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Destaques da Classificação da Perseguição Religiosa 2016

Veja quais países estão no Top 10 e os que foram incluídos na lista.

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1º Coreia do Norte
Liderando a lista pelo 14º ano consecutivo, o país continua sendo o mais fechado do mundo ao Evangelho. Nação liderada por um governo totalmente fechado e controlador, os cristãos norte-coreanos continuam sendo os que enfrentam maior perseguição religiosa.

2º Iraque
Mesmo com boa parte do país sendo controlada pelo Estado Islâmico, a situação dos cristãos não parece ter mudado muito. Junto com a Síria, o país estampou os noticiários de 2015. Os projetos de ajuda socioeconômica na região cresceram em média 53% e quase 190 mil refugiados foram atendidos.

3º Eritreia
O nível de violência fez com que o país subisse da 9ª posição em 2015 para a 3ª esse ano. Foram muitas as situações de violência no país. Os cristãos que vivem na “Coreia do Norte da África” enfrentam grande restrição em termos de liberdade religiosa, de imprensa e garantia dos direitos humanos.

4º Afeganistão
Ao nascer afegão obrigatoriamente o cidadão se torna muçulmano. Seguir a Cristo no país é extremamente difícil, não existem igrejas, os cristãos perseguidos se reúnem secretamente em pequenos grupos. Fora isso, Talibã e Estado Islâmico brigam por territórios locais.

5º Síria
Cenário de uma guerra civil que já dura 5 anos, a Síria deixou de ser casa de milhares de pessoas em função das ações do Estado Islâmico. Muitas igrejas foram destruídas e cristãos mortos, os que sobrevivem convivem com traumas causados pela perseguição.

6º Paquistão
Cultos e reuniões não são permitidos, a situação para a Igreja Perseguida é mais dificultada pelos grupos extremistas que incitam ódio nos paquistaneses em relação aos cristãos. Eles são tratados como cidadãos de segunda classe, mulheres e crianças cristãs são vulneráveis ao abuso sexual.

7º Somália

A população cristã que não passa de 1% é controlada pelo governo. Em um país imerso em uma longa guerra civil, muitas igrejas já foram destruídas. Os cristãos não podem possuir a Bíblia por causa do perigo que isso pode colocá-los e qualquer tipo de celebração cristã ou encontros são proibidos. Mais uma vez o país está no Top 10.

8º Sudão
O governo assedia e expulsa a comunidade cristã. Construir ou reformar igrejas e até mesmo obter permissão para isso é muito difícil. O islã radical continua crescendo e os cristãos precisam ser fortes. A liberdade de expressão e religião enfrenta sérias restrições.

9º Irã
Qualquer muçulmano que deixa o islã enfrenta pena de morte no país. Mais de 100 cristãos foram presos ou encarcerados por sua fé em novembro de 2015. Ser cristão no Irã não é uma decisão nada fácil, as reuniões são monitoradas pela polícia secreta e os cristãos ativos são interrogados frequentemente e, muitas vezes, presos e agredidos por causa de sua fé.

10º Líbia
Pela primeira vez no Top 10, o país ainda está tentando se recuperar da guerra e da revolução popular. Agora, a influência do Estado Islâmico está crescendo ainda mais. A Líbia recebe muitos refugiados vindo da Síria e do Iraque.

Novos

48º Bahrein
Os cristãos enfrentam a perseguição mais forte dentro de suas próprias casas e comunidades, seguido pela igreja. O Estado Islâmico tem concentrado suas forças nessa região e, assim, é provável que o islã radical continue crescendo no país.

49º Níger
Os cristãos enfrentam diariamente o desafio de dar bom testemunho e de resistir às pressões em um país de maioria muçulmana. Segundo um líder de uma igreja local, os políticos estão mais preocupados com os preparativos para as eleições de 2016 e com a luta que estão enfrentando com o Boko Haram, do que com as igrejas que estão sendo abandonadas.

Leia mais sobre a relação dos países que enfrentam maior perseguição religiosa atualmente. Abrace essa causa e sirva a Igreja Perseguida conosco.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/01/destaques-da-classificacao-da-perseguicao-religiosa-2016

 

Professor de história dá um alerta aos cristãos, durante encontro global de líderes

“Devemos nos conscientizar que o século XXI é um novo tempo de perseguição”

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A Conferência Global para Cristãos, realizada pelo presidente da Albânia, Bujar Nishani, abordou diversos assuntos de interesse comum a todas as denominações representadas. A primeira palestra foi dada por um professor de história contemporânea da Universidade de Roma, Dr. Andrea Riccardi. Em seu discurso, ele destacou: “Se não levássemos a sério a Bíblia, como iríamos viver?”. Ele contou que um grupo de jovens de classe média, se mudou para uma área decadente de Roma, a fim de viver entre os pobres. A experiência se espalhou para outros 70 países, e agora faz parte de um programa de líderes mundiais que combatem o vírus do HIV.

O professor lembrou o público sobre um de seus amigos, Christian de Chergé, de um mosteiro na Argélia, cuja maioria dos monges foram sequestrados, e depois decapitados por um grupo islâmico armado, em março de 1996. A história deles foi registrada no filme ‘Of Gods and Men’, além de outras lembranças tristes de vários cristãos, que morreram sendo inocentes. “Pessoas generosas estão morrendo ao redor do mundo, e temos que negociar com o Estado Islâmico por suas vidas. Mas o que eles fizeram? Como é que ninguém faz nada? Como os líderes políticos podem compartilhar a mesma mesa com eles?”, questionou.

Os argumentos de Riccardi não chocaram apenas os políticos, mas os próprios cristãos: “Muitas vezes, as igrejas cristãs se recusam a lutar pelo resgate de alguns irmãos humilhados, simplesmente porque são de outras denominações ou de nacionalidade diferente. Como isso pode acontecer em nosso meio?”.

Para ele, “a questão da perseguição deve ser cuidadosamente estudada, pois cada história é diferente. Eu achava que sabia pelo menos um pouco da história do cristianismo contemporâneo, mas ela é muito mais complexa do que eu pensava. A história do cristianismo, tanto do passado quanto do presente, é a história do martírio. Há pessoas morrendo neste milênio. Devemos nos conscientizar que o século XXI é um novo tempo de perseguição e que ela está se intensificando a cada dia”, finaliza.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/11/professor-de-historia-da-um-alerta-aos-cristaos-durante-encontro-global-de-lideres

Jovens britânicos denunciam perseguição após deixar islã

A opção de adotar uma religião ou crença diferente da dos pais não é tão simples como pode parecer, é o que vários britânicos que decidiram renunciar ao islamismo tradicional de suas famílias estão sentindo na pele.

Essa opção pode ser vista quase como um crime – como era na época medieval. A decisão de renunciar a uma fé, ou apostasia, está rendendo ameaças e até agressões físicas a jovens britânicos que optaram por deixar o islamismo.

Uma investigação da BBC encontrou provas de que esses jovens muitas vezes sofrem abusos dentro das próprias famílias quando revelam que não querem mais ser muçulmanos.

Dados de 2011 sugerem que o número de pessoas na Inglaterra e no País de Gales que dizem não ter religião praticamente dobrou em dez anos, desde 2001 – eles agora equivalem a um quarto da população.

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Image captionAyisha (à direita) conta à BBC sua história de quando abandonou o islamismo

Na mesma época, o número de muçulmanos nas duas nações cresceu 80%, totalizando 2,7 milhões de pessoas. E entre alguns dos britânicos muçulmanos – a maioria deles nascida no Reino Unido e com menos de 24 anos -, existe uma crença de que abandonar o islamismo é um pecado que pode até mesmo ser penalizado com a morte.

Apesar disso, governos locais (municípios ou regiões) parecem não estar cientes da questão e não há nenhuma política para proteger esses jovens vulneráveis.

Não há estatísticas oficiais sobre apostasia entre britânicos muçulmanos e apenas alguns estudos acadêmicos baseados em poucos casos individuais tratam do assunto. Mas muitos desses ex-muçulmanos que vivem na Grã-Bretanha estão compartilhando suas experiências em fóruns online.

Ameaça de morte

Ayisha (nome fictício) de Lancashire tinha apenas 14 anos quando começou a questionar o islamismo depois de ter lido o Corão. Ela começou a se rebelar contra o uso do hijab (tradicional véu islâmico usado por mulheres para cobrir a cabeça) e depois decidiu que não queria mais ser muçulmana. Foi neste momento que começou a enfrentar sérias dificuldades.

Image copyrightGetty
Image captionCidades inglesas como Bradford tem grandes populações de muçulmanos

“Meu pai ameaçou me matar, pegou uma faca e segurou-a no meu pescoço dizendo: ‘Nós podemos te matar se você trouxer essa vergonha para a família.'”

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Ele batia tanto na garota que, certa vez, ela resolveu chamar a polícia, e o pai foi condenado por crueldade infantil. Ayisha não imaginava que teria de se separar de sua mãe e de seus irmãos.

Hoje, com apenas 17 anos, Ayisha foi colocada sob a guarda do pai de seu namorado. É uma situação longe do ideal, mas ela entende. “Eles achavam que eu estaria sob grande risco com a minha família.”

Medo

Aaliyah (nome também fictício), de 25 anos, vive em South Yorkshire. Ela deixou o islamismo quando estava na universidade e percebeu que não poderia voltar para casa, porque seus pais haviam arranjado um casamento para ela – e o medo de sofrer violência por não querer mais ser muçulmana era real.

“Eu sei que minha família não iria me machucar, não os meus pais e irmãos”, ela disse. “Mas eu não contei para o resto da família. Meu pai me disse que se as pessoas erradas descobrissem, ele não saberia o que poderia acontecer.”

Aaliyah dá conselhos a outros ex-muçulmanos em fóruns online e pede para que eles consigam independência financeira antes de contarem aos pais que deixaram o islamismo, para ser mais fácil lidar com o eventual caso de serem expulsos de casa.

Image captionAaliyah diz que o fato de ter sido sincera consigo mesma ameniza a culpa que sente por abandonar a religião

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Como outros ex-muçulmanos, ela ressalta a importância de ter sido sincera consigo mesma para amenizar o peso que carrega pela expulsão de casa e pela culpa que sente.

“Quando voltei para minha família, minha tia me disse que meus irmãos e irmãs não poderiam se casar porque a honra deles estaria manchada. E isso era culpa minha.”

O medo é constante também. “Eu vivia em Bradford e era bem discreta porque lá havia muitos muçulmanos na região. Eu ainda tenho esse medo contido, é difícil de explicar. Você simplesmente quer se manter calado a respeito disso. É mais seguro assim.”

Segurança

Afzal Khan veio do Paquistão, onde leis religiosas contra blasfêmia e a postura conservadora de partes da sociedade deixaram as pessoas que optam pela apostasia sob risco de violência. Ele foi para o Reino Unido estudar teologia na Universidade de Bradford. Durante o tempo que estudou, tomou a decisão de deixar o islamismo e contou isso aos seus amigos paquistaneses via redes sociais.

“Eu pessoalmente concluí que essa fé é extremamente misógina e isso se tornou um ponto de virada claro para mim. Todos os meus amigos muçulmanos ficaram chocados. Inicialmente, eles acharam que eu estava brincando, mas quando perceberam que era sério, eles começaram a me xingar, de uma forma leve no início, mas depois passaram a me atacar, me ameaçar”, contou.

A família dele o expulsou de casa. “Falei com minha mãe pelo telefone e ela berrou: ‘você não é mais meu filho!’ Aí meu irmão pegou o telefone e a mensagem que eles me passaram era de que eu não pertencia mais à família e, desde então, eu nunca mais pude falar com eles.”

Depois de um tempo, Afzal ouviu de um parente que sua mãe disse que ele “deveria ser morto, porque é isso que a lei islâmica determina para quem comete blasfêmias.”

Image copyrightEPA
Image captionVários países punem apostasia; no Paquistão, em 2012, manifestantes protestaram contra professor de escola cristã acusado de blasfemar contra islã

Ele, sua esposa e filha conseguiram permissão para ficar no Reino Unido, porque voltar para o Paquistão representaria um risco muito grande para a segurança deles.

A BBC contatou 13 autoridades locais de regiões com grandes populações muçulmanas entre Yorkshire e Lincolnshire. Nenhuma delas soube dizer qual seria o procedimento em caso de denúncia de abuso ou ameaça contra ex-muçulmanos e a maioria deles não sabia sequer o que era apostasia.

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Alguns disseram que existiam outros serviços específicos para jovens que sofriam abusos. Dada a pressão dentro de comunidades muçulmanas para ocultar os casos de pessoas que deixam a fé, não é tão surpreendente que autoridades locais não tenham muita consciência do problema.

Alom Shaha, representante da Associação Britânica Humanista, escreveu o livro O jovem ateu sobre sua própria experiência quando abandonou o islamismo na juventude. Como consequência disso, ele passou a ser contatado com frequência por muitos jovens ex-muçulmanos buscando ajuda ou conselhos.

Shaha é reticente e tem muito receio de alimentar o preconceito contra muçulmanos, mas diz: “Não podemos ignorar aqueles de dentro dessas comunidades que também são oprimidos. Quero que as pessoas que são responsáveis por cuidar de jovens vulneráveis reconheçam que ser um ateu pode ser algo grave o suficiente que coloca a vida desses jovens em risco.”

Leis e punições sobre blasfêmia pelo mundo

  • A partir de 2012, 22% dos países do mundo possuíam leis ou políticas “antiblasfêmia”;
  • Um em 10 (11%) tinha leis ou políticas de punição para apostasia – variando de multas até pena de morte;
  • Nas Américas, 31% dos países tinham leis contra blasfêmia. Nas Bahamas, a divulgação ou venda de material contendo blasfêmia poderia ser punida com dois anos de prisão.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150929_ex_muculmanos_perseguidos_rm

Iraque cria um comitê especial para documentar perseguição

Segundo a agência de notícias missionárias Fides, o governo iraquiano criou um comitê para documentar a perseguição aos cristãos, com o objetivo de tomar as medidas adequadas para conter a violência e o abuso contra eles no Iraque, especialmente em Bagdá. O movimento começou com os alertas de um membro cristão do Parlamento Iraquiano e do líder do Patriarcado Caldeu, ambos preocupados em proteger os seguidores do Cristianismo.

Nos últimos meses foi registrado um aumento no número de sequestros e desapropriação ilegal de casas, propriedades e terras. Esses tipos de crimes serão o foco principal das investigações. O comitê foi criado pelo primeiro-ministro Haydar al-Abadi e o patriarcado já entregou o primeiro dossiê, contendo 14 casos de casas tomadas ilegalmente.

Notícias atuais apontam que, em Bagdá, quatro cristãos foram sequestrados dentro de duas semanas, entre os meses de junho e julho, sendo que dois deles foram encontrados mortos, mesmo com o resgate pago. De acordo com a organização não governamental, Bagdad Beituna(Bagdá, Nosso Lar), houve mais de 7 mil violações contra propriedades pertencentes a cristãos iraquianos em Bagdá, desde 2003.

Depois de décadas essa é a primeira vez que o governo investiga oficialmente a situação dos cristãos no país. Isso é muito positivo, sabendo que o estabelecimento do Estado Islâmico, desde junho de 2014, trouxe maior radicalização da sociedade iraquiana e impulsionou a corrupção organizada.

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/09/governo-iraquiano-vai-investigar-a-situacao-dos-cristaos

Turquia nega ter curdos da Síria como alvos de operações militares

As operações militares da Turquia na Síria e no Iraque não têm como alvo os curdo-sírios, afirmou nesta segunda-feira (27) uma autoridade turca, após a divulgação da informação sobre um ataque de tanques turcos contra uma aldeia síria controlada por milícias curdo-sírias.

“As operações em andamento têm por objetivo neutralizar as ameaças contra a segurança nacional turca (…) O PYD (principal partido curdo na Síria), junto a outros, não forma parte dos alvos de nossas operações militares”, declarou à AFP sob condição de anonimato este funcionário.

Combatentes curdos no norte da Síria acusaram o Exército turco de bombardear suas posições nesta segunda, em uma evidência do caminho complicado que o governo turco está seguindo ao bombardear simultaneamente o Estado Islâmico na Síria e insurgentes curdos no Iraque.

Membro da Otan, a Turquia integra a coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico, mas vinha demonstrando relutância em suas ações contra os jihadistas. No entanto, o país deu uma guinada na semana passada ao permitir que os norte-americanos e outros aliados usassem suas bases aéreas para bombardear alvos na Síria ligadas ao movimento jihadista.

A Turquia também empreendeu uma segunda noite de ataques aéreos contra acampamentos de insurgentes curdos no Iraque, no domingo, parte do que um alto funcionário do governo descreveu como uma “batalha de pleno direito contra todas as organizações terroristas”.

A campanha militar renovada contra o grupo curdo turco Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que travou uma insurgência de três décadas contra o Estado, em parte usando bases no norte do Iraque, levantou suspeitas de que o verdadeiro objetivo da Turquia é conter as ambições territoriais curdas em vez de lutar contra o Estado Islâmico.

O governo turco teme que o sucesso da milícia curda YPG, que tem expulsando o Estado Islâmico de áreas no norte da Síria, com a ajuda de ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos, vá atiçar o sentimento separatista entre os curdos da Turquia e encorajar o PKK.

Os curdos da Turquia dizem que, ao reviver o conflito aberto com o PKK, o presidente Tayyip Erdogan também está tentando minar o apoio à oposição pró-curda antes de uma possível antecipação das eleições parlamentares e atiçar o sentimento nacionalista.

Numa declaração que deve aprofundar as suspeitas dos curdos, a milícia YPG disse que o Exército turco bombardeou as suas posições em uma aldeia nos arredores da cidade fronteiriça síria de Jarablus, que está sob o poder do Estado Islâmico, e instou a Turquia a parar com os ataques contra as suas forças. Vários disparos de tanques do outro lado da fronteira atingiram suas posições e o Exército turco estava alvejando-os, em vez de ter como alvo os “terroristas”, disse o comunicado YPG.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/turquia-nega-ter-curdos-da-siria-como-alvos-de-operacoes-militares.html