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Polícia do Cairo mata chefe da facção egípcia do Estado Islâmica

Grupo que reivindicou a queda de um avião russo no Sinai em outubro.
Ashraf Ali Ali Hasanein al Gharabli morreu durante tentativa de prisão.

A polícia matou no Cairo um dos principais dirigentes do braço egípcio do Estado Islâmico (EI), o grupo que reivindicou a queda do avião russo no Sinai em 31 de outubro, anunciou nesta segunda-feira (9) o ministério do Interior.

Ashraf Ali Ali Hasanein al Gharabli, considerado um dos terroristas mais perigosos da facção local do EI, morreu em um tiroteio quando a polícia tentava prendê-lo na capital egípcia, informa um comunicado oficial.

Hassanein era um dos membros mais procurados da facção egípcia do EI, a Província do Sinai do Estado Islâmico, que antes se chamava Ansar Beït al-Maqdess.

Além de organizar atentados contra as forças de segurança, Hassanein era acusado pela polícia de ter ordenado a decapitação do croata Tomislav Salopek, sequestro perto do Cairo, e a morte de um funcionário americano de uma companhia petroleira.

Quando os policiais chegaram ao local em que se escondia para detê-lo, Hassanein fugiu de carro, disparando contra os agentes. Ele acabou morrendo na troca de tiros.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/policia-do-cairo-mata-chefe-da-faccao-egipcia-do-estado-islamica.html

Ramo egípcio do EI reivindica atentado perto de consulado italiano no Cairo

O grupo jihadista Wilayat Sina (Província do Sinai), ramo da organização extremista Estado Islâmico (EI) no Egito, assumiu a autoria do atentado com carro-bomba que matou uma pessoa e deixou outras dez feridas em frente ao consulado da Itália no Cairo.

Em um breve comunicado divulgado nas redes sociais, o Wilayat Sina disse que o veículo transportava 450 quilos de explosivos.

“Os soldados do Estado Islâmico conseguiram detonar um carro-bomba que estava estacionado e levava 450 quilos de material explosivo em frente ao consulado italiano no centro do Cairo”, explicou a nota.

O grupo extremista, com base na Península do Sinai, aconselhou aos muçulmanos que se “afastem de todos estes edifícios oficiais porque são alvos dos ataques dos mujahedins (guerreiros santos)”.

O Ministério do Interior egípcio informou que os explosivos estavam em um veículo estacionado em frente ao consulado e foram detonados por controle remoto.

A forte explosão causou grande destruição na fachada do consulado, que estava fechado no momento do ataque, e em outros imóveis nos arredores.

Em Roma, o ministro das Relações Exteriores italiano, Paolo Gentiloni, afirmou que se trata de “um ataque direto contra a Itália” mas que não causou vítimas entre seus cidadãos.

O primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, conversou por telefone com o presidente egípcio, Abdul Fatah al Sisi, e lhe ofereceu para “lutarem juntos contra o terrorismo e o fanatismo”.

Já o juiz egípcio Ahmed Fudali, aliado do presidente Abdul Fatah al Sisi, disse à Agência Efe no Cairo que o atentado tinha ele próprio como alvo, e que o ocorrido foi “uma tentativa de assassinato”.

Fudali explicou que estava na Associação de Jovens Muçulmanos, cuja sede fica na frente do consulado e na qual ocupa um alto cargo. Ele havia deixado o local pouco antes da explosão.

http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/ramo-egipcio-do-ei-reivindica-atentado-perto-de-consulado-italiano-no-cairo,543763aa062a1895f69e888e479458ae52phRCRD.html

EI no Egito reivindica lançamento de mísseis contra Israel

A organização jihadista Wilayat Sina (Província do Sinai), ramo do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) no Egito, reivindicou nessa sexta-feira em comunicado publicado no Twitter o lançamento de três mísseis Grad a Israel, que não causou vítimas.

O grupo extremista lançou vídeos na internet em que declara “guerra” na região em Israel.

Na nota, o grupo extremista afirmou ter lançado esses mísseis contra “as colônias judaicas na Palestina ocupada como resposta aos seus repetidos crimes, o último (deles), seu apoio aos apóstatas (em alusão ao exército egípcio) na conquista do Sheikh Abu Suhaib al Ansari”, em referência à operação de quarta-feira, em que Wilayat Sina atacou a península egípcia do Sinai.

Nesse dia a organização jihadista, anteriormente conhecida como Ansar Beit al Maqdis, realizou uma série de atentados em diversos pontos do Sinai que, junto com os confrontos com as forças armadas egípcias que se seguiram, deixou pelo menos 60 mortos segundo fontes de segurança. O exército egípcio afirmou que houve 17 baixas entre os militares e 100 entre os jihadistas.

Anteriormente, a Brigada do Xeque Omar Hadid, grupo armado de Gaza associado ao EI, reivindicou a autoria do lançamento de um foguete contra Israel, que atingiu esta tarde um campo aberto perto da fronteira com o Egito sem causar vítimas nem danos.

“Passadas as 16h20 (10h20 em Brasília) um projétil caiu na região de Eshkol (próximo ao Egito e da Faixa de Gaza), em um terreno aberto e sem causar danos”, assinalou uma porta-voz militar israelense que destacou que o incidente está sendo investigado.

Após os atentados e enfrentamentos de quarta-feira, o exército israelense aumentou sua presença na fronteira e deslocou veículos blindados para a região, controlada por meio de aviões de vigilância não tripulados, e nesta manhã fechou a estrada 12, que passa pelo sul de Israel paralelamente à fronteira.

http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ei-no-egito-reivindica-lancamento-de-misseis-contra-israel,7f9714282a3c7041990a3ec4060d4caea6c1RCRD.html