagem de minorias religiosas como ‘componentes’ – entendidos como ingredientes necessários e enriquecedores sem os quais a sociedade iraquiana é menor que o todo – agora anima o esforço dos EUA para capacitar minorias religiosas”, disse Seiple, que fez várias visitas ao Iraque na altura da ameaça do ISIS entre 2014 e 2016.

Cerca de 40.000 cristãos que escaparam desses ataques voltaram para suas casas em Nínive, apesar dos desafios que permanecem, informou o World Watch Monitor este mês.

“Ainda há muito a ser feito, muito para reconstruir. As casas foram danificadas, queimadas ou destruídas ”, disse Alberto Ortega, um diplomata do Vaticano no Iraque. “Mas agora quase metade dos cristãos, em alguns lugares, que deixaram suas casas, puderam retornar”.

Voltar em 2014, divulgação cristã aos crentes na região começou com uma resposta de emergência a curto prazo, mas “ficou claro para nós que a dimensão global do desafio foi, por vezes, além da capacidade de regular as pessoas, todos os dias, e a solução definitiva teve para ser o tipo de assistência que só poderia ser dado pelos governos “, disse Johnnie Moore, que trabalhou com TV Mark Burnett e Roma Downey sobre o berço de Fundo cristianismo , e agora serve como um comissário com a Comissão dos EUA sobre Liberdade religiosa Internacional.

“Quando começamos a trabalhar com eles, não havia perspectiva de que eles voltassem para suas comunidades. Essas comunidades foram totalmente tomadas pelos terroristas ”, disse ele. “Agora precisamos ajudá-los a restaurar nossas vidas.”

O financiamento adicional de US $ 178 milhões visa ajudar essas famílias a viver em segurança e reconstruir suas comunidades, com as maiores alocações para assistência humanitária (US $ 51 milhões), revitalização econômica (US $ 68 milhões) e limpeza de explosivos deixados para trás pelos invasores (US $ 37 milhões). ).

“Com base em nosso trabalho de longo prazo com parceiros locais, esse plano de distribuição está à vista”, disse o presidente da Open Doors USA, David Curry, à CT.

“O fornecimento de água foi sabotado e eles não podem plantar seus campos devido a dispositivos explosivos embutidos neles…”, disse ele. “Sem apoio em larga escala como este, o povo iraquiano não poderá se tornar economicamente saudável novamente e seu povo, que não tem emprego, não será capaz de se sustentar a longo prazo”.

Na cidade de Bashiqa, lar de cristãos e yazidis, a USAID consertou casas, financiou clínicas, criou 21 escolas e consertou poços para fornecer água para 12 mil moradores, afirmou Green.

Especialistas apoiaram o plano geral, mas estão ansiosos por mais detalhes dos EUA. Seiple disse que a abordagem se assemelha à estratégia da IGE de “ resgatar, restaurar e retornar ”, mas ele gostaria de ver mais detalhes sobre programas específicos, atendimento a traumas para mulheres e esforços para evitar futuras atrocidades.

Da mesma forma, Shea, da Hudson, disse que a USAID precisa melhorar suas mensagens e fornecer uma lista abrangente de projetos e locais.

“Estou muito feliz de ver esse financiamento vir. Mas fique claro, isso é apenas o começo ”, disse Curry de Portas Abertas, que classifica o Iraque como o 8º lugar entre os piores lugares do mundo para a liberdade cristã. “O sucesso dos esforços de recuperação está na capacidade de múltiplos líderes mundiais e governos, bem como organizações humanitárias, cooperarem. São todas as mãos no convés no Iraque ”.

Até funcionários do governo sabem que seu financiamento só pode ir tão longe. “… A medida do progresso não está em valores em dólares, é nas vidas e comunidades que ajudamos a revitalizar e restaurar, e no progresso concreto no terreno nas Planícies Ninewa do Iraque”, disse Green em um comunicado na terça-feira. 

Com informações Christianity Today